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HWC 2013 – 2ª Jornada

Grupo A:

(os comentários dos brasileiros são demais)

Na re-edição das últimas finais do campeonato PAN-Americano (desta feita num Mundial), o Brasil venceu a Argentina na 2ª jornada deste grupo. De nada valeu portanto a vitória dos Argentinos contra Montenegro: tendo a Alemanha perdido com a Tunísia hoje e a França ganho a Montengro, uma vitória dos Argentinos seria o equivalente a dizer que podiam dar-se ao luxo de empatar com os Alemães para passar o grupo desde que vencessem pelo menos os tunisinos. Sendo assim, a França lidera e o 2º classificado será decidido no cruzamento de jogos existente entre Brasileiros, Alemães, Tunisinos e Argentino sendo que cabe à Alemanha (em teoria) a superioridade.

Do jogo: o ponta Fernando José Pacheco (EC Pinheiros – Liga Brasileira) marcou 8 golos em 11 remates e foi o grande jogador desta partida. De salientar um último aspecto: os Argentinos tem meia dúzia de jogadores a actuar na europa, sendo que 4 actuam na Liga Asobal e dois na Liga Francesa, enquanto os Brasileiros apenas tem um jogador a actuar no Naturhouse La Rioja (ASOBAL).

Surpresa do dia. A Tunísia bateu a Alemanha por 26-24 num jogo em que vi o final em directo. Uma característica Alemanha, incapaz de segurar os ímpetos de primeira linha dos Tunisinos e com muitas dificuldades em praticar o seu característico rápido jogo de contra-ataque. Mais uma vez ficou vincada a agressividade defensiva desta equipa do Magreb que ontem já tinha ameaçado uma surpresa contra a França.

a França bateu Montenegro por 32-20 sem espinhas com 10 golos a serem alcançados em contra-ataque. Os campeões olímpicos em título lideram o grupo.

Grupo B:

 

Dinamarca russia

Diz tudo sobre o bom jogo realizado pelas duas equipas que irão decerto passar este grupo.

Nos outros jogos, a Islândia cilindrou o Chile por 38-23 e a Macedónia venceu o Qatar por 34-30.

Amanhã joga-se a 2ª jornada dos grupos C e D:

O Grupo C arranca às 14:45 com um interessante Eslovénia vs Coreia do Sul, prossegue às 17 horas com aquele que será o jogo do dia (Bielorussia vs Sérvia) e termina às 18:45 com um Polónia vs Arábia Saudita.

O Grupo D arranca às 15:45 com um Argélia vs Croácia (mais um passeio para os croatas), prossegue às 18 com um Espanha vs Egipto (jogo cauteloso para os espanhóis) e termina às 20 e 15 com um Austrália vs Hungria.

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HWC 2013 – jogos de sábado

Grupo C: Sérvia 31-22 Coreia do Sul

Polónia 24-22 Bielorussia

Rutenka

Os 8 golos de Siarhei Rutenka (Barcelona) foram insuficientes para evitar a derrota da Bielorussia frente à Polónia.

Grupo D:

Jogo de abertura. Caja Mágica, pavilhão do basquetebol do Real Madrid. 12 mil pessoas na assistência, cerca de 70% da lotação da Caixa. A Argélia (assim como todas as equipas do Magreb) costumam ser adversários chatos (que o diga a campeã olímpica França que horas mais tarde suou para levar de vencida a Tunísia) não pela sua capacidade ofensiva (muito longe do poderio dos europeus) mas pela sua defesa agressiva. A Argélia (uma vez Portugal teve que suar bastante no Mundial de 2001 para bater esta selecção) costuma adoptar uma postura defensiva de defesa 6-1 subida, muito agressiva, empurrando os adversários para fora dos 9 metros (o central chega a operar nos 12 metros), factor que baralha por completo as contas ao andebol europeu. A Espanha não tremeu e venceu tranquilamente por 27-24.

Grupo A

Germany

Regresso da Alemanha ao convívio dos grandes com uma vitória estrondosa sobre o emergente Brasil por 33-23. O lateral Steffen Weinhold (SG Flensburg-Handewitt) foi o melhor marcador do encontro com 7 golos.

A única surpresa do dia: a Argentina bateu Montenegro por 28-26 no primeiro jogo deste novo país europeu num campeonato do mundo. Há um  aspecto que devo salientar: Montenegro está neste campeonato do mundo não pelo seu talento, mas pela dificuldade que é jogar em sua casa nas qualificatórias. Por norma, os Montenegrinos recebem os adversários em pavilhões pequenos, sem condições e onde é inclusive permitido fumar. Chegou a haver um jogo de Portugal para a fase de qualificação para o europeu de 2012 onde dentro do pavilhão que acolhia o jogo entre as duas selecções estavam 40 graus.

A vitória dos Argentinos foi destaque na página do Diário Desportivo Olé.

O melhor marcador da partida (Amine Bennour com 7 golos) engana por completo aquele que é considerado já o melhor guarda-redes de sempre (Thierry Omeyer).

Vida complicada para os Franceses neste jogo inaugural:

france

Noutros jogos:

No Grupo B. a Dinamarca de Mikkel Hansen estreou-se com uma goleada perante o Qatar de 41-27, a Rússia bateu a Islândia por 35-30 e a Macedónia suou para bater o Chile por 30-28 e precisou muito da inspiração da sua vedeta Kiril Lazarov (Atlético de Madrid)

No Grupo C, a Eslovénia bateu confortavelmente a Arábia Saudita por 32-22.

No Grupo D a poderosa Croácia esmagou a Austrália por 36-13.

Amanhã há:

Grupo A: Derby regional entre Argentina e Brasil, Alemanha vs Tunísia e Montenegro vs França (respectivamente por estas horas 14, 16:20 e 18:30)

Grupo B: Chile vs Islândia, Qatar vs Macedónia e Dinamarca vs Rússia, sendo que este último jogo irá decidir já quem vencerá este grupo. Passam aos quartos-de-final da prova as duas primeiras de cada grupo, sendo as restantes enviadas para a lutar entre o 9º e o 24º lugar. (estes jogos realizam-se às 14:45, 17 horas e o Dinamarca vs Russia pelas 19:15)

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breve análise à fase de grupos do euro 2012

Grupo A

O Grupo A começa com um empate entre uma das selecções a jogar em casa (Polónia) e a Grécia de Fernando Santos. Num jogo muito mal jogado do ponto de vista técnico, as duas selecções haveriam de empatar com duas expulsões pelo meio. Desde logo se denotou que o segredo de Fernando Santos para a selecção Grega não era mais do que aquilo a que a Grécia nos tem habituado desde 2004: defender bem e apostar no contra-ataque, quase sempre conduzido pelo eterno Giorgios Karagounis. Do jogo contra a Polónia surgiu uma das revelações deste euro: o médio defensivo do Olympiakos Ioannis Maniatis. Ao lado do também eterno Katsouranis, Maniatis tem aqui a rampa de lançamento para um campeonato de topo. No jogo em si, a Polónia teve o pássaro na mão e deixou-o fugir. A inexperiência Polaca fui sem dúvida o seu maior inimigo durante a fase de grupos. Comandados pelo trio do Borússia de Dortmund (Kuba, Piszczek e Lewnadowski) coube ao avançado abrir a contagem no marcador neste primeiro encontro, prometendo aos adeptos polacos a esperança de passar pelo menos a fase-de-grupos.

Depois do jogo inaugural, a Rússia caprichou e venceu a República Checa por 4-1. Apesar de ter vencido o grupo, ninguém dava nada por esta selecção checa, muito em virtude da má-forma dos seus principais jogadores (Rosicky e Baros principalmente) e do facto desta selecção ser uma selecção envelhecida e longe da selecção que foi nos tempos de Nedved, Poborsky, Berger e Jan Koller. No primeiro jogo, os Checos foram devorados por uma selecção Russa comandada por um homem que dentro em breve será um dos grandes do futebol mundial: Alan Dzagoev. Dzagoev, sempre bem acompanhado por outros grandes jogadores como Arshavin, Kerzhakov, Anyukov, Zhirkov, Zyrianov e Pavluchenko, foi um autêntico pesadelo para a defesa checa. Assimilando por completo o conceito de jogo holandês do futebol total trazido por Hiddink e continaudo por Dick Advocaat, a Rússia esmagou por completo a república checa através de rápidos contra-ataques e de uma circulação de bola exímia. No entanto, os problemas físicos vieram no 2º e 3º jogo para o lado dos Russos e todo o favoritismo construído aquando do primeiro jogo quanto à vitória no grupo transformou-se rapidamente numa eliminação mal digerida dos russos frente aos Gregos.

Coube então à República Checa obstruir o caminho aos Russos, com uma enorme subida de rendimento de Tomás Rosicky. Os Gregos deram o golpe fatal na Rússia na 3ª jornada, através da sua táctica habitual: marcar um golo e defender o resto do jogo, característico jogo da selecção grega que muitas dificuldades poderá colocar à Alemanha nos quartos-de-final.

Grupo B

Na primeira jornada, um Portugal – Alemanha afigurava-se como o primeiro grande jogo deste anos. Minutos antes, a Dinamarca tinha imposto a primeira grande surpresa deste europeu, vencendo de forma categorica (com um golo de Krohn-Dehli surgido após uma belíssima jogada de ataque dos dinamarqueses) a selecção Holandesa, que foi para a Polónia já com um intenso mau estar entre alguns dos seus jogadores e entre os jogadores e o seleccionador. De Lviv, Portugal trouxe a aflição. Num jogo que pendeu claramente para o lado português, coube a Mário Gomez mostrar o porquê da Alemanha ser historicamente uma selecção eficaz: uma oportunidade, um golo. Já no lado português, meia dúzia de oportunidades na cara de Manuel Neuer não nos deram mais do que uma infeliz derrota contra a selecção germânica.

Ao intervalo do jogo contra a Dinamarca já na 2ª jornada, e com margem de erro nula, pensavamos nós que Paulo Bento já tinha conseguido inverter a falta de eficácia da selecção. Apesar de ter feito um excelente jogo contra a Dinamarca, a selecção acabaria por sofrer até aos minutos finais. Silvestre Varela acabaria por fazer aquilo que Cristiano Ronaldo não tinha feito minutos atrás. No outro jogo da 2ª jornada, era Mario Gomez quem mostrava novamente as suas credenciais frente a uma Holanda que foi sem margem para dúvida a maior decepção deste europeu.

Contra os Holandeses, Ronaldo apareceu. A Holanda, apostada em vencer até inaugurou o marcador. No entanto, os Holandeses esqueceram-se daquilo que Joachim Low e Morten Olsson tinham feito para anular a influência do craque português: colocar mais que um jogador na área de influência do jogador do Real Madrid. Van der Wiel, apesar de ser um bom lateral, foi um jogador muito escasso para as manobras do português. Ronaldo venceu quase todos os confrontos contra o homem do Ajax e apontou 2 belíssimos golos numa exibição que só não foi de sonho porque o poste lhe anulou por duas vezes um poker que seria brilhante. Do lado Holandês, Wesley Sneijder confirmou a má-época que realizou ao serviço do Inter, Huntelaar e Van Persie foram uma nulidade e de Robben só se viram algumas arrancadas pela direita no jogo contra a Dinamarca e um trabalho individual interessante que permitiu o golo de Van der Vaart contra Portugal. No Alemanha-Dinamarca, os dinamarqueses bem tentaram colocar a selecção germânica fora dos quartos-de-final, mas (com uma ligeira ajuda da arbitragem) tal acabaria por não acontecer.

A selecção Holandesa entrará numa nova fase. Prevejo uma grande renovação na equipa. Os Holandeses acabam por ter matéria prima capaz de fazer essa renovação. De um geração marcada pela influência de Robben, Van Persie, Dirk Kuyt, Huntelaar, Sneijder e Van der Vaart, prontificam-se jogadores para o futuro como Strootman, Van der Wiel, Eljero Élia ou Luuk de Jong. Nesta selecção, Ricky Van Wolfswinkel do Sporting tinha claramente lugar. A federação Holandesa deverá querer apostar num seleccionador forte e quem sabe se não é desta vez que Guus Hiddink volta ao seu país para orientar a selecção.

Grupo C

Do Espanha – Itália da primeira jornada viu-se uma inversão de papeis: Itália e Espanha entraram em campo sem pontas-de-lança dignos desse nome (quer queiramos quer não, Balotelli e Di Natale não são pontas-de-lança). A Itália mostrou-se a espanha do passado (c0m um registo muito mais atacante do que em edições de fase finais de torneios internacionais anteriores) e a Espanha mostrou-se um bocado à semelhança da Itália do passado, jogando um jogo cauteloso e de contenção de bola. Comandados pelo sentido de jogo de Pirlo e Marchisio, seriam os italianos a abrir as hostilidades para 3 minutos depois ser Fabrègas a consumar o empate para a Espanha. No entanto, era mais que previsível um empate pois nenhuma das selecções quis efectivamente arriscar para vencer, preferindo desiquilibrar a classificação no jogo que ambas tinham perante a Croácia.

Os Croatas ainda ameaçaram quebrar o favoritismo de italianos e espanhóis. A vítima da primeira jornada seria a indefesa Irlanda. Modric foi o maestro da Croácia e Mandzukic, mesmo apesar da eliminação da selecção balcânica, expressou em golos o belo futebol de ataque da selecção comandada por Slaven Bilic. Depois do 3-1 inicial, confesso que coloquei a Croácia como outsider ao título europeu, previsão essa que aumento depois dos croatas terem realizado a partida que realizaram contra os italianos. Apesar da eliminação, quase toda a selecção croata sai muito valorizada deste europeu. Mandzukic e Modric deverão ser dos jogadores mais cobiçados deste verão. No entanto, a Croácia acusou alguma imaturidade e alguma falta de qualidade no sector defensivo.

A Irlanda haveria de se expor ao futebol superior de Espanhóis e Italianos, acabando o europeu com um score lastimável de 1-9. Giovanni Trapattoni não conseguiu operar um milagre com o que tinha e a Irlanda, com uma selecção que precisará de ser renovada já na próxima qualificação para o Mundial de 2014 não deve sonhar com uma presença numa fase final de uma competição internacional num futuro próximo. Já a Croácia realizou uma excelente partida contra a Espanha e a bom da verdade desportiva, foi claramente roubada em dois lances: uma mão clara de Iniesta na área e um penalty que ficaria a assinalar já nos minutos finais na área espanhola, depois de Iker Casillas ter derrubado ostensivamente um jogador croata.

Grupo D

Sheva animou as almas ucranianas com dois golos no jogo inaugural da equipa da casa. Aos 35 anos, Sheva revisitou o seu grande passado e não perdoou por duas vezes na cara de Isaksson no seu jogo de estreia numa fase final de europeu. A Suécia, com um jogo extremamente focalizado em Zlatan Ibrahimovic haveria de ser penalizada pelo facto de se ter visto a vencer os ucranianos por 1-o e por ter optado por uma postura defensiva na 2ª parte. Os Suecos haveriam de corrigir frente aos Ingleses mas aí foram demasiado perdulários perante uma Inglaterra muito cínica e voltada para o contra-ataque e para a velocidade de homens como Walcott ou Welbeck.

De facto, a selecção inglesa contrariou q.b a ausência de Wayne Rooney. No jogo inaugural do grupo frente à França (cuidado com esta França) os Franceses fizeram o que podiam para vencer o jogo. Destaque para as grandes exibições de Cabaye, Nasri, Benzema e Debuchy. A Inglaterra limitou-se a confiar em Joe Hart e a marcar um golo de bola parada por intermédio de Joleon Lescott.

Há minutos, a Suécia despediu-se com honra do europeu, batendo a França por 2-0. Zlatan disse adeus ao europeu com mais uma obra-prima e a França vai ter que se medir forças com a Espanha, sabendo que nas meias-finais, o vencedor deste grupo terá que jogar contra Portugal (sim, porque não estou a ver os checos com futebol para a nossa selecção).

Arbitragem:

Erros graves que decidiram jogos e que começaram no jogo inaugural entre Polónia e Grécia. Más decisões que custaram apuramentos (Alemães e Espanhóis). Num euro que se queria pautado pelo rigor técnico e disciplinar, a arbitragem não tem estado à altura das operações. As experiências da UEFA quanto ao árbitro de baliza dão-se como completamente falhadas após este europeu.

Prestações individuais. A meu ver, aqueles que estiveram “in” na fase de grupos:

Grécia: Ioanis Maniatism, Giorgios Karagounis, Samaras, Gekas

Polónia: Lukas Piszczek, Murawski

Rep. Checa: Tomás Rosicky, Michal Kadlek, Polak, Abebe Selassie

Rússia: Dzagoev, Zhirkov, Pavlyuchenko, Anyukov

Portugal: Fabio Coentrão, Pepe, Miguel Veloso, Cristiano Ronaldo, Nani e Silvestre Varela

Alemanha: Phillip Lahm, Mats Hummels, Mario Gomez, Lukasz Podolski, Mezut Ozil

Holanda: Rafael Van der Vaart

Dinamarca: Niklaas Bendtner, Simon Kjaer, Erikssen

Itália: Giorgio Chiellini, Claudio Marchisio, Andrea Pirlo, Antonio Cassano, Mario Balotelli e Antonio Di Natale

Espanha: Cesc Fabrègas, Fernando Torres, Xavi

Rep. Irlanda: Sean St. Ledger

Croácia: Mandzukic, Luka Modric, Rakitic, Jelavic

Inglaterra: Theo Walcott, Steven Gerrard, Joleon Lescott, Danny Welbeck

França: Phillipe Mexés, Debuchy, Ribéry, Yohann Cabaye, Samir Nasri, M´Vila

Ucrânia: Shevchenko, Yarmolenko

Suécia: Zlatan Ibrahimovic, Kim Kallstrom

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A primavera árabe das nações?

Por Shlomo Avineri,  Professor de Ciência Política, ex-director-geral do Ministério dos Negócios Estrangeiros israelita

“Duas coisas sobressaem no Médio Oriente desde que começou a Primavera Árabe – uma que aconteceu, e outra que não aconteceu. O que aconteceu foi que pela primeira vez na história árabe moderna, regimes e governantes autoritários foram derrubados, ou seriamente desafiados, por manifestações populares e não – como no passado – através de golpes militares.

Mas o que não aconteceu poderá ser tão importante como o que aconteceu. Enquanto os ditadores associados a juntas militares foram desafiados de um dia para outro, a Primavera Árabe nunca chegou às monarquias conservadoras da região. Os governantes dinásticos de Marrocos, da Jordânia, da Arábia Saudita e dos estados do Golfo (com excepção do Bahrein) permanecem mais ou menos firmes no seu posto, embora o regime da Arábia Saudita, pelo menos, seja em muitos aspectos muito mais opressor do que foram os regimes egípcio e tunisino.

Claro que o dinheiro do petróleo ajuda a sustentar a autocracia, mas este factor está ausente em Marrocos e na Jordânia. Parece que estas monarquias gozam de uma forma de autoridade tradicional que os governantes nacionalistas seculares da região nunca tiveram. Ser descendentes do Profeta, como em Marrocos ou na Jordânia, ou possuir a custódia dos lugares santos de Meca e Medina, como na Arábia Saudita, confere uma legitimação aos governantes dos países que está directamente ligada ao Islão.

O único regime monárquico seriamente desafiado durante a Primavera Árabe foi a família governante sunita, no Bahrein de maioria xiita, tendo supostamente esta divisão sectária sido o ingrediente crucial da revolta, que acabou por ser brutalmente suprimida com a ajuda militar saudita.

No entanto, por todo o sucesso personificado pelos protestos na praça Tahrir do Cairo, derrubar uma ditadura é uma coisa – um drama que dura algumas semanas – enquanto a transição para uma democracia consolidada é outra. Aqui, é necessário um processo moroso e o seu sucesso – exemplificado nas transições pós-comunistas da Europa do Leste – depende de condições prévias importantes.

Onde existem estas condições – por exemplo, uma sociedade civil vibrante e autónoma, como na Polónia, ou uma forte tradição pré-autoritária de pluralismo, representação e tolerância, como na República Checa – a transição é relativamente suave. Quando essas condições faltam ou são fracas, como na Rússia ou na Ucrânia, o resultado é muito mais problemático.

Duma maneira simples, não podemos assumir um panorama cor-de-rosa para países como o Egipto, baseando-nos em imagens entusiasmantes na CNN ou na Al-Jazeera, ou no facto de que multidões de homens e mulheres jovens, com bons níveis de educação e que falam inglês estão ligados pelo Facebook e pelo Twitter. A grande maioria dos egípcios não estava na praça Tahrir, e muitos deles não têm acesso não apenas às redes sociais, mas também a electricidade e a água potável. A democracia e a liberdade de expressão não estão no topo da sua agenda.

A maioria silenciosa do Egipto também se identifica com a autenticidade representada por vários grupos islâmicos, enquanto os princípios de democracia e direitos civis lhes parecem abstracções ocidentais importadas. Portanto, a vitória esmagadora da Irmandade Muçulmana e do Partido Al-Nour no Egipto – bem como a da Ennahda na Tunísia – não deveria surpreender. Um cenário similar poderia acontecer na Síria, se e quando o Presidente Bashar al-Assad cair do poder, enquanto tanto a Líbia pós- Khadafi e o Iémen pós-Saleh mostram as dificuldades que estes países enfrentam na construção de um regime democrático coerente.

Olhando realisticamente para as perspectivas do Egipto, não podemos excluir a possibilidade de as duas mais importantes forças do país – os militares e a Irmandade Muçulmana – encontrarem um modo de partilhar o poder. A visão de democracia da Irmandade é puramente maioritária e não liberal: ganhar uma eleição, de acordo com os seus representantes, permitirá ao vencedor governar de acordo com a sua visão. Os direitos das minorias, o controlo institucional do poder governamental, ou os direitos humanos – os aspectos liberais da democracia – estão completamente ausentes.

Outra dimensão, mais fundamental, das mudanças actuais e futuras na região pode vir também a surgir. Muitas fronteiras internacionais no Médio Oriente e na África do Norte foram desenhadas por potências imperiais – Reino Unido, França e Itália – depois da I Guerra Mundial e da desagregação do Império Otomano (o Acordo Sykes-Picot), ou ainda mais cedo, no caso da Líbia e do Sudão. Mas em caso algum estas fronteiras correspondiam à vontade popular local, ou a fronteiras étnicas ou históricas.Por outras palavras, nenhum destes países, excepto o Egipto, fora alguma vez uma entidade política contínua. Até recentemente, os seus governantes partilhavam um interesse comum em manter bem fechada esta Caixa de Pandora das fronteiras.

Isso mudou, e vemos as fronteiras imperialmente impostas da região a ser questionadas. No Iraque, a emergência de uma região autónoma Curda de facto no norte do país pôs um fim ao estado centralizado de Saddam Hussein, controlado pelos árabes. Com a independência do Sudão do Sul, o resto do Sudão, dominado por árabes, poderá enfrentar mais divisões, sendo o Darfur o próximo a sair.

Na Líbia, o governo de transição está a enfrentar o enorme desafio de criar uma estrutura política coerente que possa unir duas províncias muito diferentes, a Cirenaica e a Tripolitânia, que apenas eram mantidas juntas pela brutalidade do regime de Khadafi. Em Bengazi, já há apelos à autonomia, se não mesmo à independência.

De modo similar, a unidade do Iémen está longe de ser assegurada. As divisões entre o sul e o norte, que já foram dois países diferentes – com histórias completamente diferentes – até à ditadura de Saleh, estão a emergir novamente.

Numa Síria pós-Assad, as fracturas étnicas e religiosas entre sunitas, alauítas, drusos, cristãos e curdos poderão também ameaçar a unidade do país. No seu estilo brutal, Assad pode ter razão quando diz que apenas o seu punho de ferro mantém o país unido. E os desenvolvimentos na Síria terão sem dúvida impacto no vizinho Líbano.

O fim das autocracias comunistas na União Soviética, na Jugoslávia e mesmo na Checoslováquia implicou uma dramática onda de criação de estados. Do mesmo modo, não nos deveríamos surpreender se a democratização do mundo árabe, por muito difícil que seja, arrastar consigo uma redefinição de fronteiras. Resta saber se esse será um processo violento ou pacífico.”

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Breve comentário aos sorteios da UEFA (equipas portuguesas)

1. Benfica vs Zenit –

Eliminatória de 50%\50%. Os Russos são matreiros. Jogam bem tanto em casa como fora. O jogo da Rússia será decisivo visto que Spaletti deverá encarar o jogo da Luz para um empate com golos. Ao nível de potencial, as duas equipas equilibram-se. Pablo Aimar, Javi Garcia, Danny, Bruno Alves, Artur e Malafeev serão (para mim) os jogadores-chave desta eliminatória. Mesmo assim, aposto numa passagem do Benfica aos quartos-de-final da Champions.

2. Sporting vs Légia de Varsóvia.

Adversário sem grande nome na Europa. O Sporting é claramente favorito mas terá que fazer um bom jogo na Polónia para não ser surpreendido. Na 17ª jornada do campeonato polaco, estão no 2º lugar com 33 pontos e a julgar pelos índices demonstrados ao nível interno (1o vitórias, 3 empates e 4 derrotas; 29 golos marcados e 10 sofridos) tem-se mostrado algo irregulares fora, são o 2º melhor ataque da Liga e não sofrem muitos golos.

No plantel do Légia pautam jogadores experientes (e internacionais) como Michal Zewlakov, Srđja Knežević, o Português Manu (ex-Benfica e Marítimo) Ivica Vrdoljak, Michael Hubnik e o Sérvio Daniel Ljuboja.

3. Porto vs Manchester City

Grandes jogos em perspectivas. Contenders nº1 e nº2 à vitória na mesma poule. O nº1, por uma questão de respeito, atribuo ao Porto. O City é obviamente o nº2, o United o nº3.

Tudo poderá acontecer porque o Porto (apesar do enorme potencial que reconhecemos ao City) é uma equipa que se bate normalmente com qualquer equipa da europa e neste tipo de jogos, os jogadores usualmente motivam-se muito mais do que em jogos contra equipas banais.

4. Sporting de Braga vs Besiktas.

O Braga é finalista vencido da última época e tal e coisa, mas o  Besiktas é uma excelente equipa, com excelentes artistas, com um bom treinador e passa um bom momento de forma tanto a nível interno (3º a 6 pontos do líder Fenerbahce; por esta altura já estava arredado do título) como a nível Uefeiro.

Com jogadores como Manuel Fernandes, Simão Sabrosa, Hugo Almeida, Rusto Reçber, Ibrahim Toraman, Tomas Sivok, Sidnei, Ricardo Quaresma, Fabian Ernst e Edu, Carlos Carvalhal tem que ser ambicioso. E a verdade também tem de ser dita: este Braga de Leonardo Jardim não chega nem aos calcanhares do Braga de Domingos Paciência.

O Besiktas é favorito.

Como o futebol é uma constante evolução e como as rondas da Champions e da UEFA serão em Março, só me arrisco a tecer comentários aos restantes jogos das duas competições lá para Fevereiro, depois de analisados rendimentos e contratações no mercado de inverno.

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O grupo da morte

Alemanha, Holanda e Dinamarca.

Já lhe chamam o grupo da morte.

Eu cá continuo na ilusão do nacionalismo e prefiro acreditar que vamos passar esta fase de grupos em primeiro lugar.

1. É certo que os adversários são dificeis:

1.1 A Alemanha aparece no Euro 2012 com uma das mais fortes selecções dos últimos anos.

A nova geração de talentos Alemã, constituída por jovens talentos como Jerôme Boateng, Marko Marin, Mezut Ozil, Mario Gomez, Mario Gotze, Sami Khédira, Thomas Muller, Sven Bender, Lars Bender, Toni Kroos e auxiliada de perto por jogadores experientes\veteranos como Miroslav Klose, Phillip Lahm, Bastian Schweinsteiger, Per Mertesacker, entre outros, aparece no Euro 2012 com a aspiração de fazer frente ao poderio da Selecção Espanhola.

Vai ser obviamente, pelas circunstâncias e pelo potencial demonstrado nos últimos 2 anos o osso mais duro de roer para a selecção nacional na fase de grupos.

1.2 A Holanda é a Holanda. Quem conhece o futebol sabe perfeitamente o que escrevo.

Robin Van Persie, Arjen Robben, Klaas-Jan Huntelaar, Wesley Sneijder, Maarten Stekelenberg, Van der Wiel, John Heitinga, Nigel De Jong, Kevin Strootman, Dirk Kuyt, Urby Emanuelson, Joris Mathijsen, Eljero Elia, Demy De Zeeuw, Ibrahim Affelay, Rafael Van der Vaart são jogadores de inegável talento. A Laranja Mecânica é obviamente outra das candidatas principais ao ceptro europeu.

1.3 A Dinamarca de Morten Olsen. A Dinamarca que venceu o nosso grupo e pratica aquele futebol musculado e pragmático. Mas também a Dinamarca que não costuma apresentar o seu melhor futebol nas fases finais de competições internacionais, ponto que pode jogar a nosso favor.

2. A nossa selecção.

Temos primeiro que reconhecer que a nossa selecção não é em nada inferior a qualquer uma destas selecções.

Em segundo lugar, acredito perfeitamente que este tipo de jogos sejam aqueles jogos que todos os jogadores sonham em jogar. Logo, acredito que estes jogos acrescentem uma dose de motivação extra aos jogadores das quinas e sejam jogos em que os mesmos apliquem em campo todas as características que os tem acompanhado ao longo das suas carreiras.

3. Em terceiro lugar: os resultados que a selecção nacional tem atingido nos últimos 15 anos.

Se repararem, nos últimos 15 anos, a selecção Portuguesa apurou-se (fazendo excepção ao mundial de 1998) para 5 europeus consecutivos e 3 mundiais.

Nas finais finais dos europeus e mundiais, quando menos se esperava Portugal deu-se bem com todos os grupos difíceis que teve de enfrentar.

3.1 No euro 1996, Portugal calhou num grupo que continha a Turquia, a Dinamarca e a Croácia. Empatamos com a Dinamarca de Schmeichel e Brian Laudrup a 1 bola. Vencemos a Turquia por 1-0 com golo de Fernando Couto e vencemos a Croácia de Prosinecki, Suker, Jarni, Boban e Prso (a mesma que dois anos depois se iria sagrar 3º classificada em França no Mundial) por 3-0 com golos de Figo, João Pinto e Domingos.

3.2 No Euro 2000, a “frágil” selecção de Portugal (na verdade foi o estado de maturação de uma geração brilhante) calhou num grupo da morte com Inglaterra, Roménia e Alemanha. O resultado foi aquele que todos sabemos. Vencemos da forma que vencemos Ingleses e Alemães e ainda conseguimos bater no último minuto a Roménia (com golo de Costinha) que tinha sido a selecção que tinha vencido o nosso grupo na fase de qualificação. Fomos às meias-finais e apenas baqueamos perante a selecção campeã do mundo e, nesse ano, europeia, a França.

3.3 No Mundial 2002 e para corroborar a apetência especial da nossa selecção para se apurar em grupos complicados, fomos eliminados na fase de grupos por Coreia do Sul, Estados Unidos e Polónia.

3.4 No Euro 2004, todavia a jogar em casa, eliminámos a Espanha e a Rússia na fase de grupos, e tirando a mácula dolorosa de termos perdido o título para a Grécia, também aviamos a eliminar a Inglaterra e a Holanda em dois jogos épicos.

3.5 No Mundial 2006, depois de passar a fase de grupos num grupo constituído por Angola, Irão e México, voltamos a aviar os Ingleses e os Holandeses, perdendo novamente para a França nas meias-finais, o que de facto não constituiu nenhuma vergonha.

3.6 No Euro 2008, vencemos um grupo constituído pela difícil República Checa, Turquia e Suiça, se bem que perdemos contra os Suiços. Fomos eliminados pela Alemanha por 3-2 num jogo em que ficou claramente um amargo na boca. Os Alemães jogariam a final contra a Espanha.

3.8 No Mundial 2010 na África do Sul, conseguimos o apuramento num grupo constituído por Coreia do Norte, Costa do Marfim e Brasil. Fomos eliminados de seguida pela Espanha, campeã do mundo.

Em todas estas campanhãs, exceptuando o mundial 2002, Portugal atingiu excelentes resultados e foi apenas eliminado pelas selecções que viriam a ser campeãs ou vice-campeãs. Esse indicador é outro dos indicadores que me faz acreditar que Portugal, não descurando a obvia dificuldade que o grupo apresenta, tem hipóteses de passar à próxima fase, e se o fizer estará em grandes condições de lutar pelo título europeu. São mais os resultados negativos alcançados ao longo da história da nossa selecção contra equipas teoricamente mais fracas nas fases de qualificação do que os resultados negativos contra selecções mais fortes nas fases de grupos.

Basta apenas apreciar que em 1966 eliminamos a União Soviética, Hungria e Brasil e só fomos travados, também de forma injusta e inqualificável pela selecção da casa, a Inglaterra, que viria a sagrar-se campeã mundial.

E em 1984, vindos quase do nada, oferecemos um grande baile em França, onde conseguimos eliminar a RDA e a Roménia (empatamos com os Alemães e vencemos os Romenos) e no mesmo grupo, conseguimos um empate contra a poderosa Espanha de Maceda, Carrasco e Santillana.

Perdemos injustamente apenas naquelas meias-finais de Marselha contra a França do todo poderoso Platini, em circunstâncias que a história não nega: aquele título estava talhado para os franceses e não podia ser de outra maneira.

No mundial de 1986, mesmo eliminados na fase de grupos, perdemos contra a Polónia e contra Marrocos, mas batemos a toda poderosa Inglaterra na primeira partida.

Desde então já batemos selecções em fases finais como Croácia, Turquia, Inglaterra, Alemanha, Roménia, Polónia, Espanha, Rússia, Irão, México, Angola, Holanda, República Checa e Coreia do Norte.

Podem-lhe chamar o grupo da morte, eu chamo-lhe um grupo difícil. E nós vamos passar, caso estas imagens se voltem a repetir:

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futeboladas

(clicar nos links para abrir o player com os resumos)

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Não há cá Messis nem lasers nem ervados: estamos no Euro!

Fizemos uma excelente exibição, com um Ronaldo de gala (um dos melhores jogos que vi do Ronaldo na selecção) com um meio-campo onde M0utinho, Veloso e Meireles fizeram tudo aquilo que se lhes exigia – destruir e construir – e com alguma segurança na defesa onde Pepe e Bruno Alves apenas falharam no lance do 2º golo dos Bósnios (em fora-de-jogo) e onde Fábio Coentrão fez uma exibição de alto nível.

Dzeko foi seco durante os 180 minutos. Pjanic também não apareceu.

A Bósnia marca dois golos porque Wolfgang Stark e o seu auxiliar assim o quiseram. Gostava de ver a reacção, se, a Bósnia empata a 3 bolas e consegue passar esta eliminatória.

Foi uma fase de qualificação muito difícil. Como todos nós nos lembramos, começou com Carlos Queiroz fora do banco de suplentes e posteriormente despedido e com a contratação de Paulo envolta no meio da polémica gerada pela tentativa de contratação temporária de José Mourinho.

Pelo meio, vários atletas abandonaram a selecção – Tiago, Simão, Paulo Ferreira, Ricardo Carvalho e Bosingwa (se bem que os últimos dois, por situações diferentes que as dos 3 primeiros). Felizmente, Paulo Bento conseguiu levar o barco a bom porto. Fica apenas a nódoa de ter que sofrer até à última para se garantir o apuramento, mas, hoje pouco interessa como nos apurámos. Interessa que nos apurámos para a Polónia e Ucrânia e em Junho estaremos lá para discutir o caneco.

Nos outros jogos do playoff para o europeu:

1. Depois do sensacional 4-0 em Tallinn na sexta-feira, a República da Irlanda, comandada por Trapattoni apurou-se para o Europeu com um empate em Dublin a 1 bola contra a Selecção da Estónia.

Ward abriu o marcador para os Irlandeses aos 32, Vassiliev empatou para os Estonianos aos 57″. No final do jogo, o capitão Irlandês Robbie Keane festejava mais um apuramento com estas palavras: “It’s a great night for everyone, for the players and the fans – a night that we’ll never forget. The team spirit has got us through this campaign, and full credit to everyone in this group. This is what football is all about, moments like this.”

2. A Croácia apurou-se, empatando em Zagreb a 0 com a Turquia. Valeu o brilhante 3-0 alcançado em Instambul na passada sexta-feira.

3. Jiracek confirmou em Podgorica a passagem da República Checa à fase final do Europeu. Os checos já haviam vencido por 2-0 em Praga.

Montenegro, Estónia e Bósnia não mereciam ficar novamente de fora do Europeu depois das fases excepcionais de qualificação que fizeram. No entanto, na próxima etapa do futebol europeu serão selecções a ter em conta para o apuramento para o Mundial de 2014 no Brasil.

Amigáveis:

Brasil vence para Mano ver.
Pelo que vi, grande exibição de Hulk coroada com uma assistência para o primeiro golo de Jonas, jogador em destaque. Mano Menezes pode ter encontrado aquele ponta-de-lança que tanto deseja para a canarinha. Jonas está a fazer uma excelente época no Valência e agarrou a oportunidade que o seu seleccionador lhe deu.
Bruno César, Alex Sandro e Hulk foram titulares. Elias entrou para o lugar de Bruno César na 2ª parte.

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A Roménia ganhou à Grécia por 3-1

A Mannschaft voltou a afinar a sua poderosa máquina, tendo levado de vencida a selecção Holandesa em Hamburgo por 3-0. Thomas Muller, Miroslav Klose (63º golo pela Mannschaft no regresso à mesma; um daqueles golos à Klose) e Mezut Ozil deram um baile categórico de potência à “invencível” Holanda, que não perdeu durante toda a fase de qualificação para o Euro´12.

O Uruguai venceu a Itália por 1-0 com golo de Sebastian Fernandez. Continua a grande forma da selecção Uruguaia, que voltou a contar desta vez com os portistas Álvaro Pereira e Cristian Rodriguez e com o benfiquista Maxi Pereira. Duarte Gomes foi o árbitro da partida e expulsou Álvaro Pereira.

Em outros amigáveis:
– A Inglaterra venceu a Suécia em Wembley por 1-0 com um golo que alguns atribuem a Gareth Barry mas que outros apontam como auto-golo do central Majstorovic.
– Casillas cumpriu a 127ª internacionalização pela Espanha e tornou-se o jogador mais internacional pela Roja. No entanto, o keeper não evitou o empate contra a modesta Costa Rica por 2-2, tendo os campeões do mundo recuperado de uma desvantagem de 2-0. O avançado do Arsenal Joel Campbell foi um dos autores dos golos costa-riquenhos. David Silva e David Villa equilibraram o marcados nos últimos minutos.
– França e Bélgica empataram a 0 bolas.
– As Honduras bateram a Sérvia por 2-0. A Ucrânia bateu a Áustria por 2-1. A Dinamarca bateu a Finlândia por 2-1. A Polónia bateu a Húngria por 2-1.
– Os Estados Unidos bateram a Eslovénia por 3-2 com golos de Matavs para a Eslovénia (2) e Buddle, Dempsey e Jozy Altidore para os Norte-Americanos.

Apuramento para o Campeonato do Mundo 2012 – Zona Sul-Americana

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A Argentina foi vencer à Colômbia por 2-1 – a Colômbia esteve a vencer por 1-0 mas Messi haveria de voltar a ser decisivo e igualar a partida aos 61 e Kun Aguero, haveria de entrar para selar a vitoria argentina numa emenda após remate de Higuaín e… assistência de Lionel Messi!

O Equador também sorriu e venceu o Peru por 2-0 em casa. A esta hora joga-se o Chile vs Paraguai. Para mais logo está reservado o jogo entre a Venezuela e a Bolívia.

Neste momento, esta poule está ordenada com o Uruguai e a Argentina na liderança com 7 pontos (o Uruguai tem 3 jogos enquanto a Argentina já efectuou 4) o Equador tem 6 pontos (3 jogos) e a Colômbia fecha provisoriamente os lugares apuráveis com 4 pontos em 3 partidas. No entanto, a selecção colombiana pode ser ultrapassada por Paraguai, Venezuela ou Chile esta madrugada.

Apuramento Mundial – Zona Asiática

5ª jornada da primeira fase de grupos

Grupo A – A China venceu fora Singapura por 4-0 enquanto o Iraque foi vencer à Jordânia por 3-1. Iraque e Jordânia já estão apurados.

Grupo B – O Líbano surpreendeu a Coreia do Sul por 2-1 e cimentou uma possível qualificação para a fase final da qualificação. O Kuwait aproveitou o deslize sul-coreano vencendo em casa os Emirados Árabes Unidos por 2-1. A Coreia do Sul e o Líbano lideram com 10 pontos contra os 8 do Kuwait e os zero dos EAU. A 29 de Fevereiro, a Coreia do Sul recebe o Kuwait em casa enquanto o Líbano vai aos Emirados.

Grupo C – O Japão, já apurados, perdeu na Coreia do Norte por 1-0. O Uzbequistão, também já apurado bateu o Tadjiquistão por 4-0 em casa.

Grupo D – Já apurada, a Austrália venceu a Tailândia fora por 1-0. Arábia Saudita e Omã empataram a 0 bolas. A Austrália lidera com 12 pontos contra os 6 da Arábia Saudita, 5 de Omã e os 4 da Tailândia. Na próxima jornada a 29 de Fevereiro a Austrália recebe a Arábia Saudita enquanto Omã recebe a Tailândia.

Grupo E – O Irão de Carlos Queiroz garantiu a qualificação para a próxima fase, goleando na Indonésia por 4-1. O Qatar também garantiu a qualificação com um empate em casa contra o Bahrein.

Mundial 2014 – Zona Africana

Disputaram-se os jogos da 1ª eliminatória.
São Tomé e Principe e Guiné-Bissau foram eliminados do Mundial – São Tomé caiu aos pés do congo com um agregado de 6-1 (5-0 no congo na primeira mão\1-1 em São Tomé); já a Guiné-Bissau caiu contra o Togo fora por 1-0 com um empate registado a 1 bola na primeira mão.
Moçambique eliminou as Ilhas Comores depois de ter vencido por 4-1 hoje em Maputo e de ter empatado na primeira mão 1-1.
As selecções mais cotadas que entraram nesta fase apuraram-se com facilidade. O Quénia deu um total de 7-0 às Seychelles, a Guiné-Equatorial venceu Madagáscar por 3-2 e a República Democrática do Congo eliminou a Suazilândia com um total de 8-2 nas duas mãos.

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Festival O Gesto Orelhudo!

De acordo com a press release disponibilizada:

“Há gestos que nos surpreendem, nos fascinam e até nos mudam. A história resistente de um festival tem conseguido fazer tudo isso a Águeda. Vão completar-se 10 desses gestos.
O Gesto Orelhudo é um festival de musicomédia, termo nascido da orelhuda ideia de casar a música e o humor. Mas a diversidade artística da programação faz com que do intimista ao hilariante vá a distância de uma orelha à outra.
Começou por se realizar na Casa do Adro, em Águeda (1999 e 2001), passou depois pelo Auditório de Recardães (2002 e 2005), regressou à cidade para tornar mítica a tenda do Espaço d’Orfeu (desde 2006) e chega agora ao seu novo telhado: a antiga Junta dos Vinhos, espaço municipal que se assume como palco para novas manifestações.

O programa especial desta 10ª edição inclui bravos repetentes (Bernard Massuir, Oskar & Strudel, Trigo Limpo teatro ACERT, Teatro Necessario e Artelier?), óptimas estreias, não só no festival como no país (Cia. dos Palhaços, Mozart Group e Gadjo) e o envolvimento de projectos criativos locais (Fanfarra Kaustika e “Mal-Empregados”, a nova criação d’Orfeu). Há ainda o cruzamento de públicos com o circuito OuTonalidades que, para além do habitual encerramento festivo, terá também honras de pré-abertura no local, na sexta-feira anterior, a 30 de Setembro.
Este festival é uma iniciativa conjunta da d’Orfeu Associação Cultural e da Câmara Municipal de Águeda, parceria ininterrupta desde 2006. Um festival que, à 10ª edição, é ele próprio uma marca de Águeda! Venham todos fazer o Gesto!

Terça 4 de Outubro

21h45 “La Voix est Libre”, Bernard Massuir (Bélgica)

Se há, em 10 edições, artista que mais e melhor encarna o espírito artístico deste festival, ele é… Bernard Massuir. O belga esteve em três edições e sempre o público orelhudo se rendeu. Adepto do nada nas mãos (ou quase), Bernard Massuir apresenta um delirante recital vocal a solo, vagueando entre o humor musical e um delicioso minimalismo. “La Voix est Libre” é o novo trabalho de Massuir, aquele com que abre a 10ª edição do também seu Festival O Gesto Orelhudo!

23h30 “Concerto em Ri Maior”, Cia. dos Palhaços (Brasil)

Uma hilariante comédia musical de dois palhaços. Wilson, palhaço maestro russo, e Sarrafo, o seu fiel amigo e tradutor, tentam apresentar um concerto musical, por entre mirabolantes peripécias, que se sucedem com a cúmplice participação do público. Estreia absoluta em Portugal.

Quarta 5 de Outubro

21h30 “A Côr da Língua”, Trigo Limpo Teatro ACERT

Companheiros da aventura orelhuda desde o início, o Trigo Limpo apresenta “A Côr da Língua”, um brilhante espectáculo que percorre a lusofonia. José Rui Martins e um naipe de grandes músicos, conseguem que a força da palavra nos embale pela miscigenação das diferentes culturas, fazendo da Língua Portuguesa um idioma sem dono e, por vezes, indomável. O humor e ironia dos textos, a sagacidade das palavras, tudo está lá, na cor da língua. Uma língua de muitas cores, a nossa.

23h00 Oskar & Strudel (Suíça, Austrália)

O regresso de uma parelha fenomenal. A habilidade e a comédia sublime de Oskar coincidem com o virtuosismo musical e o encanto irresistível de Strudel. As suas actuações envolvem o público numa paródia em que a vida e a comédia são a mesma coisa, misturando circo contemporâneo, teatro de rua e música ao vivo.

Quinta, 6 de Outubro

21h30 The MozART group (Polónia) vídeo

Fenómeno de popularidade à escala planetária, The MozART group apresenta-se pela primeira vez em Portugal. Este virtuoso quarteto de cordas, de sólida formação clássica, apresenta a música erudita de uma forma criativa, cómica e muito original, brincando com a formalidade sóbria dos grandes concertos. Uma diversão musical para fazer rir toda uma plateia, literalmente transformada pela arte, tomada pela música!

23h00 “Punk Filarmónico”, Fanfarra Kaustika (Águeda)

A pequena e irredutível aldeia de Casal d’Álvaro é a capital do punk filarmónico, estilo que a Fanfarra Kaustika celebriza. A vontade de criar (o kaus, quem sabe?) fez surgir este colectivo endiabrado. São músicos de boa cepa que espalham o espírito kaustiko, convergência de várias influências no eixo filarmónico-balcânico. Uma festa contagiante!

Sexta, 7 de Outubro

21h45 “Barbieri”, Teatro Necessario (Itália)

Depois do aclamado “Clown in Libertá”, finalmente chegará ao público orelhudo o novo espectáculo destes incríveis italianos. Capazes de impressionar ainda mais, em Barbieri recria-se a sociedade de outrora, em que a barbearia era o centro de ideias, palavras e músicas. Fazendo do tempo de espera ocasião de peripécias, os três musicómicos aspirantes a barbeiros fazem as acrobacias musicais mais inimagináveis à volta de uma cadeira de barbeiro. O Gesto Orelhudo não podia passar sem Barbieri!

23h30 Gadjo (Espanha, França, Reino Unido, EUA, Argentina)

O concerto dos Gadjo, uma espécie de banda nómada e circense, vai resultar num grande fim-de-noite na antiga Junta do Vinhos. Uma miscelânia de nacionalidades em cima do palco, para uma festa absoluta dentro e fora dele! Vêm de Barcelona, mas tocam música do Gadjistan, nação imaginária que resulta das influências culturais destes músicos, num delicioso e energético cocktail multicultural.

Sábado, 8 de Outubro

21h30 “Auricular Di.vinus safari”, Artelier?

Outra das companhias que regressa, agora para celebrar a 10ª edição com um espectáculo exclusivo e interactivo no espaço exterior da antiga Junta dos Vinhos. Onde outrora se criava vinho e agora se bebe arte. Baco e Orfeu juntos. O personagem Ted Costa será o mestre de cerimónias de um percurso guiado por instantâneos sonoros e visuais. As antigas cubas serão labirinto para a participação sensorial do público orelhudo.

22h15 “Mal-empregados”, d’Orfeu

Estreia absoluta da nova criação d’Orfeu. E logo no palco que a inspirou: o Festival O Gesto Orelhudo. Mal-empregados é um espectáculo pseudo-sério, pseudo-cómico, absurdo qb e tendencialmente minimal. Dois actores-músicos, aparência por decifrar – farão o quê? -, desafiam-se, revezam-se, fartam-se, tentam sempre outra coisa. Tanto pode resultar como não. Uma caricatura irónica dos especialistas em polivalência. Para se chegar a uma conclusão: mal-empregados!

23h30 OuTonalidades – Quempallou (Galiza)

Encerrado o 10º Festival O Gesto Orelhudo, a noite na Junta dos Vinhos prossegue com a música de uma das referências da música folk galega, no âmbito do circuito luso-galaico “OuTonalidades 2011”. Cada concerto dos Quempallou é uma festa e ninguém vai ficar indiferente!

Passe Orelhudo [válido para todos os espectáculos] – 20€
Preço por noite – 6€
Desconto 50%para crianças até aos 12 anos e todos os portadores cartão d’Orfeu
Bilhetes à venda a partir do dia 26 de Setembro.

No Espaço d’Orfeu
Dias úteis, das 9h às 12h30 e das 14h às 18h30.

Antiga Junta dos Vinhos
Dias de espectáculo, a partir das 20h45.

Internet
Compra antecipada mediante transferência bancária e envio de comprovativo.

Antiga Junta dos Vinhos | Águeda

Rua 5 de Outubro s/n [N: 40.572213 | W: -8.451874]”

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Pelos jogos internacionais…

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A Dinamarca não vacilou e levou de vencida uma inofensiva Noruega. A Noruega pouco fez durante a partida e acaba por dar um passo atrás na qualificação. Bendtner marcou os golos da Selecção Dinamarquesa.

A Islândia bateu o Chipre por 1-0.

O primeiro lugar do grupo é repartido pelas 3 selecções, mas Portugal corre na frente. A Dinamarca é 2ª. A Noruega 3ª com mais um jogo.
Na próxima jornada, a 7 de Outubro, Portugal recebe a Islândia no Estádio do Dragão no Porto e a Dinamarca vai a Nicósia defrontar o Chipre. Folgará a Noruega.

Abrem-se cenários para a próxima jornada:
1. Em caso de vitória Dinamarquesa, a Dinamarca apura-se para os playoffs. Mesmo em caso de derrota de Portugal, tudo se irá decidir em Copenhaga na última jornada.
2. Em caso de vitória Portuguesa, Portugal não se apura para os playoffs, mas deixa a questão praticamente arrumada para a última jornada onde até poderá perder contra a Dinamarca em Copenhaga que muito dificilmente irá ceder o seu lugar à Noruega pela questão da diferença de goal-average entre as duas selecções.

– No grupo A, a Turquia não quis dar a machadada final na Bélgica tendo empatado hoje na Áustria a 0 bolas. Arda Turan, o jogador talismã dos turcos no passado jogo de sexta-feira (marcou o golo da vitória aos 6 minutos do período de descontos) foi o vilão deste jogo ao falhar uma preciosa grande penalidade já para além da hora. 

O Azerbeijão ganhou ao Cazaquistão por 3-2.

A Alemanha já se tinha qualificado na sexta-feira. A Turquia é 2ª com 14 pontos. A Bélgica tem 12 e a Áustria com 8 está eliminada.
Na próxima jornada, o Azerbeijão recebe a Áustria, a Bélgica recebe o Casaquistão e em caso de vitória dos Belgas, estes poderão aproveitar um eventual resultado negativo da Turquia em Instambul perante a Alemanha. Todavia, terão sempre que medir forças com a Alemanha na última jornada em Dusseldorf.

– No grupo B

Empate da Rússia e da Irlanda em Moscovo. Um bom resultado para as 2 selecções. A Rússia porque continua na liderança. A Irlanda porque sabe perfeitamente que é difícil vencer na Rússia, pontua, não perde o 2º lugar e continua a acalentar o 1º pois continua a 2 pontos da Rússia.

A surpresa da jornada acabou por vir de Zilina. A modesta Arménia foi à cidade Eslovaca golear a selecção da casa por 4-0 e continuar a surpreender meia europa. Esta goleada põe o grupo B ao rubro e faz sonhar o povo Arménio. Nunca antes esta antiga república soviética esteve tão perto de sonhar com a qualificação.

A Macedónia ganhou 1-0 a Andorra em casa.

A Rússia continua a liderar com 17 pontos. 15 tem a Irlanda. Com 14 estão a Arménia e a Eslováquia.
Na próxima jornada, teremos 3 jogos emocionantes: em teoria, a Arménia tem vantagem em defrontar a Macedónia em casa. A Eslováquia joga o tudo ou nada em Zilina contra a Rússia. A Irlanda vai a Andorra.

1. Em caso de vitória Russa, esta selecção garante praticamente a passagem ao Europeu pois na última jornada recebe a humilde selecção de Andorra.
2. A selecção Eslovaca em caso de derrota fica de fora do europeu.
3. A selecção Eslovaca em caso de vitória irá marcar 17 pontos. Continuará empatada com a Arménia (caso esta vença= e neste cenário com a Rússia, mas também continuará em 4º lugar devido ao goal-average negativo que tem em comparação com o goal-average abundante de Russos e Armenos. A Rússia poderá perder o primeiro lugar caso a Irlanda vença e até o 2º caso a Arménia vença.

-No Grupo C

A Itália voltou a utilizar a receita do costume para vencer a Eslovénia e apurar-se para o Europeu. No Artémio Franchi em Florença, os italianos não jogam por aí além mas tiveram um Pazzini inspirado nos minutos finais a facturar numa baliza onde (pela sua passagem no passado pela Fiorentina) conhece bastante bem o sabor do golo.

A Sérvia ganhou 3-1 às Ilhas Faroe e saltou para a 2ª posição do grupo. A Eslovénia acabou por ser a grande derrotada da noite pois também viu a Estónia saltar para a 3ª posição depois de vencer a Irlanda do Norte em Talinn por 4-1. A luta pelos playoffs continua ao rubro neste grupo C: a Sérvia é 2ª com 14 pontos, a Estónia 3ª com 13. Os estónios tem mais um jogo assim como os eslovenos, que com a derrota de hoje não estão matematicamente eliminados mas irão necessitar que a Sérvia perca na próxima jornada em casa frente à Itália, que a Estónia perca ou empate na Irlanda do Norte e que na última jornada possam ganhar aos Sérvios em Ljubliana.
Na próxima jornada, a Sérvia recebe a Itália, tendo a selecção transalpina a possibilidade de baralhar as contas dos sérvios caso vença e caso a Estónia vá vencer a Belfast.

– Grupo D

No jogo grande, a França empatou em Bucareste a 0 bolas e conseguiu um autêntico “matchpoint” na qualificação.
A Bósnia também obteve um “matchpoint” ao vencer nos últimos minutos a Bielorrussia em Sarajevo com um golo de Misimovic aos 87″, dois minutos depois da expulsão do 2º defesa Bielorusso Kalachev. O primeiro (Martynenko) já tinha sido expulso por acumulação no decorrer da 1ª parte.

O Luxemburgo obteve uma vitória histórica em casa, vencendo a Selecção Albanesa por 2-1.

A França lidera com 17 pontos. A Bósnia tem 16. Ambas garantem praticamente os playoffs. A Roménia tem 12 assim como a Bielorussia.

1. Na próxima jornada, a Roménia recebe os Bielorussos, num jogo em que quem perder pontos será eliminado e quem puder vencer também poderá ser eliminado, caso a Bósnia e a França vençam os seus jogos. A Bósnia recebe o Luxemburgo, a França recebe a Albânia.
Mesmo em caso de vitória Romena, caso a Bósnia e a França vençam os seus jogos, garantem o lugar que lhes permite jogar os playoffs.
2. Caso a França vença e a Bósnia perca o seu jogo, a França garante a qualificação e em caso de vitória da Roménia ou da Bielorrússia, ambas poderão ter uma palavra a dizer na última jornada.
3. Caso a França perca ou empate o seu jogo e a Bósnia vença, a Bósnia vai para a primeira posição e em caso de vitória da Roménia ou da Bielorrússia, estas continuarão a acalentar hipóteses de qualificação na última jornada.

– No Grupo E

A Holanda venceu a Finlândia em Helsínquia por 2-0 num jogo em que o avançado do PSV Kevin Strootman continua a consolidar o seu lugar na laranja mecânica com a obtenção de mais um golo. A Finlândia foi sempre incipiente nas suas acções ofensivas e nunca criou grande perigo à baliza de Maarten Stekelenburg durante os 90 minutos da partida. A Holanda esteve por várias vezes perto do 2º golo e incomodou várias vezes a baliza finlandesa na 2ª parte ora pelas boas arrancadas de Eljero Elia pelo flanco esquerdo ora pelos passes em desmarcação com que Sneijder ia servindo os colegas. Seria De Jong a carimbar a vitória mesmo em cima do apito final, quando a Finlândia já jogava reduzida a 10.

A Hungria cumpriu a sua tarefa e foi vencer à Moldávia por 2-0. A Suécia venceu em São Marino por 6-0 e ascendeu à 2ª posição pelo goal-averagem superior aos Húngaros, que tem mais um jogo que os suecos. Na próxima jornada, os Suecos poderão carimbar a passagem aos playoffs caso vençam a Finlândia em Helsínquia. Caso contrário tudo será decidido na última jornada.

– No grupo F

Nos primeiros 45 minutos em Zagreb, a Selecção Israelita vencia por 1-0, marcava oficialmente 16 pontos na classificação (na prática eram os mesmos que os croatas) e viam a Grécia a perder por 1-0 na Letónia, facto que punha os gregos também com os semelhantes 16 pontos. Com este cenário de intervalo em Zagreb, os croatavas lideravam, os gregos eram 2ºs e os israelitas 3ºs com os mesmos pontos, com Israel com mais um jogo.
Na 2ª parte, Modric, Eduardo da Silva e companhia viraram o marcador em prol dos croatas, eliminaram Israel e viram a Grécia de Fernando Santos perder pontos na Letónia, ao empatar quase ao cair do pano por intermédio de Papadopoulos num jogo em que os Gregos tiveram que sair da sua habitual retranca para massacrar os Letões…na retranca!! De nada valeu o ímpeto de Giorgios Samaras e companhia. A Croácia passou para a frente do grupo.

Em La Valleta, dia de festa para os Malteses com o empate caseiro frente à Geórgia a 1 bola.

A qualificação será discutida a dois nas próximas jornadas. No que diz respeito à próxima, a Grécia recebe a Croácia em Atenas. A Grécia passa para a frente do grupo caso vença. A Croácia qualifica-se caso vença e fica em grande posição caso empate.

Letónia – Malta será um jogo para cumprir calendário.

– No grupo G,

Ashley Young fez Capello respirar de alívio perante a ameaça de uma moralizada selecção de Gales. O jogador do United confirmou a excelente forma ao dar a vitória à Old-Albion perante a vizinha selecção galesa.

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No Saint Jakob Park de Basileia, a Suiça aproveitou a folga de calendário de Montenegro para equilibrar a balança com a turma balcânica. Era o jogo de tudo ou nada de Suiços e Búlgaros. Quis o talentoso médio ala de 20 anos Xherdan Shaqiri colocar ao rubro o público Suiço na sua própria casa (Shaqiri actua pelo Basileia) com um hat-trick no 2º tempo. A Bulgária ainda alimentou as esperanças de bater os Suiços durante 36 minutos devido a um golo madrugador de Ivaylo Ivanov.

A Inglaterra lidera o grupo com 17 pontos (+ 1 jogo). Montengro é 2ª com 11 pontos. A Suiça tem 8 pontos. A Bulgária tem 5 e mais um jogo, estando portanto eliminada. Gales 3.
Na próxima jornada, Gales recebe a Suiça enquanto Montenegro recebe a Inglaterra em Podgorica.

1. Em caso de vitória da Suiça e derrota de Montenegro, basta apenas o cenário de 1-0 para que a Inglaterra se apure e a Suiça ultrapasse a selecção montengrina.
2. Em caso de vitória de Montengro perante a Inglaterra e derrota Suiça, a Inglaterra continua na primeira posição com 17 pontos mas só será qualificada directamente se Montenegro conseguir superar os 10 golos de goal-average que tem de diferença para os ingleses. Neste cenário, Montenegro segura pelo menos os playoffs. Caso contrário terá que jogar os playoffs na Suiça na última jornada.

Grupo I

A Roja venceu o pobre Lichstenstein por 6-0 com bis de Negredo e David Villa e restantes golos a serem apontados por Xavi e Sérgio Ramos. A Espanha está qualificada para o Europeu.

A Escócia venceu a Lituânia por 1-0 e relança os escoceses na luta pelos playoffs.

A Espanha lidera com com 18 pontos. A República Checa tem 10 pontos, a Escócia tem 8. Os Escoceses poderão ascender à 2ª posição do grupo se vencerem no Lichstenstein e se a República Checa perder com a Espanha em Praga não sendo porém linear que estes resultados decidam a qualificação porque na última jornada, teremos os escoceses a jogar em Espanha e a República Checa a jogar na Lituânia.

Outras zonas de qualificação:

Ásia – 1ª fase de gruposqualificação 2014 – 2ª jornada

– A Jordânia lidera o grupo A com 6 pontos depois de bater a China por 2-1. A China é 2ª com 3 pontos. O Iraque também somou 3 pontos ao bater Singapura por 2-0 fora.

– No Grupo B, a Coreia do Sul não foi além de um empate no Kuwait a 1 bola. Mesmo assim os Sul-Coreanos lideram o grupo com 4 pontos, os mesmos do Kuwait. No outro jogo do grupo, o Líbano venceu por 3-1 os Emirados Árabes Unidos e somou 3 pontos.

– No grupo C, Uzbequistão e Japão empataram a 1 bola e lideram o grupo com 4 pontos. A turma nipónica esteve a perder a partir dos 9 minutos até ao minuto 65. A Coreia do Norte venceu em casa o Tadjiquistão por 1-0 e somou 3 pontos.

– No grupo D, a Austrália destacou-se na liderança ao vencer a Arábia Saudita fora por 3-1 com golos de Joshua Kennedy e Luke Wilkshire. A Austrália tem 6 pontos. A Tailândia é 2ª com 3 depois de ter batido Omã por 3-0.

– No grupo E, Qatar e Irão empataram a 1 bola. Os Iranianos estão na liderança do grupo com 4 pontos em paridade com o Bahrein, que foi à Indonésia bater a selecção da casa por 2-0. O Qatar tem 2 pontos.

Amigáveis:

Ontem, em Londres (Craven Cottage – estádio do Fulham) a canarinha venceu o Gana por 1-0 mas não se exibiu ao seu bom nível. Ronaldinho voltou à selecção por escolha pessoal de Mano Menezes para dotar o escrete de um jogador que se tem exibido a alto nível no plano interno e reune a simpatia e carinho do povo brasileiro. O jogador do Flamengo não tem a mesma velocidade de outros anos mas tentou de tudo para marcar neste golo contra o Gana. De livre, obrigou o guarda-redes Ganês a defesas apertadas. Na 2ª parte, fez uma abertura a isolar Alexandre Pato que foi absolutamente sublime e acabou por ser uma das jogadas mais bonitas da partida.
O jogador do Sporting Elias foi titular e jogou os 90 minutos pela canarinha. Hulk entrou na 2ª parte e esteve apagado. O Porto foi buscá-lo a Londres de jacto e o atleta jogou hoje pelo FC Porto na marinha grande contra o Leiria.

Leandro Damião, avançado que esteve na mira do Porto, marcou o único golo de uma partida que ficou estragada a meio da primeira parte por uma expulsão duvidosa de Daniel Opare depois de uma falta muito bem aproveitada pelo experiente central Lúcio para sacar o segundo amarelo ao jogador Ganês.

Depois do amigável frente à Venezuela em Calcutá, a Argentina defrontou na tarde de ontem a Nigéria em Dacca, capital do Bangladesh. Messi voltou a não marcar, mas deu o primeiro a Higuaín e contribuiu no 2º com um poderoso remate que o guarda-redes nigeriano defendeu directamente para o desvio de DiMaria para o fundo das redes. Elderson cometeu auto-golo enquanto Obasi marcou o tento de honra dos nigerianos.

Em Gdansk, cidade dividida entre Polacos e Alemães ao longo da história, Polónia e Alemanha disputaram um interessante amigável que terminou empatado a 2 bolas. Os jogadores do Dortmund Lewandowski e Kuba Blaszczykowski marcaram os golos para os Polacos. Toni Kroos e Cacau para os Alemães.

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Pelos jogos internacionais

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Em Chipre, os tugas lá ganharam e ultrapassaram o assunto da ordem: Ricardo Carvalho!

Não foi um jogo propriamente fácil. Os Okkas e os Charalambides não fizeram lembrar Guimarães nem nada que se pareça… No entanto, a nossa selecção (mesmo a jogar com 10 depois de uma expulsão certíssima de um jogador cipriota que se decidiu armar em guarda-redes) esperou até às últimas para confirmar a vitória e dar um toque de goleada que não ilustra aquilo que se passou em campo.

Cristiano Ronaldo acabou por ser a figura do jogo com 2 golos, mesmo apesar dos cânticos do cipriotas em homenagem a Lionel Messi.

Continuamos no bom caminho e tivemos quase quase a descolar da Noruega, que em casa, esteve quase a patinar no gelo frente à Islândia. Só aos 87 minutos é que o avançado do Hannover da Alemanha Mohammed Abdellaoue conseguiu “cravar” uma grande penalidade aos islandeses e consequentemente concretizá-la.

Terça-Feira teremos os olhos postos em Copenhaga onde a Dinamarca nos poderá dar uma ajuda caso vença ou empate com a Noruega:

1. Em caso de vitória Dinamarquesa, ficarão as 3 selecções com 13 pontos, mas a Noruega terá um jogo a mais, logo cairá para o 3º lugar. A Dinamarca ultrapassa Portugal caso consiga bater os Noruegueses por uma diferença de 7 golos.

2. Em caso de empate, a Noruega lidera com 14 pontos e mais um jogo. Portugal será 2º com 13. Dinamarca 3ª com 11 e os mesmos jogos de Portugal.

3. Em caso de vitória Norueguesa, a Noruega irá liderar com 16 pontos, Portugal ficará com 13 e menos um jogo e a Dinamarca com 10 estará impossibilitada de chegar à 1ª posição do grupo.

Nos restantes grupos:

– No grupo A, David Alaba (jogador talentoso do Bayern Munique) viu a sua Áustria ser goleada pelo rolo compressor da Mannschaft por 6-2.

Os meninos da Mannschaft continuam a maravilhar o mundo com o seu bonito futebol. Uma noite para nunca mais esquecer para Mezut Ozil. O 10 do Madrid apontou o seu primeiro hat-trick pela selecção e em todos os golos teve nota artística elevada. Andre Schurrle (3º golo em 2 jogos), Podolski e Mario Gotze marcaram os restantes golos da Mannschaft. Mesmo apesar de ter mudado de armas e bagagens para a Lázio de Roma, Miroslav Klose continua a ser chamado à selecção e teve grande preponderância no 1º golo da sua selecção.

Mário Arnautovic e Harnik marcaram os tentos de honra dos pobres Austríacos.

Nos outros jogos do grupo, a Turquia bateu o Cazaquistão com muitas dificuldades em Instambul. Arda Turan, jogador recentemente contratado pelo Atlético de Madrid ao Galatasaray marcou aos 90+6″ o golo da vitória turca, golo que recoloca os turcos no 2º lugar do grupo com 13 pontos, num grupo em que a Alemanha assegurou matematicamente a qualificação.

A Bélgica de Defour e Witsel patinou no Azerbeijão. Os Belgas estiveram a vencer até aos 86 minutos. Os Belgas estão na 3ª posição com 12 pontos. Como a Turquia tem menos um jogo e a Bélgica tem que ir jogar à Alemanha em Outubro, os Belgas poderão ter dito adeus ao europeu.

Terça, a Áustria recebe a Turquia.

– No Grupo B, a competição está feroz. A Rússia sofreu para bater em Moscovo a Macedónia. Semshov foi o autor do golo russo e recoloca a Rússia na liderança com 16 pontos.

A Irlanda e a Eslováquia empataram a 0 em Dublin e continuam ambas com 11 pontos. Quem também espreita o 2º lugar é a modesta Arménia. Os Armenos marcam 11 pontos depois de terem batido Andorra por 3-0 fora.

A próxima jornada promete ser importante para o desfecho deste grupo. Na próxima terça-feira, a Rússia recebe a Irlanda e pode trilhar o seu caminho rumo à PolóniaUcrânia. A Eslováquia terá que medir forças com a Arménia. Caso os Armenos vençam e a Irlanda perca, o 2º lugar fica ao rubro com as 3 selecções com 14 pontos na ida para as últimas 2 jornadas.

– No grupo C a Itália foi fazer o resultado do costume às modestas Ilhas Faroe. 1-0, golo do regressado António Cassano.
O central do Inter Rannochia foi titular nos italianos, assim como foi novamente Thiago Motta e Christian Maggio. Alberto Aquilani e Mario Balotelli também voltaram a jogar pela Squadra Azzurra.

Os italianos lideram com 19 pontos e estão a 1 ponto da qualificação.

A Eslovénia marcou passo na Estónia por 1-2 e a Sérbia capitalizou o erro, vencendo a Irlanda do Norte em Belfast por 1-0 com golo de Pantelic.
A Eslovénia continua em 2º com 11 pontos, os mesmos da Sérvia. A Estónia relançou o sonho de marcar presença no europeu, estando em 4º com 10 pontos. Já a Irlanda do Norte passou para o quinto lugar com 9 pontos mas ainda poderá conseguir vaga para o playoff.

Na próxima jornada, a Itália poderá qualificar-se e baralhar ainda mais as contas do grupo se vencer a Eslovénia no Artémio Franchi em Florença. A Sérvia terá pela frente as Ilhas Faroe em Belgrado e poderá aproveitar um deslize da sua antiga república. No jogo do mata-mata, em Tallinn, a Estónia recebe a Irlanda do Norte e pode manter bem vivo o sonho dos playoffs.

– No grupo D, a França está a fazer uma qualificatória menos sofrida que as anteriores. Na Albânia, os Franceses venceram por 2-0 com Benzema a abrir o marcador.

A Bósnia deu um passo importante rumo aos playoffs, ao bater a Bielorrussia em Minsk por 2-0. Os Bósnios são 2ºs com 13 pontos enquanto os Bielorrussos (com 12 pontos em 8 jogos) disseram praticamente adeus à possibilidade do playoff. A Roménia (11 pontos com 7 jogos) venceu o Luxemburgo fora com dois golos do extremo Gabriel Torje e continua a lutar pelos playoffs.

Na próxima jornada, a Bósnia recebe a Bielorrussia enquanto a Roménia se tentará defender contra a França.

Abrem-se aqui alguns cenários:

1. Se a Bósnia bater a Bielorrussia, não só tira os Bielorrussos do caminho como poderá passar para a frente do grupo com uma vitória acima de 4 golos caso os Franceses percam (p.e 1-0 com os Romenos)

2. Se a Bósnia perder com a Bielorrussia e a França bater a Roménia, os Franceses dão um passo em frente com 19 pontos contra os 15 dos Bielorusssos (+1 jogo), os 13 Bósnios e os 11 Romenos.

3. Se a Bósnia empatar com a Bielorrussia e os Romenos baterem a França, a Roménia passa para o 2º lugar do grupo com 14 pontos em igualdade com os Bósnios.

4. Se a Bósnia vencer a Bielorussia e os Franceses empatarem com Romenos, a França lidera com 17 pontos contra os 16 de Bósnios, 12 de Bielorussos e Romenos.

– No grupo E

Os Holandeses ofereceram o Happy Meal do dia aos pobres jogadores amadores de São Marino.

11-0 com poker de Van Persie (para esquecer os 8 que apanhou no fim-de-semana anterior com o Manchester) bis de Klaas-Jan Huntelaar e Wesley Sneijder e outros golos de Heitinga, Wijnaldum e Dirk Kuyt.

A Holanda lidera com 7 vitórias.

A Suécia escorregou em Budapeste. A Hungria (embora com mais um jogo que os suecos) igualou-os a 15 pontos com uma vitória por 2-1. Mesmo com um jogo a mais, os Húngaros torcem para que na próxima jornada algo possa correr mal com a Suécia nas últimas jornadas. Dificilmente poderá ser na próxima, pois a turma Sueca irá a São Marino. No jogo de hoje, o avançado do Bari Gergely Rudolf foi o herói da partida ao apontar o golo da vitória magiar aos 90″.

A Finlândia bateu a Moldávia em casa por 4-1 num resultado que pouco importa visto que as chances finlandesas são nulas.

Na terça-feira, a Finlândia recebe a Holanda, a Moldávia recebe a Húngria e a Suécia vai a São Marino. A Holanda poderá confirmar já na terça-feira o apuramento.

– No Grupo F, Fernando Santos e a sua Grécia continuam a liderar depois da vitória por 1-0 em Israel. Sotiris Ninis marcou o único golo da partida.

A Grécia tem 17 pontos contra os 16 da Croácia, que foi vencer a Malta com facilidade (3-1). Israel (13 pontos; +1 jogo) hipotecou a sua campanha nesta jornada.
No outro resultado do grupo, a Letónia foi vencer á Geórgia por 1-0.

Na próxima jornada teremos a Cróacia a receber Israel e a Grécia a defrontar a Letónia. Creio que o cenário mais certo seja a vitória das duas equipas da frente do grupo. Se tal acontecer, ambas garantem pelo menos o playoff e deixam a discussão da qualificação para as últimas 2 jornadas.

– No grupo G,

A Inglaterra foi a Sófia resolver o encontro na 1ª parte. 3 golos no 1º tempo por intermédio de Gary Cahill e 2 de Wayne Rooney chegaram para reforçar a liderança inglesa no grupo com 14 pontos. A Bulgária de Lothar Matthaus é uma selecção muito descolorida sem Berbatov, necessitando que apareça um novo jogador que seja excepcional.

Os Ingleses aproveitaram a solidariedade Britânica concedida por Gales. Gales estava a fazer uma campanha frustrante até hoje, momento em que a selecção galesa bateu Montenegro por 2-1 em casa. Craig Bellamy, Aaron Ramsey e Gareth Bale foram titulares na selecção de Gales; Simon Vukcevic, Stevan Jovetic, Stefan Savic e Mirko Vucinic titulares em Montenegro; Ramsey foi decisivo ao marcar o 2º golo dos Galeses e Gareth Bale fez um jogão segundo o site da UEFA; Jovetic marcou o golo montenegrino.
Montenegro, continua na 2ª posição com 11 pontos.

A Suiça folgou e continua com 5 pontos, ou seja, muito longe do apuramento.

Na próxima jornada, Montenegro folga. Se os Suiços quiserem ter uma réstia de esperança terão que bater a modesta Bulgária. O mesmo se aplica aos Bulgaros (têm 5 pontos como a Suiça). A Inglaterra poderá alcançar a qualificação caso vença Montenegro.

No grupo I, a Espanha folgou e já veremos o jogo que os espanhois fizeram esta noite mais à frente neste post.

No único jogo de hoje, a pobre Lituânia empatou a 0 bolas com o Liechstenstein em casa. Não chegará à República Checa, que amanhã jogará na Escócia. Os checos tem 9 pontos, poderão aumentar para 12 caso vençam mas ficarão com um jogo a mais que a Espanha que tem 15. Já os Escoceses tem apenas 4 pontos em 4 jogos, podendo passar para 7 caso vençam a República Checa e como tal relançar a luta pelos playoffs.

Na próxima jornada, a Escócia irá receber a Lituânia enquanto a Espanha irá confirmar a qualificação em Logroño diante do Liechstenstein.

Outras zonas:

Zona Ásiatica

Já a pensar no mundial de 2014, iniciou-se a 1ª fase de grupos:

– Grupo A – A China venceu 2-1 Singapura. A Jordânia bateu o Iraque por 2-0.
– Grupo B – – A Coreia goleou o Libano em casa por 6-0. O Kuwait foi vencer fora os Emirados por 3-2.

– Grupo C – Vitória suada do Japão frente à Coreia do Norte por 1-0. Em Saitama, o Japão de Zaccheroni com muitas ausências de jogadores que actuam na Europa suou para bater os norte-coreanos. O Uzbequistão também levou de vencido o Tadjiquistão pelo mesmo resultado.

– Grupo D – A jogar em casa e com poucos atletas da convocatória normal, os Australianos bateram a Tailândia por 2-1. Joshua Kennedy e Alex Brosque resolveram um jogo muito difícil para os Australianos. A Arábia Saudita cedeu terreno em Omã, empatando a 0.

– Grupo E – O Irão não deu hipóteses à Indonésia (3-0). Qatar e Bahrein empataram a 1 bola.

Amigáveis:

Venezuela e Argentina foram testar jogadores e promover o futebol à India. Num amigável disputado em Calcutá, a Argentina levou a melhor por 1-0. Otamendi marcou o golo da Argentina na estreia do novo seleccionador Alejandro Sabella. Os Indianos ficaram porém maravilhados com Lionel Messi e com as suas boas arrancadas.

A Argentina provou não ter conseguido superar as falhas defensivas da era Maradona e Batista. A Venezuela podia ter ganho, não fosse o avançado do Málaga Rondón ter desperdiçado algumas chances de golo.

Ucrânia e Uruguai protagonizaram um bom ensaio. 3-2 para a selecção Uruguaia.

Depois da difícil vitória espanhola no mundial de 2010 por 2-1, a selecção espanhola voltou a demonstrar dificuldades perante a interessante selecção sul-americana.

O jogo desta noite, realizado em St. Gallen na Suiça, ficou marcado pelas cenas de violência que podemos ver no video que postei.

A Espanha iniciou o jogo a perder. Ao intervalo perdia por 2-0, fruto do golaço de Maurício Isla a abrir a partida. Irritado, Del Bosque colocou Iniesta e Fabrègas, jogadores que viriam a ser os obreiros da reviravolta espanhola.

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À chuva

A fotografia mostra o carismático vocalista dos Pulp Jarvis Cocker, num concerto num festival de verão na Polónia.

Mesmo perante a chuva torrencial que caiu durante o concerto, a banda inglesa não arredou pé.

No próximo mês, faça chuva ou faça sol lá estaremos para ver uma das melhores bandas brit de sempre no Festival Paredes de Coura:

Pulp — “I Want you” — Álbum: Freaks (1986)

“It doesn’t hurt to say I want you,
I need you
I never thought I’d say I need you,
I’ll keep you,
oh yes I’ll keep you and I’ll throw myself away, away, away,
and I’ll break you
because I lose myself inside you,
I’ll make you
fit in the space that I provide you, I’ll take you,
oh yes, I’ll take you just to push you far away, away, away…”

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FMI aumenta linha de crédito à Polónia

A prudência orçamental e a estabilidade e solidez das suas políticas financeiras, permitam à Polónia ver aumentada a sua linha de crédito no FMI para 30 mil milhões de dólares, mais 9 mil milhões em relação ao valor que o país recebeu em Maio de 2009.

O crescimento industrial do país desde que entrou para a União Europeia e a prática de políticas de crescimento sustentável fizeram aumentar a confiança do Fundo Monetário Internacional no governo Polaco.

Isto no dia em que o banco de investimentos Goldman Sachs defendeu um pacote de apoio a Portugal e a abertura de uma linha de crédito a Espanha e a gestora Francesa Axa afirmou que acredita que Portugal receberá ajuda dentro de 2 meses e Espanha dentro de 6.

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