Monthly Archives: Dezembro 2011

Melhores filmes do ano

O Entre o Nada e o Infinito elege como melhores filmes do ano, sem a lista ter necessariamente uma ordem de gostos ou preferências:

1. “Drive” — Nicolas Winding Refn\Dinamarca-Estados Unidos da América
2. “Anonymous” – Roland Emmerich\Reino Unido-Alemanha
3. “Cars 2” — John Lasseter-Brad Lewis\Estados Unidos da América.
4. “Horrible Bosses” – Seth Gordon\Estados Unidos da América
5. “The King´s Speech” – Tom Hopper\Reino Unido
6. “Shame” — Steve McQueen\Estados Unidos da América
7. “A Dangerous Method” — David Cronenberg\Canadá
8. “Melancolia” — Lars von Trier\Dinamarca-Suécia-França-Alemanha
9. “The Tree of Life” — Terrence Malick\EUA
10. “I am number four” — Estados Unidos da América

 

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Melhores álbuns do ano

O Entre o Nada e o Infinito elege como melhores álbuns do ano 2011, sem a lista ter necessariamente uma ordem de gosto ou preferência:

1 – Bon Iver — “Bon Iver” – (Jagjaguwar Records\Estados Unidos da América)
2- Sérgio Godinho – “Mútuo Consentimento” – (Universal\Portugal)
3- James Blake – “James Blake” – (R&S Records, ATLAS / A&M, Universal Republic Records\Reino Unido)
4- Cults — “Cults” – (Columbia Records\Estados Unidos da América)
5- Destroyer — “Kaputt” (Merge\Canadá)
6- Elbow — “Build a Rocket Boys” — (Fiction Records\Reino Unido)
7- B-Fachada — “Deus Pátria e Família (Portugal)
8- FM Belfast — “Dont Want to sleep” – (Islândia)
9- Kurt Vile — “Smoke Ring for my Halo” – (Matador Records\Estados Unidos da América)
10- Metronomy — “The English Riviera” — (Because Music\Reino Unido)
11- Smith Westerns — “Dye it blonde” — (Fat Possum Records\Estados Unidos da América)
12- The Black Keys — “El Camiño” — (Nonesuch Records\Estados Unidos da América)
13- The Fields — “Looping State of Mind”
14- The Vaccines — “What did you expect from the Vaccines” — (Columbia Records\Reino Unido)
15- Toro Y Moi — “Underneath the Pine” — (Carpark\Estados Unidos da América)
16- Wild Beasts — “Smother” — (Domino Records\Reino Unido)
17- Real Estate — “Days” — (Domino Records\Estados Unidos da América)
18- Bombay Bicicle Club — “A Different Kind of Fix” — (Reino Unido)
19- The weekend — “House of Baloons” — (Reino Unido)
20- Neon Indian — “Era estraña” — (Fader, Static Tongues, Lefse Records, Arts & Crafts México\Estados Unidos da América\México)
21- Cut Copy — “Zonoscope” — (Modular Recordings\Austrália)
22- Girls — “Father, Son, Wholy Ghost” — (Estados Unidos da América)

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coitada

Ler aqui.

Que filme que vai na cabeça desta senhora quando esta se refere ao artigo 19 da Declaração dos Direitos Humanos.

Passo a transcrever o referido artigo:

“Toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras.”

Confesso que deve ser chato para a referida senhora ver a sua informação retirada e mesmo pessoalmente sendo a favor do aborto nos moldes legais e médicos de como é praticado em Portugal.

Se pensar pela mesma lógica se eu escrever “eu sou um cabeça de pénis” no facebook, poderei ver a minha conta suspensa por atentado ao pudor e por violação das normas e termos impostos pelo facebook na adesão e criação de uma conta. No entanto, à semelhança daquilo que foi colocado na rede social pela referida senhora, caso o facebook me condene pela hipótetica afirmação que aqui coloco também me estará a castrar o direito à liberdade de opinião e expressão que me assiste pela DUDH.

Agora, analisando a fundo a situação, e como constatei que Rebeca Gomperts é licenciada em medicina, saberá perfeitamente que não é ético aconselhar um aborto seguro numa rede social quando tratamos de uma intervenção médica que deve ser feita num hospital e sob a responsabilidade de profissionais habilitados academicamente para tal. É aliás, um incentivo expresso a uma prática que excede aquilo é tolerável pelo zelo de uma saúde pública de qualidade.

No que toca ao artigo 19º da DUDH e já que a referida senhora é uma activista, que se preocupe por exemplo em denunciar os milhares de pessoas por esse mundo fora que querem realmente denunciar as mais diversas barbaridades praticadas pelo homem e por questões de censura não podem efectuar essas denúncias.

E já agora, a minha piada do costume: se o facebook apenas retirou a imagem do perfil, o Paulo Portas comprou 2 submarinos para atacar o barco do aborto onde se encontrava esta Rebecca Gomperts. Isso sim é de nível: endividou um estado e com a mania das grandezas meteu os dois bichos a tentar afugentar um barquito que até o Navio Escola Sagres era capaz de mandar ao fundo do Oceano.

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Lá nas terras do Alberto João

Miguel Relvas, a descansar à sombra de coqueiros com dossiers importantes na mão.

“É conhecido como um dos melhores réveillons do mundo, numa região muito agradável para se estar. Tem boa hospitalidade, é bonita, tem boa gastronomia e, portanto, para descansar, a Madeira é óptima”. – disse ao Jornal do Governo Regional, a.k.a Jornal da Madeira.

Jardim, tens aqui a tua oportunidade para o embebedar com poncha e levar avante aquelas ideias que tens de não meter os teus subordinados a fazer sacrificios extra.

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Dá com uma mão e tira com a outra

O Ministério da Saúde, com os novas regras das taxas moderadoras do Serviço Nacional de Saúde, calcula em 200 milhões a receita extraordinária com a subida da contribuição dos utentes nas mesmas e espera por outro lado que as isenções garantidas aos chamados grupos de risco aumente a base de dados de isentos no nosso país.

Estatísticas ao cêntimo feitas pelo mesmo ministério garantem que uma consulta de especialidade nas urgências de hospitais habilitados para tal custa na sua totalidade algo como 147 euros por utente. 137 pagos pelo Serviço Nacional de Saúde, 10 euros e uns pós (agora 20) pagos pelo utente. Destes 147 euros não são contabilizados gastos que são pagos como extras – medicamentos que os doentes tem que tomar e cujo SNS não cobre a despesa, tratamentos ou exames. Lembro-me perfeitamente de uma noite em que fui parar às urgências e uma ecografia me ter custado algo como 5,23 euros, pagos para além dos 10 euros e uns pós que paguei de taxa moderadora.

Cada vez mais defendo que o SNS deveria tomar um modelo minimamente justo. Sei perfeitamente e não tenho qualquer problema em afirmar que a ideia de Paulo Macedo é claramente retirar um direito adquirido aos portugueses e obrigá-los lentamente a optar por programas privados que são oferecidos pelos seguros de saúde, principalmente aqueles que são ligados à banca. A lógica indica-me que muitos, muitos de classe média pensarão que 20 euros por 20 euros, para esperar longas horas para ser atendido por causa de uma diarreia ou de uma gripe, é preferível fazer um seguro familiar na Médis (perdoem-me a publicidade; espero que para bem do dito Estado com ética na austeridade de que tanto Passos Coelho abre a bocarra para afirmar, abram falência) que para jovens da minha idade segundo a simulação que fiz que está acessível a partir do link que deixei, tem um custo mensal que vai dos 9,10e aos 50 e poucos euros.

Aqui se percebe a lógica de Macedo. Por cada jovem de 24 anos que mude para a Médis, o SNS poupa 147 euros de mínimo com o jovem em causa (que pode ou não descontar para que o SNS lhe preste a devida assistência que lhe assiste no exercício de um tratamento digno como ser humano) e como o jovem apenas fará o seguro por precaução (podendo até nunca o exercer durante 1 ano) enchendo a Médis com um lucro que pode ir dos 108 euros caso opte pelo pacote mais baixo aos 600 e picos euros caso opte pelo melhor pacote para a sua idade.

Sou de acordo que o SNS, necessitando de suportar os custos que tem, deveria ser subsidiado pelos cidadãos por um sistema de escalões. 3 ou 4 escalões em que os cidadãos, pelo rendimento auferido, pagavam ou ficavam isentos de pagamento da taxa moderadora, com um limite máximo nunca superior a 100 euros, sendo que 100 euros seria o limite máximo para cidadãos com rendimentos superiores a 5000 euros por mês. Justo, creio.

A isto eu chamo “dar com uma mão e tirar com a outra”.

Outra das coisas que me choca com esta falta de insensibilidade do Ministério da Saúde é a situação dos pagamentos. A classe média, sufocada com o aumento de tudo (não serão os ricos afectados por esta medida pois estes vão ao privado, nem as pessoas de rendimento mínimo pois estas estão isentas) vai ter mais uma diminuição no rendimento de que dispõe com o aumento das taxas moderadoras. A insensibilidade do Ministério, como refiro, dá-se em maior escala quando se a pessoa (pelo motivo que for) não tem o valor que necessita para pagar os 20 euros de taxa moderadora. A pessoa ou não tras carteira, ou não tem 0s 20 euros. Consequência: recebe uma carta em casa que lhe dá 1o dias úteis (se não estou em erro) para pagar o referido valor sobre o risco de pagar uma multa astronómica por uma consulta.

Imaginemos uma situação concreta que acontece neste país: a pessoa vai ao hospital em fim de mês e não tem dinheiro para pagar a consulta da qual usufruiu porque faltam 2 dias para receber o seu ordenado e não tem liquidez na conta, depois de pagas as obrigações pessoais perante senhorios, bancos, companhias de luz\água e por aí adiante. A carta de alerta só aparece em casa 3 semanas depois quando o ciclo está a renovar-se e a pessoa, depois de pagas as obrigações do mês seguinte continua sem liquidez de rendimento próprio para pagar os 20 euros. Como ficamos? Vamos punir outro cidadão quando este faz tripas coração para fazer frente às vicissitudes da vida?

 

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O acesso bloqueado

Sérgio Godinho — “O acesso bloqueado” — Álbum: Mútuo consentimento.

Retirado da brilhante analogia que o pessoal da SIC Notícias fez da imagens e da letra da canção.

Guerra de padres

Guerra de padres dentro da Basílica da Natividade em Belém, Cisjordânia.

Os três credos do cristianismo que velam pelo espaço (Católicos, Greco-Ortodoxos e Ortodoxos Arménios) decidiram-se este ano a compartilhar o espaço onde reza a história terá nascido Jesus Cristo para as festividades de natal.

Para tal efeito, reuniram-se e assinalaram uma divisão da Basílica em áreas de jurisdição para que não existissem desacatos entre clérigos e fiéis.

O “tratado de Tordesilhas” não correu nada bem e o resultado foi este: os padres arménios violaram o espaço de jurisdição dos Greco-Ortodoxos na limpeza da Basílica e os outros não se ficaram…

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europeíces

Dizem os estudos que a França (5ª maior economia do mundo) e a Alemanha (4ª) serão ultrapassadas pelo Brasil e pela Índia no top-5 das economias mundiais até 2020, ano em que a União Europeia não terá uma única economia no top-7 das maiores economias do mundo. O Brasil ultrapassou na 6ª posição o Reino Unido. Em 2020, a Alemanha será a 8ª economia mundial, a França a 9ª e o Reino Unido a 10ª. Pelo andar da carruagem dentro de 30 anos, a Europa não terá uma única economia no top-10 mundial.

Os grandes europeístas querem melhores dados que estes para começarem a alterar as coisas?

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Post-Christmas III (futeboladas)

Em Inglaterra, o boxing day.

Boxing Day azedo para Villas-Boas e fellas…

Com Orlando Sá no 11 titular do Fulham, a equipa de Villas-Boas somou o terceiro empate consecutivo na Premier, não aproveitou o deslize do Manchester City e ainda perdeu pontos para o United (está a 11 pontos da liderança partilhada das equipas de Manchester) e para o Arsenal e Tottenham na luta pelos lugares da Champions.

A bom da verdade, o azar que o Chelsea teve nos minutos finais (várias oportunidades de golo) foi a sorte que teve em White Hart Lane na semana passada nos minutos finais quando Adebayor e Bale tiveram oportunidade de dar a vitória aos Spurs contra os Blues.

Numa altura em que Fernando Torres é muito criticado em Inglaterra por falta de empenho e de ambição e é dado como transferível pela imprensa (já se falou do interesse do Málaga em pagar cerca de 25 milhões pelo internacional espanhol) a exibição do espanhol foi mais uma vez algo de inacreditável. Não parece o mesmo jogador que nos encantou ao serviço do Liverpool e creio que Torres está neste momento a visionar o fim da linha na Premier League…

Do lado do Fulham, excelente exibição do Costa-Riquenho Bryan Ruiz. Levou na sua onda Ashley Cole quantas vezes quis e é dele que sai a portentosa jogada para o golo da sua equipa. Duvido muito que permaneça na próxima época em Craven Cottage. Moussa Dembele é outro jogador que não tardará a envergar a camisola de um grande europeu.

Verdadeiro Boxing Day para Sir Alex Ferguson.

Mesmo a jogar mal (muito mal) o seu Man United vai conseguindo levar a água ao seu moínho. Se o United sem deslumbrar consegue chegar ao fim do ano em igualdade pontual com o City (a jogar muito bem), tal faz do United o principal candidato ao título pois creio que as coisas a partir deste estádio de desenvolvimento só podem melhorar.

Outras partidas:

Liverpool 1-1 Blackburn – Nem ao último os Reds conseguem ganhar. É uma equipa que só dá Luis Suarez, Luis Suarez e Luis Suarez e Luis Suarez, arrisca-se a deixar orfã esta equipa e os 8 jogos sem Suarez fazem com que Dalglish volte a não cumprir a meta dos lugares uefeiros, isto é, se não for despedido antes do final da época, coisa que já deveria ter acontecido num clube com a dimensão do Liverpool e com o que o Liverpool gastou em reforços neste ano de 2011.

Charlie Adam é claramente uma das piores contratações da história do Liverpool e nem 3 Charlie Adam´s fazem um Meireles.E a 2ª é obviamente Andy Carroll – da mudança de Newcastle para Anfield Road, o avançado parece que desaprendeu a marcar golos. Aliás, é caricata até a noção de que Carroll está a padecer do mesmo problema de Fernando Torres no Chelsea, jogador que o antecedeu na dianteira do Liverpool e cuja venda possibilitou a sua contratação aos magpies.

Norwich 0-2 Tottenham – Descanso de boxing day tranquilo para Harry Redknapp. A equipa demorou a acertar no jogo mas quando acertou (Gareth Bale) fechou a contagem, não deu esboço de resposta aos yellows de Norwich e posicionou-se a 7 pontos da liderança quando ainda tem um jogo em atraso. Fim de 2011 em cheio para a turma de White Hart Lane.

Arsenal 1-1 Wolverhampton – Van Persie salvou o pior. Uma equipa em construção que vai melhorando de jogo para jogo. Se não venderem Van Persie no verão e reforçarem-se com um bom trinco e com outro bom extremo são equipa para ambicionar algo mais que o 4º\5º lugar.

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Post-Christmas II

Com o Natal veio o tão ansiado regresso da NBA.

Logo no primeiro dia os meus Bulls foram ganhar com absoluta sorte ao terreno dos LA Lakers nos últimos segundos. No 2º jogo perderam (e muito bem) contra Golden State.

Quanto ao jogo dos Lakers, os Bulls podem-se gabar de ter consigo alcançar uma vitória que não foi justa e muito menos merecida. Não porque os Lakers tenham feito uma brilhante partida (não fizeram; perderam os primeiros jogos da temporada e vieram a realçar a minha opinião de que a transferência falhada de Dwight Howard e os jogadores que estão na corda bamba em LA podem ser factores que podem ter contrabalançado a equipa para algum nervosismo nesta temporada) mas porque os Bulls fizeram uma das piores partidas do ano de 2011 senão a pior.

Mesmo com a aquisição de Richie Hamilton, denotei neste dois jogos as mesmas deficiências que a equipa tinha na época passada: Hamilton melhorou claramente o transporte de jogo e a libertação de Rose para as tarefas que constituem o seu “habitat natural” e é um bom shooter, algo que a equipa precisava mas Rose continua apático e sem render os números que fizeram dele o melhor jogador da Liga na temporada regular 2010\2011. 22 pontos em LA, intermitentes entre o lançamento de triplos (Rose está a especializar-se no lançamento exterior e com distinção) e algumas incursões malucas para o cesto (umas entraram, caso da última que deu a vitória à equipa e outras ficaram pelo caminho). Contra Golden State os 13 pontos marcados pelo base são insuficientes para bater uma equipa que está em clara ascenção e que conta com um Monta Ellis muito motivado.

A construção de jogo dos Bulls continua a ser tosca, atabalhoada. A equipa não mede os timings de jogo: ora ataca demasiado rápido (chega inclusive a ter ataques de 7 e 8 segundos de posse de bola) ora não consegue construir situações de decalage que permitam a existência de um atirador solto e como tal, as jogadas vão-se perdendo e são gritantes períodos da partida em que os Bulls não metem um cesto de campo em 4\5 minutos.

A equipa vai do 8 ao 80. Tanto é capaz de iniciar jogos com parciais de 30 pontos por período como é capaz de marcar apenas 12 no 3º ou 4º período. Isso leva a que a equipa acorde muito tarde para as partidas, caso de LA, onde os Bulls a 8 minutos do fim tinham apenas 14 pontos marcados na 2ª parte e só uma estupenda atitude defensiva corolada por alguns triplos e algum nervosismo de LA nos minutos finais pode resultar numa vitória para os homens comandados por Tom Thibodeau.

Tom Thibadeau também entra neste meu rol de culpados: o técnico dos Bulls continua a insistir nas substituições automáticas e planeadas no post-game. Tal estratégia desiquilibra a equipa no início do 2º e do 4º período visto que o banco de Chicago é pouco rico em talento técnico e soluções que dêem pontos. CJ Watson e Karl Korver são excepções e nem sempre entram bem nas partidas. Gibson, Asik e Brewer são jogadores com limitações técnicas muito grandes, apesar da imensa luta que dão aos adversários que estão dentro de campo. Os Bulls fizeram muito mal em terem perdido o veterano Kurt Thomas e fizeram muito mal em não terem apostado na contratação de um bom free-agent de banco como Kirk Hinrich ou Jamal Crawford.

Passando a outros anotamentos que reparei sobre outras equipas da Liga:

1. LA Lakers – Kobe Bryant fez uma excelente exibição contra os Bulls e parece disposto a voltar a ser o líder que LA tão bem conhece. Um líder muito mal acompanhado é certo. Gasol continua um jogador apático. Blake e Fischer são más soluções para o lugar de base. Bynum não joga. Lamar Odom faz falta porque era um jogador regular que conseguia sempre os seus 15 pontos e 7 ressaltos de média por jogo. McRoberts é uma anedota nesta equipa dos Lakers. Batalha muito mas é um jogador muito imperfeito do ponto de vista técnico.

Depois, como se tal facto não bastasse, a escolha de técnico para os Lakers não foi propriamente a melhor: Mike Brown é aquele treinador sombra, quase inexistente. A sua personalidade enquanto treinador é ultra-liberal e isso faz com que não tenha muita mão sobre os jogadores. É um treinador conhecido por ser muito motivador e isso poderá ser bom para os Lakers, mas, já diz o ditado que em casa onde não há pão toda a gente ralha e ninguém tem razão.

2. Miami Heat – Duas sensacionais vitórias contra Dallas e Boston. Dois massacres de primeira parte nas respectivas partidas, contrabalançados por dois 4ºs períodos muito sôfregos, muito no espírito do que foi a equipa na época passada.

James, Wade e Bosh continuam a fazer os seus números espantosos e agora são acompanhados por James Jones e pelo rookie sensação Norris Cole, que na minha opinião irá saltar para o 5 titular em troca por Mario Chalmers até ao final do mês de Janeiro.

Vi uma entrevista com LeBron James onde este dizia que a equipa está mais motivada que nunca para conseguir os anéis esta temporada. James realçava que o passar dos anos e das experiências de final o tinham amadurecido, principalmente nos momentos em que este se possa encontrar sobre a pressão de obtenção de resultados.

3. Boston Celtics – Pelo que vi ontem, as transformações feitas na equipa melhoraram em muito o rendimento da turma de Doc Rivers. Perderam os dois primeiros jogos (Miami e Knicks) mas em ambos, a jogar fora e perante conceituadíssimos oponentes mostraram muita personalidade. Continuam a jogar sem o seu líder (Paul Pierce) e sinceramente, se fosse a Doc Rivers tratava de despachar dois jogadores que estão claramente a mais nesta equipa: Marquis Daniels e Jermaine O´Neal.

Brandon Bass foi uma excelente aquisição para esta equipa visto que se trata de um jogador que ao longo dos anos se tem demonstrado muito util do ponto de vista defensivo e do ponto de vista pontual. Lança bem a média distância e também se mostra forte no 1 contra 1.

Pela qualidade e veterania desta equipa, serão obviamente um osso duro de roer.

4. New York Knicks – Chandler, Stoudamire, Bibby, Baron Davis e a bola sempre nas mãos de Carmelo. Ou acabam com a Carmelo Anthony dependência ou serão exactamente iguais a Denver quando o astro lá jogava.

5. Orlando – Dwight Howard mostra sinais de revolta. Quer sair. A direcção de Orlando não o quer negociar e faz muito mal visto que para o ano Howard pode sair como free-agent e Orlando perde a oportunidade de o poder trocar por 2 ou 3 jogadores de médio\alto valor para reconstruir a sua equipa para o futuro. Por um lado compreendo a decisão do staff da equipa da Flórida: Ainda esperam que Howard os leve longe e outros como Turkoglu ou Richardson tenham prestações do “antigamente” e consigam convencer o astro a render o seu melhor. Mas por outro lado a não-saída de Howard implica obviamente que para o ano, do tudo se passe a nada e Orlando passe muitos e longos anos sem ir aos playoffs.

6. Minnesota: Rubio é a nova coqueluche da NBA, mas enganem-se aqueles que pensam que o espanhol começará a fazer milagres já é esta. Seria importante para a equipa que o estatuto de nova sensação do campeonato passasse a ser algo efectivo: Kevin Love está a jogar muito mas é free-agent no próximo ano. Uma ída aos playoffs e mais 2 ou 3 aquisições de banco poderiam convencer o poste a permanecer mais 2 ou 3 anos em Minnesota para se lutar por algo mais palpável.

7. Denver\Phoenix – Denver não irá aos playoffs. Felton praticamente sozinho. Phoenix até mete pena – Steve Nash efectivamente sozinho.

E para já são os comentários que me ocorrem!

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Post-Christmas

Fire Inc — “Nowhere Fast” — Streets of Fire movie soundtrack (1984)

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Bom Natal!

Desejo um bom natal a todos!

Espero que estes dois dias sejam aproveitados para podermos estar mais próximos daqueles que amamos e que sirvam para reflectir no que fizemos de bom e de mau durante este ano 2011 para que 2012 seja um ano melhor.

Um abraço,

João Branco

The Champ is here!

 

De todas as contratações que os Bulls poderiam fazer – free-agents como Jamal Crawford, Caron Butler, Tyson Chandler, Kirk Hinrich e de outros que se poderiam\podem tornar free-agents no próximo verão mas cuja troca exigia que os Bulls libertassem 1 ou 2 das suas estrelas (Chris Paul\Dwight Howard) – os Bulls optaram por deixar ir dois jogadores inúteis na equipa como Keith Bogans e Jannero Pargo e contratar apenas o velhinho Richard Hamilton.

 Para quem conhece a NBA nos seus meandros, o nome de Richard Hamilton diz muito da história da competição da última década. Campeão por Detroit em 2004, o jogador de 33 anos, escolhido no draft de 99 por Washington, carregou os Pistons durante vários anos e foi atleta all-star por 3 vezes. Para se ter a noção do jogador, pode-se dizer que a pior média pontual do base aconteceu na season 99\2000 (enquanto rookie) com 9 pontos de média em 71 jogos e a melhor aconteceu em 2005\2006 com 20.1 pontos. É portanto um atirador por natureza que em toda a sua carreira já leva mais de 18 mil pontos marcados na competição.

 Para quem conhece a actual natureza dos Bulls, Ric Hamilton será aquele jogador que vai colmatar as grandes lacunas da equipa. Primeiro porque vai ser o base transportador de bola que irá libertar Derrick Rose para o seu jogo (lançar, incorporar-se no meio das defesas adversárias nas suas rápidas acelerações de jogo) e será aquele base-shooter, muito viável tanto no lançamento curto como no lançamento de 3 pontos. Mesmo assim, os Bulls pecaram por não terem contratado mais um extremo para fazer banco. Uma equipa que pretende lutar pelo título terá que tter mais soluções de banco do que CJ Watson, Karl Korver, Taj Gibson e Omer Asik.

Neste último mês foram várias as ligações de jogadores que a imprensa desportiva norte-americana ligou aos Bulls. O primeiro nome foi obviamente o de Dwight Howard, o jogador mais cobiçado desta pré-época. Estando Dwight Howard mais linkado a equipas como os Lakers ou como os Nets, e tendo em conta o facto que o poste não foi para lado algum porque a direcção de Orlando assim o entendeu. Na contenda pelo concurso do poste, os Bulls não desmentiram que corriam por for a: Howard e a direcção de Orlando foram abordados e foi inclusive feita uma abordagem em que os Bulls abdicavam de qualquer jogador do seu plantel numa eventual troca, excepto dois jogadores: Carlos Boozer e Derrick Rose. Daí que a própria imprensa norte-americana tenha mencionado que caso os Lakers e os Nets não tivessem capacidades para trocar jogadores com Orlando (os Lakers ainda estavam numa posição negocial por Chris Paul e os Nets não tinham manifestamente jogadores que agradassem a Orlando) os Bulls poderiam avançar com uma proposta que continha a troca de Jason Richardson e Dwight Howard por três jogadores médios\bom: Joakim Noah, Taj Gibson e Luol Deng.

Caron Butler, Jamal Crawford, OJ Mayo, Vince Carter foram outros dos nomes linkados à equipa de Chicago. Butler acabou por escolher os Clippers, Crawford seria um jogador ideal para fazer de nº6 (primeiro a saltar do banco), OJ Mayo é um jogador medíocre e Vince Carter seria um erro enorme, mesmo apesar do facto do jogador mesmo a 50% das suas capacidades ainda ser um pontuador nato.

 Desta troca, como em qualquer troca da NBA, surgiriam prós e contras. Se Howard é claramente um monstro do jogo e iria acrescentar muito mais valor que Noah, principalmente do ponto de vista ofensivo (a combinação Boozer e Howard debaixo do cesto deveria ser qualquer coisa de explosivo) e se Jason Richardson é aquele jogador muito experiente, bom lançador mas também por outro lado um jogador que é muito inconsistente nas exibições, a perda de Deng resultaria na perda de um jogador que apresenta uma regularidade ofensiva ímpar na história dos Bulls (as médias anuais rondam entre os 17 e os 22 pontos) iria perder Noah que é o guerreiro da equipa e iria perder Taj Gibson, que apesar de não ser um jogador cujas características técnicas aprecie é também ele um bom lutador.

 Portanto, na minha opinião, os Bulls fizeram muito bem em contratar Richard Hamilton, até porque a free-agency de 2012 traz efectivamente muitas surpresas para rechear o plantel dos Bulls.

 A época para a equipa de Chicago começa no domingo. A abrir, um jogo em Los Angeles frente aos Lakers, equipa muito fustigada por esta pré-época.

Primeiro porque Kobe Bryant no lock-out ponderou efectivamente deixar a NBA e ir jogar para a Europa. Se outros jogadores como Rose, Williams, os irmãos Gasol, apenas manifestaram interesse em jogar na Europa momentaneamente enquanto não se obtinha um acordo concreto que fosse de encontro às pretensões dos jogadores, Kobe ponderou efectivamente jogar a tempo inteiro na Europa.

Em segundo lugar, porque viu abandonar um jogador importantíssimo na manobra da equipa: Lamar Odom. Lamar Odom foi dado como transferível. Um jogador da sua craveira que é dado como transferível e cuja troca (Paul; Howard) acaba por não se efectuar, tem toda a razão em abandonar a equipa.

Em terceiro lugar, porque Gasol e Bynum também foram dados como transferíveis nas tentativas de trocas que os Lakers batalharam e tal facto poderá mexer obviamente com o psicológico dos dois jogadores. É de relembrar que Gasol já falhou muito ao nível psicológico na época passada.

Em quarto lugar, o falhanço nas contratações de Howard e Chris Paul não acrescenta à equipa aquele incremento necessário para que as coisas corram bem.

Em quinto lugar, este ano será estranho. Phil Jackson abandonou o cargo de treinador, portanto é de esperar que os próprios lakers demorem alguns jogos até perceber aquilo que o novo técnico pretende. Até porque a pré-época foi algo planeado às três pancadas para todas as equipas.

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abandono

Carvalho da Silva abandonou a reunião da concertação social marcada para hoje e deixou os afiliados dos sindicatos da CGTP sem uma voz activa na luta contra a retirada de direitos.

Mais uma razão que me leva a aumentar a não concordância com as tomadas de posição da CGTP.

Se Carvalho da Silva quisesse realmente vincar o descontentamento dos seus afiliados perante uma decisão que revolta, que tira os direitos aos trabalhadores portugueses teria ficado até ao fim da reunião, mantendo a sua posição de discordância. Mas não, abandonou. Virou as costas à luta e deu mais razões para que a concertação social leve avante a medida.

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abre a goela e mama

A privatização da EDP deverá ter sido fechada para um consórcio Chinês chamado “Três Gargantas”.

A factura por estimativa continuará a ser uma realidade, o preço da electricidade irá aumentar e a garganta dos Chineses irá aumentar para o dobro de diâmetro com o fluxo de capital que irão mamar.

Quem não deve ter gostado da decisão foi a nossa amiga Angela Merkel. Toda a gente pensava que as reformas estruturais no estado português e consequentes privatizações impostas pelo memorando de entendimento (leia-se FMI) iriam levar a uma onda de concessões a preço da uva mijona para grandes elites do poderio económico norte-americano e alemão. Na primeira batalha ganharam os chineses. E não me importo que os chineses e angolanos e brasileiros vençam todas as privatizações que o estado português vier a consumar. Não podemos é dar o que é nosso a quem nos estrangula e a quem julga ter o direito de ingerir-se constantemente na resolução dos nossos problemas internos.

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Tirar férias?

Que se possam suprimir alguns feriados até concordo. Existem feriados religiosos ridículos como o 15 de Agosto e o 8 de Dezembro. Tirar o feriado de 5 de Outubro também é algo que não me espanta, visto que vivemos num país pouco patriota e onde os próprios governantes são os primeiros a dar esse exemplo.

Agora, tirar 3 dias de férias? Tirar direitos constitucionais adquiridos pela revolução de abril?

Urge-me em relembrar aquele velhinho texto constitucional de que os governos do PS, do PSD e do CDS\PP se esquecem… Transcrevendo os pontos essenciais em relação a esta questão que está neste momento a ser discutida em reunião de concertação social:

Nota: A negrito, as palavras ou frases que me ocorrem para vincar ideias.

“Constituição da República Portuguesa

Preâmbulo:

A 25 de Abril de 1974, o Movimento das Forças Armadas, coroando a longa resistência do povo Português e interpretando os seus sentimentos profundos, derrubou o regime fascista.

Libertar Portugal da ditadura, da opressão e do colonialismo, representou uma transformação revolucionária e o início de uma viragem histórica da sociedade Portuguesa.

A revolução resistiu aos Portugueses os direitos e liberdades fundamentais. No exercício destes direitos e liberdades, os legitimos representantes do povo reúnem-se para elaborar uma Constituição que corresponde às aspirações do país.

A Assembleia Constituinte afirma a decisão do povo português de defender a independência nacional, de garantir os direitos fundamentais dos cidadãos, de estabelecer os princípios basilares da democracia, de assegurar o primado do Estado de Direito democrático e de abrir caminho para uma sociedade socialista, no respeito da vontade do povo português, tendo em vista a construção de um país mais livre, mais justo e mais fraterno.

A Assembleia Constituínte, reunida na sessão plenária de 2 de Abril de 1976, aprova e decreta a seguinte Constituição da República Portuguesa.

Princípios fundamentais:

Artigo 1º (República Portuguesa)

Portugal é uma república soberana, baseada na dignidade da pessoa humana e na vontade popular e empenhada na construção de uma sociedade livre, justa e solidária.

Artigo 2º (Estado de Direito democrático)

A República Portuguesa é um Estado de Direito democrático, baseado na soberania popular, no pluralismo de expressão e organização política democrática, no respeito e na garantia de efectivação dos direitos e liberdades fundamentais, e na separação e interdependência de poderes, visando a realização da democracia económica, social e cultural e o aprofundamento da democracia participativa.

Artigo 3º (Soberania e legalidade)

1. A soberania una e indivisível, reside no povo, que a exerce segundo as formas previstas na Constituição.

2. O Estado subordina-se à Constituição e funda-se na legalidade democrática.

3. A validade das leis e dos demais actos do Estado, das regiões autónomas, do poder local e de quaisquer outras entidades públicas, depende da sua conformidade com a Constituição.

Artigo 9º (Tarefas Fundamentais do Estado)

d) Promover o bem-estar e a qualidade de vida do povo e a igualdade entre os portugueses, bem como a efectivação dos direitos económicos, sociais, culturais e ambientais, mediante a transformação e modernização das estruturas económicas e sociais.

Artigo 22º (Responsabilidade das entidades públicas)

O Estado e as demais entidades públicas são civilmente responsáveis em forma solidária com os titulares dos seus órgãos, funcionários ou agentes, por acções ou omissões praticadas no exercício das suas funções e por causa desse exercício, de que resulte violação dos direitos, liberdades e garantias ou prejuízo para outrém.

Artigo 59º (Direito dos trabalhadores)

1.Todos os trabalhadores, sem distinção de idade, sexo, raça, cidadania, território de origem, convicções políticas ou ideológicas, têm direito:

b) – À organização do trabalho em condições socialmente dignificantes, de forma a facultar a realização pessoal e permitir a conciliação da actividade profissional com a vida familiar.

 alínea d) – Ao repouso e aos lazeres, a um limite máximo da jornada de trabalho, ao descanso semanal e a férias periódicas pagas.

2. Incumbe ao Estado assegurar as condições de trabalho, retribuição e repouso a que os trabalhadores têm direito, nomeadamente:

alínea d) – O desenvolvimento sistemático de uma rede de centros de repouso e de férias, em cooperação com organizações sociais.

Perante o que aqui transcrevi, a ideia do Ministro da Económica Álvaro dos Santos Pereira de retirar 3 dias de férias a todos os trabalhadores inscritos em território nacional é anti-constitucional. Não se trata de uma inconstitucionalidade mas sim de uma proposta que vai contra o que está enunciado na Constituição. Assegurar os direitos dos trabalhadores não é o mesmo que lhes cortar direitos que lhes são constitucionalmente adquiridos desde a revolução de abril.

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portices…

Existem dias, decisões e atitudes em que eu, um sportinguista confesso e fanático, penso o quão brilhante é a organização interna do FCP.

Cristián Rodriguez, depois de lhe ser mostrada a porta da saída está a render como nunca rendeu em Portugal.

Já não é o primeiro jogador que muda subitamente de atitude e rendimento (para melhor) depois da SAD do clube o dar como transferível.

Nos últimos 10 anos, Freddy Guarín, Ricardo Quaresma, Adriano, Cristian Sapunaru, Jorge Fucile, Fernando Belluschi, Ricardo Costa, Deco, Capucho, Pedro Mendes, Benny McCarthy, Tarik Sektioui, Mariano González, Ernesto Farias, em épocas diferentes, todos estes jogadores tiveram com um pé fora do clube no mês de Janeiro e todos eles, sentindo a ameaça do momento, melhoraram o seu rendimento e ajudaram a equipa não só com rendimento desportivo mas também com rendimento financeiro.

É certo que existe o reverso da medalha. Mas em todos os grandes, os flops são mais que muitos.

O Porto não é excepção se olharmos os últimos 10 anos. Desde 2001\2002 que consigo vislumbrar cerca de 40 flops no Porto: Sergei Ovchinikov, Nelson, João Manuel Pinto, Rubens Junior, Candido Costa, Esquerdinha, Peixe, Pizzi, Silvio Maric, Clayton, Hugo Ibarra, Fredrik Sodestrom, Quintana, Esnaider, Kaviedes, Cesar Pexoto, Jankauskas, Ricardo Fernandes, Maciel, Bruno Moraes, Giourkas Seitaridis, Rossato, Diego, Leo Lima, Ibson, Claudio Pitbull, Fatih Sonkaya, Marek Cech, Sandro, Tomo Sokota, Bruno Gama, Ivanildo, Lucas Mareque, Wason Renteria, Milan Stepanov, Mario Bolatti, Kazmierczak, Edgar Silva, Nelson Benitez, Diego Valeri e Sebastian Prediger são aqueles que consigo enumerar.

No entanto, esses 40 flops são um oasis comparativamente aos muitos flops de Sporting e Benfica. Isto, porque o Porto em 10 anos ganhou 6 títulos nacionais, 2 UEFA\Liga Europa, 1 Champions, 1 Intercontinental e outros tantos troféus entre supertaças e taças de portugal. E com outras contratações tornou-se o clube que mais recebeu em verbas de transferências na Europa!

Não é brincadeira o facto de considerar pessoalmente que por cada 3 maus que vem pro Porto e não rendem nada, vem 1 que dá títulos e dinheiro nas contas. A organização interna no clube é uma máquina: embora um pouco mal gerida do ponto de vista financeiro, tendo em conta os recursos de que o clube dispôs nos últimos anos, é uma máquina que pensa em tudo e que está por cima de tudo. Isso faz comparativamente a diferença em relação aos dois grandes de Lisboa.

E o sucesso do Porto passa muito por aí.

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