Monthly Archives: Julho 2011

Aprendam.

Para ler e reflectir.


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Na clássica de San Sebastian

Phillipe Gilbert. Quem mais poderia ser.

Meio pelotão que acabou o Tour no passado Domingo foi ontem a San Sebastian aproveitar a boa forma física e correr mais uma espectacular prova de colinas em terras bascas.

Phillip Gilbert superiorizou-se na chegada a Carlos Barredo da Rabobank (sim, aquele que mandou com uma roda em cheio na edição do tour do ano passado ao nosso Rui Costa) numa chegada em pelotão limitado onde no top 10 entraram nomes como Frank Schleck e Jelle Vanendert, colega de Gilbert na Omega Pharma-Lotto, que esteve muito perto de vencer a camisola da montanha no Tour.

Nos últimos dias, muito se tem falado sobre o futuro do Belga, líder do ranking da UCI.

Embora Gilbert tenha mais 2 anos de contrato com a sua equipa, existem 3 equipas interessadíssimas nos seus serviços – GarminCérvelo, Radioshack e Astana, que vê em Gilbert o líder de equipa perfeito para suceder a Vinokourov que dias após a gravíssima queda no Tour anunciou aos 37 anos o final de carreira.

No entanto, os Belgas da Lotto não serão redutíveis a uma eventual transferência. Como Gilbert lidera o ranking UCI, caso se transfira, leva para a outra equipa os pontos que detém, pontos que são essenciais para a permanência das equipas no quadro do ProTour (elite do ciclismo mundial que permite o acesso das melhores equipas do planeta às melhores provas do calendário velocipédico mundial).
Como a Lotto basicamente marca ora por Gilbert, ora por Greipel (tem andado muito escondido no seu ano de estreia pelos Belgas) ora por Van der Broeck, perder esta joia da coroa seria um enorme revés para a manutenção da equipa no ProTour.

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O tango segue para Paris

Os Emires tentam reavivar o PSG, aquele mega grande Francês cuja história apenas conhece 2 títulos na Liga Francesa.

Javier Pastore acaba de ser contratado por 43 milhões ao Palermo, após muita expeculação acerca do seu futuro. Esta transferência apenas é superada pela do seu compatriota e colega de selecção Aguero para o City por 45 milhões.

O PSG é sem dúvida um dos animadores do mercado. Gastou com Pastore a maior verba numa transferência na Ligue 1, record que já lhe pertencia quando em 2000 comprou Anelka ao Real Madrid por 33,5 milhões de euros.

Numa europa onde contratar não está a ser pera doce (para além dos 3 que vou enunciar apenas 5 clubes gastaram mais que 30 milhões de euros, a saber – Juventus, Real Madrid, Manchester United, Liverpool e Barcelona) são os árabes quem animam o mercado: o PSG , o Málaga e o Manchester City são os recordistas no mercado de transferências deste ano.

Os Franceses treinados por Anthony Koumbouaré e comprados recentemente pelo Sheikh Tamim bin Hamad Al Thani preparam o assalto à Ligue 1 (prova que já não vencem desde o longínquo ano de 1994) tendo já assegurado as contratações de jogadores como Pastore (um mago) o defesa Bisevac (ex-Valenciennes3,5 milhões de euros) o extremo Jeremy Menéz (ex-Roma8 milhões de euros podendo a transferência chegar ao total de 10) Blaise Matuidi (ex-Saint Ettiène10 milhões de euros) Momo Sissoko (ex-Juventus7 milhões de euros) e o avançado luso-gaulês Kevin Gameiro que saiu do Lorient para a equipa parisiense por 15 milhões de euros. As contas são simples: o Sheik já gastou qualquer coisa com 86,5 milhões de euros na equipa Parisiense.

Já o City continua na sua jinga-joga do compra-despede-compra ainda mais caro. Os Citizens de Mancini e da Abu Dhabi Entertainment Group contrataram Aguero ao Atlético de Madrid por 45 milhões de euros, o defesa Stefan Savic ao Partizan por 12 milhões de euros,e  o Francês Gael Clichy ao Arsenal por 8 milhões de euros gastando até agora 65 milhões de euros.

Os novos ricos do futebol espanhol, o Málaga, agora possuído pelo Emir Abdullah bin Nasser Al Thani (primo do proprietário do PSG) para além do “gratuito” Joris Mathisen e Ruud Van Nistelrooy (ex-Hamburgo) e Enzo Maresca (Sevilha contrataram o defesa esquerdo Nacho Monreal (ex-Osasuna) por 6 milhões de euros, Ignácio Camacho (ex-Atlético de Madrid) por uma verba a rondar os 5 milhões de euros, Joaquin (ex-Valência) por 4 milhões de euros, Jeremy Toulalan (ex-Lyon) por 10 milhões de euros, o extremo Santi Cazorla (ex-Villareal) por 20 milhões de euros, e Diego Buonanotte por uma verba a rondar os 5 milhões de euros ao despromovido River Plate. 

No total o Málaga já gastou 50 milhões de euros.

Mais contas nos próximos dias, onde começarei a escrever antevisões da Liga Portuguesa e das 5 principais ligas da europa.

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Analisa e critica. Com razão.

Acabei de ler o post de Paulo Abrantes no Denúncia Coimbrã.

Assim pela manhã, deu-me uma autêntica bolada no estomago.

Paulo Abrantes analisa e critica com razão.Gabo-lhe a coragem de ser um dos únicos capazes de bater um murro na mesa e denunciar toda a podridão que cerca actualmente a instituição.

Em 6 anos de AAC, nunca vi a instituição tão rodeada de abutres. Sim, abutres. É a palavra mais correcta. A AAC bateu completamente no fundo. São os furtos, as demissões, os joguinhos políticos onde cada um tenta puxar a brasa à sua sardinha. A AAC deixou de funcionar como um órgão institucionalizado para a defesa e fomento de todo o mundo académico. Passou a funcionar como um pólo onde cada um tenta maximizar a sua posição para construir o seu trilho pessoal no futuro, e onde os pequenotes começam a torcer pepino em tenra idade como diz o ditado.

A AAC passou a ser o tubo de ensaio para a criação de  futuros políticos da tanga e para a prática de pequenos furtos que dentro de anos se irão transformar em crimes de colarinho branco. Os piores. Quem rouba um pedaço de pão para dar de comer aos seus filhos não merece castigo. Muito menos numa sociedade portuguesa que caminha a passos largos para que o grosso da riqueza fique na mão de meia dúzia de grandes empresários e a pobreza seja a dádiva para 97% da população. Onde é que está a responsabilidade dos falsos estudantes responsáveis e competentes?

A minha visão como sócio da instituição permite-me ser claro e simples quanto a esta Direcção-Geral: exceptuando um boicote às aulas discutido e aprovado em Assembleia Magna que não teve o impacto e a visibilidade que se desejava para a luta contra a nova ordem sistémica que se está a trilhar nos gabinetes do Ministério da Educação Ensino Superior para o ensino superior, o sucesso meritório da Universidade de Verão (ao qual aproveito para saudar a Direcção-Geral e todos os voluntários pelo excelente trabalho desenvolvido) o desporto universitário (que se desenrola na perfeção graças ao esforço de centenas de atletas que diariamente evoluem com a expectativa de construirem briosa por esse país e europa fora) a verdade é apenas uma – esta Direcção-Geral não fez rigorosamente nada e logo em primeiro lugar, padece de um vício mortal que é o facto do seu presidente nem sequer conseguir segurar a sua equipa e os ímpetos personalizados da busca pelo poder por parte de membros da sua equipa (todos sabemos que já aconteceram durante este mandato) que tem papeis muito importantes a desenrolar em prol da instituição e que por tal, lhes advém uma responsabilidade muito grande pelos actos que praticam e comportamentos que exercem.

Quanto aos dois furtos na Queima das Fitas, já o disse a algumas pessoas e volto a dizê-lo em público: espero bem que a Polícia de Segurança Pública actue neste caso, investigue e consiga chegar às pessoas que praticaram o furto. Se para a Queima das Fitas 5 mil e 200 euros não é um valor considerável, para uma boa fatia dos alunos que frequentam actualmente a UC estamos a falar de um valor muito próximo do custo total de um ano lectivo em Coimbra. Posso dizer também com toda a franqueza que existem secções culturais e desportivas que não tem esse valor para organizar as suas actividades e que se calhar até mereciam visto que tem pessoas competentes, inseridas dentro do associativismo para desenvolver competências nas quais são especializadas e capazes de elevar muito mais alto a bandeira da AAC. Nem de perto nem de longe, tais verbas lhes são garantidas. Como tal ao nível de associativismo, a AAC tem os dias contados: as coisas vão morrendo aos poucos.

Espero portanto que este caso seja um abre-olhos para as pessoas com responsabilidade dentro da casa. Chega de caldinhos. Pela história que concerne à instituição, esta sempre se pautou pelo rigor, pelo brio e pela transparência. É certo que nos últimos anos tem descambado totalmente por um caminho que condena a credibilidade da instituição. Sim, porque este tipo de problemas não atinge as pessoas que trabalham ou trabalharam na instituição. Essas vão entrando e saíndo. A instituição fica e ficará sempre manchada por essa pecha no currículo. Futuras gerações poderão ver dentro de algumas décadas a AAC como uma instituição que esteve na linha da frente da luta contra o regime mas sim como uma instituição que serviu de incubadora a mais uma geração de políticos que a partir dela trilharam um caminho, que à luz da vela, sempre irá redundar em fracassos para o país e em desgovernação.

Estes incidentes retiram credibilidade a uma instituição a nível local e a nível nacional. Será isso que pretendemos quando são praticadas este tipo de acções? Ou por outro lado, queremos uma AAC forte, tão forte como a de 1969? Uma AAC que sempre se pautou por ser uma voz activa contra a tirania, contra o corte dos direitos dos estudantes, que sempre esteve ao lado das causas sociais e sempre interveio de forma activa na resolução de problemas da comunidade Coimbrã, funcionando quase que como um auxílio à ineficácia de muitas entidades pertencentes ao estado. Uma instituição com este percurso, não se pode abandalhar ou desmoronar desta maneira graças à má formação de carácter de meia dúzia de abutres. Sim, abutres. É a palavra correcta para designar muitos daqueles que conheci durante 6 anos na instituição. Uma instituição como esta necessita de gente séria, de gente altruísta. De gente que consiga de uma vez por todas estampar um sorriso na cara quando consegue ajudar de que maneira for a vida do seu semelhante que está em dificuldades ou que necessita de um empurrãozinho de alguém para conseguir re-entrar num caminho de futuro ou sucesso. Uma instituição deste calíbre e com esta história, precisa de gente de trabalho. De gente que seja capaz de levar a cabo a prossecução dos objectivos que todos os estudantes desejam ver realizados.

Não me venham com a ideia que a AAC reflecte a meritocracia. Em primeiro lugar, todos sabemos que o nosso país não é o melhor exemplo quando falamos em meritocracia. Dentro dos poucos exemplos de meritocracia que existem dentro do nosso país, a AAC assim como qualquer outra associação estudantil no país são os piores exemplos possíveis neste âmbito.

Desde o início da minha estadia em Coimbra sempre me disseram em tom de brincadeira que apenas duas forças tentavam dominar a AAC: de um lado o FADO, de outro lado o Rugby. Poderá ter sido assim no passado. No presente não o é. Poucos foram aqueles que vi ocuparem cargos na Direcção-Geral que realmente tinham talento. Isso advém logo do facto das sucessivas Direcções-Gerais serem no mau sentido da frase, listas de continuação que são eleitas sem qualquer tipo de concorrência e que tentam a todo o custo abafar a palavra a quem conscientemente tenta construir uma alternativa ou a quem não comunga dos seus valores. Dessas listas de continuação, a jogada sempre foi simples: não integram aqueles que tem mais capacidades para assumir uma postura séria e responsável mas sim aqueles que conseguem granjear mais apoios e amizades dentro das várias faculdades e dos vários cursos. O cacique puro e duro. Se uma pessoa dominar ao nível de influência a sua faculdade, está dentro. As pessoas competentes não estão na Direcção-Geral. Estão em casa a estudar para acabar o seu curso com distinção e conseguirem trilhar o seu caminho através dos valores do esforço e dedicação ao trabalho.

Isso não é meritocracia. É uma forma tosca de oligarquia, desprezível, e que conduzirá à instituição a um marasmo ainda mais profundo. É claro que em todo este processo metem-se sempre as juventudes partidárias ao barulho, desejosas de extender a sua hegemonia ao máximo número de associações estudantis possíveis para que estas sejam braços políticos da contestação que pretendem exercer sobre os governos que não são da sua cor partidária ou defender as políticas daqueles que são. É uma triste realidade, é uma triste verdade. 

Tais factores não criam coesão naquilo que se pretende coeso e firme em torno dos estudantes. Podemos tomar esse facto como uma verdadeira assumpção sempre que vamos a uma assembleia Magna: 5 mil e tal pessoas votam, 4 mil delas na lista que vence. As Assembleias Magnas não tem mais que 200, 300 dessas pessoas. A conclusão é simples: em dia de eleições, circulam as mensagens do “vota x, do vota y”. Os cordeirinhos levantam-se da cama e lá vão votar na lista do paterfamilias da sua faculdade. Depois do mal feito, limitam-se durante o ano a dizer que a DGAAC não faz nada e que os seus elementos são uma cambada de ladrões e tachistas. Pela frente, assumem sempre uma postura diferente: agradam aos meninos em busca de algo mais do que serem meros estudantes.

É uma triste realidade, é uma triste verdade.


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Encontro de hegemonias

Foto retirada do site oficial do FC Barcelona

Aproveitando a estadia em terras Americanas para a realização de um estágio de pré-época com alguns amigáveis à mistura, os jogadores do Barça decidiram visitar à Casa Branca.

Faltou apenas a presença do Presidente Barack Obama. Contrariamente à recepção por duas vezes feita em anos anteriores aos plantéis de Inter de Milão e Manchester United em semelhantes visitas, o Presidente Norte-Americano não pode receber os campeões europeus em título devido ao problema que afecta actualmente o país (ler o post em baixo).

A galeria de fotos desta visita pode ser vista aqui no site oficial do Barcelona.

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Em que ficamos?

Os Órgãos de Soberania dos Estados Unidos da América não se entendem quanto ao tecto da dívida.

Os Estados Unidos da América estão em risco de claro default. Barack Obama já veio a público alertar sobre as consequências de não se chegar a um acordo que seja favorável ao aumento do tecto da dívida.

A sua dívida continua cotada pelas agências de rating com o fantástico Triple AAA (cotação que ainda garante ao governo Norte-Americano que todo o mundo olhe a compra da sua dívida como um investimento apetecível e de riscos reduzidos) faz com que à análise mais clara da situação do país e do excesso de emissão de moeda fictícia pela Reserva Federal por troca de títulos de tesouro que criam ainda mais dívida (dívida essa que jamais será liquidada e fará o sistema monetário entrar num ciclo vicioso irreversível de criação de mais dívida) gerem a conclusão que existem três caminhos possíveis a seguir, redundando os dois numa situação catastrófica:

1. O sistema monetário internacional continua a servir os propósitos do “establishment” e continuará a actuar nas linhas em que tem actuado até à ruina total do sistema capitalista, gerando a insolvência de todo o tecido económico e financeiro mundial.

2. As agências de rating fazem o favor de baixar o rating da dívida Norte-Americanos já como fizeram à Grécia, Portugal, Irlanda e prolongam esta crise capitalista a um ponto de miséria nunca antes visto pelo homem e com consequências que nem o pior dos péssimistas quer imaginar.

Se a segunda opção for a escolhida, estamos perante um cenário em que países cuja legislação apenas permite investir em dívida cotada como Triple A e que neste momento detém enormes somas de dinheiro para investir resultantes por exemplo de fundos monetários vindos dos resultados positivos da exploração petrolífera como é o caso da Austrália e do Brasil não irão investir nos Estados Unidos, que como tal, estarão impossibilitados pela lei de constituir mais dívida para além do actual limite e haverão menos investidores interessados em comprar a dívida Norte-Americana. Logo será mais que certo que os Norte-Americanos voltem a retirar capital investido no estrangeiro, num efeito bastante parecido com o da Grande Depressão, estalando portanto a pior crise capitalista à escala mundial até hoje vivida.

3. O homem altera as regras do jogo económico ou lança uma ordem alternativa à actual. Porque não a ideia da economia de recursos? Será obviamente complicado pensar como é que a este nível se vão alterar as regras do jogo económico, dado o grau de vício dos agentes económicos e os mecanismos que a economia usa para enfrentar todos os cenários, sejam eles de evolução ou de regressão.

Nesta questão, o mais ridículo é o facto de empresas como a Apple terem mais dinheiro em caixa que o próprio Estado Norte-Americano.

Quando pensamos no Estado Norte-Americano, pensamos numa grandeza macro-económica infinita, inesgotável. Uma multinacional como a Apple tem mais dinheiro em caixa do que o governo Norte-Americano. Graças ao inenarrável truque de aumento da oferta monetária feita entre o governo e a Reserva Federal, que faz com que haja mais dinheiro em circulação do que aquele que realmente tem existência física e que por conseguinte faz que com se exerça ad-eternum o fenómeno de geração de mais dívida, dívida essa que jamais será paga.

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We Trust; I Like

We Trust – Time (better not stop) – single de avanço para álbum a editar em Setembro

Mais um exemplo de musica nacional com qualidade. Selo reconhecido. A primeira experiência musical editada pelo realizador André Tentúgal, criada com o objectivo de fazer boa musica saíndo dos padrões convencionais.

O realizador é desde logo responsável pelos videoclips de bandas e projectos como X-Wife, Mind Da Gap, Old Jerusalem, Os Tornados e Teratron.

O álbum, gravado em Famalicão contou com a participação nos instrumentais do conhecido Rui Maia dos X-Wife e de outros musicos, que à medida que iam passando pelo estúdio iam inventando novos instrumentais para os temas deste álbum.

Aguarda-se com expectativa a edição do álbum, sabendo que pessoalmente poderei desvendar mais do que este single no concerto em Paredes de Coura.

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Metronomy – The Look

Metronomy — “The Look” — Álbum: The English Riviera (2011)

Para já devo considerar The English Riviera como o álbum que me bateu mais fundo neste ano de 2011. Pode não ser o melhor feito até agora neste ano civil, mas ganha em mim o destaque de ter sido o que me despertou mais boas sensações. E depois do fantástico “Nights Out” de 2008 e da expectativa que se gerou como seria o próximo álbum da banda Britânica, os Metronomy sairam-se bastante bem e conseguiram fazer um excelente álbum, mudando em alguns aspectos os trilhos sonoros apresentados no seu álbum de estreia. Se incluir The English Riviera no todo que já foi feito pelos Metronomy, posso dizer que a qualidade aumentou.

O instrumental desta faixa é absolutamente maravilhoso.

A ter em conta dentro de alguns dias em palco na Praia Fluvial do Tabuão. É claro que também espero que toquem esta, pertencente a “Nights Out”:


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Jogões

Santos 4-5 Flamengo no Vila Belmiro.

Neymar bisou; Ronaldinho Gaúcho “se achou fora da balada” e saiu da disco para apontar um hat-trick de jogador de classe mundial.

Ronaldinho tinha uma linha telefónica criada pelos adeptos do Flamengo onde qualquer pessoa poderia denunciar as saídas nocturnas do antigo internacional da canarinha. O mau rendimento do gauchão estava a ser prejudicial ao Flamengo, que o está a pagar a peso de ouro. Facto que começa a ser um dado assente no futebol brasileiro: as equipas reforçaram o seu poderio económico e já pagam salários ao nível dos melhores campeonatos europeus.

Do outro lado, a equipa maravilha do Santos. Nas palavras do escritor e investigador aficionado do Santos Odir Cunha a um documentário que passa na Sporttv com o nome de “futebol mundial” (Odir Cunha já escreveu 7 livros sobre O Peixe) para além dos outros jovens da equipa principal do clube “Neymar e Paulo Henrique Ganso são como os John Lennon e Paul McCartney nos Beatles: não podem ser separados e se separarem não renderão tanto”.

http://www.dailymotion.com/embed/video/xk6dbz

Na antecamara do começo da Ligue 1, o Marseille venceu o campeão em título LOSC Lille Metropole por 5-4 e conquistou a Supertaça Francesa num jogão.

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Adira à AAC. É só vantagens

O 42 da AAC veícula que Eduardo Barroco de Melo deu ontem a primeira facada no seu coordenador da política educativa Samuel Vilela. Não temos para já informações que o confirmem, mas ao confirmarem como informação verdadeira só vêm dar razão às críticas tecidas aqui pelo dono do tasco.

Por outro lado, Vilela e os seus já começam a lucrar. Gabriela Melciú, chegou à poucos dias à coordenadoria das Relações Internacionais e rapidamente ganhou uma viagem à Finlândia à pala.

Adiram à AAC e façam tudo para chegar a uma DG, indiferente de todas as sacanices que terão que fazer a terceiros. Pensem sempre no lucro que a DG trará para a vossa vida presente e futura e nunca o contrário, ou seja, pensar naqueles que legitimam Direcções-Gerais em vez de pensarmos em nós próprios. Lambam os sabões que tenham a lamber e lambam os pés e a carpete se for preciso.

É um claro exemplo para aqueles que não têm dinheiro para passar umas férias em grande ou não querem como se diz na gíria “vergar o aço” num trabalhito de verão para as ter. A AAC ajuda sempre os mais favorecidos.

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Ao nº1 da Padre António Vieira

À AAC. Há muito que o ando a dizer. Existem umas gavetas que precisam de ser abertas. Encontrarão muitas surpresas.

Só este ano voaram no total 5200 euros da Queima das Fitas, sendo 1200 relativos à inscrição de 3 carros do cortejo.

Agora desapareceram 4 mil da tesouraria, sem que a tesoureira ainda tenha dado cabo do rombo efectuado.

E com isto, alguém está a gozar umas belas férias num lugar bem distante.

Em casa de estudantes que pretendem aprender a ganhar responsabilidade na assumpção de tarefas e cargos para obter know-how para o seu futuro profissional, tanto desaparecido de moeda já começa a cheirar a podre.

E o Conselho Fiscal? Que palavra tem a dizer o Conselho Fiscal? E a Comissão-Geral da Queima das Fitas e respectivo Secretariado encarregue da produção do evento? E a tesoureira da Queima das Fitas? E a Comunicação Social sustentada pela casa? Não noticiam? Não tentam investigar? Não se preocupam em obter informações concretas por quem de direito?


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De manhã é que elas sabem bem

Ia eu sem querer ali a passar pela Rua dos Combatentes quando reparei no trio que falava animadamente no Sr. Manel do Safari: Eduardo Barroco de Melo, Diana Taveira e Carlos Barandas. Um encontro de presidentes para uma meia de leite e 1 croissant misto (Eduardo) 2 meias de leite e 4 croissant mistos (Carlos) e meia meia de leite com leite magro e um croissant simples pa menina porque tem de manter a linha, perdão, a teia.

Não quis ir lá incomodar porque já sei o resultado que iria dar: rapidamente começariam os 3 a falar sobre o enorme jogo do Nolito pelo Benfica contra os turcos.

Estariam Eduardo e Carlos Barandas a dizer à Diana que não se pode candidatar para 2012 ou estaria a Diana a jogar um dos seus conhecidos trunfos de cacique ******? Sim, vocês sabem a palavra. De cacique.


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Jerry Jeff Walker – Mr. Bojangles

Jerry Jeff Walker – Mr. Bojangles Live — Álbum: Mr. Bojangles (1968)

Fiquei a saber que este tema,  a par de “Helter Skelter” dos Beatles, são os exitos com mais covers efectuadas por outros autoresinterpretesbandas.

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O gangue dos mortos vivos

Aconteceu na África do Sul.

Reza o mito que o Carlos Paião foi enterrado vivo.

A teoria da conspiração diz que a morte de Jim Morrisson foi encenada pelo vocalista para fugir da ribalta, encontrando-se agora num rancho no Estado do Texas.

Só falta mesmo a Amy Winehouse sair da tumba para snifar uma de coca e dar uma de whisky num destes dias.

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A Standard & Poor´s pois claro

Ameaça descer ainda mais o rating dos pobres Gregos.

Risco de default dizem eles.

No entanto, os Estados Unidos da América também estão em risco de default, mesmo que o Congresso aprove a revisão constitucional que permita ao Governo Norte-Americano aumentar o plafond de contracção de dívida. A Standard & Poor´s ameaça mas logo recolhe a ameaça após declarações do presidente Obama.

E o rating americano continua num magnífico Triple A. Um triple A que continua a permitir que algumas potências emergentes com leis que apenas permitem que os fundos de investimento resultantes da exploração petrolífera possam comprar títulos de dívida de países bem cotados pelas Agências de Rating. Casos do Brasil, da Austrália, de Timor-Leste.

Dois pesos, duas medidas. Para uns, convém afundar. Outros permitem-se a manter.

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CSI Académica

Não, não venho opinar sobre isto. Mas, vontade não me falta.

Desde há muitas décadas a esta parte, a conhecida marca “Nacional” adoptou como estratégia de marketing para escoar os seus produtos o slogan “O que é Nacional é bom”. Tal slogan não poderia estar mais errado no que toca ao caso da Académica. Na AAC, o slogan mais deverá assemelhar-se a “se é política ou dinheiros, deve-se desconfiar do produto” ou neste caso das intenções que estão por detrás do produto. Publicidades à parte, não vos venho falar da caça ao tesouro ao bago desaparecido, mas sim do último Conselho Inter-Núcleos.

Para quem se lembra daquela terrível série policial com que a SIC nos brindava todas as madrugadas (ainda brinda?) intitiulada de CSI Miami, será fácil para vós recordarem-se do gesto que “Horatio Cane” (personagem fictícia que era o chefe dos chefes lá dos investigadores) fazia antes de concluir cada episódio e arquivar o caso: retirava os óculos.

Por detrás de “Horatio Cane” estava uma autêntica máquina de investigadores que era capaz de descobrir os assassinos nem que derramassem 0,000000000000001 ml de sangue no roupão da vítima ou na sua peúga. Nem mesmo “Horatio Cane será capaz de vir ao nº1 da Padre António Vieira tentar descobrir quem levou o dinheiro, perdão, o bago.

Pois bem, no último Inter-Núcleos, o nosso Amável Zé (segundo a consulta deste blog a 3 presidentes de núcleo sobre esta questão) fez questão de brincar aos CSI na Padre António Vieira.

Na berlinda, a reunião servia para eleger o secretariado permanente do Inter-Núcleos, ou seja, para que mais alguém pudesse postar a obtenção de mais um tachinho na sua página de facebook.

À moda da Académica, Eduardo Barroco de Melo lançou nas fileiras o presidente do seu núcleo, o de bioquímica. O sempre Amável Zé lançou Ricardo Quaresma, o presidente lá dos Mecânicos do Pólo II, não o jogador de futebol.

Eis que Dino Alves, presidente do NEEAAC decidiu por cobro aquela aventura da dupla da DG candidatando-se ao tal secretariado. E Dino, retribuíndo a amabilidade de o terem tentado passar a patacos, lá venceu com 9 votos contra 8 do presidente do núcleo de mecânica e 3 por parte do presidente de bioquímica, cujo nome não me lembro mas também não deve interessar ao Menino Jesus.

O Amável Zé, desconfiado com a coisa decidiu investir pessoalmente, numa índole,  de calmamente ir buscar os votos dos presidentes de núcleo e a acta das assinaturas das presenças da reunião para investigar as tintas dos documentos com o âmbito de ver quem tinha votado em quem. 

Esperto este nosso amável colega. Assim, facilmente o Zé queria conseguir descobrir quem traiu os Consules da AAC e quem se prepara para ajudar os Brutus deste mundo a tentar a machadada (sim porque a ser facada tem que ser com uma faca japonesa) no Consulado do 2º piso.


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Two Door Cinema Club

Two Door Cinema Club – Something can Work — Álbum: Four Words to Stand On (2010)

Mais uma banda para ver dentro de alguns dias pelas margens do Tabuão.

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Inacreditável e Repudiante

O cenário de destruição, as mortes, a loucura que leva a psíque humana a cometer actos bárbaros contra inocentes.

Inacreditável o facto de ter sido planeado, projectado e executado por um homem só.

Repudiante, vergonhoso para a humanidade.

O manifesto de 1500 páginas de  Breivik pode ser lido aqui.

Os vídeos: aqui e aqui obecedendo ao requisito de verificação de idade e conta no youtube o primeiro. O segundo, uma reportagem detalhada sobre o homem que espalhou a carnifina na ilha de Utoeya.

Puro silêncio. A humanidade precisa de uma vez por todas reflectir no caminho que está a seguir.

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