Monthly Archives: Dezembro 2012

Paulo Rocha (1935-2012)

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a Roma ganhou mas..

stephen el sharaawy

É um prazer ver crescer mais um talento do futebol mundial como o é Stephen El-Sharaawy.

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dixit

“A Newshold, como a (des)conhecemos não pode controlar a RTP. Se um dia controlar a Cofina, o meu destino está traçado. Traçado por mim: obviamente, demito-me”

Pedro Santos Guerreiro, director do Jornal de Negócios.

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Para a próxima não vai um, vão 1000

publico 3

Como se não basta, o PM ainda fez figura de coitadinho (mais um discurso arquitectonicamente bem construído) onde afirmou que 2012 foi o pior ano desde 1974. Não mede as palavras. Pior, não mede as consequências futuras que estão nítidas para 2013. Quando chegarmos a Abril veremos o estado ruinoso do país e dos portugueses.

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Para toda a minha geração, ou quase toda vá, este trojan na nossa cabeça dificilmente irá sair pela ruptura que causou com o que era feito ao nível de rock até então. Dizem outros, mais entendidos, que este foi o álbum que salvou o rock. Os nossos ouvidos cresceram e descobriram outras coisas, umas mais apelativas, outras menos. Há quem tenha ficado marcado para sempre na batida dos Strokes e da vaga nova iorquina e britânica que os strokes criaram. Há quem procure coisas novas e descarte as antigas, com muito mais qualidade na construção e evolução da própria história musical, há quem agora afirme o alternativo como mainstream e o mainstream banal como alternativo. Eu continuo a pensar que os Strokes não salvaram coisa nenhuma. Antes dos Strokes já existiam os New York Dolls, os Television, os Velvet Underground, tudo saído da bela fonte musical que é Nova Iorque. Bastará para tal ouvir os Is This It em comparação ao Marquee Moon e constatar que Casablancas é apenas um Verlain refinado e Hammond Jr. (cujo pai é um guitarrista de respeito, diga-se) uma versão artificial construída por pedaleiras de Jimmy Rip.

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daquelas parvoíces de sexta ao almoço

Quando em 2007 Bernd Schuster tomou conta do destino do Real Madrid, uma das primeiras perguntas que fiz a mim mesmo foi precisamente: não me lembro de ter visto Schuster jogar. Até que por ironia do sorteio da Liga Europa, Bayer Leverkusen e Benfica irão defrontar-se e, como não podia deixar de ser, a imprensa deu destaque a este magnífico jogo que remonta à época 1993\1994. Afinal vi Schuster jogar.

Lembro-me deste jogão com alguma clareza até porque estava a torcer pela equipa dos farmacêuticos. A equipa do Benfica, com Schwarz, Kulkov, Yuran, Valdo, Ailton, Abel Xavier, Rui Costa, João Vieira Pinto entre outros, comandada por Toni (o que é que tu queres caralho? Não é falta do Assam caralho?) era uma super equipa e acabou de resto por vencer o campeonato nesse ano. Do outro lado Paulo Sérgio (veio a protagonizar um dos melhores ataques da história do futebol no Bayern de Munique anos mais tarde com Neuville, Jancker, Zickler e Giovanne Elber) Schuster e aquela máquina de golos que a minha memória já me tinha varrido: o panzer Ulf Kirsten.

Ver de novo estas imagens causa-me uma enorme dicotomia: se é certo que actualmente presencio a uma das épocas de ouro do futebol (já começa a ser inquantificável a panóplia de jogadores habilidosos no futebol actual), também é certo que recordo com saudades estes tempos em que o futebol (nacional e internacional) chegava a conta gotas a nossa casa por via das transmissões da RTP 1 e 2 (liga, competições europeias e um joguito da Premier na 1 e na 2 ao sábado à tarde) e posteriormente (já no final da década de 90) pela SIC (alguns jogos da Taça, do campeonato e de ligas estrangeiras nas tardes de semana) e TVI (as habituais noites de domingo em que a estação de Queluz nos brindava com um jogo em diferido da Liga Espanhola e da Serie A). Ainda num destes dias comentei isso com o João Borba: com a revolução das telecomunicações, é raro um dia em que não tenhamos um bom jogo de futebol para ver e temos todas as ferramentas de informação para seguir as incidências do futebol ao minuto. Naqueles tempos, chegávamos até a ver o Sporting para as competições europeias no café pois quando jogava fora apenas conseguíamos apanhar o directo numa televisão estrangeira (lembro-me que em 1994\1995 vi no café do Ti Eduardo o Sporting a jogar em Santiago Bernabéu contra o Real Madrid de Laudrup e Zamorano) e conheciamos os jogadores praticamente por cromos e para sabermos o andamento da coisa tínhamos que chatear o nosso avô a comprar o desportivo. De vez em quando lá os víamos jogar numa competição internacional de clubes ou selecções. A informação contudo não nos agradava porque era escassa. Mas agradavam-nos outros factores: os dias de competições europeias do nosso clube eram vividos desde o acordar até à hora do jogo com muita ansiedade assim como os derbys. Em dia de Benfica vs Sporting ou Sporting vs Porto, acordava louco porque aquele era o dia. Depois, eram as transmissões do Tovar, do Gabriel Alves, do Perestrelo, as suas expressões típicas, as suas calinadas, no caso do Tovar, a sua sabedoria de futebol, sabedoria à qual o Luis Freitas Lobo ainda terá que comer muita sopa para alcançar.

Fica a nota. Assim como fica a memória do jogo em que Rui Costa, no seu estilo elegante, fez 3 assistências.

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quem escreveu isto é pura e simplesmente um rei e tem a minha vénia

elias

relativo a:

O jogador mais caro do Sporting (9 milhões ao Atlético de Madrid), titular da selecção brasileira, com um ordenado de 100 mil euros mensais, prova ser um gajo extraordinário para trabalhar na atribuição das estrelas Michelin a restaurantes de São Paulo via twitter. No campo é outra história. Talvez seja muito feijão com arroz acumulado na bucha. Guilherme Fogaça, tens a minha vénia.

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pela porta do cavalo

os chineses aproveitam-se da confusão teórica destes neoliberais da tanga e sabem perfeitamente que o sector em questão jamais será liberalizado. por isso, toca a investir no que jamais deveria ser privatizado para pagar contas atrasadas do estado, perdão, do sócrates. juro que tento perceber a cartilha neoliberal em Portugal mas confesso que tenho dificuldades: privatiza-se o indevido, não se liberalizam os monopólios. cartilha neoliberal decente será aquela que aplicar a receita da liberalização para que haja concorrência. no entanto, sabendo que a cartilha friedminiana também prevê que neoliberal que se preze, tenderá a baixar os impostos face à posição redutora do estado na economia, está tudo, a bom ver, desregulado. não só nos mercados como nas cabeças pensantes dos ministérios das finanças e da economia.

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a parábola dos fariseus, segundo Passos Coelho

“Vinte por cento dos rendimentos mais altos têm 33% do rendimento que é redistribuído, 20% dos rendimentos mais baixos apenas conseguem 13% do rendimento redistribuído. Isto está invertido, não é ideal de justiça para ninguém”

Aqui temos mais um exemplo, grandioso, exponencial, semantico-arquitectonicamente bem construído, a cair nas graças das festividades Natalícias do pensamento do nosso primeiro-ministro. A lógica está toda lá, falta executá-la não é borrego?

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será?

O Efromovich não tinha 20 milhoezecos para dar pela TAP querem ver? Ou será que o Relvas voltou a atolar-se tanto que o governo chegou ao ponto de considerar que era melhor congelar a coisa? Ou os angolanos disseram que não, que não podia ser? Ou será que a proposta era mais um embuste deste governo para dar pérolas a porcos? Ou será que perceberam à última da hora que a TAP, bem gerida, poderá constituir-se um activo de excelência para o futuro do Estado? 

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apartment story

Boxer.

“Oh we’re so disarming darling, everything we did believe
is diving diving diving diving off the balcony
Tired and wired we ruin too easy
sleep in our clothes and wait for winter to leave”

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se amanhã é o fim do mundo, este era o fim na cacetada

ali

Frazier-Ali: clash of Titans! 1971!

É espectacular a quantidade de documentários e videos relacionados com este combate, muitos dos quais o visionamento me deram prazer.

Aqui, aqui, aqui

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os maiores e o maior :)

os maiores adeptos do mundo (no ano passado rezavam para não descer de divisão; este ano estão em 5º e continuam insatisfeitos porque querem mais, querem a Viola a lutar pelo título) e o maior presidente do mundo, Andrea Della Valle.

a velhinha pediu e Della Valle acedeu na sua meravigliosa simpatia: “uma camisola do Viviano para esta senhora porque as promessas, mantenho-as sempre”

depois o puto diz: “obrigado por teres construído esta fantástica equipa”

Andrea Della Vale é um showstopper onde quer que passe na cidade de Firenze. É um gentleman à antiga, com um brio profissional e pessoal e com uma simpatia que não é deste mundo, que não está ao alcance de todos.

É por estes momentos que este clube é enorme!

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:)

A Fiorentina acabou de eliminar a Udinese da Taça de Itália. Venha a Roma, venha a desforra!

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