Tag Archives: Festivais de Verão

não sei porquê mas acho que vai ser do caraças!

Anúncios
Com as etiquetas , , ,

parolos

Thom Yorke e os irmãos Greenwood andaram uma década a gozar com o povo português.

Andaram literalmente a encher o cú de ilusões ano após ano aos Portugueses numa eventual presença em Portugal e agora, aparecem do nada para actuar no Festival mais medíocre que existe neste país.

Agora reaparecem sorridentes. Na pior merda de festival que existe em Portugal. Os tolinhos, sim, aqueles que só gostam de Radiohead porque se fartam de cantar a “Creep” no caminho de casa para o trabalho, já andam todos doidos a dizer que não podem faltar ao concerto – só para ouvir a “Creep” está claro. Eu cá afirmo-o já: não vou ver Radiohead ao Alive nem que me paguem. E os Radiohead para mim são sagrados.

Não vou porque desde já jurei que nunca ia meter os pés no Alive. Não vou trocar o Optimus Primavera Sound do Porto e Paredes de Coura, nem que ao Alive venham os Radiohead e uma banda composta pelo Papa Bento XVI, Mick Jagger, Paul McCartney, Madonna e a Chicholina.

Não vou porque não vou estar hora e meia a ouvir o King of the Limbs e o InRainbows.

Não vou porque sou capaz de dar umas porradas a todos os posers que começarem a cantar a “Creep” ao meu lado.

Não vou porque o Thom Yorke começa-me a meter fastio.

Este filme já é antigo. Lembra-me o filme dos Pearl Jam em Portugal. Durante anos cagaram por completo no país da Europa com mais ratio de fans em proporção à população existente e de um momento para o outro lembraram-se que existimos e começaram a vir cá todos os anos.Daí que toda a gente adore o Eddie Vedder e eu, apesar de não esconder que adorava os Pearl Jam na minha adolescência já nem o suporto ouvir.

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Optimus Primavera Sound Porto

Bjork, Neon Indiana, Jeff Mangum (guitarrista dos Neutral Milk Hotel) Codeine, Other Lives e Yo La Tengo os primeiros nomes confirmados. Só pelos Yo La Tengo, já vale o meu bilhete.

Com as etiquetas , , , , ,

Paredes de Coura (7)

Smother é claramente um dos álbuns do ano. No mesmo dia em que os Wild Beasts se apresentavam na abertura de mais um festival em Coura, lia uma crítica ao seu álbum na Blitz do mês de Agosto que afirmava que o colectivo inglês se propunha a salvar a pop. Críticas à parte, lembro-me de ter comentado com o Pedro Nora acerca da qualidade do novo álbum e de um sentimento do qual apenas me apercebi depois de ter visto a banda ao vivo: mesmo com um caminho trilhado com a edição de 3 álbuns, os Wild Beasts tem um registo diferente ao vivo em relação aos seus trabalhos de estúdio. Com uma instrumental muito forte, arrancavam cada tema num ritmo frenético que por vezes fazia lembrar os !!!. Cabe talvez à banda definir o caminho que deverão seguir no futuro.

À falta de “Bed of Nails” ficam com o registo de “Albatross”. Erro claro da organização foi ter colocado esta banda no palco secundário. O som não foi dos melhores, à semelhança daquilo que aconteceu no concerto seguinte dos Crystal Castles. Pela sua qualidade, os Wild Beasts mereciam o palco principal. Pode ser que regressem com outro estatuto numa edição futura do festival.

Com as etiquetas , , , , , , ,

Paredes de Coura (6)

Omar Souleyman. Directamente da Síria para o palco secundário de Paredes de Coura.

Simplesmente o maior!

Com as etiquetas , , , ,

Paredes de Coura (5)

Atlas, Mirrored, Tonto,  um baterista de grande classe, espelhos, uma variedade interessante de instrumentos e muita, muita entrega em palco.

São as short-keys do concerto dos Battles.

1. Atlas. O mais divertido tema dos Battles foi o último tema a ser tocado. Sem grandes euforias, fez abanar a cabeça às centenas pessoas que se espalhavam na relva da praia fluvial do tabuão à espera de outros nomes mais aguardados na npite de festival em questão como Deerhunter, Kings of Convenience, Marina and the Diamonds e Metronomy, estes últimos a actuar no palco after-hours.

2. Mirrored e os espelhos. O álbum dos Battles, datado de 2007, é de uma qualidade assombrosa. Em concerto (como já tinha visto com Legendary Tigerman) o quarteto nova-iorquino (em Coura apresentou-se apenas como trio) constituído por Ian Williams, John Stanier, Dave Konopka e Tyiondai Braxton optou pela utilização de um grande espelho com projecção de imagem onde apareceram “in-loco” as colaborações vocais que a banda utilizou na sua obra.

3. Um baterista de imensa qualidade. Agradeço a info que o Pedro Nora me deu, algumas horas depois do concerto. John Stanier tem um talento incrível. Daí que já tenha sido baterista dos Helmet e ainda seja membro dos Tomahawk, um dos muitos projectos de Mike Patton (Faith No More). Banda que já chegou no passado a actuar algumas vezes entre nós.

4. Uma variedade de instrumentos muito grande e muita entrega em palco. Conhecia o trabalho de estúdio dos Battles. Com o concerto em Coura fiquei absolutamente fã desta banda nova-iorquina. Daí que espere que com alguma ansiedade o próximo trabalho.

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , ,

Paredes de Coura (4)

A banda de Atlanta, Geórgia, Estados Unidos da América regressou a Portugal, dois anos depois do último concerto em Lisboa (agradeço à leitora M. pela correcção)

Na bagagem, a banda de Bradford Cox trouxe um concerto de cerca de 1 hora e 10 minutos onde revisitou alguns dos temas mais marcantes da sua discografia. O mítico “cryptograms”, o recente “halycon digest” (álbum onde pertence Memory Boy, tema que podemos ouvir em cima) e “microcastles” saíram de forma fluída, num concerto bastante interessante da turma norte-americana.

Pelo meio, Bradford Cox, quase em diálogo com a plateia ia largando alguns mimos ao público português. Afirmou que tinha gostado de actuar em Barcelos, que um dia sonhava viver em Lisboa ou no Porto porque são cidades com muito “sol” em contraste ao nevoeiro da sua cidade natal; gostaria de voltar a actuar mais vezes em Portugal. Por mim, os Deerhunter são muito bem vindos.

Para o fim do concerto estava guardada “Nothing Ever Happened” do álbum “microcastles”. Um tema de longa duração que entusiasmou os fans presentes no tabuão e que Cox e companhia tiveram o dom mágico de prolongar ainda mais. No meio do excelente solo do tema, o vocalista dos Deerhunter não se coibiu de misturar temas e cantar a parte inicial de “Horses” de Patty Smith, facto que levou o público ao êxtase.

Com as etiquetas , , , , , , , ,

Paredes de Coura (3)

George Lewis Jr., ou como quem diz na gíria musical “Twin Shadow” veio à Praia Fluvial do Tabuão mostrar que existe (ler crónica do público acerca do álbum Forget) que é um músico bastante eclético e consegue mudar a roupagem das canções de um dos melhores álbuns do ano passado.

Começou por “Shooting Holes”, acabou o espectáculo no mais recente single de Forget “Tether Beat” – revestiu todo o álbum com uma camada de guitarra, cuja afinação ao nível de som demorou mais de 20 minutos mesmo em frente ao público de Coura. As melodias de “Forget” tornaram-se mais rock, algo que depois pude comprovar como desgosto de alguns festivaleiros no seu feed acerca do concerto do músico nascido no Brooklyn.

Na minha opinião, mesmo apesar de me ter colado bastante no álbum durante algumas semanas, não me desgostou a sonoridade ao vivo do músico Norte-Americano. É sinal qb para ousar pensar que o próximo projecto poderá ter um som bastante diferente do anterior. Veremos então se George Lewis Jr. terá capacidade para ultrapassar o exito de “Forget”.

Com as etiquetas , , , ,

Paredes de Coura (2)

Kings of Convenience.

À partida, seria um dos concertos que tenderia a descartar em prol do convívio com a malta. Fui e não me arrependi. Conjuntamente com Marina and The Diamonds, foram os dois concertos que me surpreenderam pela positiva.

A dupla norueguesa constituída Erlend Øye e Eirik Glambek Bøe + os dois músicos que trouxe ao Tabuão, começou por surpreender o público presente na colina com a afirmação que estava a curtir o festival ao pé do povo no acampamento. Vantagens da UE, organização ao qual os noruegueses não pertencem, queixava-se Erlend a meio do concerto.

Basta ler esta excelente crónica aqui para o comprovar.

A dupla Nórdica passou a pente fino os grandes temas dos seus álbuns de originais, sempre numa postura que fazia lembrar a dupla Paul Simon e Simon Garfunkel, acabando o concerto com 3 temas de arrepiar: “Boat Behind” onde o público fez questão de entoar por mais de 10 vezes o fofo refrão “oh wowow wowowow, i can´t never belong to you”; I´d rather dance e um encore onde a dupla entoou uma fantástica versão de “Corcovado” do mítico Tom Jobim, onde Erlend até imitou com as suas cordas vocais o solo final de trompete e Eirik cantou em português quase perfeito. 

Pelo meio, os norugueses não se coibiram de expressar a frase que tinham aprendido pelo acampamento: “é divertido tocar em portugal”. Foi tão divertido para nós como para eles. Voltem sempre. Terão as portas do Tabuão abertas para o regresso.

Com as etiquetas , , , , , , , , , , ,

Paredes de Coura (1)

Estrela pop no meio de rockeiros, Marina and the Diamonds foi uma escolha ganha pela organização de Paredes de Coura, mesmo com a antemão de anteceder ao concerto dos Metronomy.

Marina, metade grega, metade britânica, entrou em palco com uma energia fenomenal e sacou da excelente voz que possuí para cantar o repertório que possuí graças a 1 álbum e 3 EP´s já editados. A jogar quase em casa graças ao cheio e animado anfiteatro de Paredes de Coura, Marina não se coibia em fazer algumas poses bizarras durante a rodagem dos temas da sua jovem carreira.

Destacou-se pela positiva. A partir do clique neste video de youtube poderão ver todo o concerto em Paredes de Coura

Com as etiquetas , , , , , ,

Pdc ´11

Grandes concertos, grande ambiente, grande espírito de entreajuda, grandes conhecimentos, grandes amizades, grandes e sinceras conversas, grandes momentos de descanso e diversão, grandes momentos de humor…

Ano após ano, voltamos ao mesmo sítio. No final, saímos sempre com um sorriso estampado no rosto. Tenho a certeza que se pudessemos, ficavamos pelo menos um mês no mesmo ritmo destes últimos 6 dias. 

Ao nível de concertos, pela positiva Deerhunter, Pulp, Twin Shadow,  Metronomy, Kurt Vile, Two Door Cinema Club, Warpaint, Blonde Redhead, Omar Souleyman, Trail of Dead, Crystal Stilts, Battles, Kings of Convenience, Linda Martini e Marina & the Diamonds e Mogwai.

Pela negativa, Crystal Castles (o péssimo som do palco after-hours prejudicou claramente a qualidade do concerto), Wild Beasts (expectativas goradas) e os cancelamentos dos concertos de Foster The People e Jamaica sem que a organização tivesse capacidade de responder a curto prazo com bandasartistas de relevo. 

Para finalizar, queria dedicar este pequeno post (terá desenvolvimento nos próximos dias) a este conjunto de pessoas: Tiago Faísca, Ricardo Faísca, Ricardo “BatmanHaircut” Flores, Ana, Patrícia, Joana, Inês, Quim, Nuno Miranda (e respectiva cambada) Luzio (este festival é o melhor de sempre pá) Pedro “Chuck” Nora, Johnny Gil, Quim, António Sérgio (pela conversa franca que tivemos esta madrugada) e à miúda de Leiria cujo nome nunca cheguei a obter mas cuja boa-vontade me livrou de me ter afogado no Coura com o barco de borracha que o chinês não quis regatear connosco!

Sem vocês, Paredes de Coura não seria a mesma coisa! Obrigado! Pró ano voltaremos!

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Pausa

O Entre o Nada e o Infinito interrompe a postagem até segunda-feira. Pelo meio, encontramo-nos na Praia Fluvial do Tabuão para mais uma edição do Festival Paredes de Coura. No meio de tanta crise, ainda conseguimos arranjar maneira para 6 dias de descanso e muita musica de qualidade.

Na simpática vila minhota, estaremos atentos aos concertos de Black Bombain, Crystal Castles, Wild Beasts, Pulp, Blonde Redhead, Warpaint, Crystal Stilts, Twin Shadow (infelizmente We Trust coincide no mesmo período no palco secundário) Kings of Convenience, Deerhunter, Battles, Chappel Club, Jamaica, You Can´t Win Charlie Brown, Metronomy, Death From Abovo 1979, Mogwai, Two Door Cinema Club, Linda Martini, Kurt Vile (isto se não colocarem uma banda interessante para o lugar de Foster The People) Peixe:Avião e Orelha Negra.

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

We Trust; I Like

We Trust – Time (better not stop) – single de avanço para álbum a editar em Setembro

Mais um exemplo de musica nacional com qualidade. Selo reconhecido. A primeira experiência musical editada pelo realizador André Tentúgal, criada com o objectivo de fazer boa musica saíndo dos padrões convencionais.

O realizador é desde logo responsável pelos videoclips de bandas e projectos como X-Wife, Mind Da Gap, Old Jerusalem, Os Tornados e Teratron.

O álbum, gravado em Famalicão contou com a participação nos instrumentais do conhecido Rui Maia dos X-Wife e de outros musicos, que à medida que iam passando pelo estúdio iam inventando novos instrumentais para os temas deste álbum.

Aguarda-se com expectativa a edição do álbum, sabendo que pessoalmente poderei desvendar mais do que este single no concerto em Paredes de Coura.

Com as etiquetas , , , , , , , , , , ,

Metronomy – The Look

Metronomy — “The Look” — Álbum: The English Riviera (2011)

Para já devo considerar The English Riviera como o álbum que me bateu mais fundo neste ano de 2011. Pode não ser o melhor feito até agora neste ano civil, mas ganha em mim o destaque de ter sido o que me despertou mais boas sensações. E depois do fantástico “Nights Out” de 2008 e da expectativa que se gerou como seria o próximo álbum da banda Britânica, os Metronomy sairam-se bastante bem e conseguiram fazer um excelente álbum, mudando em alguns aspectos os trilhos sonoros apresentados no seu álbum de estreia. Se incluir The English Riviera no todo que já foi feito pelos Metronomy, posso dizer que a qualidade aumentou.

O instrumental desta faixa é absolutamente maravilhoso.

A ter em conta dentro de alguns dias em palco na Praia Fluvial do Tabuão. É claro que também espero que toquem esta, pertencente a “Nights Out”:


Com as etiquetas , , , , ,

Two Door Cinema Club

Two Door Cinema Club – Something can Work — Álbum: Four Words to Stand On (2010)

Mais uma banda para ver dentro de alguns dias pelas margens do Tabuão.

Com as etiquetas , , , , ,

À chuva

A fotografia mostra o carismático vocalista dos Pulp Jarvis Cocker, num concerto num festival de verão na Polónia.

Mesmo perante a chuva torrencial que caiu durante o concerto, a banda inglesa não arredou pé.

No próximo mês, faça chuva ou faça sol lá estaremos para ver uma das melhores bandas brit de sempre no Festival Paredes de Coura:

Pulp — “I Want you” — Álbum: Freaks (1986)

“It doesn’t hurt to say I want you,
I need you
I never thought I’d say I need you,
I’ll keep you,
oh yes I’ll keep you and I’ll throw myself away, away, away,
and I’ll break you
because I lose myself inside you,
I’ll make you
fit in the space that I provide you, I’ll take you,
oh yes, I’ll take you just to push you far away, away, away…”

Com as etiquetas , , , , , ,

Foster the people – Pumped up Kicks

Foster The People — “Pumped Up Kicks” — Álbum: Torches (2011)

Excelente álbum de estreia para a banda de Los Angeles, que passa por Portugal na próxima edição do Festival Paredes de Coura. Este single é absolutamente delicioso.

Com as etiquetas , , ,

Metronomy – The Bay

Metronomy — “The Bay” — The English Riviera (2011)

Os Metronomy passam pelo palco da Praia Fluvial do Tabuão no próximo dia 18 de Agosto na edição deste ano do Festival Paredes de Coura.

Com as etiquetas , , ,

Paredes de Coura nos 10 melhores da Europa

Segundo um blog de música Espanhol.

Relembro que a edição deste ano decorre entre 17 e 20 de Agosto na Praia Fluvial do Tabuão em Paredes de Coura, tendo um cartaz de luxo onde se destacam Pulp, Mogwai, Two Door Cinema Club, Deerhunter, No Age, Metronomy, Crystal Castles, Crystal Stilts, Blonde Redhead, Twin Shadow, Death From Above 1969, Warpaint, Esben & The Witch, Marina & the Diamonds, entre outros.

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Coladíssimo

Neste “brand new sound” dos Norte-Americanos Crystal Stilts, que passam por cá no Verão na próxima edição do festival Paredes de Coura.

Com as etiquetas , , ,