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História do Futebol #7

O penalty que está na ordem do dia.

1976. Sepp Maier tinha 1,87m mas era um autêntico monstro das balizas. Contava na altura mais de 70 internacionalizações pela Alemanha, era o titular da selecção germânica desde 1966 e o guardião da baliza do poderoso Bayern de Munique da década de 70.

Antonin Panenka era um 10 virtuoso conhecido pela excelência do passe e por ser um exímio marcador de bolas paradas. Em 1976 representava o modesto Bohemians de Praga, histórico checo que agora milita na 2ª divisão e passa por grandes dificuldades financeiras.

O final do euro´76 estava demasiado agressiva. A Alemanha Ocidental, comandada pela espinha dorsal do Bayern (Beckenbauer, Uli Hoeness, Sepp Maier) e por outro grandes jogador do futebol germânico que na altura representava o outro histórico alemão da altura, o Borússia de Moenchagladbach (Berti Vogts) empatava a duas bolas contra uma inexperiente (ao nível internacional) Checoslovaquia comandada por Panenka. A Alemanha, recordo, era a campeã europeia em mundial em título nesse europeu que se disputou em conjunto pela Sérvia e pela Croácia.

O jogo foi para as grandes penalidades. No penalty decisivo, Panenka brindou o mundo com um dos melhores momentos da história do futebol. A Checoslovaquia conseguia no Maracana de Belgrado (actual estádio do Estrela Vermelha) a sua única vitória internacional. Apesar da equipa ter alguns eslovacos, a eslováquia rapidamente desapareceu das altas esferas do futebol internacional, tendo participado uma única vez (enquanto país independente) numa fase final de uma competição internacional, mais precisamente no mundial de 2010 na África do Sul. Já a República Checa obteve resultados de destaque desde então. Em 1996 a selecção Checa (diga-se a bom da verdade que a selecção checa de 96 não tinha muito mais experiência internacional que a antecessora de 76) haveria de sofrer a vingança dos Alemães na final do Euro disputado em Inglaterra, naquele jogo onde ficou célebre o então jogador da Udinese Olivier Bierhoff.

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Há 3 meses atrás, Alessandro Diamanti nem sonhava que podia ser um dos convocados por Césare Prandelli para este europeu. À sua frente na lista estavam avançados muito mais poderosos (e eficazes) como Alessandro Matri,  o seu colega de ataque no Bologna Robert Aquafresca, Floro Flores, Gianpaolo Pazzini, Pablo Osvaldo, Raffaele Palladino, David Lazanfame, Alberto Gilardino, Giuseppe Sculli e até o histórico Fabrizio Miccoli.

Diamanti assim como o jovem avançado da Juventus Emmanuele Giaccherini acabaram por cair no gosto de Prandelli e causaram espanto na convocatória italiana. Diamanti já tinha feito uma boa época em Inglaterra em 2009\2010 ao serviço do West Ham e nem mesmo apesar dos 8 golos somados na Série A desta temporada faziam dele o melhor marcador da equipa (o melhor seria o veterano Marco Di Vaio que recentemente se desvinculou do clube e assinou por uma equipa canadiana). Já Giaccherini jogou apenas 14 jogos na condição de suplente na Juventus de Antonio Conte, tendo apontado apenas um golo. A olhos grossos, tendo em conta o histórico italiano aberto pelos precedentes Paolo Rossi e Squillaci (eram jogadores de clubes de meio da tabela quando jogaram o mundial de 82´e 90´) a história parecia repetir-se..

Com jogadores no banco como Giovinco, Di Natale e Fabio Borini, é Diamanti quem tem saltado do banco como primeira opção do seleccionador italiano Césare Prandelli. E como é de conhecimento de todos, Di Natale é aquele player talhado para este tipo de palcos. Diamanti nunca foi um finalizador nato: prova disso foram os 70 golos que apontou em 288 jogos como profissional. Não quero com isto dizer que Diamanti não seja finalizador, mas, não é propriamente aquele matador ao estilo Vieri ou Inzaghi. No entanto, Alessandro Diamanti tem outras características que o tornam especial: tem tecnica, tem muita força e incute muita garra no ataque de quem representa, nunca dando uma bola como perdida. Foram essas as características que motivaram Prandelli a convocá-lo para o europeu, tomando em consideração o facto de Di Natale, Cassano e Balotelli serem tecnicistas natos, o facto de Borini ser um excelente finalizador mas ainda ser inexperiente e Giovinco ser um trequartista que cria muito jogo mas não finaliza.

Hoje Diamanti entrou para jogar atrás de Balotelli. E não desiludiu. Tentou 3 jogadas individuais, apareceu tanto na esquerda como na direita como no miolo e na altura da decisão mandou os Ingleses de volta para terras de sua majestade.

Diamanti foi o espelho de uma selecção italiana que nunca desilude. Futebol curto e vistoso, pautado com rigor por Pirlo e De Rossi, criativo lá na frente por Balotelli e Cassano, se bem que o jogador do City não esteve nos seus dias. Exceptuando em dois lances (aquele na primeira parte em que Buffon defende um remate a uma mão e aquele em que Bonucci tira o golo a Ashley Young) a matreira Inglaterra viu jogar a Squadra Azzura. Foram incontáveis as vezes que Cassano rompeu pela esquerda e que Abate rasgou o flanco direito. As próprias estatísticas de jogo não traem o meu raciocínio. A Itália fez 35 remates (20 à baliza) e eu não me lembro de ver uma selecção tão avassaladora numa fase final de um europeu. Faltou eficácia é certo, principalmente de Balotelli: o jogador do City dispõe de 5 oportunidades de golo. Mais, só mesmo a selecção Portuguesa no jogo frente à Dinamarca. Descurando a percentagem de posse de bola, a Itália conseguiu completar 800 passes. Sim, 800 passes. A Selecção Espanhola, em jogo normal, faz cerca de 650 e esse número já é por si um abuso por completo. Só Pirlo fez 140 desses 800 passes. Marchisio 117. Impressionante.

Muito se pode gabar a Inglaterra de ter conseguido aguentar o jogo para os inevitáveis penaltis. Nos últimos 22 anos, esta é a 6ª vez que a Inglaterra é eliminada nas grandes penalidades numa fase final de uma competição internacional. Maldição de Paul Gascoigne? Maldição ou não, Steven Gerrard, Joe Hart e Theo Walcott não mereciam uma eliminação tão dura pelo que fizeram durante o europeu. O 4 de Liverpool renasceu e esteve ao nível do Super Steven de 2005. A jogar na direita, como mandam as regras. O extremo do Arsenal bem correu mas foi dizimado por um exemplar Balzaretti, jogador do Palermo que foi mais uma das apostas de Césare Prandelli (cruzaram-se os dois na Fiorentina em 2007\2008 e desde aí o seleccionador italiano nunca mais prescindiu do lateral-esquerdo nascido em Turim e formado no Torino).

A Itália joga quinta frente à Alemanha, num jogo que promete. Duas equipas que jogam a um ritmo avassalador. Os Alemães, muito moralizados pelo excelente 2º tempo contra os Gregos. A Itália, ligeiramente fatigada pelo prolongamento de hoje mas rica em soluções. Alemães e Italianos são muito fortes fisicamente e creio que o factor que vai contar nesta meia-final será o factor psicológico: vencerá a selecção que demonstrar mais vontade para jogar em Kiev. Um bocado ao contrário do jogo de paciência que prevejo para o Portugal vs Espanha.

Espero portanto que quinta-feira a dita final combinada pelo senhor Platini seja alterada por portugueses e italianos. Para que tenha vergonha e se demita do principal órgão do futebol europeu, cargo onde só tem causado problemas e celeumas. A bem da espectacularidade do futebol europeu.

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breve análise à fase de grupos do euro 2012

Grupo A

O Grupo A começa com um empate entre uma das selecções a jogar em casa (Polónia) e a Grécia de Fernando Santos. Num jogo muito mal jogado do ponto de vista técnico, as duas selecções haveriam de empatar com duas expulsões pelo meio. Desde logo se denotou que o segredo de Fernando Santos para a selecção Grega não era mais do que aquilo a que a Grécia nos tem habituado desde 2004: defender bem e apostar no contra-ataque, quase sempre conduzido pelo eterno Giorgios Karagounis. Do jogo contra a Polónia surgiu uma das revelações deste euro: o médio defensivo do Olympiakos Ioannis Maniatis. Ao lado do também eterno Katsouranis, Maniatis tem aqui a rampa de lançamento para um campeonato de topo. No jogo em si, a Polónia teve o pássaro na mão e deixou-o fugir. A inexperiência Polaca fui sem dúvida o seu maior inimigo durante a fase de grupos. Comandados pelo trio do Borússia de Dortmund (Kuba, Piszczek e Lewnadowski) coube ao avançado abrir a contagem no marcador neste primeiro encontro, prometendo aos adeptos polacos a esperança de passar pelo menos a fase-de-grupos.

Depois do jogo inaugural, a Rússia caprichou e venceu a República Checa por 4-1. Apesar de ter vencido o grupo, ninguém dava nada por esta selecção checa, muito em virtude da má-forma dos seus principais jogadores (Rosicky e Baros principalmente) e do facto desta selecção ser uma selecção envelhecida e longe da selecção que foi nos tempos de Nedved, Poborsky, Berger e Jan Koller. No primeiro jogo, os Checos foram devorados por uma selecção Russa comandada por um homem que dentro em breve será um dos grandes do futebol mundial: Alan Dzagoev. Dzagoev, sempre bem acompanhado por outros grandes jogadores como Arshavin, Kerzhakov, Anyukov, Zhirkov, Zyrianov e Pavluchenko, foi um autêntico pesadelo para a defesa checa. Assimilando por completo o conceito de jogo holandês do futebol total trazido por Hiddink e continaudo por Dick Advocaat, a Rússia esmagou por completo a república checa através de rápidos contra-ataques e de uma circulação de bola exímia. No entanto, os problemas físicos vieram no 2º e 3º jogo para o lado dos Russos e todo o favoritismo construído aquando do primeiro jogo quanto à vitória no grupo transformou-se rapidamente numa eliminação mal digerida dos russos frente aos Gregos.

Coube então à República Checa obstruir o caminho aos Russos, com uma enorme subida de rendimento de Tomás Rosicky. Os Gregos deram o golpe fatal na Rússia na 3ª jornada, através da sua táctica habitual: marcar um golo e defender o resto do jogo, característico jogo da selecção grega que muitas dificuldades poderá colocar à Alemanha nos quartos-de-final.

Grupo B

Na primeira jornada, um Portugal – Alemanha afigurava-se como o primeiro grande jogo deste anos. Minutos antes, a Dinamarca tinha imposto a primeira grande surpresa deste europeu, vencendo de forma categorica (com um golo de Krohn-Dehli surgido após uma belíssima jogada de ataque dos dinamarqueses) a selecção Holandesa, que foi para a Polónia já com um intenso mau estar entre alguns dos seus jogadores e entre os jogadores e o seleccionador. De Lviv, Portugal trouxe a aflição. Num jogo que pendeu claramente para o lado português, coube a Mário Gomez mostrar o porquê da Alemanha ser historicamente uma selecção eficaz: uma oportunidade, um golo. Já no lado português, meia dúzia de oportunidades na cara de Manuel Neuer não nos deram mais do que uma infeliz derrota contra a selecção germânica.

Ao intervalo do jogo contra a Dinamarca já na 2ª jornada, e com margem de erro nula, pensavamos nós que Paulo Bento já tinha conseguido inverter a falta de eficácia da selecção. Apesar de ter feito um excelente jogo contra a Dinamarca, a selecção acabaria por sofrer até aos minutos finais. Silvestre Varela acabaria por fazer aquilo que Cristiano Ronaldo não tinha feito minutos atrás. No outro jogo da 2ª jornada, era Mario Gomez quem mostrava novamente as suas credenciais frente a uma Holanda que foi sem margem para dúvida a maior decepção deste europeu.

Contra os Holandeses, Ronaldo apareceu. A Holanda, apostada em vencer até inaugurou o marcador. No entanto, os Holandeses esqueceram-se daquilo que Joachim Low e Morten Olsson tinham feito para anular a influência do craque português: colocar mais que um jogador na área de influência do jogador do Real Madrid. Van der Wiel, apesar de ser um bom lateral, foi um jogador muito escasso para as manobras do português. Ronaldo venceu quase todos os confrontos contra o homem do Ajax e apontou 2 belíssimos golos numa exibição que só não foi de sonho porque o poste lhe anulou por duas vezes um poker que seria brilhante. Do lado Holandês, Wesley Sneijder confirmou a má-época que realizou ao serviço do Inter, Huntelaar e Van Persie foram uma nulidade e de Robben só se viram algumas arrancadas pela direita no jogo contra a Dinamarca e um trabalho individual interessante que permitiu o golo de Van der Vaart contra Portugal. No Alemanha-Dinamarca, os dinamarqueses bem tentaram colocar a selecção germânica fora dos quartos-de-final, mas (com uma ligeira ajuda da arbitragem) tal acabaria por não acontecer.

A selecção Holandesa entrará numa nova fase. Prevejo uma grande renovação na equipa. Os Holandeses acabam por ter matéria prima capaz de fazer essa renovação. De um geração marcada pela influência de Robben, Van Persie, Dirk Kuyt, Huntelaar, Sneijder e Van der Vaart, prontificam-se jogadores para o futuro como Strootman, Van der Wiel, Eljero Élia ou Luuk de Jong. Nesta selecção, Ricky Van Wolfswinkel do Sporting tinha claramente lugar. A federação Holandesa deverá querer apostar num seleccionador forte e quem sabe se não é desta vez que Guus Hiddink volta ao seu país para orientar a selecção.

Grupo C

Do Espanha – Itália da primeira jornada viu-se uma inversão de papeis: Itália e Espanha entraram em campo sem pontas-de-lança dignos desse nome (quer queiramos quer não, Balotelli e Di Natale não são pontas-de-lança). A Itália mostrou-se a espanha do passado (c0m um registo muito mais atacante do que em edições de fase finais de torneios internacionais anteriores) e a Espanha mostrou-se um bocado à semelhança da Itália do passado, jogando um jogo cauteloso e de contenção de bola. Comandados pelo sentido de jogo de Pirlo e Marchisio, seriam os italianos a abrir as hostilidades para 3 minutos depois ser Fabrègas a consumar o empate para a Espanha. No entanto, era mais que previsível um empate pois nenhuma das selecções quis efectivamente arriscar para vencer, preferindo desiquilibrar a classificação no jogo que ambas tinham perante a Croácia.

Os Croatas ainda ameaçaram quebrar o favoritismo de italianos e espanhóis. A vítima da primeira jornada seria a indefesa Irlanda. Modric foi o maestro da Croácia e Mandzukic, mesmo apesar da eliminação da selecção balcânica, expressou em golos o belo futebol de ataque da selecção comandada por Slaven Bilic. Depois do 3-1 inicial, confesso que coloquei a Croácia como outsider ao título europeu, previsão essa que aumento depois dos croatas terem realizado a partida que realizaram contra os italianos. Apesar da eliminação, quase toda a selecção croata sai muito valorizada deste europeu. Mandzukic e Modric deverão ser dos jogadores mais cobiçados deste verão. No entanto, a Croácia acusou alguma imaturidade e alguma falta de qualidade no sector defensivo.

A Irlanda haveria de se expor ao futebol superior de Espanhóis e Italianos, acabando o europeu com um score lastimável de 1-9. Giovanni Trapattoni não conseguiu operar um milagre com o que tinha e a Irlanda, com uma selecção que precisará de ser renovada já na próxima qualificação para o Mundial de 2014 não deve sonhar com uma presença numa fase final de uma competição internacional num futuro próximo. Já a Croácia realizou uma excelente partida contra a Espanha e a bom da verdade desportiva, foi claramente roubada em dois lances: uma mão clara de Iniesta na área e um penalty que ficaria a assinalar já nos minutos finais na área espanhola, depois de Iker Casillas ter derrubado ostensivamente um jogador croata.

Grupo D

Sheva animou as almas ucranianas com dois golos no jogo inaugural da equipa da casa. Aos 35 anos, Sheva revisitou o seu grande passado e não perdoou por duas vezes na cara de Isaksson no seu jogo de estreia numa fase final de europeu. A Suécia, com um jogo extremamente focalizado em Zlatan Ibrahimovic haveria de ser penalizada pelo facto de se ter visto a vencer os ucranianos por 1-o e por ter optado por uma postura defensiva na 2ª parte. Os Suecos haveriam de corrigir frente aos Ingleses mas aí foram demasiado perdulários perante uma Inglaterra muito cínica e voltada para o contra-ataque e para a velocidade de homens como Walcott ou Welbeck.

De facto, a selecção inglesa contrariou q.b a ausência de Wayne Rooney. No jogo inaugural do grupo frente à França (cuidado com esta França) os Franceses fizeram o que podiam para vencer o jogo. Destaque para as grandes exibições de Cabaye, Nasri, Benzema e Debuchy. A Inglaterra limitou-se a confiar em Joe Hart e a marcar um golo de bola parada por intermédio de Joleon Lescott.

Há minutos, a Suécia despediu-se com honra do europeu, batendo a França por 2-0. Zlatan disse adeus ao europeu com mais uma obra-prima e a França vai ter que se medir forças com a Espanha, sabendo que nas meias-finais, o vencedor deste grupo terá que jogar contra Portugal (sim, porque não estou a ver os checos com futebol para a nossa selecção).

Arbitragem:

Erros graves que decidiram jogos e que começaram no jogo inaugural entre Polónia e Grécia. Más decisões que custaram apuramentos (Alemães e Espanhóis). Num euro que se queria pautado pelo rigor técnico e disciplinar, a arbitragem não tem estado à altura das operações. As experiências da UEFA quanto ao árbitro de baliza dão-se como completamente falhadas após este europeu.

Prestações individuais. A meu ver, aqueles que estiveram “in” na fase de grupos:

Grécia: Ioanis Maniatism, Giorgios Karagounis, Samaras, Gekas

Polónia: Lukas Piszczek, Murawski

Rep. Checa: Tomás Rosicky, Michal Kadlek, Polak, Abebe Selassie

Rússia: Dzagoev, Zhirkov, Pavlyuchenko, Anyukov

Portugal: Fabio Coentrão, Pepe, Miguel Veloso, Cristiano Ronaldo, Nani e Silvestre Varela

Alemanha: Phillip Lahm, Mats Hummels, Mario Gomez, Lukasz Podolski, Mezut Ozil

Holanda: Rafael Van der Vaart

Dinamarca: Niklaas Bendtner, Simon Kjaer, Erikssen

Itália: Giorgio Chiellini, Claudio Marchisio, Andrea Pirlo, Antonio Cassano, Mario Balotelli e Antonio Di Natale

Espanha: Cesc Fabrègas, Fernando Torres, Xavi

Rep. Irlanda: Sean St. Ledger

Croácia: Mandzukic, Luka Modric, Rakitic, Jelavic

Inglaterra: Theo Walcott, Steven Gerrard, Joleon Lescott, Danny Welbeck

França: Phillipe Mexés, Debuchy, Ribéry, Yohann Cabaye, Samir Nasri, M´Vila

Ucrânia: Shevchenko, Yarmolenko

Suécia: Zlatan Ibrahimovic, Kim Kallstrom

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O grupo da morte

Alemanha, Holanda e Dinamarca.

Já lhe chamam o grupo da morte.

Eu cá continuo na ilusão do nacionalismo e prefiro acreditar que vamos passar esta fase de grupos em primeiro lugar.

1. É certo que os adversários são dificeis:

1.1 A Alemanha aparece no Euro 2012 com uma das mais fortes selecções dos últimos anos.

A nova geração de talentos Alemã, constituída por jovens talentos como Jerôme Boateng, Marko Marin, Mezut Ozil, Mario Gomez, Mario Gotze, Sami Khédira, Thomas Muller, Sven Bender, Lars Bender, Toni Kroos e auxiliada de perto por jogadores experientes\veteranos como Miroslav Klose, Phillip Lahm, Bastian Schweinsteiger, Per Mertesacker, entre outros, aparece no Euro 2012 com a aspiração de fazer frente ao poderio da Selecção Espanhola.

Vai ser obviamente, pelas circunstâncias e pelo potencial demonstrado nos últimos 2 anos o osso mais duro de roer para a selecção nacional na fase de grupos.

1.2 A Holanda é a Holanda. Quem conhece o futebol sabe perfeitamente o que escrevo.

Robin Van Persie, Arjen Robben, Klaas-Jan Huntelaar, Wesley Sneijder, Maarten Stekelenberg, Van der Wiel, John Heitinga, Nigel De Jong, Kevin Strootman, Dirk Kuyt, Urby Emanuelson, Joris Mathijsen, Eljero Elia, Demy De Zeeuw, Ibrahim Affelay, Rafael Van der Vaart são jogadores de inegável talento. A Laranja Mecânica é obviamente outra das candidatas principais ao ceptro europeu.

1.3 A Dinamarca de Morten Olsen. A Dinamarca que venceu o nosso grupo e pratica aquele futebol musculado e pragmático. Mas também a Dinamarca que não costuma apresentar o seu melhor futebol nas fases finais de competições internacionais, ponto que pode jogar a nosso favor.

2. A nossa selecção.

Temos primeiro que reconhecer que a nossa selecção não é em nada inferior a qualquer uma destas selecções.

Em segundo lugar, acredito perfeitamente que este tipo de jogos sejam aqueles jogos que todos os jogadores sonham em jogar. Logo, acredito que estes jogos acrescentem uma dose de motivação extra aos jogadores das quinas e sejam jogos em que os mesmos apliquem em campo todas as características que os tem acompanhado ao longo das suas carreiras.

3. Em terceiro lugar: os resultados que a selecção nacional tem atingido nos últimos 15 anos.

Se repararem, nos últimos 15 anos, a selecção Portuguesa apurou-se (fazendo excepção ao mundial de 1998) para 5 europeus consecutivos e 3 mundiais.

Nas finais finais dos europeus e mundiais, quando menos se esperava Portugal deu-se bem com todos os grupos difíceis que teve de enfrentar.

3.1 No euro 1996, Portugal calhou num grupo que continha a Turquia, a Dinamarca e a Croácia. Empatamos com a Dinamarca de Schmeichel e Brian Laudrup a 1 bola. Vencemos a Turquia por 1-0 com golo de Fernando Couto e vencemos a Croácia de Prosinecki, Suker, Jarni, Boban e Prso (a mesma que dois anos depois se iria sagrar 3º classificada em França no Mundial) por 3-0 com golos de Figo, João Pinto e Domingos.

3.2 No Euro 2000, a “frágil” selecção de Portugal (na verdade foi o estado de maturação de uma geração brilhante) calhou num grupo da morte com Inglaterra, Roménia e Alemanha. O resultado foi aquele que todos sabemos. Vencemos da forma que vencemos Ingleses e Alemães e ainda conseguimos bater no último minuto a Roménia (com golo de Costinha) que tinha sido a selecção que tinha vencido o nosso grupo na fase de qualificação. Fomos às meias-finais e apenas baqueamos perante a selecção campeã do mundo e, nesse ano, europeia, a França.

3.3 No Mundial 2002 e para corroborar a apetência especial da nossa selecção para se apurar em grupos complicados, fomos eliminados na fase de grupos por Coreia do Sul, Estados Unidos e Polónia.

3.4 No Euro 2004, todavia a jogar em casa, eliminámos a Espanha e a Rússia na fase de grupos, e tirando a mácula dolorosa de termos perdido o título para a Grécia, também aviamos a eliminar a Inglaterra e a Holanda em dois jogos épicos.

3.5 No Mundial 2006, depois de passar a fase de grupos num grupo constituído por Angola, Irão e México, voltamos a aviar os Ingleses e os Holandeses, perdendo novamente para a França nas meias-finais, o que de facto não constituiu nenhuma vergonha.

3.6 No Euro 2008, vencemos um grupo constituído pela difícil República Checa, Turquia e Suiça, se bem que perdemos contra os Suiços. Fomos eliminados pela Alemanha por 3-2 num jogo em que ficou claramente um amargo na boca. Os Alemães jogariam a final contra a Espanha.

3.8 No Mundial 2010 na África do Sul, conseguimos o apuramento num grupo constituído por Coreia do Norte, Costa do Marfim e Brasil. Fomos eliminados de seguida pela Espanha, campeã do mundo.

Em todas estas campanhãs, exceptuando o mundial 2002, Portugal atingiu excelentes resultados e foi apenas eliminado pelas selecções que viriam a ser campeãs ou vice-campeãs. Esse indicador é outro dos indicadores que me faz acreditar que Portugal, não descurando a obvia dificuldade que o grupo apresenta, tem hipóteses de passar à próxima fase, e se o fizer estará em grandes condições de lutar pelo título europeu. São mais os resultados negativos alcançados ao longo da história da nossa selecção contra equipas teoricamente mais fracas nas fases de qualificação do que os resultados negativos contra selecções mais fortes nas fases de grupos.

Basta apenas apreciar que em 1966 eliminamos a União Soviética, Hungria e Brasil e só fomos travados, também de forma injusta e inqualificável pela selecção da casa, a Inglaterra, que viria a sagrar-se campeã mundial.

E em 1984, vindos quase do nada, oferecemos um grande baile em França, onde conseguimos eliminar a RDA e a Roménia (empatamos com os Alemães e vencemos os Romenos) e no mesmo grupo, conseguimos um empate contra a poderosa Espanha de Maceda, Carrasco e Santillana.

Perdemos injustamente apenas naquelas meias-finais de Marselha contra a França do todo poderoso Platini, em circunstâncias que a história não nega: aquele título estava talhado para os franceses e não podia ser de outra maneira.

No mundial de 1986, mesmo eliminados na fase de grupos, perdemos contra a Polónia e contra Marrocos, mas batemos a toda poderosa Inglaterra na primeira partida.

Desde então já batemos selecções em fases finais como Croácia, Turquia, Inglaterra, Alemanha, Roménia, Polónia, Espanha, Rússia, Irão, México, Angola, Holanda, República Checa e Coreia do Norte.

Podem-lhe chamar o grupo da morte, eu chamo-lhe um grupo difícil. E nós vamos passar, caso estas imagens se voltem a repetir:

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futeboladas

(clicar nos links para abrir o player com os resumos)

http://videa.hu/flvplayer.swf?v=CqMaFO7zFyQvzARA

Não há cá Messis nem lasers nem ervados: estamos no Euro!

Fizemos uma excelente exibição, com um Ronaldo de gala (um dos melhores jogos que vi do Ronaldo na selecção) com um meio-campo onde M0utinho, Veloso e Meireles fizeram tudo aquilo que se lhes exigia – destruir e construir – e com alguma segurança na defesa onde Pepe e Bruno Alves apenas falharam no lance do 2º golo dos Bósnios (em fora-de-jogo) e onde Fábio Coentrão fez uma exibição de alto nível.

Dzeko foi seco durante os 180 minutos. Pjanic também não apareceu.

A Bósnia marca dois golos porque Wolfgang Stark e o seu auxiliar assim o quiseram. Gostava de ver a reacção, se, a Bósnia empata a 3 bolas e consegue passar esta eliminatória.

Foi uma fase de qualificação muito difícil. Como todos nós nos lembramos, começou com Carlos Queiroz fora do banco de suplentes e posteriormente despedido e com a contratação de Paulo envolta no meio da polémica gerada pela tentativa de contratação temporária de José Mourinho.

Pelo meio, vários atletas abandonaram a selecção – Tiago, Simão, Paulo Ferreira, Ricardo Carvalho e Bosingwa (se bem que os últimos dois, por situações diferentes que as dos 3 primeiros). Felizmente, Paulo Bento conseguiu levar o barco a bom porto. Fica apenas a nódoa de ter que sofrer até à última para se garantir o apuramento, mas, hoje pouco interessa como nos apurámos. Interessa que nos apurámos para a Polónia e Ucrânia e em Junho estaremos lá para discutir o caneco.

Nos outros jogos do playoff para o europeu:

1. Depois do sensacional 4-0 em Tallinn na sexta-feira, a República da Irlanda, comandada por Trapattoni apurou-se para o Europeu com um empate em Dublin a 1 bola contra a Selecção da Estónia.

Ward abriu o marcador para os Irlandeses aos 32, Vassiliev empatou para os Estonianos aos 57″. No final do jogo, o capitão Irlandês Robbie Keane festejava mais um apuramento com estas palavras: “It’s a great night for everyone, for the players and the fans – a night that we’ll never forget. The team spirit has got us through this campaign, and full credit to everyone in this group. This is what football is all about, moments like this.”

2. A Croácia apurou-se, empatando em Zagreb a 0 com a Turquia. Valeu o brilhante 3-0 alcançado em Instambul na passada sexta-feira.

3. Jiracek confirmou em Podgorica a passagem da República Checa à fase final do Europeu. Os checos já haviam vencido por 2-0 em Praga.

Montenegro, Estónia e Bósnia não mereciam ficar novamente de fora do Europeu depois das fases excepcionais de qualificação que fizeram. No entanto, na próxima etapa do futebol europeu serão selecções a ter em conta para o apuramento para o Mundial de 2014 no Brasil.

Amigáveis:

Brasil vence para Mano ver.
Pelo que vi, grande exibição de Hulk coroada com uma assistência para o primeiro golo de Jonas, jogador em destaque. Mano Menezes pode ter encontrado aquele ponta-de-lança que tanto deseja para a canarinha. Jonas está a fazer uma excelente época no Valência e agarrou a oportunidade que o seu seleccionador lhe deu.
Bruno César, Alex Sandro e Hulk foram titulares. Elias entrou para o lugar de Bruno César na 2ª parte.

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A Roménia ganhou à Grécia por 3-1

A Mannschaft voltou a afinar a sua poderosa máquina, tendo levado de vencida a selecção Holandesa em Hamburgo por 3-0. Thomas Muller, Miroslav Klose (63º golo pela Mannschaft no regresso à mesma; um daqueles golos à Klose) e Mezut Ozil deram um baile categórico de potência à “invencível” Holanda, que não perdeu durante toda a fase de qualificação para o Euro´12.

O Uruguai venceu a Itália por 1-0 com golo de Sebastian Fernandez. Continua a grande forma da selecção Uruguaia, que voltou a contar desta vez com os portistas Álvaro Pereira e Cristian Rodriguez e com o benfiquista Maxi Pereira. Duarte Gomes foi o árbitro da partida e expulsou Álvaro Pereira.

Em outros amigáveis:
– A Inglaterra venceu a Suécia em Wembley por 1-0 com um golo que alguns atribuem a Gareth Barry mas que outros apontam como auto-golo do central Majstorovic.
– Casillas cumpriu a 127ª internacionalização pela Espanha e tornou-se o jogador mais internacional pela Roja. No entanto, o keeper não evitou o empate contra a modesta Costa Rica por 2-2, tendo os campeões do mundo recuperado de uma desvantagem de 2-0. O avançado do Arsenal Joel Campbell foi um dos autores dos golos costa-riquenhos. David Silva e David Villa equilibraram o marcados nos últimos minutos.
– França e Bélgica empataram a 0 bolas.
– As Honduras bateram a Sérvia por 2-0. A Ucrânia bateu a Áustria por 2-1. A Dinamarca bateu a Finlândia por 2-1. A Polónia bateu a Húngria por 2-1.
– Os Estados Unidos bateram a Eslovénia por 3-2 com golos de Matavs para a Eslovénia (2) e Buddle, Dempsey e Jozy Altidore para os Norte-Americanos.

Apuramento para o Campeonato do Mundo 2012 – Zona Sul-Americana

http://video.rutube.ru/85e4242deee822d0224f89f92f8e9002

A Argentina foi vencer à Colômbia por 2-1 – a Colômbia esteve a vencer por 1-0 mas Messi haveria de voltar a ser decisivo e igualar a partida aos 61 e Kun Aguero, haveria de entrar para selar a vitoria argentina numa emenda após remate de Higuaín e… assistência de Lionel Messi!

O Equador também sorriu e venceu o Peru por 2-0 em casa. A esta hora joga-se o Chile vs Paraguai. Para mais logo está reservado o jogo entre a Venezuela e a Bolívia.

Neste momento, esta poule está ordenada com o Uruguai e a Argentina na liderança com 7 pontos (o Uruguai tem 3 jogos enquanto a Argentina já efectuou 4) o Equador tem 6 pontos (3 jogos) e a Colômbia fecha provisoriamente os lugares apuráveis com 4 pontos em 3 partidas. No entanto, a selecção colombiana pode ser ultrapassada por Paraguai, Venezuela ou Chile esta madrugada.

Apuramento Mundial – Zona Asiática

5ª jornada da primeira fase de grupos

Grupo A – A China venceu fora Singapura por 4-0 enquanto o Iraque foi vencer à Jordânia por 3-1. Iraque e Jordânia já estão apurados.

Grupo B – O Líbano surpreendeu a Coreia do Sul por 2-1 e cimentou uma possível qualificação para a fase final da qualificação. O Kuwait aproveitou o deslize sul-coreano vencendo em casa os Emirados Árabes Unidos por 2-1. A Coreia do Sul e o Líbano lideram com 10 pontos contra os 8 do Kuwait e os zero dos EAU. A 29 de Fevereiro, a Coreia do Sul recebe o Kuwait em casa enquanto o Líbano vai aos Emirados.

Grupo C – O Japão, já apurados, perdeu na Coreia do Norte por 1-0. O Uzbequistão, também já apurado bateu o Tadjiquistão por 4-0 em casa.

Grupo D – Já apurada, a Austrália venceu a Tailândia fora por 1-0. Arábia Saudita e Omã empataram a 0 bolas. A Austrália lidera com 12 pontos contra os 6 da Arábia Saudita, 5 de Omã e os 4 da Tailândia. Na próxima jornada a 29 de Fevereiro a Austrália recebe a Arábia Saudita enquanto Omã recebe a Tailândia.

Grupo E – O Irão de Carlos Queiroz garantiu a qualificação para a próxima fase, goleando na Indonésia por 4-1. O Qatar também garantiu a qualificação com um empate em casa contra o Bahrein.

Mundial 2014 – Zona Africana

Disputaram-se os jogos da 1ª eliminatória.
São Tomé e Principe e Guiné-Bissau foram eliminados do Mundial – São Tomé caiu aos pés do congo com um agregado de 6-1 (5-0 no congo na primeira mão\1-1 em São Tomé); já a Guiné-Bissau caiu contra o Togo fora por 1-0 com um empate registado a 1 bola na primeira mão.
Moçambique eliminou as Ilhas Comores depois de ter vencido por 4-1 hoje em Maputo e de ter empatado na primeira mão 1-1.
As selecções mais cotadas que entraram nesta fase apuraram-se com facilidade. O Quénia deu um total de 7-0 às Seychelles, a Guiné-Equatorial venceu Madagáscar por 3-2 e a República Democrática do Congo eliminou a Suazilândia com um total de 8-2 nas duas mãos.

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futeboladas

Última jornada. Consagração dos apurados, festa menor daqueles que tem oportunidade de ir ao playoffs ou desilusão daqueles que tinham o objectivo de se apurar nos grupos e tem que ir disputar esses mesmos playoffs, e jornada de honra dos vencidos.

Grupo A

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A Alemanha decidiu a sorte Belga bem cedo. Em Dusseldorf, Ozil (30m) Schurrle (33m) e Gomez aos 48, sem que Joaquim Low tenha mexido em muito no habitual 11 da Manschaft, decidiram a eliminação da Bélgica em prol da ída da Turquia aos playoffs.
Marouane Fellaini apontou o tento de honra dos Belgas, cujo seleccionador George Leekens voltou a apostar em Witsel a titular e Defour a suplente.

O avançado Buruk Yilmaz resolveu a qualificação turca para o playoff final. Será mais oportunidade para a selecção do eféso. 

Casaquistão e Áustria empataram 0-0 em Astana.

A Alemanha ganhou o grupo com pleno de 30 pontos. A Turquia foi 2ª com 17, a Bélgica 3ª com 15, a Áustria com 12, Azerbeijão com 7 e Casaquistão com 3.

Pontos altos do grupo:
1. A vitória da Alemanha nas 10 partidas com um total de 34 golos. Joachim Low renovou em pleno a sua selecção após o mundial 2010 e a Alemanha aparece novamente com um meio campo que emana a maior qualidade possível dentro do futebol europeu: Mario Gotze, Mezut Ozil, Sami Khédira, Bastian Schweinsteiger, Marko Marin, Toni Kroos, Piotr Trochowski, Christian Trasch e Simon Rolfes são grandes mais-valias para qualquer selecção. Miroslav Klose (9) e Mário Gomez (6) marcaram 15 golos dos 34 Alemães. Klose não tem sido opção desde o verão que marcou a sua mudança para a Lázio de Roma. Não entanto, nada me espanta que, mesmo com a ascenção de André Schurrle à equipa principal da Mannschaft, Joachim Low tenha de chamar o experiente avançado para o campeonato da europa.
2. A vitória turca em casa contra a Bélgica por 3-2 e o empate na Bélgica por 1-1. Arda Turan mostrou-se um jogador importante e decisivo na campanha turca. Apontou o 3-2 contra os Belgas, e o golo da vitória frente ao Casaquistão aos 96″ desse jogo.
3. O empate caseiro da Bélgica contra a Áustria 4-4, com o empate Austríaco a surgir aos 90+3″.
4. As maiores goleadas do grupo: 6-2 da Alemanha à Áustria em Setembro, 6-1 da Alemanha ao Azerbeijão em Setembro de 2010

Grupo B

A Rússia não vacilou e goleou Andorra por 6-0 qualificando-se directamente.

A República da Irlanda terminou com o sonho da Arménia. 2-1 foi o resultado. A Irlanda segue para playoff enquanto a Arménia acaba uma qualificação de sonho onde conseguiu 17 pontos.

Macedónia e Eslováquia empataram a 1 bola.

O grupo termina com a vitória da Rússia com 23 pontos. República da Irlanda vai ao playoff com 21. Arménia 17. Macedónia 8. Andorra 0.

Momentos altos deste grupo:
1. A vitória da Irlanda na Arménia na 1ª jornada por 1-0. Fulcral para as contas finais do grupo e para o apuramento Irlandês para os playoffs.
2. A vitória da Eslováquia na Rússia por 1-0 em Setembro de 2010 mostrava uma Eslováquia capaz de decidir o grupo taco a taco com Russos e Irlandeses. Tal não veio a suceder pois um mês depois, os Eslovacos perdiam 2-1 na Arménia.
3. A vitória por 3-2 da Rússia na Irlanda.
4. A vitória Russa em Moscovo contra a Arménia por 3-1 com hat-trick de Pavlyuchenko.
5. O empate da Eslováquia em Dublin mostrava uma selecção Eslovaca muito forte e decidida em lutar com dois cabeças-de-série. Os Eslovacos de Hamsik haveriam por cair nos últimos jogos quando levaram 4-0 da Arménia em casa.
6. A vitória da Rússia na Eslováquia na sexta com aquele golo monumental de Dzagoev.

Grupo C

A Itália venceu a Irlanda do Norte em Pescara por 3-1. Cassano bisou. Prandelli fechou a sua primeira qualificação com 26 pontos.

A Eslovénia, tal como eu tinha previsto no post anterior, complicou a vida aos Sérvios e mando-os fora do apuramento. A Estónia beneficiou desta vitória Eslovena para ir aos playoffs.
O médio do Olimpija Ljubliana Vrsic foi o marcador do único golo da partida.

A Itália apurou-se automaticamente com 26 pontos. A Estónia ficou em 2º com 16 pontos, a Sérvia 3ª com 15. A Eslovénia com 14. A Irlanda do Norte 9 e as Ilhas Feroés com 4.

Momentos altos da qualificação:

1. A derrota caseira da Eslovénia em casa frente à Irlanda do Norte por 1-2.
2. O empate caseira da Sérvia contra a Eslovénia (1-1) e a humilhante derrota caseira contra a Estónia (1-3)
3. A vitória da Itália na Eslovénia por 1-0 com golo de Thiago Motta.
4. O empate entre Sérvia e Estónia em Tallin em Março com Vassiliev a marcar um dos golos decisivos. O outro seria na Irlanda do Norte. Vassiliev acabaria por marcar 5 golos nesta fase.
5. O empate da Sérvia com a Itália e a derrota decisiva em Ljubljana no dia de hoje.
6. A vitória da Estónia por 2-1 contra as Faroes em casa, onde os Nórdicos viram os Estónios virar o resultado já depois da hora.

Grupo D

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A França esteve a perder até perto do fim, e com a derrota a Bósnia estava qualificada automaticamente. Depois do balde de água fria de Dzeko no Stade de France, Nasri salvou o orgulho e a qualificação francesa. A Bósnia foi atirada para o playoff como se atira uma batata quente e pode ser novamente o adversário de Portugal. Não será, como tivemos oportunidade de verificar no playoff de apuramento para o campeonato do mundo de 2010, um adversário fácil.

Nos restantes jogos da última jornada, a Roménia empatou na Albânia a 1 bola. Campanha defraudante dos Romenos, que mais uma vez, estiveram a perder até ao minuto 77.

Nas contas finais do grupo, a França venceu-o com 21 pontos, contra 20 da Bósnia, 14 da Roménia, 13 da Bielorrussia, 9 da Albânia (acaba por ser uma excelente fase de grupos para a modesta selecção) e 4 do Luxemburgo (dentro dos possíveis, o Luxemburgo marcou mais pontos do que aquilo que se previa).

Momentos altos deste grupo:

1. O empate caseiro da Roménia contra a Albânia a abrir e o novo empate a fechar. 4 pontos importantes que os Romenos perderam.
2. A derrota caseira da França frente à Bielorussia em Setembro de 2010. Podia antever-se uma Bielorrussia capaz de lutar pelos primeiros lugares.
3. A vitória fulcral da França na Bósnia por 2-0 em Outubro.
4. O empate da Bósnia na Albânia a 1 bola.
5. A vitória da Bósnia em Sarajevo contra a Roménia em Março. Tal resultado, catapultou os Bósnios na fase de grupos para uma excelente prestação.
6. O empate da França na Bielorrussia em Junho.
7. O empate da França na Roménia a 0 bolas descartou todas as possibilidades Romenas de qualificação.
8. O empate Francês ontem. Foi um jogo muito sofrido dos gauleses.

Grupo E

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Num jogo que interessava a Portugal na decisão do 2º melhor classificado da fase de grupos, bastava apenas que a Suécia não vencesse a Holanda em Estocolmo indiferentemente do resultado de Portugal em Copenhaga. Portugal falhou a vitória e o empate. Num jogo emocionante de reviravoltas, a Suécia bateu a Holanda por 3-2 depois de ter estado a vencer por 1-0 e a perder por 2-1.
Kim Kallstrom, Sebastian Larsson e Toivonen marcaram os golos dos Suecos. Kuyt e Huntelaar os golos Holandeses. Foi a única derrota dos Holandeses na fase de grupos.

Nos outros jogos do grupo, empate entre Hungria e Finlândia em Budapeste e vitória da Moldávia por 4-0 contra São Marino por 4-0.

Contas finais do grupo: Holanda 27, Suécia 24, Hungria 19, Finlândia 10, Moldávia 9, São Marino 0

Momentos altos do grupo:

1. Os 37 golos dos Holandeses no grupo. 12 dos 37 golos Holandeses foram marcados por Klaas-Jan Huntelaar, o melhor marcador desta qualificatória.
2. A vitória caseira da Moldávia sobre a Finlândia na 1ª jornada. Os Finlandeses estiveram muito abaixo daquilo que tinham feito noutras fases. Perderam meses depois em casa contra a Húngria por 2-1, numa fase em que os Hungaros (à semelhança daquilo que já tinham feito aquando da fase em que calharam no grupo de Portugal) mostravam-se interessados em lutar por mais. Boa prestação magiar num grupo muito difícil.
3. O 4-1 da Holanda à Suécia em Novembro de 2010 marcava a vontade Holandesa de vencer este grupo sem mácula. Em Março, a laranja mecânica haveria de dar 4 fora em Budapeste.
4. O 5-3 da Holanda em Março passado à Húngria em Roterdão. Os magiares estiveram a vencer por 2-1 a meio da 2º parte, e a empatar consecutivamente 2-2 e 3-3. Não resistiram nos últimos 15 minutos.
5. O 5-0 da Suécia em Junho à Finlândia.
6. A vitória Húngara em Budapeste contra a Suécia por 2-1 em Setembro indiciava uma pressão dos Húngaros pelo 2º lugar.
7. A vitória Sueca na passada sexta em Helsínquia por 2-1 confirmava o 2º lugar em definitivo. Relembro para fechar que a Suécia jogou alguns jogos sem a sua maior estrela Zlatan Ibrahimovic.

Grupo F

Depois de vencida a Croácia em Atenas na sexta, a selecção de Fernando Santos não pode embandeirar em arco e suou muito para levar de vencida a Geórgia no dia da alegria Grega provida por mais uma qualificação muito difícil. Depois de estar a perder até aos 79″, o golo de Charisteas aos 85″ fez respirar de alívio o povo Grego. Charisteas é um ídolo entre os gregos. Nos últimos 10 anos, todos os golos históricos dos gregos nas competições internacionais tem o cunho do ponta-de-lança: desde o golo que deu a vitória no Euro 2004, aos golos que fizeram apurar os gregos para o euro 2008 e para o euro 2012.

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No outro jogo importante para as contas do grupo, a Croácia fez o que lhe competia, batendo a Letónia por 2-0. Resultado insuficiente. Os Croatas terão que jogar os playoffs.

Israel bateu malta por 2-0.

Contas finais: Grécia 24 pontos, Croácia 22, Israel 16, Letónia 11, Geórgia 10, Malta 1.

Momentos altos do grupo:

1. O empate caseiro da Grécia contra a Geórgia na primeira jornada a 1 bola. Fernando Santos estreava-se mal no comando técnico dos gregos.
2. O empate entre Croatas e Gregos em Zagreb a 0.
3. A derrota Croata na Geórgia por 1-0 em Tiblissi prejudicou em muito as aspirações croatas ao 1º lugar. O 2º lugar estava em risco em Zagreb quando a Cróacia virou um 0-1 favorável a Israel para um 3-1.
4. A vitória Grega sobre a Croácia por 2-1 na sexta-feira.

Grupo G

Já sem grandes motivos de interesse ao nível da classificação, a Suiça venceu Montenegro em casa por 2-0 mas os Montenegrinos vivem uma época histórica para o seu futebol com a passagem aos playoffs.
Na Bulgária, a selecção da casa perdeu contra Gales por 1-0 com golo de Gareth Bale. Esta fase ainda não mostrou a selecção Galesa com o poderio que ela começa a ter. No entanto, a juventude dos novos jogadores galeses é passível de ter em conta na próxima qualificatória para o mundial.

Contas finais do grupo: Inglaterra 18 pontos, Montenegro 12, Suiça 11, Gales 9, Bulgária 5.

Momentos altos do grupo:

1. Na turma Búlgara, há que recordar a renúncia de Dimitar Berbatov. Enfraqueceu uma equipa por completo. A Bulgária apenas marcou 3 golos em 8 jogos. Lotthar Matthaus está com dificuldades na montagem de uma selecção forte e capaz de ombrear novamente com os grandes europeus.
2. Montenegro. A confirmada surpresa. Com défice no ataque (7 golos) mas com eficácia defensiva (também 7 golos). Prometem ser um osso duro de roer no playoff.
3. A vitória de Montenegro na Bulgária por 1-0 com golo de Zverotic.
4. A vitória Inglesa na Suiça por 3-1.
5. O empate da Suiça em Sófia custou caro o apuramento aos Helvéticos.
6. A vitória Galesa por 2-1 contra Montenegro ainda abriu portas aos Suiços para a 2ª posição do grupo, mas estes haveriam de perder na sexta-feira em Gales por 2-0 quando os Montenegrinos faziam empatar a Inglaterra em Podgorica num jogo histórico.

Grupo I

Com a Espanha apurada, havia apenas o 2º lugar em discussão. Com a vitória Espanhola na sexta em Praga contra a República Checa, e a vitória Escocesa no sábado contra o Liechstenstein, era a Escócia quem estava na pole-position para se apurar para os playoffs. No entanto, a Escócia tinha que visitar a Espanha enquanto a República Checa jogava na Lituânia.

Os Checos cumpriram o seu papel e venceram os Lituanos por 4-1. De cadeirinha, assistiram à vitória Espanhola sobre os Escoceses por 3-1 com dois golos de David Silva e outro de David Villa.

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Finalizada esta fase de grupos:

Apurados directamente: Alemanha, Dinamarca, Inglaterra, Grécia, Espanha, Itália, França, Rússia e Holanda.
Melhor 2º: Suécia
Para playoffs: República Checa, Portugal, Croácia, Irlanda – cabeças de série – Turquia, Montengro, Bósnia-Herzegóvina, Estónia.

Nota: Os cabeças de série jogam contra os que não são cabeças de série.

Outros jogos internacionais:

Ásia-Pacífico: 1ª fase de grupos – 3ª jornada (Passam os dois primeiros)

Grupo A – A Jordânia bateu Singapura por 3-0 fora e continua na liderança do grupo A com 9 pontos. A China perdeu 1-0 em casa contra o Iraque. Os Iraquianos tem 6 pontos, os Chineses 3 e Singapura 0.

Grupo B – A Coreia do Sul bateu os Emirados Árabes Unidos por 2-1 em casa. O Líbano empatou com o Kuwait a 1 bola. Os Sul Coreanos lideram com 7 pontos, o Kuwait tem 5 e o Líbano 4.

Grupo C – A Coreia do Norte pode não repetir a presença no campeonato do Mundo. Os Norte-Coreanos perderam em casa contra o Uzbequistão por 1-0.

Já o Japão deu 8 em casa ao Tadjiquistão.
Japoneses e Uzebeques lideram o grupo com 7 pontos. Coreia do Norte tem 3. Tadjiquistão 0.

Grupo D – A Austrália continua o seu passeio. Venceu Omã por 3-0 em Sydney. Tailândia e Arábia Saudita empataram a 0 bolas.
A Áustralia lidera com 9 pontos. Tailândia com 4, Arábia Saudita com 2, Omã com 1.

Grupo E – Carlos Queiroz e o seu Irão venceram os Bahrein por 6-0. O Bahrein tinha sido a selecção que tinha afastado o Irão do Mundial 2010. O Qatar foi à Indonésia vencer por 3-2.
O Irão lidera com 7 pontos. O Qatar tem 5, o Bahrein tem 4 e a Indonésia ainda não marcou qualquer ponto.

COMNEBOL

2ª jornada do campeonato

Depois da derrota por 4-1 em Buenos Aires contra a Argentina, o Chile bateu em Santiago o Perú por 4-2.

A Colômbia sofreu a bom sofrer para levar os 3 pontos de La Paz. Depois de ter estado a vencer por 1-0 com golo de Dorlan Pabon, seria Walter Ponce a empatar o jogo para os Bolivianos aos 84″. Radamel Falcão haveria de aplicar o seu instinto assassino já depois da hora.

Surpresa na Venezuela. A Vino Tinto continua a surpreender meio mundo com os seus resultados. Em Anzoátegui, a selecção da casa venceu de forma categórica a Argentina por 1-0 e promete estar na luta pelos 4 lugares directos que dão apuramento e pelo 5º que dá vaga para playoff.

Paraguai e Uruguai dividiram pontos após empate a 1 bola em Assunción.

O Uruguai lidera o grupo com 4 pontos. Argentina, Equador (1 jogo) Colômbia (1 jogo) Perú, Chile e Venezuela tem 3 pontos. O Paraguai tem 1 ponto. A Bolívia tem 0.

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A contenda não roçou o sofrimento, mas, a selecção voltou a ser pouco incipiente do ponto de vista defensivo. Dos 10 golos sofridos nesta qualificação, para uma selecção que está nos píncaros do futebol mundial, é caso para dizer que roça o ridículo o facto de Portugal ter concedido 7 em casa frente a Islândia e Chipre.

Da 1ª parte ressalta um 3-0 “de enfiada” perante uma selecção cujo modo de actuar no Estádio do Dragão gerou alguma confusão no jogo português nos primeiros minutos da partida, tendo os dois golos de Nani conseguido desbloquear a situação.

Do 3-0, passámos a 3-2 no decorrer da 2ª parte. Valeu o golo de Moutinho para devolver algum conforto à turma lusa. Para a retina fica o 5º golo, autoria de Eliseu, coroando uma excelente exibição do lateralala esquerdo do Málaga. O jogador Açoreano, de ascendência Cabo-Verdiana, mostrou-se como uma boa alternativa no flanco esquerdo da selecção lusa perante a ausência do intocável Fábio Coentrão.

Pela negativa, Rolando fez uma exibição para esquecer e foi lento a reagir nos lances dos golos da Islândia.

Em Chipre, a Dinamarca cumpriu a sua tarefa e venceu a equipa Cipriota por claros 4-1. Golos de Jacobsen, Krohn-Dehli e Romedahl (2) nos primeiros 20 minutos da partida arrumaram a questão para o lado Dinamarquês e acirraram a qualificação portuguesa para o jogo de terça-feira em Copenhaga.
As contas são simples: à selecção de todos nós, basta vencer ou empatar na terça. Em caso de derrota, iremos para o playoff a não ser que o resultado nos seja desfavorável por 3-0 e que a Suécia possa vencer a Holanda.

Nos outros grupos:

Grupo A

A oleada máquina bávara do Bayern de Munique foi a Instambul complicar em muito as contas da Turquia nesta fase de qualificação. Bastian Schweinsteiger, Mário Gomez e Thomas Muller deram uma vitória por 3-1 à já qualificada Mannschaft no inferno da Turk Telecom Arena.

O primeiro golo de Mário Gomez aos 36 minutos é de um fantástico trabalho do avançado do Bayern, um trabalho que não é nada comum ao modo de actuar e às características do avançado alemão.

A Bélgica, como lhe competia devido à situação de desvantagem pontual em relação aos turcos, cilindrou o Cazaquistão por 4-1 num jogo em que Axel Witsel foi titular e Steven Defour entrou aos 75 minutos para o lugar do veterano Timmy Simons, homem que inaugurou o marcador para os belgas ainda na primeira parte de grande penalidade. Hazard, Kompany e Marvin Ogunjimi marcaram os outros tentos belgas.

No outro jogo do grupo, a Austria foi ao Azerbeijão golear por 4-1.

As contas do grupo só irão ser finalizadas na última jornada. A Alemanha já está qualificada com os seus 27 pontos (9 vitórias em 9 jogos). A Bélgica está em 2º com 15 e a Turquia em 3º com 14. Na última jornada, em teoria, o calendário é favorável aos turcos. A Turquia fecha a qualificação em Instambul enquanto a Bélgica terá que fazer pela vida na visita ao LTU Arena em Dusseldorf para defrontar a Alemanha.
As contas são simples: em caso de vitória Belga em território alemão, qualifica-se a selecção de Witsel e Defour. Em caso de empate ou derrota belga e vitória turca, os turcos qualificam-se. Os Belgas poderão passar caso empatem e os turcos não vençam o Azerbeijão.

Grupo B

Num grupo muito complexo e equilibrado, a Rússia poderá ter dado um passo de gigante com a vitória que obteve hoje em Bratislava frente à Eslováquia.
A selecção de Hamsik tinha tudo para dar o golpe final nos Russos, mas a selecção de Dick Advocaat esteve sempre com os olhos na vitória e embora não se tenha qualificado, garantiu pelo menos o playoff final.

A Eslováquia, com 14 pontos, está fora da contenda.

Um brilhante golo do magnífico médio de ataque do CSKA de Moscovo Alan Dzagoev (está em grande forma e pisca o olho aos grandes clubes mundiais) deu a vitória aos Russos. É de facto um golo épico de Dzagoev. Daqueles que só as grandes vedetas do futebol sabem fazer nos grandes momentos.

A perseguir os Russos pelo 1º lugar do grupo ainda estão a Irlanda (vitória 2-0 em Andorra; golos de Doyle e McGeady) e a modesta Arménia (que sensação; venceu a Macedónia por 4-1 em Yerevan).

Na próxima jornada, a Rússia recebe Andorra em Moscovo no Luzhniki e tem porta aberta para a qualificação directa. Aos russos, pelos pontos de vantagem que detem sobre Arménia e República da Irlanda, bastará o empate.
A Irlanda recebe a matreira Arménia em Dublin e em caso de vitória dos Armenos, estes passam aos playoffs, dado único na história do seu futebol.
Em caso de derrota dos Russos, a Irlanda passa se vencer os Armenos. A Arménia passa em 1º lugar do grupo se vencer a Irlanda e os Russos perderem frente a Andorra.

Grupo C

http://video.rutube.ru/7f6b3b06a2f2c794efc196685137bb41

No Sérvia vs Itália em Belgrado, a qualificada equipa italiana complicou as contas dos sérvios.
Marchisio confirmou o bom momento de forma que já tinha sido detectado na Juventus com dois excelentes golos no domingo frente ao AC Milan e inaugurou o marcador aos 2 minutos. Ivanovic empatou aos 26″ mas foi um golo insuficiente para evitar que a Estónia chegasse ao 2º lugar depois da vitória na Irlanda do norte.

Cesare Prandelli voltou a testar alguns jogadores que tem estado em ascendente na Liga como são os casos do regressado António Cassano, de Leonardo Bonucci, Antonio Nocerino, Sebastian Giovinco e Alberto Aquilani, também ele recentemente regressado às convocatórias da Squadra Azzurra.

A Estónia, tem sido à semelhança da Arménia outra das grandes surpresas desta qualificação. Aproveitando o empate de Belgrado, a selecção comandada por Tarmo Ruuti terminou a sua fase de qualificação com uma suada vitória em Belfast, vitória que apenas foi conseguida nos minutos finais graças a dois golos emotivos do médio do Nafta da Eslováquia Konstantin Vassiliev que foram muito festejados pela comitiva da sua selecção em pleno relvado. Nunca antes a modesta Estónia esteve tão perto de se qualificar para um playoff final.

Folgando a Estónia, a pressão foi colocada a todo o gás no lado dos Sérvios, que terça-feira terão que medir forças em Ljubljana frente a uma Eslovénia que já está afastada do cenário de qualificação, mas cujo fervor nacionalista contra a “metrópole” da antiga junção Jugoslava lhes irá falar mais alto em campo.

A Itália também irá receber a Irlanda do Norte em Pescara.

Contas simples. Com a Itália já apurada, os Estónios passam em caso de derrota dos Sérvios em Ljulbjana. O empate basta à selecção comandada por Vladimir Petrovic.

Grupo D

A França venceu a Albânia por 3-0 mas continua com a Bósnia-Herzegovina colada a si que nem uma lapa. Perante um Stade de France repleto, desejoso de ver os bleus somar o triunfo que lhes pudesse garantir a qualificação automática no 1º lugar do grupo, tal não se veio a verificar visto que os Bósnios também venceram, em casa, o Luxemburgo por 5-0.

No jogo de Paris, Malouda, Loic Remy e Anthony Revèillere deram o triunfo aos gauleses num jogo em que não contaram com Franck Ribèry.

No jogo de Sarajevo, Dzeko, Misimovic (2) Pjanic e Medujanin deram a vitória aos Bósnios, que pelo menos, estarão votados ao mesmo fado que lhes calhou em sorte no apuramento para o mundial de 2010 aquando da ída aos playoffs e da consequente derrota frente a Portugal.

No outro jogo do grupo, sem qualquer interesse de relevância superior, a Roménia voltou a desiludir os seus fans com um empate frente à Bielorrússia. No regresso de Adrian Mutu à selecção, o jogador da Fiorentina apontou os 2 golos da sua selecção.

Na próxima jornada, temos jogo grande no Stade de France com a França a receber a Bósnia. Quem vencer passa no 1º lugar do grupo. Em caso de empate, passa a França.

A Albânia recebe a Roménia no outro jogo do grupo.

Grupo E

A Holanda venceu a Moldávia por 1-0 no Feijnoord Stadium em Roterdão e continuou na pressecucção do habitual pleno de vitórias. Huntelaar marcou o único tento da partida.

No outro jogo, com a relação que acima expliquei com a campanha da nossa selecção caso portugal perca na Dinamarca, a Suécia foi à Finlândia bater a selecção da casa por 2-1 num jogo muito complicado. Sebastian Larsson deu vantagem aos suecos aos 8 minutos e Olsson ampliou aos 52″. Um golo de Toivio aos 72″ ainda fez tremer os suecos nos 20 minutos finais.

Para terça-feira, fecha-se o grupo.
A Suécia recebe a Holanda e está obrigada a ganhar para poder fugir à despromoção dos playoffs por ser a pior 2ª classificada.
A Hungria ainda tem hipóteses de se qualificar mas para isso teria que bater a Finlândia por 12 golos de diferença e esperar a derrota Sueca frente à Holanda em Estocolmo.
Moldávia e São Marino fecham mais uma qualificação em Chrisinau.

Grupo F

Fernando Santos está de parabéns. A sua Grécia venceu a Croácia em Atenas por 2-0, passou para a liderança do grupo e assegurou praticamente a qualificação directa.

A dupla de avançados Samaras (71m) e Gekas (79m) deram os dois valiosos golos que irão decerto apurar sem grandes delongas a selecção orientada pelo Português.

No outro jogo do grupo, a Letónia venceu Malta por 2-0.

Para terça-feira, a Cróacia recebe a Letónia em Zagreb e para além de estar obrigada a vencer para colmatar a derrota em Atenas necessita que a Grécia possa perder ou até mesmo empatar em Tiblissi, dado que a Croácia tem um goal-average de 9 e a Grécia apenas de 8.
Sem qualquer relevância também se irá disputar o encontro entre Malta e Israel.

Grupo G

Duelo escaldante em Podgorica que opôs Montenegro à Inglaterra. Se os Ingleses garantiram o apuramento directo para o europeu, este histórico empate deixa os montenegrinos num autêntico estado de extâse nacional. A jovem e talentosa selecção montenegrina consegue apurar-se (dada a derrota da Suiça em Gales) para o playoff final na 2ª qualificatória que disputa a nível europeu depois da cisão referendária com a Sérvia.

Razão tinha eu quando na qualificatória para o Mundial 2010 afirmei que Montenegro seria a sensação para 2012. Não previ porém que a Estónia e Arménia chegassem em condições de discutir a esperança do playoff como de facto estão a discutir até ao último minuto.

Numa semana em que muito se falou sobre o futuro de Fabio Capello nos comandos da Old Albion (o italiano poderá deixar o cargo no final do europeu) e a possibilidade atirada pela imprensa da FA vir a contratar Arsène Wenger para o lugar do italiano, a selecção inglesa entrou em campo com a ideia de vencer ou empatar para carimbar em definitivo o apuramento, se bem, que as chances de Montenegro eram minimais dado os 10 golos de diferença no goal-average que separam as duas selecções.

Ashley Young abriu a contagem para os Ingleses perante o coro de assobios que foi constante em Podgorica sempre os Ingleses tocavam na bola. O veterano Darron Bent ampliou a vantagem aos 31″. Na 2ª parte viria a surpresa montenegrina com Zverotic a reduzir aos 45″ num lance onde Joe Hart foi traído por um desvio de um defensor Inglês e já em tempos de desconto, seria Andrija Delibasic, antigo avançado de Benfica e Beira-Mar a dar uma alegria imensa aos milhares de montengrinos depois de ter saído do banco de suplentes 10 minutos antes.

Pelo meio ainda houve lugar à expulsão directa de Wayne Rooney num lance em que o avançado do Manchester perdeu a cabeça e pontapeou um adversário.

Para a retina ficam as imagens tão características do emotivo Delibasic (o pessoal do Beira-Mar pode um dia atestar destes festejos do Montengrino num jogo contra o Benfica) no vídeo e na imagem abaixo postada.

No outro jogo do grupo, desilusão Suiça em Cardiff frente a uma selecção Galesa que ainda não tinha aparecido em prova. Apareceu pelos maus motivos e afastou os suiços de uma série de várias qualificações para fases finais de provas internacionais. Aaron Ramsey e Gareth Bale marcaram para a selecção Galesa.

As contas do grupo fecham em definitivo na terça com um Suiça vs Montengro e um Bulgária vs Gales.

Grupo I

A Espanha venceu em Praga por 2-0 e abriu a porta à Escócia (só joga amanhã em casa frente ao Lichstenstein) de ultrapassar a República Checa na classificação.

Nada de especial em relação aquilo que conhecemos da Rojita! Resolveram o jogo cedo por intermédio de Mata e Alonso. O resto foi contenção de bola. Os Checos ficaram reduzidos a 10 por expulsão de Hubschman no minuto 70.

A Escócia joga amanhã contra o Lichstenstein e em caso de vitória fará 11 pontos, ou seja, mais um que os checos. Nenhuma destas selecções tem o playoff final asseguro quaisquer que sejam os resultados apurados na última jornada pois dependerão dos outros grupos.

Nada está acabado para os Checos. A Escócia terá que medir forças terça-feira com a Espanha em Alicante enquanto a República Checa irá jogar a Vilnius frente à Lituânia.
Tomando com mais provável a vitória Escocesa amanhã, os Checos terão que vencer em Vilnius ou empatar, esperando respectivamente para cada resultado que a Escócia perca ou empate em Espanha.

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Pelos jogos internacionais…

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A Dinamarca não vacilou e levou de vencida uma inofensiva Noruega. A Noruega pouco fez durante a partida e acaba por dar um passo atrás na qualificação. Bendtner marcou os golos da Selecção Dinamarquesa.

A Islândia bateu o Chipre por 1-0.

O primeiro lugar do grupo é repartido pelas 3 selecções, mas Portugal corre na frente. A Dinamarca é 2ª. A Noruega 3ª com mais um jogo.
Na próxima jornada, a 7 de Outubro, Portugal recebe a Islândia no Estádio do Dragão no Porto e a Dinamarca vai a Nicósia defrontar o Chipre. Folgará a Noruega.

Abrem-se cenários para a próxima jornada:
1. Em caso de vitória Dinamarquesa, a Dinamarca apura-se para os playoffs. Mesmo em caso de derrota de Portugal, tudo se irá decidir em Copenhaga na última jornada.
2. Em caso de vitória Portuguesa, Portugal não se apura para os playoffs, mas deixa a questão praticamente arrumada para a última jornada onde até poderá perder contra a Dinamarca em Copenhaga que muito dificilmente irá ceder o seu lugar à Noruega pela questão da diferença de goal-average entre as duas selecções.

– No grupo A, a Turquia não quis dar a machadada final na Bélgica tendo empatado hoje na Áustria a 0 bolas. Arda Turan, o jogador talismã dos turcos no passado jogo de sexta-feira (marcou o golo da vitória aos 6 minutos do período de descontos) foi o vilão deste jogo ao falhar uma preciosa grande penalidade já para além da hora. 

O Azerbeijão ganhou ao Cazaquistão por 3-2.

A Alemanha já se tinha qualificado na sexta-feira. A Turquia é 2ª com 14 pontos. A Bélgica tem 12 e a Áustria com 8 está eliminada.
Na próxima jornada, o Azerbeijão recebe a Áustria, a Bélgica recebe o Casaquistão e em caso de vitória dos Belgas, estes poderão aproveitar um eventual resultado negativo da Turquia em Instambul perante a Alemanha. Todavia, terão sempre que medir forças com a Alemanha na última jornada em Dusseldorf.

– No grupo B

Empate da Rússia e da Irlanda em Moscovo. Um bom resultado para as 2 selecções. A Rússia porque continua na liderança. A Irlanda porque sabe perfeitamente que é difícil vencer na Rússia, pontua, não perde o 2º lugar e continua a acalentar o 1º pois continua a 2 pontos da Rússia.

A surpresa da jornada acabou por vir de Zilina. A modesta Arménia foi à cidade Eslovaca golear a selecção da casa por 4-0 e continuar a surpreender meia europa. Esta goleada põe o grupo B ao rubro e faz sonhar o povo Arménio. Nunca antes esta antiga república soviética esteve tão perto de sonhar com a qualificação.

A Macedónia ganhou 1-0 a Andorra em casa.

A Rússia continua a liderar com 17 pontos. 15 tem a Irlanda. Com 14 estão a Arménia e a Eslováquia.
Na próxima jornada, teremos 3 jogos emocionantes: em teoria, a Arménia tem vantagem em defrontar a Macedónia em casa. A Eslováquia joga o tudo ou nada em Zilina contra a Rússia. A Irlanda vai a Andorra.

1. Em caso de vitória Russa, esta selecção garante praticamente a passagem ao Europeu pois na última jornada recebe a humilde selecção de Andorra.
2. A selecção Eslovaca em caso de derrota fica de fora do europeu.
3. A selecção Eslovaca em caso de vitória irá marcar 17 pontos. Continuará empatada com a Arménia (caso esta vença= e neste cenário com a Rússia, mas também continuará em 4º lugar devido ao goal-average negativo que tem em comparação com o goal-average abundante de Russos e Armenos. A Rússia poderá perder o primeiro lugar caso a Irlanda vença e até o 2º caso a Arménia vença.

-No Grupo C

A Itália voltou a utilizar a receita do costume para vencer a Eslovénia e apurar-se para o Europeu. No Artémio Franchi em Florença, os italianos não jogam por aí além mas tiveram um Pazzini inspirado nos minutos finais a facturar numa baliza onde (pela sua passagem no passado pela Fiorentina) conhece bastante bem o sabor do golo.

A Sérvia ganhou 3-1 às Ilhas Faroe e saltou para a 2ª posição do grupo. A Eslovénia acabou por ser a grande derrotada da noite pois também viu a Estónia saltar para a 3ª posição depois de vencer a Irlanda do Norte em Talinn por 4-1. A luta pelos playoffs continua ao rubro neste grupo C: a Sérvia é 2ª com 14 pontos, a Estónia 3ª com 13. Os estónios tem mais um jogo assim como os eslovenos, que com a derrota de hoje não estão matematicamente eliminados mas irão necessitar que a Sérvia perca na próxima jornada em casa frente à Itália, que a Estónia perca ou empate na Irlanda do Norte e que na última jornada possam ganhar aos Sérvios em Ljubliana.
Na próxima jornada, a Sérvia recebe a Itália, tendo a selecção transalpina a possibilidade de baralhar as contas dos sérvios caso vença e caso a Estónia vá vencer a Belfast.

– Grupo D

No jogo grande, a França empatou em Bucareste a 0 bolas e conseguiu um autêntico “matchpoint” na qualificação.
A Bósnia também obteve um “matchpoint” ao vencer nos últimos minutos a Bielorrussia em Sarajevo com um golo de Misimovic aos 87″, dois minutos depois da expulsão do 2º defesa Bielorusso Kalachev. O primeiro (Martynenko) já tinha sido expulso por acumulação no decorrer da 1ª parte.

O Luxemburgo obteve uma vitória histórica em casa, vencendo a Selecção Albanesa por 2-1.

A França lidera com 17 pontos. A Bósnia tem 16. Ambas garantem praticamente os playoffs. A Roménia tem 12 assim como a Bielorussia.

1. Na próxima jornada, a Roménia recebe os Bielorussos, num jogo em que quem perder pontos será eliminado e quem puder vencer também poderá ser eliminado, caso a Bósnia e a França vençam os seus jogos. A Bósnia recebe o Luxemburgo, a França recebe a Albânia.
Mesmo em caso de vitória Romena, caso a Bósnia e a França vençam os seus jogos, garantem o lugar que lhes permite jogar os playoffs.
2. Caso a França vença e a Bósnia perca o seu jogo, a França garante a qualificação e em caso de vitória da Roménia ou da Bielorrússia, ambas poderão ter uma palavra a dizer na última jornada.
3. Caso a França perca ou empate o seu jogo e a Bósnia vença, a Bósnia vai para a primeira posição e em caso de vitória da Roménia ou da Bielorrússia, estas continuarão a acalentar hipóteses de qualificação na última jornada.

– No Grupo E

A Holanda venceu a Finlândia em Helsínquia por 2-0 num jogo em que o avançado do PSV Kevin Strootman continua a consolidar o seu lugar na laranja mecânica com a obtenção de mais um golo. A Finlândia foi sempre incipiente nas suas acções ofensivas e nunca criou grande perigo à baliza de Maarten Stekelenburg durante os 90 minutos da partida. A Holanda esteve por várias vezes perto do 2º golo e incomodou várias vezes a baliza finlandesa na 2ª parte ora pelas boas arrancadas de Eljero Elia pelo flanco esquerdo ora pelos passes em desmarcação com que Sneijder ia servindo os colegas. Seria De Jong a carimbar a vitória mesmo em cima do apito final, quando a Finlândia já jogava reduzida a 10.

A Hungria cumpriu a sua tarefa e foi vencer à Moldávia por 2-0. A Suécia venceu em São Marino por 6-0 e ascendeu à 2ª posição pelo goal-averagem superior aos Húngaros, que tem mais um jogo que os suecos. Na próxima jornada, os Suecos poderão carimbar a passagem aos playoffs caso vençam a Finlândia em Helsínquia. Caso contrário tudo será decidido na última jornada.

– No grupo F

Nos primeiros 45 minutos em Zagreb, a Selecção Israelita vencia por 1-0, marcava oficialmente 16 pontos na classificação (na prática eram os mesmos que os croatas) e viam a Grécia a perder por 1-0 na Letónia, facto que punha os gregos também com os semelhantes 16 pontos. Com este cenário de intervalo em Zagreb, os croatavas lideravam, os gregos eram 2ºs e os israelitas 3ºs com os mesmos pontos, com Israel com mais um jogo.
Na 2ª parte, Modric, Eduardo da Silva e companhia viraram o marcador em prol dos croatas, eliminaram Israel e viram a Grécia de Fernando Santos perder pontos na Letónia, ao empatar quase ao cair do pano por intermédio de Papadopoulos num jogo em que os Gregos tiveram que sair da sua habitual retranca para massacrar os Letões…na retranca!! De nada valeu o ímpeto de Giorgios Samaras e companhia. A Croácia passou para a frente do grupo.

Em La Valleta, dia de festa para os Malteses com o empate caseiro frente à Geórgia a 1 bola.

A qualificação será discutida a dois nas próximas jornadas. No que diz respeito à próxima, a Grécia recebe a Croácia em Atenas. A Grécia passa para a frente do grupo caso vença. A Croácia qualifica-se caso vença e fica em grande posição caso empate.

Letónia – Malta será um jogo para cumprir calendário.

– No grupo G,

Ashley Young fez Capello respirar de alívio perante a ameaça de uma moralizada selecção de Gales. O jogador do United confirmou a excelente forma ao dar a vitória à Old-Albion perante a vizinha selecção galesa.

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No Saint Jakob Park de Basileia, a Suiça aproveitou a folga de calendário de Montenegro para equilibrar a balança com a turma balcânica. Era o jogo de tudo ou nada de Suiços e Búlgaros. Quis o talentoso médio ala de 20 anos Xherdan Shaqiri colocar ao rubro o público Suiço na sua própria casa (Shaqiri actua pelo Basileia) com um hat-trick no 2º tempo. A Bulgária ainda alimentou as esperanças de bater os Suiços durante 36 minutos devido a um golo madrugador de Ivaylo Ivanov.

A Inglaterra lidera o grupo com 17 pontos (+ 1 jogo). Montengro é 2ª com 11 pontos. A Suiça tem 8 pontos. A Bulgária tem 5 e mais um jogo, estando portanto eliminada. Gales 3.
Na próxima jornada, Gales recebe a Suiça enquanto Montenegro recebe a Inglaterra em Podgorica.

1. Em caso de vitória da Suiça e derrota de Montenegro, basta apenas o cenário de 1-0 para que a Inglaterra se apure e a Suiça ultrapasse a selecção montengrina.
2. Em caso de vitória de Montengro perante a Inglaterra e derrota Suiça, a Inglaterra continua na primeira posição com 17 pontos mas só será qualificada directamente se Montenegro conseguir superar os 10 golos de goal-average que tem de diferença para os ingleses. Neste cenário, Montenegro segura pelo menos os playoffs. Caso contrário terá que jogar os playoffs na Suiça na última jornada.

Grupo I

A Roja venceu o pobre Lichstenstein por 6-0 com bis de Negredo e David Villa e restantes golos a serem apontados por Xavi e Sérgio Ramos. A Espanha está qualificada para o Europeu.

A Escócia venceu a Lituânia por 1-0 e relança os escoceses na luta pelos playoffs.

A Espanha lidera com com 18 pontos. A República Checa tem 10 pontos, a Escócia tem 8. Os Escoceses poderão ascender à 2ª posição do grupo se vencerem no Lichstenstein e se a República Checa perder com a Espanha em Praga não sendo porém linear que estes resultados decidam a qualificação porque na última jornada, teremos os escoceses a jogar em Espanha e a República Checa a jogar na Lituânia.

Outras zonas de qualificação:

Ásia – 1ª fase de gruposqualificação 2014 – 2ª jornada

– A Jordânia lidera o grupo A com 6 pontos depois de bater a China por 2-1. A China é 2ª com 3 pontos. O Iraque também somou 3 pontos ao bater Singapura por 2-0 fora.

– No Grupo B, a Coreia do Sul não foi além de um empate no Kuwait a 1 bola. Mesmo assim os Sul-Coreanos lideram o grupo com 4 pontos, os mesmos do Kuwait. No outro jogo do grupo, o Líbano venceu por 3-1 os Emirados Árabes Unidos e somou 3 pontos.

– No grupo C, Uzbequistão e Japão empataram a 1 bola e lideram o grupo com 4 pontos. A turma nipónica esteve a perder a partir dos 9 minutos até ao minuto 65. A Coreia do Norte venceu em casa o Tadjiquistão por 1-0 e somou 3 pontos.

– No grupo D, a Austrália destacou-se na liderança ao vencer a Arábia Saudita fora por 3-1 com golos de Joshua Kennedy e Luke Wilkshire. A Austrália tem 6 pontos. A Tailândia é 2ª com 3 depois de ter batido Omã por 3-0.

– No grupo E, Qatar e Irão empataram a 1 bola. Os Iranianos estão na liderança do grupo com 4 pontos em paridade com o Bahrein, que foi à Indonésia bater a selecção da casa por 2-0. O Qatar tem 2 pontos.

Amigáveis:

Ontem, em Londres (Craven Cottage – estádio do Fulham) a canarinha venceu o Gana por 1-0 mas não se exibiu ao seu bom nível. Ronaldinho voltou à selecção por escolha pessoal de Mano Menezes para dotar o escrete de um jogador que se tem exibido a alto nível no plano interno e reune a simpatia e carinho do povo brasileiro. O jogador do Flamengo não tem a mesma velocidade de outros anos mas tentou de tudo para marcar neste golo contra o Gana. De livre, obrigou o guarda-redes Ganês a defesas apertadas. Na 2ª parte, fez uma abertura a isolar Alexandre Pato que foi absolutamente sublime e acabou por ser uma das jogadas mais bonitas da partida.
O jogador do Sporting Elias foi titular e jogou os 90 minutos pela canarinha. Hulk entrou na 2ª parte e esteve apagado. O Porto foi buscá-lo a Londres de jacto e o atleta jogou hoje pelo FC Porto na marinha grande contra o Leiria.

Leandro Damião, avançado que esteve na mira do Porto, marcou o único golo de uma partida que ficou estragada a meio da primeira parte por uma expulsão duvidosa de Daniel Opare depois de uma falta muito bem aproveitada pelo experiente central Lúcio para sacar o segundo amarelo ao jogador Ganês.

Depois do amigável frente à Venezuela em Calcutá, a Argentina defrontou na tarde de ontem a Nigéria em Dacca, capital do Bangladesh. Messi voltou a não marcar, mas deu o primeiro a Higuaín e contribuiu no 2º com um poderoso remate que o guarda-redes nigeriano defendeu directamente para o desvio de DiMaria para o fundo das redes. Elderson cometeu auto-golo enquanto Obasi marcou o tento de honra dos nigerianos.

Em Gdansk, cidade dividida entre Polacos e Alemães ao longo da história, Polónia e Alemanha disputaram um interessante amigável que terminou empatado a 2 bolas. Os jogadores do Dortmund Lewandowski e Kuba Blaszczykowski marcaram os golos para os Polacos. Toni Kroos e Cacau para os Alemães.

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