Monthly Archives: Fevereiro 2013

azar é voltar a perder esta oportunidade

39 euros

A COQF´13 decidiu ser amiga do pessoal e disponibilizou mais 113 bilhetes a 39 euros, sendo que estes podem ser adquiridos amanhã no Fórum Coimbra entre as 11 e as 17 horas!

Com as etiquetas , ,

renato russo

Brasília. Oscar Nieyemar. Cenas.

Com as etiquetas , , , , ,

angolanices

Há uns meses atrás, se bem me lembro, num programa Prós e Contras transmitido na RTP, o Ministro Relvas dirigiu-se ao séquito real do presidente José Eduardo dos Santos com tamanha gentileza, repito, tamanha gentileza, convidando os Angolanos a investir em Portugal. O jogo de charme foi de tal maneira galanteador e já agora, cínico, hipócrita e pedante, que as investidas do Ministro Português nas arcadas de sua alteza, o Rei de Angola, levaram a que a balança de investimentos entre os dois países fosse favorável aos investidores africanos. Relvas, o eixo-do-mal, foi mais fundo na questão: houve quem narrasse que tamanha bajulação ao reino do deus-dará, perdão, ao reino de José Eduardo dos Santos era um dos actos mais pedantes da história deste país. Pedro Rosa Mendes, Raquel Freire e seus pares, tinham, repito, tinham um programa na Antena 1 que foi cancelado a pedido do eixo-do-mal. Ainda hoje, nenhuma entidade reguladora para a comunicação social deste país se interessou minimamente pelo jogo de bastidores e pelo jogo de pressões que foi feito nos bastidores da administração da rádio difusora pública portuguesa.

O jogo de sedução do eixo-do-mal, leia-se acrónimo de Relvas, foi tão longe que hoje o Jornal de Angola, órgão de comunicação social do regime angolano e único diário que é permitido em território angolano sem censura estatal, publicou, a respeito das investigações que estão a ser movidas pelo DCIAP a uma alegada transferência bancária detectada pelo Banco de Portugal feita por uma empresa offshore para uma das contas do Procurador Geral da República de Angola no valor de 70 mil euros, uma missiva ao governo Português.

O director do referido jornal, no editorial, José Ribeiro, como podemos ler no link supra citado, revelou para além de uma falta de enquadramento histórico em relação à pequena e inenarrável história do seu país, um profundo caos de conhecimento em relação à ética e deontologia jornalistica. Para além do mais, este dito jornal consegue ser tão fraco que nem os objectivos para o qual foi criado (propaganda pura e dura do regime angolano) consegue cumprir dada a fraqueza de espírito de quem escreve. Para além de revisionismo histórico mal fundado, erróneo e partido de meras especulações que tem como pano de fundo a necessidade que o regime angolano tem de elevar as hastes das bandeiras nacionais do povo angolano a partir de um bode expiatório para os seus males (neste caso os portugueses, o imperialismo, o colonialismo e a sua mal fundada relação com a UNITA que desde já não compreendo) por parte do regime angolano, na pele de José Ribeiro, existe uma clara demonstração de falta de gratidão em relação ao que Portugal tem dado às elites angolanas.

Nós, o povo português, não temos culpa das nossas “elites políticas corruptas”, não temos culpa da UNITA e tão pouco temos culpa da forma como se celebram contratos em Angola. Não temos culpa que os Angolanos continuem a insistir na ideia que a celebração de um contrato público entre uma determinada empresa e o estado angolano contemple para a mesma obra ou encargo 5 orçamentos, sendo eles divididos nos louros pela empresa a cargo, pelo líder do país, pelo estado representado pelo líder do país, pelo líder do país e pela empresa chinesa que deixa passar o negócio. Não temos culpa pelo facto do General Spínola sempre se ter demonstrado contra a auto-determinação das nossas colónias e muito menos temos culpa do tosco processo de descolonização levado a cabo pelos sucessivos governos portuguesas da era do PREC e pós PREC. Mas isso, como afirmei anteriormente, nem vale a pena comentar porque as premissas que José Ribeiro apresenta não são factos historicamente provados mas sim frutos de uma memória colectiva angolana que revela um certo complexo de inferioridade. Recalcamentos.

Vamos ao que realmente que me interessa em toda esta questão: como bom conhecedor da lei que é, o Procurador Geral da República de Angola, João Maria Sousa, deverá saber que uma das funções do banco de portugal é efectivamente executar a supervisão económica de todas as transferências bancárias efectuadas em território português, em particular, de todas aquelas que possam levantar suspeitas de ilegalidade, fraude ou fuga aos impostos. Como de facto se trata, alegadamente, de uma transferência bancária realizada por uma entidade offshore, vulgo, por uma entidade que por norma anda de mãos dadas com a feitura de investimentos que derivam de capitais que por defeito deveriam ser entregues ao tesouro português, e como a tal transferência não aparece declarada nos rendimentos do PGR Angolano, não será de estranhar que o Banco de Portugal, depois de escândalos no seio de entidades bancárias cujos negócios deram para o torto por falta de supervisão, tenha aprendido algumas lições. É de estranhar portanto que tal procedimento não seja tido como comum nas entidades de supervisão económica e nas entidades judiciais angolanas. Se calhar a culpa é da globalização. Perante a necessidade que os países de terceiro mundo tiveram de construir as suas economias de forma a poderem entrar nos mercados, “esqueceram-se” de consolidar a democracia e o institucionalismo democrático. Em terras de cegos, quem tem olho é rei.

Estranho também, pelo facto da balança de investimentos feitos entre investidores dos dois países estar favorável ao capital angolano, que José Ribeiro considere que o investimento vindo desse país não é bem vindo em Portugal. A 29 de Agosto de 2012, publicava o Diário Económico (felizmente que não é um órgão de comunicação detido pelo tio Balsemão nem pelos Angolanos ao contrário do Jornal de Negócios) que até à data, durante o ano 2012, a filha do líder da macacada, tinha investido 137 milhões de euros no tecido económico português, capital esse que vá-se lá saber fazem de Isabel dos Santos uma das mulheres mais ricas do mundo e em particular, uma das maiores investidoras estrangeiras no nosso país. Factos. E contra factos não existem argumentos, nem os vindos de gente que quer propagandear de forma barata, inútil e mal feita. A mesma Isabel dos Santos, segundo outra revelação vinda do Económico, já tem 2,5 mil milhões de euros investidos em empresas cotadas na bolsa portuguesa, sendo grossa fatia está investida na Sonangol que por sua vez é a principal mandatária dos trabalhos da petrolífera portuguesa, a Galp, em Angola. Convém também explicar a um público menos atento, que em Portugal, ao contrário de Angola, o investimento estrangeiro, por lei, não necessita obrigatoriamente de ter o compadrio de alguém ligado ao regime para ser feito. E mais uma vez, parto de factos. E nós é que somos, aos olhos de José Ribeiro, imperialistas. Talvez, creio, que esta seja uma manobra tosca que tente explicar que o regime angolano fartou-se de tanta ingerência estrangeira dentro do seu território e sobre questões de soberania que agora está a querer experimentar um pouco desse veneno junto da soberania de outros estados.

O José Ribeiro age de acordo com o que lhe dizem. Se lhe dizem que os portugueses são maus, ele escreve que são maus. Se lhe dizem que o Benfica perdeu e o Benfica ganhou, ele escreve que perdeu. O José Ribeiro é pior que um papagaio. Ou melhor, o José Ribeiro é pior que o papagaio dos programas da Ana Maria Braga na Globo. O José Ribeiro não é propagandista porque nem sabe sequer o que é propaganda. Não quero com isto fazer alusões aos tempos da velha senhora, mas talvez lhe desse jeito ver ou conhecer alguns dos métodos de António Ferro. A SPN foi uma instituição que durante muitas décadas deverá ter ecoado em Angola.

Bem, o assunto já vai longo. O processo de investigação está em curso. O Ministro dos Negócios Estrangeiros do Governo Português está interessadíssimo em manter as boas relações diplomáticas entre os dois países. Nem que para isso tenha que dar novamente o seu recto ao governo angolano. O eixo-do-mal Relvas, aquele que um dia já ousou tentar vender a RTP a um grupo angolano chamado Newshold que era angolano mas não era angolano porque tinha a sua sede no Panmá, deve estar em pulgas em São Bento. Don´t mess with the Boys.

Para finalizar, ainda bem que estou a escrever este post em Portugal. Em Angola, já estaria censurado.

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

as porcas e os rebites

O novo Titanic II vai ser construído por uma empresa estatal chinesa. Diz o proprietário que vai ter 18 botes salva-vidas, os suficientes para resgatar os cerca de 2400 passageiros em caso de naufrágio. Pela primeira premissa deste post, sei eu bem quem não irá navegar nele.

Com as etiquetas , , ,

a pipoca mais fútil

Vejo o dito blog da moda e reparo que existem pessoas cujas palavras se gastam à toa e no fundo não existe uma cujo significado contenha uma ponta de utilidade para a sociedade.

Com as etiquetas ,

NBA 2012\2013 #39

Que me lembre já não acontecia algo do género na Liga desde 2004, aquando da cena de pancadaria protagonizada por Ron Artest (agora Metta World Peace) no jogo entre Indiana e Detroit que de resto valeu muitos jogos de suspensão ao agora jogador dos Lakers.

Mesmo no fim do jogo entre Indiana e Golden State Warriors em Indianapolis, o poste dos Warriors David Lee empurrou Roy Hibbert na habitual luta das tabelas e o poste dos Pacers não se ficou e respondeu ao jogador da equipa californiana. O resto foi o que se vê no vídeo. Aguardam-se suspensões duras para os dois jogadores numa altura em que é mais ou menos certo que Warriors e Pacers irão aos playoffs.

Com as etiquetas , , , , , , , , , , ,

anotamento

mas ainda ninguém percebeu em Itália que o impasse governativo vai causar contágio nos juros da dívida dos restantes países europeus?

aqui, aqui,

E o Chipre à beira de entrar no lote dos PIIGS.

Com as etiquetas , , , , , , ,

defesa de posição

Nesta manhã tenho recebido muitas mensagens devido ao facto de ter votado contra o Relatório de Contas da DG\AAC´12 e de ter votado contra a moção proposta pelo colega da FDUC Sandro Batista que pedia uma auditoria às contas do dito relatório, a realizar por uma entidade externa e independente.

Passo à minha explicação dos acontecimentos para que tudo fique claro:

1. Votei contra o Relatório de Contas da DG\AAC´12 pelos simples facto deste relatório conter despesas (basta ver a minha intervenção na AM aqui) que considero absurdas para o débil momento que a AAC atravessa ao nível das suas contas e pelo facto deste relatório ter parametros que não são explicados de forma leal e sincera aos seus sócios. Casos dos items que nele estão inscritos como “fornecimentos diversos”, “trabalhos especializados”, entre outros, items que não estão discriminados na sua totalidade e cujos centros de custos apresentam valores diferentes. Caso por exemplo, nos items respeitantes ao Pelouro da Política Educativa, onde o dia do estudante apresenta um valor inscrito no relatório que se apresenta bastante diferente nos centros de custo, pelo que pude verificar junto a um dos membros do Conselho Fiscal da AAC cessante. Não quis ser do contra só porque sim e preferi admoestar a gestão do ano 2012 com um cartão amarelo ao votar contra este relatório pelo despesismo fútil efectuado durante o mandato em alguns items da gestão da instituição.

2. Votei contra os dois pontos da moção apresentada pelo Sandro Batista pelo facto desta moção ter sido uma manobra política executada por um dos vice-presidentes cessantes da última DG\AAC. Não tenho nada contra o Sandro nem pessoalmente nem associativamente. Que fique aqui escrito e sublinhado. Tenho pena do Sandro se ter exposto à representação de um golpe de teatro penoso. Creio que o Vice-Presidente da DG\AAC´12 Samuel Vilela, o verdadeiro autor desta moção, tinha também como responsabilidade inerente ao cargo que desempenhou, manter algum rigor e algum controlo sobre as despesas cometidas e ontem apresentadas dos pelouros pelos quais ficou responsável, coisa que não o fez. Se o fez, não sei. Sei sim que o Samuel veio a Assembleia Magna lavar roupa suja de uma dita reunião da DG\AAC´12 no mês de Setembro, onde pelos seus motivos, tentou “lixar internamente” (é este o termo correcto e deve ser dito sem qualquer problema ou questão de censura) o administrador cessante (João Seixas) na célebre apresentação de uma moção interna em que responsabilizava o segundo por danos na gestão do património pertencente à DG\AAC´12 e em alguns problemas verificados na altura na cobrança da dívida da empresa InTocha à DG\AAC´12 pela concessão contratualizada da exploração dos bares. Como não conseguiu levar o seu avante na dita reunião, reapareceu na Magna, à boa maneira sul-americana do caudilhismo, a propor uma moção que podia perfeitamente ter aconselhado a sua DG\AAC´12 a realizar a tempo de mandato. Daí a minha afirmação na 1ª intervenção que fiz ao afirmar que “adoro ver antigos vice-presidentes da casa que saíram lobos e reapareceram na Magna travestidos de cordeiros” – fim de citação.

3. Eu sei e não tenho qualquer problema em admitir que o Samuel não teve tomatinhos para apresentar a moção em Assembleia Magna by himself. Foi uma falta de carácter enorme de quem sabia que caso apresentasse por si próprio tal moção seria questionado sobre a sua responsabilidade na questão durante o ano em que ocupou o cargo que ocupou na DG\AAC´12. Repito então que tomo a moção do Sandro, cujo autor não foi o Sandro, foi uma tentativa de vingança publica declarada do Samuel Vilela ao João Seixas, vingança explícita que reprovo de forma categorica.

4. Quanto à auditoria em si:

4.1 Como referiu e bem o vogal do CF\AAC cessante Gustavo Bonifácio, existem vários tipos de auditorias que se podem fazer a uma determinada instituição.

4.2 Não sei até que ponto é que uma auditoria feita por uma entidade externa e independente poderá revelar o que quer que seja no relatório de contas da DG\AAC´12. Como sabemos, as auditorias feitas por entidades externas à casa e independentes como a Deloitte (por exemplo) noutras instituições (Benfica, BPN, entre outros exemplos) não adiantaram absolutamente nada e não resolver qualquer dos problemas existentes nas contas das duas instituições: o BPN afundou da forma expressiva como hoje conhecemos e o Benfica continua com um passivo gigantesco nas suas contas.

4.3 Uma auditoria às contas da DG\AAC´12 per si é impossível. Para se auditarem as contas da DG\AAC, obrigatoriamente, pelo cruzamento de todos os pagamentos resultantes dos movimentos executados pelos organismos da casa, para termos uma noção do estado do erário da AAC teríamos obrigatoriamente que auditar todos esses organismos. Uma auditoria às contas da AAC (como um todo) custam uma fortuna, da qual a AAC, neste caso a DG\AAC, poderá não dispor em caixa para pagar durante este ano civil de 2013. Por um lado reconheço que para se tratar a “doença” seria necessário avaliar toda essa articulação de pagamentos entre os organismos da casa. Por outro lado penso que o valor que nos poderia ser cobrado por uma auditoria seria excessivo e pesado para o actual estado da DG\AAC.

4.4 Também aproveito para afirmar aqui sem pejo que caso esta DG\AAC tenha cometido lapsos de forma voluntária neste relatório de contas, destinado a omitir ou negar quaisquer movimentos que tenham lesado de forma grave o património e o futuro da instituição, creio que não será uma auditoria que os irá revelar mas sim o tempo. Em caso de erro crasso que tenha sido omitido neste relatório de contas, esse valor poderá provocar uma asfixia tal no quotidiano da instituição que mais tarde ou mais cedo alguém terá que admitir que tal erro ou omissão foi cometido. Creio portanto que na existência de tais fenómenos, a verdade virá ao de cima.

Com as etiquetas , , , , , , ,

contradições?

A Vice-Presidente da Comissão Europeia Viviane Reding afirmou na sexta-feira em Coimbra, em tom de revelação surpreendente, que a instituição estava a estudar a possibilidade de Portugal e Irlanda saírem dos programas de ajustamento que lhes foram submetidos pela Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional.

Agora, em directo para os jornais nacionais, Pedro Passos Coelho, no início dos trabalhos da avaliação das 3 entidades ao programa de ajustamento português, diz que não precisa de mais tempo para renegociar a nossa dívida.

Em que é que ficamos?

Com as etiquetas , , , , , , , , , , ,

NBA 2012\2013 #38 – as escolhas do staff

1. Começamos pelo habitual momento de humor, proporcionado pela rúbrica de Shaquille O´Neal na NBA TV: Shaqtin´A´Fool. Escolha do Eduardo Barroco de Melo.

Como sempre, a aparição regular de JaVale McGee (Denver Nuggets), desta feita com um acontecimento que merece um oscar. A reacção de McGee ao empurrão do rookie dos Cleveland Cavaliers Ty Zeller é absolutamente deliciosa.

2.

O Eduardo também nos traz um momento que aconteceu no último all-star weekend. No evento de trabalho comunitário promovido pelo programa NBA Cares, o poste dos Lakers Dwight Howard aprende a palavra trabalho da boca de duas cidadãs brasileiras. Pelas críticas que tem sido alvo pela sua má-forma nesta temporada, Howard vai ter que decorar a palavra neste último terço do campeonato para bem dos Lakers e das suas possibilidades de ainda atingirem os playoffs.

3. O Hugo Coelho Gomes traz-nos uma notícia que saiu no site da bola onde Isaiah Thomas, histórico jogador dos bad boys de Detroit (década de 80 e 90) afirma que “Lebron James é melhor que Michael Jordan”

Estas afirmações vem na sequência das afirmações de Jordan durante o all-star Weekend e no contexto da troca de palavras que se tem feito entre actuais agentes e antigos agentes da liga sobre quem é o melhor da actualidade (LeBron ou Kobe Bryant). Em Houston, Jordan afirmou que prefere o astro dos Lakers ao líder dos Heat. Tais afirmações tiveram resposta por parte de LeBron, que não se manifestou muito incomodado com as declarações do melhor da história da modalidade. Kobe tem passado ao lado da polémica e não se tem pronunciado publicamente sobre a situação.

Tenho muito respeito por Isaiah Thomas dado que foi um dos melhores bases de sempre da liga, mas não posso concordar com as suas afirmações. Isto porque:

– Jordan foi mágico em todos os sentidos. Jordan era um jogador completo a todos os níveis. Jordan foi a 6 finais e não perdeu nenhuma. Jordan marcou uma era. Jordan criou os Bulls como hoje os conhecemos. Jordan podia ter ganho 8 títulos seguidos caso não tivesse ido jogar baseball depois da morte do pai durante ano e meio. LeBron perdeu finais antes de conseguir o primeiro título apenas à sua 9ª temporada na liga. Jordan conseguiu o seu primeiro título à 7ª temporada na liga. Até hoje, nenhuma outra estrela da liga (nem Kobe, nem James, nem Wade, nem Duncan) conseguiram ganhar todas as finais em que participaram e tão pouco conseguiram os 6 títulos que Jordan conseguiu.

– Não é que LeBron não seja um jogador categórico porque é de facto. Estou seguro que será um jogador que ficará eternamente na memória colectiva da história da modalidade. Não concordo com Isaiah Thomas quando este disse que Jordan “saltava mais que os outros na altura” – falamos de uma fase da NBA recheada de jumpers e de shooters. Desde Gary Payton a Karl Malone, de Hakeem Olajuwon a Dikembe Mutombo, de Shaq a John Stockton, de Grant Hill a Reggie Miller. Tudo Hall of Famers da competição saídos da década de 90. Jordan era completo. Não foi o primeiro jogador completo da história da modalidade, mas dentro daqueles que foram completos (Bill Russell, Larry Bird, Kareem Abdul-Jabbar, Wilt Chamberlain, Joe Dumars), Jordan foi indiscutivelmente o melhor.

– Jordan e LeBron são jogadores diferentes ao nível de características: o primeiro era um shooter nato enquanto o segundo usa mais do físico para se fazer imperar. Se compararmos os números de um e outro notamos que ambos tem números muito parecidos nos vários departamentos de jogo. Jordan foi um jogador muito completo e LeBron é hoje um jogador muito completo. Ambos foram (no caso de LeBron são) bem secundados ao nível de equipa. Em Chicago, Jordan contava com a presença de outros jogadores brilhantes como Pippen, Longley, Kerr, Kukoc, Harper, Rodman, Paxson, Cartwright. Em Cleveland e Miami LeBron jogou com bons jogadores como Varejao, Larry Hughes, Ilgauskas, Wade, Bosh, Allen.

– É certo que toda a gente poderá opinar sobre este assunto. É certo que muitos do passado podem dizer que na era Jordan a competição era mais dura. Outros poderão afirmar que agora é mais duro vencer um título da liga do que era nos tempos de Jordan. Não poderemos estabelecer uma comparação entre os dois visto que não jogaram na mesma era, se bem que seria excitante ver Jordan, LeBron, Wade, Paul, Carmelo, e todas os outros Hall of Famers da história Liga a actuar numa única era.

– Na minha modesta opinião, em actividade, pelos títulos que já ganharam e pelo que já fizeram na liga, os dois melhores jogadores são Kobe e Tim Duncan. LeBron aparece em 3º.

4.

Bynum 2

Meme feito pelo Eduardo Barroco de Melo a reinar com o novo penteado de Andrew Bynum (Philadelphia 76ers). O poste voltou recentemente à competição depois de mais uma paragem prolongada devido à sua crónica lesão no joelho.

5.
LeBron James 2

Meme feito pelo Hugo Coelho Gomes, o maior fã de LeBron James que conheço!

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

a política de destruição económica europeia aos olhos de Stiglitz

“The answer, even though they see over and over again that austerity leads to collapse of the economy, the answer over and over [from politicians] is more austerity. It reminds me of medieval medicine, It is like blood-letting, where you took blood out of a patient because the theory was that there were bad humours. And very often, when you took the blood out, the patient got sicker. The response then was more blood-letting until the patient very nearly died. What is happening in Europe is a mutual suicide pact”

Joseph Stiglitz, Prémio Nobel da Economia em 2001, a 17 de Janeiro em Hong Kong numa conferência organizada pelo Fórum Financeiro Asiático.

Com as etiquetas , , ,

não há quem o segure :)

Gareth Bale, o senhor Galês que é dono do melhor pontapé de meia distância do futebol actual. Mais uma proeza, desta feita aos 90″ na vitória do Tottenham Hotspur de André Villas-Boas no Boleyn Ground frente ao West Ham no derby londrino que fechou a jornada da Premier League deste fim-de-semana.

Com as etiquetas , , , , , , ,

A Dança

1985. Programa de Chico Buarque e Caetano Veloso na Globo. Uma das primeiras aparições nacionais dos Legião Urbana de Renato Russo, o novo rock de Brasilia, pela porta da geração mpb. Chico e Caetano ficaram maravilhados com a dança ao estilo Ian Curtis (Joy Division) Morrissey (Smiths) feita por Russo. Cedo, os dois perceberam que ali estava a ser gravado um momento histórico da viragem da música brasileira: a geração mpb que tanto tinha ajudado a mudar o paradigma social da sociedade brasileira durante o período da ditadura militar estava a presenciar uma nova maneira de fazer música no Brasil. Em 1985, muito influenciados pela onda de Madchester, bandas como os Legião, os Capital Inicial, os Plebe Rude (Brasília) em conjunto com os colegas de São Paulo (Paralamas do Sucesso) e do Rio (Titãs) acabaram por “derrotar” a mpb e instituir uma nova fase de culto na música brasileira.

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

para ver agora

Documentário de 2012, apoiado pelo Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria da Cultura Brasileira que tem como pano de fundo os Legião Urbana de Renato Russo e a era de ouro do rock brasileiro.

Com as etiquetas , , , , , , ,

relatório DG\AAC´12.

Querem que eu comece já a falar ou esperam por mais logo pela Assembleia Magna?

Com as etiquetas , ,