Monthly Archives: Abril 2011

100%

Sonic Youth — 100% — Dirty (1992)

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Excessivo

Durante esta semana, a televisão portuguesa esteve inundada de directos, reportagens e histórias para todos os géneros sobre o casamento do Principe William e de Kate Middleton.

O excessivo tempo de antena dada à faustosa festa Britânica parece tentar esconder o facto do país ter sido “invadido” por uma comissão de técnicos do Fundo Monetário Internacional, Banco Central Europeu e Comissão Europeia. O excessivo tempo de antena dado a um conto de fadas aos quadradinhos que em nada abona a bom do nosso país, tenta camuflar que aqui bem dentro do nosso Portugal está um país na bancarrota, derrotado ao liberalismo desmedido de um dos maiores flagelos da regulação económica moderna e instável politicamente graças ao tiroteio que os líderes dos dois maiores partidos teimam em continuar em manter vivo em vésperas de eleições.

Até as vitórias europeias de Porto e Benfica, o sui-géneris futebol português que ontem fez história numa competição europeia pelos mais vistosos motivos passou para 2º plano perante o casamento dos princípes britânicos. Facto, que desde já, considero raro neste país de Fado, Fátima e Futebol.

O cenário económico-social português está tão negro e o cenário político tão desgasto e repetitivo ao ponto de grande parte da Comunicação Social aproveitar estes contos de fadas para tentar entreter o coração dos pobres portugueses, fustigados pela insegurança sobre o futuro.

Um país que insiste em olhar para o que de superficial se vai passando lá fora, não poderá de maneira alguma concentrar-se no presente do país e ter uma visão próspera sobre o futuro. É a sina do povo português: um povo que não evoluiu no tempo. É a sina de um povo que entrega a governação aos partidos do bloco central, e que como tal, é sucessivamente fustigado pelas hediondas políticas de sucessivos governos que em nada têm acrescentado progresso económico e social ao povo. É um povo, que pelo voto inconsciente merece sofrer para que um dia finalmente aprenda a exercer um direito cívico em plena consciência ideológica.

Daqui a uns dias já ninguém se deverá lembrar que o herdeiro ao trono Britânico casou com uma plebeia. Regressam portanto as notícias que dão contas de mais austeridade quer por parte do governo, quer por parte da troika internacional presente em Lisboa. Regressam os ataques dos principais rostos do Bloco Central. Regressa a mesquinhez da política e a mesquinhez da caça barata ao voto. Regressa o populismo, regressa a demagogia que cria estratégias populistas. Apenas não regressa o melhor de Portugal: cá pela Tuga continuamos todos na fossa. E neste espírito, da fossa não iremos sair.

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Inolvidable!

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Não tenho palavras para descrever a vitória do Porto frente ao Villareal.

Digo-o, relembrando aos leitores que a minha preferência clubística não é azul e branca.

No Dragão, registou-se uma das mais estrondosas vitórias europeias de um clube português. A 2ª parte do Porto foi um hino à vontade de vencer e ao futebol de ataque.

Não há muitos jogadores que tenham actuado em clubes portugueses que se possam orgulhar de ter feito o que fez ontem Radamel Falcão Garcia. Em muito deve agradecer ao trabalho perfeito de Hulk, Guarin e João Moutinho, em conjunto com o colombiano três dos principais esteios em que assentam estes sucessos do Futebol Clube do Porto!

Foi qualquer coisa de genial, qualquer coisa de transcendente. O Villareal (cujas comparações completamente erradas associam o seu futebol ao futebol do gigante Barcelona) foi reduzido à vulgaridade por um Porto que não é desta Liga Europa. É de uma competição internacional superior, em que caso participasse esta época poderia bem estar a lutar por um lugar nas meias-finais ou mesmo na final.

Se dúvidas restavam, André Villas-Boas consagrou-se ontem como um treinador com um futuro brilhante pela frente. Villas-Boas é minucioso no estudo dos adversários do Porto, é um mestre da táctica, é um homem capaz de moralizar a equipa quando é preciso moralizar, espicaçar a equipa quando é necessário tirar mais rendimento de alguns jogadores e capaz de travar o excesso de euforia quando esta existe.

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Não há pai para eles

No Conselho de Segurança da ONU, a China e a Rússia bloqueiam tudo. Como sempre. Para sempre. Ainda estamos para ver quando é que os dois deixarão passar resoluções importantes para o cenário geopolítico mundial.

O que está a acontecer na Síria pode não afectar a paz internacional mas afecta a vida humana. Estão a morrer todos os dias cidadãos inocentes no país e parece que já não chega à comunidade internacional o arrastar da guerra civil na Líbia. Quando a comunidade internacional é chamada a intervir de emergência, parecem haver países cujos interesses (venda de armas talvez) falam mais alto.

Não há pai para a Rússia e para a China. Muito menos paciência.

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Segue para a Catalunha

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Mourinho têm alguma razão, mas fala demais. Cristiano Ronaldo poderá ter alguma razão, mas joga de menos.

Para bater este Barcelona, é preciso fazer muito mais daquilo que o Real Madrid fez ontem. No ataque foi uma equipa inofensiva. Na defesa, a combinação de uma dupla de centrais composta por Sérgio Ramos e Raúl Albiol foi um autêntico suicídio de Mourinho.

É certo que o Barça já obteve alguns favores das arbitragens, alguns desses fulcrais para as conquistas europeias dos últimos anos.

Pepe é bem expulso. A entrada é dura. Daniel Alves até se pode ter aproveitado da situação, mas o que é facto é que Pepe poderia ter acertado em cheio na perna do Brasileiro ao ponto de lhe causar uma enorme lesão. A sua expulsão é estupida. Para além de estúpida, pôs em causa a estratégia defensiva que estava a resultar na perfeição. Messi apareceu quando Pepe desapareceu. Se em vez de um Sérgio Ramos taralhoco estivesse um Ricardo Carvalho, nada daquilo tinha acontecido.

No ataque, o Real mete-me pena. Cristiano Ronaldo afirmou que Mourinho tinha uma estratégia para os 20 minutos finais: colocar um Kaka 20 kilos acima do normal para desiquilibrar. Um jogo de futebol não têm duração de 20 minutos, têm duração de 90. E nos 90, Ronaldo esteve tão desaparecido como São Sebastião na batalha de Alcacer Quibir. Di Maria foi completamente abafado. Adebayor andou na 2ª parte às turmas com os centrais do Barcelona, mais que avídos neste tipo de situações, favorecidos pelo facto do Togolês ser lento e pouco ágil de movimentos. Ozil não distribuiu jogo como costuma distribuir.

Está decidida esta eliminatória. O Real que se ponha a pau: em Nou Camp ainda leva mais. Mourinho têm que ser mais comedido nas palavras: este Real ainda precisa de ser muito trabalhado para estar à altura de uma equipa rotinada, cujo treinador pensa em tudo o que necessita para ver vencidas as equipas adversárias. Até nas contratações, Guardiola é meticuloso. Se duvidas haviam quanto a Mascherano, prova-se agora que o tempo em que o argentino andou escondido, andou-o para aprender as rotinas dos companheiros e entrar no onze titular sem quaisquer tipo de problemas. Afellay é outro. Está talhadinho para entrar no onze numa posição que ficou um pouco deficitária com a passagem de Messi para o miolo do terreno. Pedro e Bojan não conseguem juntos dar a solidez que dava Messi aquela posição – já o Holandês, está nas suas sete quintas.

Nota final: Pinto pode não ser um guarda-redes de eleição, mas cumpre a sua tarefa quando lhe é pedido o abono das balizas catalãs. Ontem, merecia bem a distinção de luvas de ouro da Federação Internacional de Boxe. Não é para isso que um guarda-redes suplente também serve?

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É bom vê-los ladrar!

O Primeiro-Ministro José Sócrates afirmou há uns dias que “não deixa nenhum ministro para trás”. Interrogado sobre a ausência do Ministro das Finanças nas listas de candidatos à Assembleia da República, o Primeiro-Ministro justificou a ausência do Ministro das Finanças como a necessidade de renovação das listas e das caras do Partido Socialista.

O que me saltou mais à vista desta declaração foi quando Sócrates no seu alto de pedestral afirmou que existe um tempo de duração para todos. Pelos vistos, há ministros que ficam para trás, caso de Luis Amado. E o tempo de duração na política existe para os outros mas para Sócrates é eterno.

Hoje, escutei com atenção as intervenções de José Sócrates na TSF Rádio Notícias em duas horas em que o Primeiro-Ministro se disponibilizou para responder a perguntas dos ouvintes. Quando questionado sobre os problemas fulcrais do país, Sócrates esteve exímio em apontar as mais variadas estatísticas do país nos últimos anos e em comparar as condições do país quando chegou à governação em 2005 e as condições com que se deparou depois da crise económica em 2008. Situações incomparáveis é certo. Perante aqueles que desafiaram questionar assuntos mais delicados como défice das contas públicas, dívida pública, dívida externa e estado social, Sócrates levantou a voz por várias vezes ao microfone, pensando decerto que estaria em algum comício do Partido Socialista. A todos aqueles que lhe apontavam defeitos, a justificação foi clara de alguém que não aceita críticas: O Sr. também anda a servir os interesses de uma oposição que só sabe destruir e não apresenta medidas para construir. O complot continua vivo na cabeça de Sócrates.

Sobre o programa de governação do Partido Socialista caso vença eleições só tenho a referir duas palavras começadas por p. Não são em calão, se bem, que me apetecia dizer uma frase em calão onde duas palavras começam por p. Mantenho alguma ética neste post. As palavras são: propaganda e populismo. O dom da palavra leva à propaganda – a propaganda leva ao populismo. O partido é uma máquina. Quem está à frente do partido é alguém que quer votos. Do povo.
Duvido que a troika aceite que se implementem algumas das medidas que Sócrates se propõe a não cumprir novamente, à semelhança do que já fez por exemplo quando prometeu 150 mil empregos e apareceram quase 200 mil novos despedimentos.

No Porto, Francisco Assis foi entregar as listas de candidatos do Partido Socialista ao circulo eleitoral. Voltou a falar do Estado Social e da promoção deste por parte do Partido Socialista. Assis, no seu jeito demagogo esteve bem ao dirigir as matrizes correctas do Estado Social. Depois, estragou a pintura toda ao tentar associar algumas das medidas dos governos de Sócrates em prol da preservação deste Estado Social. Nada a ver. Não serão os sucessivos PEC´s o total contrário do Estado Social, ó Sr. Deputado? Um governo que corta 600 mil abonos de família, que governa um país com 700 mil desempregados (maior parte deles a verem cortadas prestações sociais vitais para o seu sustento enquanto não arranjam emprego) que desinveste em sucessivos anos na investigação e no ensino superior vetando o direito ao ensino de qualidade a milhares e milhares de jovens, que vota os reformados a míseras reformas que não dão nem para pagar cuidados de saúde e alimentação básica de subsistência, que aumenta as taxas moderadoras no Serviço Nacional de Saúde, que pretende pagar obras públicas faraónicas através da imposição de taxas ridículas como nas SCUT, que limita o acesso a comparticipações justas nos medicamentos vitais será um governo defensor do Estado Social?

Na Madeira, Jardim sente-se humilhado e ameaça novamente o continente. Não é o único a sentir-se humilhado. Os contribuíntes do continente também se sentem humilhados quando vêem os seus impostos serem gastos em milhões de foguetes na Madeira.
Jardim afirma que quer ser ouvido pela troika do FMI, Comissão Europeia e BCE e que caso tal não aconteça, legitima que a Madeira não irá aceitar as medidas que forem impostas pelos mesmos. Por um lado Jardim têm razão, por outro é caso para dizer: que lata!

Na comemoração do aniversário da Constituição da República Portuguesa, Carlos Costa afirmou que o país deve começar a responsabilizar a classe política e a classe dos gestores públicos pelos danos que eventualmente causem à economia e às finanças do país em prol do seu trabalho. Carlos Costa mostrou-se lúcido mas eventualmente acordou tarde para algo que o povo português há muito que pede. A primeira pessoa a quem Carlos Costa se deveria referir será obviamente o seu antecessor no Banco de Portugal Vitor Constância. Caso Carlos Costa não saiba, foram sucessivas falhas de supervisão de Constâncio que criaram o monstro BPN, indevidamente saneado com dinheiros públicos sob a égide da Caixa Geral de Depósitos. Também faço caso de perguntar onde anda Dias Loureiro? Pois… em Cabo Verde… pois! E Constâncio? pois… pisgou-se para um bom tacho na europa… pois está claro! E o engenheiro António Guterres? pois… refugiou-se nos refugiados… pois, estamos bem! E o mítico Durão Barroso? pois… na Comissão Europeia, pois bem, estamos bem de saúde! E os grandes Bagão Félix, Manuela Ferreira Leite, Paulo Portas? Pois… andam por aí sempre vivos a criticar os outros quando têm telhados de vidro no que toca a este tipo de responsabilidades. E o magnífico Dr. Aníbal Cavaco Silva? Pois… é mais viciado no facebook que eu ou que os leitores deste blog.

Pedro Passos Coelho, Miguel Macedo e Miguel Relvas andam aí atarefados a montar grupos de intelectuais para finalmente apresentarem o seu programa de governação. Até agora, dúvido que exista algum no PSD! Passos Coelho já atarrachou a corda no pescoço e está pronto para se suicidar dia 5 de Junho. Algo previsível. Quem os manda ter um líder que não sabe tocar no coração do povo?

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Chicago Bulls 116-89 Indiana Pacers

Ao 5º jogo, os Bulls terminaram o trabalho!

Depois de um 4º jogo muito pouco conseguido em Indiana, a série voltou para Chicago.

Se os Pacers tinham tornado a série muito difícil para os Bulls graças a uma estratégia defensiva exímia, e se Chicago por sua vez complicou em muito as coisas acabando por vencer 3 jogos no último período sem jogar grande coisa, neste 5º jogo a turma de Chicago fez um jogo perfeito! Os Pacers, acabaram por provar do seu veneno, graças a uma defesa de Chicago muito aguerrida e a um jogo de ataque onde a eficácia dos Bulls (principalmente da linha de 3 pontos) se fez sentir.

Até ao intervalo, o jogo foi mais ou menos equilibrado. Os Bulls (com alguns jogadores a atingir a 3ª falta muito cedo) andaram sempre na frente com uma vantagem de 10 pontos. No 3º período, algumas desatenções permitiram Indiana chegar a uma desvantagem mínima de 4 pontos até que Derrick Rose (com 4 faltas na altura à semelhança daquilo que acontecia com Carlos Boozer e Joakim Noah) fez saltar o seu brilhantismo concretizando 3 triplos seguidos quando nas 5 anteriores tentativas não tinha concretizado algum.

Joakim Noah exibiu-se a grande nível (tinha o avô Zacharias e a irmã Helena nas bancadas) mostrando novamente que é a alma desta equipa. No 3º período uma pequena provocação a Josh McRoberts de Indiana valeria uma expulsão directa (ejection) ao poste baixo dos Pacers por agressão clara ao jogador de Chicago. Experiente na arte da provocação, Noah acabaria por dar o veneno à agressividade dos Pacers nesta série. Acabaria a partida com 14 pontos e 8 ressaltos.

Em 29 minutos de utilização, Derrick Rose fez o que lhe competia marcando 25 pontos. No final do 3º período saltou para o banco para descansar e dar alguns minutos de utilização à alternativa para o seu lugar, ou seja, CJ Watson.

Luol Deng marcou 24 pontos e do banco de Chicago saltaram à vista as exibições de Taj Gibson e Karl Korver. O extremo voltou a ser decisivo com 13 pontos.Pela negativa, Carlos Boozer nunca se conseguiu encaixar na partida, atingindo a 4ª falta ainda no 3º período – perante este facto, Tom Thibodeau fez com que o poste baixo nunca mais voltasse à partida.

No total, os Bulls acabariam a partida com 14 triplos marcados.

No lado de Indiana, uma exibição insalubre ficou marcada pela expulsão de McRoberts. Danny Granger (20 pontos) e Tyler Hansbrough (14 pontos11 ressaltos) ainda conseguiram ter momentos de descernimento nesta eliminação de Indiana.

Chicago fica assim à espera do desfecho da série que opõe Orlando a Atlanta.

Os Hawks lideram por 3-2 após a vitória concludente de Orlando no jogo 5 em casa. Sem um bom Dwight Howard em competição (8 pontos8 ressaltos) a equipa da Flórida foi mais equilibrada nesta partida. Jason Richardson foi o melhor marcador com 17 pontos num jogo em que os 12 jogadores utilizados por Orlando marcaram pontos.

Do lado de Atlanta, Josh Smith foi o único jogador inspirado, marcando 22 pontos e ganhando 11 ressaltos.

A série segue para jogo 6 em Atlanta.

Os Miami Heat fecharam a sua série, vencendo em casa os Philadelphia Sixers por difíceis 97-91.

Não foi um jogo muito fácil para a equipa da Flórida. Valeu em muito a eficácia no lançamento de 3 pontos. O suplente Mário Chalmers foi exemplo disso concretizando 6 triplos em 12 tentativas. Chalmers acabaria o jogo com 20 pontos. LeBron James fez um bom jogo de equipa, marcando 16 pontos, conquistando 10 ressaltos e executando 8 assistências. Invulgar para quem domina todas as atenções no jogo de ataque dos Heat.

Destaque ainda para Dwayne Wade com 26 pontos, 11 ressaltos e 7 assistências e Chris Bosh com 22 pontos. Os dois foram essenciais nos minutos de decisão perante uma equipa de Philadelphia que despede-se do campeonato com honra. Digo-o, porque à partida para este campeonato ninguém acreditava que a turma liderada por Doug Collins fosse capaz de conseguir atingir os playoffs.

Nesta partida, os inspirados André Iguodala (22 pontos10 ressaltos) e Elton Brand (22 pontos) precisavam de mais qualquer coisinha da equipa para levar a série para jogo 6. O base Jrue Holliday marcou 10 pontos e deu 8 assistências, mostrando-se ao longo da série como um jogador a ter em conta para o futuro desta equipa.

Os Heat já sabem que vão disputar a meia-final de conferência com os Boston Celtics, numa série que vai ser eléctrica.

Na Conferência Oeste:

– A perder 3-1 na série, os Spurs salvaram o primeiro dos matchpoints contra Memphis. 110-103 foi o resultado final de mais uma partida difícil para os homens de San Antonio.

O Argentino Manu Ginobili arrancou uma exibição à Ginobili de alguns anos atrás, marcando 33 pontos. A estrela Argentina esteve muito bem no lançamento, concretizando 10 em 18, 4 de triplo. O Francês Tony Parker também se exibiu uns furos acima do marasmo que nos têm habituado desde há 3 anos para cá, marcando 24 pontos e oferecendo 9 bolas aos companheiros de equipa. Tim Duncan fez um jogo aceitável com 13 pontos e 12 ressaltos. Continua a ser lacuna dos Spurs a falta de alguém que consiga aparecer no jogo à excepção do seu big-three. Jogadores experientes como Richard Jeffeson, Grant Hill ou Antonio McDyess têm andado escondidos durante esta série. Os jovens talentosos como Gary Neill ou Tiago Splitter, também não estão a acrescentar mais valia a esta equipa durante estes jogos, fruto da inexperiência nestas andanças e da falta de rodagem que o técnico Greg Popovich teima em apostar.

Do lado de Memphis,

– Em Los Angeles continua o calvário dos Lakers para suplantar os New Orleans Hornets.

No jogo 5, os Lakers viraram a eliminatória a seu favor num jogo mais calmo para a turma de Phil Jackson e onde as suas vedetas mostraram mais credenciais daquilo que tinham feito nos 4 jogos anteriores.

6 jogadores atingiram a casa dos dois digitos (Kobe, Gasol, Odom, Artest, Bynum e Fischer). Em suma, o núcleo duro dos Lakers. Kobe marcou 19 pontos mas têm sido Bynum que tem deslumbrado nesta série. No jogo 5 apontou 19 pontos e conquistou 10 ressaltos. Gasol esteve bem melhor com 16 pontos e 8 ressaltos. Já o tinha comentado com alguns amigos que seguem a sério esta modalidade o facto do irmão Marc Gasol estar a executar melhores números na série contra San Antonio que o irmão Pau.

Do lado de New Orleans, Chris Paul voltou a liderar a equipa com 20 pontos e 12 assistências, contando com a ajuda do italiano Bellinelli (até que enfim que aparece) e de Trevor Ariza (2o pontos)

– Em Dallas, a mesmíssima coisa. Perante um adversário mais equilibrado (Portland) os Mavs fizeram o 3-2 num jogo muito sofrido que terminaria 93-82.

Dirk Nowitzky e Jason Terry estiveram a alto nível. O Alemão com 25 pontos e o base suplente com 20 pontos. Foram muito bem secundados com a excelente exibição do poste Tyson Chandler (14 pontos e 20 ressaltos) e com a organização do base Jason Kidd (14 assistências).

Os Blazers estiveram uns furos abaixo em relação ao jogo 4. André Miller voltou a liderar a equipa com 18 pontos e 7 assistências. Gerald Wallace apareceu finalmente na série com 16 pontos e 9 ressaltos. Desta vez, os Blazers não contaram com uma boa exibição de Brandon Roy, que nos jogos anteriores saía sempre do banco para dar um excelente contributo.

– Em Oklahoma, os Thunder mataram a eliminatória como se previa, numa vitória arrancada a ferros nos últimos instantes da partida. 100-97 foi o resultado final de uma partida onde Durant foi rei com 41 pontos. Numa exibição menos vistosa do ponto de vista colectivo, Russell Westbrook marcou 14 pontos, James Harden 12 e Kendrick Perkins deu uma mãozinha na luta das tabelas com 11 pontos e 9 ressaltos.

Oklahoma espera o desfecho da série que opõe os San Antonio Spurs aos Memphis Grizzlies.

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Homenagem

É com um sentimento de tristeza que ontem constatei do falecimento do Dr. António Luzio Vaz, antigo administrador dos Serviços de Acção Social da Universidade de Coimbra.

Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, administrou os SASUC durante 30 anos.

Dono de uma humanidade extraordinária, António Luzio Vaz era um grande amigo dos estudantes. Nos últimos anos enquanto administrador dos Serviços Sociais, fez de tudo para que estes continuassem a servir a comunidade estudantil em pleno, mesmo apesar dos sucessivos cortes de financiamento que os serviços foram alvo.

No momento em que se deveria ter aposentado, aceitou de bom grado o cumprimento de um novo mandato na administração dos SASUC a pedido do então reitor Seabra Santos, até ser substituído nas funções em Janeiro de 2010 por Jorge Gouveia Monteiro.

Resta-me apresentar as minhas sinceras condolências à sua família.

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Pela boca morre o peixe

Tanta parra, tanta parra e tão pouca uva.

Pela boca morre o peixe.

Faço questão de relembrar que Miguel Portas, a 6 de Abril deste ano defendeu a plenos pulmões no hemiciclo europeu que os deputados europeus deveriam renunciar ao privilégio de viajar em classe executiva, de forma a evitar o despesismo deste privilégio aos cofres europeus.

Eis que Portas foi apanhado por um jornalista espanhol a dormir num assento de 1ª classe num voo da TAP…

Tal atitude só me faz ter em consideração um ditado antigo que simplesmente afirma: “Faz o que eu digo mas não faças o que eu faço”. É um ditado bastante interessante, adequado em pleno ao carácter real dos principais rostos do Bloco de Esquerda.

Não é uma situação virgem no seio do partido. Já Louça era contra os PPR´s. Mas tinha um PPR. Era contra, mas tinha.

São simplesmente duas atitudes que constituem o porquê de eu não aprovar esta falsa-esquerda “burguesa”.



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Dignifiquem a História


O poder pertence ao povo.

37 anos depois, não há paciência que chegue para continuar a aturar políticos de 2ª que andam a retirar os direitos conquistados pelo povo na revolução dos cravos.

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Indiana Pacers 89-84 Chicago Bulls

Para vencer não basta ter sorte, também é preciso que se trabalhe.

Tal como eu esperava, os Pacers venceram o 4º jogo da série contra Chicago e reduziram a desvantagem para 1-3.

Os Bulls andaram 3 jogos a viver do brilhantismo de Rose e de 4ºs períodos em que a sorte falou mais alto na hora da decisão. No 4º jogo em Indiana, a turma de Chicago não fez rigorosamente nada para fechar a série em beleza.

Indiana aplicou um excelente modelo defensivo, acabando por ser uma equipa que não deixou brilhar as vedetas dos Bulls e esteve bastante bem ao nível do ataque, exceptuando o 4º período onde o jogo se transfigurou por completo.

Ao longo da partida, os Bulls não conseguiram romper as excelentes marcações individuais feitas pelos jogadores de Indiana, Derrick Rose esteve muito abaixo do que tinha feito nos 3 jogos anteriores (apenas 15 pontos) muito em resultado de uma pequena lesão no pé esquerdo no 1º período que o levou ao balneário acompanhado pelo médico da equipa Fred Tedeschi e a turma de Indiana foi somando vantagens atrás de vantagens no 1º, 2º e 3º período.

No 4º período, Indiana baqueou à semelhança daquilo que tinha feito nos 3 jogos anteriores. Sobre pressão de eliminação, a turma de Indiana vencia por 14 pontos no início do tempo e a 3 minutos do fim viu a sua vantagem reduzida apenas a 1 ponto, sem que Chicago tivesse feito algo de extraordinário. Nos segundos finais, com hipótese de empatar a partida, os Bulls jogaram o tudo por tudo mas a bola foi cair às mãos do poste baixo Carlos Boozer, que da carreira de triplo não conseguiu empatar a partida.

Na turma do Illinois, Joakim Noah acabou por ser a grande surpresa. O poste marcou 21 pontos e conseguiu 14 ressaltos, voltando a provar que é a “alma guerreira da equipa”. Luol Deng marcou 16 pontos e Carlos Boozer também se exibiu a alto nível com 15 pontos e 13 ressaltos. No entanto a prestação de Boozer ficou marcada por um cedo acumular de faltas ridículas.

O banco de Chicago voltou a não aparecer. Os 6 jogadores utilizados marcaram apenas 17 pontos. Nem Karl Korver escapou à hecatombe deste jogo 4.

Na turma de Indiana, Danny Granger (24 pontos) liderou a equipa como lhe competia. O poste Ron Hibbert com 16 pontos também desempenhou um papel fulcral nesta vitória dos Pacers. Aplausos para o colectivo de Indiana, que como referi, efectuou um jogo cheio de garra.

Nota final para a Liga: é inadmissível o facto de Jeff Foster ter alinhado nesta partida. A Liga reconheceu que o poste da turma de Indiana efectuou três faltas consideradas como flagrantes no jogo 3, motivo que é suficiente para que lhe seja aplicada uma suspensão. Os arbitros do encontro apenas consideraram como anti-desportiva 1 das 3 faltas do poste.

O jogo 5 realiza-se na madrugada de terça para quarta em Chicago.

Nas restantes séries:

No Este:

– Os Celtics já despacharam os Knicks por 4-0. No jogo 3 em Nova Iorque, a turma de Boston não deu chances aos Knicks, vencendo por 113-89. Paul Pierce e Ray Allen fizeram jogos divinais. Pierce marcou 38 pontos (14 em 19 lançamentos6 triplos em 8 tentativas) e Allen marcou 32 pontos (11 em 188 triplos em 11) – Allen confirmou o porquê de ser o atleta com mais triplos marcados da história da competição. O base Rajon Rondo também se exibiu na perfeição com 15 pontos e 20 (20!!) assistências! Kevin Garnett esteve perto do duplo-duplo com 9 pontos e 12 ressaltos.

Menção colectiva para o 5 de Boston. Juntos marcaram 104 dos 113 pontos da equipa.

Nos Knicks, 5 jogadores passaram a barreira dos dois digitos. Carmelo Anthony não esteve bem do ponto de vista ofensivo (apenas 15 pontos apenas 4 em 16 de campo) mas esteve muito bem na luta das tabelas (12 ressaltos). O melhor marcador dos Knicks foi o suplente Shawne Williams com 17 pontos, numa partida em que Amare Stoudamire voltou a baquear.

No jogo 4, os Celtics venceram por 101-89.

Mesmo apesar dos 32 pontos e 9 ressaltos de Carmelo Anthony e dos 19 pontos e 12 ressaltos de Amare Stoudamire, Kevin Garnett liderou a equipa do Massachussets com 26 pontos e 10 ressaltos. Rajon Rondo (21 pontos 12 assistências) também voltou a ser uma das chaves do sucesso para a turma de Boston.

Os Celtics esperam pelo vencedor do confronto entre Miami e Philadelphia. Depois de vencer o jogo 3, os Sixers salvaram a honra e bateram os Heat por 86-82.

Numa excelente exibição colectiva da turma de Philadelphia, Elton Brand destacou-se com 16 pontos e 11 ressaltos.

James e Wade bem tentaram fechar a eliminatória. Os 31 pontos de LeBron e os 22 do base não foram suficientes para evitar o jogo 5 que será disputado amanhã em Miami.

– No equilibradíssimo confronto entre Orlando e Atlanta, os Hawks venceram o 3º e o 4º jogo, estando a vencer a série por 3-1.

Na 1ª partida da série em casa, venceram por 88-84.

Jamal Crawford voltou a estar em destaque com 23 pontos. Joe Johnson acompanhou o base com 21 pontos. Na turma de Orlando, houve um melhor desempenho colectivo – apesar dos 21 pontos e 15 ressaltos de Dwight Howard, Jameer Nelson marcou 13 pontos e realizou 10 assistências, Jason Richardson marcou 14, Brandon Bass 10 e Hedo Turkoglu 9. Do banco de Orlando nem bom vento nem bom casamento.

Na 4ª partida da série, Atlanta aplicou igual receita vencendo por 88-85.

Jamal Crawford (25 pontos) e Joe Johnson (20) voltaram a secar a falta de colectivo de Orlando, que tentou discutir a partida a partir do jogo interior por Dwight Howard (29 pontos17 ressaltos). Nota de destaque para Gilbert Arenas, que saltou do banco para marcar 20 pontos.

No Oeste:

– Os Lakers estão a passar um mau bocado.

Chris Paul e companhia estão a fazer passar mal os bicampeões da Liga.

Com a série empatada a 1 jogo, os Lakers foram a New Orleans vencer a 3ª partida e perder a 4ª.

Na 3ª da série, vitória reforçada por 100-86. “Mr Zen” Kobe Bryant resolveu aparecer na série com 30 pontos, assim como Pau Gasol (17 pontos11 ressaltos). Nota de destaque para a excelente exibição (mais uma) de Andrew Bynum com 14 pontos e 11 ressaltos.

Os Hornets, muito dependentes das prestações do 5 base, viram Paul marcar 22 pontos e garantir 8 assistências, Carl Landry marcar 23 e a dupla ArizaOkafor ser muito prestável na luta das tabelas.

No jogo 4, Paul voltou a levar a turma do Estado do Tenessee à vitória com um espectacular triplo-triplo. Parece pecado uma equipa como New Orleans ter um cracalhão como Chris Paul – 27 pontos13 ressaltos15 assistências1º triplo-duplo da carreira do jogador, facto cada vez mais raro nos dias que correm. Relembro que o jogador em actividade com mais triplos-duplos é Jason Kidd dos Dallas Mavericks.

Trevor Ariza também voltou a espalhar o panico (19 pontos) na sua anterior equipa, que efectivamente baixou de rendimento em relação ao jogo 3. Kobe não esteve novamente nos seus melhores dias (17 pontos8 ressaltos) e a turma de LA apenas carburou com base no seu 5 inicial. Gasol e Artest marcaram ambos 16 pontos – Artest está a jogar o melhor basquetebol da sua carreira.

– Complicada também anda a vida dos San Antonio Spurs, campeões da conferência Oeste.

No jogo 3, os Memphis Grizzlies fizeram o 2-1. Pouco complexados, os 8ºs da fase regular, exibiram-se a alto nível com o veterano Zach Randolph a brilhar com 25 pontos. O poste Marc Gasol (irmão de Pau) fez 17 pontos e ganhou 9 ressaltos.

Do lado dos Spurs, o seu big-three tentou evitar a derrota: Ginobili marcou 23 pontos, Parker 16 e Tim Duncan 13 + 11 ressaltos.

O jogo 4 realiza-se esta madrugada.

– Dallas também têm a sua vida dificultada pelos Portland Trail Blazers. Depois das 2 vitórias no Texas, Portland foi buscar os 2 jogos em casa como lhes competia.

Dois jogos muito sofridos em que os Blazers ganharam o primeiro por 5 e o 2º por 2.

Em ambos, figuraram como vedetas do jogo LaMarcus Aldridge, Brandon Roy e Weslley Mathews.

Dirk Nowitzky e Jason Terry lutaram nas 2 partidas contra a apatia global da equipa de Dallas.

– Na série entre Oklahoma e Denver, o rolo compressor dos Thunder não deu chances no jogo 3 à turma do Nevada.

Num jogo mais equilibrado, a turma de Durant foi vencer a Denver. O base exibiu-se a alto nível, assim como o Francês Serge Ibaka e Russell Westbrook.

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Restrepo

Tim Hetherington era um jornalistafotógrafo de guerra Britânico, colaborador da Revista Vanity Fair. Esta semana, na Líbia, Hetherington e outro fotógrafo Norte-Americano de nome Chris Hondros faleceram durante um raide aéreo das tropas leais ao ditador Mohammar Khadafi contra os rebeldes na cidade Líbia de Benghazi.

Especialista na cobertura de cenários de guerra, Hetherington deixa para a eternidade o excelente documentário “Restrepo”, documentário nomeado para os Oscars deste ano na categoria de “Melhor Documentário” e vencedor da categoria no Festival de Cinema de Sundance. “Restrepo” é um documentário que retrata uma operação de alto risco das tropas Norte-Americanas na Guerra do Afeganistão.

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Tesourinhos deprimentes do futebol português #10


O electricista do Benfica não estava ao serviço e a Benfica SAD achou melhor accionar o sistema de rega para que o treino do dia seguinte fosse mais proveitoso do ponto de vista técnico.

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Indiana Pacers 84-88 Chicago Bulls

Emocionante. É a palavra que me ocorre para o jogo 3 da série de ChicagoIndiana. Emocionante até ao final, à semelhança do que tinham sido os primeiros 2 jogos em Chicago.

Os Bulls vencem por 3-0 a série e basta-lhes apenas mais uma vitória para seguir para a próxima ronda. Como já tinha referido no post de antevisão destes playoffs, os Pacers tornaram-se um adversário bastante incómodos para o nº1 da fase regular: 3 vitórias muito suadas frente a um adversário muito aguerrido, muito lutador. Nos 3 jogos realizados, os Bulls serviram-se da excelência de Rose e Karl Korver, com alguma estrelinha de campeão à mistura.

Neste 3º jogo, Derrick Rose foi importante mas não fez os 3936 pontos dos jogos anteriores. Com 23 pontos, o base voltou a ir contra tudo e contra todos, mas contou com a grande exibição de Luol Deng (21 pontos) Joakim Noah (10 pontos11 ressaltos) Carlos Boozer (11 ressaltos) e com um Karl Korver inspirado no tiro exterior (12 pontos2 triplos decisivos no 4º período).

Na turma de Indiana, Danny Granger (21 pontos) foi o mais inconformado.

Caso Indiana vença, o jogo 5º será disputado terça-feira em Chicago.

Nas restantes séries da Liga:

O 4º jogo (espero que o último da série) realiza-se sábado às 7 e meia da tarde (1 e meia em Indiana) e têm transmissão em diferido marcada para a meia-noite na Sporttv.

– Miami venceu em Philadelphia por 100-94 num jogo mais equilibrado do que fora 3 dias antes o jogo 2 na Flórida. LeBron James teve que aplicar o seu poderio, marcando 24 pontos. Dwayne Wade fez um jogão com 32 pontos. Chris Bosh fez o que lhe competia com 19 pontos e 6 ressaltos. Do lado de Philadelphia Elton Brand (21 pontos11 ressaltos) e o base Jrue Holliday (20 pontos8 assistências) fizeram exibições de altíssimo nível, assim como o suplente Louis Williams (15 pontos).

O jogo 3 realiza-se esta madrugada.

– Em Orlando, a turma da casa recuperou a derrota no 1º jogo, vencendo Atlanta com alguma dificuldade (88-82). Mais uma vez a equipa de Orlando mostrou o seu lado deficitário, vivendo da inspiração do seu poste Dwight Howard (33 pontos e 19 ressaltos) – Nestes primeiros jogos de playoff, o poste tem sido para mim o melhor jogador da fase a eliminar. Jameer Nelson fez o que lhe cabia (13 pontos8 ressaltos) e o turco Hedo Turkoglu apareceu mais em jogo (10 pontos6 assistências). Quem continua por aparecer é Jason Richardson e Brandon Bass (8 pontos cada).
Do lado da turma do Estado da Geórgia, Jamal Crawford foi o jogador em destaque neste jogo 2, à semelhança do que tinha feito e bem no jogo. O antigo jogador dos Knicks saltou do banco para 25 pontos meia hora de utilização. Josh Smith (17 pontos7 ressaltos) e Joe Johnson (14 pontos7 ressaltos) também tentaram colocar Atlanta em vantagem por 2-0 na eliminatória.
O jogo 3 realiza-se esta madrugada em Atlanta.

Do lado de Nova Iorque, Carmelo Anthony fez uma joga de todo o tamanho (42 pontos17 ressaltos) e quase tirou o jogo 2 para o lado dos Nova-Iorquinos. Basicamente, foi Carmelo contra os Celtics. Amare Stoudamire fez uma exibição para esquecer, marcando apenas 4 pontos.No Oeste:

– Os Celtics bateram os Knicks no jogo 2, por 96-93. Mais uma vez na tangente, a turma de Boston contou com um ligeiro “empurrãozinho” da equipa de arbitragem. Rajon Rondo foi o melhor jogador da turma de Boston com 30 pontos e 7 assistências. O big-three de Boston também teve em destaque: Pierce marcou 20 pontos, Ray Allen 18 e Kevin Garnett esteve bem no ataque (12 pontos) e exímio na defesa (10 ressaltos).

No Oeste:

– Portland reduziu para 1-2 a desvantagem em relação a Dallas no jogo 3, realizado esta madrugada no Oregon. Pela equipa da casa, o base Weslley Matthews foi o melhor marcador (25 pontos) sendo bem coadjuvado pelo extremo LaMarcus Aldridge (20 pontos) e por Brandon Roy que saltou do banco para contribuir com 16 pontos em 23 minutos de utilização.
Do lado da equipa Texana, o base suplente Jason Terry foi o melhor marcador 29 pontos. Dirk Nowitzky fez uma exibição regular (25 pontos9 ressaltos) tendo em conta o seu enorme potencial e tanto Jason Kidd como Shaun Marion ou Juan Barea não fizeram nada por aí além, factor que foi decisivo para a vitória de Portland visto que estes 3 elementos tinham-se exibido a alto nível nos 2 primeiros jogos.

Denver terá muitas dificuldades em acompanhar o nível dos Thunder, candidatos declarados às finais de conferência.

– Os Lakers empataram a série a 1 contra New Orleans, num jogo em que a turma de Phil Jackson voltou a sentir muitas dificuldades contra a equipa de Chris Paul. Kobe Bryant teve um jogo bastante aquém daquilo que costuma exibir (apenas 11 pontos) valendo portanto à turma de LA, as grandes exibições de Ron Artest (15 pontos6 ressaltos) Lamar Odom (16 pontos) e Andrew Bynum (17 pontos11 ressaltos). O mau momento de forma de Pau Gasol continua claramente manifesto.
Do lado da turma do Estado do Tenessee foi o ex-Lakers trevor Ariza (22 pontos7 ressaltos) e Chris Paul (20 pontos9 assistências) que espalharam o terror na defesa californiana.
O jogo 3 disputa-se esta madrugada em New Orleans.

– Oklahoma fez 2-0 contra Denver. Num jogo desiquilibradíssimo desde o primeiro período, Durant, Westbrook e companhia tiveram a inspiração de James Harden, para mim o melhor 6º jogador da Liga.

– Os San Antonio Spurs fizeram o que lhes competia, empatando a série contra Memphis depois do desire no 1º jogo.
Numa vitória muito sofrida até final, foi o trio GinobiliDuncanRichard Jefferson que teve de puxar dos galões para derrotar um 5 titular de Memphis que se exibiu a alto nível.
O jogo 3 realiza-se esta madrugada em Memphis.

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    Nos Açores…

    Carlos César diz que a economia da Ilha está menos susceptível à crise que o país atravessa.

    Daí que ao abrigo de um protocolo que o Governo Regional têm com o clube Santa Clara, tenha esbanjado 2 milhões de euros para “pagar os salários do clube Açoreano” – até quando é que os governantes vão continuar a patrocinar projectos milionários de clubes de futebol que querem subir de divisão mas não têm possibilidades de o fazer com capitais próprios?

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    Reviravoltas?

    A última sondagem realizada pela Marktest para a TSF dá conta que pela primeira vez nos últimos meses, é o Partido Socialista que lídera as opções de votos dos inquiridos para vencer as próximas eleições portuguesas. Esta sondagem é o reflexo da descrença que o povo português tem no líder do PSD Pedro Passos Coelho. Os avanços e recuos assim como as escolhas e opiniões do líder dos Sociais-Democratas já metem nojo e como uma vez tive oportunidade de o dizer neste blog, Passos Coelho parecia ter o “poder” na mão mas esse “poder” parece ser incómodo.

    Depois de todas as asneiras que fez na governação, os Portugueses parecem ver em José Sócrates o homem ideal para governar nos próximos 4 anos. Toda a gente o critica, toda a gente corre às urnas para o legitimar – estamos bem, Portugal!

    O Partido Comunista subiu ligeiramente o Bloco, tal como previa, irá descer em muito nas opções de voto do povo Português.

    Isto no dia em que foi anunciado que um dos candidatos à Assembleia da República pelo PS no circulo eleitoral de Leiria é Telmo, ex-concorrente do Big Brother. Um tipo célebre pelo seu quociente de inteligência e pelo seu domínio perfeito na Língua Portuguesa. É caso para dizer ao estado que o estado chegou.

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    Pobre Sérgio Ramos!

    Deixou cair a Taça e o autocarro pisou-a!

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    Amigo não empata amigo!

    A nomeação de Carlos Xistra para o jogo de ontem causou alguma polémica, visto que os regulamentos da Liga de Clubes e os regulamentos da Federação não batem certo.

    Nos jogos da Liga, em jogos entre equipas da mesma associação de futebol distrital pode ser nomeado um árbitro da mesma associação de futebol assim como em jogos de equipas de  associações distritais diferentes, poderá ser nomeado um árbitro da mesma associação distrital de um das equipas.

    Nos jogos da Federação, os estatutos prevêem que não podem ser nomeados árbitros das mesmas associações distritais das equipas em confronto. Daí que tenha sido nomeado Carlos Xistra para o clássico que se realizou ontem.

    A acrescentar a este facto, para o jogo de ontem teria que ser nomeado um internacional. Reduziam-se assim, entre os árbitros de 1ª categoria, as escolhas para 3 nomes: Carlos Xistra, Olegário Benquerença ou o sempre “simpático” Bruno Paixão.

    Se Benquerença era um nome riscado, dadas as divergências existentes entre os clubes em confronto quanto ao nome do árbitro Leiriense, colocar Bruno Paixão na Luz seria o mesmo que um desastre total. Daí que Xistra tenha parecido à luz da Federação uma escolha sensata.

    Rivalidades à parte, Xistra e os seus auxiliares erraram por 4 vezes no clássico: 4 erros com influência directa no resultado final, erros que felizmente não retiraram a verdade desportiva à eliminatória que o Porto, desde já, venceu justamente

    Falo do golo de Hulk em claro fora-de-jogo, do penalti mal assinalado a favor do Benfica e de duas expulsões que deveria ter acontecido: a de Cristian Rodriguez e a de Carlos Martins, que esteve mais interessado em interagir com os elementos do banco do Porto do que no que se passava dentro das 4 linhas.

    Xistra fez uma arbitragem medíocre, notando-se claramente que não é árbitro para estes tipos de jogos. A arbitragem Portuguesa continua no seu melhor, a rivalidade entre o Porto e o Benfica continua no seu melhor. Outra pergunta que aqui coloco é quando é que as instâncias que regulam o futebol português colocam finalmente um ponto final nesta rivalidade doentia, sancionando com dureza os dois clubes por aquilo que têm dito e feito ao longo desta época?

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    Das Belas Covers de Álbuns (5)

    Metronomy — Wonders Promo CD (2005)

    “Love song for a Dog”

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