Monthly Archives: Abril 2012

blog suspenso

Motivo: Roubaram-me o portátil ao pé da casa da cultura na madrugada de ontem.

 

Rua dos combates, 132, 5º esquerdo (2)

Texas –“Inner Smile” — Bonus Track 1999

Tou cá eu, o Mário, o Zé Nuno e o Luis e a Patrícia do Troika.

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rua dos combatentes, 132, 5º esquerdo

Stardust – “Music Sounds Betterr With You” — 1998

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Olha que pela boca morre o peixe

“”Se continuarmos a ser atacados por Lisboa, acho muito sinceramente que a próxima revolta dos madeirenses será pela nossa independência, para seguirmos os nossos próprios rumos”

“constantes ataques à Região por muita inveja e ódio, devido ao desenvolvimento e às condições de vida da nossa população”.

José Pedro Pereira, líder da JSD Madeira, deputado na Assembleia Regional madeirense

 

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O campeonato europeu pela 4ª vez

Título europeu pela 4ª vez.

Bom prenúncio para os Olímpicos?

Estive a pensar com algum detalhe e cheguei à conclusão que em Londres vamos apresentar um comité olímpico muito fraco. Se em Pequim tínhamos um leque bastante recheado de atletas capazes de alcançar uma medalha (Naide Gomes, Nélson Évora, João Pina, João Neto, Telma Monteiro, Rui Silva, João Rodrigues, Emanuel Silva, Gustavo Lima, Francis Obikwelu, João Costa, Vanessa Fernandes) e não obtivemos mais do que 2 medalhas (Évora e Vanessa) em Londres passa-se completamente o contrário.

Évora não vai por lesão. Naide tem estadJo condicionada nos últimos anos em virtude de dificuldades físicas e lesões, Obikwelu não é o velocista de elite que conhecemos no passado.

No projecto olímpico português para 2012 estão inscritos 83 atletas, sendo que ainda existem vários desse lote que ainda não estabeleceram os mínimos olímpicos ou que já anunciaram que não irão competir nas olimpíadas. Outras surpresas de mínimos olímpicos poderão vir de atletas não-inscritos.

Olho para a tabela de atletas protegidos pelo COP do projecto Londres 2012 e não vislumbro gente capaz de medalhas. A olho grande, apenas vejo ali meia dúzia de nomes capazes de cometer uma proeza: Jéssica Augusto, Rui Silva (se correr a maratona) Beatriz Gomes e Teresa Portela (Canoagem) Fernando Pimenta (Canoagem) Rui Costa (Ciclismo; se bem que o traçado de Londres não é ao seu jeito) João Pina e Telma (Judo)  a dupla Nuno Mendes e Pedro Fraga (Remo) e João Silva (Triatlo). Parecem-me poucos e soa-me que a participação portuguesa em Londres poderá resultar num enorme fracasso, o que significa não trazer uma medalha para casa, facto que aconteceu pela última vez em Barcelona´92.

A ver vamos se este quadro negativo toma um caminho diferente em Londres…

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A primavera árabe das nações?

Por Shlomo Avineri,  Professor de Ciência Política, ex-director-geral do Ministério dos Negócios Estrangeiros israelita

“Duas coisas sobressaem no Médio Oriente desde que começou a Primavera Árabe – uma que aconteceu, e outra que não aconteceu. O que aconteceu foi que pela primeira vez na história árabe moderna, regimes e governantes autoritários foram derrubados, ou seriamente desafiados, por manifestações populares e não – como no passado – através de golpes militares.

Mas o que não aconteceu poderá ser tão importante como o que aconteceu. Enquanto os ditadores associados a juntas militares foram desafiados de um dia para outro, a Primavera Árabe nunca chegou às monarquias conservadoras da região. Os governantes dinásticos de Marrocos, da Jordânia, da Arábia Saudita e dos estados do Golfo (com excepção do Bahrein) permanecem mais ou menos firmes no seu posto, embora o regime da Arábia Saudita, pelo menos, seja em muitos aspectos muito mais opressor do que foram os regimes egípcio e tunisino.

Claro que o dinheiro do petróleo ajuda a sustentar a autocracia, mas este factor está ausente em Marrocos e na Jordânia. Parece que estas monarquias gozam de uma forma de autoridade tradicional que os governantes nacionalistas seculares da região nunca tiveram. Ser descendentes do Profeta, como em Marrocos ou na Jordânia, ou possuir a custódia dos lugares santos de Meca e Medina, como na Arábia Saudita, confere uma legitimação aos governantes dos países que está directamente ligada ao Islão.

O único regime monárquico seriamente desafiado durante a Primavera Árabe foi a família governante sunita, no Bahrein de maioria xiita, tendo supostamente esta divisão sectária sido o ingrediente crucial da revolta, que acabou por ser brutalmente suprimida com a ajuda militar saudita.

No entanto, por todo o sucesso personificado pelos protestos na praça Tahrir do Cairo, derrubar uma ditadura é uma coisa – um drama que dura algumas semanas – enquanto a transição para uma democracia consolidada é outra. Aqui, é necessário um processo moroso e o seu sucesso – exemplificado nas transições pós-comunistas da Europa do Leste – depende de condições prévias importantes.

Onde existem estas condições – por exemplo, uma sociedade civil vibrante e autónoma, como na Polónia, ou uma forte tradição pré-autoritária de pluralismo, representação e tolerância, como na República Checa – a transição é relativamente suave. Quando essas condições faltam ou são fracas, como na Rússia ou na Ucrânia, o resultado é muito mais problemático.

Duma maneira simples, não podemos assumir um panorama cor-de-rosa para países como o Egipto, baseando-nos em imagens entusiasmantes na CNN ou na Al-Jazeera, ou no facto de que multidões de homens e mulheres jovens, com bons níveis de educação e que falam inglês estão ligados pelo Facebook e pelo Twitter. A grande maioria dos egípcios não estava na praça Tahrir, e muitos deles não têm acesso não apenas às redes sociais, mas também a electricidade e a água potável. A democracia e a liberdade de expressão não estão no topo da sua agenda.

A maioria silenciosa do Egipto também se identifica com a autenticidade representada por vários grupos islâmicos, enquanto os princípios de democracia e direitos civis lhes parecem abstracções ocidentais importadas. Portanto, a vitória esmagadora da Irmandade Muçulmana e do Partido Al-Nour no Egipto – bem como a da Ennahda na Tunísia – não deveria surpreender. Um cenário similar poderia acontecer na Síria, se e quando o Presidente Bashar al-Assad cair do poder, enquanto tanto a Líbia pós- Khadafi e o Iémen pós-Saleh mostram as dificuldades que estes países enfrentam na construção de um regime democrático coerente.

Olhando realisticamente para as perspectivas do Egipto, não podemos excluir a possibilidade de as duas mais importantes forças do país – os militares e a Irmandade Muçulmana – encontrarem um modo de partilhar o poder. A visão de democracia da Irmandade é puramente maioritária e não liberal: ganhar uma eleição, de acordo com os seus representantes, permitirá ao vencedor governar de acordo com a sua visão. Os direitos das minorias, o controlo institucional do poder governamental, ou os direitos humanos – os aspectos liberais da democracia – estão completamente ausentes.

Outra dimensão, mais fundamental, das mudanças actuais e futuras na região pode vir também a surgir. Muitas fronteiras internacionais no Médio Oriente e na África do Norte foram desenhadas por potências imperiais – Reino Unido, França e Itália – depois da I Guerra Mundial e da desagregação do Império Otomano (o Acordo Sykes-Picot), ou ainda mais cedo, no caso da Líbia e do Sudão. Mas em caso algum estas fronteiras correspondiam à vontade popular local, ou a fronteiras étnicas ou históricas.Por outras palavras, nenhum destes países, excepto o Egipto, fora alguma vez uma entidade política contínua. Até recentemente, os seus governantes partilhavam um interesse comum em manter bem fechada esta Caixa de Pandora das fronteiras.

Isso mudou, e vemos as fronteiras imperialmente impostas da região a ser questionadas. No Iraque, a emergência de uma região autónoma Curda de facto no norte do país pôs um fim ao estado centralizado de Saddam Hussein, controlado pelos árabes. Com a independência do Sudão do Sul, o resto do Sudão, dominado por árabes, poderá enfrentar mais divisões, sendo o Darfur o próximo a sair.

Na Líbia, o governo de transição está a enfrentar o enorme desafio de criar uma estrutura política coerente que possa unir duas províncias muito diferentes, a Cirenaica e a Tripolitânia, que apenas eram mantidas juntas pela brutalidade do regime de Khadafi. Em Bengazi, já há apelos à autonomia, se não mesmo à independência.

De modo similar, a unidade do Iémen está longe de ser assegurada. As divisões entre o sul e o norte, que já foram dois países diferentes – com histórias completamente diferentes – até à ditadura de Saleh, estão a emergir novamente.

Numa Síria pós-Assad, as fracturas étnicas e religiosas entre sunitas, alauítas, drusos, cristãos e curdos poderão também ameaçar a unidade do país. No seu estilo brutal, Assad pode ter razão quando diz que apenas o seu punho de ferro mantém o país unido. E os desenvolvimentos na Síria terão sem dúvida impacto no vizinho Líbano.

O fim das autocracias comunistas na União Soviética, na Jugoslávia e mesmo na Checoslováquia implicou uma dramática onda de criação de estados. Do mesmo modo, não nos deveríamos surpreender se a democratização do mundo árabe, por muito difícil que seja, arrastar consigo uma redefinição de fronteiras. Resta saber se esse será um processo violento ou pacífico.”

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A verdadezinha do dia

“Se não há combinação de preços entre marcas há intervenção divina.”

Luis Marques Mendes a propósito dos preços dos combustíveis.

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Cars

Gary Numan — “Cars” — Álbum: The Pleasure Principle (1979)

Please forgive my heart

Bobby Womack — “Please forgive my heart” — Álbum: The Bravest Man in The Universe (2012; Damon Alburn na produção)

“I could try to say I’m sorry
But then won’t be quite enough
To get you know pain that I feel
And it just won’t let up
Oh, it feels like the sky is falling
And the clouds, clouds are falling in
When I lose control, when it all begin.

Please, forgive my heart,
Cause not that the problems
lies anywhere in there
I’m a liar, I’m in a dream
Going my way, nothing to rely on

Oh the dawn is a silent witness
To the blindness of the night
And we see reflexions so clear
And the blush, blush of the morning light
Hmmm time it can pass so slowly
When you face the burden down
The term is not committed
It lingers, lingers without a sound …

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25 de Abril (a sério)

A Es.Col.A foi reocupada. A Fontinha pertence novamente ao povo.

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Isto sim é uma grande declaração

“This afternoon I signed legislation that will, effective today, replace the death penalty with life in prison without the possibility of release as the highest form of legal punishment in Connecticut. Although it is an historic moment – Connecticut joins 16 other states and the rest of the industrialized world by taking this action – it is a moment for sober reflection, not celebration.

“Many of us who have advocated for this position over the years have said there is a moral component to our opposition to the death penalty. For me, that is certainly the case. But that does not mean – nor should it mean – that we question the morality of those who favor capital punishment. I certainly don’t. I know many people whom I deeply respect, including friends and family, that believe the death penalty is just. In fact, the issue knows no boundaries: not political party, not gender, age, race, or any other demographic. It is, at once, one of the most compelling and vexing issues of our time.

“My position on the appropriateness of the death penalty in our criminal justice system evolved over a long period of time. As a young man, I was a death penalty supporter. Then I spent years as a prosecutor and pursued dangerous felons in court, including murderers. In the trenches of a criminal courtroom, I learned firsthand that our system of justice is very imperfect. While it’s a good system designed with the highest ideals of our democratic society in mind, like most of human experience, it is subject to the fallibility of those who participate in it. I saw people who were poorly served by their counsel. I saw people wrongly accused or mistakenly identified. I saw discrimination. In bearing witness to those things, I came to believe that doing away with the death penalty was the only way to ensure it would not be unfairly imposed.

“Another factor that led me to today is the ‘unworkability’ of Connecticut’s death penalty law. In the last 52 years, only 2 people have been put to death in Connecticut – and both of them volunteered for it. Instead, the people of this state pay for appeal after appeal, and then watch time and again as defendants are marched in front of the cameras, giving them a platform of public attention they don’t deserve. It is sordid attention that rips open never-quite-healed wounds. The 11 men currently on death row in Connecticut are far more likely to die of old age than they are to be put to death.

“As in past years, the campaign to abolish the death penalty in Connecticut has been led by dozens of family members of murder victims, and some of them were present as I signed this legislation today. In the words of one such survivor: ‘Now is the time to start the process of healing, a process that could have been started decades earlier with the finality of a life sentence. We cannot afford to put on hold the lives of these secondary victims. We need to allow them to find a way as early as possible to begin to live again.’ Perhaps that is the most compelling message of all.

“As our state moves beyond this divisive debate, I hope we can all redouble our efforts and common work to improve the fairness and integrity of our criminal justice system, and to minimize its fallibility.”

Dannel P. Malloy, Governador do Conneticut.

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dizem que é ali prós lados do mondego

Tirando Paus, Wraygunn, Salto! Doismileoito, X-Wife e We Trust, digamos que é uma grande merda de cartaz.

Os nomes estrangeiros são caros e não valem um tostão. Bandas em decadência e o jeito brego para despir uma dama no parque enquanto se bebe uma superbock.

Tenhamos fé nos bons nomes que a RUC costuma trazer para o seu palco.

Não dou mais que 10 euros pelo bilhete geral.

P.S: Já agora quem são o Jean Elain e o Cosmo Klein. São reforços para a próxima época da Académica?

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a puta da mania que tens de seres tu a mandar em tudo

Como tu uma vez me disseste: “Não sou a tua putinha”.

O povo é quem mais ordena

Enquanto estivermos vivos, a luta continua.

Cala a boca Morgado

Mais do mesmo.

A crueldade deste governo em relação aos jovens.

Ricardo Morgado está de parabéns. Parcialmente. O forcing que esta Direcção-Geral (em conjunto com os estudantes que ocuparam as cantinas em Março) fez para a reabertura das mesmas ao fim-de-semana deu resultados. Por outro lado, os SASUC vão riscar mais duas cantinas do mapa. No entanto, considero ser melhor a reabertura dos serviços mínimos ao fim-de-semana do que o fecho de duas à semana.

Por outro lado, Ricardo Morgado deveria estar calado.

Ainda estou para ver o megaplano para a Acção Social que Morgado e a coordenadora Rita Andrade tanto falam. Surpreendam-me. Até lá Morgado, está caladinho que estás bem. É vergonhoso ver o presidente da AAC a discursar a partir dos jardins da AAC com o bar como pano de fundo. Irónico, no mínimo. E depois é ver a Direcção-Geral inteira no BAR, representando um quadro negativo em relação ao que se pretendia justificar: as carências económicas de centenas de estudantes da UC.

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Como ficar apeado na Beira Baixa

1. 7 estudantes da UC, 6 da Organização da Queima das Fitas e 1 blogger deslocam-se a Castelo Branco para afixar cartazes relativos à Queima das Fitas.

2. Levam a Mercedes Vito de 9 lugares da Associação Académica de Coimbra.

3. Saem de Coimbra pelas 21 e 45, saem de Castelo Branco às 2 da manhã.

4. Perdem-se no caminho de regresso e andam durante meia-hora às voltas. Regressam ao rumo correcto para voltar a Coimbra e quando estão numa estrada no meio de um descampado entre Vila Velha de Ródão, Sertã e Proença-à-Nova, eis que um dos pneus de trás rebenta.

5. A Mercedes Vito tem pneu sobressalente por baixo da mala. Os estudantes não tem chave para o tirar nem chave para desapertar e apertas as porcas das jantes.

6. Depois de tentativas e acenos a camionistas, um indivíduo com uma carrinha da superbock para e faz-nos o favor de nos ajudar a tirar o pneu furado com recurso a uma chave que dispunha na sua moradia em Proença-à-Nova.

7. Tentativas feitas, o pneu é mudado mas as porcas não encaixam, logo, a carrinha não anda.

8. Chama-se a assistência em viagem. Vem o reboque que afirma que os pneus da carrinha terão que ser todos mudados, dados os rasgos profundos que todos ostentavam.

9. Quase 5 horas depois da ocorrência, a Generali (seguradora da Associação por intermédio de uma apólice de seguro feito pelo pai de uma dirigente associativa de Medicina Dentária que todos conhecemos) envia-nos transporte para Coimbra.

10. Às 11 da manhã chegamos a Coimbra depois de 13 horas de pura aventura.

Moral da História: Os administradores da AAC dos últimos anos não conseguem sequer zelar pelo património da Instituição. Os pneus da Mercedes Vito estavam literalmente rasgados, suspeitando-se que foram comprados do mais rasco do que uma empresa de recauchutados deveria ter no seu stock. Pode-se afirmar até que não se compreende como é que a inspecção deixa passar esta carrinha para circulação.

Os 7 passageiros tiveram portanto muita sorte. A 70 ou 80 km\hora (velocidade a que íamos), caso rebentasse um dos pneus da frente, poderiamos não estar cá para contar a História.

Qualquer dia, a AAC é bafejada com algo muito grave. Quero ver quem irá assumir responsabilidades caso aconteça uma tragédia. Espero bem que nenhuma aconteça. Mas é caso para dizer que esta administração está a trabalhar de modo a que aconteça uma.

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Verdades

Rob Riemen, filósofo Holandês em entrevista ao Jornal i na edição de ontem.

“E o interessante é que a classe dominante só entra em pânico quando perde a autoridade moral. Sem a autoridade moral, só lhe resta o poder que se transforma em violência.”

“A actual classe dominante nunca será capaz de resolver a crise, porque ela é a crise! E não falo apenas da classe política, mas da educacional, da que controla os media, da financeira, etc… Não vão resolver a crise porque a sua mentalidade é extremamente limitada e controlada por uma única coisa: os seus interesses. Os políticos existempara servir os seus interesses, não o país”

“a identidade das pessoas não depende do que elas são, mas do que têm. Quando se torna tão importante ter coisas, serves um mundo comercial porque pensas que a tua identidade está relacionada com isso. Estamos a criar seres humanos vazios que querem consumir e ter coisas e que acabam por se vestir e falar todos da mesma forma e pensar as mesmas coisas…”

“Existe uma elite comercial e política interessada em manter as pessoas estúpidas. E isso é vendido como democracia…”

“Porque não está interessado na pessoa que tu és, mas no tipo de profissões que a economia precisa…”

“O medo da elite comercial é que as pessoas comecem a pensar. Porque é que os regimes fascistas querem controlar o mundo da cultura ou livrar-se dele por completo?”

“A geração mais jovem tem que questionar as elites do poder.”

“O espírito democrático é mais do que ir às urnas e se eles (políticos eleitos) não se baseiam nessa nobreza (de espírito) os sistemas colapsam, como estão a colapsar.”

“É extremamente esperançoso que estejamos a livrar-nos da passividade. Finalmente temos uma nesga de ar, mas precisamos de um novo passo, protestar não basta. A História mostra-nos que as mudanças vêm sempre de um de três grupos: mulheres, jovens ou minorias. Acho que agora vai ter de vir dos jovens. Se isto continuar por mais três ou cinco anos, o seu futuro estará arruinado, não haverá emprego, casas, segurança social, nada. É tempo de reconhecer isto, de o dizer publicamente, de parar e depois avançar. Se os jovens pararem os jornais, os jornais acabam. Se os jovens decidirem que não vão à universidade, ela fecha.”

“O perfeito disparate de que todas as nações europeias não podem ter um défice superior a 3% é pura estupidez económica. Temos de investir no futuro. Como? Investindo numa educação como deve ser, que garanta seres humanos bem pensantes e não apenas os interesses da economia.”

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