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Afinal não havia segurança!

Autocarro apedrejado na saída da Boavista para a Alameda do Dragão, bolas de golfe, galinhas pretas a entrar dentro de campo, isqueiros, cartazes a provocar Roberto, cravos na lapela a ilustrar uma falsa liberdade e assobios racistas contra Luisão no momento da sua expulsão… Bem-vindos ao pequeníssimo mundo da inteligência dos adeptos do Futebol Clube do Porto.

É bem certo que as rivalidades se semeiam… A culpa disto é de Vieira, que por um lado as incita e de todos os adeptos do Benfica, que pelo outro lado, seguem o seu líder de forma cega, sem sequer parar para pensar um bocado nas consequências que certas palavras venenosas podem ter…

Onde é que esta rivalidade vai parar? Quando houverem mortos num campo de futebol? Será que em Portugal voltamos aos tempos em que existiram tragédias no Heysel e em Hillsborough?

As autoridades que regulam o futebol Português devem começar a castigar severamente os clubes que manifestarem apoio (seja ele de qualquer espécie, quantidade ou género) a claques violentas como são os Super Dragões, o Colectivo Ribeira, os No Name Boys, Diabos Vermelhos, Juve Leo, Ultras Directivo XXI, White Angels ou os Red Boys on Fire. Para bem daquele que quer ir com a família assistir a um espectáculo e paga para assistir a um espectáculo, que obviamente não inclui a possibilidade de ser agredido!

A segurança nos estádios de futebol, com toda o seu aparato começa a ser algo que não está a funcionar. Se por um lado, em Aveiro quando vou ver o Beira-Mar sou revistado em todo o corpo e por vezes não me é permitido entrar dentro do estádio com uma lata de coca cola ou com uma garrafa de água com tampa, noutros estádios a revista permite a entrada de galinhas, bolas de golfe, isqueiros e navalhas… Estes objectos não só põem em causa a integridade física dos espectadores como põem em causa a integridade física daqueles que estão dentro de campo a cumprir a sua actividade profissional.

Será que é isso que os adeptos das claques querem? Atirar uma pedra que acerte em cheio num jogador dentro de um autocarro? Atirar uma bola de golfe que mate o guarda redes do Benfica?

Basta!!

Quanto ao jogo, no campo, o Porto cilindrou o Benfica. Hulk jogou de raiva e cada vez mais convence o público Português que não merece andar por aqui. Merece sim, um grande campeonato do futebol mundial, destino, que mais cedo ou mais tarde o espera!

O Benfica jogou mal e confirmou as suspeitas que esta época, é uma equipa vulgaríssima. Neste jogo, Jesus engoliu uma granada sem cavilha ao colocar David Luiz na esquerda quando Coentrão é o único jogador que dispõe capaz de ombrear em velocidade com Hulk.

Carlos Martins e Aimar confirmaram que nos jogos a doer desaparecem de cena. Alan Kardec não é Cardoso e nunca o será.

O maior derrotado da noite acaba por ser Luis Filipe Vieira. Não se podem atirar pedras quando se têm telhados de vidro. Vieira saiu humilhado perante Pinto da Costa que a esta altura ainda se deve estar a rir da fraca figura que o presidente rival tem feito nos últimos tempos…Apelidar o Benfica de melhor clube Português da actualidade é algo vindo de uma cabeça que pensa em puro delírio provocado pela demência que lhe é associada pela ressaca do título da época passada. Miguel Góis e Ricardo Araújo Pereira também devem andar de ressaca no dia de hoje. Tanta campanha contra o FCP dá nisto: sair aziado do Dragão. O seu comportamento contra o rival não deverá sofrer mudanças nas próximas crónicas da Bola. Creio eu. Os incorrigíveis continuam a pensar da mesma maneira, isolados numa redoma de benfiquismo bacoco. Cegos por palas vermelhas à frente dos olhos. Os incorrigíveis são mesmo assim… Incorrigíveis!

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Excesso de Benfiquismo

Ontem ao ler a edição do Jornal Record, caiu-me bastante o artigo de opinião escrito por Miguel Góis. O referido artigo pode ser lido aqui através do Record Online.

Depois de ter lido o referido artigo de opinião, senti-me profundamente enojado com as palavras escritas pelos Sr. Miguel Góis… Da actividade profissional do Sr. e dos seus colegas, sempre reconheci virtudes e defeitos. Se por vezes esse trabalho representou um bom marco de humor na história da televisão Portuguesa, por outras vezes, o mesmo foi cínico, rasteiro, evasivo e ofensivo à honra de muitas pessoas…

Noutro prisma, como cronista do Jornal Record, o Sr. Miguel Góis nunca conseguiu ter o bom senso de deixar de evidenciar um fanatismo clubista exacerbado, deitando por terra no referido Jornal a ideia de imparcialidade e respeito pelas normas de conduta e deontologia do Jornalismo, que naturalmente foram criadas para que este seja feito em moldes assentes no bom senso e na razoabilidade.

Não é portanto, a primeira nem a segunda vez que o Sr. entra por caminhos turtuosos nas suas crónicas. Sem pejo nem preceito,  vêm usualmente a público adoptar um discurso que para além do exacerbado fanatismo pelo seu clube, é em toda a escala, uma verdadeira amostra de um carácter ofensivo à dignidade de outras pessoas ligadas ao mundo do futebol, que não as do seu clube… O que é triste e só lhe fica mal, diga-se assim de passagem!

Creio que em toda a sua participação com o Jornal Record, nunca vi no referido Jornal uma crónica sua que por exemplo denunciasse algo de errado com o seu clube. Serão os jogadores, dirigentes e adeptos do seu clube perfeitos? Ou será o seu sentido de ética desprovido de algo a que se chama bom-senso?

Ninguém (que leia as suas crónicas) se esquece por exemplo dos tempos em que apelidou o Sporting Clube de Portugal de “loja dos 300 da europa”.

Sigo directo para os acontecimentos:

O treinador do Futebol Clube do Porto, André Villas-Boas cometeu após o último jogo do Porto um grave erro de julgamento. Até aí, todos sabemos que o treinador do Porto foi extremamente precipitado nas suas declarações após o término do jogo em Guimarães. A partir daí, creio que a Liga teria o móbil de instaurar um processo disciplinar ao treinador do Futebol Clube do Porto à semelhança daquilo que uma vez fez ao actual Seleccionador Nacional nos tempos em que orientava o Sporting… Nada por exemplo, que Jorge Jesus ou os responsáveis máximos pelo futebol profissional do Benfica já não tenham vindo a público fazer nos dias que correm!

Na terça-feira, o comentador Rui Moreira abandonou o programa da RTP em directo. Depois de mais uma “quimeira televisiva” do comentador do Benfica, o Sr. António Pedro Vasconcelos. Sim, aquele que um dia ousou pedir à direcção do programa que passasse um vídeo do Youtube com um “best of de Roberto” para tentar limpar a má-imagem que o guarda-redes Espanhol deixou transparecer nos primeiros jogos da época. Pura propaganda para atirar areia para os olhos dos Portugueses, ao qual, um certo director de programação de uma estação pública que se quer transparente e imparcial deixou passar em claro.

Um pensamento tenho sempre em mente quando vejo o programa “Trio D´Ataque”: o facto do Sr. Cineasta não perceber rigorosamente nada de futebol e estar ali a fazer uma figura altamente deprimente e paga com o dinheiro de todos os contribuíntes Portugueses!

Se no caso do “vídeo do Roberto” foi o Sr. Rui Oliveira e Costa que decidiu lançar publicamente um protesto contra a gravidade da situação que tinha ocorrido, desta feita, foi o Dr. Rui Moreira “que não aguentou mais uma entifada” propagandista do enviado do Benfica ao programa. Como interveniente do programa, cabe-lhe obviamente o direito de abandonar o estúdio quando achar que a sua argumentação (neste caso) nem sequer é ouvida pelo parceiro de programa que continua “às cegas” a debitar um conjunto de argumentos que também não apresentam o mesmo bom-senso e razoabilidade que se podem observar nas crónicas de Miguel Góis no Jornal Record. Mal de família?

Como se os ataques ao Dr. Rui Moreira não bastassem, o último parágrafo deixa assente um ataque pessoal ao comentador do Sporting, o Dr. Rui Oliveira e Costa, apelidando directamente de “analfabeto”. Neste caso e fazendo jûs à escolaridade que decerto possuí, quem fez uma afirmação analógica a alguém sem estudos foi o Sr.

Todos os humanos erram. Espero bem que o Sr. nunca tenha errado na dicçãoescrita da língua Portuguesa, para que me prove que eu estou profundamente errado. Estimo bem!

Em conclusão, só pergunto ao Dr. Alexandre Pais, director do Jornal Record como é que ainda continua a permitir que os artigos de opinião deste Sr. continuem a ser publicados?

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