Tag Archives: Jornal A Bola

muito obrigado

O Sérgio Loureiro, um beiramarista de gema, escreveu ontem na Bola e no Diário de Aveiro, que o presidente do Sport Club Beira-Mar António Regala terá reunido com o proprietário da SAD Majid Pishyar. Sobre o assunto escreveu o Sérgio de que a reunião poderá ter servido de contacto inicial para o clube comprar os 85% que o iraniano possui. Comunicado oficial da SAD vem negar esses rumores escritos pelo Sérgio. O que é certo em tudo isto é que o presidente colocou algumas questões ao iraniano, questões que serão respondidas num prazo de 15 dias. E eu sei quais foram essas questões, de fonte segura. Contudo, prefiro aguardar mais alguns dias para as revelar.

Eu me confesso. Nunca gostei de Majid Pishyar. Sempre me manifestei contra a constituição da SAD do Beira-Mar, tanto nos moldes pela qual foi criada, muito mais nos moldes em que a sua compra foi feita e por quem foi feita. Escrevi aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.

Desde que Majid Pishyar chegou a Aveiro que tenho sido confrontado com muitas críticas, algumas delas injustas, vindas de quem se maravilhou com este aparecimento messiânico vindo de quem chegou com outras intenções do que realmente investir no Beira-Mar. Aquando da célebre Assembleia-Geral do clube que aprovou a SAD (na presença do dito investidor) vários sócios me telefonaram, enviaram mensagens e aproveitaram alguns momentos pessoais para me criticar. Muitos chamaram-me velho do resto e outros impropérios que não vem ao caso. O tempo provou que eu tinha razão. Não só o investimento não apareceu como o clube não só não sofreu as melhorias necessárias para se manter sustentável quando mais apresentar uma projecção europeia, como prometia o Sr. Majid e os seus afilhados. Muito pelo contrário, a situação do clube deteriorou-se e muito desde Junho de 2011 e Majid Pishyar já lucrou e bem com o Beira-Mar. Esses mesmos sócios do clube, vieram um por um dizer-me: “João fomos enganados. Realmente tinhas razão.” – pois tinha caros amigos. E agora como é que encontramos solução para estes problemas? Meus caros amigos, a solução também se encontra nos meus escritos. Duvido é que haja alguém credível disposto a fazê-lo.

Isto não é um sinal de alarme, mas eu ainda sei de mais. Prefiro guardar os meus trunfos para a vitória final. A situação do clube é complexa e urge agir com rapidez. Faço uma crítica declarada e incentivo os sócios do clube a marcar uma AG com urgência. António Regala e seus pares e os sócios que autorizaram este negócio danoso para o clube (porque tem memória curta e já não se lembra de coisas como o negócio com a Inverfutbol) são os principais responsáveis pela situação à qual o clube chegou. Aos sócios, peço que tenham a coragem necessária para inverter o erro que cometeram. E a inversão desse mesmo erro começa exactamente pela demissão da actual direcção do Beira-Mar. É inadmissível que António Regala e seus pares, depois de terem caído na canção do bandido, venham agora, ao estilo de junta nacional de salvação, pedir batatinhas ao Majid. É uma atitude desonesta perante o clube, perante os seus sócios e perante os seus simpatizantes. Urge salvar o clube desta gente e esse passo tem que ser feito imediatamente.

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a melhor capa de jornal de sempre

O jornal i supera aquelas que considerava as melhores capas de jornal de sempre:

o “tonel de combate” (aquele clássico)

“Jesus,  exterminador implacável”

A do Hulk, loiro, quando os árabes não lhe chegavam

a do Neymar com a legenda “Chupa Timão”

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confusões senatoriais

Leio o artigo de Rui Moreira para o Jornal A Bola de hoje.

O “senador” já não é bem amado no Porto. Por vários motivos que por vezes se confundem com o facto do pressuposto “delfim” ter virado para o outro lado, e como se isso não bastasse, escrever para o diário dos outros, dos mouros lá de Lisboa.

Diz Moreira que este Porto está doente. Nada que um bom médico (não falo de Vitor Pereira) não resolva.

Curioso é o facto que a mesma coluna, escrita pelo mesmo Rui Moreira na semana passada, rezava que “encenar a morte do porto” era um facto extremamente exagerado.

 

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Mais um abutre

Os podres em relação aos candidatos à presidência do Sporting estão a começar a surgir. O primeiro alvo é Pedro Baltazar, proprietário do Grupo Empresarial Nova Expressão, grupo que até à bem pouco tempo detinha uma percentagem considerável das acções da SAD leonina.

Segundo o artigo publicado hoje no Jornal A Bola:

“O Sporting, no início de Dezembro do ano passado, precisou de adquirir as acções do ex-administrador Pedro Baltazar, dono da empresa Nova Expressão, para levar a cabo o projecto de viabilização financeira do clube, que passava por uma redução do capital para metade, 21 milhões de euros, seguida de um aumento para 39 milhões de euros, e complementada com a emissão de 55 milhões de VMOC (Valores Mobiliários Obrigatoriamente Convertíveis).
A operação não podia ser feita sem a compra, pelo Sporting, das acções de Baltazar, e o agora candidato à presidência dos leões acabou por anuir e vender a sua participação na SAD. No dia da compra pela Sporting-SAD das acções de Pedro Baltazar – 2.450.000, correspondentes a 11,667 por cento do capital da SAD – estas estavam cotadas a 68 cêntimos. No entanto, o Sporting aceitou, em operação realizada fora da Bolsa, pagar dois euros por cada uma, num total de 4.900.000 euros, uma vez que Pedro Baltazar não admitia sair do processo com perdas mais significativas ainda, uma vez que comprou as acções numa altura em que elas estavam cotadas a 2,7 euros. Mesmo assim, foi o único accionista obter este preço por acção.
Mas o acordo entre a SAD leonina e Pedro Baltazar não foi apenas este. O agora candidato à presidência do Sporting ficou também com a garantia de que o contrato estava ‘seguro’ pelo penhor do passe de um jogador, caso os leões incumprissem o acordado (a pagar em cinco anos). No último Relatório e Contas da SAD pode ler-se, no ponto 31, sob o título «Garantias Prestadas», o seguinte:
«Decorrente do contrato de compra e venda de acções da Sporting Clube de Portugal, Futebol-SAD, celebrado pela SGPS SA e a Nova Expressão SA, a SCP Futebol-SAD prestou a constituição de penhor sobre os direitos desportivos e económicos de um jogador, para garantia do pontual cumprimento das obrigações de pagamento da Sporting SGPS no âmbito deste contrato.»”

Perante este facto, não será Pedro Baltazar mais interessado em tentar recuperar aquilo que perdeu com esta operação do que realmente fazer evoluir o Sporting?

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Afinal não havia segurança!

Autocarro apedrejado na saída da Boavista para a Alameda do Dragão, bolas de golfe, galinhas pretas a entrar dentro de campo, isqueiros, cartazes a provocar Roberto, cravos na lapela a ilustrar uma falsa liberdade e assobios racistas contra Luisão no momento da sua expulsão… Bem-vindos ao pequeníssimo mundo da inteligência dos adeptos do Futebol Clube do Porto.

É bem certo que as rivalidades se semeiam… A culpa disto é de Vieira, que por um lado as incita e de todos os adeptos do Benfica, que pelo outro lado, seguem o seu líder de forma cega, sem sequer parar para pensar um bocado nas consequências que certas palavras venenosas podem ter…

Onde é que esta rivalidade vai parar? Quando houverem mortos num campo de futebol? Será que em Portugal voltamos aos tempos em que existiram tragédias no Heysel e em Hillsborough?

As autoridades que regulam o futebol Português devem começar a castigar severamente os clubes que manifestarem apoio (seja ele de qualquer espécie, quantidade ou género) a claques violentas como são os Super Dragões, o Colectivo Ribeira, os No Name Boys, Diabos Vermelhos, Juve Leo, Ultras Directivo XXI, White Angels ou os Red Boys on Fire. Para bem daquele que quer ir com a família assistir a um espectáculo e paga para assistir a um espectáculo, que obviamente não inclui a possibilidade de ser agredido!

A segurança nos estádios de futebol, com toda o seu aparato começa a ser algo que não está a funcionar. Se por um lado, em Aveiro quando vou ver o Beira-Mar sou revistado em todo o corpo e por vezes não me é permitido entrar dentro do estádio com uma lata de coca cola ou com uma garrafa de água com tampa, noutros estádios a revista permite a entrada de galinhas, bolas de golfe, isqueiros e navalhas… Estes objectos não só põem em causa a integridade física dos espectadores como põem em causa a integridade física daqueles que estão dentro de campo a cumprir a sua actividade profissional.

Será que é isso que os adeptos das claques querem? Atirar uma pedra que acerte em cheio num jogador dentro de um autocarro? Atirar uma bola de golfe que mate o guarda redes do Benfica?

Basta!!

Quanto ao jogo, no campo, o Porto cilindrou o Benfica. Hulk jogou de raiva e cada vez mais convence o público Português que não merece andar por aqui. Merece sim, um grande campeonato do futebol mundial, destino, que mais cedo ou mais tarde o espera!

O Benfica jogou mal e confirmou as suspeitas que esta época, é uma equipa vulgaríssima. Neste jogo, Jesus engoliu uma granada sem cavilha ao colocar David Luiz na esquerda quando Coentrão é o único jogador que dispõe capaz de ombrear em velocidade com Hulk.

Carlos Martins e Aimar confirmaram que nos jogos a doer desaparecem de cena. Alan Kardec não é Cardoso e nunca o será.

O maior derrotado da noite acaba por ser Luis Filipe Vieira. Não se podem atirar pedras quando se têm telhados de vidro. Vieira saiu humilhado perante Pinto da Costa que a esta altura ainda se deve estar a rir da fraca figura que o presidente rival tem feito nos últimos tempos…Apelidar o Benfica de melhor clube Português da actualidade é algo vindo de uma cabeça que pensa em puro delírio provocado pela demência que lhe é associada pela ressaca do título da época passada. Miguel Góis e Ricardo Araújo Pereira também devem andar de ressaca no dia de hoje. Tanta campanha contra o FCP dá nisto: sair aziado do Dragão. O seu comportamento contra o rival não deverá sofrer mudanças nas próximas crónicas da Bola. Creio eu. Os incorrigíveis continuam a pensar da mesma maneira, isolados numa redoma de benfiquismo bacoco. Cegos por palas vermelhas à frente dos olhos. Os incorrigíveis são mesmo assim… Incorrigíveis!

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No mínimo caricato!

A capa de hoje do “Jornal A Bola” é no mínimo caricata. O seu conteúdo (uma banda desenhada feita num duelo entre Hulk e Fábio Coentrão) demonstra o enorme “must” que é o Jornalismo Português!

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