Tag Archives: Taça do Rei

curioso

Esperanza Aguirre

Esperanza Aguirre, o PP (Partido aos Pedaços) Espanhol e a regeneração “democrática”. Aguirre sabe do que fala. Aguirre é a dita senhora que, enquanto Presidente da Comunidade Autónoma de Madrid, lembrou-se, a propósito de uma final da Taça do Rei disputada entre Athletic de Bilbao e Barcelona (em Maio passado) no Vicente Calderón (Estádio do Atlético de Madrid) de propor um decreto legislativo regional que visava colocar a polícia madrilena em vários checkpoints em redor do estádio para impedir que os adeptos dos dois clubes pudessem entrar no estádio com bandeiras que não a espanhola. A proposta acabou por não ir para a frente. No jogo em causa, os adeptos dos dois clubes não só não cantaram o hino espanhol como o assobiaram, obrigando inclusive a TVE a cortar os assobios que vinham da bancada na sua transmissão. Dito isto, Aguirre é uma dirigente que está bem por dentro daquilo que se pode considerar como “regeneração democrática”. Num país onde o separatismo armado deu lugar a uma euforia auto-determinista por parte das 2 regiões, não deixo de anotar o mau prenúncio para o estado espanhol caso esta senhora consiga derrubar Mariano Rajoy nas próximas eleições pela liderança partidária.

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Infelicidades

Foi assim que o Maiorca caiu nos quartos-de-final da Taça do Rei às mãos dos bascos do Athletic de Bilbao.

As imagens dispensam quaisquer comentários…

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Barcelona 2-2 Real Madrid

Sem querer entrar em muitos pormenores:

1. As minhas previsões saíram meio furadas. Este Real Madrid surpreendeu-me. Pelo início fulgurante e por uma 2ª parte de luxo. Este Real Madrid de Mourinho, pelo que fez, mereceu muito mais do que o empate em Nou Camp. Até agora, dos jogos que vi do Barcelona, este foi o único jogo em que vi os adeptos do Barça irritados, pensativos e com aspecto de quem estava a temer o pior.

2. Uma primeira nota a sério: Pepe a titular, cumprindo um risco. Mourinho foi corajoso e meteu um jogador que tem sido apupado por meio mundo nos últimos dias e cuja agressão a Lionel Messi já foi inclusive alvo de uma pergunta de dois eurodeputados espanhois (eleitos por partidos catalães) à Comissão Europeia. Lass Diarra ao centro, numa tentativa de acrescentar músculo perante a intensiva circulação de bola da equipa de Guardiola e Kaka à esquerda do ataque. No Barça, tudo igual ao de sempre.

3. Um começo de partida algo atribulado com o Real Madrid a evidenciar superioridade no primeiro quarto-de-hora. Afoita, a equipa de Mourinho tentava aniquilar o jogo central do meio-campo catalão com pressão alta e com marcações eficazes a Messi e a Iniesta. (este último haveria de sair lesionado) – nos primeiros minutos, penso que fica uma grande penalidade por assinalar a favor do Real. A arbitragem, de certo modo, protegeu sempre os catalães na medida em que qualquer toquezinho de um jogador do real era assinalado, mesmo aqueles em que não existiu contacto físico entre jogadores. Depois, dois momentos importantes da partida que poderia ter mudado por completo esta eliminatória: o remate de Ozil (era um golão) e a brincadeira de Pinto que Higuaín não conseguiu concretizar (se tivesse dado para o centro estaria Ronaldo pronto a inaugurar o marcador).

4. Depois deste início de rajada do Madrid, o Barça acordou e começou a por em prática o seu futebol de circulação, colocando portanto um bocado de gelo no jogo. A fase de adormecimento dos merengues foi tão óbvia que o Barça tinha reservados para os 5 minutos finais da primeira parte os seus dois golos na partida: o primeiro numa jogada típica em que Messi rasga pelo centro do terreno e consegue dar a bola a Pedro na esquerda na última décima de segundo possível antes do defensor (neste caso Sérgio Ramos ou Pepe) conseguirem chegar aquela bola e o segundo noutro lance estudado onde Daniel Alves aparece solto à direita após cobrança de um livre no centro. Fabio Coentrão errou claramente no 2º golo da equipa “culé”.

5. 2ª parte. A entrada de Karim Benzema mudou tudo. Benzema anda mais esforçado, mais rápido, mais alegre, a vir buscar a bola mais e a usar mais as diagonais. Foi precisamente a partir de diagonais que o Real Madrid atingiu os seus dois. Primeiro por Ronaldo numa belíssima desmarcação e depois por Benzema, num lance em que Fábio Coentrão faz um passe exímio e Benzema deu um nó cego em Carlos Puyol. À esquerda, Ozil fazia gato sapato de Abidal e por duas ou três vezes ameaçou a baliza de Pinto. Numa delas, Ronaldo poderia efectivamente ter dado a passagem ao Madrid.

6. O Barcelona por sua vez foi recuando e foi apostando no contra-ataque. Por duas vezes Xabi Alonso (está muito mas mesmo muito abaixo de forma) perdeu a bola em zona proibida e por duas vezes o marcador poderia ter rolado novamente para a equipa comandada por Pep Guardiola.

7. No duelo dos bancos, Guardiola não parecia muito satisfeito com o rendimento da sua equipa. Já o banco do Madrid estava em pulgas. Rui Faria e Karanka constantemente levantados e de Mourinho era constante o bocejar do típico “filho….” sempre que o arbitro assinalava uma falta ou um fora-de-jogo contra o Madrid.

8. No fim da partida, Sérgio Ramos é bem expulso.

9. Jogadores da partida, Benzema para o Real pela dinâmica, pela revolução que deu no ataque e pelo nó cego em Puyol. Para o Barça, o inevitável Messi: mesmo quando a equipa não joga bem, Messi resolve.

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é facil de explicar

Mourinho vai a Nou Camp com 1-2 no bucho.

O Barcelona vai ter 70% de posse de bola. Os jogadores do Real vão andar a cheirá-la em períodos temporais de 2 a 5 minutos em várias partes do jogo. Os jogadores do Real vão conquistar a bola com muito esforço e depois das sabonetadas de circulação irão correr com bola, sozinhos, contra toda a defesa do Barcelona, sem nexo e sem encadeamento lógico. O Barcelona fará mais de 500 passes, podendo haver jogadas de 35 passes seguidos sem intercepções para cima. Sérgio Ramos irá falhar uma marcação e daí surgirá um golo do Barça. Messi jogará sempre no limite do risco e fará um passe para alguém que venha de trás (Iniesta, Xavi, Alexis, Abidal ou Dani Alves) e daí surgirá outro golo do Barça. Ronaldo estará sempre no meio campo, descaído nas alas à espera que lhe passem a bola. Busquets estará sempre a reclamar com a arbitragem em caso de faltas contra e a favor da sua equipa e estará sempre a provocar os adversários. Pepe não vai jogar a titular depois de tudo o que se passou e se jogar, Mourinho arrisca-se a vê-lo expulso ou a levar 5 por ineficácia da marcação do luso-brasileiro a Messi. Benzema será novamente comido à fartazana por Piqué.

E já agora viva o Mirandés. Vai ser a equipa de Miranda del Ebro a desbloquear a forma de como bater o Barcelona em Nou Camp.

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És um grande treinador zé

És um grande treinador Zé. Até eu que não gostava de ti nos primeiros anos passei a idolatrar-te como um deus vivo do futebol

Arrisco-me a dizer com toda a falta de respeito pela bela linguagem portuguesa “fode os catalães em campo hoje”. Não que seja fã do teu Real porque não sou fã de clubes que foram criados por decreto real para que “todos os espanhóis tivessem um só clube” mas porque não gosto do Barça nem a tiro.

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História do Futebol #3

Foi precisamente há 8 anos, na inauguração do novíssimo Estádio do Dragão, com José Mourinho no comando de uma equipa que haveria de fazer história no futebol português com a conquista de uma Liga dos Campeões, que, do outro lado, no Barcelona se estreava um dos maiores génios do futebol actual: Lionel Messi.

Na altura, com 16 anos e 145 dias, o então jogador da equipa de juniores do Barcelona (só na época seguinte iria alinhar 22 jogos pela camisola da equipa B do Barça e outros tantos pela equipa principal dos catalães) haveria de entrar para a derrota de 2-0 dos culés contra a máquina do FC Porto.

A partir daí, tudo mudou na estrutura Barcelonista. Messi realizou 309 jogos pelas equipas A e B do Barça, tendo marcado incríveis 209 golos. Aos 24 anos, já ganhou tudo o que há para ganhar, excepto a Copa América e o Campeonato do Mundo de selecções. Senão vejamos: a nível colectivo, 5 campeonatos espanhóis, 1 taça do rei, 5 supertaçãs de espanha, 3 ligas dos campeões, 2 supertaças europeias, 1 campeonato do mundo FIFA, 3 taças da catalunha, 5 torneios juan gamper, 1 mundial de sub-20, o torneio de futebol dos jogos olímpicos de 2008 em Pequim, e a nível individual, a bola de ouro da FIFA, o título de melhor jogador para a FIFA por duas vezes, o Ballon D´Or da France Football, a chuteira de ouro da UEFA, a posição na melhor equipa da FIFA e da UEFA durante 3 anos consecutivos, o título de melhor jogador de um campeonato do mundo de sub-20, o título de melhor jogador da champions league por duas vezes, homem do jogo da final da champions league, melhor atacante da champions league por duas vezes, entre outros prémios menores.

Impressionante para quem tem 24 anos e prepara-se para vencer muito mais.

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Pobre Sérgio Ramos!

Deixou cair a Taça e o autocarro pisou-a!

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No pasa nada!

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Do “rally de clássicos” como já lhe chamam em Espanha, este era o menos importante dos quatro.

Exceptuando a expulsão de Albiol e o respectivo penalti convertido por Messi e o penalty “com cheiro a pechisbeque” de Daniel Alves que Ronaldo converteu, “no pasa nada na Liga de nuestros hermanos”

Se na semana passada vimos a equipa do Porto a festejar o título nacional às escuras em pleno relvado do Estádio da Luz, pode-se dizer que o Barça festejou ontem o seu no relvado de Santiago Bernabéu, perante um Real que deu boas indicações para o confronto de quarta-feira e para a eliminatória da Champions.

O Barça voltou a demonstrar o seu enorme poderio na circulação de bola mas não foi tão acutilante na habitual jogada que costuma desmarcar Villa ou Messi nas costas das defesas adversárias. Mérito porém deve ser dado às arrojadas saídas de Casillas aos pés do Espanhol e do Argentino por duas vezes.

O Real pelo seu lado executou um bom jogo defensivo, manchado apenas pelo penalti claro cometido por Albiol, perfeito no controlo defensivo do meio campo com um Pepe a todo o gás, e interessante no ataque com Ronaldo (fez um excelente jogo na medida dos possíveis) e Ozil na segunda parte, que saltou do banco para dar mais criatividade à ala direita do ataque madrileno.

Benzema esteve bastante escondido, tendo em conta o que Adebayor acrescentou ao ataque do Madrid na 2ª parte. O Togolês pode ser lento, pode ser tosco, mas dá uma combatividade (principalmente no jogo aéreo) aos centrais condais que o francês jamais dará. Pode ser que nas próximas partidas, essa combatividade sofra a ajuda de Higuaín, que ontem já se sentou no banco de suplentes de José Mourinho.

Com 8 pontos de diferença, o Barça poderá encomendar as faixas de campeão. Quarta, espera-se um jogo bem mais aberto para a final da Taça do Rei, competição que o Real não vence desde 1990.

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Talento


Messi apresentou o 2º balon d´or da sua carreira em Nou Camp e deu um show de bola frente ao Bétis. Clássico!

No entanto, a noite ficou marcada pela assistência de Iniesta para Seydou Keita no 5º golo do Barça. Ó Iniesta, já deverias saber que não podes fazer essas brincadeiras senão nem brinca mais contigo.

A falar em Bétis, Ricardo rescindiu hoje! Com as portas do Sporting fechadas, Ricardo deverá assinar em breve por grandes colossos europeus como os Forcado Amadores “Unidos do Montijo”.


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