Tag Archives: Solidariedade

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E no campo, a vitória em Barcelos contra o Gil Vicente é um balão de oxigénio. Sobe o Beira-Mar do último lugar para o 13º e atira provisoriamente a Académica para debaixo da linha-de-água.

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Missão Sorriso

“Associação de Defesa e Apoio da Vida de Coimbra

Envelhe (S)er pretende incidir em duas principais problemáticas que se verificam na sociedade atual e nomeadamente em Coimbra: a elevada taxa de desemprego e o envelhecimento demográfico acentuado da população, que acarreta muitas vezes situações de isolamento social, carência económica e desproteção social. A ADAV- Coimbra tem vindo a constatar um crescente aumento das situações de desemprego nos agregados familiares que apoia. Os pais e mães acompanhados/as têm formação e competências a vários níveis (Cabeleireiro e estética, Construção civil, Animação Sociocultural, Geriatria, Serviços Domésticos), pelo que o presente projeto visa criar uma bolsa de pessoas que estão desempregadas ou em situação de emprego precário, com o intuito de as inserir no mercado de trabalho através da prestação de serviços nas suas áreas. Assim pretende-se criar uma resposta alternativa e inovadora, no concelho de Coimbra, às situações de isolamento em que vivem muitos idosos e/ou às famílias que têm idosos a seu cargo.”

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satisfação

Nilce

Sorriso na cara!

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vamos cá esclarecer umas coisitas

dados revelam que se fez “história” na economia portuguesa: pelo primeiro ano em 16 (se não estou em erro), a nossa balança comercial (dizem) é favorável. 315 milhões de superavit no período considerado na peça da rádio renascença, segundo os dados apresentados pela AICEP.

1. falsa ilusão: não são as exportações que estão a crescer desmesuradamente, são as importações que estão a decrescer. porquê? a perda de poder de compra dos portugueses. crescem porque o mercado interno já não satisfaz a oferta das empresas.

2. crescimento de 6,9% nas exportações em relação ao período considerado no ano anterior. justificação? simples. as exportações estão a crescer em virtude dos acordos comerciais que foram feitos no mandato de José Sócrates. Quais são os mercados? simples. Venezuela, Líbia, África do Sul, Angola, Moçambique, Brasil, Argentina, ou seja, tudo países, onde Sócrates conseguiu mercados para produtos portugueses. Imputar a este governo este tipo de vitórias é do ponto de vista prático errado.

3. falsa ilusão, parte 2: uma balança comercial favorável, apesar de ser um indicador económico interessante e positivo, no nosso caso, não revela as contas do país. continuamos a ter uma balança de pagamentos desfavorável, em virtude dos elevados juos que o país está a pagar aos credores internacionais e, precisamente à troika. Os 315 milhões de euros obtidos não chegam sequer para pagar os juros anuais que estamos a pagar ao Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu, que, como se sabe, são de 34,4 mil milhões de euros (quase metade do resgate financeiro a que fomos submetidos). Bastará portanto fazer as contas aos 5% que teremos que pagar ao Fundo Monetário Internacional, calculando as 5 tranches que já nos foram atribuídas e a verba pertencente ao Fundo dentro dessas tranches(por exemplo) mais o spread diferencial, Dá qualquer coisa como 750 milhões de euros de juros por ano a 45 anos.

outros dados revelam-se assustadores: a política de Gaspar a dar frutos. 4,9% de queda na receita fiscal. Apesar do corte na despesa de 14,5%, o aumento de 22,9% com ajudas sociais mostram que a política de empobrecimento do país não só está a reduzir o poder de compra como está a tirar dinheiro ao estado por via de impostos indirectos, como ainda está a levar o estado a aumentar os seus encargos com situações de desemprego, que, tenderão a aumentar visto que a perda de poder de compra só trará mais ruína ao tecido económico português. Medidas ruinosas que se tendem a aliar com os valores dos novos escalões tributários deste país.

a espiral negativa. a armadilha do consumo. em tempos de recessão, a súbida de preços dos produtos, aliada à perda de rendimentos para consumo por parte das famílias levará a uma racionalização do consumo. perde o consumidor (que fica claramente insatisfeito visto que não consegue prover todas as suas necessidades), perde o empresário (não escoa stocks e como tal terá que rever as planificações da sua empresa e cotá-las novamente em baixa; o que levará ao desemprego, favorecido pelo novo código laboral), perde o trabalhador (despedido e catapultado para um subsídio de desemprego mais baixo que o salário que auferia) e perde o estado, pela diminuição de receitas e pelo aumento de prestações sociais.

mas

Gaspar e Mota Soares ainda querem atacar mais.

se seguir em frente, esta é a proposta que irá colocar meio portugal nas ruas para derrubar o governo. menos 42 euros para quem já faz das tripas coração para sobreviver. seria uma medida excelente caso os 150 mil beneficiários desta medida tivessem emprego. mas não tem. e mais uma vez, a estratégia de empobrecimento do país trará consequências ruinosas.

para finalizar e indo de encontro ao meu pensamento, é bonito ver as últimas estatísticas da Comissão Europeia sobre o desemprego jovem e os custos que esse mesmo desemprego incidem sobre o Estado Português.

não me venham com isto dizer que este governo peca por estar, com estas políticas, a agradar às pretensões dos seus parceiros europeus e dos mercacados, menosprezando ou tendo dificuldades de comunicação com o povo português. o povo português é imberbe mas não é estúpido. sente na pele a falta de dinheiro nos bolsos, a falta de comida na mesa e a falta de dinheiro para satisfazer as necessidades básicas.

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Pela 1ª vez não só não me oponho a uma medida deste governo como a ainda aprovo

Não me oponho em nada à medida de Pedro Mota Soares quanto aos beneficiários do RSI.

Afinal de contas, não existem por aí beneficiários que recebem o RSI porque pretendem viver para sempre às custas do estado? Será que todos os beneficiários do RSI são pessoas inúteis para a sociedade?

Não quero com este discurso afectar o clientelismo que os cidadãos tirar das actividades ou prestações providas pelo Estado. O Clientelismo dos bens ou serviços do Estado serve para aferir a qualidade das prestações sociais providas pelo mesmo. E qualquer que seja o estado que defendo, este não só não se poderá afastar da prestação de ajuda aos cidadãos (a sua responsabilidade social) mais desfavorecidos como ainda deve assumir uma postura que se coadune com as necessidades de solução dos problemas gerados pelos desiquilibrios causados pelo mau funcionamento dos mercados. O que se deve combater de facto (e isso é uma prova inegável do atraso dos estados do sul da europa ao nível de desenvolvimento) é o excessivo clientelismo que alguns cidadãos tiram do que é garantido pelo Estado. Falo do RSI e de outras prestações sociais que são atribuídas a pessoas que têm bom corpo para trabalhar (exercer uma actividade útil para a sociedade não é necessariamente o mesmo que trabalhar; o beneficiário do RSI pode-se tornar útil para a sociedade fazendo por exemplo voluntariado numa IPSS local). Bem sei que o trabalho é algo que escasseia neste país; no entanto, bem sei que as instituições sociais também precisam de voluntários. Mais do que nunca até.

Não sejamos cínicos. Todos sabemos que neste país existem milhares de existentes (acho que é a palavra adequada para alguém que sempre gozou dos rendimentos providos pelo RSI) que não só nunca criaram 1 cêntimo de riqueza para este país como só causaram despesa para o estado, despesa essa que poderia ter servido para o pagamento justo de quem trabalhou vidas inteiras para outrém e tem uma reforma ou pensão miserável ou para aqueles que trabalharam durante décadas e agora se encontram numa situação desfavorável de desemprego e difícil obtenção de emprego no futuro. Estou debruçado portanto perante uma questão de justiça social.

Nos países de regime de estado-providência misto (casos da França, Suiça e Alemanha) esta mesma lei já foi imposta desde os anos 80 e tem um enorme grau de aplicabilidade e resultados para a sociedade. Se não queres trabalhar, teremos que prover à tua subsistência. No entanto, para mereceres a tua própria dignidade, obrigamos-te a seres digno perante quem te dá o rendimento mínimo e o teu sustento. Nada mais correcto, a meu ver. Não me venham com histórias da carochinha que os beneficiários do RSI são todos uns infelizes entrevados no sofá ou na cadeira do café, à espera que a morte os colha. Pelo contrário, na sua maior parte, são pessoas válidas que nunca fizeram um esforço para se integrar nos costumes sociais vigentes, preferindo sustentar os seus hábitos e prazeres por outras vias que não as vias comuns do rendimento por esforço, por humildade e por trabalho.

A mudança da cultura cívica de um povo começa com estes pequenos actos. Espero que esta medida avance e tenha resultados práticos. Pedro Mota Soares está portanto de parabéns.

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Sim, eu estou a publicar isto

Sim, eu estou a publicar isto.

Não quero de modo algum criticar a campanha que foi feita em prol do filho de Carlos Martins. Não porque a campanha não só já salvou a vida de uma pobre criança e porque poderá salvar muitas outras vidas através das milhares de recolhas de medula óssea que foram realizadas pelo país e pelo mundo.

O povo português, para além de minado com defeitos terríveis como a hipocrisia, a pequenez, a mesquinhice e a inveja social, também se encontra completamente minado por um outro defeito de carácter que é horrível: só liga às aparências.

“Quando és rico ou famoso e tens um problema, ganhas uma série de amigos. Quando és pobre, feio ou deficiente ninguém te liga nenhuma porque de ti não podem retirar qualquer vantagem” – esta é uma frase que resume a solidariedade de pantufinha praticada pelos Portugueses. No problema do filho de Carlos Martins, milhares dirigiram-se a postos de recolha de medula óssea. Porque era o filho de uma figura pública. Acredito até que muitos o tenham feito na esperança de serem compatíveis e de receberem uma recompensa. Porque em Portugal, existe perversão em milhões de mentes que chegam a esse nível.

O caso do Francisco é mais um caso de efectiva carência. Extrema. Severa. Urgente. O cartaz está desactualizado. A página de apoio à ajuda ao Francisco já não tem 217 fans mas sim 10 mil. Mas poderia ter mais e as ajudas poderiam ser tão grandes como a ajuda prestada pelo povo ao filho do Carlos Martins. Não o é porque o Francisco é pobre e nasceu deficiente. Fica-se portanto pelas 10 mil. E a “esgazeada”, cadelita que empurra a cadeira de rodas do Francisco continua a cumprir uma missão que nenhum Português parece ser capaz de fazer.

Faz-me lembrar um bocado o meu caso no secundário com o Zé António, caso que aqui escrevi no passado dia 23 de Março.

Infelizmente, conheço bem o sentimento de um cidadão normal quando vê na rua seres humanos como o Francisco. Vira a cara para o lado e pensa para sí próprio “coitado deste infeliz”. Outros nem olham porque sentem nojo da imperfeição de um próximo. Outros, saudáveis, até são capazes de fazer troça da pobre condição do homem. E esquecem-se que devem agradecer todos os dias o facto de terem mãos para tactear, de terem pernas para andar, de terem ajuda do Estado nos momentos difíceis, de serem saudáveis para trabalhar.

Tenho em crença que são este tipo de coisas que marcam a diferença entre mentalidades de primeiro e de terceiro mundo. E os portugueses são terceiro mundistas.

P.S (informações adicionais) – Segundo as palavras da pessoa que criou a página de facebook criada para ajudar o Francisco: “Quem quiser ajudar, dando o seu donativo, pode fazê-lo para o NIB: 0007 0206 00129090001 15, conta em nome de Maria Helena Oliveira Amaro, no BES, enviem os comprovativos para o e-mail: marlenefonseca@iol.pt.
A rampa é para ser feita na …seguinte morada: Rua Teresa Borges, n.º 6, 2830-106 Barreiro. Será o Sr Quim, que trabalha no clube desportivo e cultural Estrela Negra, mesmo ao lado no n.º 6-A a fazer a rampa.
Quem preferir e viver perto, por favor entreguem os vossos donativos no Estrela Negra, fica mesmo ao lado do prédio do Francisco onde será feita a rampa. Está lá uma caixinha para os receber. Também podem aproveitar e pedir informações por exemplo. Contactos 210 892 563 .212 165 430.
Podem também entregar os vossos donativos, na papelaria aqui do Alto do Seixalinho, Av. do Bocage, Barreiro que serve também de posto dos correios, ao lado de uma agência de viagens. Obrigada.”

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Diz mas já vai tarde

A Cáritas afirma hoje aquilo que já via os SASUC executarem em 2005.

É bárbaro. É desumano. Esteja frio, sol ou chuva, o aluno com dívidas é despejado se não cumprir o plano pagamento.

Pior, o aluno é impossibilitado de receber bolsa de estudo se um dos seus pais tiver dívidas ao estado.

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Mais uma família portuguesa apoiada pela solidariedade popular

O Presidente da República, o Aníbal do milhão de rendimentos anuais bem disse aos portugueses repetidas vezes que teriam que ser fortes e que se unir para ultrapassar os tempos de crise que vivemos.

Os Portugueses decidiram cumprir as palavras do Aníbal e mais uma vez numa onda solidaridária (sem precedentes neste país) cuja iniciativa não pertenceu desta vez ao Banco Alimentar contra a Fome, à Caritas, à Cruz Vermelha ou à Conferência de São Vicente de Paulo foram auxiliar mais uma família carenciada deste país (a família Silva) que vive ali para os lados da 24 de Julho.

O popularucho, munido com sacas cheias de arrozinho (xauxau e carolino) massocas, enlatados de 1ª necessidade, leitinho (comprado à ASAE dos 415 mil litros apreendidos na semana passada no continente) e com algumas moeditas, ajudaram mais uma família a suportar o duro esforço da crise.

Benditos portugueses que tão solidários são com quem mais necessita!

E maldito filho da puta de presidente da República que não tem vergonha na tromba.

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Faz um gosto e ajuda quem mais precisa

Excelente iniciativa do Núcleo de Estudantes de Economia da Associação Académica de Coimbra.

Por cada dois gostos na sua página de facebook, uma criança uma Instituição Social de Acolhimento de Coimbra receberá um livro.

Toca a por gostos. Aqui.

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