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O melhor 11 da história do Manchester United

Os adeptos do Manchester United votaram durante meses no site oficial do clube para o melhor 11 da história do clube.

Peter Schmeichel, Gary Neville, Rio Ferdinand, Nemanja Vidic, Dennis Irwin, George Best, Paul Scholes, Roy Keane, Ryan Giggs, Sir. Bobby Charlton e Eric Cantona foram os eleitos dos adeptos dos Red Devils.

Outros jogadores influentes na história do clube ficaram de fora, mas, a meu ver também tinham direito a entrar neste 11. Casos de Cristiano Ronaldo, David Beckham, Andy Cole, Dennis Law, Gary Pallister, Steve Bruce, Nicky Butt, Teddy Sheringham, Wayne Rooney, Olé Gunnar Solskjaer, Edwin Van der Saar, Ruud Van Nistelrooy.

 

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História do Futebol #4

A história era escrita a verde e branco, em televisões que apenas suportavam o preto e o branco.

A história perdura. Noite mágica em Alvalade. O Sporting de Juca, Osvaldo Silva, Hilário, Alexandre Batista, Morais e Figueiredo entrava completamente descrente para a 2ª mão dos quartos-de-final da Taça das Taças relativa à época 1963\1964 depois de uma dura derrota contra o Manchester dos irmãos Charlton, Dennis Law e George Best em Old Trafford por 4-1 na primeira mão.

Falamos portanto do Manchester da éra dos “Busby Boys”.

Se nessa época o Sporting, na mesma competição, já tinha estabelecido um record que ainda hoje perdura no que toca à vitória mais expressiva nas competições europeias ao golear em Alvalade os Cipriotas do APOEL por 16-1, contra o Manchester, outro record haveria de ser firmado: 5-0 ao Manchester United, a maior derrota da história dos Red Devils nas competições europeias.

No dia do jogo, os desportivos britânicos afirmavam que o categórico United vinha a Lisboa passear a vantagem conseguida no Teatro dos Sonhos. Estavam enganados. Com uma entrada de rompante, aos 22 minutos, o Sporting já vencia por 2-0 e tinha marcado dois golos que seriam invalidados pelo juiz da partida.

Osvaldo Silva haveria de marcar 3 golos na partida, dois deles nos primeiros 12 minutos, o que levaria posteriormente George Best a elogiar o jogador Brasileiro:” Incrível, a diferença entre este Sporting e o de Manchester. Osvaldo Silva é um jogador admirável.” – disse o eterno 7 do United.
Geo e Morais haveriam de fazer respectivamente os 3º e 4º golos do Sporting, completando Osvaldo Silva o ramalhete que dava qualificação para as meias-finais com o “golo da morte” aos 54″.

“Um festival de ataque desmorona Matt Busby e os seus rapazes” – era o comentário ao jogo que podia ser lido no Daily Telegraph no dia seguinte.

O Sporting haveria de conquistar a Taça das Taças nesse ano. Nas meias-finais iria encontrar pela frente o Lyon, onde curiosamente pontuava como grande vedeta o pai de Youri Djorkaeff, Jean Djorkaeff. Depois de uma emocionante eliminatória que só seria resolvida em 3º jogo (em Barcelona, creio) viria uma também emocional final contra os Húngaros do MTK Budapeste, decidida em Antuérpia pelo célebre “Cantinho do Morais”.

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