Tag Archives: Sérgio Abrantes Mendes

o do costume

Godinho demitiu os órgãos sociais do clube, mas mantém-se em mandato de gestão até às eleições de dia 23. Como me disse o João Borba e bem “evitou a humilhação da AG”.

Já começa típico circo eleitoral do Sporting. Os nomes são os do costume: Bruno de Carvalho, Braz da Silva, Rogério Alves, Abrantes Mendes. Cuidado, não vá aparecer também um Pedro Baltazar à espera de reaver aquilo que perdeu com o Daniel Carriço e com a negociata da transferência das acções da SAD em troca do passe (na altura avaliado em 5 milhões; o mesmo valor das acções que o Grupo de Baltazar detinha na SAD leonina) de um jogador que de facto valeu 750 mil euros. Todos afirmar por ora que são capazes de trazer pérolas e diamantes. Daqui a 1 semana, todos eles apresentarão o seu director desportivo e o seu treinador. Falta porém, desta vez, o Futre. Há por aí um Andrade da “era croquete” a bufar na TV cobras e lagartos da gestão do Sporting. Talvez se meta ao barulho e seja o candidato da dinastia. Já assisti a momentos destes no clube de Alvalade: alguém “semi-desconhecido” de uma antiga direcção da dinastia Croquete aparece (como apareceu em 2011 o Go(r)dinho), lava a sua imagem e a imagem da dinastia com palavras de revolução, toma o poder e faz asneira como fez o Go(r)dinho. 

Porém, o meu palpite para candidato vindo da dinastia é o Rogério Alves. O homem está sequioso de poder. O homem anda mortinho para que chegue o dia em que lhe entreguem o Sporting. Para além do mais, dentro da Dinastia, é capaz de ser aquele com melhor nome entre os sócios. Não creio é que os sócios do Sporting caiam novamente em engo(r)dos.

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Ver para crer

Exceptuando um ou outro post, acabei por não me pronunciar muito sobre a campanha que foi feita pelos 5 candidatos à presidência do Sporting.

Depois de muitas declarações onde se prometeram fundos de investimento, jogadores, treinadores, onde se alinharam estratégias e se escolheram os estrategas, tenho no “ver para crer” de São Tomé a minha crença para o futuro da instituição Sporting Clube de Portugal, ou seja, só vou finalmente acreditar em qualquer um dos candidatos quando efectivamente o que vencer chegar à presidência do Sporting e se inteirar a 100% da realidade actual do clube.

Até lá, campanhas para actos eleitorais para um clube de futebol não passam disso mesmo: de campanhas, onde cada candidato tenta puxar o máximo de brasa à sua sardinha de modo a caçar o máximo número de votos.

Finalmente, aqui temos o acto decisivo que marcará o futuro da instituição. Indiferentemente do candidato que vença as eleições, espero que o Sporting se torne um clube melhor. Espero que o futebol profissional do clube possa viver um futuro de sucessos, assim como espero que o ecletismo que o clube sempre manteu, continue de pedra e cal e vá somando as vitórias nacionais e internacionais que sempre nos habituou.

Desde o passado dia 5 de Março que promovi aqui no Entre Nada e o Infinito uma sondagem para aferir a preferência dos leitores.

Com um total de 28 votos (25 na realidade, visto que Zeferino Boal obteve 3 votos antes de anexar a sua candidatura à de Sérgio Abrantes Mendes) Bruno de Carvalho reuniu um maior consenso entre os leitores com 15 votos, sendo seguido de Dias Ferreira com 7. Abrantes Mendes e Zeferino Boal obtiveram em conjunto 4 votos, Godinho Lopes e Pedro Baltazar ficaram respectivamente empatados na última posição com apenas 1 voto.



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O Sporting a ferro e fogo

Nunca antes tinha visto tal coisa.

A Betclic, empresa que opera no ramo das apostas desportivas, tem uma pick no seu site relativa às eleições do Sporting.

Assim sendo, quem apostar na vitória de Bruno de Carvalho ganhará 1,76 euros por cada euro apostado, quem apostar em Godinho Lopes lucrará 3,05 euros por cada euro apostado. No 3º lugar nas odds aparece Dias Ferreira com 9 euros por cada euro apostado, segue-se Pedro Baltazar com 11 euros por euro apostado e por último está Sérgio Abrantes Mendes com 80 euros por euro apostado.

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A palhaçada do costume

Bettencourt demitiu-se. Dias Ferreira, presidente da Mesa da Assembleia Geral do Sporting marcou eleições para o dia 26 de Março. Rei morto, rei posto.

À semelhança daquilo que tinha acontecido aquando da saída de Filipe Soares Franco em 2009, a imprensa e os sites de apoio em torna do clube começam a atirar uma quantidade inexplicável de pseudo candidatos à presidência do Sporting. Digo pseudo candidatos visto que metade deles só são candidatos de boca, neste caso, à procura de visibilidade no campo pessoal.

Nomes como Rogério Alves, Nuno Mourão, João Rocha Jr., Santana Lopes (zeus nos livre que a história se repita) Paulo Pereira Cristóvão, Sérgio Abrantes Mendes, o próprio Dias Ferreira e outros desconhecidos do público como Bruno Matias são apontados como candidatos. Será que no fim de todas as contas estão dispostos a ir para uma casa que está visívelmente a arder?

Sportinguistas preparem-se que isto é só o começo da palhaçada do costume quando existem eleições marcadas. Até dia 26 de Março vamos assistir a fenómenos ainda mais estranhos como aqueles que são característicos de prometer mundos e fundos (que todos sabemos que o clube não pode pagar ou suportar) apenas para que todos estes faroleiros baratos se possam afirmar como candidatos à séria. Repito: candidatos. Todos sabemos que quando chegarmos próximos das eleições, metade desta gente já terá desaparecido do mapa ou estrategicamente retirado a sua pseudo candidatura quando se inteirarem da realidade do clube que é seriamente uma realidade de quem não tem um tostão para mandar cantar um cego quanto mais para construir uma equipa competitiva para vencer títulos.

Isto porquê? Porque JEB demitiu-se com o trabalhinho bem feito de casa, ou seja, metendo o clube nas mãos dos bancos na reestruturação financeira assinada na semana passada. Com o aumento de capital da SAD e com a venda de 55 milhões 55 milhões de euros de Valores Mobiliários Obrigatoriamente Convertíveis (VMOC) em acções ao fim de cinco anos, com valor nominal de um euro cada, o próximo que cair no poleiro que se chama presidência do Sporting apenas poderá mexer naquilo que os bancos (compradores) autorizarem por escrito. Coisa a que já nos habituamos com JEB.

Ou seja, tudo isto me leva a concluir que JEB foi um autêntico pulha. Foi um pulha porque fez o clube perder de vez a parca autonomia que lhe restava. Pode ter diminuído o passivo com toda esta operação mas também acabou com as hipóteses do clube ter uma equipa profissional de futebol competitiva nos próximos 5 anos.E saiu, como nada se passasse, com a maior das tranquilidades. Enganando quase 100 mil sócios. Auferindo na totalidade um rendimento de 460 mil euros na sua passagem no clube desde a sua eleição (se tivermos em conta o que lhe é devido por lei).

Talvez sejam os 20 mil euros por mês um valor interessante que justifique tantos interessados pelo cargo. Mas não se esqueçam que é uma casa visívelmente a arder.

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