Tag Archives: Secções Culturais da AAC

Engenharias Financeiras cinéfilas

Fruto de variadíssimas discussões ano após ano em sede de Conselho Cultural da AAC pelos mais variados problemas, coube à DG\AAC presidida por Ricardo Morgado dar o tiro de partida para a revisão de um dos mais burocráticos regulamentos existentes na casa: O Regulamento Interno das Secções Culturais.

Em primeiro lugar, e como por vezes existem vozes que afirmam que “o João Branco só serve para destruir” quero enaltecer a Ricardo Morgado e ao coordenador-geral da cultura Mário Gago a coragem de terem peremptoriamente afirmado que era necessário rever o Regulamento Interno das Secções, facto que a outros presidentes de anteriores mandatos parecia um assunto tabu.

No entanto, a revisão do dito regulamento ficou esta semana manchada com um acontecimento lamentável, digno de gente sem educação, sem espírito de abnegação perante os colegas para bem de todas as secções e sem respeito perante a Instituição que alberga as suas secções: a AAC.

A espinha dorsal dessas pessoas é decerto nestes dias mais maleável que uma esponja.

Tendo havido um Conselho Cultural no passado dia 6, onde se deram início aos trabalhos de revisão do dito Regulamento Interno, com a minha presença, o presidente Ricardo Morgado tentou, que a prossecução dos trabalhos tivesse um novo lance no passado domingo. Sem efeito, lançou-se a data de quarta-feira (13 de Junho) às 21 horas para a continuação dos trabalhos, data que foi concordada por todos os representantes de secções presentes.

Por norma, falando como interveniente no Conselho Cultural, a convocatória para o mesmo costuma ser enviada 2 ou 3 dias antes por email. O Regulamento Interno em vigor (que está a ser revisto) prevê no entanto que a convocatória seja enviada com uma semana de antecedência em relação à data estipulada para o Conselho Cultural. No entanto, neste caso, como em quase todos os plenários do Conselho Cultural, procura-se uma data que sirva os interesses de todas as secções para a realização do plenário seguinte, plenário que se realiza no referido dia com a concordância de todos os seus representantes. Facto que, aliás, aconteceu no plenário de dia 6 ao marcar o próximo plenário para dia 13, dada a urgência que foi pedida na revisão do Regulamento Interno.

Ontem, por motivos que devem ser considerados infelizes, o representante do Centro de Estudos Cinematográficos (o presidente Tiago Santos), representante que não fez chegar qualquer inconveniência em relação à data estabelecida no dito plenário de 6 de Junho, teve a afronta de conseguir adiar o plenário marcado, por razões pessoais (impossibilidade da sua presença como representante do CEC) com base no artigo 16º, alínea 3 do Conselho Cultural (apelando à violação de questões procedimentais por parte da Comissão Executiva do Conselho Cultural) o que desde já coloca num impasse algo a revisão do Regulamento Interno em xeque até ao final do ano lectivo.

Creio que o CEC\AAC deverá ter mais pessoas na sua direcção capazes de zelar pelos interesses da sua secção que não o seu presidente…

Como se o adiamento do plenário não fosse motivo suficiente, o CEC\AAC abriu uma queixa no Conselho Fiscal contra a Comissão Executiva do Conselho Cultural por incumprimento do artigo 16º alínea 3 do Regulamento Interno.

Também me parece que o Conselho Fiscal deverá preocupar-se em primeira instância com outros assuntos que emergem do seio da academia do que com tricas saídas de pessoas que por um lado concordam com tudo o que é dito e por outro lado, em jogos de bastidores, agem de forma desleal perante os colegas das outras secções.

Outro aspecto que me mete alguma confusão é o facto dos colegas das secções passarem tardes no edifício, cruzarem-se variadíssimas vezes nos corredores e não serem capazes de se comunicar senão por email. Haverá alguma coisa a esconder?

É de facto uma boa pergunta.

Decerto que se lembram (os leitores mais atentos deste blog) de um celeuma levantado por mim no Entre o Nada e o Infinito acerca das atitudes pouco deontológicas de alguns membros do Centro de Estudos Cinematográficos da AAC.

Posso ser um pouco controverso enquanto pessoa, assumo que tenho um feitio difícil e por vezes considerado especial, mas, ao longo destes anos, a minha postura sempre se coadunou como uma postura digna, honrada, sincera e leal dentro do seio da Academia. Fruto da boa educação que recebi dos meus pais. Nunca me poupei nas palavras e quem me conhece sabe o quão inconveniente isso se pode tornar para as pessoas. Não será desta que me irei conter no léxico.

A 27 de Novembro de 2011, escrevia eu aqui no Entre o Nada e o Infinito, uma nota contra o comportamento muito pouco ortodoxo utilizado pelos actuais dirigentes do CEC\AAC.

Na altura, afirmava eu que a maior actividade do ano do CEC\AAC gerava honorários para o seu antigo presidente, honorários esses que podem ser encontrados na tesouraria da AAC. Afirmava também que o CEC\AAC cobrava pela utilização do Mini Auditório Salgado Zenha, espaço concessionado pela DG\AAC à secção para que se conseguissem arranjar fontes de financiamento passíveis de dar uma melhoria nas obras do Mini Auditório.

Não me oponho portanto à obtenção de receitas próprias para arranjar aquilo que é comum.

Oponho-me sim aos actos que o CEC\AAC está a levar a cabo acerca da utilização do referido Mini-Auditório.

Vamos a factos:

1. O Mini Auditório Salgado Zenha, antes de mais é um espaço cuja pertença é da reitoria da UC, concessionada à DG\AAC e por sua vez sub-concessionada ao CEC\AAC para realização das suas actividades, não descurando por outro lado as necessidades de outras secções e órgãos da casa na sua utilização.

2. A realização dos plenários das secções culturais sempre aconteceu no Mini Auditório Salgado Zenha. Até que neste ano lectivo, o CEC\AAC alegou sempre ter o Mini Auditório reservado para as noites de plenário do Conselho Cultural, obrigando as restantes secções e Comissão Executiva a reunir numa sala sem condições algumas no terraço da AAC.

3. O CEC\AAC sempre adoptou uma postura de secção proprietária do Mini Auditório, cobrando o espaço a outras secções e órgãos da casa pela sua utilização algo que é profundamente imoral. Exceptuando o Fado (pela lógica do cachet dos seus grupos) nenhuma outra secção da casa cobra dinheiro pela utilização dos seus espaços, do seu pessoal ou do equipamento que dispõem.

4. O CEC\AAC, dada a reserva desde 1 de Janeiro do Mini Auditório durante todos os dias, já deveria até à data, ter reunido capital suficiente para realizar as obras de que tanto se queixam.

Como podemos ver a partir desta captura de ecrã feita a partir do meu computador minutos antes da escrita deste post, no site do CEC\AAC (onde é possível verificar a disponibilidade do Mini Auditório) conseguimos atingir que o Mini Auditório está disponível para praticamente todo o resto do ano, não havendo portanto motivo para o próximo plenário das secções não se realizar.

Ou será que as secções e a comissão executiva terão que pagar a utilização de um espaço que é seu para se reunirem em plenário?

O problema do Mini Auditório Salgado Zenha é apenas a ponta do iceberg das péssimas atitudes tomadas pela referida secção.

Escrevia eu no post acima linkado que existiam pessoas na direcção do CEC que recebiam honorários pelos serviços prestados nas actividades da secção. Transcrevendo:

“Não preciso de repetir mais nada: existem elementos da direcção do CEC que são remunerados pelas funções que exercem dentro da secção. Remunerados não, muitíssimo bem remunerados. Basta ver as facturas que estão na tesouraria da Associação Académica de Coimbra para se perceber que o próprio director do festival leva para casa nada mais nada menos que 5200 euros pela função que exerce no festival. Se alguém me tentar desmentir, auditorias às contas da secção e a verdade virá ao de cima.”

Pois bem.

Não tenho qualquer pejo em afirmar que a ganância foi mais longe desta vez.

Como podemos ver na foto acima colocada, Tiago Santos, actual presidente do CEC escreveu no site dos Caminhos do Cinema de Português um artigo que visava a abertura de um concurso destinado aos estudantes da UC para a elaboração do cartaz oficial dos Caminhos.

Desde logo reparo num problema que reside no facto deste concurso desde logo não especificar um juri para avaliar os trabalhos recebidos.

Ironia das ironias prende-se com o facto do próprio PRESIDENTE TIAGO SANTOS TER GANHO O CONCURSO QUE CRIOU (perdõem-me as caps) E TER RECEBIDO NA TESOURARIA DA AAC UMA VERBA DE 300 EUROS.

Será que este comportamento é eticamente aceitável? A resposta dou-a de barato: Não!

Não fica por aqui, caro leitor.

Falamos de uma secção que transforma em dinheiro líquido (na questão das entradas e saídas de tesouraria) os patrocínios que entidades lhe dão a título de patrocínios às suas actividades, entradas essas que pertencem essencialmente a bebidas alcóolicas. Algo que também é eticamente condenável.

Dados estes problemas, não percebo qual é o motivo que leva o CEC a não comparecer no plenário do CC\AAC de hoje? Será que a ideia é a de retardar os trabalhos da revisão em curso para que estas situações continuem a perdurar?

Como irá actuar o Conselho Fiscal?

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f2 formação fotográfica – Uma Aula de Fotojornalismo

Data: 9 Junho
Local: Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (CAPC)
Horário: 14:30/18:30 H

Preço:
Estudantes e Desempregados € 25,00
Profissionais € 40,00
Sócios e colaboradores regulares da Secção de Fotografia AAC € 20,00

+ info e pedidos de fichas de inscrição: sfotografia.aac@gmail.com

Queria ser fotógrafo e estudei arquitectura. Depois de arquitecto não mais larguei a fotografia.

Queria ser fotojornalista para testemunhar e estar dentro da acção. Inspirava-me Henri Cartier-Bresson, o seu rigor formal, a atitude, a Leica em riste. O estilo.

Como fotojornalista tenho viajado longe e perto da vista.

Interessa-me sempre a aventura humana, o movimento e o desafio para o congelar e lhe poder dar um sentido, uma intenção.

Comecei no preto-e-branco a meter as mãos no hipossulfito de sódio e tenho no digital uma ferramenta amiga para trabalhar. Gosto de escrever e filmar. Ainda dei alguns passos no cinema mas o vídeo digital e a convergência com a fotografia são bons encontros.”

LUIZ CARVALHO
facebook.com/maisluizcarvalho

55 anos, nasceu em Lisboa. Arquitecto. (ESBAL 1979).
Fotojornalista no EXPRESSO desde 1989.
Professor da cadeira de Fotojornalismo na Universidade Autónoma durante dez anos.
Formador reconhecido pelo IEFP. Colaborador regular nos Cursos do Observatório de Imprensa.
Palestras várias sobre fotografia e jornalismo digital em Universidades e politécnicos.
Foi editor multimédia e de fotografia no Expresso.

Aos 17 anos já colaborava na revista Observador e em 1978 começou a colaborar com regularidade na Imprensa. Primeiro de Janeiro, O Jornal, Grande Reportagem, foram alguns dos títulos por onde passou.

Esteve ainda no início do Tal& Qual, onde fez a célebre foto da Dona Branca.

Foi correspondente da Sipa Press de Paris nos anos 80 e colaborou na AP de Lisboa. Fundou em 1985 a agência Scoop.

Foi admitido no curso de cinema do Conservatório de Lisboa, 1974, estudou design e concluiu arquitectura na ESBAL, 1979.

Expôs no Palácio da Ajuda, no Arquivo Municipal de Lisboa, no Palácio de La Reyna (Barcelona), no Museu de Arte Moderna de Paris, Biblioteca Almeida Garrett (Porto) e noutras galerias de arte.

Obras suas fizeram parte de uma exposição organizada por Lorenzo Melro sobre fotógrafos europeus (1982) onde figuravam Martin Parr da Magnum e José Rodrigues, Prémio Pessoa.

Publicou “Portugueses” e “ Lisboa e Lisboetas”.

Prémios:
Gazeta de fotojornalismo (1991)
Embaixada de Espanha (1998)
Visão, “Vida quotidiana” (2001)
Medalha de Ouro NH ( 2009)

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15 anos da SOS Estudante

foto minha.

A SOS Estudante, secção cultural da AAC está de parabéns pois comemora 15 anos de existência.

15 anos a escutar os problemas da comunidade estudantil através da linha azul 808 200 204.

Para comemorar os 15 anos de existência, a Secção promoveu uma tertúlia onde mostrou um pouco da sua história, da sua actividade actual e da sua actividade do passado. Antigos e actuais presidentes e colaboradores apareceram à chamada e para além de mencionarem os problemas com que a Secção se deparou ao longo destes 15 anos, ainda partilharam algumas histórias interessantes.

Numa altura em que a crise económica afecta e muito a comunidade estudantil, a linha recebe cerca de 60 chamadas por mês, 80% das quais feitas por pessoas do sexo masculino.

Louvo-lhes a sagacidade, a atitude pedagógica e a abertura de espírito  para manterem tão importante e tão difícil missão em andamento. Não é fácil passar 5 horas diárias a atender chamadas e a dar apoio psicológico e emocional, a quem, em horas de solidão ou aperto, não tem uma mão amiga que ajude ou um conselho precioso.

Continuem malta!

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Fausto da Silva: uma vida “a dar música” na RUC

http://ucv.uc.pt/ucv/media/fausto-da-silva-uma-vida-a-dar-musica-na-ruc/embed_player

Reportagem UCV.

Merece uma homenagem!

Com mais de 20 anos de RUC. Com mais de 20 anos de AAC. Todos os dias (a não ser que jogue a Académica durante essa hora) em directo das 19 às 20 horas em conjunto com Nuno Ávila para o Santos da Casa, programa que só passa música portuguesa.

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f2 2012 – Formação Fotográfica

f2=Formação Fotográfica é um projeto pedagógico iniciado em 2009 pela Secção de Fotografia AAC, composto por workshops e palestras,  objectivado na diversidade de conteúdos e pluralidade das abordagens escolhidas.

A formação em fotografia é um instrumento determinante na busca do domínio técnico e ganhos de produtividade, não só pela qualificação dos recursos humanos, mas pela capacidade de melhoria no desempenho e produção de trabalhos de autor. Mais que a formação de base, ou atualizações contínuas de conhecimentos, a f2=Formação Fotográfica pretende constituir um treino de competências práticas, na troca de experiências estabelecidas com diferentes profissionais, nas diversas possibilidades oferecidas pela fotografia.

foto: Pedro Frias

A primeira palestra já teve lugar no passado dia 30. A convite da Secção de Fotografia e do Núcleo de Estudantes de Informática através da organização do 1º Encontro Nacional de Estudantes de Design, o brilhante publicitário Edson Athayde deu uma palestra no Pólo II com o título “A importância da fotografia na publicidade e no design”.

Athayde provocou um enorme sucesso, tendo assistido à sua palestra cerca de 400 estudantes. As fotos da mesma podem ser vistas aqui através da página de facebook da Secção de Fotografia.

O próximo Workshop é já no dia 11 de Abril. António Luis Campos vem a Coimbra dar uma formação de “Iniciação à Fotografia

Ficha Técnica:

Data: 11 Abril

Local: Edifício AAC

Horário: 10:30/13:00 – 14:30/18:30 H

Preço:

Estudantes e Desempregados € 25,00

Profissionais € 40,00

Sócios e colaboradores regulares da Secção de Fotografia AAC € 20,00

 Fotógrafo freelancer desde 2004, é colaborador regular da National Geographic Portugal, tendo assinado mais de duas dezenas de artigos nesta publicação.

Engenheiro electrotécnico, é autor de três livros, “Metamorfose” (2009), “À Beira da Água” (2010) e “Recursos e Território – Uma geografia da esperança” (2011), publicando ainda regularmente, em jornais e revistas nacionais e internacionais.

Criou diversas exposições e instalações individuais em Portugal, Espanha e Polónia, das quais se destacam “Pensam que é por milagre…” e “Borboletas do Mondego e Selvagens Vidas Lusas”.

Em 2006 integrou a agência fotográfica 4SEE Photo, que evidenciou o seu trabalho ao nível internacional. No ano seguinte, foi premiado no concurso Fotojornalismo BES-Visão.

É ainda, guia de viagens fotográficas na agência Nomad, dividindo o seu tempo entre uma intensa actividade formativa na área da fotografia, trabalhos corporativos com entidades privadas e instituições estatais e o desenvolvimento de projectos fotojornalísticos e documentais.

Segundo Paulo Abrantes da Secção de Fotografia: “Este workshop terá uma componente teórica e prática, com uma sessão de sala e uma saída de campo. Focar-se-á nos conceitos fundamentais da fotografia – exposição, composição e controlos da câmara fotográfica – abordando ainda técnicas, práticas de iluminação e macrofotografia.

Dirige-se a todos os que, dispondo de máquina fotográfica, pretendam conhecer melhor o equipamento, explorar as suas potencialidades e ganhar uma nova perspectiva sobre o processo criativo da fotografia, proporcionando bases para, individualmente, os participantes poderem evoluir e alcançar resultados mais satisfatórios.”

Mais info é favor de consultar o site Fotografia.net

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Aplausos

O pelouro da cultura da DG\AAC 2012 já conseguiu fazer mais pelas secções culturais em 5 minutos do que os anteriores pelouros da cultura tinham feito durante os anos 2009, 2010 e 2011.

Perdoam-se os pontapés na gramática e tal e tal. O que importa é mesmo o conteúdo. É original, informativo e deve continuar a ser feito nos próximos meses para que não seja apenas “para inglês ver”.

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F2 = Formação Fotográfica (Parte II)

A Secção de Fotografia leva a cabo a Parte II da sua Formação Fotográfica (prémio formação na Gala das Secções Culturais) entre os dias 9 e 15 deste mês com 2 workshops e 3 palestras.

A diversidade de conteúdos pedagógicos e a pluralidade das abordagens escolhidas são os grandes objectivos deste evento formativo que teve início no passado mês de Junho.

Para mais informações, encaminho-vos para o site da Fotografia\AAC.

 

 

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Gala António Luis Gomes

Terça-Feira às 21 horas no Teatro Académico Gil Vicente, a 3ª Gala António Luis Gomes, gala anual das secções culturais da Associação Académica de Coimbra. Organização a cargo do Conselho Cultural da Associação Académica de Coimbra.

Aberto a todo o público e com entrada gratuita. Aparece!

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Curso de Fotografia DigitalFotografia AAC

Esta formação é para todos os interessados em aprender a utilizar uma maquina fotográfica e a terem os conhecimentos técnicos de edição, tratamento, organização e arquivo digital de fotografias.

 As inscrição estão abertas de 10 a 14 Outubro 2011.

CONTEÚDO

Processo

Aparecimento da fotografia digital

Semelhanças e diferenças entre o processo analógico e digital

Glossário geral

Captura

Constituição e funcionamento das diversas maquinas fotográficas

Formatos e tamanhos de ficheiros

Sensibilidades/ISO

Balanço dos brancos/temperatura de cor

Velocidade de obturação

Aberturas de diafragma

Optimização na captura

Exercícios práticos em diferentes condições de luz

Edição

Modos de imagem (RGB, grayscale, CMYC, etc)

Ajustes: exposição, brilho, contraste, saturação, curvas, etc.

Correcções de enquadramento e cortes de imagem

Redimensionamento para os diferentes outputs 8web, impressão jacto de tinta e impressão off-set)

Ferramentas de edição

Filtros

Arquivo e organização

DURAÇÃO

6 Aulas de 3 horas cada

Dias: 18 – 19 – 20 – 25 – 26 – 27 de Outubro

 HORÁRIO

17:30H – 20:30H

 PREÇO

Estudante € 100,00

Profissional € 150,00

Desempregado € 100,00

Será entregue recibo e certificado de participação.

LOCAL

Mini-Auditório Salgado Zenha e Sala Formação CIAAC

+INFO

seccao.fotografia@gmail.com ou 91 3011551

 Nota: os cursos estão limitados ao máximo de 10 inscrições. A reserva de participação é assegurada com a entrega da ficha de inscrição e respectivo pagamento.

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“A vida é cheia de histórias”

A Vida é Cheia de Histórias.

“Ao ler, ouvir e ver estes testemunhos deparei-me com as dificuldades e sucessos, os sentimentos, as emoções e a boa disposição dos intervenientes. Sabemos que a vida de cada um, nem sempre foi fácil, mas a ligeireza com que nos é transmitida é algo único e cheio de significado.

Exemplos a seguir!

Não lamentem as rugas nem as mãos trémulas, pois são um claro sinal de sabedoria e muito trabalho.”

Artur Nunes, Presidente CM Miranda do Douro

Estes testemunhos de vida, materializados em audio e imagens fotográficas, apresentadas em fotografias impressas e vídeo, são as revelações de 17 histórias, 17 vidas representativas das 17 freguesias do Concelho de Miranda do Douro.

Patente na Casa da Música Mirandesa, Miranda do Douro, de 30 de Setembro a 30 Outubro 2011, esta exposição produzida pela Câmara Municipal de Mirandado Douro com a colaboração da Secção de Fotografia AAC, foi realizada como contributo de Teresa Rijo (recolha de testemunhos), Sónia Alves (tratamento de informação) e Raquel Vida. (fotografias).

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Vergonhoso

A fina-flor da Academia segue o habitual ritmo da época e já começa com os truquezinhos eleitorais.

Inunando a rede social facebook com esta imagem, seria de muita coincidência não pensar que vários utilizadores estão a tentar passar uma mensagem neste início de ano lectivo. Conhecendo o se tem passado nos últimos anos, apenas não esperávamos que o pedantismo fosse tão alto em tão tenra altura do ano. Não retiro de modo algum o termo: chama-se pedantismo. Com todas as letras.

Se nas candidaturas de André Oliveira, Jorge Serrote e Miguel Portugal, as primeiras movimentações começavam após a Queima das Fitas e as primeiras mensagens surgiam na latada, notamos que este ano, para além do facto da Direcção-Geral não ter feito mais nada de destaque do que a Universidade de Verão da UC, um boicote às aulas que acabou por ser um autêntico fiasco, a organização das provas de desporto universitário e um elenco recheado de demissões, má gestão de equipa por parte do presidente, boatos e dois vices presidentes que chegaram a uma altura do campeonato sem sequer se dar ao trabalho de falar com o presidente durante dias a fio, tento compreender (juro que tento) porque é que a AAC não encurta os mandatos a 3 meses. Quiçá a 4 dias. Sim, porque este mandato não passou do 4º dia de existência. O resto que se viu é luta desenfreada pelo tacho, incompetência, inquestionável vontade de não se trabalhar em prol daqueles que votaram e acima de tudo, irresponsabilidade daqueles que durante o ano estiveram mais interessados em preparar as próximas eleições do que em trabalhar na confiança que em si foi depositada por cerca de 4 mil estudantes.

Por outro lado, perante todas as variáveis enunciadas, os problemas que afectam a comunidade estudantil amontoam-se e a AAC continua com uma passividade ímpar. O ano lectivo começou e quanto a bolsas de estudo, tudo permanece no mais profundo mistério, apesar de existir uma lei aprovada em Assembleia da República que tarda em passar para o Diário da República. Centenas de alunos começam o seu ano lectivo sem a certeza da sua bolsa, sem sítio para pernoitar e receosos que não possam continuar os seus estudos por insuficiência de meios financeiros.

Residentes universitários viram negadas as condições de acesso às residências. Outros residentes foram mudados para outras residências em virtude de decisões duvidosas. Mas dentro das 4 paredes da Direcção-Geral, ninguém parece estar interessado em mais do que ir tomar o seu cafézinho aos jardins, bater um papo, actualizar o blog anónimo para dizer mal do outro candidato e alcatroar a estrada para Novembro…

Em várias faculdades, a morosidade dos serviços causa incómodo. A burocracia é morosa e dispendiosa. A pedagogia não existe. Alguns cursos alteraram novamente as regras do jogo e prejudicaram claramente os seus alunos. Outros, voltaram a prescrever. A defesa dos direitos dos estudantes por parte da AAC não é mais uma vez sentida.

Internamente,

Da Tesouraria da AAC alguém palmou deliberadamente 5200 euros. Tanto o Conselho Fiscal, como a Direcção-Geral (através dos seus dois representantes no Conselho-Geral) como a Queima das Fitas ainda não se interessaram em abrir uma investigação interna para saber quem lucrou com o acto.

Falamos em Conselho Fiscal.

O Conselho Fiscal, presidido por Carlos Barandas (Carlos, um dia disseste-me na FEUC que gostavas de gente sincera e vou-te ser sincero já que não me atendes o telemóvel quando te ligo) é um órgão constituído na sua maioria por incompetentes. Salvam-se duas excepções: o Hugo Ferreira e a Filipa Soares. A sala da queima foi assaltada. Abriram-se extintores à porta da secção de fotografia. Nada foi feito pelo Fiscal. Secções Culturais tem capacidade para realizar actividades, caso da Secção de Gastronomia, mas dependem exclusivamente que o Fiscal lhes resolva as questões. A Secção de Voleibol está (ou se já foi resolvido, estava até à pouco tempo) à espera que o Fiscal lhe resolvesse o assunto burocrático que pendia sobre a tomada de posse da nova direcção. A Secção de Andebol passa por gravíssimos problemas financeiros e esteve (creio que ainda está) em risco a sua participação nos campeonatos em diversos escalões, o que é uma vergonha para uma AAC que alimentou e muito outras modalidades (Basquetebol, Ténis) e poderá deixar morrer uma secção que para além do palmarés que possui, dá a hipótese de competição a muitos alunos da UC.

Carlos, muito sinceramente, será que te preocupas mais com moscambilha do que com o trabalho para o qual foste eleito?

No que tocam a estatutos, cada um decide por si. Como até já foi dito por mim aqui neste espaço.

Não desviando do assunto mainstream, é portanto uma vergonha aquilo que se passa na AAC. Meus caríssimos amigos, este logo que está a ser colocado em perfis do facebook pertence à campanha de um vice-presidente da AAC, um rapaz que tem um cargo importantíssimo nas mãos a defender, mas parece que se está nas tintas para tais feitos.

(Escusam de fazer chamadas anónimas às tantas da manhã em número desconhecido porque eu não vou ceder)

O mandato acaba em Janeiro, mas já se fazem apostas em Setembro. É necessário alguém que diga a estes rapazes que o seu cargo joga com responsabilidades que pendem sobre vidas humanas. Torna-se necessário acabar com esta palhaçada de blogs e de ameaças e de moscambilhas. Torna-se necessária uma Académica humilde, trabalhadora, com vontade de evoluir e de preferência com gente que queira servir a casa e não servir-se da casa.

Deixo-vos um conselho: porque é que não realizam eleições para a AAC de mês a mês e assim consegue fazem com que se arranje espaço para todos na presidência?

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Se cá nevasse…

Este é o cenário de um puro acto de vandalismo feito por alguém no 4º piso da AAC, junto à sala da Secção de FotografiaSecção de Divulgação das Culturas Lusófonas.

Aparentemente, um extintor que serve para apagar possíveis incêndios que possam surgir no edifício serviu para alguém brincar com o trabalho de várias secções, num acto de profundo desrespeito pelas mesmas.

O cenário é bem visível nas fotos. A Sala da Secção de Fotografia parece saída de um nevão na Serra da Estrela e existem prejuízos visíveis em material informático.

Quem se responsabiliza por tais prejuízos?

Sugiro então que o sempre vigilante Conselho Fiscal abra um inquérito a este incidente e apresente queixa na Polícia de Segurança Pública sobre este sucedido. O extintor está na recepção do edifício. Porque é que o Conselho Fiscal não o leva para se tirarem impressões digitais ao mesmo e assim apurarmos com clareza os autores deste acto?

Se não o fizer, coadunar-se-à com este tipo de situações na AAC. Não creio que a passividade seja o termo correcto para definir o objectivo que os estudantes têm em mente quando elegem um novo Conselho Fiscal. Mas…

Ou isto de rebentar extintores já é prática comum na AAC? Se o é, temos muito que falar então porque não deixaremos passar em claro a verdade sobre o que realmente se passou no Forum AAC 2009. Temos muita informação que deve ser de conhecimento público.

Já agora, onde estava o extintor? Há quem afirme a pés juntos que estava no 2º piso. Não queremos entrar de má-fé neste caso. Apenas queremos (Secção de Fotografia) apurar os seus autores.

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f2 = Formação Fotográfica 2011

A Secção de Fotografia da Associação Académica de Coimbra continua a promover a sua actividade f2 = Formação Fotográfica 2011.

Depois do Workshop de “Iniciação à Fotografia” ministrado por Fernando Algarvio, dos Workshops “Workflow Digital: edição de ficheiros RAW”, “Luz, exposição, composição, equipamento” (Joel Santos) e “Fine Arte Nude” por Carlos Santos, segue-se uma palestra com o tema “O ensino da fotografia” amanhã, na Casa das Caldeiras (ali mesmo ao lado do edifício da AAC na Padre António Vieira) onde será nosso convidado o responsável pela área da Licenciatura em Fotografia António Ventura.

Segundo nota disponibilizada no site da Secção:

” O Instituto Politécnico de Tomar (IPT) é há 25 anos uma Instituição de referência no Ensino Superior Politécnico. Com 23 cursos de licenciatura, o IPT oferece soluções que abrangem as mais diversas áreas do conhecimento e, procura constantemente actualizar os conteúdos programáticas de acordo com as carências verificadas no tecido empresarial. Sendo que, já todos os cursos se encontram adaptados ao Modelo de Bolonha. O IPT possui um campus em Tomar que acolhe os alunos da Escola Superior de Tecnologia de Tomar e da Escola Superior de Gestão de Tomar e, em Abrantes, a Escola Superior de Tecnologia de Abrantes.

Para abordar a Licenciatura em Fotografia o responsável pela área, António Ventura, irá falar da sua experiência enquanto formador e do papel que o IPT ocupa no ensino da fotografia.”

Esta palestra tem entrada livre.

Para finalizar o evento, restam mais 2 workshops e uma palestra:

Dia 18 de Junho nas piscinas municipais o Workshop “Woman under water” com João de Castro. (custo: 20 euros para sócios da Secção25 euros para estudantes40 para profissionais – inscrições até amanhã pelo email seccao.fotografia@gmail.com ou então na loja do piso 0 da AAC.

Dia 23 de Junho na Casa das Caldeiras, a Palestra “Fotografia e Publicidade” com Paulo Antunes e Cristela Bairrada da empresa FORDOC. (entrada livre)

Dia 25 de Junho, Workshop em Adobe Lightroom 3 orientado por José Gomes Ferreira na Sala de Formação do CIAAC – ali bem perto das cantinas verdes, no caminho que dá acesso ao parque de estacionamento das monumentais e ao Centro Cultural D. Dinis (custo: 20 euros para sócios da Secção 25 euros para estudantes40 para profissionais)

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Porquê?

O domínio Academica.pt já não se encontra online.

Pelo que se entende, encontram-se querelas por resolver com a entidade reguladora de internet em Portugal.

Em tempos marcados por uma acesa luta estudantil, e quando se aproxima o boicote geral às aulas de quinta-feira, a Associação Académica de Coimbra acaba de perder uma das suas principais vias de mobilização entre a Comunidade Estudantil.

Pior que esse facto, grande parte das Secções Culturais e Desportivas perderam o acesso às suas páginas e endereços de email institucionais no referido domínio, perdendo não só informação e documentação das actividades realizadas, como, se encontram actualmente impedidos de dar resposta às solicitações que recebem nos referidos emails, facto que poderá levar ao cancelamento de actividades a desenvolver.

Perante este prejuízo, alguém de direito poderá explicar os motivos que levaram à perda deste servidor?

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Sobre os Estatutos da AAC

João Alexandre tem razão.

Estes novos estatutos vão matar com “o motor cultural e desportivo da cidade: a AAC”.

Parabéns, os representantes da Assembleia Estatutária estão perto de extinguir com secções antiquíssimas como a Secção Filatélica, o CIAAC, a Pesca Desportiva, o Andebol, a Ginástica, o Badminton e o Atletismo. Isto é, se eventualmente, não acabarem por extinguir mais secções para além destas…

Estes estatutos (para bem da legitimidade democrática dos mesmos e daqueles que os fizeram) deveriam ser imediatamente levados a aprovação na Assembleia Magna e não a aprovação automática por parte dos representantes na Assembleia Estatutária.

Perante a defesa de honra de André Costa, não posso deixar de repúdiar a sua intervenção e de lhe dizer que provavelmente (em tantos anos que frequenta o ensino superior) revela não só um puro desconhecimento sobre o funcionamento das Secções Culturais e das Secções Desportivas, como, nem teve a hombridade de participar nas Secções Culturais e Desportivas e como tal, conhecer de perto o funcionamento das mesmas.

A questão do quórum 50% de estudantes nas direcções e plenários das Secções Culturais e Desportivas é um profundo disparate, que deve ser mudado, para bem das mesmas. O que se põe aqui em causa é que indiferentemente do facto dos dirigentes das mesmas serem estudantes ou não-estudantes, as Secções Culturais e Desportivas foram construídas e evoluídas à custa do gosto, da voluntariedade, da carolice de todos aqueles que por gosto e por vontade trabalharam em prol de uma maior visibilidade da Associação Académica de Coimbra. Indiferentemente do facto de serem estudantes ou não-estudantes. Indiferentemente do facto de terem 5, 18, 60 ou 95 anos.

Retirar a oportunidade a essas pessoas de continuar a levar a cabo a evolução das respectivas secções, é para algumas delas, o caminho para a extinção.

André Costa, espero que daqui a uns anos, tu e os teus colegas da Assembleia Estatutária não fiquem na história da AAC como aqueles que fizeram extinguir pedaços de cultura, pedaços de desporto e a retirada de oportunidades a estudantes e não-estudantes de fazerem cultura, de praticarem desporto e aqueles, que futuramente poderão entregar a sua chave e como tal, deixar de formar campeões nacionais e universitários nas respectivas modalidades, só porque na direcção não haviam estudantes.

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Pergunta do dia

Assim só por curiosidade, gostava de perguntar o que é que tem feito a Secção Defesa dos Direitos Humanos da Associação Académica de Coimbra desde a eleição dos novos corpos directivos no passado mês de Novembro? Já agora, para ser mais preciso reformulo: o que é que têm realizado desde o passado mês de Setembro, aquando dos ODM na cidade de Coimbra?

É que afinal de contas, o outro dizia-me uma vez ao telemóvel que com os ODM a Secção tinha granjeado uma centena de novos sócios? Onde é que eles estão? O que têm feito? Que resultados práticos têm obtido?

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25 anos a fazer amor

A Rádio Universitária de Coimbra faz 25 anos – uma data história que deve ser comemorada com toda a pompa e circunstância.

Sexta-Feira, não se esqueçam: Radio Dept pelas 21:30 no TAGV. Bilhetes a 8 euros (sócios da RUC) 9 euros (estudante) e a 10 euros (público em geral)

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