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Indiana Pacers 89-84 Chicago Bulls

Para vencer não basta ter sorte, também é preciso que se trabalhe.

Tal como eu esperava, os Pacers venceram o 4º jogo da série contra Chicago e reduziram a desvantagem para 1-3.

Os Bulls andaram 3 jogos a viver do brilhantismo de Rose e de 4ºs períodos em que a sorte falou mais alto na hora da decisão. No 4º jogo em Indiana, a turma de Chicago não fez rigorosamente nada para fechar a série em beleza.

Indiana aplicou um excelente modelo defensivo, acabando por ser uma equipa que não deixou brilhar as vedetas dos Bulls e esteve bastante bem ao nível do ataque, exceptuando o 4º período onde o jogo se transfigurou por completo.

Ao longo da partida, os Bulls não conseguiram romper as excelentes marcações individuais feitas pelos jogadores de Indiana, Derrick Rose esteve muito abaixo do que tinha feito nos 3 jogos anteriores (apenas 15 pontos) muito em resultado de uma pequena lesão no pé esquerdo no 1º período que o levou ao balneário acompanhado pelo médico da equipa Fred Tedeschi e a turma de Indiana foi somando vantagens atrás de vantagens no 1º, 2º e 3º período.

No 4º período, Indiana baqueou à semelhança daquilo que tinha feito nos 3 jogos anteriores. Sobre pressão de eliminação, a turma de Indiana vencia por 14 pontos no início do tempo e a 3 minutos do fim viu a sua vantagem reduzida apenas a 1 ponto, sem que Chicago tivesse feito algo de extraordinário. Nos segundos finais, com hipótese de empatar a partida, os Bulls jogaram o tudo por tudo mas a bola foi cair às mãos do poste baixo Carlos Boozer, que da carreira de triplo não conseguiu empatar a partida.

Na turma do Illinois, Joakim Noah acabou por ser a grande surpresa. O poste marcou 21 pontos e conseguiu 14 ressaltos, voltando a provar que é a “alma guerreira da equipa”. Luol Deng marcou 16 pontos e Carlos Boozer também se exibiu a alto nível com 15 pontos e 13 ressaltos. No entanto a prestação de Boozer ficou marcada por um cedo acumular de faltas ridículas.

O banco de Chicago voltou a não aparecer. Os 6 jogadores utilizados marcaram apenas 17 pontos. Nem Karl Korver escapou à hecatombe deste jogo 4.

Na turma de Indiana, Danny Granger (24 pontos) liderou a equipa como lhe competia. O poste Ron Hibbert com 16 pontos também desempenhou um papel fulcral nesta vitória dos Pacers. Aplausos para o colectivo de Indiana, que como referi, efectuou um jogo cheio de garra.

Nota final para a Liga: é inadmissível o facto de Jeff Foster ter alinhado nesta partida. A Liga reconheceu que o poste da turma de Indiana efectuou três faltas consideradas como flagrantes no jogo 3, motivo que é suficiente para que lhe seja aplicada uma suspensão. Os arbitros do encontro apenas consideraram como anti-desportiva 1 das 3 faltas do poste.

O jogo 5 realiza-se na madrugada de terça para quarta em Chicago.

Nas restantes séries:

No Este:

– Os Celtics já despacharam os Knicks por 4-0. No jogo 3 em Nova Iorque, a turma de Boston não deu chances aos Knicks, vencendo por 113-89. Paul Pierce e Ray Allen fizeram jogos divinais. Pierce marcou 38 pontos (14 em 19 lançamentos6 triplos em 8 tentativas) e Allen marcou 32 pontos (11 em 188 triplos em 11) – Allen confirmou o porquê de ser o atleta com mais triplos marcados da história da competição. O base Rajon Rondo também se exibiu na perfeição com 15 pontos e 20 (20!!) assistências! Kevin Garnett esteve perto do duplo-duplo com 9 pontos e 12 ressaltos.

Menção colectiva para o 5 de Boston. Juntos marcaram 104 dos 113 pontos da equipa.

Nos Knicks, 5 jogadores passaram a barreira dos dois digitos. Carmelo Anthony não esteve bem do ponto de vista ofensivo (apenas 15 pontos apenas 4 em 16 de campo) mas esteve muito bem na luta das tabelas (12 ressaltos). O melhor marcador dos Knicks foi o suplente Shawne Williams com 17 pontos, numa partida em que Amare Stoudamire voltou a baquear.

No jogo 4, os Celtics venceram por 101-89.

Mesmo apesar dos 32 pontos e 9 ressaltos de Carmelo Anthony e dos 19 pontos e 12 ressaltos de Amare Stoudamire, Kevin Garnett liderou a equipa do Massachussets com 26 pontos e 10 ressaltos. Rajon Rondo (21 pontos 12 assistências) também voltou a ser uma das chaves do sucesso para a turma de Boston.

Os Celtics esperam pelo vencedor do confronto entre Miami e Philadelphia. Depois de vencer o jogo 3, os Sixers salvaram a honra e bateram os Heat por 86-82.

Numa excelente exibição colectiva da turma de Philadelphia, Elton Brand destacou-se com 16 pontos e 11 ressaltos.

James e Wade bem tentaram fechar a eliminatória. Os 31 pontos de LeBron e os 22 do base não foram suficientes para evitar o jogo 5 que será disputado amanhã em Miami.

– No equilibradíssimo confronto entre Orlando e Atlanta, os Hawks venceram o 3º e o 4º jogo, estando a vencer a série por 3-1.

Na 1ª partida da série em casa, venceram por 88-84.

Jamal Crawford voltou a estar em destaque com 23 pontos. Joe Johnson acompanhou o base com 21 pontos. Na turma de Orlando, houve um melhor desempenho colectivo – apesar dos 21 pontos e 15 ressaltos de Dwight Howard, Jameer Nelson marcou 13 pontos e realizou 10 assistências, Jason Richardson marcou 14, Brandon Bass 10 e Hedo Turkoglu 9. Do banco de Orlando nem bom vento nem bom casamento.

Na 4ª partida da série, Atlanta aplicou igual receita vencendo por 88-85.

Jamal Crawford (25 pontos) e Joe Johnson (20) voltaram a secar a falta de colectivo de Orlando, que tentou discutir a partida a partir do jogo interior por Dwight Howard (29 pontos17 ressaltos). Nota de destaque para Gilbert Arenas, que saltou do banco para marcar 20 pontos.

No Oeste:

– Os Lakers estão a passar um mau bocado.

Chris Paul e companhia estão a fazer passar mal os bicampeões da Liga.

Com a série empatada a 1 jogo, os Lakers foram a New Orleans vencer a 3ª partida e perder a 4ª.

Na 3ª da série, vitória reforçada por 100-86. “Mr Zen” Kobe Bryant resolveu aparecer na série com 30 pontos, assim como Pau Gasol (17 pontos11 ressaltos). Nota de destaque para a excelente exibição (mais uma) de Andrew Bynum com 14 pontos e 11 ressaltos.

Os Hornets, muito dependentes das prestações do 5 base, viram Paul marcar 22 pontos e garantir 8 assistências, Carl Landry marcar 23 e a dupla ArizaOkafor ser muito prestável na luta das tabelas.

No jogo 4, Paul voltou a levar a turma do Estado do Tenessee à vitória com um espectacular triplo-triplo. Parece pecado uma equipa como New Orleans ter um cracalhão como Chris Paul – 27 pontos13 ressaltos15 assistências1º triplo-duplo da carreira do jogador, facto cada vez mais raro nos dias que correm. Relembro que o jogador em actividade com mais triplos-duplos é Jason Kidd dos Dallas Mavericks.

Trevor Ariza também voltou a espalhar o panico (19 pontos) na sua anterior equipa, que efectivamente baixou de rendimento em relação ao jogo 3. Kobe não esteve novamente nos seus melhores dias (17 pontos8 ressaltos) e a turma de LA apenas carburou com base no seu 5 inicial. Gasol e Artest marcaram ambos 16 pontos – Artest está a jogar o melhor basquetebol da sua carreira.

– Complicada também anda a vida dos San Antonio Spurs, campeões da conferência Oeste.

No jogo 3, os Memphis Grizzlies fizeram o 2-1. Pouco complexados, os 8ºs da fase regular, exibiram-se a alto nível com o veterano Zach Randolph a brilhar com 25 pontos. O poste Marc Gasol (irmão de Pau) fez 17 pontos e ganhou 9 ressaltos.

Do lado dos Spurs, o seu big-three tentou evitar a derrota: Ginobili marcou 23 pontos, Parker 16 e Tim Duncan 13 + 11 ressaltos.

O jogo 4 realiza-se esta madrugada.

– Dallas também têm a sua vida dificultada pelos Portland Trail Blazers. Depois das 2 vitórias no Texas, Portland foi buscar os 2 jogos em casa como lhes competia.

Dois jogos muito sofridos em que os Blazers ganharam o primeiro por 5 e o 2º por 2.

Em ambos, figuraram como vedetas do jogo LaMarcus Aldridge, Brandon Roy e Weslley Mathews.

Dirk Nowitzky e Jason Terry lutaram nas 2 partidas contra a apatia global da equipa de Dallas.

– Na série entre Oklahoma e Denver, o rolo compressor dos Thunder não deu chances no jogo 3 à turma do Nevada.

Num jogo mais equilibrado, a turma de Durant foi vencer a Denver. O base exibiu-se a alto nível, assim como o Francês Serge Ibaka e Russell Westbrook.

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Indiana Pacers 84-88 Chicago Bulls

Emocionante. É a palavra que me ocorre para o jogo 3 da série de ChicagoIndiana. Emocionante até ao final, à semelhança do que tinham sido os primeiros 2 jogos em Chicago.

Os Bulls vencem por 3-0 a série e basta-lhes apenas mais uma vitória para seguir para a próxima ronda. Como já tinha referido no post de antevisão destes playoffs, os Pacers tornaram-se um adversário bastante incómodos para o nº1 da fase regular: 3 vitórias muito suadas frente a um adversário muito aguerrido, muito lutador. Nos 3 jogos realizados, os Bulls serviram-se da excelência de Rose e Karl Korver, com alguma estrelinha de campeão à mistura.

Neste 3º jogo, Derrick Rose foi importante mas não fez os 3936 pontos dos jogos anteriores. Com 23 pontos, o base voltou a ir contra tudo e contra todos, mas contou com a grande exibição de Luol Deng (21 pontos) Joakim Noah (10 pontos11 ressaltos) Carlos Boozer (11 ressaltos) e com um Karl Korver inspirado no tiro exterior (12 pontos2 triplos decisivos no 4º período).

Na turma de Indiana, Danny Granger (21 pontos) foi o mais inconformado.

Caso Indiana vença, o jogo 5º será disputado terça-feira em Chicago.

Nas restantes séries da Liga:

O 4º jogo (espero que o último da série) realiza-se sábado às 7 e meia da tarde (1 e meia em Indiana) e têm transmissão em diferido marcada para a meia-noite na Sporttv.

– Miami venceu em Philadelphia por 100-94 num jogo mais equilibrado do que fora 3 dias antes o jogo 2 na Flórida. LeBron James teve que aplicar o seu poderio, marcando 24 pontos. Dwayne Wade fez um jogão com 32 pontos. Chris Bosh fez o que lhe competia com 19 pontos e 6 ressaltos. Do lado de Philadelphia Elton Brand (21 pontos11 ressaltos) e o base Jrue Holliday (20 pontos8 assistências) fizeram exibições de altíssimo nível, assim como o suplente Louis Williams (15 pontos).

O jogo 3 realiza-se esta madrugada.

– Em Orlando, a turma da casa recuperou a derrota no 1º jogo, vencendo Atlanta com alguma dificuldade (88-82). Mais uma vez a equipa de Orlando mostrou o seu lado deficitário, vivendo da inspiração do seu poste Dwight Howard (33 pontos e 19 ressaltos) – Nestes primeiros jogos de playoff, o poste tem sido para mim o melhor jogador da fase a eliminar. Jameer Nelson fez o que lhe cabia (13 pontos8 ressaltos) e o turco Hedo Turkoglu apareceu mais em jogo (10 pontos6 assistências). Quem continua por aparecer é Jason Richardson e Brandon Bass (8 pontos cada).
Do lado da turma do Estado da Geórgia, Jamal Crawford foi o jogador em destaque neste jogo 2, à semelhança do que tinha feito e bem no jogo. O antigo jogador dos Knicks saltou do banco para 25 pontos meia hora de utilização. Josh Smith (17 pontos7 ressaltos) e Joe Johnson (14 pontos7 ressaltos) também tentaram colocar Atlanta em vantagem por 2-0 na eliminatória.
O jogo 3 realiza-se esta madrugada em Atlanta.

Do lado de Nova Iorque, Carmelo Anthony fez uma joga de todo o tamanho (42 pontos17 ressaltos) e quase tirou o jogo 2 para o lado dos Nova-Iorquinos. Basicamente, foi Carmelo contra os Celtics. Amare Stoudamire fez uma exibição para esquecer, marcando apenas 4 pontos.No Oeste:

– Os Celtics bateram os Knicks no jogo 2, por 96-93. Mais uma vez na tangente, a turma de Boston contou com um ligeiro “empurrãozinho” da equipa de arbitragem. Rajon Rondo foi o melhor jogador da turma de Boston com 30 pontos e 7 assistências. O big-three de Boston também teve em destaque: Pierce marcou 20 pontos, Ray Allen 18 e Kevin Garnett esteve bem no ataque (12 pontos) e exímio na defesa (10 ressaltos).

No Oeste:

– Portland reduziu para 1-2 a desvantagem em relação a Dallas no jogo 3, realizado esta madrugada no Oregon. Pela equipa da casa, o base Weslley Matthews foi o melhor marcador (25 pontos) sendo bem coadjuvado pelo extremo LaMarcus Aldridge (20 pontos) e por Brandon Roy que saltou do banco para contribuir com 16 pontos em 23 minutos de utilização.
Do lado da equipa Texana, o base suplente Jason Terry foi o melhor marcador 29 pontos. Dirk Nowitzky fez uma exibição regular (25 pontos9 ressaltos) tendo em conta o seu enorme potencial e tanto Jason Kidd como Shaun Marion ou Juan Barea não fizeram nada por aí além, factor que foi decisivo para a vitória de Portland visto que estes 3 elementos tinham-se exibido a alto nível nos 2 primeiros jogos.

Denver terá muitas dificuldades em acompanhar o nível dos Thunder, candidatos declarados às finais de conferência.

– Os Lakers empataram a série a 1 contra New Orleans, num jogo em que a turma de Phil Jackson voltou a sentir muitas dificuldades contra a equipa de Chris Paul. Kobe Bryant teve um jogo bastante aquém daquilo que costuma exibir (apenas 11 pontos) valendo portanto à turma de LA, as grandes exibições de Ron Artest (15 pontos6 ressaltos) Lamar Odom (16 pontos) e Andrew Bynum (17 pontos11 ressaltos). O mau momento de forma de Pau Gasol continua claramente manifesto.
Do lado da turma do Estado do Tenessee foi o ex-Lakers trevor Ariza (22 pontos7 ressaltos) e Chris Paul (20 pontos9 assistências) que espalharam o terror na defesa californiana.
O jogo 3 disputa-se esta madrugada em New Orleans.

– Oklahoma fez 2-0 contra Denver. Num jogo desiquilibradíssimo desde o primeiro período, Durant, Westbrook e companhia tiveram a inspiração de James Harden, para mim o melhor 6º jogador da Liga.

– Os San Antonio Spurs fizeram o que lhes competia, empatando a série contra Memphis depois do desire no 1º jogo.
Numa vitória muito sofrida até final, foi o trio GinobiliDuncanRichard Jefferson que teve de puxar dos galões para derrotar um 5 titular de Memphis que se exibiu a alto nível.
O jogo 3 realiza-se esta madrugada em Memphis.

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    Chicago Bulls 96-90 Indiana Pacers

    Mais uma partida extremamente complicada para os Bulls.

    No jogo 2, os Bulls fizeram o 2-0 na série mas não ganharam novamente para o susto. Se no jogo 1, Indiana esteve em vantagem até 48 segundos do final, nesta madrugada, a turma de Indianápolis esteve a vencer até ao final do 3º período. No 4º período, valeu novamente aos Bulls a classe de Derrick Rose que mais uma vez rachou tudo e todos com 36 pontos, 8 ressaltos e 6 assistências. Apesar da grande exibição, Rose foi bastante perdulário (11 lançamentos em 25 tentativas)

    Carlos Boozer teve outra partida magnífica com 17 pontos e 16 ressaltos, assim como Joakim Noah (10 ressaltos). Os dois foram bastante importantes na atitude defensiva da equipa ao longo do encontro.

    Luol Deng com 14 pontos também ajudou a desiquilibrar a partida, ao contrário do banco de Chicago que ontem teve uma exibição colectiva para esquecer.

    Do lado de Indiana, exibição colectiva interessante. Danny Granger foi o melhor marcador com 19 pontos. A restante equipa (à excepção de price) não passou dos 89 pontos, mostrando uma atitude colectiva interessante.

    A série vai agora para Indiana, onde se irão disputar os jogos 3 e 4. Pelo que foi visto nos dois primeiros jogos em Chicago, serão jogos muito difíceis, podendo a série voltar a Chicago para jogo 5 caso Indiana mantenha a mesma atitude em casa.

    Nas restantes séries da Liga:

    – Miami venceu o jogo 2 contra os Sixers. A turma de Philadelphia não chegou a entrar na discussão da partida e acabou cilindrada por 94-73. Culpa do mau desempenho ofensivo da turma de Doug Collins e de um LeBron James a todo o gás (29 pontos)

    – No jogo 1 da série Celtics-Knicks, destaque para a vitória dos Celtics por 87-85 num jogo bastante renhido que ficou manchado por um erro de arbitragem tremendo a 31 segundos do fim quando a arbitragem assinalou de forma errada uma falta ofensiva a Carmelo Anthony.

    Se os Knicks não mataram o jogo com esse lance, acabaram por perder a partida.

    – Surpresa para as derrotas de Los Angeles Lakers e San Antonio Spurs contra New Orleans e Memphis Grizzlies respectivamente. No jogo de LA, a turma de Phil Jackson exibiu-se a um baixíssimo nível tendo em conta o seu poderio. Kobe não resolveu e viu Chris Paul fazer uma exibição de doidos. New Orleans venceu e exibiu-se a grande nível.

    Quanto aos Spurs, as péssimas exibições de fim-de-época regular transportaram-se para os playoffs. Mesmo sem Rudy Gay, a equipa de Memphis provou o porquê do apuramento inédito para os playoffs.

    – Em Oklahoma, Westbrook e Durant confirmaram o favoritismo frente a Denver, num jogo que promete uma série intensa.

    Nesta madrugada, jogam-se os jogos 2 das séries que opõe Portland a Dallas (Mavs em vantagem) Knicks a Boston e Atlanta a Orlando (Hawks em vantagem).

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    NBA playoffs

    Pequena antevisão da 1ª ronda dos playoffs da NBA:

    No momento em que escrevo este post, os meus Bulls jogam o primeiro jogo da série contra Indiana.

    Cruzamento da Conferência Este:

    Chicago Bulls (1º) – Indiana Pacers (8º)
    Miami Heat (2º) – Philadelphia (7º)
    Boston Celtics (3º) – New York Knicks (6º)
    Orlando Magic (4º) – Atlanta Hawks (5º)

    Na série que opõe Chicago Bulls e Indiana Pacers, antevejo uma vitória fácil para Chicago. Será uma vitória 4-0 ou no máximo 4-1. Apesar do facto de Indiana ser uma equipa incómoda para Chicago (foi a única equipa da divisão central que bateu os Bulls) creio que a diferença de potencial é notória a todos os níveis entre as duas formações, assim como a diferença de objectivos nestes playoffs. Enquanto Chicago com todo o seu potencial, luta (pelo menos) pela chegada às finais, Indiana apurou-se para os playoffs (como lhe cumpria) sabendo que efectivamente não têm potencial para se bater taco-a-taco com as 5 melhores equipas da conferência.
    Darren Collison e Danny Granjer serão peças chaves para Indiana, enquanto Derrick Rose, Carlos Boozer, Joakim Noah e Luol Deng farão de tudo para resolver a eliminatória para o lado de Chicago que terá sempre direito a 7º jogo em casa.

    Os Heat também terão uma tarefa simples para eliminar os Sixers. Nesta série, a turma de Miami teve direito a defrontar mais frágil das equipas apuradas para os playoffs. Como tal, antevejo um 4-0. André Iguodala e Elton Brand estão a jogar bem, mas não serão capazes de colocar um ponto final na ambição do big-three da turma da Flórida.

    Interessantes serão os duelos entre Boston e Knicks e entre Orlando e Atlanta.
    Se no duelo entre 3º e 6º da conferência, as forças equivalem-se: será o Big-three de Boston contra Carmelo Anthony, Chauncey Billups e Amare Stoudamire, com a agravante do facto de Boston não só ter jogado mal nos últimos jogos da fase regular como a equipa se ter fragilizada com as trocas feitas há uns meses atrás.
    Com a troca de Carmelo Anthony, New York ganhou um homem para resolver jogos e um base bem rotinado nestas andanças (Billups) mas por exemplo perdeu dois bons jogadores de equipa (Felton e Gallinari) que em muito tem ajudado Denver.
    Boston terá que contar com as boas exibições daqueles que usualmente não falham neste tipo de jogos: Paul Pierce, Kevin Garnett, Ray Allen e Rajon Rondo. Glen Davis e Jeff Green também poderão ser cartas valiosas ao dispor de Doc Rivers. Antevejo uma série bastante renhida que Boston vencerá por 4-2 ou 4-3.

    No duelo entre Orlando e Atlanta, Orlando vencerá por 4-1 ou 4-2. Apesar do facto da turma de Atlanta ter homens como Joe Johnson, Al Hortford ou Josh Smith, prevalecerá a técnica e a experiência de homens como Hedo Turkoglu, Jason Richardson, Jameer Nelson e Dwight Howard.

    Cruzamentos Conferência Oeste:

    San Antonio Spurs (1º) – Memphis Grizzlies (8º)
    Los Angeles Lakers (2º) – New Orleans Hornets (7º)
    Dallas Mavericks (3º) – Portland Trail Blazers (6º)
    Oklahoma City Thunder (4º) – Denver Nuggets (5º)

    A série entre San Antonio e Memphis será engraçada. Por um lado, San Antonio é uma equipa que nos habitua a fazer excelentes temporadas regulares para depois baquear nos playoffs. A equipa da turma do Texas foi perfeita. Dominou desde o início a sua conferência, vindo a cair de rendimento no final muito à custa da lesão de Tim Duncan. Conta com uma experiência inigualável no seu plantel (Duncan; Ginobili; Parker; McDyess) e com uma juventude bastante interessante a secundar (Gary Neill; Tiago Splitter – não coloco DeJuan Blair neste saco pois não lhe reconheço qualidades enquanto jogador) factos que podem ser decisivos nestas andanças.
    Do outro lado Memphis faz a sua primeira aparição nos playoffs desde a criação do franchising da equipa. Longe vão os tempos em que por lá andava Pau Gasol. No entanto há Rudy Gay, Shane Battier, Marc Gasol (irmão de Pau), e Zach Randolph, jogadores de qualidade e com bastante experiência na Liga.
    Antevejo um 4-1 ou um 4-2 para os Spurs.

    Os Lakers não terão grande dificuldade em bater os Hornets. Os Lakers, balançados pela sede de vitória dos seus líders (Bryant e Gasol) quererão renovar os seus títulos. A qualidade e as soluções no plantel de Los Angeles são mais que muitas tendo em conta um adversário que ficou orfão de um dos seus melhores jogadores: David West. Será portanto Chris Paul contra a armada de Phil Jackson, facto que me faz antever um 4-0 desiquilibrado em todos os jogos da série.

    Os Dallas Mavericks sofrem exactamente do mesmo problema dos Spurs: excelentes fases regulares; maus playoffs. O segredo de Dallas continua a assentar na veterania da equipa: Jason Kidd e Dirk Nowitzky. A secundá-los estarão Barea, Caron Butler, Tyson Chandler, Jason Terry, Peja Stojakovic e Shaun Marion, ou seja, soluções para todos os tipos de tácticas e para todas as vertentes do jogo (jogo interiortiro externo).
    Do lado de Portland prevê-se uma equipa aguerrida, que não venderá barata a derrota.

    No duelo entre 4ºs e 5ºs classificados, será um duelo equilibrado. Denver perdeu Carmelo e Billups, mas como referi anteriormente ganhou dois bons jogadores de equipa: Felton e Gallinari. Os dois, vindos de Nova Iorque, tem vindo a jogar muito bem. Oklahoma contará decerto com as prestações de Westbrook, Ibaka e Kevin Durant, que a bom da verdade são 3 belíssimos jogadores que dão uma certa graça de futuro aos homens do estado de Oklahoma.
    Neste duelo, também há que atender que esta é a primeira vez que todos os nomes que enunciei jogam os playoffs.
    Antevejo a vitória de Oklahoma na série por 4-2 ou 4-3.

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    Está no papo

    Os Bulls cada vez mais perto da vitória da fase regular da Conferência Este.

    Contra uma equipa de Toronto bastante aguerrida, D-Rose foi maravilhoso. É inacreditável a capacidade atlética e o virtuosismo do base de Chicago. Se há umas semanas atrás achava que Rose ainda não era menino para receber o prémio de MVP da temporada, agora, será injusto se não receber.

    Contra uma equipa de Toronto assente no jogo da dupla DeRozanBayless (ambos com 26 pontos) Rose fez uma exibição louca (36 pontos10 assistências3 abafos) sendo bem acompanhado de Boozer (18 pontos10 ressaltos) Luol Deng (17 pontos) e Taj Gibson (15 pontos9 ressaltos).

    Com 6 jogos para o fim da fase regular os Bulls bastarão aos Bulls 3 vitórias para carimbar a vitória na conferência Este, onde Boston já caiu para o 3º lugar. Quinta-Feira há jogo grande no Northbank Arena em Boston frente aos Celtics, onde se promete um cheirinho a playoffs.

    Outra das questões pendentes é o 1º lugar da Liga na fase regular, que como se sabe dá direito a 7º jogo em casa na final, caso a equipa que vença a fase regular vá às finais. Em queda livre ao nível de resultados, os Spurs somam 58 vitórias e 19 derrotas – os Bulls estão com 56 vitórias e 20 derrotas. Os Lakers ainda estão na luta com 55 vitórias e 21 derrotas.

    Analisando passo a passo o calendário até final de Bulls e Spurs, a equipa do Texas terá à priori jogos mais acessíveis frente a Phoenix (2 vezes), Atlanta Hawks, Sacramento e Utah, recebendo os Lakers na penúltima jornada no jogo que decerto marcará o vencedor da conferência Oeste. Já os toiros de Chicago jogarão contra Phoenix, Boston, Cleveland, Knicks, Orlando e New Jersey Nets, sabendo que as partidas contra Boston, Orlando e Knicks são fora.

    Neste final de fase regular, começam-se a delinear os cruzamentos nos playoffs. Na conferência Este está tudo decidido até ao 7º lugar (New York Knicks). O 8º e derradeiro lugar está a ser disputado ao rubro por Indiana, Charlotte e Milwaukee sendo que a equipa de Andrew Bogut e Brandon Jennings está perto de capotar nesta corrida. Mesmo Charlotte terá que vencer 3 dos 5 jogos que lhe restam, esperando 3 derrotas dos Pacers.

    Caso se mantesse a condição ceteris paribus actual na conferência Este, os Bulls cruzariam com os Pacers, Miami enfrentava os Knicks, Boston os Philladelphia 76ers e Orlando cruza com Atlanta.

    Na conferência Oeste, não obstante da luta de Lakers e San António pela vitória na conferência, Dallas, Oklahoma e Denver já consolidaram as posições seguintes. Portland, New Orleans e Memphis seguem-se na luta pelos lugares entre o 6º e o 8º e ainda na luta pelos playoffs, só um milagre irá colocar os Houston Rockets na fase final (terá que vencer pelo menos 4 dos 5 jogos que lhe restam e esperar que Memphis não vença 2 dos 5 jogos até ao final da fase regular). Phoenix e Utah já estão eliminados.

    Mantendo-se a classificação actual, os Spurs cruzam com Memphis, os Lakers com New Orleans, os Dallas com Portland e Denver joga com Oklahoma.

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    Na senda da vitória no Este

    6ª vitória consecutiva, 9ª vitória em 10 jogos. Os Bulls derrotaram esta madrugada os Utah Jazz por expressivos 118-110 num jogo bastante tranquilo para a turma de Chicago. Com 68 pontos marcados na n1ª parte, os Bulls venciam por 27 ao intervalo, limitando-se a gerir a vantagem no 2º tempo.

    Contra uma equipa de Utah que está em clara reformulação de equipa (há umas semanas atrás perdeu Deron Williams para os Nets numa troca que há muito era esperada) foi o poste Al Jeferson e o base Devin Harris (vindo de New Jersey) aqueles que nunca se resignaram perante o domínio total da equipa de Chicago. O poste vindo dos Minesota Timberwolves fez um jogão com 33 pontos e 18 ressaltos e o base marcou 21 pontos.

    Na equipa de Chicago voltou a imperar o colectivo. Derrick Rose e Luol Deng marcaram 26 pontos (Rose acabou a 1ª parte com 17; descansou grande parte da 2ª) e Deng voltou a fazer um 2º tempo maravilhoso, como tem sido costume esta época (26 pontos, 7 ressaltos e 6 assistências. Rose está cada vez mais certeiro no tiro exterior. Prova disso foram os 5 triplos em 11 tentativas. À imagem da equipa, que muito criticada por não ter tiro exterior, calou os criticos neste jogo contra a equipa do estado de Utah: prova disso foram os 18 triplos (54 pontos) em 32 tentativas. Nada mau para uma equipa que era criticada por não ter tiro exterior.

    Outra das criticas que já li e que já me disseram sobre os Bulls era o facto de não terem gente no banco à altura de assumir preponderância na equipa. Nos últimos jogos, essas críticas também têm sido superadas. CJ Watson, Karl Korver e Taj Gibson tem feito números muito acima da primeira metade da época. O jogo contra os Jazz foi a prova máxima de que o banco de Chicago está a desiquilibrar jogos: Korver marcou 17 pontos e fez 6 assistências (dos 17 pontos, 9 foram de triplo) e o pequeno base CJ Watson marcou 16 pontos, concedeu 8 assistências e ganhou 5 ressaltos. Estamos a falar num tempo de utilização de 26 minutos para Korver e de 17 minutos para Watson.

    Tudo isto, perante nova ausência do poste baixo Carlos Boozer que se voltou a lesionar na semana passada. Boozer estará de volta dentro de 1 semana.

    Com esta vitória, os Bulls perfizeram um score de 47 vitórias e 18 derrotas, ameaçando o domínio dos Boston Celtics na Conferência Este. Para já, Boston tem 2 jogos a menos, mas os Bulls tem mais 1 vitória e 1 derrota que os Celtics.

    (foto Bulls.com)

    Tudo isto aconteceu na noite em que a equipa de 1991 dos Chicago Bulls voltou ao United Center para comemorar os 20 anos passados da 1ª vitória da história da equipa na NBA. A 1ª e 6 vitórias em 8 anos na década de 90 sob a batuta daquele que será imortalizado como o melhor de sempre da modalidade: Michael Jordan.

    Da equipa de 1991 faziam parte Michael Jordan, Scottie Pippen, o actual General Manager John Paxson e Horace Grant.

    Falando um pouco da Liga:

    Começam-se a desenhar os primeiros apurados para os playoffs.

    Na Conferência Este, Boston, Chicago e Miami (ainda há esperança na turma da Flórida) lutam desenfreadamente pela vitória na Conferência Este, que automaticamente garante o 7º jogo em casa nas rondas dos playoffs da conferência.

    A meu ver, Boston perdeu muito com as trocas que efectuou. Pelo menos ao nível de banco.

    Logo a seguir vêm Orlando e Atlanta. A turma de Orlando (41-25) pouco mais pode aspirar que a 4ª posição. Atlanta (38- 28) tenta segurar a 5ª perante uma nova vaga vinda de Nova Iorque (34-30). Os Knicks neste momento jogariam a primeira ronda dos playoffs contra os Heat – decerto que será o seu objectivo tentar ascender pelo menos ao 5º lugar da tabela para cruzar com Orlando, um adversário que naturalmente podem bater.

    Na luta pelos dois últimos lugares de acesso ao playoff posicionam-se actualmente Philadelphia (34-32) e Indiana Pacers (27-38). Os 76´ers já tem a sua posição consolidada e espreitam os Knicks. Indiana terá que sofrer até ao final com a pressão de Charlotte (os mesmos 27-38) Milwaukee (26-38) e Detroit (23-44) que perante o enorme talento e veterania que apresenta no seu rooster ainda poderá ter uma palavra a dizer nas derradeiras semanas da fase regular.

    Embora matematicamente ainda possam chegar aos playoffs, Nets, Toronto, Washington e Cleveland já pensam na próxima época.

    Na Conferência Oeste, continua a maravilhosa campanha que os Spurs estão a fazer. Com 54-12 de score já se pode dizer que irão vencer a conferência e como melhor record da fase regular obter o benefício de 7º jogo em casa caso alcancem as finais. Os rivais do Texas (Dallas Mavericks) seguem no 2º posto com 47 vitórias e 19 derrotas, sendo de perto seguidos pelos Lakers que somam o mesmo número de triunfos e mais uma derrota. A turma de LA costuma surpreender nas partes finais da fase regular e é uma equipa que se extravaza nos playoffs.

    Os Oklahoma City Thunder de Kevin Durant e Russell Westbrook são 4º com 41 vitórias e  23 derrotas, continuando a boa época que estão a fazer. Perto da jovem turma de Oklahoma assiste a renovada equipa de Denver (39-27) cujas contribuições dos recém-chegados Galinari e Raymond Felton têm ajudado a manter a posição deixada por Carmelo Anthony e Chauncey Billups.

    Na luta pelos 3 restantes lugares de acesso, estão New Orleans (39-29) Portland (37-29) e os surpreendentes Memphis Grizzlies (36-31). Qualquer uma destas equipas quererá fugir aos 3 primeiros da Conferência. Os Grizzlies poderão fazer história este ano caso mantenham uma posição nos 8 primeiros lugares. Nunca antes a turma do Tennessee chegou aos playoffs – nem nos tempos em que a sua maior estrela era o espanhol Pau Gasol. Os renovados Suns (adicionaram Vince Carter e Rashard Lewis em troca por Jason Richardson) estão a melhorar de jogo para jogo: Steve Nash encontrou definitivamente em Vince Carter o companheiro ideal para superar este mau período da história da equipa – período esse que coincidiu com a saída de Amare Stoudamire para Nova Iorque.

    Os Jazz (34-33) também espreitam a sua oportunidade. Está a ser uma época bastante difícil para a equipa do Estado de Utah. No início da época foram as saídas de Karl Korver, Ronnie Brewer e Carlos Boozer para os Bulls. A meio da época, a estagnação ao nível de resultados levou os seus proprietários a mudar as peças do xadrez, trocando um Deron Williams insatisfeito para os Nets por Devin Harris, outros jogadores e contrapartidas futuras. Harris não é de perto nem de longe um jogador semelhante a Williams, mas pode (em conjunto com jogadores como Al Jefferson, Andrei Kirilenko e Paul Millsap) fazer qualquer coisa ainda esta época.

    Não se pode ainda descartar Houston desta luta. Os 33-34 da equipa do Texas deste ano reflectem a ausência prolongada de Yao Ming. Ausência cujos médicos da equipa do Texas afirmam poder redundar em final de carreira para o Chinês. No entanto e no meu entender a equipa do Texas tem um plantel fraquíssimo. O mais fraco que me lembre dos últimos 10 anos. O argentino Luis Scola, Kevin Martin e Kyle Lowry são os únicos jogadores interessantes que consigo encontrar neste plantel de Houston.

    Golden State e Clippers ainda tem hipóteses matemáticas de chegar aos playoffs mas tal não creio que venha a acontecer. Para as duas equipas, este é mais um ano de experiência. Aposto (pela qualidade que evidenciam) que a equipa de Los Angeles será surpresa já no próximo ano. Blake Griffin é um fenómeno, e mesmo perante a troca de Baron Davis, os Clippers têm ali um ou outro jogador capaz de muito mais como o rookie Erik Bledsoe, Ike Diogu, o base Mo Williams (um dos melhores bases da liga a meu entender) Randy Foye, Chris Kaman, Jamario Moon e DeAndre Jordan.

    Minnesota Timberwolves e Sacramento Kings já estão oficialmente fora do acesso aos playoffs. Os Wolves serão uma aposta de futuro caso mantenham Love, Beasley, Milicic, Pekovic no mesmo saco, acrescentando para o ano o talento de Ricky Rúbio, que embora escolhido pelos Timberwolves no 5 do draft deste ano, apenas se juntará à equipa na próxima época.

    Os Kings tiveram nova época para esquecer. Nas trocas, a turma de Sacramento comete erro atrás de erro. Erros que não deviam cometer, dados os anos em que estão a funcionar com um tremendo “low-budget”. Tyreke Evans é um pecado para uma equipa como Sacramento. Os recém chegados Marquis Daniels e Samuel Dalembert não vem acrescentar rigorosamente nada a esta equipa, que conta no seu seio com muita juventude (3 rookies 4 sophomores).

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    O brilhantismo de Derrick Rose e o melhor jogo da época


    Nesta madrugada. Os Bulls fizeram uma das melhores exibições da época, senão a melhor. Contra os San Antonio Spurs, líderes do Oeste. Derrick Rose fez uma exibição de sonho brindada com um máximo de carreira de 42 pontos.

    Perante Parker, Ginobili e Duncan (os 3 juntos marcaram 56 dos 99 pontos da equipa Texana) os Bulls puxaram de uma exibição de gala. Se em casa Chicago já tinha levado de vencidos Boston, Lakers, Miami Heat, Orlando e Dallas, a equipa esteve bem do ponto de vista defensivo e brilhante no ataque. Para corroborar, basta só realçar que a média de lançamentos de campo cifrou-se nos 53,8% de aproveitamento (62% no 1º período e 65% no 4), toda a equipa ganhou 50 ressaltos nos 48 minutos de jogo sem o seu melhor ressaltador que é Joakim Noah e ao nível individual Rose marcou 42 pontos, fez 8 assistências e ganhou 5 ressaltos, Luol Deng marcou 19 pontos e conseguiu 7 ressaltos, Carlos Boozer marcou 15 pontos e ganhou 8 ressaltos e o banco de Chicago contribuiu com 25 pontos para a equipa.

    A liga faz agora uma pausa para o All-Star Game. Chicago sai para o All-Star Game na 3ª posição do Este. Os Spurs perderam pela 10ª vez esta época e continuam a líderar com destaque a Conferência Oeste.

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    Derrick Rose titular no All Star Game!

    “This is why this Kid is Special”

    Na votação para o All Star Game, Derrick Rose foi o 5º jogador mais votado do Este (único de Chicago no All-Star Game) e assim vai ser titular na equipa da Conferência Este.

    A votação foi ganha por Dwight Howard (2,099,204 votos) à frente de Amare Stoudamire dos NY Knicks (1,674,995 votos) e de Rose e da dupla de Miami Wade-LeBron James (Wade teve 2,048,175 votos e James teve sensivelmente mais 5 mil votos).

    A nota de destaque na Conferência Este vai para o facto de nenhum jogador de Boston estar seleccionado na equipa principal. Relembro que os Celtics comandam o Este com 36 vitórias e 11 derrotas.

    Na Conferência Oeste, o jogador mais votado foi Kobe Bryant com 2,380,016 votos, à frente de Kevin Durant dos Oklahoma City Thunders com 1,736,728 votos, de Carmelo Anthony dos Denver Nuggets, Chris Paul dos New Orleans Hornets e curiosamente de Yao Ming dos Houston Rockets que devido a lesão deverá falhar o All-Star Game, devendo ser substituído (em princípio) pelo 2º poste mais votado que foi Pau Gasol.

    No Oeste, os San Antonio Spurs (líderes de conferência) também não tem qualquer jogador no 5 ideal.

    Derrick Rose vê assim premiada a excelente época que está a realizar ao serviço dos Bulls. Nos 47 jogos da temporada, Rose tem uma média pontual de 24.4 pontos por jogo, 8.1 assistências e 4,6 ressaltos.
    Não é à toa que o United Center grita MVP da temporada quando Rose vai à linha de lance livre. Na semana passada, Rose passou 2 dias no hospital devido a um problema de úlceras no estomago. Mesmo sem treinar durante a semana e com claras dificuldades físicas, Rose jogou na sexta e no sábado contra Orlando e Indiana, tendo feito uma pontuação de 22 pontos, 12 assistências e 6 ressaltos contra os Magic e 20 pontos e 7 assistências contra os Pacers.

    Os Bulls somam e seguem. Com um “winning streak” de 5 vitórias consecutivas, saltaram para o 2º lugar da conferência em igualdade com os Miami Heat. O score de ambas as equipas é de 33 vitórias e 14 derrotas. Se os comentadores da modalidade afirmam que Miami tem 3 das maiores vedetas da Liga (Wade, Bosh e James) esquecem-se que os Bulls tem 4 (Rose, Boozer, Noah e Deng) e um banco de suplentes qualitativamente superior ao de Miami com Brewer, Korver, CJ Watson, Omer Asik e Gibson.

    As previsões sobre a época estão a mudar em Chicago. Existe a clara convicção que os Bulls poderão pelo menos chegar à final de conferência com os Celtics ou com os Heat. Não vejo outra equipa capaz no Este de ombrear com estas 3 equipas a não ser os Orlando Magic.

    As finais da Liga é o sonho de Chicago!

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