Tag Archives: Sampdoria

O fantástico Delio Rossi

delio rossi

Communale Luigi Ferraris, Genoa, esta tarde.

Delio Rossi igual a si mesmo. Depois de ter protagonizado na época passada um dos momentos mais tristes da história da Fiorentina quando agrediu o extremo Sérvio Adem Ljajic (e foi despedido imediatamente por Andrea Della Valle), no final do jogo de hoje contra a Roma respondeu assim a um bate boca com o defesa da AS Roma Nicolás Burdisso.

Anúncios
Com as etiquetas , , , , , , , , , ,

Fiorentina 2-2 Sampdoria

a viola continua a dar chutos na sorte. sem Jovetic e Toni, Stefan Savic, a agradável surpresa que veio de Manchester (não consigo perceber como é que não tem lugar no City) esteve no melhor e no pior: inaugurou o marcador com uma incrível cabeçada, fui culpado no 2º golo da Samp de Genoa mas minutos depois emendou o erro com o golo do empate.

de registar que a Samp tem indiscutivelmente um dos melhores centrocampistas da série A. ao nível de Pirlo, Marchisio, Boateng e Aquilani: Andrea Poli. Não pegou no Inter, onde esteve emprestado na época passada. Também há que dizer que para o seu lugar foi contratado Walter Gargano, outro daqueles que apesar de não ser tecnicamente dotado, faz das tripas coração para colocar ordem no miolo. Mas dúvido que Poli fique muito tempo em Genoa. Aos 22 anos, algo melhor chama por ele.

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , ,

Segue para a Catalunha

http://videa.hu/flvplayer.swf?v=rwlQvW9NaojL2zsl

Fazem 19 anos do primeiro triunfo do Barcelona na prova máxima do futebol europeu. Precisamente no antigo Estádio de Wembley.
À primeira vista, a vitória de 1992 parece mentira quando dito como primeiro dos catalães às novas gerações, mas o facto é que o livre do antigo treinador do Benfica Ronald Koeman ditava o primeiro grande triunfo europeu para o Barça frente à Sampdoria na altura comandada em campo por um tal de Roberto Mancini.

Em 6 anos, o Barça de RijkaardGuadiola limpou 3 dos 6 troféus, facto que deve ser considerado como genial. Aos 40 anos, Pep Guardiola (que já tinha vencido a prova como jogador nessa final de Wembley em 1992) tornou-se o mais jovem treinador de sempre a vencer por duas vezes a prova, superando o record que pertencia ao único treinador que lhe conseguiu roubar troféus nas duas últimas temporadas: José Mourinho.

O Manchester United, a jogar no seu país (quase em casa diria) recebeu o Barcelona, numa disputa muito peculiar: ambas as equipas disputavam o 4º troféu máximo do futebol europeu.

Passando a factos, quando vi as equipas iniciais não constatei qualquer mudança de relevo na equipa do Barcelona: Guardiola não mexeu muito na equipa em relação aquilo que à constituição com que se tinha apresentado nos últimos jogos da época dos Catalães, à excepção da aposta em Mascherano no eixo da defesa preterindo de Carles Puyol, em limitações físicas nas últimas semanas. Na esquerda da defesa, o regressado Abidal (um verdadeiro vencedor da vida) substituía a opção que tinha sido mais regular: o brasileiro Adriano.

Do lado da turma de Ferguson, o xadrez inicial causou-me algum espanto ao contrário da apatia natural que me tinha provocado a teia montada por Guardiola.

O Escocês cometeu algumas falhas graves no seu onze inicial: um meio campo composto por Carrick e Giggs quando se impunha claramente a colocação de um terceiro homem como Scholes perante um meio-campo que se sabe povoado de jogadores do Barça, a colocação de Nani no banco o que é um profundo crime para uma final de Champions,  e a colocação de António Valência no onze inicial quando se têm o maior criativo da equipa no banco. Já a aposta no Sul-Coreano Ji-Sung Park não a posso censurar, visto que o jogador asiático é de um rigor táctico tremendo e uma aposta segura para este tipo de jogos.

Durante a partida, não assistimos a nada de novo. O Manchester entrou a todo o gás, tentando circular rapidamente o seu jogo ofensivo e apostando em pressionar alto a defesa do Barcelona. Uma boa entrada para quem pretende vencer esta equipa Catalã, que perante a “entrada de leão” do adversário se limitou a diminuir lentamente a velocidade do jogo e a tentar adormecer a equipa Inglesa. Dito e feito.

Calmamente, o Barcelona foi colocando o seu “tiki-taka” em marcha e aos 27″ seria Pedro Rodriguez a inaugurar o marcador. Passados 7 minutos, o Manchester (reagiu bem ao golo) haveria de empatar num lance em que Giggs assiste Rooney vindo de posição de fora-de-jogo. Nesse aspecto, os auxiliares e árbitros de baliza do quinteto comandado pelo Húngaro Viktor Kassai erraram, assim como todos também erraram (na minha opinião) em dois lances: o primeiro quando Evra levou a bola com o braço na primeira parte e o 2º quando Villa colocou a “mão marota” na área dos Catalães a um lance de insistência de Evra pela esquerda.

Na 2ª parte, uma veleidade da defesa de Manchester permitiria a Messi rematar sem oposição de fora-da-área para o 2-1. Quando o Barça se toma em vantagem, já sabemos qual é o resultado: a equipa começa a adormecer o jogo numa lenta circulação de bola de um lado ao outro do terreno que pode durar minutos e que efectivamente atordoa por completo o ímpeto das equipas adversárias. Muito sábia a lição de Guardiola no que toca a este aspecto de jogo.

Quando se impunha que o português Nani entrasse (ao intervalo) perante um Valência que não fez mais nada durante toda a partida senão dar porrada nos adversários, Ferguson lançou o internacional luso “tarde e a más horas” e este acabaria por estar indirectamente ligado ao 3º golo dos Catalães, numa altura em que a equipa de Manchester tinha tremendas dificuldades em conseguir sair a jogar do seu meio campo perante a pressão alta que os Catalães habitualmente exercem.

Se por um lado o “tiki-taka” tem esse efeito, por outro lado o Barça usa e abusa desse modelo para atacar o adversário quando este se encontra cansado: Villa haveria de dar a estocada final perante um Manchester que pura e simplesmente não existiu na 2ª parte.

Vitória justíssima na Liga dos Campeões por parte do Barcelona, que quer gostando ou não gostando, é de facto a melhor equipa mundial dos últimos anos.

O Manchester pela carreira que fez na competição é um justo vencido mas hoje não fez pela vida para bater este Barcelona.

Para finalizar, em Setembro teremos um Barcelona vs FC Porto na supertaça europeia.

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , , , ,

Lembram-se?

Quando Saaid Al Kadafy era jogador profissional de futebol em Itália.

Quando o seu pai Mohammar Kadafy tentou a todo o custo fazer do filho jogador de futebol, investindo primeiro no Perugia, depois na Udinese e por fim na Sampdoria.

Saaid correu os três clubes. No Perugia jogou uma partida contra a Juventus. Na Udinese jogou os últimos 10 minutos do campeonato. Na Sampdoria não chegou a jogar.

Com as etiquetas , , , , , ,

Alexandre Pato

Sempre disse que é mais um fora-de-série de futebol mundial. Ganhou maturidade e isso faz-lhe bem.

A “cueca” ao defesa da Sampdoria é deliciosa e a finalização é de puro talento!


Com as etiquetas , , , , , ,

Antonio Cassano

Foi despedido da Sampdoria, assinou pelo AC Milan. Um dos jogadores mais geniais da última década está de regresso à alta roda do futebol mundial. Para render Ronaldinho Gaúcho, que deverá procurar a reforma no seu clube do coração, o Grémio de Porto Alegre.

Com as etiquetas , , , , , ,