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sacanagem

Estádio da Independência, Belo Horizonte, Minas Gerais. Atlético Mineiro vs São Paulo para a 1ª jornada da fase de grupos da Libertadores.

Dinho foi pedir água a Ceni. Ceni estendeu a toalha tipo mordomo. Dinho bebeu da água de Ceni. A defesa do tricolor em boa verdade estava a dormir. Dinho recebeu a bola do lançamento em posição legal (não há fora-de-jogo no lançamento lateral) e deu o golo a Jô.

nota mental: não se faz isso com Rogério Ceni.

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100

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a ver

“puta que pariu, Rogério Ceni é o melhor goleiro do Brasil”

A linda história de amor de Rogério Ceni pelo São Paulo Futebol Clube. A história de um menino que chegou à Arena Barueri\Morumbi (o verdadeiro estádio do São Paulo é o Arena Barueri. O clube joga no municipal Morumbi para o Brasileirão e competições sul-americanas) sem saber bater com rigor um pontapé-de-baliza e acabou por se transformar num dos melhores guarda-redes de sempre do Brasil, com a particularidade especial de se ter tornado um dos melhores batedores de livres e penaltis que há memória.

Ceni não é só isso. A propósito do seu 100º golo de bola parada, o São Paulo decidiu fazer este documentário para provar que Ceni (apelidado por todos os que entram no balneário São Paulino de patrão, chefe e presidente) é um exemplo de dedicação e amor ao clube e à modalidade. Testemunham-no homens muito importantes na história do futebol brasileiro como Muricy Ramalho (tricampeão brasileiro com o São Paulo entre 2006 e 2008) e Zetti (ex-guarda redes da selecção brasileira com quem Ceni trabalhou nos primeiros anos enquanto sénior).

Não é mencionado no documentário, mas aliando à relevância que o guarda-redes tem na vida do clube, Rogério Ceni é licenciado em Design e durante muitos anos foi-lhe dada oportunidade de desenhar as suas próprias camisolas de jogo.

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1000 jogos

1000 jogos com a camisa do São Paulo. Desde 1992 no clube, titular indiscutível da baliza do clube desde 1997, por 19 vezes internacional brasileiro.

Ceni entra nos grandes momentos da história brasileira pelos imensos títulos que ganhou ao serviço do São Paulo (3 titulos brasileiros, uma Taça Intercontinental, um campeonato do mundo de clubes, 3 Taças Libertadores, 1 Taça Conmebol, 2 Taças Sul-Americanas, 1 Supertaça Sul-Americana, 1 torneio rio-santos, 4 campeonatos estaduais paulistas, 1 supercampeonato paulista  e o campeonato do mundo de 2002 pela selecção brasileira na Coreia e no Japão) pelos recordes ao nível de presenças que bateu (3º jogador a actuar mais partidas por um clube da história brasileira; jogador com mais jogos pelo São Paulo) e pelo facto de ser um guarda-redes goleador (101 golos resultantes de livres e grandes penalidades).

A jeito de curiosidade, Rogério Ceni também obteve o privilégio por parte do clube de desenhar algumas das camisolas que envergou em jogos oficiais, dado o facto de ser licenciado em Design e Ilustração.

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