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Fusão da Leopard-Trek com a Radioshack

Depois da fusão entre a Omega-Pharma Lotto e a Quickstep para as próximas duas épocas, a equipa luxemburguesa Leopard-Trek e a americana Radioshack decidiram fundir-se numa equipa só para as próximas duas épocas.

Johann Bruyneel (Radioshack) será o director desportivo de uma equipa que contará com imensos portugueses: Bruno Pires é presença declarada pela Leopard. Manuel Cardoso, Tiago Machado, Sérgio Paulinho e Nelson Oliveira vem da Radioshack.

Para já estão asseguradas as presenças Manuel Cardoso, Tiago Machado, Sérgio Paulinho, Nelson Oliveira, Haimar Zubeldia, Janez Brajkovic, Chris Horner, Matthew Busche, Ben King, Robert Wagner, Andreas Kloden, Daniele Benatti, Jakob Fulsang, Frank Schleck, Andy Schleck, Fabian Cancellara, Bruno Pires e Jesse Sargent. A equipa contará com mais 10 ciclistas.

Na Radioshack ainda é incógnita o futuro de ciclistas como Philip Deignan, Markel Irizar, Robbie Hunter, Levi Leipheimer, Dimitryi Murayev, Robbie McEwan, Yaroslav Popovich, Sebastien Rosseler e Gregory Rast.
Na Leopard-Trek mantem-se como incógnita o futuro de Maxime Monfort, Will Clarke, Brice Feillu, Linus Gerdemann, Stuart O´Grady, Martin Pedersen, Joos Posthuma, Davide Viganò, Jens Voigt, Fabien Wegmann e Oliver Zaugg.

Lance Armstrong acredita que a fusão destas duas equipas pode protagonizar a equipa mais forte dos próximos anos. Na minha opinião, será ainda muito mais forte em todos os terrrenos se aproveitar homens como Leipheimer, Murayev, McEwan, Popovich, Rast, Monfort, Feillu, Gerdemann, O´Grady, Voigt e Wegmann.
Juntando aos outros, temos uma equipa candidata a ganhar tudo onde entre.

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Memórias do Tour (Erik Zabel)

De todas as camisolas que compuseram os Tour´s da minha infância, a verde era a que assentava melhor em Erik Zabel.

Erik Zabel foi sem dúvida (a par de Mário Cippolini) o melhor finalizador de etapas que conheci. Na hora de decisão, o italiano era mais forte, mas Zabel o mais regular. Enquanto que o Italiano ia ao Tour para ganhar um punhado de etapas na 1ª semana da prova (quando começava a subir desistia da prova) Zabel fazia das suas e aguentava-se muito bem nas montanhas, acabando por vencer sempre o prémio por pontos.

Nos 12 anos da Deutsche TelekomT-Mobile estabeleceu um record de vitórias por pontos no Tour (6), sendo de lembrar a contenda de 2001 com o australiano Stuart O´Grady, em que o australiano ainda pousou para a foto de vencedores durante a etapa de consagração mas acabou por perdê-la na recta da meta para o Alemão.

A forte concorrência fazia-se sentir. Nos primeiros anos travou batalhas com Cippolini. Nos anos vindouros, com Freire, Mc Ewan, O´Grady e Baden Cook. Mc Ewan e o último foram os únicos a conseguirem batê-lo nos anos da T-Mobile. Extinta a equipa alemã mudou para Milram, onde durante 3 anos já não era o finalizador de outros tempos mas andava sempre por lá tendo em vista a obtenção da camisola verde, facto que não viria a conseguir desde 2001 até 2008, ano em que se retirou. No entanto nestes últimos anos já por lá andavam nomes como Petacchi, Cavendish, entre outros.

O currículo de Zabel fala por si: para além das 6 vezes camisola verde no Tour, venceu 12 etapas na prova, conseguiu outras 3 vitórias por pontos na Vuelta e 8 etapas,  foi campeão do mundo da UCI em 2000, campeão alemão de estrada por duas vezes e amealhou algumas vitórias em clássicas da primavera como a Milão-São Remo (4) a Amstel GoldRace, 3 vitórias na Paris-Tours e só lhe faltou mesmo a vitória na maior das clássicas: L´Enfer do Nord, a Paris-Roubaix.

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