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maluquinhos à solta

Um homem tem uma querela com familiares por causa de heranças. Para fazer a vida negra, trava o elevador de um prédio e atira um cocktail de molotov para dentro, matando 3 pessoas. Assume-se como culpado, confessa o crime e afirma que o acto servia exclusivamente os propósitos de “pregar um susto” às pessoas em causa. Inacreditável. Surreal. Acto-tipo de uma sociedade que bateu no fundo, no descalabro, na desumandade.

É nestes casos em que defendo que os 25 anos de prisão que constituem a sentença máxima aplicável em qualquer crime praticado neste país são escassos. Individuos como este de Queluz não são regeneráveis para voltarem a conviver em sociedade. Por mais tempo que passem numa prisão.

 

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