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Nem a propósito

Escrevia eu em resposta a Márcio Cabral há minutos num destes últimos posts:

“No entanto, como sabes, a presidência da República em Portugal funciona numa espécie de festa “remember when you were young?” – primeiro-ministro de hoje será presidente da república de amanhã. Entre os dois cargos, só tem que sair do governo a mal e andar na sombra durante uma década antes de se candidatar ao próximo cargo para que dê tempo suficiente para que o povo se esqueça de todas as trapalhadas que dita personagem fez em São Bento.”

Mal acabo de digitar estas frases, abro a pouco intuitiva página do expresso e vejo que Pedro Santana Lopes afirma que admite ser candidato à Presidência da República em 2016.

Enquanto esperamos com alguma ansiedade o regresso do Santo (trocadilho com aquele grande blockbuster em que entra o Val Kilmer) ficamos com um top-10 daquele que ficará eternamente guardado nas nossas memórias como o maior gabirú da política nacional.

1. Quando disse ao Fernando Rosas que devia deixar de fumar cachimbo porque faz mal à traqueia e à laringe

2. Quando abandonou o estúdio da SIC zangado pelo facto do Mourinho ter festejado o golo do Costinha em Manchester com um sprint de costa a costa.

3. Quando se revestiu de Paul Krugman e começou a debitar números e soluções com vista ao crescimento económico.

4. Quando disse que gostaria de regressar à Figueira porque lá é que tem miúdas novas giras e cotas charmosas

5. Quando era importante e ainda recebia palmas da bancada do seu próprio partido.

6. Quando quis expressar todo o conhecimento na música pimba

7. Quando em 1995 já tinha a mania da perseguição…

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Santana Lopes é que sabe

Santana Lopes não gosta de bloquistas.

O azarado (atrasado) Primeiro-Ministro por obrigação foi à TVI defender um governo de salvação nacional, composto pelo Partido Socialista, CDSPP, PSD e até pelo Partido Comunista. Já o bloco ficou de fora. Mascarando-se de Caco Antibes é caso para dizer que “o bloco no governo” para o antigo primeiro-ministro assemelha-se a um “nem que a vaca tussa”

A imagem que postei não deixa de ser caricata: de um lado, aquele que não gosta de Bloquistas e do outro aquele que não gosta dos Deolindos.

Semelhanças no discurso? Uma única. Ambos tentam atirar a matar e acabam vexados à sua própria ignorância e ao escarnário da sociedade aos seus comentários.

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