Tag Archives: Pedro Proença

agora é que não lhe cabe um grão pelo cu acima

Pedro Proença, a coisa mais fraca e prepotente da arbitragem Portuguesa.

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taças

Subitamente, Coimbra encheu-se de fulgor no peito e rebentou pelas costuras de orgulho.

A OAF foi à final da taça.

Pessoas de todas as cores, credos, raças ou religião saíram à rua para aplaudir os bravos briosos. Gostaria eu de assistir ao dia em que os estudantes se unissem em tão larga escala para terminar com a fome e com as carências dos seus colegas não-bolseiros, com a falta de condições das faculdades e com as injustiças “pedagógicas” dos vários cursos com que infelizmente somos todos os dias brindados.

Gostariam muitos conimbricenses que conheço, que as ditas previsões de 20 mil “briosos” no Jamor de batina e capa ao vento fossem os mesmos 20 mil que enchessem o cidade de coimbra, que comprassem bilhete de época e se tornassem sócios do clube, que se tornassem sócios da mancha negra e que contribuíssem para um clube forte.

Muito se pode dizer da falta de estratégia nos esforços de aproximação da OAF aos estudantes. Desde o Black Shot que acabou e que tornou cara a ída à bola por parte do comum estudante, passando pelo preço exorbitante das quotas de sócio e dos bilhetes regulares para jogos cujo futebol faz com que muitas vezes nem o menino jesus nem a sua santa mãe queiram assistir na televisão, quanto mais pagar 10 e 15 euros.

Vamos ser realistas. A Académica tem na verdade uns 3 mil adeptos. Tem mais sócios é certo, pagam as quotas?

O resto dos adeptos é um produto de circunstância ou construção social. “Estudas em Coimbra pa? Pa e vassoura. Tens de ser da Académica pa. Se estudas em Coimbra tens de ser da Briosa senão és um foleiro, és uma ovelha do rebanho dos de Lisboa e dos do Porto”. Vão à merda com esse argumento, sou do clube que quiser.

Outros são da Académica quando se lembram ou quando vêem uma notícia que a Académica derrotou a Olhanense aos 94 minutos.

Outros, mais beberrões, são da Académica depois de lhes serem servidos 3 shots pelo Rui do Bigorna. Porque estão em Coimbra. Se estivessem em Vila do Conde e fossem de Coimbra, depois dos 3 shots eram do Rio Ave.

Vamos a outras stories, bad and sad stories.

O meu sporting lá passou na Choupana. Falam na Taça Pedro Proença. Admito que o Sporting foi altamente beneficiado na Choupana. Um penalty ridículo, uma expulsão ainda mais ridícula. Um tiro do João Pereira à barra da sua própria baliza que mais se assemelhava a um tiro de um western e um golaço do Fito, que finalmente veio arrumar a casa no Sporting.

No entanto, sem desprestigiar a péssima arbitragem do Pedro Proença, já ninguém se lembra do Lucílio Baptista e das conquistas na Taça da Cerveja à custa das bolas no peito que deram penalty.

A coisa contínua negra. E não me refiro aos sucessos da Briosa. Os 11 de Domingos mais parecem um bando de emplastros. Estreou-se o Xandão. É grande, mas parece-me ser como o americano: uma grande besta, uma grande cavalgadura. Elias continua num tremendo bad shape. Polga mete nervos e mete nojo. O Pereirita, depois de 1321 filhos-de-puta chamados, 252 calcadelas a adversários, 8521 faltas conquistadas (o pereirita joga com o objectivo de conquistar o máximo número de faltas sofridas possível) e 31 enterradelas que deram golo do adversário lá fez uma jogada de antologia que redundou em golo. Menos mal. No entanto, se é este o defesa direito que Paulo Bento vai levar ao Europeu, é caso para dizer que estamos bem tramados.

Para finalizar, é com alguma estupefacção que assisto à demissão de Fabio Capello da selecção inglesa. A Old Albion deu um enorme tiro nos pés em véspera de europeu. Capello é um génio. Um génio que não lambe sabões a ninguém. E Capello bateu o pé aos lobbies da FA. Fez muito bem. A Inglaterra que até aparecia capaz de se bater pelo título, acaba por perder aqui a sua chance. Alemanha, Holanda e Espanha agradecem. A Itália, corre por fora e acredito que neste momento até era capaz de despachar Prandelli se pudesse para ter Capello. Era título europeu garantido. Mas Capello já ultrapassou os 65 anos e não pode treinar em Itália.

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infelicidades

Pedro Proença, o único árbitro português destacado para arbitrar no próximo Europeu de Futebol afirmou hoje publicamente que os arbitros lusos estão no “nos limites das suas capacidades”(…) “A questão, neste momento, é que ser amador num espectáculo completamente profissional não oferece condições para fazer mais do que o que fazemos” – completou.

O mesmo também disse que o rumo à profissionalização deve ser um passo irreversível, mas não entanto não é sinal para que os arbitros não errem mas, segundo palavras do próprio “errem menos”.

Se os arbitros estão nos limites das suas capacidades como diz este senhor, não merecem ser profissionais porque tal facto só revela apenas uma coisa: não tem qualidade para tal. Exigir profissionalismo à arbitragem contem obviamente uma premissa que me parece obrigatória e que neste momento não é cumprida pela arbitragem portuguesa: isenção. Existem outros casos na 1ª categoria como os de Cosme Machado, Bruno Paixão, João Capela e Artur Soares Dias que no meu entender não padecem de vício de falta de isenção, porque o dislate não chega a tal, mas sim de burrice pura e dura e de falta de capacidades para conduzir devidamente um jogo de futebol.

E ainda bem que o jeitoso se considera amador. É bom saber que um amador como ele leva 33 mil euros de bonificações para casa durante uma época desportiva.

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Apanha-o no Colombo

parte-lhe duas favolas e diz ser do Benfica.

Clubites à parte, não é que eles às vezes  não mereçam levar uns milhos na trombeta por que merecem mesmo. Errar é humano e merece perdão. Viciar resultados ou prejudicar equipas deliberadamente não.

Ainda mais quando 4 ou 5 jogos por mês garante-lhes mais 3 ou 4 salários do que se a sua profissão.

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