Tag Archives: Pedro Baltazar

o do costume

Godinho demitiu os órgãos sociais do clube, mas mantém-se em mandato de gestão até às eleições de dia 23. Como me disse o João Borba e bem “evitou a humilhação da AG”.

Já começa típico circo eleitoral do Sporting. Os nomes são os do costume: Bruno de Carvalho, Braz da Silva, Rogério Alves, Abrantes Mendes. Cuidado, não vá aparecer também um Pedro Baltazar à espera de reaver aquilo que perdeu com o Daniel Carriço e com a negociata da transferência das acções da SAD em troca do passe (na altura avaliado em 5 milhões; o mesmo valor das acções que o Grupo de Baltazar detinha na SAD leonina) de um jogador que de facto valeu 750 mil euros. Todos afirmar por ora que são capazes de trazer pérolas e diamantes. Daqui a 1 semana, todos eles apresentarão o seu director desportivo e o seu treinador. Falta porém, desta vez, o Futre. Há por aí um Andrade da “era croquete” a bufar na TV cobras e lagartos da gestão do Sporting. Talvez se meta ao barulho e seja o candidato da dinastia. Já assisti a momentos destes no clube de Alvalade: alguém “semi-desconhecido” de uma antiga direcção da dinastia Croquete aparece (como apareceu em 2011 o Go(r)dinho), lava a sua imagem e a imagem da dinastia com palavras de revolução, toma o poder e faz asneira como fez o Go(r)dinho. 

Porém, o meu palpite para candidato vindo da dinastia é o Rogério Alves. O homem está sequioso de poder. O homem anda mortinho para que chegue o dia em que lhe entreguem o Sporting. Para além do mais, dentro da Dinastia, é capaz de ser aquele com melhor nome entre os sócios. Não creio é que os sócios do Sporting caiam novamente em engo(r)dos.

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Ver para crer

Exceptuando um ou outro post, acabei por não me pronunciar muito sobre a campanha que foi feita pelos 5 candidatos à presidência do Sporting.

Depois de muitas declarações onde se prometeram fundos de investimento, jogadores, treinadores, onde se alinharam estratégias e se escolheram os estrategas, tenho no “ver para crer” de São Tomé a minha crença para o futuro da instituição Sporting Clube de Portugal, ou seja, só vou finalmente acreditar em qualquer um dos candidatos quando efectivamente o que vencer chegar à presidência do Sporting e se inteirar a 100% da realidade actual do clube.

Até lá, campanhas para actos eleitorais para um clube de futebol não passam disso mesmo: de campanhas, onde cada candidato tenta puxar o máximo de brasa à sua sardinha de modo a caçar o máximo número de votos.

Finalmente, aqui temos o acto decisivo que marcará o futuro da instituição. Indiferentemente do candidato que vença as eleições, espero que o Sporting se torne um clube melhor. Espero que o futebol profissional do clube possa viver um futuro de sucessos, assim como espero que o ecletismo que o clube sempre manteu, continue de pedra e cal e vá somando as vitórias nacionais e internacionais que sempre nos habituou.

Desde o passado dia 5 de Março que promovi aqui no Entre Nada e o Infinito uma sondagem para aferir a preferência dos leitores.

Com um total de 28 votos (25 na realidade, visto que Zeferino Boal obteve 3 votos antes de anexar a sua candidatura à de Sérgio Abrantes Mendes) Bruno de Carvalho reuniu um maior consenso entre os leitores com 15 votos, sendo seguido de Dias Ferreira com 7. Abrantes Mendes e Zeferino Boal obtiveram em conjunto 4 votos, Godinho Lopes e Pedro Baltazar ficaram respectivamente empatados na última posição com apenas 1 voto.



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Mais um abutre

Os podres em relação aos candidatos à presidência do Sporting estão a começar a surgir. O primeiro alvo é Pedro Baltazar, proprietário do Grupo Empresarial Nova Expressão, grupo que até à bem pouco tempo detinha uma percentagem considerável das acções da SAD leonina.

Segundo o artigo publicado hoje no Jornal A Bola:

“O Sporting, no início de Dezembro do ano passado, precisou de adquirir as acções do ex-administrador Pedro Baltazar, dono da empresa Nova Expressão, para levar a cabo o projecto de viabilização financeira do clube, que passava por uma redução do capital para metade, 21 milhões de euros, seguida de um aumento para 39 milhões de euros, e complementada com a emissão de 55 milhões de VMOC (Valores Mobiliários Obrigatoriamente Convertíveis).
A operação não podia ser feita sem a compra, pelo Sporting, das acções de Baltazar, e o agora candidato à presidência dos leões acabou por anuir e vender a sua participação na SAD. No dia da compra pela Sporting-SAD das acções de Pedro Baltazar – 2.450.000, correspondentes a 11,667 por cento do capital da SAD – estas estavam cotadas a 68 cêntimos. No entanto, o Sporting aceitou, em operação realizada fora da Bolsa, pagar dois euros por cada uma, num total de 4.900.000 euros, uma vez que Pedro Baltazar não admitia sair do processo com perdas mais significativas ainda, uma vez que comprou as acções numa altura em que elas estavam cotadas a 2,7 euros. Mesmo assim, foi o único accionista obter este preço por acção.
Mas o acordo entre a SAD leonina e Pedro Baltazar não foi apenas este. O agora candidato à presidência do Sporting ficou também com a garantia de que o contrato estava ‘seguro’ pelo penhor do passe de um jogador, caso os leões incumprissem o acordado (a pagar em cinco anos). No último Relatório e Contas da SAD pode ler-se, no ponto 31, sob o título «Garantias Prestadas», o seguinte:
«Decorrente do contrato de compra e venda de acções da Sporting Clube de Portugal, Futebol-SAD, celebrado pela SGPS SA e a Nova Expressão SA, a SCP Futebol-SAD prestou a constituição de penhor sobre os direitos desportivos e económicos de um jogador, para garantia do pontual cumprimento das obrigações de pagamento da Sporting SGPS no âmbito deste contrato.»”

Perante este facto, não será Pedro Baltazar mais interessado em tentar recuperar aquilo que perdeu com esta operação do que realmente fazer evoluir o Sporting?

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