Tag Archives: Paulo Abrantes

f2 2012 – Formação Fotográfica

f2=Formação Fotográfica é um projeto pedagógico iniciado em 2009 pela Secção de Fotografia AAC, composto por workshops e palestras,  objectivado na diversidade de conteúdos e pluralidade das abordagens escolhidas.

A formação em fotografia é um instrumento determinante na busca do domínio técnico e ganhos de produtividade, não só pela qualificação dos recursos humanos, mas pela capacidade de melhoria no desempenho e produção de trabalhos de autor. Mais que a formação de base, ou atualizações contínuas de conhecimentos, a f2=Formação Fotográfica pretende constituir um treino de competências práticas, na troca de experiências estabelecidas com diferentes profissionais, nas diversas possibilidades oferecidas pela fotografia.

foto: Pedro Frias

A primeira palestra já teve lugar no passado dia 30. A convite da Secção de Fotografia e do Núcleo de Estudantes de Informática através da organização do 1º Encontro Nacional de Estudantes de Design, o brilhante publicitário Edson Athayde deu uma palestra no Pólo II com o título “A importância da fotografia na publicidade e no design”.

Athayde provocou um enorme sucesso, tendo assistido à sua palestra cerca de 400 estudantes. As fotos da mesma podem ser vistas aqui através da página de facebook da Secção de Fotografia.

O próximo Workshop é já no dia 11 de Abril. António Luis Campos vem a Coimbra dar uma formação de “Iniciação à Fotografia

Ficha Técnica:

Data: 11 Abril

Local: Edifício AAC

Horário: 10:30/13:00 – 14:30/18:30 H

Preço:

Estudantes e Desempregados € 25,00

Profissionais € 40,00

Sócios e colaboradores regulares da Secção de Fotografia AAC € 20,00

 Fotógrafo freelancer desde 2004, é colaborador regular da National Geographic Portugal, tendo assinado mais de duas dezenas de artigos nesta publicação.

Engenheiro electrotécnico, é autor de três livros, “Metamorfose” (2009), “À Beira da Água” (2010) e “Recursos e Território – Uma geografia da esperança” (2011), publicando ainda regularmente, em jornais e revistas nacionais e internacionais.

Criou diversas exposições e instalações individuais em Portugal, Espanha e Polónia, das quais se destacam “Pensam que é por milagre…” e “Borboletas do Mondego e Selvagens Vidas Lusas”.

Em 2006 integrou a agência fotográfica 4SEE Photo, que evidenciou o seu trabalho ao nível internacional. No ano seguinte, foi premiado no concurso Fotojornalismo BES-Visão.

É ainda, guia de viagens fotográficas na agência Nomad, dividindo o seu tempo entre uma intensa actividade formativa na área da fotografia, trabalhos corporativos com entidades privadas e instituições estatais e o desenvolvimento de projectos fotojornalísticos e documentais.

Segundo Paulo Abrantes da Secção de Fotografia: “Este workshop terá uma componente teórica e prática, com uma sessão de sala e uma saída de campo. Focar-se-á nos conceitos fundamentais da fotografia – exposição, composição e controlos da câmara fotográfica – abordando ainda técnicas, práticas de iluminação e macrofotografia.

Dirige-se a todos os que, dispondo de máquina fotográfica, pretendam conhecer melhor o equipamento, explorar as suas potencialidades e ganhar uma nova perspectiva sobre o processo criativo da fotografia, proporcionando bases para, individualmente, os participantes poderem evoluir e alcançar resultados mais satisfatórios.”

Mais info é favor de consultar o site Fotografia.net

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Tá muito bem dito!

Via Denúncia Coimbrã

Fonte: Diário As Beiras

Subscrevo na íntegra.

Para mim, aprender e trabalhar contigo é um orgulho. És um excelente profissional. Dás o que tens e o que não tens em tudo o que fazes. És rigoroso, minucioso e exiges tudo na perfeição. Como tal, só mereces o sucesso.

Pessoalmente, deixaste de ser apenas um amigo. És um irmão. Não preciso de dizer mais nada. Estamos conversados! 

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Analisa e critica. Com razão.

Acabei de ler o post de Paulo Abrantes no Denúncia Coimbrã.

Assim pela manhã, deu-me uma autêntica bolada no estomago.

Paulo Abrantes analisa e critica com razão.Gabo-lhe a coragem de ser um dos únicos capazes de bater um murro na mesa e denunciar toda a podridão que cerca actualmente a instituição.

Em 6 anos de AAC, nunca vi a instituição tão rodeada de abutres. Sim, abutres. É a palavra mais correcta. A AAC bateu completamente no fundo. São os furtos, as demissões, os joguinhos políticos onde cada um tenta puxar a brasa à sua sardinha. A AAC deixou de funcionar como um órgão institucionalizado para a defesa e fomento de todo o mundo académico. Passou a funcionar como um pólo onde cada um tenta maximizar a sua posição para construir o seu trilho pessoal no futuro, e onde os pequenotes começam a torcer pepino em tenra idade como diz o ditado.

A AAC passou a ser o tubo de ensaio para a criação de  futuros políticos da tanga e para a prática de pequenos furtos que dentro de anos se irão transformar em crimes de colarinho branco. Os piores. Quem rouba um pedaço de pão para dar de comer aos seus filhos não merece castigo. Muito menos numa sociedade portuguesa que caminha a passos largos para que o grosso da riqueza fique na mão de meia dúzia de grandes empresários e a pobreza seja a dádiva para 97% da população. Onde é que está a responsabilidade dos falsos estudantes responsáveis e competentes?

A minha visão como sócio da instituição permite-me ser claro e simples quanto a esta Direcção-Geral: exceptuando um boicote às aulas discutido e aprovado em Assembleia Magna que não teve o impacto e a visibilidade que se desejava para a luta contra a nova ordem sistémica que se está a trilhar nos gabinetes do Ministério da Educação Ensino Superior para o ensino superior, o sucesso meritório da Universidade de Verão (ao qual aproveito para saudar a Direcção-Geral e todos os voluntários pelo excelente trabalho desenvolvido) o desporto universitário (que se desenrola na perfeção graças ao esforço de centenas de atletas que diariamente evoluem com a expectativa de construirem briosa por esse país e europa fora) a verdade é apenas uma – esta Direcção-Geral não fez rigorosamente nada e logo em primeiro lugar, padece de um vício mortal que é o facto do seu presidente nem sequer conseguir segurar a sua equipa e os ímpetos personalizados da busca pelo poder por parte de membros da sua equipa (todos sabemos que já aconteceram durante este mandato) que tem papeis muito importantes a desenrolar em prol da instituição e que por tal, lhes advém uma responsabilidade muito grande pelos actos que praticam e comportamentos que exercem.

Quanto aos dois furtos na Queima das Fitas, já o disse a algumas pessoas e volto a dizê-lo em público: espero bem que a Polícia de Segurança Pública actue neste caso, investigue e consiga chegar às pessoas que praticaram o furto. Se para a Queima das Fitas 5 mil e 200 euros não é um valor considerável, para uma boa fatia dos alunos que frequentam actualmente a UC estamos a falar de um valor muito próximo do custo total de um ano lectivo em Coimbra. Posso dizer também com toda a franqueza que existem secções culturais e desportivas que não tem esse valor para organizar as suas actividades e que se calhar até mereciam visto que tem pessoas competentes, inseridas dentro do associativismo para desenvolver competências nas quais são especializadas e capazes de elevar muito mais alto a bandeira da AAC. Nem de perto nem de longe, tais verbas lhes são garantidas. Como tal ao nível de associativismo, a AAC tem os dias contados: as coisas vão morrendo aos poucos.

Espero portanto que este caso seja um abre-olhos para as pessoas com responsabilidade dentro da casa. Chega de caldinhos. Pela história que concerne à instituição, esta sempre se pautou pelo rigor, pelo brio e pela transparência. É certo que nos últimos anos tem descambado totalmente por um caminho que condena a credibilidade da instituição. Sim, porque este tipo de problemas não atinge as pessoas que trabalham ou trabalharam na instituição. Essas vão entrando e saíndo. A instituição fica e ficará sempre manchada por essa pecha no currículo. Futuras gerações poderão ver dentro de algumas décadas a AAC como uma instituição que esteve na linha da frente da luta contra o regime mas sim como uma instituição que serviu de incubadora a mais uma geração de políticos que a partir dela trilharam um caminho, que à luz da vela, sempre irá redundar em fracassos para o país e em desgovernação.

Estes incidentes retiram credibilidade a uma instituição a nível local e a nível nacional. Será isso que pretendemos quando são praticadas este tipo de acções? Ou por outro lado, queremos uma AAC forte, tão forte como a de 1969? Uma AAC que sempre se pautou por ser uma voz activa contra a tirania, contra o corte dos direitos dos estudantes, que sempre esteve ao lado das causas sociais e sempre interveio de forma activa na resolução de problemas da comunidade Coimbrã, funcionando quase que como um auxílio à ineficácia de muitas entidades pertencentes ao estado. Uma instituição com este percurso, não se pode abandalhar ou desmoronar desta maneira graças à má formação de carácter de meia dúzia de abutres. Sim, abutres. É a palavra correcta para designar muitos daqueles que conheci durante 6 anos na instituição. Uma instituição como esta necessita de gente séria, de gente altruísta. De gente que consiga de uma vez por todas estampar um sorriso na cara quando consegue ajudar de que maneira for a vida do seu semelhante que está em dificuldades ou que necessita de um empurrãozinho de alguém para conseguir re-entrar num caminho de futuro ou sucesso. Uma instituição deste calíbre e com esta história, precisa de gente de trabalho. De gente que seja capaz de levar a cabo a prossecução dos objectivos que todos os estudantes desejam ver realizados.

Não me venham com a ideia que a AAC reflecte a meritocracia. Em primeiro lugar, todos sabemos que o nosso país não é o melhor exemplo quando falamos em meritocracia. Dentro dos poucos exemplos de meritocracia que existem dentro do nosso país, a AAC assim como qualquer outra associação estudantil no país são os piores exemplos possíveis neste âmbito.

Desde o início da minha estadia em Coimbra sempre me disseram em tom de brincadeira que apenas duas forças tentavam dominar a AAC: de um lado o FADO, de outro lado o Rugby. Poderá ter sido assim no passado. No presente não o é. Poucos foram aqueles que vi ocuparem cargos na Direcção-Geral que realmente tinham talento. Isso advém logo do facto das sucessivas Direcções-Gerais serem no mau sentido da frase, listas de continuação que são eleitas sem qualquer tipo de concorrência e que tentam a todo o custo abafar a palavra a quem conscientemente tenta construir uma alternativa ou a quem não comunga dos seus valores. Dessas listas de continuação, a jogada sempre foi simples: não integram aqueles que tem mais capacidades para assumir uma postura séria e responsável mas sim aqueles que conseguem granjear mais apoios e amizades dentro das várias faculdades e dos vários cursos. O cacique puro e duro. Se uma pessoa dominar ao nível de influência a sua faculdade, está dentro. As pessoas competentes não estão na Direcção-Geral. Estão em casa a estudar para acabar o seu curso com distinção e conseguirem trilhar o seu caminho através dos valores do esforço e dedicação ao trabalho.

Isso não é meritocracia. É uma forma tosca de oligarquia, desprezível, e que conduzirá à instituição a um marasmo ainda mais profundo. É claro que em todo este processo metem-se sempre as juventudes partidárias ao barulho, desejosas de extender a sua hegemonia ao máximo número de associações estudantis possíveis para que estas sejam braços políticos da contestação que pretendem exercer sobre os governos que não são da sua cor partidária ou defender as políticas daqueles que são. É uma triste realidade, é uma triste verdade. 

Tais factores não criam coesão naquilo que se pretende coeso e firme em torno dos estudantes. Podemos tomar esse facto como uma verdadeira assumpção sempre que vamos a uma assembleia Magna: 5 mil e tal pessoas votam, 4 mil delas na lista que vence. As Assembleias Magnas não tem mais que 200, 300 dessas pessoas. A conclusão é simples: em dia de eleições, circulam as mensagens do “vota x, do vota y”. Os cordeirinhos levantam-se da cama e lá vão votar na lista do paterfamilias da sua faculdade. Depois do mal feito, limitam-se durante o ano a dizer que a DGAAC não faz nada e que os seus elementos são uma cambada de ladrões e tachistas. Pela frente, assumem sempre uma postura diferente: agradam aos meninos em busca de algo mais do que serem meros estudantes.

É uma triste realidade, é uma triste verdade.


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ahahaha

Tirando o comentário estúpido sobre o trabalho da Secção de Fotografia:

Ó Paulo, até apareces favorecido na foto. Estás um bocado pálido de cara, mas sempre é melhor do que ficares sem cabeça.

Ver aqui

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1 ano de actividade

Banner da autoria de Paulo Abrantes.

Este Blog faz agora precisamente 1 ano de actividade.

Obrigado pelas 85 mil visitas efectuadas, 1035 comentários realizados até hoje e por toda a atenção disponibilizada. São números que me surpreendem e que me motivam a continuar por aqui.

A festa vai continuar.


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A Blogosfera que me motiva

Blogs de passagem diária que constituem referência “na minha blogosfera”

Da Literatura – do escritor Português Eduardo Pitta.

O Sexo e a Cidade – do inconfundível mordomo e das suas meninas. Na minha opinião, o melhor blog nacional.

Denuncia Coimbrã – do grande Paulo Abrantes.

Tragédia dos Comuns – dos amigos João Araújo Correia, José Nuno Santos, Luis Araújo, Francisco Costa e Eduardo Barroco de Melo.

Kabaah – Para quem gosta de cinema e séries, o blog do Vitor Alves é um dos melhores.

António Boronha – do antigo vice-presidente da Federação Portuguesa de Futebol António Boronha. Onde as verdades sobre o futebol são ditas sem papas na língua.

Bancada Norte – Onde o Nuno Quintaneiro Martins, José Ribeiro e João Oliveira tratam a actualidade do Beira-Mar com o máximo rigor e paixão clubística.

Valem bem a pena visitar!

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mé… mé… mexe-te senão ficamos sem os eurinhos

As Cabras da Academia de Coimbra continuam a causar o furor de sempre, mesmo na época baixa, quando pressupostamente o espectáculo já tinha terminado. Desta vez, foram fazer queixinhas à Direcção Geral, que o Paulo Abrantes os tinha chamado “queixinhas” do interior do edifício da AAC para a sala que é pertença da Secção de Jornalismo da Associação Académica de Coimbra. Pode ser visto no post de hoje do Denúncia Coimbrã.

No referido post, Paulo Abrantes foi mais longe e constatou um facto: O Conselho Fiscal não está de acordo com a proposta de regulamento interno apresentada pela Secção de Jornalismo comparativamente ao que é enunciado nos Estatutos da AAC. Logo, as Cabras (para não lhes chamar directamente um nome calão que metaforiza um comportamento negativo humano com base no joco de um animal que até vincou a sua presença máscula e de odor intenso na sala da SJAAC aquando das filmagens do LIP DUB, aquele acontecimento que se retratou a actividade das secções dos pisos de baixo da AAC) não podem realizar eleições e não podem reclamar os dinheirinhos para lançar aquele autêntico pasquim que fala de tudo menos do que se passa na Academia e principalmente do que é realizado pelas secções existentes dentro do edifício da AAC.

No entanto, gostaria de salientar que a Secção de Jornalismo não é a única cujo regulamento interno não bate certo com os Estatutos da AAC. Porém, o medo instalado na Direcção Geral quanto às consequências que podem advir de um rascunho mais ortodoxo por parte de um mini-jornalista, salientam a postura passiva que a DG está a ter perante a referida secção quando comparada com outras que me são bem familiares, onde houve uma ameaça de congelamento de contas caso não fosse apresentado um simples plano de actividades realizadas. E houve mesmo secções que ficaram com as contas congeladas.

Outros, são aqueles que brincam à Radio dentro da Academia. Aqueles que só deixam que alguém seja sócio, se gostar da mesma música lá dos chefões do bairro e se carregar umas bobines de gravação durante uns largos meses sem reclamar cartucho lá com os manos. Outros, são daquela secção que me é familiar. Daqueles que gostam de sorrir para a imprensa  por tudo e por nada como se fossem uma estrela de cinema como por exemplo, o Vin Diesel ou o Steven Seagel E sobre esses podia dizer muito.

Isso recorda-me uma conversa que tive noutra madrugada, com uma radialista de Coimbra numa loja de máquinas da Praça da República:

” Eu curto bués é Mogwai e Sonic Youth” – digo eu para uma pessoa que estava comigo, cuja identidade é melhor não revelar.Vira-se a referida menina:

” Curtes?!!” (olhos arregalados quase como que a dizer que já estava aceito no clube) – ” Então vem trabalhar na RUC”

Até que eu ironicamente respondi: ” Não, odeio Mogwai e odeio Sonic Youth e nem que fosse a única opção que me restasse, jamais iria para a RUC. E já agora, gosto de Modest Mouse que é bem melhor”

(Os olhos da menina encheram-se de uma tremenda desilusão e como disse que gostava de Modest Mouse já não era aceite no clube lá da rádio pirata)

Até que de repente perguntei a outro conhecido lá do circulo dos manos: “Oh Zé, tu curtes Modest Mouse?” – e o outro respondeu: “Sim, é bacano”

E a mascara da outra caiu logo ali.

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Comentário elevado a post

O meu amigo Paulo Abrantes decidiu elevar a post um comentário que deixei no Denúncia Coimbrã a propósito do conteúdo deste post.

Não me quero pronunciar mais sobre esta questão, mas quer-me parecer que há individuos dentro do edifício da AAC cujo xeque-mate está próximo.

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