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zeus que eu já não aguento

primeiro a escolha do Vercauteren, um gajo que ninguém sabe quem é, como joga, e até, pelo que se pode ver o que ainda não ganhou.

segundo, as afirmações do Godinho. aqui e aqui.

dois ponto um: Mas afinal o que é que é o ADN do Sporting? Ser um clube cheio de dívidas, com uma boa formação, que não ganha títulos durante décadas seguidas e ainda por cima joga um mau futebol, recheado de jogadores e treinadores que são autênticos erros de casting? Ser um clube dominado por um certo estrato social da cidade de Lisboa que impede quem quer bem ao clube de o dirigir? Ser um clube que forma bem e vende barato e que por vezes também alimenta os rivais com jogadores da sua formação? Ser um clube sem qualquer tipo de ambição? Ser um clube com uma organização interna tosca recheada de conflitos e conflitinhos?

se é um treinador para nos empolgar durante 5 joguitos e ir embora no início da próxima época, mais valia lá ter ficado o Sá Pinto.

dois ponto dois: defender a formação? se querem defender a formação, simples é para o clube viver só dos jogadores que forma. até é melhor. dos actuais 40 milhões de orçamento para lutar pelo 6º lugar, reduzia-se a 5 milhões. se a estratégia do clube passa por isto (lutar com o Nacional e com o Guimarães por um lugar na europa) mais vale deixar de se contratar internacionais de índole duvidosa e jogar com os miúdos que crescem na academia. se calhar, motivados pela vontade de vingar no mundo do futebol, seriam melhores que esses Bouhlarouzes, Rojos, Elias Pranics e jeffrens dessas vidas que vem para aqui completamente relaxados ganhar fortunas e no campo não vingam por aquilo que recebem.

terceiro, eu já não aguento mais.

escrevia aqui há uns dias atrás que já via o sporting a custo, motivado por uma fé inabalável. hoje só vi metade do jogo, sem atenção nenhuma. prefiro boas conversas a ver o sporting neste momento. já chegou a este ponto, o ponto do desinteresse. melhora claramente os meus níveis de saúde.

quarto, eu vejo cenários.

já previa a eliminação na Taça. disse logo ao Borba por sms “quinta vai a Liga Europa”. dito e feito. ainda não estamos fora é certo. mas reduzimo-nos à escala de um videoton e de um genk, equipas que nem sequer chegam aos calcanhares do Rio Ave.

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quem é que manda afinal?

Fala o Eng. Godinho Lopes, Luis Duque, Carlos Freitas, Domingos Paciência, Stijn Schaars, Diego Capel, Oguchi Oneywu. Falam Carlos Xavier, Oceano, Eduardo Barroso, Rui Oliveira e Costa, Dias Ferreira, Pedro Venâncio, Filipe Soares Franco, José Eduardo Bettencourt, Dias da Cunha, Sousa Sintra, José Roquete, Santana Lopes, Paulo Bento, José Peseiro, Carlos Carvalhal, José Couceiro, Costinha, Sá Pinto e até o João Moutinho.

Os problemas do Sporting não se resumem a problemas organizacionais e estruturais motivados especificamente pela falta de organização que é crassa no clube na última década e pela falta de uma estrutura directiva coesa e que demonstre uma única liderança num cenário único, objectivo e ambicioso.

O problema do Sporting é que todos falam. Todos falam. Presidente, SAD, Treinador, Director-desportivo, jogadores, ex-jogadores, ex-treinadores, ex-presidentes, ex-dirigentes e até um médico (que até pode ser muito competente a pegar num bisturi) mas de bola nada percebe. E falam todos segundo moldes dispares: cada um fala por si. Por si e sem autorização.

Cabe ao Sporting combater este flagelo por três simples vias:

1. ou alguém se assume como líder na direcção – não como um líder falso que oscila imagens de túneis de entrada dos balneários entre o neonazismo puro e duro e o vangoghismo desnecessário.

2. Ou o cancro que mina o interior das sucessivas direcções é eliminado nem que seja com métodos violentos.

3. Ou a Comunicação Social (indiferentemente das multas estipuladas pelos regulamentos da Liga; se for necessário o Sporting paga dias e dias de multa) é impedida de entrar nos recintos propriedade do Sporting Clube de Portugal como o FC Porto já fez variadissimas vezes e consequentemente para de criar instabilidade nas equipas do mesmo e com isso obtém duros revezes nas vendas dos seus jornais.

Ambas as opções são válidas e deverão ser mais eficazes quando praticadas em conjunto.

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