Tag Archives: O amor é fodido como o caralho

The Black Keys – Tighten Up

The Black Keys – “Tighten Up” — Álbum: Brothers (2010)

“I wanted love, I needed love
Most of all, most of all
Someone said true love was dead
And I´m bound to fall, bound to fall for you

Oh, What can I do? Yeah

Take my badge but my heart remains
Loving you, baby child
Tighten Up on your reigns
You´re running wild, running wild, that´s true”

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Adeus!

Pidgeon Detectives — “I found out” — Álbum: Wait for me (2007)

” I can’t stand I’m just not fit for yooou oooh
I can’t stand I’m just not fit for you, for you, for you ohhh”

Talvez eu não seja a pessoa indicada para ti. Decerto que tu também não és a pessoa indicada para mim.

Ainda bem que me consideras uma merda! Adeus! Não voltes nunca mais!

Algo que percebi em ti em relação às mulheres, é que elas por vezes aparecem a uma velocidade vertiginosa na vida de um homem. O que leva a que a este caiba por vezes o bom senso de filtrar aquilo que não presta e despachá-las à mesma velocidade a que elas vieram.


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The Spaces Between

Expatriate — “The Spaces Between” – The Midst of This (2007)


” She comes to find me way too soon
And leaves me leaves me way too fast
For my heart, to be anywhere but with the moon
You know its cold out there and it’s dark
Yeah, keep playing a part
In this thing ‘till the end
All good things have an end, oh yeah they do…

(…)


takes so long just to kinda believe
in the scars that we’ve got
in the spaces between
takes so long just to kinda believe
in the scars that we’ve got
in the spaces between

(…)

i truly love you do yeaah
i truly love you i do”

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Armour Love

La Roux – “Armour Love” – Álbum: La Roux (2008)

“You pull on your Armour
You put up defences
Why do you want to?
Because I’m here to protect you
 
So take it easy
I’ll make it so easy
You can lay your head down
And we’ll leave it til tomorrow
 
You seem to believe you belong to somebody else
When you leave me alone in this world
You know that I’m in hell
When you know what it’s like
To be lonely and by yourself(…)”

Não me magoes mais. Por favor, não magoes mais quem sinceramente gosta de ti. Não magoes mais quem te quer ver feliz.

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The Libertines

The Libertines – “Music when the lights go out” – Álbum: The Libertines (2004)

“Is it cruel or kind not to speak my mind,
and to lie to you rather than hurt you?
Well I’ll confess all of of my sins
after several large gins
but still I’ll hide from you,
hide what’s inside from you.

And alarm bells ring
when you say your heart still sings
when you’re with me.
Won’t you please forgive me?

But I no longer hear the music
Oh no no no no no(…)”

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New Order – “Bizarre Love Triangle” – Álbum: Substance (1987)

Depois de tudo o que me fizeste sofrer, reconheço que o meu erro ainda é o de te amar. Vejo-te passear pelas ruas com outro e ainda te consigo amar. Vejo que és feliz com essa pessoa mas que não tens metade da felicidade que tinhas comigo e ainda te consigo amar. Desde o fim, nunca quiseste encetar um único dialogo comigo, mas ainda te consigo amar. A minha revolta não é mais que a transformação de um sentimento em que declaradamente estou louco de saudades tuas. É essa a saudade fulminante que me mata por dentro, que me consome todos os sentimentos e que me impede de ver outra pessoa como te vejo a ti.

Passou 1 ano desde o fim e nestes 365 dias não houve um em que a tua imagem não me viesse à cabeça. As recordações atingem-me na parte mais profunda do meu ser. Sinto falta da tua presença, do teu cheiro, dos poemas que para ti escrevia, da tua voz, dos teus mimos… Sinto falta do tudo que eras para mim. Eras tudo. Continuarás a ser tudo.

Sei que nunca irás voltar, mas ainda te amo.

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Nunca mais irei escrever sobre o amor

“ Olhá-la nos olhos é como descobrir um conjunto de coisas, de sensações, um todo de valores, de bons valores , de simpatia, de amizade, de carinho, de ternura. É descobrir aquilo que roça o perfeito. É descobrir aquilo que nos interessa para sermos felizes.
Olhá-la nos olhos é olhar o infinito e esquecer que possa existir mundo, que possam existir outras realidades para além do seu ser e do seu modo de estar.
Olhar nos olhos como a olhei, é sinal de um amor nato que por ela tenho. É sinal que não só a amo, como desejo puramente toda a sua amizade e tudo aquilo que ela sabe que me pode dar.
É sinal que é ela que quero mais do que tudo nesta vida(…)

(…) aquele sorriso fascinante, aquela boca que procurava a minha língua, aquela simplicidade no andar, aquele ombro que ampara as minhas quedas e  onde me dá conforto chorar sem medo que os homens me descartem da sua realidade, aqueles olhos cerrados naquele primeiro beijo que conto repetir mais vezes durante toda a minha pequena existência”


Introdução ao Capítulo II by João Branco (copyrights reserved)

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Numa cidade a Preto e Branco perto de si

Doves – Black and White Town – Álbum: Some Cities (2005)

“You should follow me down
In satellite towns
There’s no colour and no sound
I’ve been ten feet underground

I gotta get out of this satellite town”

Eramos dois estranhos. Numa cidade a Preto e Branco. Como nos filmes. Eram beijos, eram abraços, eram juras de amor eterno, eram todos os finais felizes possíveis que pretendiamos para nós. Era um corropio de emoções e sentimentos, era a vontade de te dar tudo aquilo que pretendias de mim, era a tentativa de construção de um futuro. Juntos.

Era como se não vislumbrasse mais nada no mundo. Andava cego. Eras só tu que me interessava, portanto acabava só por te ver a ti. Subitamente, deixaste-me sozinho, vazio, frio. Deixaste-me estático, gélido, sem sentimentos. Como se fosse um autómato. Perdido. Envolto numa rotina à qual já me tinha acostumado. Sem mecanismos que me permitissem andar em frente.

No fundo, era um falso amor que nos movia. Era uma falsa expectativa da tua parte em relação a mim. Não estava perto daquilo que pretendias, mas estava longe daquilo que odiávas. Bem sei que o amor é fodido como o caralho. A nossa mente prega-nos partidas quanto a esse respeito. Julgamo-nos amados e no fim de contas, todo o teu amor não passava de uma fantasia, de uma ideia pré-concebida sobre aquilo que pretendias de mim.

Numa cidade a Preto e Branco, tive de me erguer novamente. A estrada tornou-se sinuosa e por momentos não vislumbrei qualquer saída.
Hoje já consigo ver com alguma clareza que carregas a dor contigo. Não podes tocar em alguém sem trespassar um pouco dessa dor. Foi o que me fez pensar que afinal de contas tudo o que tive contigo foi mais uma manifestação da minha exacerbada inocência.

Ao contrário do que muitos pensam, naquela cidade a Preto e Branco, não me fazes falta. Amei-te. Mas tudo não passava de uma extrema ilusão.

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