Tag Archives: Núcleo de Estudantes de Economia da Associação Académica de Coimbra

quando todos se beijam e saúdam na paz de Cristo

A tomada de posse do novo elenco do NEE\AAC não serviu apenas para fazer o culto do líder.

Serviu também para tapar o sol com a peneira e dar vivas a quem se odeia de morte, porque publicamente isso interessa ser feito.

Todos comungam da mesma hóstia e da mesma hipocrisia. Todos comungam do abençoado espírito do tacho, da “nossa competência” e da falsa incompetência de outros, que, para bem da sanidade mental das hordes, sempre se recusaram a alinhar contra aquilo que não sentiam ou não queriam fazer.

Conheço quem viva de espinha dobrada e preste o seu amén a tudo o que é dito. Conheço quem seja narciso o suficiente para promover de forma desenfreada o mais egoísta dos individualismos. Conheço até quem faça figura de bobo no meio de toda a agitação.

Conheço outros cuja integridade merece todo o meu respeito. Conheço poucos é certo, mas conheço.

 

Anúncios
Com as etiquetas , , , , ,

Desculpe lá senhor ministro

Usualmente, quando não sei responder, invento.

Perguntei ao ministro da economia tomando como pressupostos base as suas afirmações de que o governo deve estimular o empreendedorismo jovem e recusando desde logo a ideia do estado no sentido liberal de estado-polícia, se fazia sentido continuar a desinvestir no ensino superior como tem desinvestido e assim aniquilar o futuro a uma boa parte da juventude que hoje frequenta o ensino superior?

A resposta que eu tive da boca de Álvaro Santos Pereira focou-se na necessidade da avaliação de professores pelo mérito, na necessidade de racionalizar os corpos docentes e algumas palavras assertivas acerca da necessidade de um ensino concorrencial.

Não recebi uma resposta que fosse de encontro às necessidades de dotar as universidades de um financiamento justo que permita a sua gestão e funcionamento sem um estigma asfixiante. Não recebi uma resposta que fosse de encontro a uma acção social escolar universal, justa e equalitária. Não recebi uma resposta que dissesse que em tempos de crise tem que se apostar na juventude e na consequente criação de políticas de emprego que absorva os cérebros que saem todos os anos do ensino superior. Nada. Álvaro dos Santos Pereira esquivou-se das minhas perguntas.

Recebi sim o convite para ler as suas opiniões nos seus manuais de economia portuguesa. Terei todo o gosto em ler a sua literatura Sr. Ministro.

O Entre o Nada e o Infinito na pele do seu rosto João Branco pede desculpas ao Álvaro Canadiano e promete que da próxima vez não vai ser tão duro nas perguntas.

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , ,

Adeus. Não voltes mais.

Amanhã termina o mandato de Eduardo Barroco de Melo à frente dos destinos da AAC.

Pelas razões que ele bem conhece, é por mim considerado o pior presidente da história da AAC.

Mesmo assim vale a pena relembrar os “grandes episódios” do seu triste reinado:

aqui – Despede João Alexandre de Secretário-Geral da Queima das Fitas, 4 dias após a sua tomada de posse.

aqui – Volta atrás na sua decisão e readmite João Alexandre.

aqui – Despede o Administrador João Alves por “falta de confiança política” medida que consideramos injusta.

aqui – Azeda a relação com os núcleos, agudizada depois com os obstáculos criados a uma actividade dos pelouros das saídas profissionais do NEE\AAC e do NEG\AAC.

aqui – A meio do mandato moscambilhava para se recandidatar.

aqui – a constante má gestão da sua equipa de trabalho na DG.

aqui – a demissão do Tesoureiro Miguel Andrade na última noite de latada e a chuva de comunicados que se seguiu nos dias posteriores.

Pelo meio ainda tivemos lugar para atitudes nada democráticas em respostas a sócios em Assembleia Magna, o bloqueio de uma deliberação de uma decisão de Assembleia Magna justificada pela falta de “quorum” e porque o presidente da DG não quis dar o braço a torcer aos proponentes da dita moção, a ameaça aqui ao blogger, a compactuação com os mundanos comportamentos da secção de jornalismo, uma manifestação a Lisboa que redundou num enorme fracasso, uma fraca actuação nos campos da política educativa, uma luta incipiente perante os SASUC no cumprimento das suas funções institucionais e nos cortes promovidos na Acção Social, atitudes rebaixistas do bom nome e prestigio da Associação Académica de Coimbra em ENDA, as guerras fracticidas com presidentes de núcleo, com super coordenadores e vice-.presidentes, e ACIMA DE TUDO ZERO DE TRABALHO REALIZADO e ZERO DE RESULTADOS PRÁTICOS.

O seu mandato não deixará saudades no nº1 da Padre António Vieira.

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , ,

desabafos de virtude

Eu acho que o Dino Alves (e a sua equipa), pelas acções que têm desenvolvido ao longo deste ano lectivo\mandato no Núcleo de Estudantes de Economia da Associação Académica de Coimbra, são para mim os dirigentes associativos do ano 2011 na AAC.

Nunca vi, repito, nunca vi um núcleo ou uma Direcção-Geral em 6 anos de AAC trabalhar tanto, tão bem e de forma tão competente.

Tenho dito.

Com as etiquetas , , , , ,

II Fórum Inovação e Empreendedorismo

O Núcleo de Estudantes de Economia da Associação Académica de Coimbra tem o orgulho de apresentar o II Fórum Inovação e Empreendedorismo, que se vai realizar entre a Faculdade de Economia da UC e a Casa das Caldeiras (na Padre António Vieira ao lado da AAC) num evento que pretende consolidar-se como o melhor ciclo de conferências e debates sobre empreendedorismo da zona centro do país.

Segundo nota enviada pelo referido núcleo pode-se ler “O Fórum de Inovação e Empreendedorismo é uma actividade de carácter formativo que pretende apresentar, informar e discutir soluções e conceitos novos para a Economia. Tendo em conta a actual situação da Economia Portuguesa faz todo o sentido que se promovam actividades semelhantes que tragam a debate grandes chavões como “empreendedorismo” ou “inovação”.

É um projecto que reunirá personalidades com um histórico dinamismo nas áreas de empreendedorismo e inovação e académicos de renome nacional que se dedicam ao estudo destas matérias.

Esta actividade é promovida pelo NEE/AAC e decorrerá na Faculdade de Economia da UC nos dias 6 e 7 de Dezembro!”

Para já, o Núcleo de Estudantes está de parabéns pela excelente grelha apresentada, pelos temas que irão ser discutidos e pelos exímios oradores que conseguiu reunir para o efeito.

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , , , ,

As demissões

diário As Beiras, página 8

 

2 demissões, 1 semi-demissão. Faltam ainda 2 demissões, as de Pedro Tiago e Nélson Fonseca.

Todas elas com dois denominadores comuns: falta de confiança política e perseguição pessoal.

Só Eduardo Barroco de Melo é que não sofreu falta de confiança política por parte da Academia. Tenho pena que o mesmo ainda não se tenha demitido depois daquilo que fez durante o ano. No entanto, folga-me em saber que na AAC, Eduardo Barroco de Melo, sai, como diz a giria “pela porta do cavalo”: com 5 demissões no pacote, zero de trabalho, zero de responsabilidade e zero de humildade.

Mas a podridão, a podridão ficou toda na Direcção-Geral...

Porém, o mandato de Eduardo Barroco de Melo não se fica por aqui: deixou que os seus vice-presidentes alimentassem uma candidatura quando o mandato ainda nem sequer ia a meio. Foi completamente enrabado, repito, enrabado em ENDA e nas eleições para o Secretariado de Inter-Núcleos. Por duas vezes, violou os estatutos da AAC: uma quando quis sobrepor uma Feira de Emprego da AAC na mesma altura em que os Núcleos de Estudantes de Economia e Gestão também preparavam uma (infringiu um direito dos núcleos) e outra, quando numa Magna, pura e simplesmente não quis ascultar e cumprir a vontade da maioria dos votantes presentes.

Para compor o ramalhete, ficou assustado com um post de um humilde blogger e ameaçou levá-lo para a barra dos tribunais.

Uma lástima, repito.

Quem aprende é quem está dentro da AAC. Aprende com os erros deste “pequeno” presidente para que o futuro seja melhor. E espero, claramente, que o futuro passe por 2 nomes: André Costa. Espero mesmo do fundo do coração. 

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Breve comentário à Assembleia Magna

Esta Assembleia Magna começa com uma excelente e pertinente intervenção de José Martins. O aluno da FCTUC tocou na “mouche” em mais uma asneirada da grossa desta direcção-geral. Perante um doutoramento honoris-causa de tão ilustre “persona” da lusofonia (Xanana Gusmão), a AAC não se fez representar por ninguém. Tal como o João Martins, não consigo perceber como é que no meio de tanta gente (presidente, 3 vices, 1 administrador, 1 tesoureiro e a quantidade existente de coordenadores-gerais) ninguém marcou presença na cerimónia. Eduardo Melo, roçou novamente a falta de humildade que tem caracterizado o seu mandato e justificou-se que tinha estado com febre. O estudante da Faculdade de Direito Luis Bento Rodrigues acusou-o de o ter visto “à fútrica” nesse dia no largo da portagem. Imaginemos o cenário de que Eduardo Melo estava mesmo com febre. Estar com febre não implica que uma chamada pudesse resolver o problema, enviando outro elemento da Direcção-Geral. O problema é quando vice-presidentes e coordenadores-gerais estão mais interessados em campanhas futuras à Direcção-Geral. Ou existe um novo corte de relações entre o pessoal da DG?

“Não te ficava nada mal um pouco de humildade perante quem te elegeu” – afirmou Luis Bento Rodrigues. A questão já não se trava na falta de humildade por parte do presidente da DG. O presidente da Direcção-Geral, como lhe pude afirmar numa sms enviada à hora, mente. Tanto mente, que mentiu a diversos coordenadores-gerais acerca da chamada na noite em que o João “Chaves” Alves foi demitido. Segundo o presidente da DG (e a Mónica Batista é testemunha porque me disse as palavras utilizadas pelo mesmo; se negar, acuso publicamente a referida rapariga de mentirosa) transpareceu a ideia de que fui eu que lhe liguei de livre e espontânea vontade na célebre madrugada da ameaça, quando foi o Eduardo que me mandou uma sms a pedir para me ligar e após uma pequena conversa em que me pediu que lhe perguntasse primeiro antes de escrever; e aponto a demissão do João por falta de confiança política; perante uma primeira fase em que manifestei a ideia de manter o post que tinha escrito horas antes online, ele pura e simplesmente afirmou esta frase: “então teremos que resolver o assunto em tribunal” ao que eu respondi “vamos então para tribunal Eduardo” – posteriormente, fui eu quem lhe mandou uma sms a dizer que ia retirar o post.
Mais tarde, nesta Assembleia Magna numa defesa de honra perante o Dino Alves, o Eduardo queixou-se que o presidente do núcleo de estudantes de economia lhe cortou o direito “à liberdade de expressão” – fico com a ideia de que o próprio presidente da Direcção-Geral, nessa noite, também me quis limitar esse direito.

Não existe claramente a necessidade de provar isto tudo, porque se alguém envolvido nesta história não revelar tudo o que aqui é escrito por mim, será confrontado em praça pública, e não terei quaisquer problemas em levar este assunto para a Comunicação Social.

O presidente da Direcção-Geral não é, repito, não é capaz de pedir desculpa pelos seus erros nem é capaz de admitir que a sua equipa falhou. Pior que falta de respeito ou falta de humildade, é saber que tudo está a ser um erro e não existir assumpção de culpas. Porém, o Eduardo Barroco de Melo não é o único culpado do fracasso desta Direcção-Geral. O Eduardo não deve assumir sozinho as culpas. As culpas pertencem ao colectivo em geral, e a todos aqueles (que toda a gente sabe quem é) que em Maio, deram a facada final num colectivo que já estava completamente moribundo.

Avanço no terreno e passo para as declarações do Fabian Figueiredo: Tirando toda a filosofia barata com que o Fabian nos costuma brindar (sim, Fabian, não me esqueço do dia em que me disseste que as minhas ideias sobre a Acção Social eram ideias de democracia-cristã!) reconheço-lhe bastante pertinência no celeuma gerado pela entrevista do reitor. Todas, mas mesmo todas as universidades públicas deste país, perante os cortes anunciados pelo Ministério, foram à luta e reclamaram acerca dos cortes executados. Algumas delas, como alguém disse e muito bem tiveram que aumentar as vagas de diversos cursos (sacrificando a qualidade do seu ensino) para por cobro à situação de bancarrota. O Excelentíssimo Reitor da Universidade de Coimbra não reclama e não se une contra o Ministério em prol da instituição que representa. Agravante é, que a UC, continua a prescrever sem dó nem piedade. Amigos meus que estudam noutros estabelecimentos de ensino tem-me dito que as reitorias andam a conceder indultos gerais aos prescritos, passando por cima da lei em prol da estabilidade financeira. A UC continua a prescrever e continua a chutar alunos para fora do ensino superior através de uma regra penosa que bolonha instituiu.

Assunto FAIRe. Os objectivos que levaram o antigo vice-presidente Rui Carvalho a introduzir (de forma muito atabalhoada, muito mal explicada, muito mal votada) o assunto FAIRe já surtiram efeito. Desde cedo que esses intuitos foram revelados aqui neste espaço. Rui Carvalho pertence agora aos corpos dirigentes de referida plataforma. A AAC ficou ou não ficou a perder, pergunta-se? Claro que ficou. Tirou legitimidade às deliberações de Assembleia Magna e como tal, espero que o novo presidente da AAC tenha o bom senso de desligar a máquina da FAIRe no próximo mandato.

Conselho Fiscal – Depois da enorme explicação do Jorge Dantas, que a mim não me pareceu mais do que uma explicação maçuda, foi com algum gozo que vi o Carlos Barandas no palanque a afirmar “se tiverem algum problema, façam favor de enviar para o Conselho Fiscal” – pois bem, as pessoas até podem enviar para o fiscal. O problema põe-se é no timing em que o fiscal vai avaliar e responder à situação. Se o fiscal demorar tanto tempo como demorou nas resoluções tomadas acerca da Secção de Gastronomia e da Secção de Voleibol, mais vale esperar sentado…

Dino Alves vs Eduardo Barroco de Melo – Tenho que dar razão ao Dino. Não posso descurar, pelo que sei, quem é uma guerra política de parte a parte. Neste caso, legamente, o Dino tem toda a razão no que toca a estatutos da AAC. É pena que esta confusão se tenha gerado por pura inimizade entre os intervenientes. O Dino completa a razão, quando pede para que não se questione o seu trabalho e o trabalho da sua equipa – É legítimo afirmar que este Núcleo de Economia tem feito muito mais trabalho em muito menos tempo do que a Direcção-Geral inteira.

Eduardo Barroco de Melo e os SASUC – Eduardo afirmou que recebeu uma resposta positiva por parte dos SASUC no que toca ao problema do pagamento das residências. Eduardo afirmou que os SASUC não estão a exigir. Pois bem meu caro, os SASUC nunca exigem nada aos estudantes. Apenas mandam emails a convocar reuniões de semana a semana com os estudantes que entram em incumprimento e fazem-lhes a vida negra até que o seu objectivo de expulsãopagamento (muitas vezes os estudantes não tem condições para pagar as dívidas que tem perante a instituição) seja finalizado. Mais uma vez, o presidente da Direcção-Geral não quis marcar uma posição na defesa dos direitos dos estudantes e apenas questionou os SASUC. O seu mandato é até Janeiro. Até lá, creio que muitos dos nossos colegas irão abandonar o ensino superior por culpa dos SASUC. Quando é que o presidente da DG tenciona bater com o punho na mesa dos SASUC e fazer uma demonstração de força e união dos estudantes da Academia?

“Infelizmente, não estão aqui nem perto dos 4 mil que elegeram esta DG” – afirma Eduardo durante as votações das moções. Infelizmente, diz muito bem. Não é nada que o Entre o Nada e o Infinito já não tenha questionado. Resumindo e baralhando, aqui o blogger é certeiro em algumas coisas que diz, mesmo apesar de na Direcção-Geral o considerarem “exagerado” e “extremista”.

Eduardo Barroco de Melo esteve bastante bem no ponto 2. Foi claro e simples no que toca aos cortes no financiamento da UC e em relação aos pontos negativos que o novo regulamento de atribuição de bolsa apresenta para os estudantes. Renata Cambra e Sílvia Franklim sobem ao púlpito para fazerem boas e válidas declarações. A estudante da FDUC Catarina Ângelo também apresenta um bom discurso, afirmando que neste momento, o dinheiro que o governo disponibiliza para empréstimos bancários é superior em relação aquele que disponibiliza para Acção Social Escolar.

Não concordo com o Luis Bento Rodrigues na questão dos 60% dado que a UC permite até agora a inscrição a um limite máximo de 72 ECTS (ou 78 ECTS para alunos que possam terminar a licenciatura e excedam até 6 ECTS esse limito imposto sob autorização do Reitor) – como a inscrição pode flutuar em mais 12 ECTS em relação ao que é permitido, um aluno que atinja 60% deverá ter feito no mínimo 42 ECTS e como tal, obteve aprovação ao ano lectivo. Se obteve aprovação é sinal que trabalhou para obter aprovação mínima. Não se pode tirar a bolsa de estudo a um aluno que fez 38, 40 ou 41 ECTS porque no fundo obteve aprovação.

Depois segue-se a resposta do Rafael Duarte. Rafael, não te custava nada mencionares que andas a ler o Entre o Nada e o Infinito. O coordenador-geral da Pedagogia perguntou a Luis Bento Rodrigues “”não há uma relação entre o endividamento do agregado familiar e o sucesso do estudante”.
Tenho que dizer que levantou algo que o Entre o Nada e o Infinito já tinha tocado num outro post.

Este trecho que abaixo transcrevo, dá a minha opinião acerca do aproveitamento escolar ao Luis e realça que a ideia do Rafael não é virgem no meu pensamento: “Quanto ao aumento do aproveitamento escolar para 60%, considero-o obviamente injusto. Deveria manter-se nos 50% de aprovação mediante o número total ECTS a que o aluno se inscreveu. Todos os bolseiros sabem que precisam de se aplicar para continuar a usufruir dos benefícios estatais. Por isso, 50% de aprovação acaba por ser uma percentagem justa. Se o aluno fizer esses 50% é sinal que o seu desempenho representa o mínimo que se lhe era exigido. Por outro lado, sabemos que ao aluno podem acontecer infortúnios. E esses infortúnios devem obrigatoriamente ser precavidos por esta lei. Desde que devidamente fundamentados, os alunos que tiveram dificuldades durante o ano escolar (estiveram ausentes por falta de recursos económicos; tiveram um acidente grave; doença grave: doença familiar; infortúnio pessoal) deveriam ser salvaguardados com a hipótese de não perderem a sua bolsa de estudo no ano lectivo seguinte.”

E Luis Bento Rodrigues corrobora a minha opinião: “”por isso é que deve haver uma cláusula que preveja situações de limite”.

Mais uma vez, o blogger serve de inspiração à actuação da Direcção-Geral.

Já o coordenador da Acção Social está como se diz na giria “a nanar na forma” – não são estudos entre estudantes deslocados e não-deslocados que vão resolver o problema.
O meu amigo coordenador da política educativa ainda não falou… Resume o que tem sido o seu trabalho na DG: ZERO.

A questão da privatização das cantinas nem merece o meu comentário, porque é absolutamente sórdida a posição contra da AAC. Espero que o Mr. Pizza e o McDonalds comecem a ter prato social pois senão qualquer dia ir comer ao Mac começa a ser mais barato que ir comer às cantinas.

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

CSI Académica

Não, não venho opinar sobre isto. Mas, vontade não me falta.

Desde há muitas décadas a esta parte, a conhecida marca “Nacional” adoptou como estratégia de marketing para escoar os seus produtos o slogan “O que é Nacional é bom”. Tal slogan não poderia estar mais errado no que toca ao caso da Académica. Na AAC, o slogan mais deverá assemelhar-se a “se é política ou dinheiros, deve-se desconfiar do produto” ou neste caso das intenções que estão por detrás do produto. Publicidades à parte, não vos venho falar da caça ao tesouro ao bago desaparecido, mas sim do último Conselho Inter-Núcleos.

Para quem se lembra daquela terrível série policial com que a SIC nos brindava todas as madrugadas (ainda brinda?) intitiulada de CSI Miami, será fácil para vós recordarem-se do gesto que “Horatio Cane” (personagem fictícia que era o chefe dos chefes lá dos investigadores) fazia antes de concluir cada episódio e arquivar o caso: retirava os óculos.

Por detrás de “Horatio Cane” estava uma autêntica máquina de investigadores que era capaz de descobrir os assassinos nem que derramassem 0,000000000000001 ml de sangue no roupão da vítima ou na sua peúga. Nem mesmo “Horatio Cane será capaz de vir ao nº1 da Padre António Vieira tentar descobrir quem levou o dinheiro, perdão, o bago.

Pois bem, no último Inter-Núcleos, o nosso Amável Zé (segundo a consulta deste blog a 3 presidentes de núcleo sobre esta questão) fez questão de brincar aos CSI na Padre António Vieira.

Na berlinda, a reunião servia para eleger o secretariado permanente do Inter-Núcleos, ou seja, para que mais alguém pudesse postar a obtenção de mais um tachinho na sua página de facebook.

À moda da Académica, Eduardo Barroco de Melo lançou nas fileiras o presidente do seu núcleo, o de bioquímica. O sempre Amável Zé lançou Ricardo Quaresma, o presidente lá dos Mecânicos do Pólo II, não o jogador de futebol.

Eis que Dino Alves, presidente do NEEAAC decidiu por cobro aquela aventura da dupla da DG candidatando-se ao tal secretariado. E Dino, retribuíndo a amabilidade de o terem tentado passar a patacos, lá venceu com 9 votos contra 8 do presidente do núcleo de mecânica e 3 por parte do presidente de bioquímica, cujo nome não me lembro mas também não deve interessar ao Menino Jesus.

O Amável Zé, desconfiado com a coisa decidiu investir pessoalmente, numa índole,  de calmamente ir buscar os votos dos presidentes de núcleo e a acta das assinaturas das presenças da reunião para investigar as tintas dos documentos com o âmbito de ver quem tinha votado em quem. 

Esperto este nosso amável colega. Assim, facilmente o Zé queria conseguir descobrir quem traiu os Consules da AAC e quem se prepara para ajudar os Brutus deste mundo a tentar a machadada (sim porque a ser facada tem que ser com uma faca japonesa) no Consulado do 2º piso.


Com as etiquetas , , , , , , , , , , , ,

Reinventa Coimbra


(clicar sobre a imagem para ler o artigo com mais definição)

“Reinventa Coimbra” é uma excelente proposta lançada pelo Núcleo de Estudantes de Economia da Associação Académica de Coimbra (NEEAAC) no âmbito da 13ª edição da Semana Cultural da UC.

A ideia é dar a oportunidade aos estudantes que queiram participar de pensar a cidade de Coimbra, através do “lançamento de propostas novas e arrojadas para a agenda cultural e política de Coimbra.

Para esse efeito, o NEEAAC instituiu 4 prémios, todos eles no valor monetário de 250 euros. Posteriormente, as propostas vencedoras serão apresentadas à Câmara Municipal de Coimbra.

Como parceiros nos concursos, o NEEAAC tem o Clube de Empresários de Coimbra, a Caixa Geral de Depósitos, a Câmara Municipal de Coimbra e a Afirma Design que criou o site do concurso, onde podem ser conhecidos os prémios, o regulamento do concurso e a data limite de entrega das propostas: www.reinventacoimbra.com

Com as etiquetas , , , , , , , , , , ,