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e eu concordo

Final do Campeonato do Mundo de Clubes.

Corinthians vs Chelsea

Oscar é para mim o médio do futuro. Desde o mundial de sub-20 que já tinha esse estatuto. Ainda espreitei alguns jogos do Internacional de Porto Alegre para confirmar as dúvidas que me restavam. É, desde que sigo a Premier, o 2º brasileiro a assentar que nem uma luva no futebol de terras de Sua Majestade. O primeiro, pelas características óbvias e tão diferentes do Brasileiro comum foi Gilberto Silva. De características diferentes da do antigo internacional brasileiro que teve a sorte de um dia ser chamado por Scolari para um Campeonato do Mundo devido à lesão de Emerson (designado em Itália como O Velho), Óscar também ele tem características que não são comuns no típico médio canarinho: é simples e não opta pelo típico futebol rendilhado, tem uma técnica acima da média, é talentoso e eficaz no passe curto e no passe longo e remata com alguma eficácia de meia distância. Para o meio campo dos relvados ingleses, onde o futebol rápido e nem sempre bem jogado obriga a que os médios sejam soltos, rápidos e eficazes na distribuição de jogo, Oscar é peixe dentro de água.

Sabendo que não ia ser titular contra o Timão (deve-lhe ter saltado a tampa obviamente; apesar de ter vindo para o Chelsea do Inter, Óscar foi formado no São Paulo e só um São Paulino sabe o ódio que essa estirpe tem aos galinácios, vulgo, Corinthians) o médio brasileiro deverá ter dito acerca do seu treinador Rafa Benitez algo como “ele é louco” – e é de facto.

Há uns anos atrás, fruto das vitórias com o Valência na Liga Espanhola e Taça Uefa em 2004 (com muito mérito diga-se) e do Liverpool na Champions em 2005, Benitez era posto no pedestral de José Mourinho. O tempo veio a confirmar que o espanhol não faz sombra ao Português. Em nada. Há que relembrar os exitos de Benitez na premissa dos planteis do Valência de 2003\2004 e do Liverpool da época seguinte: autênticas máquinas de futebol. Com recursos, o futebol prova que tudo é possível.

Depois do sonho veio a desilusão. Benitez teve quase a fazer do Liverpool campeão (já não acontece desde 1991). Quase, não fosse o fantástico futebol do Manchester de Ronaldo. O modelo Benitez (muito parecido com o modelo Wenger só que executado apenas o recrutamento de jovens espanhóis esgotou-se) e com ele também se esgotou a paciência de um clube atolado em dívidas. Veio a era Gilette e Benitez, como qualquer treinador sem resultados, foi posto no olho da rua. Passados alguns anos, apanhou o restolho da era Mourinho no Inter. Como qualquer restolho deixado por Mourinho, Benitez não teve no Inter aquilo que nunca teve (Segundo os especialistas da bola) em qualquer clube por onde passou: mão-de-ferro. Ainda os jogadores campeões europeus do Inter de Mourinho choravam a saída do Português para Madrid e já Benitez era posto no olho da rua.

Veio o Chelsea. Campeão europeu em título. É certo que Di Matteo foi, até hoje, o mais improvável campeão europeu. Apanhou um Chelsea em ruínas depois da passagem do furacão Villas-Boas. Apanhou um Chelsea a meio de uma eliminatória europeu com um 1-3 servido no San Paolo em Napoli, onde, diga-se de passagem, o Chelsea levou um cheiro de bola tão grande que merecia ter saído da Bella Napoli não com 3 mas com 6. E na 2ª mão, com um Super Napoli (recordo-me do golaço apontado pelo Gokhan Inler) Di Matteo e os jogadores viraram uma eliminatória que 15 dias antes parecia perdida. Isto sem falar que depois do Benfica (onde o emblema da Luz fez tudo para merecer o apuramento), o Chelsea vai dar aquele recital táctico a Nou Camp para depois vencer o tão desejado sonho de Abrahamovic na final contra o Bayern.

Ainda no êxtase da vitória europeia, Abrahamovic deu condições ao técnico italiano e reforçou a sua confiança e plantel. O Chelsea tem de longe o melhor trio de médios do futebol britânico: Hazard, Oscar e Mata. E por detrás deste trio ainda existe um Lampard, que apesar da idade, ainda aparece de vez em quando para mostrar o velho Lampard do passado. Di Matteo, como se esperava, confirmou o lucky shot obtido pela champions e não teve unhas para tocar a guitarra que Abrahamovic lhe tinha dado. A paciência do Russo esgotou-se quando não devia e para o seu lugar contratou Benitez que em tantos jogos ainda não acertou uma. Moral da história: por mais mal que um campeão europeu se esteja a portar, é quase regra de ouro (ainda mais no futebol britânico) que o treinador campeão merece mais oportunidades daquelas que mereceu Di Matteo. Ainda mais, quando é substituído por um louco.

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À 6ª foi de vez

De que vale vencer a mesma equipa 5 vezes se à sexta uma derrota dá de bandeja o título à outra equipa?

Assim aconteceu em Nou Camp. De um lado, um Mourinho inteligente aplicou a receita que já tinha dado frutos nas meias-finais da Champions em 2010 em Nou Camp com o Inter e que Roberto DiMatteo limitou-se a copiar no encontro de quarta-feira em Stamford Bridge. Do outro lado, Pep Guardiola foi traído por uma equipa que batalhou muito, que criou muito mas que não foi capaz de concretizar as oportunidades, também um pouco à semelhança do que o Barça (não) fez em Londres a meio da semana.

Mourinho desenhou a táctica perfeita. Colocou a equipa num estilo ultra-defensivo, numa cópia clara do que já tinha feito 2 anos antes com o Inter na Catalunha. Em 4x5x1 desdobrável para 4x3x3, apostou num meio campo coeso formado por Alonso, Ozil e Khédira. Nas alas, Ronaldo e DiMaria tinham ordens para fechar as alas perante as intromissões ofensivas de Dani Alves, Tello, Adriano e Iniesta e para sair para o contra-ataque sempre que possível. Na frente, Benzema era o único que tinha ordens para não defender e tinha como missão fazer pressão alta aos jogadores lá de trás (Mascherano e Puyol) de modo a evitar, pressionar e complicar a construção que é feita de trás pelo Barcelona.

O ataque do Madrid resumia-se exclusivamente ao contra-ataque.

Já Pep foi traído nas suas escolhas. Muito se pode dizer sobre este Barcelona. Certo parece-me dizer que psicologicamente começa a ser difícil a Guardiola motivar os seus púpilos para vencer. O ciclo do futebol é mesmo este: quando uma equipa constituída genericamente pelos mesmos jogadores (como o Barça) vence tudo o que tem para vencer (variadas vezes em variadas competições) na última década, começa a necessitar de caras novas, de um novo ciclo.

De Mourinho já se esperava o que aconteceu em Nou Camp. Os primeiros minutos mostraram um Real retraído, defensivo, pressionante no meio campo e capaz de resolver os problemas de maior que o ataque do Barça ia causando esporadicamente para numa 2ª fase partir em velocidade para cima da defensiva do Barça, ora por Benzema ora pelas intensas arrancadas de Cristiano Ronaldo. Iniesta e Xavi tentavam construir mas Sérgio Ramos e Pepe não davam veleidades no último reduto dos madridistas. Messi andou dentro e fora do jogo. Quando esteve dentro tentou as suas incríveis jogadas pelo centro do terreno. Quando isolado na cara de Casillas não foi capaz de finalizar ao seu jeito.

E o Madrid aproveitou logo nos primeiros minutos da partida, num lance onde Victor Valdés acaba por ter culpas partilhadas com os seus centrais: o guardião do Barça saiu em falso e Khédira, embrulhado na pequena-área conseguiu (parece-me em fora-de-jogo) dar o toque desejado ao cabeceamento de Pepe.

E o Real começava a surpreender.

O Barça enervou-se com a ousadia do Real e tentou sair para o meio-campo Madridista em busca do empate. À “ausência” de Messi em certas partes do jogo, Iniesta tentou fazer de Messi e por várias vezes tentou ele furar a defesa madridista. No entanto, exceptuando as perdidas de Messi e Aléxis na 2ª parte, Casillas não teve grande trabalho durante a partida.

Na 2ª parte, um pouco mais do mesmo. O Barça carregou muito no ataque, mas no fim, o jogo dos catalães resume-se ao ditado de “muita parra e pouca uva”. O Real continuou fechadinho na defesa e assente no contra-ataque. A eficácia do Barça foi escassa. Tello teve tudo para o empate mas atirou muito por cima. Aléxis entrou e marcou com alguma sorte. Fabrègas (encostado injustamente a uma ala) e Pedro Rodriguez (entrado numa fase de desespero) foram soluções infeliz que vieram do banco catalão.

Até que Ronaldo calou o camp-nou num lance de jogador.

Mourinho e os seus jogadores geriram a vantagem com muita tranquilidade. Do banco madridista, o português colocou Granero em campo para continuar a segurar o reforçado meio-campo Catalão. Callejón entrou para segurar a bola lá na frente e Higuaín já entrou para queimar tempo em período de descontos. No campo, os que lá estavam continuaram a segurar os ímpetos do ataque catalão e pelo meio, ora Coentrão ora Ronaldo iam quebrando o ritmo de jogo do Barça com algum anti-jogo.

E Mourinho vence justamente o título.

Guardiola assumiu a derrota e deu os parabéns ao português pelo “campeonato” – o Barça atira literalmente a toalha ao chão no que diz respeito a Liga Espanhola. E deve recuperar rapidamente pois na quarta-feira terá Di Matteo e o Chelsea a praticar mais um pouco da receita Mourinho.

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História do Futebol #2

Primavera de 1999. Nou Camp, Barcelona. Duas das equipas que marcaram a década de 90. De um lado, o Manchester United, meia selecção Inglesa. De outro lado, o Bayern de Munique, meia selecção alemã. Sir. Alex Ferguson, cravejado de títulos na década contra Ottmar Hitzfeld, na altura, o treinador da moda entre os Germanicos com a proeza realizada em 1997 ao serviço do Borussia de Dortmund.

United com um onze de luxo: Schmeichel na baliza (seria o último jogo oficial do gigante dinamarquês nas balizas do clube de Manchester antes de se transferir para o Sporting) Gary Neville à direita da defesa, Ronny Johnson e Jaap Stam ao centro, Dennis Irwin, o pequenino irlandês a completar a defesa na esquerda. Meio-campo de sonho. Na falta (nesse jogo) do implacável Roy Keane, Nicky Butt era aquele que tinha como missão movimentar o meio-campo. Butt não era um talento extraordinário, antes era aquele trinco que sabia sair a jogar e na calada de momento, dava o equilíbrio necessário que a equipa necessitava do ponto de vista defensivo. Giggs jogava a 10. Jesper Blomqvist era o médio-esquerdo e David Bechkam era o senhor dos cruzamentos na direita. Na frente, dois bulldozers; Dwight York e Andy Cole.

No lado alemão, o gigante Oliver Kahn enchia a baliza. A defesa era composta por Marcus Babbel na direita, Thomas Linke na esquerda, Lotthar Matthaus (já retirado a central) e Samuel Kuffour no centro do terreno. No meio-campo, triplo-pivot defensivo com Tarnat, Jens Jeremies e Mario Basler. Mais à frente, Effenberg era o grande motor do ataque bávaro, que tinha então, como expoentes máximos duas traves: Carsten Jancker e Alexander Zickler.

No banco de ambos os lados, jokers, que iriam\poderiam decidir a partida. Do lado do United, os avançados Solskjaer e Sheringham. Do lado do Bayern, o elegante Mehmet Scholl (o único médio tecnicamente perfeito do Bayern dessa década) estranhava a titularidade e só haveria de entrar aos 71″ quando Hitzfeld queria defender a vantagem de 1-0 construída com o golo de Mario Basler aos 5 minutos.

Lembro-me perfeitamente da forma como o Bayern vulgarizou por completo o Manchester United de Ferguson. 3 bolas que bateram com estrondo na barra. Um manchester completamente encostado às cordas durante 90 minutos, ofegante, sem soluções. A dada altura da partida, Gabriel Alves, na altura o comentador de serviço da RTP esgrimia algo como “Ferguson deve-se dar muito por contente porque pelo caudal de jogo do Bayern será uma sorte não sair de Nou Camp goleado”. Não saiu.

Sheringham, o alto e fino avançado que anos antes tinha provado o amargo alemão no Euro 96, perante Sua Majestade de tribuna vip em Wembley frente a alguns destes mesmos alemães nas grandes penalidades que haveriam de afastar os ingleses do sonho do título europeu, iria entrar aos 68″ para 22 minutos mais tarde assinar o golo do empate numa fase em que o Manchester já atirava a sua sorte para um monte de jogadores na área em puro desespero.

Seria mesmo no final, Peter Schmeichel a baralhar as contas aos alemães. Subiria à area adversária para baralhar as marcações e causar pânico à defesa de Hitzfeld. Com exito. O segundo suplente a sair do banco de Ferguson, Solskjaer, haveria de estar no sítio certo para dar mais uma Liga dos Campeões ao clube de manchester.

Hitzfeld não queria acreditar como tinha perdido aquela final. A história haveria de o compensar anos mais tarde com uma vitória na competição em final disputada contra os espanhóis do Valência, clube cuja ingratidão com a competição é mais que muita dado o facto de terem perdido duas finais consecutivas.

Hitzfeld tem o seu nome inscrito na história do Bayern a letras de ouro. 5 Bundesligas, 1 Liga dos Campeões, 3 taças da alemanha e 1 campeonato do mundo de clubes em 7 épocas efectivas de Bayern. A juntar a mais 2 bundesligas e 1 liga dos campeões ao serviço do Dortmund, é um dos gloriosos alemães. Mas a história não se esquece que poderia ter mais uma vitória na Liga dos Campeões se aquela noite de Barcelona não tivesse atingido um profundo estado de sonho e depressão…

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futeboladas

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Início de época complicado para o Borússia de Dortmund. Os campeões em título venceram em Mainz por 2-1 num jogo muito sofrido onde haveriam de triunfar já depois da hora. Com as suas estrelas (Gotze e Barrios) a um ritmo intermitente devido a problemas físicos, o Dortmund é 13º com 10 pontos, e não só tarda em confirmar o estatuto de campeão em título como reforça o argumento de que na Bundesliga, uma época de excelência pode ser sucedida por uma época de fracasso.

O croata Ivan Perisic, jogador contratado ao Club de Brugge que no ano passado se tornou o melhor marcador da Liga Belga, voltou a ser decisivo no Dortmund e tem sido para já uma das agradáveis revelações dos campeões Alemães.

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Existem situações no futebol que fazem os adeptos pensar que os jogadores sabotam propositadamente o trabalho dos treinadores. A situação do Inter de Gianpaolo Gasperini (despedido a meio da semana depois de uma humilhante derrota no campo do recém-promovido Novara) é uma destas situações. Muitas vezes basta apenas que os jogadores não gostem do método pelo qual o treinador orienta os treinos ou até as regras de conduta incutidas ao respeito pelo mesmo. O Inter apostou em “vaca velha” de nome Ranieri mas não creio que seja com o mesmo que a coisa endireite. Ranieri é talvez uma das piores escolhas que um clube de serie A (ainda mais o Inter com o seu historial e objectivos) pode fazer, mas…

A boa forma interna do Valência caiu em terra no Sanchiz Pizjuan

Kanouté provou que ainda está aí para as curvas e Ever Banega não conseguiu (no final da partida) disfarçar a tristeza por ter falhado uma grande penalidade que poderia ter dado o empate aos Valencianos.

Pelo que vi a meio da semana, esta equipa do Valência tem muita qualidade e precisa de ser mais trabalhada. Creio que a luta pelo 3º lugar em Espanha será acesa entre Valência, Atlético e Sevilla. Pelo andar da carruagem dos grandes, arrisco-me mesmo a dizer que as distâncias para os dois colossos do futebol espanhol será mais suave nesta época.

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Afirmar que se quer lutar pelo título não pode ser algo que saia apenas da boca para fora. O Leverkusen cumpriu o seu primeiro grande jogo na Bundesliga e saiu completamente derrotado da Allianz Arena por 3-0.

Robben está bastante vistoso desde a grave lesão que o afastou praticamente da última temporada. Toni Kroos e Thomas Muller comprovam a cada jogo que passa que são jogadores que qualquer treinador na europa gostaria de ter nas suas equipas. Encanta-me também Luis Gustavo, trinco Brasileiro que o Bayern contratou no mercado de inverno da temporada transacta ao Hoffenheim – é um jogador bastante aguerrido que faz lembrar Van Bommel pela raça que enfrenta os lances. Tem uma significativa melhoria técnica e de passe em relação ao Holandês na hora de armar jogo.

O Leverkusen, apesar do excelente ataque que possui (Ballack, Kiessling, Castro, Schurle) é uma equipa muito organizada defensivamente… até lhe marcarem um golo cedo! Pode ser um autêntico carrasco quando as equipas adversárias não conseguirem marcar nos primeiros 45 minutos, mas, quando sofrem nos primeiros minutos é uma equipa incapaz de se reorganizar e partir para a reviravolta do marcador.

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Goleada da semana. No futebol Holandês.
O PSV não foi de modas e o resultado é o que se vê.

O extremo Mertens (contratado neste defeso ao Utrecht) fez poker e confirma o excelente início de época pessoal e do clube. Prepara-se talvez para rumar à laranja mecânica. Os restantes golos foram apontados pelo internacional Strootman, Toivonen e Matavz. O PSV é 4º com 14 pontos, os mesmos do Feyenoord, a 1 do Twente e 2 do líder e campeão em título Ajax.

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A apostar mais na juventude talentosa que vai saíndo gradualmente das suas camadas de formação, o Lyon soma e segue. Depois da vitória contra o Marselha (2-0) e do deslize contra o Caen a meio da semana, o Lyon bateu o Bordéus na 8ª jornada da Ligue 1.
Clement Grenier, Maxime Gonalons e Alexandre Lacazette tem sido apostas ganhas no 11.
O Lyon lidera a Ligue 1, em igualdade pontual com Toulouse e PSG.

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Ronaldo ajudou a resolver aquilo que Michu tornou muito complicado logo ao 1º minuto. Varane mostra ser um central de qualidade, mas a falta de entrosamento com Albiol foi notória. Notória também é a intranquilidade que se vive no clube.

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Jogo grande na Holanda. O empate mantem tudo na mesma. Ajax na liderança.

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Javier Pastore é grande demais para este clube e para este campeonato.

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Gregório Manzano prometia um Atlético acutilante e sem medo em Nou Camp. Embalado pelas boas exibições da equipa, o técnico afirmava na conferência de imprensa de antevisão ao jogo que o seu atlético tinha jogadores com fome de título.
Em Nou Camp a história foi diferente – Messi puxou dos galões e afundou a nau madridista com um fabuloso hat-trick. Manzano aprendeu a diferença entre o querer e o poder.

O Vasco soma e segue. Mesmo sem o técnico Ricardo Gomes (a recuperar de um acidente vascular cerebral sofrido em Agosto a meio do jogo contra o Flamengo) a turma Vascaína está virada para vencer o Brasileirão e dedicar ao seu treinador.
Desta feita, a vítima foi o Cruzeiro. 3-0 o resultado. O Vasco de Felipe Bastos, Eduardo Costa e Eder Luiz segue na frente do Brasileirão à 26ª jornada com mais 2 pontos que o Corinthians de Liedson (venceu o Bahia nesta ronda) 3 que o São Paulo e 4 que o Botafogo. Já o Cruzeiro está a fazer um campeonato decepcionante – a turma de Belo Horizonte está em 16º lugar e apenas 4 pontos a separam do 1º lugar abaixo da linha de água que é ocupado precisamente pelo rival Atlético Mineiro.

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Talento


Messi apresentou o 2º balon d´or da sua carreira em Nou Camp e deu um show de bola frente ao Bétis. Clássico!

No entanto, a noite ficou marcada pela assistência de Iniesta para Seydou Keita no 5º golo do Barça. Ó Iniesta, já deverias saber que não podes fazer essas brincadeiras senão nem brinca mais contigo.

A falar em Bétis, Ricardo rescindiu hoje! Com as portas do Sporting fechadas, Ricardo deverá assinar em breve por grandes colossos europeus como os Forcado Amadores “Unidos do Montijo”.


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Dia de clássico em Barcelona


Disputa-se hoje um dos jogos mais aguardados do ano!

O mundo vai parar para ver jogar Barcelona e Real Madrid, num clássico de emoções ao rubro!

Para além do duelo entre as duas equipas, há uma série de mini duelos a disputar. Lionel Messi contra Cristiano Ronaldo, José Mourinho (ex-adjunto do Barça durante anos) contra Pep Guardiola (comandado de Mourinho nos anos de Barcelona).

Que vença o melhor! Que seja um grande espectáculo de futebol!

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