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não existem telemóveis. nem assessores

Este governo cai no descrédito dia-após-dia. São umas atrás das outras.

Primeiro o desvio era e não era colossal.

Segundo, há uns meses atrás o primeiro-ministro afirmou que os cortes nos subsídios de férias e de natal eram uma medida temporária. Agora já são para manter até 2015 segundo a sua óptica, óptica diferente do Ministro das Finanças.

Pedro Passos Coelho afirmou há uns meses atrás que Portugal regressaria aos mercados de emissão de dívida em 2013. Agora já é em 2014. Para Miguel Relvas continua a ser em 2013. É Relvas quem comanda os destinos do país ou o Primeiro-Ministro voltou a revelar a sua veia de mentiroso compulsivo?

Se não houvessem os meios de comunicação que existem hoje, até poderiamos desculpar estes lapsos. Ou então isto é sinónimo que já ninguém se entende no governo. Ou então é sinal que estes temas cheiram a esturro. Querem continuar a acreditar nestes vendedores de pesadelos?

Francisco Louça, indivíduo que prezo bastante enquanto economista (e odeio como político) teve hoje uma das afirmações mais acertadas que lhe ouvi: “se portugal receber um segundo pacote de ajuda durante esta legislatura, o governo terá que cair” – nada mais acertado poderia ter saído do líder do Bloco de Esquerda. Até na possibilidade de um 2º resgate a doutrina diverge. A Fitch, no seu relatório sobre Portugal afirma essa possibilidade caso a recessão prevista para o ano 2012 seja superior à esperada. Tanto o BCE como o FMI como Vitor Gaspar negam a possibilidade de se consumar um 2º pacote de ajuda, mas Vitor Constâncio (aquele que no banco de Portugal nunca acertava uma previsão de crescimento económico) afirmou que essa hipótese nunca poderá ser descartada. Outros economistas vêem como inevitável uma 2ª ajuda a Portugal pelo simples facto das medidas de austeridade não estarem a ser acompanhadas de um sólido plano de crescimento económico. Ou seja, estamos a cortar em tudo para no fim se atingir um estado económico pior daquele em que estavamos quando Sócrates pediu ajuda externa.

O grande problema da não existência de um plano de crescimento económico para o país não advém da falta de soluções governamentais. O nosso Álvarinho Canadiano está tão confuso daquela cabecinha (nem os livros de economia portuguesa o podem salvar) que no meio de tanta papelada no seu super-ministério apenas consegue sacar como virtude a possibilidade de tornar o país apelativo a investimento externo, seguindo mais uma vez a opinião exterior dos megacorporativistas do Fundo Monetário Internacional. Tanto é que esta nova revisão do Código do Trabalho não foi mais do que tornar “sexy” o nosso país para a entrada de investimento estrangeiro ao jeito de “entrás cá, investes algum e a gente trata de meter o preguiçoso operário portuga a produzir para ti a níveis aceitáveis a troco de uma malga de arroz como os Chineses. Não te preocupes se tiveres de despedir porque no mesmo dia não só não te fica tão cara a indeminização do trabalhador em causa como terás mais 15 à disposição com um salário ainda mais baixo do que aquele que despediste”.

Onde é que entra a hipocrisia neste post?

Relembramos a estratégia do Álvaro quando este dizia que o crescimento português também se deveria assentar no empreendorismo jovem. Com que meios pergunto eu?

Nas Universidades, são mais os excluídos que os incluídos.

Nas Universidades não há dinheiro para desenvolvimento tecnológico.

Os cérebros que saem das Universidades são convidados pelo governo a emigrar.

Os bancos fecham as suas linhas de crédito para investimentos a partir do zero. Teremos que ir bater às portas da Cofidis para montar a nossa empresa?

As linhas de apoio do Estado à iniciativa empresarial e às existêntes PME´s está longe de ser o desejável.

Os números relativos ao aforro, poupança e investimento dos portugueses são os piores desde 1993 (se bem que o Estado só os irá apresentar em Junho).

O consumo diminui a olhos vistos, principalmente entre os produtos de fabrico nacional. Medidas proteccionistas? Já lá vai o tempo disso. Um país que não é capaz de escoar a sua produção poderá manter o emprego existente e poderá efectivamente pensar no crescimento empresarial a médio prazo?

Continuo a afirmar que este Ministro da Economia deverá ser demitido rapidamente. Já se viu que não tem conhecimento de causa nem capacidade para desenvolver soluções que visem o crescimento económico.

Apesar disso, o Álvaro pensa que o investimento externo em Portugal poderá resolver todos esses problemas. Quem é que poderá pensar nisso quando olhamos a bons e apelativos modelos vindos da europa de leste como a Polónia ou como a República Checa? Quem é que poderá pensar em investir em Portugal quando Portugal é um país com índices de produtividade inferiores aos países da europa do leste e com salários substancialmente superiores?

Nesse ponto entra Abebe Selasssie e o FMI. Baixem os salários. Flexibilizem ainda mais as vossas leis laborais. Mais? Já vendemos a nossa força de trabalho por um preço inferior aquele que um trabalhador necessita para se alimentar a si e à sua família. O que é que querem dizer com isso? Trabalhar por 300 euros? Trabalhar 12 horas a troco do salário actual?

Ainda que existissem telemóveis e telefones nos ministérios. Estamos definitivamente a entrar num caso perdido.

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Partido Sem Destino (nem Democracia)

1. As greves calam-se à bastonada.

2. As graves calam-se não afixando avisos de greve nos Transportes Públicos.

3. As “revoluções tranquilas” fazem-se com a ajuda da Polícia de Segurança Pública, com a imposição de reformas estruturais, programas de ajustamento e políticas de liberalização económica vindas do estrangeiro. As “revoluções tranquilas” fazem-se também com a ajuda de políticas de flexibilização laboral onde alguns parceiros sociais não são autorizados a dialogar.

4. André Coelho Lima, vereador (da oposição) na Câmara Municipal de Guimarães só pode ser um indíviduo autista quando afirma que: ““O país é como uma família. Se o pai for despedido, a família vai ter de apertar o cinto. Se eu quiser fugir a isso, tem de haver alguém que me ponha na ordem. As pessoas, mesmo as mais desinformadas, perceberam que a casa foi mal governada e que o país precisava desta volta drástica”

Acreditar que os cidadãos portugueses estão inteiramente conformados com as políticas de austeridade é passar um atestado de estupidez ao pulsar das ruas, aos retrocessos da economia portuguesa, à diminuição do consumo, ao aumento do desemprego e da pobreza.

5. 3ª regra interna deste governo: “Quando tiveres um ministro tremido pelos lobbies, demite um dos secretários de estado e dá-lhe o aviso que se os voltar a atacar, será demitido”

6. 4ª regra interna deste governo: “Primeiro usa um discurso moralista em que vais prometer que vais levantar o país. Quando o país te cair em cima, prepara um discurso de ataque claro ao anterior governo”.

7. E já agora este é o rosto do fascismo que nos cerca:

Para quando a sua demissão?

Está mais provado que este Ministro começa a meter nojo pelas suas verborreias mentais e pela sua falta de ideologia democrática.

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relvados de estupidez

Sobre as declarações de Miguel Relvas, o 3º do governo que incentiva à emigração.

Relvados de estupidez ainda é um título de post bastante abonatório a bom da verdade para as ditas declarações. Deveria escrever algo como relvados de insensatez ou relvados de desconhecimento (da realidade portuguesa).

Quando Miguel Relvas diz:

1. “ver o mundo com outros olhos” e a sua “capacidade de se adaptarem” a novas realidades.

É certo que maior parte dos jovens portugueses olham o mundo com outros olhos. É certo que grande parte pensa num nível de vida condigno e outros pensam em sair da tacanhez e da oligarquia instaurada neste país para conseguirem fazer a sua vida lá fora sem dessassossego financeiro e material.

Mas…

“Está na hora e na altura de sabermos aproveitar essa condição natural” dos portugueses, pois “foi também por dificuldades que vivemos à época que nós fomos à vida, à procura de outros mundos e de outros mercados”, no século XV, disse.

Fazer qualquer analogia ao Século XVI é gritante.

e…

“Esta é uma emigração muito bem preparada. Nós investimos significativamente nos últimos 20 anos numa geração e hoje não lhes damos aquilo de que eles precisam, que é o emprego”

não só admitir que o estado português não contribui para a elaboração de programas de emprego colectivo, mostrando a impotência ou inexistência de vontade de mudar a situação em que se encontra o país.

Estamos muitíssimo bem preparados para emigrar. Vamos a dados concretos:

1. Falo da minha geração. A minha geração ainda tem uma alta taxa de desistência do ensino no 6º e 9º ano e uma alta taxa de desistência no ensino superior.

2. O que Miguel Relvas considera como boa preparação considero eu como o contrário visto que beneficiei do tal sistema de ensino que Miguel Relvas enuncia. O tal sistema de ensino que era reformado quase de ano a ano, sem qualquer grau de exigência, barbaramente fraco a nível de conteúdos a nível básico e secundário, onde maior parte dos alunos não dominam a língua portuguesa e as duas línguas estrangeiras que pelo menos são leccionadas, com uma vertente prática nula (em grande parte dos cursos do ensino superior) e sem mínima noção do que é o mercado de trabalho.

3. Ao nível de preparação económica. A tal boa preparação que Miguel Relvas ressalva é aquela preparação que qualquer pessoa sendo cidadã portuguesa que pensa em emigrar não tem: verba disponível para ir para um determinado país e aí se estabelecer nos primeiros meses até às coisas se endireitarem financeiramente.

Mas o Miguelzito lá da Maçonaria lá sabe aquilo que diz, ou, que o chefe da rosa-cruz ou grão-cruz lhe manda dizer. Talvez seja melhor para o seu governo começar a pensar em programa de evacuação colectiva de todos aqueles que se situam na faixa entre os 18 e os 35 anos e não tem emprego. Assim, desinfesta-se este país dos que são considerados “inúteis” e fica o seu amigo comendador Alexandre Soares dos Santos e tantos outros que escravizam os seus empregados a mandar no sistema e está claro, a usufruir de um sistema vazio, com trabalhadores insolentes devido ao uso da chibata na lavoura e está claro, os melhores cérebros deste país a contribuir para o crescimento dos outros.

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Lá nas terras do Alberto João

Miguel Relvas, a descansar à sombra de coqueiros com dossiers importantes na mão.

“É conhecido como um dos melhores réveillons do mundo, numa região muito agradável para se estar. Tem boa hospitalidade, é bonita, tem boa gastronomia e, portanto, para descansar, a Madeira é óptima”. – disse ao Jornal do Governo Regional, a.k.a Jornal da Madeira.

Jardim, tens aqui a tua oportunidade para o embebedar com poncha e levar avante aquelas ideias que tens de não meter os teus subordinados a fazer sacrificios extra.

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Estou completamente de acordo

Com esta ideia de Miguel Relvas.

São os vereadores, os assessores, os presidentes de juntas, as juntas de freguesia minúsculas ou inexistentes a nível populacional que se podem fundir, a assembleia municipal e a assembleia de freguesia.

Deve-se racionalizar a despesa que o estado gasta na administração local.

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O novo governo de Passos Coelho

Num breve resumo:

Jobs para todos os boys:

Paulo Portas nos Negócios Estrangeiros – só pode ser uma piada de mau gosto. Não lhe reconheço idoneidade para assumir uma pasta onde é completamente inexperiente e que por tradição deve ser ocupada por um diplomata. Coitados de agricultores que votaram CDSPP na esperança de ver um Portas na Agricultura. Devem estar mais que arrependidos.

Miguel Relvas e Miguel Macedo – Sair em defesa do seu candidato tem um preço. Neste caso é o ministério.

Paula Teixeira da Cruz – O apoio concedido a Passos Coelho para chegar à liderança também têm um preço. Justiça.

As boas escolhas:

– Vitor Gaspar. Um independente nas finanças que conta com uma notável passagem Director do Departamento de Estudos do Banco Central Europeu onde esteve presente no processo de decisão política e monetária da zona euro. Uma porta para uma nova lufada de ar fresco do nosso país perante a europa, feita pela ponte de quem já lá trabalhou e pode devolver nova credibilidade a uma pasta nevrálgica que Teixeira dos Santos saturou por completo.

Álvaro Santos Pereira – Um académico de craveira capaz de trazer ideias novas para as políticas económicas portuguesas.

Para avaliar:

Nuno Crato – Será capaz de acumular duas pastas que passaram por momentos difíceis na era Sócrates e continuam a herdar problemas gravíssimos como a falta de financiamento no Ensino Superior e os Contratos de Associação das Escolas Privadas?

Paulo Macedo – Será capaz de responder de forma eficaz aos problemas com que atravessa actualmente o Serviço Nacional de Saúde?

Pedro Mota Soares – Cumprirá as ideias promovidas para esta pasta no programa eleitoral do PSD ou do CDSPP?

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É bom vê-los ladrar!

O Primeiro-Ministro José Sócrates afirmou há uns dias que “não deixa nenhum ministro para trás”. Interrogado sobre a ausência do Ministro das Finanças nas listas de candidatos à Assembleia da República, o Primeiro-Ministro justificou a ausência do Ministro das Finanças como a necessidade de renovação das listas e das caras do Partido Socialista.

O que me saltou mais à vista desta declaração foi quando Sócrates no seu alto de pedestral afirmou que existe um tempo de duração para todos. Pelos vistos, há ministros que ficam para trás, caso de Luis Amado. E o tempo de duração na política existe para os outros mas para Sócrates é eterno.

Hoje, escutei com atenção as intervenções de José Sócrates na TSF Rádio Notícias em duas horas em que o Primeiro-Ministro se disponibilizou para responder a perguntas dos ouvintes. Quando questionado sobre os problemas fulcrais do país, Sócrates esteve exímio em apontar as mais variadas estatísticas do país nos últimos anos e em comparar as condições do país quando chegou à governação em 2005 e as condições com que se deparou depois da crise económica em 2008. Situações incomparáveis é certo. Perante aqueles que desafiaram questionar assuntos mais delicados como défice das contas públicas, dívida pública, dívida externa e estado social, Sócrates levantou a voz por várias vezes ao microfone, pensando decerto que estaria em algum comício do Partido Socialista. A todos aqueles que lhe apontavam defeitos, a justificação foi clara de alguém que não aceita críticas: O Sr. também anda a servir os interesses de uma oposição que só sabe destruir e não apresenta medidas para construir. O complot continua vivo na cabeça de Sócrates.

Sobre o programa de governação do Partido Socialista caso vença eleições só tenho a referir duas palavras começadas por p. Não são em calão, se bem, que me apetecia dizer uma frase em calão onde duas palavras começam por p. Mantenho alguma ética neste post. As palavras são: propaganda e populismo. O dom da palavra leva à propaganda – a propaganda leva ao populismo. O partido é uma máquina. Quem está à frente do partido é alguém que quer votos. Do povo.
Duvido que a troika aceite que se implementem algumas das medidas que Sócrates se propõe a não cumprir novamente, à semelhança do que já fez por exemplo quando prometeu 150 mil empregos e apareceram quase 200 mil novos despedimentos.

No Porto, Francisco Assis foi entregar as listas de candidatos do Partido Socialista ao circulo eleitoral. Voltou a falar do Estado Social e da promoção deste por parte do Partido Socialista. Assis, no seu jeito demagogo esteve bem ao dirigir as matrizes correctas do Estado Social. Depois, estragou a pintura toda ao tentar associar algumas das medidas dos governos de Sócrates em prol da preservação deste Estado Social. Nada a ver. Não serão os sucessivos PEC´s o total contrário do Estado Social, ó Sr. Deputado? Um governo que corta 600 mil abonos de família, que governa um país com 700 mil desempregados (maior parte deles a verem cortadas prestações sociais vitais para o seu sustento enquanto não arranjam emprego) que desinveste em sucessivos anos na investigação e no ensino superior vetando o direito ao ensino de qualidade a milhares e milhares de jovens, que vota os reformados a míseras reformas que não dão nem para pagar cuidados de saúde e alimentação básica de subsistência, que aumenta as taxas moderadoras no Serviço Nacional de Saúde, que pretende pagar obras públicas faraónicas através da imposição de taxas ridículas como nas SCUT, que limita o acesso a comparticipações justas nos medicamentos vitais será um governo defensor do Estado Social?

Na Madeira, Jardim sente-se humilhado e ameaça novamente o continente. Não é o único a sentir-se humilhado. Os contribuíntes do continente também se sentem humilhados quando vêem os seus impostos serem gastos em milhões de foguetes na Madeira.
Jardim afirma que quer ser ouvido pela troika do FMI, Comissão Europeia e BCE e que caso tal não aconteça, legitima que a Madeira não irá aceitar as medidas que forem impostas pelos mesmos. Por um lado Jardim têm razão, por outro é caso para dizer: que lata!

Na comemoração do aniversário da Constituição da República Portuguesa, Carlos Costa afirmou que o país deve começar a responsabilizar a classe política e a classe dos gestores públicos pelos danos que eventualmente causem à economia e às finanças do país em prol do seu trabalho. Carlos Costa mostrou-se lúcido mas eventualmente acordou tarde para algo que o povo português há muito que pede. A primeira pessoa a quem Carlos Costa se deveria referir será obviamente o seu antecessor no Banco de Portugal Vitor Constância. Caso Carlos Costa não saiba, foram sucessivas falhas de supervisão de Constâncio que criaram o monstro BPN, indevidamente saneado com dinheiros públicos sob a égide da Caixa Geral de Depósitos. Também faço caso de perguntar onde anda Dias Loureiro? Pois… em Cabo Verde… pois! E Constâncio? pois… pisgou-se para um bom tacho na europa… pois está claro! E o engenheiro António Guterres? pois… refugiou-se nos refugiados… pois, estamos bem! E o mítico Durão Barroso? pois… na Comissão Europeia, pois bem, estamos bem de saúde! E os grandes Bagão Félix, Manuela Ferreira Leite, Paulo Portas? Pois… andam por aí sempre vivos a criticar os outros quando têm telhados de vidro no que toca a este tipo de responsabilidades. E o magnífico Dr. Aníbal Cavaco Silva? Pois… é mais viciado no facebook que eu ou que os leitores deste blog.

Pedro Passos Coelho, Miguel Macedo e Miguel Relvas andam aí atarefados a montar grupos de intelectuais para finalmente apresentarem o seu programa de governação. Até agora, dúvido que exista algum no PSD! Passos Coelho já atarrachou a corda no pescoço e está pronto para se suicidar dia 5 de Junho. Algo previsível. Quem os manda ter um líder que não sabe tocar no coração do povo?

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