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Adeus. Não voltes mais.

Amanhã termina o mandato de Eduardo Barroco de Melo à frente dos destinos da AAC.

Pelas razões que ele bem conhece, é por mim considerado o pior presidente da história da AAC.

Mesmo assim vale a pena relembrar os “grandes episódios” do seu triste reinado:

aqui – Despede João Alexandre de Secretário-Geral da Queima das Fitas, 4 dias após a sua tomada de posse.

aqui – Volta atrás na sua decisão e readmite João Alexandre.

aqui – Despede o Administrador João Alves por “falta de confiança política” medida que consideramos injusta.

aqui – Azeda a relação com os núcleos, agudizada depois com os obstáculos criados a uma actividade dos pelouros das saídas profissionais do NEE\AAC e do NEG\AAC.

aqui – A meio do mandato moscambilhava para se recandidatar.

aqui – a constante má gestão da sua equipa de trabalho na DG.

aqui – a demissão do Tesoureiro Miguel Andrade na última noite de latada e a chuva de comunicados que se seguiu nos dias posteriores.

Pelo meio ainda tivemos lugar para atitudes nada democráticas em respostas a sócios em Assembleia Magna, o bloqueio de uma deliberação de uma decisão de Assembleia Magna justificada pela falta de “quorum” e porque o presidente da DG não quis dar o braço a torcer aos proponentes da dita moção, a ameaça aqui ao blogger, a compactuação com os mundanos comportamentos da secção de jornalismo, uma manifestação a Lisboa que redundou num enorme fracasso, uma fraca actuação nos campos da política educativa, uma luta incipiente perante os SASUC no cumprimento das suas funções institucionais e nos cortes promovidos na Acção Social, atitudes rebaixistas do bom nome e prestigio da Associação Académica de Coimbra em ENDA, as guerras fracticidas com presidentes de núcleo, com super coordenadores e vice-.presidentes, e ACIMA DE TUDO ZERO DE TRABALHO REALIZADO e ZERO DE RESULTADOS PRÁTICOS.

O seu mandato não deixará saudades no nº1 da Padre António Vieira.

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Comunicado de resposta de Miguel Andrade a Eduardo Barroco de Melo

Cumpre-me primeiro publicar a resposta de Eduardo Barroco de Melo à conferência de imprensa de quinta-feira de Miguel Andrade. Reza o mesmo:

Caros elementos dos mais diversos órgãos de comunicação social,A Direcção Geral da Associação Académica de Coimbra vem por este meio esclarecer a situação da demissão do Tesoureiro Miguel Andrade. Antes de se iniciar a organização da Festa das Latas e Imposição de Insígnias 2011, a Direcção Geral da Associação Académica de Coimbra constituiu um grupo coordenador da Comissão Organizadora das Festa das Latas constituído por quatro pessoas: Eduardo Melo, Miguel Andrade, João Pereira e Philip Santos.

Este grupo ficou responsável pela coordenação de todo o processo organizativo, incluindo a deliberação sobre resultados dos cadernos de encargos a publicar.A primeira situação grave, lesiva da Associação Académica de Coimbra, envolvendo Miguel Andrade, deu-se aquando da sua decisão, unilateral e sem conhecimento dos restantes elementos, de contratar uma empresa para a impressão de bilhetes para Festa das Latas. Esta decisão, para além de ter ultrapassado os elementos do grupo coordenador, carecendo de aprovação, resultou, também sem conhecimento prévio, na assinatura de um contrato de prestação do serviço, efectuada por Miguel Andrade, que apesar de não vincular a AAC mas apenas ele próprio, é prova do desrespeito do mesmo para com os seus colegas, bem como constituindo uma situação que afecta a defesa dos interesses da AAC.Após este incidente, decidimos, ainda que com preocupação redobrada, manter Miguel Andrade na organização da Festa das Latas, a bem da estabilidade da organização e da Direcção Geral, procurando resolver os problemas imediatos e remetendo o apuramento de responsabilidades para o fim da recepção aos novos alunos. Não obstante isto, os problemas sucederam-se.Após a recepção dos bilhetes e dos convites, Miguel Andrade recusou-se a entregar os convites aos responsáveis do Protocolo, a quem cabe a responsabilidade de distribuir os mesmos. Após vários dias em que, mais uma vez, se provou o desrespeito para com colegas e superiores hierárquicos, com o tesoureiro a esconder esses convites, a situação foi ultrapassada.Também antes do início da Festa, foi requerido ao Tesoureiro, dado tratar-se de lugares de enorme responsabilidade, a indicação do número de colaboradores necessários, bem como os seus nomes.

Mais uma vez, a Direcção Geral e a Comissão Organizadora da Festa das Latas foi desrespeitada, nunca tendo sido efectuada essa indicação, e tentando gerir todas as situações a seu bel-prazer, forçando a sua vontade. Após verificação de que o número de colaboradores era excessivo (tal como noutros pelouros), mais uma vez demitiu-se da sua responsabilidade, não tendo levado a cabo a redução necessária, bem como pondo em causa o Presidente e o Administrador da Direcção Geral junto desses colaboradores, acusando-os de querer expulsar elementos. Durante a Festa das Latas, as situações repetiram-se: num dos dias fomos avisados pelo serviço de segurança, às 10h, de que a Tesouraria se encontrava aberta e sem vigilância, pondo em perigo a inviolabilidade da mesma; os atrasos nos pagamentos necessários ocorreram por diversas vezes pondo em causa a imagem da AAC junto dos fornecedores e agentes de bandas; nenhum dos depósitos de dinheiro foi efectuado pelo Tesoureiro, como é sua responsabilidade; o acesso ao cofre podia fazer-se por apenas uma pessoa, e não com duas como é procedimento habitual, havendo várias chaves de acesso, todas elas na posse de Miguel Andrade e dos seus colaboradores, sem que houvesse conhecimento ou aprovação dos restantes elementos da Comissão Organizadora, muito menos do Presidente e Administrador da Direcção Geral, que tinham acesso vedado ao mesmo. Todas estas situações são reveladores de incompetência e irresponsabilidade no exercício das funções do Tesoureiro da Direcção Geral. Tal como atrás mencionado, fizemos um esforço no sentido de garantir a resolução dos problemas sem interferir na organização da Festa das Latas, remetendo as acções de responsabilização para o fim da mesma.No último dia, por volta das 4h, o Presidente e o Administrador da Direcção Geral deslocaram-se à Tesouraria no sentido de fazer o balanço do dia. Depararam-se com um ambiente de brincadeira e irresponsabilidade que não se coaduna à postura necessária para quem tem tão grande responsabilidade. Chamaram Miguel Andrade no sentido de analisar a situação, sendo recebidos com uma postura de gozo e indiferença. No seguimento dessa conversa, Miguel Andrade afirmou que se iria demitir no dia seguinte, insultando o Presidente da Direcção Geral. Em consequência, recebeu ordem de saída da zona de Tesouraria, bem como o encerramento imediato das suas funções na Festa das Latas. Recusou-se a receber essa indicação, afirmando só se retirar se fosse expulso. Durante cerca de 30 minutos, foi tentada uma abordagem calma, no sentido de resolver os problemas com boa vontade, encontrando da parte de Miguel Andrade uma postura intransigente e só aí foi ordenada a sua retirada com recurso a segurança. A Tesouraria foi imediatamente encerrada, ordenando-se o início do processo de depósito de receita e o acesso a essa zona reservada foi vedado.É de esclarecer que nunca foi intenção, quer do Presidente, quer do Administrador da Direcção Geral, a retirada de credenciais. Esse procedimento ocorreu por requerimento do serviço de segurança, dado que com as mesmas outros elementos poderiam aceder à zona de Tesouraria. Aproveitamos para agradecer a todos os colaboradores da Tesouraria, a quem reconhecemos o esforço e competência, o mesmo não acontecendo com o seu coordenador, Miguel Andrade.A Direcção Geral deliberará, futuramente, sobre possíveis acções de responsabilização, mostrando-se desde já disponível para qualquer esclarecimento.

Miguel Andrade, respondeu hoje desta forma:

Caros editores,

Venho por este meio, e como consequência das declarações proferidas em comunicado pela Direcção Geral da Associação Académica de Coimbra (DG-AAC), exercer o meu direito de resposta e defesa de honra.

Quero começar por agradecer a coragem dos colaboradores da Tesouraria da Festa das Latas, que ajudaram a esclarecer algumas das situações passadas, repondo a verdade face às falaciosas acusações da Direcção Geral, nomeadamente no “caso da porta aberta”, e o “caso dos depósitos”. Infelizmente ainda se verificam algumas situações por esclarecer, e cabe-me a mim iluminá-los.

Em primeiro lugar, quero relembrar a todos que, no meu primeiro comunicado público, declarei encarar como minha missão a defesa dos direitos da Associação Académica de Coimbra, e acrescentei que a dimensão da instituição estava acima das individualidades que a representavam. Poderão comprovar, no final das declarações que se seguem, que o que a Direcção Geral classificou como “incompetência e irresponsabilidade” não é mais que a defesa dos interesses da Associação Académica de Coimbra. Interesses esses conflituosos com os interesses de certas individualidades da Direcção Geral.

Falo por exemplo da adjudicação do contrato de prestação de serviços assinado com a empresa de produção de bilhetes. É verdade que assinei o contrato sem consultar qualquer membro da Comissão Organizadora da Festa das Latas. No entanto, apenas tomei essa atitude, pois encontrava-se já esgotado o prazo estabelecido para o encerramento das negociações relativas ao respectivo caderno de encargos, o que impunha uma agilização urgente da questão para que o fornecimento de bilhetes estivesse atempadamente salvaguardado. Mais importante que isso, a empresa a quem adjudiquei o contrato, cumpria todos os requisitos necessários, e poupou aos cofres da Direcção Geral mais de 3 mil euros – o que pode ser comprovado consultando o contrato e comparando-o com o contrato de bilhética do ano transacto. Sabia que a consulta da restante comissão organizadora iria implicar o arrastamento de uma decisão que colocaria em causa a entrega dos bilhetes com a urgência necessária. Apesar de não ter respeitado os interesses do Presidente Eduardo Melo, que parecia alimentar a preferência por uma outra empresa, agi pela única via capaz de salvaguardar os interesses financeiros da Associação Académica de Coimbra.

Quanto à minha recusa em entregar a distribuição de convites ao protocolo, havia já sido admitida no meu anterior comunicado, no qual referi ter sido “forçado a abdicar de controlo, para não perturbar o normal funcionamento das vendas no período de máxima afluência” através da “suspensão deliberada do sistema de venda de bilhetes, por ordem directa de Eduardo Melo”. Enquanto responsável máximo pelo sistema de bilhética, considerei, como continuo a considerar, que fazia parte das minhas competências o controlo rigoroso das ofertas de convites gerais. Pretendia evitar a enxurrada habitual de ofertas, que são prejudiciais a Associação Académica de Coimbra, e tinha estabelecido um tecto máximo de 1000 convites gerais. Após a entrega do controlo da distribuição de convites ao protocolo, esse número foi obviamente ultrapassado, como previa. Mais uma vez, os interesses do Presidente Eduardo Melo revelaram-se contrários aos interesses da Associação Académica de Coimbra, que tentei claramente defender mais uma vez.

Quanto ao acesso ao cofre, considero que, tendo em conta que a responsabilidade do seu conteúdo recai apenas sob a tesouraria, é perfeitamente lógico que o acesso ao mesmo seja exclusivo aos elementos que a constituem.

Em relação aos acontecimentos da madrugada do último dia de latada, embora já explicitados em parte pelos colaboradores da Tesouraria, gostaria de acrescentar que foi a primeira vez que o Presidente se deslocou às instalações, pelo que o evocado “balanço do dia” não constituía um procedimento habitual. Declaro ainda que, uma vez que me vi impossibilitado de realizar o meu trabalho e efectuar os devidos depósitos, não me responsabilizo pelo balanço de tesouraria resultante dessa noite.

Para terminar, não compreendo como pode o presidente Eduardo Melo sentir-se tão incomodado com a ausência de consulta, se a tal Comissão Organizadora de que fala, reuniu, comigo, apenas cinco vezes em 4 meses de preparação da Festa das Latas. Não fui consultado, enquanto tesoureiro, em decisões em que o meu parecer seria fundamental, como por exemplo nas decisões de concessão de venda de comidas e bebidas brancas.

Repito que, embora a minha atitude possa ter revelado, por vezes, desrespeito pela autoridade do Presidente da Direcção Geral, tal só se aconteceu por ser a única forma de defender os interesses da Associação Académica de Coimbra. Como tal afirmo-me preparado e de consciência tranquila para enfrentar quaisquer acções de responsabilização que me sejam imputadas.

 Grato pela vossa atenção,

Miguel Andrade

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Comunicado dos colaboradores da Tesouraria da Festa das Latas

Caros editores,

Nós, os colabores da Tesouraria da Festa das Latas, vimos, à luz da recente polémica levanta com a demissão do tesoureiro da Associação Académica de Coimbra e do, recentemente publicado, comunicado da Direcção Geral, prestar alguns esclarecimentos que consideramos necessários para clarificar certas situações.

Começamos por declarar que não podemos compreender os elogios e agradecimentos que a Direcção Geral nos endereçou ontem, ao mesmo tempo que insultava abundantemente o Tesoureiro da Festa das Latas, acusando-o de irresponsabilidade enquanto nos iliba de qualquer culpa no cartório. Ora, tendo em conta que a tesouraria da Festa das Latas funcionou enquanto equipa, é no mínimo incoerente a existência desta distinção. Só podemos, por isso, fazer a leitura de que a Direcção Geral nos tentou agraciar, para que não tenhamos necessidade de intervir publicamente e de trazer a público os conhecimentos que temos sobre esta situação. No entanto, os elogios e os garantes da nossa inocência, que aliás atestam a credibilidade da tesouraria, não nos podem impedir de repor a verdade, apenas porque não somos parte interessada na discussão.

Uma das questões levantadas no comunicado da Direcção Geral foi a enorme falha do tesoureiro Miguel Andrade, que teria alegadamente permitido que a tesouraria da Festa das Latas ficasse de porta aberta, sem vigilância, até às 10 da manhã. Os três colaboradores que fecharam a tesouraria nessa noite, querem esclarecer que o administrador da Direcção-Geral foi inteirado da situação por volta das 6 da manhã e foi-lhe questionado se seria necessária a chamada ao local do tesoureiro, que se havia disponibilizado a regressar para possibilitar o fecho da tesouraria e que apenas se havia ausentado, exausto, para repousar um pouco. O administrador da Direcção Geral, afirmou que tal não seria necessário, visto que iria informar a segurança do recinto para que se procedesse a um reforço de segurança, naquela zona, durante o resto da noite. Alertámos ainda para o facto de todo o fundo de maneio e bilhetes se encontrarem guardados no cofre, mas a resposta continuou a ser no sentido de a situação se encontrar perfeitamente controlada.

Acrescentamos ainda que, no dia em questão, não foi efectuado qualquer depósito junto da empresa de transporte de valores contratada para o efeito, uma vez que se considerou que a quantia concentrada nesse dia não justificaria esse mesmo depósito. Todos os restantes depósitos foram efectuados pelo tesoureiro da Associação Académica de Coimbra, Miguel Andrade, com a companhia de um ou mais colaboradores. Desmentimos por isso a acusação feita no comunicado da Direcção Geral, e esperamos que tal possa ser comprovado.

Quanto ao alegado “ambiente de brincadeira e irresponsabilidade” que o Presidente e o Administrador da Direcção Geral afirmaram encontrar na tesouraria, queremos também dar a conhecer a nossa posição. Embora exista uma excelente relação e à vontade entre todos os colabores da tesouraria (que pode ocasionalmente levar a uma ou outra brincadeira), tal nunca pôs em causa o nosso sentido de responsabilidade e de dever. Jamais descurámos as nossas funções e sempre as realizámos de forma extremamente profissional, pelo que não admitimos que ninguém questione o nosso empenho, dedicação, e acima de tudo, seriedade.

Quanto à questão das credenciais, os membros da tesouraria presentes desconhecem quem ordenou a acção e se terá sido uma imposição da segurança. No entanto não considerávamos, na altura, que o trabalho estivesse completo da forma que pretendíamos. Além disso, e ainda mais gravoso, essa acção, antes do fim da actividade do recinto, retirou-nos a exclusividade de acesso ao cofre, visto que fomos obrigados a entregar a chave, e poderá também ter dado acesso à tesouraria a elementos sem autorização para tal, uma vez que as credenciais deixaram de se encontrar em nossa posse.

Queremos terminar, afirmando que nos encontramos de consciência tranquila quanto ao trabalho que realizámos e do qual estamos orgulhosos. Gostávamos ainda de referir que foi uma enorme honra sermos coordenados pelo Tesoureiro da Associação Académica de Coimbra, Miguel Andrade, a quem reconhecemos extrema competência nas funções que desempenhou na passada edição da Festa das Latas de quem guardamos a imagem de um dos dirigentes associativos mais sérios, mais honestos e com mais carácter com que privámos ao longo dos tempos.

Os colaboradores:
Sofia Costa,
Carlos Silva,
Ana Jegundo,
Gustavo Bonifácio,
Armando Capela,
Francisco Mouraz,
André Oliveira,
Diogo Marques,
Melissa Claro,
Sónia Gonçalves

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Demissões Parte III

O Presidente da Direcção-Geral da Associação Académica de Coimbra, apaga todas as postagens que o Entre o Nada e o Infinito lhe coloca no seu mural de facebook e as perguntas que o seu autor (João Branco) lhe deixa a título pessoal no referido perfil.

Nem é uma questão de se dar ao trabalho de responder. Apaga, porque não tem uma resposta às perguntas que lhe formulo. Mais uma vez se vê a falta humildade deste presidente da Direcção-Geral, assim como outros tiques nada democráticos.

Relembro-lhe portanto, um trecho da conversa telefónica que tivemos na célebre noite da ameaça de um processo judicial. O Eduardo, em tons agressivos, pedia-me encarecidamente para o consultar sobre ocorrências no seio da Direcção-Geral\Explicações sobre tomada de acções e decisões da sua parte antes de escrever o que fosse no blog. Dizia-me ele que “era para evitar escrever factos inverosímeis e caluniosos”. Lembras-te Eduardo? Pois bem, foi o que fiz. Pedi-te uma explicação. Tu habilmente apagaste. Volto a relembrar as tuas palavras quando me criticavas “que eu só escrevi aquilo que me interessava” – pois bem, acho que acabaste “de cair no meu erro”.

E de facto, não conhecia esses tiques de tirano em ti.

Até na questão da demissão do Miguel, tu não quiseste saber do Entre o Nada e o Infinito e enviaste a nota para o Sexo e a Cidade.

Como é que queres que escreve, se não me envias a tua nota com a versão dos factos?

Pergunto-te então aqui, publicamente: Quando é que te demites?

Segunda-Feira, irei perguntar-te em Assembleia Magna, podes estar descansado.

Daqui não levarás uma única palavra de apreço. Porque não a mereces.

 

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Demissões parte II

Uma pessoa da Direcção-Geral diz-me que um dos pontos negativos que levaram à demissão do Miguel (Andrade) foi por exemplo que o mesmo não sabia fazer um depósito.

Perguntava-me essa pessoa como é que “uma pessoa que não sabe fazer um depósito bancário pode ser tesoureira da AAC?”

Miguel, não eras tu que jogavas poker? Como é que depositas para jogar? – pergunto-te eu.

E como é possível alguém, sabendo efectivamente que eu conheço o mandato desta DG de fio a pavio, tentar-me enganar com estas lérias?

Para a próxima, tenta-me engatar. Pode ser que me convenças.

 

 

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As demissões

diário As Beiras, página 8

 

2 demissões, 1 semi-demissão. Faltam ainda 2 demissões, as de Pedro Tiago e Nélson Fonseca.

Todas elas com dois denominadores comuns: falta de confiança política e perseguição pessoal.

Só Eduardo Barroco de Melo é que não sofreu falta de confiança política por parte da Academia. Tenho pena que o mesmo ainda não se tenha demitido depois daquilo que fez durante o ano. No entanto, folga-me em saber que na AAC, Eduardo Barroco de Melo, sai, como diz a giria “pela porta do cavalo”: com 5 demissões no pacote, zero de trabalho, zero de responsabilidade e zero de humildade.

Mas a podridão, a podridão ficou toda na Direcção-Geral...

Porém, o mandato de Eduardo Barroco de Melo não se fica por aqui: deixou que os seus vice-presidentes alimentassem uma candidatura quando o mandato ainda nem sequer ia a meio. Foi completamente enrabado, repito, enrabado em ENDA e nas eleições para o Secretariado de Inter-Núcleos. Por duas vezes, violou os estatutos da AAC: uma quando quis sobrepor uma Feira de Emprego da AAC na mesma altura em que os Núcleos de Estudantes de Economia e Gestão também preparavam uma (infringiu um direito dos núcleos) e outra, quando numa Magna, pura e simplesmente não quis ascultar e cumprir a vontade da maioria dos votantes presentes.

Para compor o ramalhete, ficou assustado com um post de um humilde blogger e ameaçou levá-lo para a barra dos tribunais.

Uma lástima, repito.

Quem aprende é quem está dentro da AAC. Aprende com os erros deste “pequeno” presidente para que o futuro seja melhor. E espero, claramente, que o futuro passe por 2 nomes: André Costa. Espero mesmo do fundo do coração. 

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