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Melhores álbuns do ano

O Entre o Nada e o Infinito elege como melhores álbuns do ano 2011, sem a lista ter necessariamente uma ordem de gosto ou preferência:

1 – Bon Iver — “Bon Iver” – (Jagjaguwar Records\Estados Unidos da América)
2- Sérgio Godinho – “Mútuo Consentimento” – (Universal\Portugal)
3- James Blake – “James Blake” – (R&S Records, ATLAS / A&M, Universal Republic Records\Reino Unido)
4- Cults — “Cults” – (Columbia Records\Estados Unidos da América)
5- Destroyer — “Kaputt” (Merge\Canadá)
6- Elbow — “Build a Rocket Boys” — (Fiction Records\Reino Unido)
7- B-Fachada — “Deus Pátria e Família (Portugal)
8- FM Belfast — “Dont Want to sleep” – (Islândia)
9- Kurt Vile — “Smoke Ring for my Halo” – (Matador Records\Estados Unidos da América)
10- Metronomy — “The English Riviera” — (Because Music\Reino Unido)
11- Smith Westerns — “Dye it blonde” — (Fat Possum Records\Estados Unidos da América)
12- The Black Keys — “El Camiño” — (Nonesuch Records\Estados Unidos da América)
13- The Fields — “Looping State of Mind”
14- The Vaccines — “What did you expect from the Vaccines” — (Columbia Records\Reino Unido)
15- Toro Y Moi — “Underneath the Pine” — (Carpark\Estados Unidos da América)
16- Wild Beasts — “Smother” — (Domino Records\Reino Unido)
17- Real Estate — “Days” — (Domino Records\Estados Unidos da América)
18- Bombay Bicicle Club — “A Different Kind of Fix” — (Reino Unido)
19- The weekend — “House of Baloons” — (Reino Unido)
20- Neon Indian — “Era estraña” — (Fader, Static Tongues, Lefse Records, Arts & Crafts México\Estados Unidos da América\México)
21- Cut Copy — “Zonoscope” — (Modular Recordings\Austrália)
22- Girls — “Father, Son, Wholy Ghost” — (Estados Unidos da América)

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Cromo

Kurt Vile — “Freak Train” — Álbum: Childish Prodigy (2009)

Kurt Vile era um jovem nascido em Philadelphia que conduzia empilhadores, até que “Smoke Ring for my Halo” (4º álbum de originais) e uma ajudinha de outra gente com talento como os Animal Collective e Kim Gordon (que de forma obscura já amava o anterior Childish Prodigy) o levaram a assinar pelo selo onde todos os génios devem estar: a Matador Records.

1 mês e tal depois, finalmente consciencializei-me que vi Kurt Vile em Paredes de Coura e que como diz essa morangada que ainda aí de jeans e camisas de manga cava “curti tótil”.

Em entrevista a uma daquelas revistas chatas americanas, a Women´s Wear Daily (a revista Maria lá do sítio) a baixista dos Sonic Youth Kim Gordon foi inquirida com a seguinte questão: ” Your Guilty pleasure right now?” ao que Gordon respondeu: “Listening to Kurt Vile’s latest CD, Childish Prodigy. Guilty because I listen to it too much…”

Se ela ouvia em demasia, está tudo dito!

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