Tag Archives: Marketing

Campanha Quisoque Moche\Queima das Fitas 2013

moche

Campanha da Moche em parceria com a Queima das Fitas 2013. A moche está a fazer esta campanha no piso 1 da AAC!

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NBA 2012\2013 #32 – dos commercials

NBA TV – Big Things are Coming – Compilação dos spots. Participantes por ordem de anúncio: Dirk Nowitzky (Dallas Mavericks) Rajon Rondo(Boston Celtics) Kevin Durant (Oklahoma City Thunder) Ricky Rubio (Minnesota Timberwolves) Ty Lawson (Denver Nuggets) Chicago Bulls, Chris Paul (Los Angeles Clippers) LeBron James (Miami Heat) Kobe Bryant (Los Angeles Lakers)

Russell Westbrook (Oklahoma City Thunder) para o canal ESPN.

Dwight Howard (Los Angeles Lakers) Carmelo Anthony (New York Knicks) Joe Johnson (Brooklyn Nets) Russell Westbrook (Oklahoma City Thunder) e Dwayne Wade (Miami Heat) para a NBA.

Blake Griffin (Los Angeles Clippers) Rajon Rondo (Boston Celtics) e Amar´e Stoudamire (New York Knicks) para a NBA.

Chris Paul (Los Angeles Clippers) para a State Farm!

Blake Griffin para a Kia!

Derrick Rose (Chicago Bulls) para a Adidas.

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tonight is crunchtime

Nikola Karabatic – Montpellier HB\França – melhor jogador do mundo em 2007 para a IHF e campeão olímpico em 2012 em Londres.

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all-in

Filip Jicha – Kiel\República Checa

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Boas notícias

O azeite português está em franco sucesso.

O excelente indicador no meio disto tudo: “O Brasil compra 40% do azeite que consome a Portugal.” – o mercado é enorme e pode gerar uma mina de ouro para o sector. Parabéns a algumas marcas (como a Galo, por exemplo) que tem apostado imenso em campanhas de publicidade no país em causa, causando um aumento de hábitos de consumo de azeite no Brasil. Ainda recentemente via um trecho de uma telenovela brasileira em que o azeite que se expunha na cozinha do protagonista era dessa mesma marca. Parabéns ao departamento de marketing da empresa por tão feliz ideia, sabendo da importância que as telenovelas da Rede Globo têm nos hábitos consumistas do povo brasileiro.

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Saúde pública versus liberdade privada?

Por Peter Singer, sociólogo, Professor de bioética na Universidade de Princeton e professor Laureado na Universidade de Melbourne

“Duas decisões contrastantes tiveram lugar no mês passado: um tribunal de recurso dos Estados Unidos decidiu contra a exigência da Food and Drug Administration (FDA) norte-americana de que os cigarros fossem vendidos em embalagens com imagens de advertência dos perigos para a saúde, enquanto o Supremo Tribunal da Austrália apoiou uma lei que vai muito mais além. A lei australiana exige que nos maços de tabaco figurem advertências dos perigos para a saúde e imagens dos danos físicos causados pelo tabagismo. Exige também que os próprios maços sejam simples, com os nomes das marcas a figurarem em ponto pequeno numa fonte padrão, sem logótipos e sem qualquer outra cor a não ser verde-azeitona.

A decisão dos EUA teve por base a protecção constitucional da América relativamente à liberdade de expressão. O tribunal aceitou que o governo possa exigir advertências factuais exactas dos perigos para a saúde, mas a maioria, numa decisão dividida, considerou que o governo não podia chegar ao ponto de exigir imagens. Na Austrália, a questão era se a lei implicava a expropriação sem a devida compensação – neste caso, dos direitos de propriedade intelectual nas marcas das empresas tabaqueiras. O Supremo Tribunal decidiu que não.

No entanto, subjacente a estas diferenças, está a grande questão: quem decide qual é o equilíbrio adequado entre saúde pública e liberdade de expressão? Nos EUA, os tribunais tomam essa decisão, essencialmente, com base na interpretação de um texto com 225 anos e se esse facto privar o governo de utilizar algumas técnicas que ajudem a reduzir o número de mortes causadas pelo tabagismo – actualmente estimado em 443.000 americanos por ano – assim o será. Na Austrália, onde à liberdade de expressão não é dada protecção constitucional explícita, os tribunais têm uma tendência muito maior para respeitar o direito dos governos democraticamente eleitos de encontrar o equilíbrio adequado.

Existe um consenso generalizado de que os governos devem proibir a venda de, pelo menos, alguns produtos perigosos. Muitos aditivos alimentares são proibidos ou permitidos apenas em quantidades limitadas e o mesmo acontece em relação aos brinquedos para crianças pintados com substâncias que podem ser prejudiciais se ingeridas. A cidade de Nova Iorque proibiu as gorduras trans em restaurantes e está actualmente a limitar a dose permitida de bebidas açucaradas. Muitos países proíbem a venda de ferramentas perigosas, tais como serras eléctricas sem protecções de segurança.

Embora haja argumentos para se proibir uma multiplicidade de produtos perigosos, os cigarros são únicos, porque nenhum outro produto, legal ou ilegal, está perto de causar o mesmo número de mortes – mais do que os acidentes de viação, a malária e a sida, em conjunto. Os cigarros são também altamente viciantes. Além disso, onde quer que os custos de saúde sejam pagos por todos – incluindo os EUA, com os seus programas de saúde pública para os mais desfavorecidos e para os idosos – todos pagam o custo dos esforços para tratar as doenças causadas pelo tabagismo.

Proibir totalmente os cigarros é uma outra questão, porque esse facto iria, sem dúvida, criar uma nova fonte de receita para o crime organizado. Parece estranho, no entanto, considerar que o Estado possa, em princípio, proibir a venda de um produto, mas não possa permitir que o mesmo seja vendido apenas em embalagens onde figurem imagens gráficas dos danos que causa à saúde humana.

A indústria tabaqueira levará agora a sua batalha contra a legislação australiana até à Organização Mundial do Comércio. A indústria teme que a lei possa ser imitada em mercados muito maiores, como o da Índia e o da China. Ou seja, onde essa legislação é mais necessária.

Na verdade, apenas cerca de 15% dos australianos e 20% dos americanos são fumadores, mas em 14 países de baixo e médio rendimento abrangidos numa sondagem, cujos resultados foram recentemente publicados na revista The Lancet, cerca de 41% dos homens eram fumadores, registando-se um aumento do número de jovens mulheres que adquiriram o hábito de fumar. A Organização Mundial de Saúde estima que cerca de 100 milhões de pessoas morreram em consequência do tabagismo no século XX, mas o tabaco irá matar até um bilhão de pessoas no século XXI.

As discussões sobre até que ponto o Estado pode ir na promoção da saúde da sua população começam, muitas vezes, com o princípio de John Stuart Mill de limitar o poder coercivo do Estado a actos que impeçam danos a terceiros. Mill poderia ter aceitado as advertências sobre os perigos para a saúde nos maços de tabaco e até mesmo as imagens gráficas de doenças pulmonares se esse facto ajudasse as pessoas a entender a escolha que estão a fazer, mas teria rejeitado uma proibição.A defesa de Mill a respeito da liberdade individual, no entanto, presume que os indivíduos são os melhores juízes e guardiões dos seus próprios interesses – uma ideia que actualmente raia a ingenuidade. O desenvolvimento de técnicas de publicidade modernas marca uma importante diferença entre a época de Mill e a era actual. As empresas aprenderam a arte de nos vender produtos não saudáveis, apelando aos nossos desejos inconscientes de estatuto, atractividade e aceitação social. Como resultado, sentimo-nos atraídos por um produto sem saber muito bem porquê. E os fabricantes de cigarros têm aprendido a manipular as propriedades do seu produto de forma torná-lo o mais viciante possível.

As imagens gráficas dos danos que o tabaco causa podem contrabalançar o poder desses apelos ao inconsciente, facilitando assim uma tomada de decisão mais determinada e tornando mais fácil a resolução de deixar de fumar. Assim, em vez de rejeitarmos estas leis por serem limitativas da liberdade, devemos defendê-las como forma de promover regras de homogeneidade entre indivíduos e empresas gigantes que não têm qualquer pretensão em apelar à nossa capacidade de raciocínio e de reflexão. Exigir que os cigarros sejam vendidos em maços simples, com advertências sobre os perigos para a saúde e imagens gráficas é uma legislação de igualdade de oportunidades para a parte racional que existe dentro de nós.”

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f2 2012 – Formação Fotográfica

f2=Formação Fotográfica é um projeto pedagógico iniciado em 2009 pela Secção de Fotografia AAC, composto por workshops e palestras,  objectivado na diversidade de conteúdos e pluralidade das abordagens escolhidas.

A formação em fotografia é um instrumento determinante na busca do domínio técnico e ganhos de produtividade, não só pela qualificação dos recursos humanos, mas pela capacidade de melhoria no desempenho e produção de trabalhos de autor. Mais que a formação de base, ou atualizações contínuas de conhecimentos, a f2=Formação Fotográfica pretende constituir um treino de competências práticas, na troca de experiências estabelecidas com diferentes profissionais, nas diversas possibilidades oferecidas pela fotografia.

foto: Pedro Frias

A primeira palestra já teve lugar no passado dia 30. A convite da Secção de Fotografia e do Núcleo de Estudantes de Informática através da organização do 1º Encontro Nacional de Estudantes de Design, o brilhante publicitário Edson Athayde deu uma palestra no Pólo II com o título “A importância da fotografia na publicidade e no design”.

Athayde provocou um enorme sucesso, tendo assistido à sua palestra cerca de 400 estudantes. As fotos da mesma podem ser vistas aqui através da página de facebook da Secção de Fotografia.

O próximo Workshop é já no dia 11 de Abril. António Luis Campos vem a Coimbra dar uma formação de “Iniciação à Fotografia

Ficha Técnica:

Data: 11 Abril

Local: Edifício AAC

Horário: 10:30/13:00 – 14:30/18:30 H

Preço:

Estudantes e Desempregados € 25,00

Profissionais € 40,00

Sócios e colaboradores regulares da Secção de Fotografia AAC € 20,00

 Fotógrafo freelancer desde 2004, é colaborador regular da National Geographic Portugal, tendo assinado mais de duas dezenas de artigos nesta publicação.

Engenheiro electrotécnico, é autor de três livros, “Metamorfose” (2009), “À Beira da Água” (2010) e “Recursos e Território – Uma geografia da esperança” (2011), publicando ainda regularmente, em jornais e revistas nacionais e internacionais.

Criou diversas exposições e instalações individuais em Portugal, Espanha e Polónia, das quais se destacam “Pensam que é por milagre…” e “Borboletas do Mondego e Selvagens Vidas Lusas”.

Em 2006 integrou a agência fotográfica 4SEE Photo, que evidenciou o seu trabalho ao nível internacional. No ano seguinte, foi premiado no concurso Fotojornalismo BES-Visão.

É ainda, guia de viagens fotográficas na agência Nomad, dividindo o seu tempo entre uma intensa actividade formativa na área da fotografia, trabalhos corporativos com entidades privadas e instituições estatais e o desenvolvimento de projectos fotojornalísticos e documentais.

Segundo Paulo Abrantes da Secção de Fotografia: “Este workshop terá uma componente teórica e prática, com uma sessão de sala e uma saída de campo. Focar-se-á nos conceitos fundamentais da fotografia – exposição, composição e controlos da câmara fotográfica – abordando ainda técnicas, práticas de iluminação e macrofotografia.

Dirige-se a todos os que, dispondo de máquina fotográfica, pretendam conhecer melhor o equipamento, explorar as suas potencialidades e ganhar uma nova perspectiva sobre o processo criativo da fotografia, proporcionando bases para, individualmente, os participantes poderem evoluir e alcançar resultados mais satisfatórios.”

Mais info é favor de consultar o site Fotografia.net

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Quarta-Feira – Motiva-te +

O 2º do ciclo promovido pelo pelouro das saídas profissionais do Núcleo de Estudantes de Gestão da Associação Académica de Coimbra.

A não esquecer que já hoje, pelas 17 horas no Auditório da FEUC (mesmo na entrada da faculdade) o especialista em Coaching Executivo, Comercial e Coaching para a Criatividade, Marketing, Vendas e Negociação João Catalão vem-nos mostrar alguns dos seus truques para o sucesso.

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