Tag Archives: Marcin Gortat

NBA 2012\2013 #15

1. Jogos de ontem:

Jogo de surpresas e reviravoltas em LA. Orlando não ganhava um jogo nos últimos 10. Já os Clippers tinham estabelecido um record de franchising ao nível de vitórias seguidas: 13. Ao 14º jogo, em casa, quando se previa uma vitória fácil para a turma de Los Angeles, os Magic provaram que a liga afinal tem como principal característica o equilíbrio.

Na ausência de Glen Davis na turma da Flórica, foi o poste sérvio Nikola Vucevic uma das grandes figura do encontro (está a fazer grandes jogos desde que Baby Shaq se lesionou) com 18 pontos e 15 ressaltos, números que tem sido tónica das suas prestações nas últimas 2 semanas. O sérvio acabou por confirmar a vitória de Orlando com um slam dunk.
A grande figura do encontro, para o lado dos Magic, acabou por ser o base Arron Afflalo com 30 pontos (10 em 19 ao nível de lançamentos de campo; 3 triplos) e 7 assistências, provando que só não é uma figura de proa da liga porque é um jogador demasiado inconsistente nas suas exibições. Talento de tiro não lhe falta. Falta sim estrutura psicológica para superar momentos de pressão.
Do banco de Orlando saíria ainda JJ Redick com 21 pontos, sendo 12 obtidos com 4 grandes lançamentos atrás da linha do garrafão. O 6th Man de Orlando está a jogar um basquetebol prodigioso, o que põe em causa o seu futuro em Orlando visto que no próximo verão torna-se free-agent e segundo os rumores quer sair da equipa da Flórida.

Do lado da equipa de Vinny Del Negro, Jamal Crawford falhou o último lançamento.
Blake Griffin com uma prestação notável em todos os aspectos – 30 pontos, 8 ressaltos, 7 asssistências. Apesar de continuar a persistir (e a ser beneficiado pela arbitragem) com os seus slams em falta (quase todos são em falta visto que Griffin entra com os braços para armar o slam e só não são falta todos aqueles em que o defensor está dentro da área restritiva), notam-se bastantes melhorias do poste baixo de LA ao nível do lançamento, sendo que Griffin já é capaz de executar com uma significativa taxa de exito lançamentos a 14 pés do cesto e já converteu inclusive 3 triplos esta temporada.
Contrastando com a excelente exibição do all-star, o resto da equipa exibiu-se a um nível inferior aquilo que tem exibido, excepção feita para Chris Paul com as suas fantásticas 16 assistências e 10 pontos marcados. A equipa de LA pode queixar-se da falta de eficácia ao nível de 3 pontos com 9-22.

Surpresa em Chicago, com a equipa local a ser perfeitamente dominada pelos Phoenix Suns:

Os Bulls apresentaram-se algo cansados perante uma equipa (Phoenix) que tem demonstrado bem menos durante época do que aquilo que seria de prever. Esta equipa nova equipa dos Suns vai dar que falar nas próximas épocas caso não saia ninguém nas próximas rondas de transferências. É uma equipa com muita qualidade, começando pelo base organizador Goran Dragic (quem sabe se os Suns não tem aqui o novo Steve Nash; penso que Houston fez muito mal em abdicar deste sérvio para contratar Jeremy Lin), pelo extremo Michael Beasley (para quem não sabe foi o nº2 do draft onde o 1º foi Derrick Rose; continua algo instável e frágil do ponto de vista psicológico o que é muito mau visto que é um extremo com um leque de soluções ofensivas muito interessantes) e pela sua linha de postes constituídas por Luis Scola e Marcin Gortat, dois jogadores muito experientes que conseguem dar muita força e muito poder ofensivo e defensivo à equipa.

A estratégia defensiva e ofensiva da equipa do Arizona em Chicago passou por estes 4 homens: Dragic muito eficaz a organizar, Beasley muito eficaz no tiro exterior (20 pontos; 10 em 14 em lançamentos de campo), Scola muito eficaz a lançar e a ganhar ressaltos defensivos (22 pontos; 7 ressaltos, 6 deles defensivos) e Marcin Gortat exímio tanto a servir de muro para as investidas interiores de Noah, Boozer e Deng (por muitas vezes estes 3 esbarraram literalmente contra o polaco) como a abrir caminhos através do seu bloqueio para Beasley e Scola, se bem que nesta história dos bloqueios a arbitragem não só foi muito permissiva com bloqueios ilegais do polaco como em outras vezes passou vista grossa a muitas faltas que o polaco fez na luta das tabelas.

Do lado de Chicago, o trio composto por Noah, Deng e Boozer apresentou-se com algum cansaço acumulado nesta partida em virtude da excessividade que Tom Thibodeau lhes tem dado nos últimos tempos. Deng e Noah tem médias de utilização de 40 minutos, não apresentam para já suplentes que os possam fazer descansar mais tempo sem a equipa sofra uma quebra de rendimento e isso pode ser um factor prejudicial para a equipa no futuro. Mesmo assim, as exibições de Boozer e Noah contra uma defesa muito aguerrida por parte de Phoenix foram bastante satisfatórias. 

Tom Thibodeau foi mais uma vez apanhado com dificuldades na leitura de jogo. Está a dar demasiados minutos a Hinrich e isso não está a ser benéfico para a equipa do ponto de vista ofensivo. Ontem tinha Hamilton a acertar tudo o que lhe vinha parar às mãos e acabou por dar demasiado espaço ao italiano Marco Belinelli (um desastre na partida de ontem) em prol do veterano all-star.

Da exibição de ontem salvou-se também o sophomore Jimmy Butler. O puto está a crescer a olhos vistos em Chicago. Não é um primor de técnica, não é o gajo perfeito ao nível de lançamento mas é muito lutador, não tem medo de arriscar e costuma entrar para marcar 8\10 pontos muito importantes em períodos decisivos.

Dados importantes: Chicago com tendência para perder jogos contra equipas acessíveis em casa. Road de sonho para os Bulls com 10 vitórias e 5 derrotas. No United Center, a coisa está bastante dispar: Thibodeau só tinha perdido 7 dos 42 jogos efectuados em casa na época 2011\2012 e nesta época já soma 10 derrotas em 20 jogos.

Dirk já voltou ao activo e já se vê um cheirinho dos velhos Mavericks.

2. Em específico:

Chalmers completamente endiabrado. Jogo sem história em Sacramento até que Chalmers desata a marcar triplos e só para nos 10. 34 pontos (máximo de carreira) para o base de Miami e o empate com o recorde de Brian Shaw ao nível de triplos marcados num jogo, recorde que perdurava desde 1993. 10 em 13 para o base de Miami num jogo em que o base da equipa adversária (Isiah Thomas) também quis entrar na brincadeira e lançou 6 em 8.

3. As 10 melhores jogadas da noite:

Destaque para o regresso em cheio do #1 do draft de 2010 John Wall (Washington Wizards)

4. The Nets Association episode 6: as primeiras duas semanas de PJ Carlesimo no comando da equipa, semanas que se tem pautado por algumas vitórias da equipa e pela consequente subida na tabela classificativa no Este.

5. Uma graçola do “barbas” James Harden (Houston Rockets) contra Philadelphia num jogo onde os 76ers viriam a vencer.

6. Insider: Monty Williams e os New Orleans Hornets

7. Notícias:

Rumor que tem circulado que dá conta do interesse dos Cleveland Cavaliers em recapturar LeBron James quando este terminar contrato com Miami em 2014.

O proprietário dos Mavericks Mark Cuban afirma que a sua equipa não irá trocar Dirk Nowitzky.

8. Desta noite:

parker rubio

Fotografia curiosa tirada há minutos no jogo entre San Antonio Spurs e Minnesota Timberwolves. Dois jogadores europeus (Tony Parker e Ricky Rubio), dois bases talentosos (um mais veterano e o outro a dar as primeiras pisadas de uma carreira que se espera muito auspiciosa na Liga), dois jogadores com o mesmo número nas costas.

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

NBA

Vamos em primeiro lugar aos meus Bulls. 3 jogos muito interessantes (de analisar) antes da visita ao líder da conferência Oeste (Oklahoma City Thunder) que será amanhã pelas 17h (12 horas locais).

Os Bulls são a primeira equipa já apurada para os playoffs.

Derrota caseira frente a Denver na madrugada de quarta-feira. Um jogo péssimo dos Bulls a todos os níveis perante uma equipa (Denver Nuggets) que ainda está na corda bamba pelos playoffs no Oeste. Não consigo perceber como é que este colectivo de Denver (realço a palavra colectivo; tem bons jogadores como Wilson Chandler, Farried, Ty Lawson, Al Harrington, JaVale McGee, Arron Afflalo, Chris “Birdman” Anderson, Danilo Gallinari) chega a esta altura da época em 8º lugar na conferência quando tem potencial para ter uma fase regular muito mais descansada.

Um jogo péssimo por parte dos Bulls. No 7º jogo sem Rose (pergunta-se na América como é que estes Bulls conseguem manter tanta regularidade ao nível de vitórias sem a sua bússula) tudo correu mal aos Bulls. A equipa fez o pior jogo que tenha visto ao nível defensivo e ofensivo. Ao nível defensivo, pouca acutilança na marcação à zona fez com que os atirados de Denver brilhassem: Arron Afflalo (está a acabar a época em grande; é talvez a sua época mais regular na Liga) fez 22 pontos (8 em 12 em lançamentos de campo) e Ty Lawson fez 27 pontos e partiu tudo no United Center. Afflalo esteve a um passo de assinar pelos Bulls como free-agent no início desta temporada. O base de Denver fez 3 triplos muito importantes, acontecendo quase todos em jogadas em que Chicago reduzia a vantagem por intermédio de triplos. Metade da vitória de Denver no United center residiu na excelente participação dos seus bases. Quem também saiu bem do banco (como é seu apanágio) foi Al Harrington: 17 pontos, 3 triplos. Em matéria de triplos, Denver tivemos um jogo de eficácia alta: 8 triplos para Denver em 13 tentativas, incríveis 13 em 20 para os Bulls.

Na equipa de Chicago, se houve jogo em que Rose fez falta foi este contra Denver. A equipa jogou mal. CJ Watson e John Lucas não foram capazes de arranjar boas soluções de lançamento e cometeram imensos turnovers. No total, a equipa de Chicago fez 16 turnovers, pertencendo 9 a Watson e Luol Deng. Um dos turnovers que me saltou à vista durante a partida foi numa reposição de bola. Watson recebendo a bola de Deng deixou-a rolar pelo chão para não queimar tempo (existe uma regra na NBA que numa reposição de bola, enquanto esta não for tocada por um jogador antes do meio-campo faz com que o tempo geral e o tempo de ataque não avance) no fim do 3º período. Qual é o espanto que no momento em que Watson vai receber a bola, escorrega e faz com que a bola saia pela linha lateral.

Ao nível defensivo, os Bulls não conseguiram aplicar a sua lei aos Nuggets. Deixaram toda a gente lançar à vontade e ao nível de ressaltos, Denver conseguiu sacar 31 ofensivos.

Ao nível do ataque, faltou alguém que se destacasse. Faltou Rose. Watson foi o melhor pontuador com 17 pontos. Depois ficaram Boozer, Lucas e o rookie Jimmy Butler com 14 pontos. Butler esteve muito bem nesta partida, arriscando lançamentos difíceis em alturas em que a equipa tentava recuperar desvantagens de 9\10 pontos.

Para finalizar, Denver teve uma pontuação igual ou a cima de 25 pontos em todos os períodos. Não é fácil ganhar em Chicago. Não é fácil ultrapassar a barreira dos 100 pontos em Chicago.

Na madrugada de quinta-feira existiu um domínio total frente a Atlanta. A equipa recusou bem da derrota do dia anterior vencendo a equipa do estado da Geórgia por esclarecedores 98-77.

Depois de um primeiro parcial em que Atlanta levou a melhor por 23-21, os Bulls controlaram o resto do jogo e comodamente foram gerindo a sua vantagem na 2ª parte. Luol Deng voltou a fazer uma exibição à Deng com 22 pontos (5 triplos) Boozer fez 20 pontos e 9 ressaltos, chegando inclusive a dar uma jogada de puro espectáculo à rapaziada das bancadas onde perante a pressão de um jogador de Atlanta a 3 metros do cesto, rodou pela parte de fora e afundou na cara de Joe Johnson. Joe Johnson iria acabar por retribuir a gentileza com uma gravata (acidental é certo) no power-forward de Chicago. Quem também se evidenciou foi Taj Gibson. O power forward suplente de Chicago tem vindo a crescer muito nesta temporada. Já se deixou daqueles lançamentos estranhos a longa distância para os quais não está dotado e prefere atirar à direita a 2 metros onde é muito eficiente. Gibson também tem melhorado muito ao nível técnico e isso tem sido nítido nos últimos jogos dos Bulls.

Perante mais um jogo em que os Bulls fizeram muitos triplos (9) Atlanta fez uma exibição muito off. Apenas Josh Smith (19 pontos) e Jeff Teague (13 pontos e 8 assistências) tentaram lutar contra o domínio dos Bulls.

Frente aois Pistons e como a imagem mostra, Derrick Rose já aqueceu com a equipa assim como Richard Hamilton. No entanto os dois continuam a ser poupados pelo departamento médico da equipa. Será que teremos Rose amanhã contra Oklahoma?

Depois de um primeiro parcial de 28-25 para os da casa e dos Pistons ainda terem ameaçado que vinham a Chicago com vontade de vingar o rótulo de 2ª pior equipa da actualidade da NBA (a 1ª é definitivamente Charlotte) a equipa de Ben Gordon e companhia acabou por sair vergada a uma das piores prestações ofensivas da temporada. Dois períodos (2º e 4º) com apenas 10 pontos revelaram uma eficácia pobrezinha de 36% para a equipa do Michigan.

Os Bulls nem precisaram de puxar pela sua veia triplista (apenas 2 em 12 tentativas) para derrotar os pobres Pistons. Deng (20 pontos) Boozer (13 pontos e 11 ressaltos) e Noah (19\12) foram praticamente suficientes para vencer a partida.

Ainda sobre os Bulls, ocorre ler um bom artigo publicado por John Schumann no blog NBA Hang Time em que este analista realça a enorme resposta que o colectivo comandado por Tom Thibodeau dá na ausência do MVP da época regular 2010\2011. Nota para a percepção que Schumann faz para as combinações Boozer-Noah. É nítido que Boozer depende em muito das prestações de Noah. Se Noah estiver confiante na recepção de bolas dos bases e as encaminhar para o tiro a média distância de Boozer, o power forward faz grandes mas mesmo grandes exibições.

Outros jogos em destaque na Liga desde terça-feira:

Jogão em Milwaukee entre duas equipas que entram na fase final da época lugar com objectivos distintos. Atlanta (31-22) está em 6º na conferência este e já tem praticamente assegurada a sua vaga nos playoffs. No entanto, os Hawks irão querer uma posição mais confortável para evitar Miami, Chicago, Orlando ou até Boston que tem estado em crescendo nas últimas semanas.

Nesta partida em Milwaukee assistiu-se a uma enorme performance colectiva por parte das duas equipas fazendo lembrar um pouco daquilo que vão ser os jogos de playoff.

Em Atlanta, 6 jogadores ultrapassaram os 10 pontos ao nível de pontuação pessoal. Josh Smith teve uma exibição pessoal monstruosa, marcando 30 pontos e conquistando 18 ressaltos. Smith atirou de todo o lado e feitio, fazendo 14 em 26 ao nível de lançamentos de campo. Jeff Teague (15) e Ivan Johnson também estiveram em destaque com 17 e 15 respectivamente. Joe Johnson apenas fez 11 pontos e 8 ressaltos. No dia seguinte em Chicago também teria uma exibição para esquecer.

Em Milwaukee, as sinergias da transferência de Monta Ellis já se fazem sentir mas para já ainda não suficientes para afirmar que a equipa se qualifique para os playoffs. Os Bucks estão a melhor consideravelmente desde a entrada do extremo mas ainda continuam de fora dos lugares de acesso à fase final do campeonato. No entanto, prevê-se uma luta intensa com Nova Iorque se bem que os Nova Iorquinos tem para já 3 jogos de vantagem sobre a equipa de Scott Skiles.

No jogo frente aos Bucks, Monta Ellis superou Josh Smith com 33 pontos e fez ainda 8 assistências. Sem qualquer triplo pelo meio, diga-se. Ellis tem beneficiado do talento de Brandon Jennings. O base nesta partida fez 18\6.

Já no dia 24 em Houston, Dallas tinha vencido por 101-99 num jogo em que a decisão da partida arrastou-se até ao último segundo. Em Dallas a história foi diferente. Dallas começou mal (30-19 para Houston no 1º período) deu a volta no 2º e no 3º período e acabou por gerir a vantagem que tinha no 4º.

Os Rockets estão a aguentar-se dignamente na luta pelos playoffs (são 7ºs na conferência) mas ainda continuam com Kevin Martin ausente. Martin dificilmente voltará a jogar na fase regular. No derby do estado do texas contra Dallas, Luis Scola voltou a comandar as tropas com 22 pontos e 8 ressaltos. Foi extremamente interessante ver Scola a travar uma intensa batalha corpo-a-corpo com Dirk Nowitzky e Lamar Odom. No entanto Scola teve a ajuda de colegas como o extremo Chandler Parsons (15\9) e o base Goran Dragic (17 pontos\9 assistências).

Interessante é ver esta equipa de Houston. Ninguém dava nada por eles. No entanto com a contratação de Kevin Martin tudo se tem vindo a alterar. Luis Scola parece outro. O argentino sempre me causou boa impressão. Numa equipa a sério com objectivos é mais lutador que o habitual. Esta equipa de Houston poderá efectivamente crescer com a evolução dos jovens jogadores que possui: Courtney Lee é também ele um bom base e um bom lançador. Goran Dragic é uma pérola que dará cartas no futuro. Faz o trabalhinho de base como deve ser e é destemido na hora de atacar o cesto ora em incursões ora no tiro de longa distância. Chad Buddinger apesar de ser um jogador alto lento, é um excelente nº6 e é bastante atlético.
Não consigo é compreender como é que uma equipa que contrata um jogador como Marcus Camby continua a apostar em Dalembert para a sua titularidade. Dalembert é um jogador horrível e a cada ano que passa fica ainda mais molengão do que os tempos em que estava em Philadelphia.

No lado de Dallas, nesta partida, Dirk voltou a levar a equipa de Mark Cuban às costas. 21 pontos para o Alemão. Teve a colaboração dos elementos vindos do banco. Beaubois (14 pontos) e Brandon Wright (13) ajudaram Dallas a consolidar mais uma vitória.
Depois de assistir a esta partida dos campeões em título, fiquei mais convencido que Dallas terá capacidades para renovar o seu título. Não se trata apenas de Dirk, de Jason Terry, de Shaun Marion ou Jason Kidd. Trata-se de colocar o melhor plantel ao nível de soluções a mexer. Tirando os 4, há um Vince Carter irregular, um Lamar Odom que teima em aparecer (se bem que já tem feito algumas boas exibições) um Rodrigue Beaubois que tem mais para dar, um Brandon Haywood que tem lugar de caras na equipa titular (no lugar de Mahimni) e um Yi Jianlian cujo treinador continua a teimar em não dar hipóteses e que até poderia ser uma excelente solução para a equipa no jogo exterior.

Tim Duncan (26\11) e Tony Parker (24 pontos) para um lado. Shannon Brown (32 pontos) Marcin Gortat (21 pontos\14 ressaltos) e Steve Nash (16\8 assistências) no outro. Final de campanha feliz para os Spurs. 4 jogos em 5 noites com 4 vitórias.

Cabaz de Nova Iorque frente a Orlando. Será um escândalo se os Knicks não se posicionarem para os playoffs. No entanto, é cada vez mais nítida a possibilidade de termos Chicago a jogar contra Nova Iorque na 1ª ronda dos mesmos.
A vida em Nova Iorque está difícil. Isto porque Jeremy Lin e Amare Stoudamire estão lesionados. Jeremy Lin foi hoje operado ao joelho e arrisca-se a perder o resto da temporada. A pausa nunca será inferior a 6 semanas para Lin. Já Stoudamire está de fora por tempo indeterminado com uma lesão nas costas. Torna a vida mais difícil para Mike Woodson que tem visto o reforço JR Smith casar muito bem com o resto da equipa e que tem visto a dupla Bibby e Davis cada vez mais entrosada no jogo da equipa. O que não muda é a ganância de Carmelo Anthony.

Neste jogo frente a Orlando, a turma da Flórida fez um jogo muito pobrezinho a todos os niveis. Já os Knicks estiveram com muitas ganas na fase de atacar o cesto. Se bem que o fizeram de forma pouco eficaz, principalmente nos triplos com 12 em 34 tentativas. Carmelo fez 25 pontos e 6 assistências, o rookie Iwan Schumpert, a jogar a point-guard, também marcou 25 pontos (com 4 triplos e do banco saiu Steve Novak para ajudar a equipa com 16 pontos. Novak é outro exemplo igual a Lin. O exemplo de alguém que andava perdido no banco dos Knicks e que de um momento para o outro tornou-se pedra fundamental para alguns triunfos da equipa de Nova Iorque. Contra Orlando, Novak foi autor de 4 triplos. Apesar de ser um jogador que anda na Liga desde 2006 e de já ter jogado em Dallas e em San Antonio, só agora é que Novak se está a destacar qualquer coisita. 8.6 é a média pontual deste extremo em Nova Iorque, tomando em conta que nunca passou dos 5 pontos de média e que em Nova Iorque tem uma média de rotação de 17 minutos.

Minnesota viu-se à rasca para bater os Bobcats. No entanto Kevin Love (40 pontos e 19 ressaltos) fez um jogo monstruoso. Os Wolves continuam à rasca com as lesões. Rúbio já não volta mais esta temporada. Beasley tem um dedo do pé fracturado e Barea anda à rasca da bacia. Os Wolves tem alinhado com 8 jogadores.

Deron Williams (30 pontos e 9 assistências) continua a partir a loiça toda. Os Nets tem vindo a melhorar com o decorrer da época e para o ano até prometem qualquer coisinha. Já arrancaram tarde.

14º jogo seguido de Miami a vencer em casa. Desta vez vieram os rivais de Dallas e perderam graças a um show (finalmente!) colectivo de Miami, principalmente no 3º período.
Facto raro em Miami: Nenhum dos elementos do Big Three ultrapassaram os 20 pontos.
Facto raro em Miami parte 2: 6 jogadores ultrapassaram a barreira dos 10 pontos sendo eles o Big Three + Mario Chalmers, Udonis Haslem e Norris Cole.

Do lado de Dallas, pouquíssima defesa e pouquíssimo ataque. Dirk Nowitzky (25 pontos) disfarçou o dia mau da equipa.

Períodos desiquilibrados. 30-18 para os Lakers no 1º período. 34-19 para Oklahoma no 3º. Bynum (25\13) e Bryant algo inspirados num lado mas insuficientes para travar a vontade de vencer a qualquer custo de Rusell Westbrook no outro. Westbrook esteve simplesmente soberbo. Durant também esteve em destaque com 21 pontos e 11 ressaltos.

Cleveland está a dizer adeus aos playoffs. Não basta ter Kyrie Irving para se ter sucesso. Ultimamente tem sido cabaz atrás de cabaz. Irving fez 29 pontos. Do outro lado Irving e seus pares foram sugados por uma máquina devastadora que fez 124 pontos, liderada por Brandon Jennings (28 pontos) e Ilyasova (20 pontos e 10 ressaltos).

A diferença de ter um Dirk e de ter um Jameer Nelson e um Chris Anderson.

Bem disputado. Quando o fim chega e a pressão aperta, uns marcam e outros falham por duas vezes.

Para finalizar alguns memes da NBA:

Marca pontos como um cavalo. Ganha ressaltos como um cavalo. Mete triplos que nem um cavalo. E ainda dá nas fuças do Barea como um cavalo.

Convém também dizer que com tantos touros à volta torna-se difícil

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,