Tag Archives: Latada

parabéns

ao João Seixas, restante administração e restante Direcção-Geral, pelo excelente trabalho desenvolvido na criação de mais uma das Festa das Latas e Imposição de Insígnias. Apesar de considerar que esta Latada teve altos e baixos (dias onde o recinto teve uma adesão a desejar e outros onde superou as minhas próprias espectativas), a organização conseguiu estruturar o melhor recinto que alguma vez vi numa Festa das Latas (a tenda principal era gigante e acolhedora e o recinto apresentou-se de forma arejada e com boa circulação) e conseguiu fazer muito com pouco (esta Latada teve um orçamento inferior em cerca de 150 mil euros à Latada de 2011).

No trato com as secções culturais, no que a mim me diz respeito, também não tenho razões de queixa.

Parabéns malta!

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e os grupos da casa?

Não existem. Provavelmente não dão lucro a uma noite de latada. Chegamos a uma era na Associação Académica de Coimbra em que se vive para o lucro. Para pagar actos de má-gestão do passado e do presente. É triste constatar que os meninos andam a arriscar o futuro da instituição com a contratação de bandas de 100 mil euros quando uma de 20 mil chegava perfeitamente. Há tantas soluções boas e baratas entre bandas nacionais, mas o novo riquismo (em casa pobre) parece ser a nota dominante. Vindo de gente que sempre se habituou ao luxo não se pode esperar mais do que luxo. Ainda por cima, gerem o dinheiro que não é deles. Se fosse deles, talvez pensassem numa redução de custos.

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debilidades mentais

sempre gostei de por os pontos nos i´s.

e esta nova policy de marketing da Direcção-Geral deu-me uma agonia tal que não posso deixar passar um comentário. mais se assemelha a um daqueles concursos de chamada telefónica digno de um programa da Júlia Pinheiro e da Fátima Lopes.

isto é um gozo perante a realidade actual dos estudantes e das famílias dos estudantes da Universidade de Coimbra.

oferecer o sorteio de uma propina a quem comprar um bilhete geral para uma festa roça o escândalo. Com que moral podemos nós estudantes de Coimbra negociar o quer que seja com um Ministério depois de semelhante acto? Que credibilidade tem agora a Direcção-Geral para exigir o quer que seja ao nível de direitos para os estudantes de Coimbra se a este nível brinca deliberadamente com um assunto tão sério? Que credibilidade tem uma Direcção-Geral que vive obcecada com uma festa académica?

mesmo depois de saber desta bomba e de a digerir, cada vez fico mais com a certeza que esta Direcção-Geral tem que cair e é já. que se marque uma Assembleia Magna e que se polvilhe a discussão com a incompetência de uma horde de meninos ricos que não está a zelar pelos verdadeiros interesses dos seus representados. sim, uma horde. chamo-vos uma horde para não vos chamar nomes mais feios. ou melhor, se calhar até vou ter a coragem de vos chamar pessoalmente visto que neste momento não tenho  nada a perder e só me interessa de facto proteger a situação dramática de centenas de colegas meus já que vocês não o fazem.

as soluções da Padre António Vieira estão niveladas pelo lucro da próxima festa académica. Precisam de dinheiro para pagar facturas? Sim, senhor. Vão pedi-los a quem vos deve. Vão pedi-lo à empresa InTocha e terão dinheiro para pagar essas mesmas facturas.

gostava também de perguntar aos elementos da Direcção-Geral onde é que está o vosso espírito de criatividade na Acção Social. gostava também de perguntar onde está o vosso espírito de criatividade na política educativa. que medidas criaram? que defesa intransigente dos estudantes da academia de coimbra fizeram durante este mandato? vá, respondam sem medo que eu cá estarei para vos cobrar.

meus amigos deixem-se de merdas. que vocês tenham dinheiro para pular de festival de verão em festival de verão já todos sabemos. não tornem a secular festa das latas num festival de verão. é um desrespeito perante os vossos antepassados. é um desrespeito que deturpa tudo aquilo que a instituição construiu no passado. A AAC não é uma porto eventos, não é uma musica no coração, não é uma Live Act. A AAC é uma instituição séria assim como sérias são as dificuldades que centenas de colegas nossos atravessam no momento de pagar os seus estudos. Aconselho-vos a irem à Tesouraria da UC para fazerem um levantamento de alunos que, em setembro, ainda se encontram em incumprimento perante a Universidade de Coimbra. Decerto que vos irão espantar os números.

mas vocês continuam a batalhar numa festa académica. ainda esta semana, as propinas da UC aumentaram 46 euros, valor acima da inflacção anual, inflacção anual que era a baliza de aumento afirmada pelo reitor para aumento (e congelamento de um aumento drástico) das propinas até 2014. Gostava de saber o que é que a Direcção-Geral comunicou à reitoria e aos estudantes sobre esta medida. Gostaria mesmo de saber a posição da Direcção-Geral sobre o assunto. Neste tipo de assuntos é que se vê a idoneidade dos elementos de uma Direcção-Geral. Nestes assuntos é que se avalia a qualidade de um mandato.

Tenham vergonha e demitam-se já. Passou dos limites.

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vai ser uma latada em cheio

Melhor nome de sempre de uma latada! Adoro! Fantástico, mesmo! Parabéns à Direcção-Geral por, pela 1ª vez revelar algum olho para o negócio do espectáculo! Estão mesmo de parabéns!

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Adeus. Não voltes mais.

Amanhã termina o mandato de Eduardo Barroco de Melo à frente dos destinos da AAC.

Pelas razões que ele bem conhece, é por mim considerado o pior presidente da história da AAC.

Mesmo assim vale a pena relembrar os “grandes episódios” do seu triste reinado:

aqui – Despede João Alexandre de Secretário-Geral da Queima das Fitas, 4 dias após a sua tomada de posse.

aqui – Volta atrás na sua decisão e readmite João Alexandre.

aqui – Despede o Administrador João Alves por “falta de confiança política” medida que consideramos injusta.

aqui – Azeda a relação com os núcleos, agudizada depois com os obstáculos criados a uma actividade dos pelouros das saídas profissionais do NEE\AAC e do NEG\AAC.

aqui – A meio do mandato moscambilhava para se recandidatar.

aqui – a constante má gestão da sua equipa de trabalho na DG.

aqui – a demissão do Tesoureiro Miguel Andrade na última noite de latada e a chuva de comunicados que se seguiu nos dias posteriores.

Pelo meio ainda tivemos lugar para atitudes nada democráticas em respostas a sócios em Assembleia Magna, o bloqueio de uma deliberação de uma decisão de Assembleia Magna justificada pela falta de “quorum” e porque o presidente da DG não quis dar o braço a torcer aos proponentes da dita moção, a ameaça aqui ao blogger, a compactuação com os mundanos comportamentos da secção de jornalismo, uma manifestação a Lisboa que redundou num enorme fracasso, uma fraca actuação nos campos da política educativa, uma luta incipiente perante os SASUC no cumprimento das suas funções institucionais e nos cortes promovidos na Acção Social, atitudes rebaixistas do bom nome e prestigio da Associação Académica de Coimbra em ENDA, as guerras fracticidas com presidentes de núcleo, com super coordenadores e vice-.presidentes, e ACIMA DE TUDO ZERO DE TRABALHO REALIZADO e ZERO DE RESULTADOS PRÁTICOS.

O seu mandato não deixará saudades no nº1 da Padre António Vieira.

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Comunicado de resposta de Miguel Andrade a Eduardo Barroco de Melo

Cumpre-me primeiro publicar a resposta de Eduardo Barroco de Melo à conferência de imprensa de quinta-feira de Miguel Andrade. Reza o mesmo:

Caros elementos dos mais diversos órgãos de comunicação social,A Direcção Geral da Associação Académica de Coimbra vem por este meio esclarecer a situação da demissão do Tesoureiro Miguel Andrade. Antes de se iniciar a organização da Festa das Latas e Imposição de Insígnias 2011, a Direcção Geral da Associação Académica de Coimbra constituiu um grupo coordenador da Comissão Organizadora das Festa das Latas constituído por quatro pessoas: Eduardo Melo, Miguel Andrade, João Pereira e Philip Santos.

Este grupo ficou responsável pela coordenação de todo o processo organizativo, incluindo a deliberação sobre resultados dos cadernos de encargos a publicar.A primeira situação grave, lesiva da Associação Académica de Coimbra, envolvendo Miguel Andrade, deu-se aquando da sua decisão, unilateral e sem conhecimento dos restantes elementos, de contratar uma empresa para a impressão de bilhetes para Festa das Latas. Esta decisão, para além de ter ultrapassado os elementos do grupo coordenador, carecendo de aprovação, resultou, também sem conhecimento prévio, na assinatura de um contrato de prestação do serviço, efectuada por Miguel Andrade, que apesar de não vincular a AAC mas apenas ele próprio, é prova do desrespeito do mesmo para com os seus colegas, bem como constituindo uma situação que afecta a defesa dos interesses da AAC.Após este incidente, decidimos, ainda que com preocupação redobrada, manter Miguel Andrade na organização da Festa das Latas, a bem da estabilidade da organização e da Direcção Geral, procurando resolver os problemas imediatos e remetendo o apuramento de responsabilidades para o fim da recepção aos novos alunos. Não obstante isto, os problemas sucederam-se.Após a recepção dos bilhetes e dos convites, Miguel Andrade recusou-se a entregar os convites aos responsáveis do Protocolo, a quem cabe a responsabilidade de distribuir os mesmos. Após vários dias em que, mais uma vez, se provou o desrespeito para com colegas e superiores hierárquicos, com o tesoureiro a esconder esses convites, a situação foi ultrapassada.Também antes do início da Festa, foi requerido ao Tesoureiro, dado tratar-se de lugares de enorme responsabilidade, a indicação do número de colaboradores necessários, bem como os seus nomes.

Mais uma vez, a Direcção Geral e a Comissão Organizadora da Festa das Latas foi desrespeitada, nunca tendo sido efectuada essa indicação, e tentando gerir todas as situações a seu bel-prazer, forçando a sua vontade. Após verificação de que o número de colaboradores era excessivo (tal como noutros pelouros), mais uma vez demitiu-se da sua responsabilidade, não tendo levado a cabo a redução necessária, bem como pondo em causa o Presidente e o Administrador da Direcção Geral junto desses colaboradores, acusando-os de querer expulsar elementos. Durante a Festa das Latas, as situações repetiram-se: num dos dias fomos avisados pelo serviço de segurança, às 10h, de que a Tesouraria se encontrava aberta e sem vigilância, pondo em perigo a inviolabilidade da mesma; os atrasos nos pagamentos necessários ocorreram por diversas vezes pondo em causa a imagem da AAC junto dos fornecedores e agentes de bandas; nenhum dos depósitos de dinheiro foi efectuado pelo Tesoureiro, como é sua responsabilidade; o acesso ao cofre podia fazer-se por apenas uma pessoa, e não com duas como é procedimento habitual, havendo várias chaves de acesso, todas elas na posse de Miguel Andrade e dos seus colaboradores, sem que houvesse conhecimento ou aprovação dos restantes elementos da Comissão Organizadora, muito menos do Presidente e Administrador da Direcção Geral, que tinham acesso vedado ao mesmo. Todas estas situações são reveladores de incompetência e irresponsabilidade no exercício das funções do Tesoureiro da Direcção Geral. Tal como atrás mencionado, fizemos um esforço no sentido de garantir a resolução dos problemas sem interferir na organização da Festa das Latas, remetendo as acções de responsabilização para o fim da mesma.No último dia, por volta das 4h, o Presidente e o Administrador da Direcção Geral deslocaram-se à Tesouraria no sentido de fazer o balanço do dia. Depararam-se com um ambiente de brincadeira e irresponsabilidade que não se coaduna à postura necessária para quem tem tão grande responsabilidade. Chamaram Miguel Andrade no sentido de analisar a situação, sendo recebidos com uma postura de gozo e indiferença. No seguimento dessa conversa, Miguel Andrade afirmou que se iria demitir no dia seguinte, insultando o Presidente da Direcção Geral. Em consequência, recebeu ordem de saída da zona de Tesouraria, bem como o encerramento imediato das suas funções na Festa das Latas. Recusou-se a receber essa indicação, afirmando só se retirar se fosse expulso. Durante cerca de 30 minutos, foi tentada uma abordagem calma, no sentido de resolver os problemas com boa vontade, encontrando da parte de Miguel Andrade uma postura intransigente e só aí foi ordenada a sua retirada com recurso a segurança. A Tesouraria foi imediatamente encerrada, ordenando-se o início do processo de depósito de receita e o acesso a essa zona reservada foi vedado.É de esclarecer que nunca foi intenção, quer do Presidente, quer do Administrador da Direcção Geral, a retirada de credenciais. Esse procedimento ocorreu por requerimento do serviço de segurança, dado que com as mesmas outros elementos poderiam aceder à zona de Tesouraria. Aproveitamos para agradecer a todos os colaboradores da Tesouraria, a quem reconhecemos o esforço e competência, o mesmo não acontecendo com o seu coordenador, Miguel Andrade.A Direcção Geral deliberará, futuramente, sobre possíveis acções de responsabilização, mostrando-se desde já disponível para qualquer esclarecimento.

Miguel Andrade, respondeu hoje desta forma:

Caros editores,

Venho por este meio, e como consequência das declarações proferidas em comunicado pela Direcção Geral da Associação Académica de Coimbra (DG-AAC), exercer o meu direito de resposta e defesa de honra.

Quero começar por agradecer a coragem dos colaboradores da Tesouraria da Festa das Latas, que ajudaram a esclarecer algumas das situações passadas, repondo a verdade face às falaciosas acusações da Direcção Geral, nomeadamente no “caso da porta aberta”, e o “caso dos depósitos”. Infelizmente ainda se verificam algumas situações por esclarecer, e cabe-me a mim iluminá-los.

Em primeiro lugar, quero relembrar a todos que, no meu primeiro comunicado público, declarei encarar como minha missão a defesa dos direitos da Associação Académica de Coimbra, e acrescentei que a dimensão da instituição estava acima das individualidades que a representavam. Poderão comprovar, no final das declarações que se seguem, que o que a Direcção Geral classificou como “incompetência e irresponsabilidade” não é mais que a defesa dos interesses da Associação Académica de Coimbra. Interesses esses conflituosos com os interesses de certas individualidades da Direcção Geral.

Falo por exemplo da adjudicação do contrato de prestação de serviços assinado com a empresa de produção de bilhetes. É verdade que assinei o contrato sem consultar qualquer membro da Comissão Organizadora da Festa das Latas. No entanto, apenas tomei essa atitude, pois encontrava-se já esgotado o prazo estabelecido para o encerramento das negociações relativas ao respectivo caderno de encargos, o que impunha uma agilização urgente da questão para que o fornecimento de bilhetes estivesse atempadamente salvaguardado. Mais importante que isso, a empresa a quem adjudiquei o contrato, cumpria todos os requisitos necessários, e poupou aos cofres da Direcção Geral mais de 3 mil euros – o que pode ser comprovado consultando o contrato e comparando-o com o contrato de bilhética do ano transacto. Sabia que a consulta da restante comissão organizadora iria implicar o arrastamento de uma decisão que colocaria em causa a entrega dos bilhetes com a urgência necessária. Apesar de não ter respeitado os interesses do Presidente Eduardo Melo, que parecia alimentar a preferência por uma outra empresa, agi pela única via capaz de salvaguardar os interesses financeiros da Associação Académica de Coimbra.

Quanto à minha recusa em entregar a distribuição de convites ao protocolo, havia já sido admitida no meu anterior comunicado, no qual referi ter sido “forçado a abdicar de controlo, para não perturbar o normal funcionamento das vendas no período de máxima afluência” através da “suspensão deliberada do sistema de venda de bilhetes, por ordem directa de Eduardo Melo”. Enquanto responsável máximo pelo sistema de bilhética, considerei, como continuo a considerar, que fazia parte das minhas competências o controlo rigoroso das ofertas de convites gerais. Pretendia evitar a enxurrada habitual de ofertas, que são prejudiciais a Associação Académica de Coimbra, e tinha estabelecido um tecto máximo de 1000 convites gerais. Após a entrega do controlo da distribuição de convites ao protocolo, esse número foi obviamente ultrapassado, como previa. Mais uma vez, os interesses do Presidente Eduardo Melo revelaram-se contrários aos interesses da Associação Académica de Coimbra, que tentei claramente defender mais uma vez.

Quanto ao acesso ao cofre, considero que, tendo em conta que a responsabilidade do seu conteúdo recai apenas sob a tesouraria, é perfeitamente lógico que o acesso ao mesmo seja exclusivo aos elementos que a constituem.

Em relação aos acontecimentos da madrugada do último dia de latada, embora já explicitados em parte pelos colaboradores da Tesouraria, gostaria de acrescentar que foi a primeira vez que o Presidente se deslocou às instalações, pelo que o evocado “balanço do dia” não constituía um procedimento habitual. Declaro ainda que, uma vez que me vi impossibilitado de realizar o meu trabalho e efectuar os devidos depósitos, não me responsabilizo pelo balanço de tesouraria resultante dessa noite.

Para terminar, não compreendo como pode o presidente Eduardo Melo sentir-se tão incomodado com a ausência de consulta, se a tal Comissão Organizadora de que fala, reuniu, comigo, apenas cinco vezes em 4 meses de preparação da Festa das Latas. Não fui consultado, enquanto tesoureiro, em decisões em que o meu parecer seria fundamental, como por exemplo nas decisões de concessão de venda de comidas e bebidas brancas.

Repito que, embora a minha atitude possa ter revelado, por vezes, desrespeito pela autoridade do Presidente da Direcção Geral, tal só se aconteceu por ser a única forma de defender os interesses da Associação Académica de Coimbra. Como tal afirmo-me preparado e de consciência tranquila para enfrentar quaisquer acções de responsabilização que me sejam imputadas.

 Grato pela vossa atenção,

Miguel Andrade

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Operação “Apanha Latas” – Desperta a Academia

Ontem, em pleno cortejo da Festa das Latas e Imposição de Insignas, um grupo de jovens da candidatura à AAC designada com o epíteto de “Desperta a Academia” despertou para uma acção efectiva de limpeza do lixo provocado pelo referido corso.

Numa acção ímpar na história da Academia, à qual louvo desde já, aqui ficam as imagens e a nota informativa prestada pela assessoria de imprensa da referida lista.

Como podem constatar pela imagem, cerca de 25 estudantes, abdicaram de um momento de farra para ajudar os trabalhadores da ERSUC na recolha de lixo provocado pelo corso festivaleiro.

Enquanto os membros da outra lista estavam numa “on-da” de folia, distribuição de autocolantes inúteis e cacique barato, André Costa, como grande lider que é, negou-se a festejos, sujou os jeans e  pôs as mãos à obra, dando o exemplo daquilo que pretende para a AAC: a maior força aglutinadora de causas da cidade e dos estudantes.

Para finalizar, a nota informativa disponibilizada pelo colectivo com o balanço final da operação realizada:

nota Informativa
Iniciativa “Operação Apanha Latas”
do Projecto “Desperta A Academia”

Coimbra, 1 de Novembro de 2011
Caro Editor(a)
Venho por este meio transmitir-vos o nosso balanço final da iniciativa “Operação Apanha Latas” realizada hoje, dia 1 de Novembro, após o Cortejo da Festa das Latas, pelo percurso realizado pelos caloiros.
Esta iniciativa, que contou com a participação de 25 elementos do Projecto, teve por base a nossa convicção de que, enquanto estudantes, temos a responsabilidade de ajudar a cidade com o esforço de limpeza que impomos com a realização dos eventos das nossas Festas Académicas. Acreditamos que deve partir da Direcção Geral da Associação Académica de Coimbra, à qual nos candidatamos, o esforço de inspirar os estudantes a despertar para o civismo e para as questões ambientais, por forma a credibilizar a imagem do “estudante de Coimbra”, objectivo que conseguimos cumprir parcialmente despertando a curiosidade de alguns participantes do cortejo. A iniciativa consistiu na recolha do lixo acumulado na rua após a passagem dos caloiros, sendo depois distribuído por sacos do lixo consoante a sua categoria de reciclagem. Após terem sido esgotados todos os sacos do lixo que tínhamos à disposição (cerca de 120), continuámos o nosso trajecto colaborando com a ERSUC (que agradeceu a nossa ajuda com que confessaram nunca contar) nas suas tarefas.
O nosso balanço final é extremamente positivo, tanto pelo resultado material de tornar as nossas ruas mais limpas, como pelo sentimento gratificante que ficou em todos os participantes na iniciativa.
Tratando-se de uma matéria que, pelo seu carácter cívico e interesse público, agradecíamos imenso que lhe proporcionassem a devida divulgação.
Encontro-me à vossa inteira disposição para qualquer esclarecimento.

Grato pela Atenção,
Com os melhores cumprimentos,
João Andrade de Oliveiros
Assessor de Imprensa do projecto “Desperta a Academia”
912798584
Andrade_deoliveiros@live.com.pt

É por este tipo de intervenções que declaro aqui, para que todo o mundo leia, que estou com o meu amigo André Costa e com o seu projecto. De alma e coração, André conta comigo! Vamos mudar o rumo da AAC!

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Violência na Latada

http://tv2.rtp.pt/noticias/player.swf?image=http://img0.rtp.pt/icm/noticias/images/71/71b0e7cb5dc305d80b80c0ab0b39df36_N.jpg&streamer=rtmp://video2.rtp.pt/flv/RTPFiles&file=/informacao/latada_67157.flv

5 jovens estudantes da Universidade de Coimbra foram barbaramente agredidos com soqueiras, navalhas e bastões dentro do Recinto da Festa das Latas. Aparentemente, os agressores fazem parte de um “gang” que entrou no recinto sem que a revista feita pelos seguranças do evento lhes tenham encontrado (confiscado) as armas.

Os mesmos estudantes ainda se queixaram às autoridades, que no acto da agressão, os seguranças (da empresa do outro que um dia fez asneiras numa Queima das Fitas) nada fizeram para deter a violência dos elementos do gang. Segundo os agredidos, estavam a  dois passos da cena…

Conhecendo a coisa como conheço, tudo isto não me espanta…

Ao Diário de Coimbra, o Presidente da Direcção-Geral da Associação de Coimbra Miguel Portugal afirmou que “«o que aconteceu dentro do recinto podia ter acontecido lá fora».

A questão Miguel Portugal, é que tudo aconteceu dentro do Recinto.

Se os estudantes pagam bilhete para entrar, merecem que o evento se realize com as mínimas condições de segurança. Logo, que os profissionais contratados para o efeito (que toda a gente sabe que pertencem à empresa do outro que um dia fez asneiras numa Queima das Fitas) cumpram a sua profissão e evitem este tipo de desacatos.

E o problema desta merda Miguel Portugal, é que vocês cada vez mais andam a transformar uma festa que deveria ser apenas dos estudantes,  numa festa onde toda a merda que anda por aí pelos cantos e esquinas entra, faz merda e sai incólume…

E essa verdade, não te poupo.

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