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NBA Draft 2011

Kyrie Irving. O novo #1 do draft da NBA.

Numa draft lottery em que os Cleveland Cavaliers (na primeira época sem LeBron James) conseguiram uma 1ª e 4ª escolha para equilibrar o seu rooster, apostaram em dois jogadores “semi-estrangeiros” (Irving é australiano naturalizado americano e Tristan Thompson é canadiano mas segue as pisadas do nº1). Irving é um base bastante rápido e pontua muito. Há quem o compare já a LeBron James, se bem que Irving aparece na NBA com piores números que a antiga estrela dos Cavs (muito devido a uma grave lesão que teve na última época de universitário pela prestigiada Duke).

Tristan Thompson é um poste baixo que gosta de se envolver na luta pelos ressaltos.

Na 2ª posição do draft, Minnesota ficou com o poste baixo Derrick Williams. Outro talentoso, segundo o que a comunicação social desportiva Norte-Americana afirma. Excelente para juntar a uma equipa que têm Love, Ricky Rubio e Michael Beasley até ver. Existem rumores que os Lakers estão interessadíssimos no concurso de Kevin Love e estão dispostos a trocar Pau Gasol para a equipa de Minnesota.

Na 3ª posição do draft, Utah (perdeu Deron Williams, Carlos Boozer, Karl Korver e presta-se a perder Andrei Kirilenko que este ano é free-agent falando-se da hipótese Chicago Bulls para o futuro do internacional Russo) ganhou um Turco de nome Enes Kanter. Kanter é um poste muito possante, bom marcador de pontos e bom ressaltador. Kanter, que esteve inicialmente cotado para 9º do draft deste ano realizou bons treinos tanto em Utah, como em Minnesota e em Cleveland, afirmando ser “um pouco de Dwight Howard, um pouco de de Pau Gasol e um pouco de Shaquille O´Neal”. Veremos se o turco corresponde numa equipa que terá que passar nos próximos anos por um enorme processo de reconstrução.

Os Raptores ficaram com o Lituano Jonas Valanciunas mas este ainda ficará na europa mais um ano a evoluir. No lugar 6 aparece outro europeu (um draft recheadíssimo de novos talentos europeus) desta feita Jan Vezely. Para mim, Vezely será uma das grandes revelações da NBA nos próximos anos. O checo jogará nos Detroit Pistons (uma equipa que está em maré baixa mas que têm experientes jogadores na sua equipa) e creio que dentro de 2 a 3 anos será um indiscutível All-Star. Jogava pelo Partizan na Europa, e pelo que vi na Euroliga, é um poste com imensa força e mais calibrado para o ataque do que para a defesa. Para poste, assemelha-se a Chris Bosh porque é um excelente lançador.

Nas restantes posições do draft, destaque para o nº9 Kemba Walker (escolhido pelos Bobcats; poderá ser um bom jogador no futuro pelo que vi nos treinos visto tratar-se de um base muito rápido e bom distribuidor de jogo) para o nº16 o Sérvio naturalizado Americano Nikola Vucevic (escolhido pelos 76ers; teve excelentes números no campeonato universitário por South California), para os drafts do Bulls (Norris Cole tem caminho livre para Miami; Jimmy Buttler veio da Universidade de Marquette em Chicago e é um jogador que pode vir a ser útil pois joga nas duas posições de base e ainda pode ser extremo e Malcolm Lee da UCLA também vai para Minnesota em troca pelo Sérvio Nikola Mirotic, antigo poste do Real Madrid que vem para Chicago e poderá ser um jogador a ter em conta no futuro) para a escolha dos Heat Bojan Bogdanovic (base atirador que vai directinho para Minnesota devido à troca de rookies entre as equipas).

No que toca às primeiras trocas e aos free-agents deste ano também existe algo que escrever:

– No capítulo das trocas e contratações, nada de novo a não ser a troca de rookies no draft entre Minnesota, Chicago e Miami.

– No capítulo das renovações e extensões de contrato, Ray Allen já renovou por Boston por mais uma época. Allen era free-agent e estava nas coagitações de metade das equipas da Liga.

Washington fez extensão de contrato à sua estrela John Wall,  Jordan Crawford, Trevor Booker e Kevin Seraphin por mais 3 anos ou seja, até 2016.

Denver renovou com o base Ty Lawson por 4 épocas.

Os Lakers renovaram com Matt Barnes por mais 1 época enquanto Miami fez o mesmo com o lituano Zydrunas Ilgauskas.

Sacramento extendeu opção de contrato por uma época à sua estrela Tyreke Evans, que no final desta época também se tornava free-agent com restrições (os free-agents podem ser de duas categorias: livres, podendo assinar com qualquer equipa; ou restritos, podem assinar com qualquer equipa mediante compensações por jogadores, drafts futuros ou compensações monetárias). Os Kings também renovaram por uma época com DeMarcus Cousins.

Toronto renovou com uma das suas estrelas por 3 épocas (DeRozan) e com o poste baixo James Johnson.

Indiana renovou com Collison e Tyler Hainsbrough por três 3 épocas.

– Quanto a free-agents ainda disponíveis no mercado:

Nos jogadores que se encontram livres existe uma série bastante interessante de free-agents que podem ser adquiridos pelas equipas sem qualquer custo acrescido:

Jamal Crawford (Atlanta; ainda não recebeu qualquer proposta para renovar)

Carlos Arroyo, Glen Davis, Nenad Krstic, Delonte West e Sasha Pavlovic (Boston; Glen Davis deverá renovar nos próximos dias; West e Pavlovic são jogadores com enorme potencial mas estão descartados das opções de Doc Rivers)

Kurt Thomas (Chicago; será sempre um veterano de classe)

Juan José Barea, Caron Butler, Tyson Chandler, DeShawn Stevenson e Peja Stojakovic em Dallas (duvido que a equipa de Mark Cuban não renove com Barea, Chandler e Stevenson; Caron Butler deverá sair; Peja Stojakovic é carta fora do baralho da equipa de Rick Carlisle e fala-se que poderá assinar pelos Bulls ou pelos Nets na próxima época)

Nenê Hilário e JR Smith (dúvido que ambos saiam de Denver, mas já se falou na possível mudança de JR Smith para Miami e de Nenê para os Nets)

Tracy McGrady e Tayshaun Prince nos Detroit Pistons (Prince será um bom jogador para qualquer equipa da NBA e os Pistons querem a sua saída para poder aliviar a sua folha salarial de modo a poderem reconstruir a sua equipa após estas últimas épocas de desilusão)

Yao Ming é free-agent mas coloca-se dúvidas quanto à possibilidade de voltar a jogar na NBA devido à grave lesão que o Chinês teve na última época que o impediu de jogar por Houston. 

Mike Dunleavy e Josh McRoberts em Indiana (o primeiro é um exímio atirador; o 2º um suplente muito útil a qualquer equipa na NBA. Ambos não foram contemplados com o plano de renovações da equipa)

Jamario Moon (LA Clippers)

Shannon Brown (LA Lakers)

Shane Battier e Leon Powe em Memphis.

Mike Bibby, Erick Dampier, Eddie House, Juwon Howard, James Jones e Jamal Magloire (à excepção de Jones, são todos veteranos e poderão ser úteis em várias equipas que ficaram excluídas dos playoffs nesta época; são todos para sair excepto Bibby cujo futuro ainda é desconhecido).

Earl Boykins e Michael Redd em Milwaukee (Boykins será um base bastante útil em algumas equipas enquanto Redd é uma incógnita porque depois da lesão que sofreu a meio desta época poderá não voltar ao potencial que demonstrava antigamente).

Sasha Vujacic  nos Nets (é credível que saia para a equipa de New Jersey poupar algum dinheiro para atacar uma vedeta da Liga).

Marcus Banks, Aaron Gray, Carl Landry e David West em New Orleans (Gray deverá continuar; Landry e Banks não renovam; David West será um dos nomes quentes deste verão: terá decerto Chicago, Knicks, New Jersey, Lakers, Phoenix, Houston, Detroit e outras equipas na sua cola). 

Jason Richardson também deverá mudar de área em Orlando, mas tal opção só deverá ser exequível se Dwight Howard também mudar.

Tony Battie e Jason Kapono em Philadelphia.

Grant Hill em Phoenix. Acaba carreira?

Samuel Dalembert e Marquis Daniels não deverão ficar em Sacramento.

Leandro Barbosa é uma excelente escolha para o tiro exterior, estando livre em Toronto.

Andrei Kirilenko (Utah; fala-se da hipótese Bulls. Também poderá voltar à Europa)

Josh Howard e Yi Jianlian estão livres em Washington e não foram contemplados com a renovação nos últimos dias. Poderão ser reforços interessantes para as equipas que tentam chegar novamente aos playoffs.

– Quanto aos free-agents restritos temos:

Jeff Green em Boston. Poderá sair por troca directa com qualquer jogador de média dimensão.

Arron Afflalo em Denver. A sua saída já poderá eventualmente indicar troca por troca + compensações monetárias ou escolhas de draft ou então a troca por 2 jogadores de média dimensão.

Rodney Stuckey em Detroit. Poderá ser trocado por 2 ou 3 jogadores de média dimensão  + compensações monetárias e escolhas de draft visto tratar-se de um base com algum talento.

Marc Gasol poderá transferir-se de Memphis para outro lado. Não arrisco a dizer a troca que se poderá efectuar visto que Marc está muito bem cotado no mercado depois do excelente playoff que realizou.

Mario Chalmers em Miami tanto poderá ser trocado como poderá renovar.

Em New Orleans, Marco Bellinelli será moeda de troca por algum jogador de média dimensão.

Thaddeus Young em Philadelphia é um jogador apetecível às equipas grandes e também deverá ser moeda de troca por dois bons jogadores para os 76ers.

Greg Oden em Portland será moeda de troca por 2 ou 3 jogadores de média dimensão ou poderá renovar. A renovação não é um cenário que acho sério, visto o flop que Oden foi para os Trail Blazers (relembro que foi nº1 do draft à uns anos atrás não podendo jogar esse primeiro ano devido a uma lesão na pré-época). 

Post-Scriptum (22:31) – Ao que consta, à mesma hora que escrevia este post, ficou decidida uma mega troca “pós-draft” entre várias equipas: O Espanhol Rudy Fernandez (representava Portland) sai rumo aos Dallas Mavericks que em compensação deram as suas escolhas do draft deste ano (o nº 26 Jordan Hamilton e o nº57). Os Mavs também ficaram com Rudy e Pettri Koponen. Por sua vez, Portland também trocou André Miller e o rookie recebido de Dallas por Raymond Felton (em Fevereiro tinha ído para Denver no pacote Carmelo Anthony). Outras equipas foram metidas ao barulho, Stephen Jackson sai de Washington via Milwaukee Bucks e Corey Maggette sai de Milwaukee para Charlotte. John Salmons sai de Milwaukee para Sacramento e George Hill sai de San Antonio via Indiana.

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Dallas Mavericks 112-103 Miami Heat

Jogo fantástico na America Airlines Center em Dallas! No melhor jogo dos 5 jogos das finais da NBA até agora, os Dallas Mavericks colocaram-se em vantagem na série por 3-2 e podem decidir o campeonato caso vençam na madrugada de domingo para segunda os Miami Heat na Flórida.

Emocionante até ao minuto final, o jogo foi muito equilibrado à semelhança dos anteriores (muitas reviravoltas no marcador durante a partida) e ao contrário dos 4 jogos anteriores, a pontuação das duas equipas ultrapassou os 100 pontos e os jogadores suplentes de ambas as equipas tiveram tanto ou mais destaque que os titulares.

O equilíbrio e a eficácia mostraram-se logo presentes no 1º período, em que Miami fechou a vencer por 31-30. Apesar de um parcial de 21-14 favorável aos Dallas Mavericks a ponta final viria a sorrir aos Heat, comandados por um excelente período de Dwayne Wade que no final do período até teve de sair para os balneários com uma lesão na bacia depois de um choque em falta contra o suplente de Dallas Brad Cardinal. Wade voltaria no 2º período mas haveria de se ressentir da lesão e voltar aos balneários. Depois de algum descanso e de exercícios na companhia do preparador físico e do fisioterapeuta da equipa, voltaria a meio do 3º período para tentar resolver a partida para Dallas. Já Brad Cardinal deve ser mencionado a título de curiosidade pelo facto de ter sido novamente aposta de Rick Carlisle para o jogo exterior (onde a equipa de Dallas esteve completamente on-fire) relegando novamente Peja Stojakovic para a condição de não-utilizado na equipa Texana. Cardinal cumpriu a sua tarefa, marcando uns pontos e sobretudo, lutando contra os jogadores de Miami (houve ali uma parte em que teve picado com Juwon Howard, veterano de Miami que também saltou do banco para contribuir com 6 pontos).

No 2º período, com a ausência de Dwayne Wade a equipa de Miami ganhou mais no colectivo (talvez foi o único jogo em que a equipa funcionou como um colectivo). LeBron James e Chris Bosh iam aparecendo esporadicamente com um ou outro lançamento, mas no entanto o segundo período traria um Mario Chalmers bastante inspirado no lançamento. No lado de Dallas, o período foi claramente de Dirk Nowitzky (teve a particularidade de ter jogado o 4º jogo com 38,5º de febre) e de Jason Terry, que no final da partida seria extremamente decisivo. É neste segundo período que Terry faz um triplo quase inacreditável numa posse de bola, lançando de lado sobre pressão adversária e sobre pressão de tempo de ataque.

Ao intervalo, o equilíbrio era dominante, estando Dallas a vencer por 60-57.

No 3º período veio a chuva de triplos de Dallas e consequentemente a maior vantagem do jogo para a turma Texana na partida: chegaram a estar a vencer por 7, mantendo-se essa vantagem durante quase todo o período. O 3º período trouxe o brilhantismo do base porto-riquenho Juan Barea, ora no lançamento de triplos, ora em penetrações para o cesto em que enfrentava tudo e todos, ora no jogo de passe para os colegas, especificidade técnica onde Jason Kidd esteve uns furos acima daquilo que tinha feito nos jogos anteriores. 

No 4º período, Miami incomodou e de que maneira a equipa da casa. Houveram momentos em que Dallas desligou da partida e os Heat não só recuperaram no marcador como estabeleceram uma vantagem de 4 p0ntos a 4 minutos e meio do final. A partida estava balançada para a turma da Flórida até que apareceu (primeiro) um inspiradíssimo Jason Terry com um triplo a empatar a partida a 100 e depois um Jason Kidd a colocar os texanos com uma vantagem de 5 pontos (105-100) com outro triplos após uma incursão para o cesto bem sucedida do Alemão Nowitzky e 3 bolas desperdiçadas por LeBron James que apesar do triplo-duplo fez uma boa exibição para o colectivo mas não apareceu individualmente. Jason Terry acabaria por terminar a partida com  novo triplo.

A partir daí, os Heat desperdiçaram bolas e limitaram-se a fazer faltas para colocar os Mavs na linha de lance livre, que aproveitaram para fechar o jogo.

Individual e colectivamente:

– Do ladoi de Dallas, Dirk Nowitzky dividiu com Jason Terry e Juan Barea o estatuto de melhores jogadores da partida na minha opinião.

O Alemão esteve espectacular com 29 pontos e 6 ressaltos. Muito eficaz no lançamento (50% de eficácia de campo e 100% na linha de lance livre onde concretizou 10 pontos) seleccionou melhor os seus lançamentos e não teve medo do jogo interior quando achou que a selecção de jogadas assim o exigia.

O 6º de Dallas é uma máquina. Jason Terry é um jogador de excepção e faz-me lembrar outro grande jogador que há uns anos passou por Dallas: Jerry Stackhouse. São jogadores de excepção com uma técnica formidável, com um nível de eficácia no lançamento interior e exterior fantástico mas são jogadores que não são grandes vedetas da Liga porque ao longo da época tanto aparecem como desaparecem. Stackhouse tinha 1 jogo excepcional por cada 5 maus, mas aparecia sempre na altura das decisões. O mesmo se passa com Jason Terry. Marcou 21 pontos e ganhou 6 ressaltos. Desses 21 pontos, 3 foram de triplo numa eficácia nos lançamentos de campo de 8 em 15. Marcou triplos fenomenais como o da 1ª parte em que lançou todo de lado e no período onde os seus 2 triplos foram cruciais para a equipa de Dallas.

Juan Barea é outro jogador formidável. O pequeno base não se amedronta e vai à luta. Marcou triplos inacreditáveis e acabou o jogo com 17 pontos importantíssimos para a equipa. Além disso fez 5 assistências.

Jason Kidd e Tyson Chandler acabaram ambos com 13 pontos na partida. Como já tinha referido, o base fez uma partida acima daquilo que tinha feito nas anteriores. Marcou 13 pontos (não o deixem sozinho para lançar de 3) fez 6 assistências, esteve mais certeiro no controlo do jogo de ataque de Dallas onde partilhou tarefas ora com Barea ora com Terry. Tyson Chandler fez o jogo que lhe competia. Debaixo do cesto conseguiu 13 pontinhos, ganhou 7 ressaltos mas nos derradeiros minutos teve hesitações de atacar o cesto. Perdeu o combate na luta das tabelas contra Bosh e LeBron James mas lutou bastante.

Colectivamente, grande eficácia dos Mavs ao nível do lançamento com uma percentagem de 56,9% (39  em 69). Relativamente aos jogos anteriores, os Mavericks lançaram menos e concretizaram mais. Nos 3 pontos, foi um jogo à medida daquilo que a equipa de Rick Carlisle já nos tinha habituado nos playoffs, como por exemplo aconteceu na série contra os Lakers: alta eficácia com 13 triplos concretizados em 19 tentativas.

Na luta das tabelas, Miami venceu claramente: 42 ressaltos contra 32.

– Do lado de Miami, apesar da lesão durante o decorrer da partida, o melhor marcador voltou a ser Dwayne Wade. 23 pontos e 8 ressaltos. Se Wade não tivesse o problema que teve, talvez pudesse fazer muito mais pelos Heat.

LeBron James fez um fantástico triplo duplo (17 pontos10 ressaltos10 assistências) – Como já tinha referido, foi uma excelente exibição colectiva do astro de Miami, que pecou apenas por não ter assumido as suas responsabilidades nos minutos finais.

Chris Bosh voltou a fazer uma excelente exibição com 19 pontos e 10 ressaltos. Teve um excelente desempenho no lançamento (8 em 19).

Pela primeira vez, o banco de Miami conseguir fazer uma excelente partida. Mario Chalmers saiu do banco para marcar 15 pontos (4 triplos) Udonis Haslem fez 10 pontos e 5 ressaltos, Mike Miller fez 9 pontos (3 triplos) e até o veterano Juwon Howard marcou 6 pontos (ainda não tinha marcado qualquer ponto nestes playoffs). No total, os 2 jogadores do 5 incial (Mike Bibby e Joel Anthony) mais os 5 suplentes conseguiram marcar 44 dos 103 pontos da equipa da Flórida, factor único nos playoffs deste ano.

Colectivamente, ao nível do lançamento os Heat não tiveram muito atrás da eficácia de Dallas. Lançaram por 70 vezes e concretizaram 37 bolas. Ao nível do lançamento de 3 a diferença foi notória. Apesar da eficácia não ser má (8 triplos em 20 tentativas) os Heat concretizaram menos 5 bolas, uma diferença considerável que explica a vitória de Dallas (mais 15 pontos em triplos).

O jogo 6 realiza-se às duas da manhã da madrugada de domingo para segunda em Miami com transmissão na Sporttv. O jogo 6 será decisivo. A equipa de Dallas sagra-se campeã caso vença o jogo. A equipa de Miami precisa de vencer os dois jogos em casa para alcançar o tão almejado objectivo estabelecido para esta temporada.

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