Tag Archives: Jornal de Notícias

mais três

Rasmussenschleck 2

e… até no Golfe!

Singh

qualquer dia até no Curling.

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notícia do dia

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pesca 2

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Mais um exemplo de sensacional jornalismo Português e Britânico

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vândalos

alvalade

Diário de Notícias

Se bem me lembro, há cerca de 1 ano atrás, na Luz, chamavam aos adeptos do sporting vândalos, animais, cambada de arruaceiros e outros nomes pejurativos que não me atrevo a pronunciar por motivos de higiéne linguística neste espaço.

Os mesmos, hoje, estão calados.

Há um ano atrás, na Luz, enfiaram 2500 elementos pertencentes às claques organizadas, dentro de uma jaula, sem o mínimo de condições num sector do estádio da Luz. À direita, uma claque do Sport Lisboa e Benfica. À esquerda e atrás, a polícia. A justificação era a protecção da segurança no espectáculo. Hoje, o Sporting colocou os adeptos do Benfica num sector, o de sempre, destinado aos adeptos adversários, sensivelmente longe das claques do Sporting, sem uma caixa de protecção e com polícia no exterior. E aconteceu isto…

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dixit (2)

“Economia subterrânea e paralela é 25% do PIB português” – Guilherme D´Oliveira Martins, presidente do Tribunal de Contas.

Nunca defendi a economia paralela. Sei que é necessária, em doses q.b para que o capital continue a circular, visto que mesmo que não entrem receitas no cofre do estado por via desse capital no imediato, fomentarão a economia. Basta apenas pensar que um trabalhador que receba as suas horas extraordinárias por fora, em dinheiro, irá utilizar aquele dinheiro nos seus gastos correntes em despesas fixas e consumo. Outro exemplo é simples: o produtor que vende sem factura, irá utilizar esse mesmo dinheiro no caso do exemplo anterior ou poderá efectivamente modernizar a sua produção. A utilização desse capital em despesas fixas, irá fazer com que o emprego do electricista das avarias perdure, que o instalador da PT perdure, que a loja x venda, a loja y também e os empregos dos seus fornecedores também perdurem. E afinal de contas, se no imediato o estado não vai colher a receita por via dos descontos das horas extraordinárias, acabará por colher por via de impostos indirectos.

O que talvez o senhor presidente do tribunal de contas queira dizer é a economia paralela que é praticada como forma de fuga ao fisco. As facturas que estabelecimentos comerciais não passam. As doações que são feitas como forma de evasão fiscal. E por aí adiante. São esses comportamentos que fazem com que a economia paralela seja uma ameaça aos bens e serviços providos pelo Estado. Menos receitas, mais cortes na despesa.

Neste momento a economia paralela em Portugal é a solução para muito boa gente. Sem ela, teríamos muito mais falências de empresas, teríamos uma queda superior no consumo, teríamos mais estabelecimentos comerciais fechados, teríamos muito menos alunos no Ensino Superior (eu sou um caso onde dependo da economia paralela). Se não fosse a economia paralela, creio que teríamos, de uma forma ou de outra, metade do país paralizado. Porque o fornecedor x que vende a empresa y a um preço competitivo sem factura já não venderia com factura e teria que despedir; porque a empresa y iria perder um fornecedor mais viável em prol de outro com um preço mais alto que o x e como já tinha planeado a sua actividade para comprar a z a y terá que despedir para se manter competitiva ou diminuir o horário laboral. Porque o trabalhador despedido não produz, não cria riqueza e irá depender do apoio estatal; porque o trabalhador cujo filho que estuda no ensino superior depende das horas extraordinárias que o pai faz sem qualquer tipo de desconto, recebidas em dinheiro e se o pai começa a tributar as horas extraordinárias que faz, já não terá capacidade suficiente de ter o seu filho a estudar. porque o produtor a vende ao empresário da restauração b produto c sem factura e se o vender com factura, b pode procurar outro fornecedor, deixando a sem escoar o stock, ou b, poderá comprar com factura a A e aumentar o preço da refeição em virtude do acréscimo e arriscar ver diminuída a clientela do seu restaurante.

Tendo em conta a realidade do nosso país, está aqui exposta a necessidade da economia paralela.

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dixit

“[A lei] Irá ao TC as vezes que for preciso, desiludam-se aqueles que com a arguição de inconstitucionalidade pensam que nos farão desistir do enriquecimento ilícito (…) iremos lá as vezes que forem precisas” – Paula Teixeira da Cruz, Ministra da Justiça.

E esta, quando vai?

Já existe também quem fale sobre os poderes constitucionais atribuídos ao Presidente da República, ou melhor, a falta de uso deles.

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Feed à Suspensão da Praxe

O Jornal de Notícias publicou assim como o Jornal Público.

Tive oportunidade de ler alguns comentários pertinentes às ditas notícias. Aqui vão:

Ricardo Faria . 01.04.2012 00:44

o que é praxe

antes de mais, quem nunca frequentou a praxe que seguisse um código de praxe, nunca frequentou a Praxe. a Praxe nunca se baseou num culto de agressões… baseia-se num respeito, enquanto fui praxado, aprendi muito sobre o historia da minha faculdade, e tudo o que fiz foi porque quis…. ninguém é obrigado a nada. e quanto as agressões o sujeito em questão devia ser punido num tribunal civil… e expulso de qualquer actividade praxistica, pois só mancha o nome de todos os praxistas…

Paulo Costa . 01.04.2012 00:19Praxe…

Praxe é para parvos. Pessoas sem nada dentro da cabeça. A praxe apenas reforça o coorporativismo buçal tão importante para os saloios que, por milagre, foram parar a uma universidade.

Juao Coracao . 31.03.2012 23:34

Via Facebook

Humilhação não é integração.

Gosto que os defensores da praxe, digam, que a praxe não é imposta. Realmente quando se tem 17/18 anos, se chega a uma cidade onde não se conhece nada nem ninguém, e nos aparecem uns marmanjos à frente a dizerem uma cambada de barbaridades (“se não aderires à praxe, não podes fazer isto e aquilo!”) é óbvio que é bastante difícil não dizer que sim. Fui praxado por isso sei do que falo, não deixei foi que me transformassem num ressabiado a pensar que “para o ano será a minha vez de praxar!”. E assim se perpetua um maravilhoso ciclo vicioso.

Ana Vaz , Lisboa. 01.04.2012 01:08

Não há justificação para esta atitude de violência

O que quer que seja que se tenha passado nada justifica a agressão de que as duas raparigas foram vitimas. Isto pode ser visto como mais um exemplo de falta de educação cívica e inteligência social. Não há universidade que ensine estas coisas. Há qualidades que uma pessoa possui ou não. Nem vale a pena explicar a quem não percebe.

Agostinho Vaz , Ílhavo. 01.04.2012 01:00

Viver entre brutos é triste

Falam aqui de ‘doutores’ que praxam e que não sabem praxar?!?! mas quais doutores? Eu nunca vi um tipo com um doutoramento a praxar. Esses tais ‘doutores’, que não sabem ler nem escrever, esses que praxam, estão enganados, fizeram foi um obturamento. Tristes, muitos tristes, esses mentecaptos que passam uma tarde a gritar que são de biologia ou de outra ignorância qualquer. A universidade portuguesa está parasitada por gente lobotomizada, sodomizada, pela praxe, pelo bloco, pelas jotas, pela televisão e pelas discotecas. Pelo menos 65% dos universitários são surdos, 85% são seguramente estúpidos irrecuperáveis. Sei do que falo porque os aturo todos os dias.

Prefiro Civilizados , p. 31.03.2012 23:41

Caloiro não violentado será veterano não violento

Eu quando entrei para a faculdade filo de punhos cerrados e a dizer cá para mim ” o 1º ou 1ª a tentar praxar-me vai parar ao hospital e em estado grave”. Surpresa agradável a minha pois não existia praxe na escola, havendo inclusive legislação da própria escola a proibir qualquer tipo de praxe parva. Mas havia inserção dos caloiros no meio académico sem que estes se sentissem violentados e nem sequer havia e não há “bófia académica”, vulgo alunos trajados, com a mania da autoridade mas dizendo que é pela tradição. Estará a praxe ou a forma como é aplicada, a reflectir a “vontade de poder”, teoria postulada por Nietzsche?

Álvaro 31.03.2012

Já sou licenciado em EI à um ano e durante o meu curso fui praxado, nunca senti vontade de praxar no entanto também nunca senti que estavam a abusar nas praxes. Se este “doutor” alguma vez tivesse o azar de sequer mostrar intenção de fazer algo deste género tanto a mim como a colegas meus(minhas) garanto que era ele que ficava com uma baliza marcada nos dentes da frente. Deixa-me muito furiosos mesmo este tipo de gente que são uns frustrados na vida e acham que são alguém por vestir uma capa preta e uns sapatos brilhantes. Se eu quisesse andar a ser abusado fisicamente ia para a tropa e ai sim provavelmente esses abusos têm um propósito e uma razão. Praxes são para conhecer pessoal e integração nada mais.

Aluno da FPCEUC 31.03.2012

Infelizmente por um doutorzeco que mal praxado foi, a faculdade ficou mal vista. Esta situação não se sucedeu em praxe conjunta mas sim depois da meia noite, esse tal rapaz do curso de Ciências da Educação decidiu praxar essas caloiras de psicologia com que estava a conviver, mas como se recusaram ele teve a infeliz ideia de fazer o que fez. Conheço a pessoa e não foi a primeira nem a ultima que fez. Alias varias vezes.. É um rapaz violento e já no ano lectivo anterior agrediu uma rapariga do seu curso- Ciências da Educação. Tenho pena que por esta situação fica manchado o nome da faculdade. Porque por causa de um, todos ficam mal. É triste! Nas praxes em conjunto não há nem nunca assisti a este tipo de situações em Coimbra.

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As mentiras de Pedro Passos Coelho

1. A mais crassa de todas. Livro favorito: “A Metafísica dos Costumes” de Hegel quando toda a gente sabe que a “A Fundamentação Metafísica dos Costumes” foi escrita por Immanuel Kant. Nem no nome completo do livro, Passos conseguiu acertar.

Era na altura este o candidato que o PSD pretendia lançar contra José Sócrates. Será que Passos algum dia virá desmentir esta como veio tentar desmentir a declaração do “desvio colossal”.

2. “O passe social dos transportes para que todos possam andar de transportes públicos”

“O passe de Coelho” – um passe para trás é certo (sublinhado meu)

Passos Coelho quer um passe social só para pobres. Como os que nos têm governado, não fez as contas certas. Ao subsidiar o transporte coletivo o Estado poupa dinheiro. À sociedade, à economia e a si próprio.” ín Expresso, 8 de Fevereiro de 2011.

No fim de Julho, após reunião de Conselho de Ministros, o governo de Coligação decide aumentar em média 15% o preço dos transportes públicos. Passos Coelho faz-se refém do Memorando de Entendimento assinado pela troika (ver aqui).

O Ministro das Finanças Álvaro Santos Pereira, sim, aquele bacalhau que o PSD foi buscar ao Canadá para o Movimento Mais Sociedade, lança as tarifas sociais. Quais tarifas sociais? Ver aqui. Estão contempladas nos transportes Públicos? Em quais? Nos que sofreram aumento?

Fonte: i online.

3. “O BPN”

Ver aqui, a 10 de Dezembro do ano transacto.

Pedro Passos Coelho pedia ao executivo Sócrates, em particular ao Ministro Teixeira dos Santos, informação clara e concisa sobre o estado do BPN e os custos que as decisões do estado em relação ao banco iriam custar aos cofres públicos.

“Em dever de lealdade, transparência e rigor, era importante que, depois de terem falhado as operações que o governo tinha destinado para o BPN ainda este ano, nomeadamente a sua reprivatização, houvesse uma informação clara e concisa ao país quanto à intenção que tem para futuro e sobretudo ao custo que essa intervenção representa nos dias de hoje” – defendeu perante os jornalistas.

fonte: Jornal de Notícias

A 30 de Julho de 2011, 7 meses e 20 dias depois, já como primeiro ministro deu autorização ao seu ministro das Finanças para vender o BPN à pior proposta possível, feita por um banco cuja cara principal é um gestor que já foi ministro de um Governo Constitucional do PSD (Mira Amaral) e ainda por cima para além dos 2360 milhões de euros que custou aos contribuíntes portugueses, a proposta vencedora ainda contempla que o estado tenha que pagar indeminizações aos funcionários que o BIC irá reduzir no banco, acartar com as custas de metade da totalidade do crédito mal parado e acartar com os custos do fecho de dependências e agências do banco.

Uma intervenção brilhante.

Juntando a isto, o facto de Pedro Passos Coelho e do seu ministro das finanças ainda não terem disponibilizado publicamente as ofertas dos outros interessados à compra do banco. Revela uma clareza e uma transparência formidável, estando praticamente esmiuçadas pela Comunicação Social as melhores ofertas tanto de Montepio como dos investidores que fizeram proposta para comprar o banco.

Mais uma mentira, portanto.

4. “Passos Coelho e os impostos”

A 21 de Março: “devem descer, porque Portugal tem uma carga tributária e fiscal excessiva.” – era candidato, precisava obviamente deste trunfo para se fazer ao povo.

Expresso

A 24 de Março: “devem subir para o Estado obter receitas extraordinárias”  – em Bruxelas.

No mesmo dia à TVI: “Não posso prometer que não aumente os impostos”


A 5 de Maio: “não irão aumentar. Isso é uma invenção do PS” – era candidato, estava na recta final da caça ao voto.

Jornal de Notícias

O Governo toma posse e o que é que acontece? Imposto extraordinário sob 50% do subsídio de Natal dos que auferem rendimentos superiores ao salário mínimo.

Estamos perante um conjunto de mentiras cujo pior facto de realmente o serem, é a bipolaridade das declarações de Passos Coelho. Essa bipolaridade política que só os candidatos em vésperas de eleições conseguem manobrar: dizer sim e não conforme lhes convém, dançar ao som da música que lhes tocam e atirar as culpas para o principal adversário na contenda.

5. “O mercado de trabalho. Flexibilizar ou não flexibilizar. Criar emprego ou aumentar o estigma do desemprego”

“As políticas de emprego mais profundas, para combater o desemprego” – disse a 10 de Dezembro. Já liderava o PSD e já se sabia que seria candidato.

JN

“Aposta na criação de emprego para voltar a trazer a esperança às novas gerações” – a 11 de Maio, em plena campanha eleitoral.

Fonte: ‘PSD´

No Governo, aprova em conselho de ministros e faz uso da sua maioria parlamentar para aprovar a redução das indeminizações pagas por cada ano de trabalho aos novos contratos laborais de 30 para 20 dias.

Mais uma mentira, portanto.

Depois de todas estas declarações e da sua análise ao nível das primeiras intervenções feitas pelo Governo liderado por Passos Coelho, apenas posso concluir que o nosso primeiro-ministro é um mentiroso. Um mentiroso compulsivo de um calíbre e artimanhas comparáveis às do seu antecessor. Artimanhas das quais Passos Coelho tanto reclamava quando estava na oposição.

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A pirataria informática no seu auge

Era o que se podia ler há minutos em quase todas as entradas noticiosas do site do Jornal de Notícias.

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