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veneno d´a cabra

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Mais do mesmo.

Por norma, quando me pedem para respeitar o valor paz, eu faço questão de o respeitar.

Tanto respeito, que depois das quezílias existentes entre eu João Branco, entre o meu colega de secção Paulo Abrantes e a Secção de Jornalismo (vide o link acima colocado) optamos por extinguir algumas das nossas críticas à referida secção para bem da paz entre as secções culturais que representamos.

Podíamos ter optado por uma postura hostil à Secção de Jornalismo. Motivos não nos faltam… Sempre criticamos objectivamente aquilo que achavamos injusto no que toca aos estatutos e ao modo de actuação da referida secção. De rosto destapado. O mesmo não acontece neste artigo. A crítica (sempre de salutar) vem de um rosto (próximo é certo) mas que não conhecemos. Porque é que certas pessoas não dão a cara pelo que escrevem?

No entanto, creio que certas pessoas não entendem o conceito de paz. E muito menos compreendem o objecto do jornalismo e toda a deontologia que está agregada a esse mesmo objecto.

Este artigo é prova disso.

Tirando o “irónico” elogio que me fizeram, convinha que o artigo desse destaque ao blogger que participou no referido debate e aos blogs (entre os quais o Entre o Nada e o Infinito) onde se centra o único conteúdo informativo do artigo crítico em causa. Parece-me evidente que estes novos jornalistas não sabem respeitar as fontes onde vão beber a informação.

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O humor presente nos votos nulos da 2ª volta das eleições para a DG\AAC.

Artigo: Jornal Universitário A Cabra

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Perguntasafirmações pertinentes

Sobre o que foi escrito na barra de comentários do último post dos 42 da AAC.

Pessoalmente, não sou muito a favor dos comentários em anónimo. É demasiado fácil comentar num blog no anonimato. Podemos dizer o que bem nos apetece, sem que do outro lado haja alguém que saiba a nossa identificação. No entanto, como esta barra prova, existem utilizadores na blogosfera que tecem perguntas e afirmações bastante pertinentes:

As primeiras perguntas pertinentes são estas:

“quando este blog investiga o facto de na universidade de verão os monitores terem sido pagos e serem praticamente só membros da DG e amigos os monitores? quando na prioridades estavam alunos com bolsa?

e pk razão os carros da AAC nunca estão à porta ld estamos de férias e o edificio está de luzes apagadas? quem foi de férias de seat?”

Porque é que os monitores da Universidade de Verão (quase todos com ligações à AAC ou a actuais dirigentes da AAC) foram remunerados no exercício da actividade? Porque é que não se deu proridade a alunos bolseiroscarenciados para a mesma função? Porque é que os monitores da Universidade de Verão tem direito a uma remuneração por alguns dias de actividade e por outro lado existem pessoas nas Secções Desportivas que pagam do seu próprio bolso para competir? 

E os carros da Associação onde param? Porque é que existe um clientelismo estranho e oportuno por parte de dirigentes da DGAAC na constante utilização dos carros para fins pessoais? Quem cobre a excessiva despesa que os carros dão quando não estão ao serviço da Associação?

Ainda sobre a Universidade de Verão, as seguintes afirmações, mais uma vez, pertinentes:

“não terem conseguido ser monitores? mas abriu alguma espécie de concurso? como é remunerado é mil cães a um osso, pena que no resto das actividades não esteja la ninguem…”

e

“não concorri não….de tachos da tAAChistas está cbr cheia…mas sei que os critérios eram primeiro para bolsistas, mas claro foi só para DG´s…e porque estão sempre a pedir a núcleos para divulgar e ajudar em tudo e quando é este tipo de actividades não pedem para eles divulgarem? como se diz é mil cães a um osso e só s fala com amigos…”

E não vale a pena comunicar aos núcleos, até porque grande parte daqueles que frequentam a Universidade de Verão são jovens com aspiração a entrar no ensino superior na UC e a curiosidade até os move agora a quererem saber como funcionam os cursos em que aspiram entrar nos próximos anos lectivos.

até que tudo descamba neste incrível comentário, escrito decerto por alguém com responsabilidades na DG:

“Vamos por partes

1º Relativamente à Universidade de Verão como se fosse eu também preferia ter pessoas da minha confiança/amigos como monitores pelo menos assim sabia com o que contava.

Vamos por partes então…

Então quer dizer que a Universidade de Verão serve para colocar pessoas da confiança da malta, certo? É mais uma actividade para arranjar joguinhos políticos ou para criar hegemonias dentro da casa? Um simples bolseiro sem quaisquer ligações aos órgãos da Academia que queira trabalhar nas actividades para arranjar dinheiro para passar uns diazitos fora de casa em Agosto, como não é confiança dos senhores, não pode participar na Universidade de Verão não é? É tudo uma questão de confiança e (pouca ou nenhuma) transparência…

“3º Edifício apagado, então pergunto-me todos tem direito a ferias menos a DG?se tiram férias então que tirem agora e não durante o ano…”

Sim, todos tem direito a férias menos as pessoas da DG. Ao candidatarem-se ao cargo sabem perfeitamente que são eleitos para 1 ano de mandato, um ano que tem que cumprir escrupulosamente e com o máximo de empenho possível. Ou será melhor estar em Buarcos do que estar a preparar as políticas a levar a cabo na primeira metade do próximo ano lectivo? Será mais cómodo atirar os problemas para trás no Algarve e ir para os copos ou defender aqueles que já agora em Agosto começam a inquietar-se com a possibilidade de abandonar o ensino superior com falta de recursos?

“4º Relativamente aos carros concordo deveriam ser única e exclusivamente para uso de trabalho se estão a trabalhar muito bem mas agora para andar a passear as custas da AAC então era por já o fiscal em cima”

Em cima de quem? O Conselho Fiscal da Associação Académica de Coimbra não existe. Ou pelo menos, fez questão de não ter aparecido desde Janeiro até hoje. Perdão, limitou-se a resolver uma queixa maricas de um presidente da Direcção-Geral a um elemento do fiscal e a ouvir um sócio da Secção de Fotografia no decurso de um processo montado pelos novos amigos da bola da Direcção-Geral, ou como quem diz, os meninos do Jornal A Cabra.

É caso então para perguntar: onde esteve o fiscal quando se abriu o extintor no 4º piso do edifício? Onde está o fiscal no caso dos furtos de dinheiro que aconteceram neste ano lectivo na AAC? Onde esteve o fiscal na questão da demissão do Chaves?

porque, o que interessa neste momento na Associação Académica de Coimbra é fazer:

“um apanhado sobre quem irá integrar os cargos da próxima DG, quem é que se vai manter, quem esta de cada lado e quem vai para onde…”

Ou seja, interessa saber quem está lançado para os tachos, quem mandou a facada no colega do lado, quem conseguiu mais apoios, quem ocupa a cadeira do poder. Ao caro utilizador não lhe interessa por exemplo saber qual é a posição do presidente da Direcção-Geral em relação às propinas e ao péssimo plano estratégico para o ensino superior que o mesmo foi apresentar ao novo Ministro Nuno Crato. Talvez é melhor nem sequer se saber disso visto que a proposta não defende o real interesse dos estudantes e até é contra tudo aquilo que se tem discutido em Magna, mas… também não interessa fazer os cálculos a quantos colegas nossos vão perder bolsa no próximo ano lectivo, quantos vão prescrever, quantos vão ter dias que apenas vão ter dinheiro para ter 1 ou 2 refeições por dia, quantos vão estar privados de comprar os materiais escolares para prosseguir os seus estudos e por aí adiante. 

“A carrinha que sobra e’ para transportar os jornais da cabra. Alias ja o foram distribuir com o seat. E o motorista a ser pago horas extras. E’ uma vergonha esta dg. Ninguem se aproveita mesmo.”

Errado. Qualquer secção cultural goza do direito a usufruir das carrinhas para promoção das suas actividades ou para a realização das mesmas. Assim como qualquer sócio efectivo da DG poderá requisitar (fundamentando o porquê da  utilização) as mesmas…

O que ninguém fala é que a Cabra deixou de atacar a Direcção-Geral depois da cena dos futebóis. Falamos de um pseudo-jornal que um dia publicou uma entrevista e um artigo de opinião em que uma das suas sócias pura e simplesmente catalogou a Coordenadora da Cultura da DG de burra e incompetente. Falamos de um pseudo jornal que não noticia demissões na Direcção-Geral, de um jornal que de um momento para o outro deixou de tecer as críticas que lançava à Direcção-Geral,  e que está completamente fechada a noticiar actividades de outras secções.

Aliando ao facto de utilizar o campo de Santa Cruz em joguinhos com uma Direcção-Geral que já foi por várias vezes alertadas pelo Conselho Desportivo para o pagamento da marcação do campo.

Eis que felizmente alguém tem o mesmo raciocínio que eu acabei de escrever:

“até podes meter pessoas da tua confiança, mas kd s trata de um concurso (mesmo que poucos saibam) e dão prioridade ao bolseiros n s pode fazer isto…eles agora andam mto amigos da DG! antes era sempre em baixo o eduardo melo na cabra, agora nem da Dg falam porque senão também só poderiam falar mal…”

Onde é que está o edital do concurso? Vasculhei o site da Académica, o site da UC e até o meu email e nada. Não existe concurso e se existiu não foi visível ao público.

Mas um inteligente, sabe mais que todos nós juntos:

“Vamos la perceber uma coisa, não havia PRIORIDADE para os Bolseiros, Havia sim uma PERCENTAGEM (não sei de quantos) para bolseiros! Não falem do que não sabem.. E não entendo como acham importante divulgar isto aos nucleos, porque o publico alvo é o PRÉ-Universitário, e já está tudo de férias. Alguns nucleos são contactados sim, mas pelas faculdades. Pontualmente…”

Não era prioridade mas sim uma percentagem. Fala do que sabe e do que não sabe, ou do que não se quer lembrar ou não quer dizer, está claro! Já agora, qual foi a percentagem ocupada por alunos bolseiros na monotorização? E qual foi a percentagem ocupada por amigos do Samuel Vilela, por exemplo? Quem diz do Samuel Vilela, diz das amigas da própria coordenadora das Relações Externas. Vá alguém que diga quantos amigos-monitores estes dois conseguiram juntar na actividade!

Já agora, porque é não é importante divulgar aos núcleos. Se a ideia expressa da actividade é levar alunos do secundário a passar uma semana em coimbra para conhecerem um pouco da UC, casa que muitos irão frequentar como estudantes do ensino superior no futuro, porque é que os núcleos não devem ser envolvidos se são eles que tem um papel primordial em garantir que aos participantes seja dada uma visão benéfica dos cursos que frequentam como modo de atracção a quem poderá efectivamente traçar a sua escolha de ensino superior depois de uma semana na Universidade de Verão?


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E mais digo

Na célebre conversa telefónica em que alguém se demonstrava desiludido com o conteúdo do meu post e me ameaçava levar à barra dos tribunais por difamação, a mesma pessoa dizia “estás farto de criticar a Cabra mas no entanto estás a agir de forma igual à que eles agem”. Pois bem, no entanto não sou eu que chuto a bola ao meu próprio poste para não ceder canto aos tipos da Cabra.

Parece que neste tipo de futebois não existe formação de barreira que separe a ténue agilidade daquele que remata em relação ao guarda-redes: são todos amigos, assimilam todos dos mesmos processos e não conseguem manter um fio de jogo entre a defesa e o ataque que permite ousar pensar num futebol democrático para todos. Não existe árbitro em semelhantes partidas: o árbitro é a paciência que outros “pressupostamente são obrigados a acatar” com estas jogatanas dos diabos. Eu cá não a tenho. Eu cá não acedo a ameaças chantagistas. Eu cá estou disposto a ir até ao osso em busca da “verdade desportiva do associativismo coimbrão”. Nem que para isso, tenha que ousar dos meus truques de nº10 e começar a distribuir jogo pelas alas de modo a que os adversários sejam obrigados a fazer uma limpeza de balneário para se manterem vivos na competição. 

Volto a relembrar o Sr. Presidente da AAC que eu como sócio da mesma pretendo saber a verdade sobre todos os actos da instituição. Creio que esse facto não é passível de qualquer punição ou de qualquer tipo de represália. É um direito que me assiste, assim como também é um direito que me assiste neste país a liberdade de expressão. No caso do post que foi retirado, aceito claramente que a argumentação por mim exposta poderia em qualquer caso incorrer num discurso falacioso ou insuficiente. Em todo o caso, o mesmo não serviu para lesar a personalidade de ninguém e apenas se guiou na busca pela verdade.

Se a busca pela verdade doi, o que é que podemos dizer da hipocrisia e da mentira?

Talvez me tenha excedido ao pedir 3 dias ao Sr. Presidente para se justificar da demissão do João “Chaves” Alves. Escrevi a quente e eu próprio admiti o meu erro ao Eduardo. Ele não o pode negar. Tanto o admiti como decidi por bem retirar o post em questão. Agora, estou claramente desiludido com o presidente de uma instituição em quem eu depositava muita confiança para mudar a passividade da AAC, cuja confiança sinto agora gorada…

Eu errei ao escrever o post que foi retirado. Mas neste também errei.

E aí meus amigos, não há maior dor que essa…

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Coincidências, ou talvez não

via Denúncia Coimbrã

Na última Queima das Fitas, confesso que tive uma conversa com alguns elementos do Jornal A Cabra na zona de imprensa e inclusive com pessoas que pertencem à direcção da Secção de Jornalismo.

Depois de uma discussão saudável, fiz questão de pedir paz entre a Secção de Jornalismo e a Secção de Fotografia e mostrei-me interessado em colaborar para a paz e para o estreitar de relações entre as Secções. 

Os elementos da Secção de Jornalismo e do Jornal A Cabra queixaram-se na altura (as pessoas não podem negar e se aparecerem aqui a negar a coisa tomará proporções sérias e medidas adequadas) que alguns elementos da Secção de Fotografia (inclusive eu) estavam sistematicamente a deitar abaixo o seu trabalho com bocas inúteis, foleiras e sem fundamento de causa.

Pois bem. Hoje é dia do meu aniversário e deparo que a página do facebook da minha secção (página que serve para divulgar as nossas actividades) foi apagada da referida rede social por uma denúncia feita por alguém como “spam”.

O curioso da situação é, que perante os pedidos que a Secção de Fotografia fez junto do referido Jornal para dar destaque a uma página de uma actividade nossa e quiçá, noticiar a mesma na sua edição em papelonline, eis que a nossa página desaparece “por ser spam”.

Pois bem. Não falo duas vezes. Se eu e algum dos meus colegas da Secção de Fotografia descobrirmos que foi um elemento do Jornal A Cabra ou da Secção de Jornal a denúnciar a nossa página no facebook, o “contra-ataque” será bem pior que os meninos esperam.

Esperemos então que seja apenas uma coincidência e que a nossa página tenha sido apagada por um utilizador mais maroto ou quiçá, ressabiado com o nosso trabalho.

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Pura falta de coerência no discurso

(A azul, os meus sublinhados e comentários)

Da entrevista de Miguel Portugal ao Jornal A Cabra no que toca aos resultados da luta estudantil preconizada pelos estudantes a 17 de Novembro de 2010 em Lisboa.

(Aqui, a 2ª parte desta entrevista)

A Assembleia da República modificou o decreto-lei 702010, mas não se vêem resultados visíveis dessa modificação. A grande vitória histórica de Miguel Portugal já semeou a desistência de 600 colegas nossos, mas segundo a óptica do antigo presidente da Direcção-Geral foi uma grande vitória. 600 c0legas nossos hipotecaram por mais 1 ano o seu sucesso escolar, mas Miguel Portugal considera que foi uma grande vitória.

Grande vitória seria a revogação do decreto-lei 702010, deliberação de Magna que a DG de Miguel Portugal e a actual Direcção-Geral de Eduardo Melo se propuseram a cumprir. A revogação, não a modificação.

Grande vitória seria se todos os estudantes carenciados da UC tivessem direito por lei a uma bolsa condigna para continuar os seus estudos, não as migalhas que até agora tem sido distribuídas pelos Serviços de Acção Social. Pior que esse facto é a imposição de devolução das bolsas provisórias que os referidos Serviços estão a fazer aos alunos que têm visto os seus processos de atribuição indiferidos.

Outra pergunta que me ressalta desta entrevista é esta: ” Porque é que as constantes direcções gerais têm a tendência por optar por acções simbólicas e pela via do diálogo? Há uma dificuldade em admitir que algo está mal e que têm que lutar contra o governo?”

– Claro que não faz sentido. Para os dirigentes da Direcção-Geral nunca faz sentido ir contra “aqueles que um dia serão nossos colegas no Parlamento ou nossos superiores numa empresa ou num Ministério” – O que não faz sentido é ter dirigentes associativos que estão a pensar naquilo que podem ser no futuro através das portas que a AAC lhes abre em vez de pensar que existem colegas que precisam que os seus direitos sejam defendidos a partir da luta estudantil externa. Na minha opinião, as acções simbólicas não são mais que o convite claro aos governantes para que nos tirem mais direitos.

” Que comentário fazes quando se diz que as academias não querem fazer manifestações porque têm estudantes ligados a juventudes o que pode comprometer o seu futuro dentro de partidos?” – outra pergunta pertinente à qual Miguel Portugal torneou a questão da maneira que mais lhe interessou…

“Achas que ainda e possivel alterar o RJIES? Será claramente complicado. Não nos podemos esquecer que o RJIES veio de uma directiva europeia. A política para o ensino já não é apenas discutida em Portugal. A nossa adesão ao Fórum Académico Internacional de Representação externa (FAIRe) tambem foi nesse sentido, de conseguirmos resolver os problemas a montante e não jusante. Quando chegou, o RJIES já tinha sido discutido na europa e nós fomos apanhados de surpresa. Acho que é importante que o movimento associativo não seja reaccionário mas pró-activo na procura das suas funções e penso que devemos continuar a defender um conjunto de soluções, só acho que não é possível fazer as modificações todas…. Nesta altura estao bastante implementados e será difícil mas há acertos que poderão ser feitos.” – Não vejo a tal FAIRE com esses olhos. A entrada da AAC na FAIRe vai ser o ingrediente que vai aniquilar de vez as deliberações da Assembleia Magna.

“Falavas de uma postura pró-activa, foi isso que aconteceu relativamente ao decreto-lei 70/2010? Ou se essa postura tivesse sido tomada não teria sido sequer promolgado?
O que aconteceu com o 70/2010 foi que a a AAC, logo em Junho, quando teve conhecimento deste projecto, começou a trabalhar politicamente pela sua revogação…” – trabalharam pela revogação do decreto-lei 702010 mas mesmo depois da deliberação aprovada em Assembleia Magna que vinculava a DG a Revogar, ficaram todos contentes com a modificação proposta pelo CDSPP na Assembleia da República e a partir daí o processo foi completamente encerrado, tanto no final da DG de Miguel Portugal como neste início da DG de Eduardo Melo.

“Dizes que nunca queres tomar qualquer posição sem que os estudantes estejam devidamente informados, no entanto a adesão ao fórum decorreu sem que os sócios se sentissem bem informados e prova disso foi a discussão que houve em AM. Achas que deveria ter sido feita de outra maneira?
Na altura falámos com um conjunto de pessoas. Eu falei com antigos presidentes da DG, alguns contra, outros a favor. Falámos também com pessoas que dirigiram a política educativa desta casa durante os últimos anos, falámos internamente em DG. Fizemos uma explicação bastante longa daquilo que era o FAIRe diante da AM. Sentimo-nos confortáveis para que aquilo acontecesse. E os nossos argumentos foram válidos o suficiente para fazer com que aquilo passasse em AM. Foi quase unânime a sua entrada no FAIRe, porque a certa altura a discussão era se a AAC iria entrar no FAIRe enquanto membro observador ou se era enquanto membro efectivo. Portanto, a adesão ao FAIRe foi algo levado como garantido logo por toda a AM. A discussão depois foi se realmente seríamos membro efectivo ou membro observador. Sentimos que fizemos bem o nosso trabalho, porque também o objectivo ali, sempre o disse e também fiz questão de o dizer nessa AM, seria a adesão de modo a conseguir condicionar as decisões lá fora.” – Se o objectivo era esse, o nosso amigo Alface não se soube explicar muito bem naquele longo discurso que travou na referida Assembleia Magna. Já agora, para quando a eleição do Alface na FAIRe?

“Houve sócios que pensaram que a AAC podia estar a subjugar-se à vontade do fórum. Concordas?
Não. De maneira nenhuma. A AAC como qualquer outra estrutura tem a sua opinião própria e se não concordar com certa e determinada medida desvincula-se dela em reunião em sede própria e não tem que acatar decisões que os seus colegas.” – não tardará nem um ano até que isso aconteça.

“Falando no Fórum AAC de 2009, achas que na altura deveria ter sido aberto um inquérito imediatamente?
Não caberá a mim enquanto presidente da Mesa da AM, que era na altura, fazer esse julgamento. Não posso responder sobre órgãos aos quais não pertenci. A a partir do momento em que este CF tomou posse, era um momento de transição, investigou e tomou as suas diligências para que o processo fosse resolvido o mais rápido possível e acho que o conseguiu.” – claro que não lhe interessa. Saberemos lá porquê?

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Hugo Ferreira vai responder por queixa no fiscal

Peço a devida atenção para este artigo da Cabra.

É absolutamente lamentável a queixa apresentada por Miguel Portugal ao sócio efectivo da AAC Hugo Ferreira. Qual é o interesse adjacente a esta queixa? Tirar o Hugo do Fiscal para que o orgão funcione com os membros do actual compadrio que existe nas sucessivas Direcções-Gerais?

Como é que se pode culpabilizar um sócio efectivo da Direcção-Geral de ter apresentado publicamente o referido documento se ele não teve acesso ao mesmo na íntegra? Como é que o actual Conselho Fiscal pode aceitar uma queixa tão mesquinha, tão reles, tão comezinha, tão anti-democrática?

A verdade doi não é Miguel Portugal?

Eu também sou contra o actual contrato entre a AAC e o InTocha. O referido contrato para além de ser desvantajoso para a Associação, permite que existam certos abusos que perturbam a ordem do espaço em tempo de exames por exemplo. Basta só ler este post onde eu a 23 de Junho de 2010 me queixei de não conseguir estudar dentro do edifício da AAC dado o extremo barulho que o Bar dos Jardins estavam a fazer.

E agora? Também vais meter o meu nome no Fiscal Miguel Portugal? Vossa Excelência não é capaz de ouvir criticas?

Se vamos entrar por esse jogo, eu também mereço uma queixazinha pelo que escrevi aqui, aqui, aqui e em mais meia dúzia de posts que aqui deixei. Até agradeço que me deixes uma queixazinha lá. É da maneira que vou lá tomar um café e divertir-me.

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Que grande cornada!

via Denúncia Coimbrã

Mais uma grande cornada dos meninos do Quinzenário os Cabrões!

Como se não bastasse a atitude rebaixada por parte do Conselho Fiscal em relação ao Regulamento Interno da Secção de Jornalismo, aprovando um artigo que apenas permite a entrada de um novo sócio após 6 meses de trabalho comprovado + votação dos sócios em plenário e as sucessivas atitudes de amparo e conivência por parte da actual Direcção-Geral aos comportamentos e trabalho dos elementos do pasquim, esta vem confirmar que os meninos afinal querem-se manter excluídos da casa que os suporta e executar a sua própria lei!

Deixar estes dois papeis no placard da secção, de apoio manifesto a um candidato à Direcção-Geral é de um extremo desrespeito pela campanha eleitoral e pela isenção que se quer ver dentro do edíficio à porta das eleições. Mesmo nas barbas da Direcção-Geral, que parece nada fazer para por fim às poucas vergonhas vindas dos comportamentos dos meninos.

Para finalizar, só deixo uma dica a quem de direito para um futuro próximo: exemplos como o da Secção Jornalismo e de outras demais secções que pretendem executar a sua lei, tomando com desrespeito a casa que alimenta as suas actividades no futuro deverão começar a ser sancionados na medida exacta, ou seja, convidando a passagem a Organismo Autónomo. Se querem executar a sua própria lei, vão buscar fundos a outros lugares que não a AAC!

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Ainda há mais…

O autor do blog Denúncia Coimbrã revela-nos hoje aqui que o Conselho Fiscal da Associação Académica de Coimbra já rejeitou por 3 vezes a proposta da Secção de Jornalismo para o novo regulamento interno da referida secção, o qual já tinha falado aqui no Entre o Nada e o Infinito.

O tratamento distinto que a referida secção está a receber por parte do Conselho Fiscal parece ser um autêntico gozo se comparar-mos ao tratamento que outras seccões recebem…

Não só subscrevo o ponto de vista do autor, como o identifico claramente com o meu.

No entanto, o autor do referido blog ainda não sabe desta, assim como talvez não saiba o Conselho Fiscal e os dirigentes da actual direcção-geral da Associação Académica de Coimbra.

A Cabra tem duas faces: uma dentro desta casa e outra na ERC, a entidade que regula toda a comunicação Social.

Reparemos nas diferenças:

Segundo o que está disponível no site do Jornal A Cabra, que serve de exemplo também para a ficha técnica em papel, a directora do Jornal A Cabra e da Cabra.net é Rafaela Carvalho. Podemos constatar este facto aqui.

No entanto, na ERC, a Cabra qual Luis de Matos, conseguiu iludir tudo e todos ao apresentar ao mundo um novo director, que de facto não escreve para o Jornal mas encontra-se quase todos os dias dentro da Secção de Jornalismo.

Como podemos ver aqui, para a ERC, o director do Jornal Universitário A Cabra não é nada mais nada menos que João Pedro Amaro de Campos!

Jornal Universitário de Coimbra – A Cabra (Quinzenal)
Num. Registo 116759
Director João Pedro Amaro de Campos
Proprietário Associacao Academica de Coimbra
Redacção R. Padre Antonio Vieira
C.Postal 3000.000 Coimbra
Telefone
Fax
Sítio www.aac.uc.pt/cabra
Email acabra@gmail.com

E esta hein?

Vamos continuar assim a fazer joguinhos dentro daquela casa ou vamos atinar de vez? Vamos começar a fazer um bom Jornalismo ou vamos continuar a ignorar quem queremos só porque nos apetece?

Ao actual Conselho Fiscal da AAC tenho outra pergunta: vamos deixar de estar em conluio com algumas secções ou vamos continuar com uma atitude de desrespeito pelas pessoas que trabalham na AAC?

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mé… mé… mexe-te senão ficamos sem os eurinhos

As Cabras da Academia de Coimbra continuam a causar o furor de sempre, mesmo na época baixa, quando pressupostamente o espectáculo já tinha terminado. Desta vez, foram fazer queixinhas à Direcção Geral, que o Paulo Abrantes os tinha chamado “queixinhas” do interior do edifício da AAC para a sala que é pertença da Secção de Jornalismo da Associação Académica de Coimbra. Pode ser visto no post de hoje do Denúncia Coimbrã.

No referido post, Paulo Abrantes foi mais longe e constatou um facto: O Conselho Fiscal não está de acordo com a proposta de regulamento interno apresentada pela Secção de Jornalismo comparativamente ao que é enunciado nos Estatutos da AAC. Logo, as Cabras (para não lhes chamar directamente um nome calão que metaforiza um comportamento negativo humano com base no joco de um animal que até vincou a sua presença máscula e de odor intenso na sala da SJAAC aquando das filmagens do LIP DUB, aquele acontecimento que se retratou a actividade das secções dos pisos de baixo da AAC) não podem realizar eleições e não podem reclamar os dinheirinhos para lançar aquele autêntico pasquim que fala de tudo menos do que se passa na Academia e principalmente do que é realizado pelas secções existentes dentro do edifício da AAC.

No entanto, gostaria de salientar que a Secção de Jornalismo não é a única cujo regulamento interno não bate certo com os Estatutos da AAC. Porém, o medo instalado na Direcção Geral quanto às consequências que podem advir de um rascunho mais ortodoxo por parte de um mini-jornalista, salientam a postura passiva que a DG está a ter perante a referida secção quando comparada com outras que me são bem familiares, onde houve uma ameaça de congelamento de contas caso não fosse apresentado um simples plano de actividades realizadas. E houve mesmo secções que ficaram com as contas congeladas.

Outros, são aqueles que brincam à Radio dentro da Academia. Aqueles que só deixam que alguém seja sócio, se gostar da mesma música lá dos chefões do bairro e se carregar umas bobines de gravação durante uns largos meses sem reclamar cartucho lá com os manos. Outros, são daquela secção que me é familiar. Daqueles que gostam de sorrir para a imprensa  por tudo e por nada como se fossem uma estrela de cinema como por exemplo, o Vin Diesel ou o Steven Seagel E sobre esses podia dizer muito.

Isso recorda-me uma conversa que tive noutra madrugada, com uma radialista de Coimbra numa loja de máquinas da Praça da República:

” Eu curto bués é Mogwai e Sonic Youth” – digo eu para uma pessoa que estava comigo, cuja identidade é melhor não revelar.Vira-se a referida menina:

” Curtes?!!” (olhos arregalados quase como que a dizer que já estava aceito no clube) – ” Então vem trabalhar na RUC”

Até que eu ironicamente respondi: ” Não, odeio Mogwai e odeio Sonic Youth e nem que fosse a única opção que me restasse, jamais iria para a RUC. E já agora, gosto de Modest Mouse que é bem melhor”

(Os olhos da menina encheram-se de uma tremenda desilusão e como disse que gostava de Modest Mouse já não era aceite no clube lá da rádio pirata)

Até que de repente perguntei a outro conhecido lá do circulo dos manos: “Oh Zé, tu curtes Modest Mouse?” – e o outro respondeu: “Sim, é bacano”

E a mascara da outra caiu logo ali.

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“Excrementos d´A Cabra”

A Denúncia volta a fazer estragos e a bater seriamente na Secção de Jornalismo da Associação Académica de Coimbra e no Jornal A Cabra, propriedade da mesma. Há gente que o merece. Pela arrogância, pela presunção e pelo seu carácter vingativo.

Para alguns, a vitória tem que ser obtida a todo o custo. Não interessa a validade dos meios utilizados para se poder alcançar os objectivos. Depois, escondem-se por dentro de 4 paredes e esperam pelas consequências dos seus actos, que de antemão sabemos que podem passar pelos  esquemas de chamar a polícia, fazerem-se de vítimas e pela ameaça de levar aquele que é prevaricado à barra dos tribunais.

Para ser lido aqui

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