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é culto

Matthew Weiner tem o surpreendente poder de nos encantar a cada nova temporada. O argumento é o melhor que vejo numa série desde Twin Peaks e Sopranos.

Jon Hamm faz aqui o papel de uma vida e torna-se para mim um dos melhores actores da actualidade.

Mad Men é culto.

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Howl

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Ficha Técnica:

Título: Howl
País: USA (Filmado em Nova Iorque)
Ano: 2010
Realizadores: Rob EpsteinJeffrey Friedman
Argumento: Rob EpsteinJeffrey Friedman (adaptação de algumas conversas com Allen Ginsberg)
Actores: James Franco, Jon Hamm, Alessandro Nivola, Aaron Tveit, Jon Prescott, Todd Rotondi e o próprio Allen Ginsberg

Fazer uma adaptação cinematográfica da vida e obra de um dos maiores poetas do século XX com base num poema, em várias conversas com o mesmo em alturas diferentes da sua vida e num julgamento que tentou impedir que um livro de poemas fosse publicado parece ser uma aventura interessante.

Em “Howl”, a dupla de realizadores Rob Epstein e Jeffrey Friedman, propôs-se a dar uma visão diferente de Allen Ginsberg, um dos maiores expoentes da geração beatnik. Com êxito, na minha opinião.

Em “Howl”, poema homónimo, Ginsberg relata uma série de experiências do começo da sua vida adulta, desde a revelação sobre a sua homossexualidade aos amores por Jack Kerouac (não-correspondido) e Neal Cassidy até à crítica mordaz à sociedade da sua época. O uso excessivo de linguagem, viria a condenar a editora que tinha aceitado publicar “Howl and other poems” a uma terrível batalha judicial pela proibição do livro nos Estados Unidos.

Pelo meio, os realizadores também aproveitaram para focar documentos onde Ginsberg mostrava um pouco do seu pensamento e da forma como escrevia os seus poemas.

Ao nível de realização, o filme divide-se entre partes de entrevista, narração e animação. Quando chamados a penetrar no conteúdo do poema que celebrizou Ginsberg para a eternidade, Rob Epstein e Jeffrey Friedman optaram por inserir vários momentos de animação. Em suma, todas as partes de animação ficaram bastante interessantes, tendo em conta a imaginação utilizada para acompanhar o conteúdo escrito no poema por Ginsberg.

No final do filme damos de cara com a surpresa escondida: imagens em que Allen Ginsberg (numa fase adiantada da sua vida) interpreta uma pequena canção para as camaras.

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