Tag Archives: João Alexandre

conexões para negociatas

Carlos Barandas = emprego no Theatrix

Carlos Barandas e o seu subito interesse em ser indigitado pela DG à Queima das Fitas.

Haverá mais promiscuidade que Barandas servir de intermediário para o Theatrix na Queima?

Voltaremos aos negócios “Porto Eventos Style by João Alexandre” na Queima?

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Adeus. Não voltes mais.

Amanhã termina o mandato de Eduardo Barroco de Melo à frente dos destinos da AAC.

Pelas razões que ele bem conhece, é por mim considerado o pior presidente da história da AAC.

Mesmo assim vale a pena relembrar os “grandes episódios” do seu triste reinado:

aqui – Despede João Alexandre de Secretário-Geral da Queima das Fitas, 4 dias após a sua tomada de posse.

aqui – Volta atrás na sua decisão e readmite João Alexandre.

aqui – Despede o Administrador João Alves por “falta de confiança política” medida que consideramos injusta.

aqui – Azeda a relação com os núcleos, agudizada depois com os obstáculos criados a uma actividade dos pelouros das saídas profissionais do NEE\AAC e do NEG\AAC.

aqui – A meio do mandato moscambilhava para se recandidatar.

aqui – a constante má gestão da sua equipa de trabalho na DG.

aqui – a demissão do Tesoureiro Miguel Andrade na última noite de latada e a chuva de comunicados que se seguiu nos dias posteriores.

Pelo meio ainda tivemos lugar para atitudes nada democráticas em respostas a sócios em Assembleia Magna, o bloqueio de uma deliberação de uma decisão de Assembleia Magna justificada pela falta de “quorum” e porque o presidente da DG não quis dar o braço a torcer aos proponentes da dita moção, a ameaça aqui ao blogger, a compactuação com os mundanos comportamentos da secção de jornalismo, uma manifestação a Lisboa que redundou num enorme fracasso, uma fraca actuação nos campos da política educativa, uma luta incipiente perante os SASUC no cumprimento das suas funções institucionais e nos cortes promovidos na Acção Social, atitudes rebaixistas do bom nome e prestigio da Associação Académica de Coimbra em ENDA, as guerras fracticidas com presidentes de núcleo, com super coordenadores e vice-.presidentes, e ACIMA DE TUDO ZERO DE TRABALHO REALIZADO e ZERO DE RESULTADOS PRÁTICOS.

O seu mandato não deixará saudades no nº1 da Padre António Vieira.

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As demissões

diário As Beiras, página 8

 

2 demissões, 1 semi-demissão. Faltam ainda 2 demissões, as de Pedro Tiago e Nélson Fonseca.

Todas elas com dois denominadores comuns: falta de confiança política e perseguição pessoal.

Só Eduardo Barroco de Melo é que não sofreu falta de confiança política por parte da Academia. Tenho pena que o mesmo ainda não se tenha demitido depois daquilo que fez durante o ano. No entanto, folga-me em saber que na AAC, Eduardo Barroco de Melo, sai, como diz a giria “pela porta do cavalo”: com 5 demissões no pacote, zero de trabalho, zero de responsabilidade e zero de humildade.

Mas a podridão, a podridão ficou toda na Direcção-Geral...

Porém, o mandato de Eduardo Barroco de Melo não se fica por aqui: deixou que os seus vice-presidentes alimentassem uma candidatura quando o mandato ainda nem sequer ia a meio. Foi completamente enrabado, repito, enrabado em ENDA e nas eleições para o Secretariado de Inter-Núcleos. Por duas vezes, violou os estatutos da AAC: uma quando quis sobrepor uma Feira de Emprego da AAC na mesma altura em que os Núcleos de Estudantes de Economia e Gestão também preparavam uma (infringiu um direito dos núcleos) e outra, quando numa Magna, pura e simplesmente não quis ascultar e cumprir a vontade da maioria dos votantes presentes.

Para compor o ramalhete, ficou assustado com um post de um humilde blogger e ameaçou levá-lo para a barra dos tribunais.

Uma lástima, repito.

Quem aprende é quem está dentro da AAC. Aprende com os erros deste “pequeno” presidente para que o futuro seja melhor. E espero, claramente, que o futuro passe por 2 nomes: André Costa. Espero mesmo do fundo do coração. 

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Num cinema Salgado Zenha perto de si

Um leitor não identificado enviou-me esta foto montagem por email.

Vá rapaziadada, não levem a mal. Temos que levar estas coisas na desportiva. No entanto desconfio que um deles é rapazola para me voltar a ligar daqui a umas horas e dizer que me vai por um processo judicial em cima.


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Bomba nuclear na AAC

Ao que pude apurar, João Chaves foi demitido de Administrador da Associação Académica de Coimbra por parte do presidente de Eduardo Melo.

A gota de água terá sido a recusa por parte do Administrador em fazer representar a AAC num funeral de um familiar de um antigo dirigente da Associação por falta de disponibilidade do Presidente e dos Vice-Presidentes.

Que eu saiba, a representação da AAC no exterior deve ser assegurada em primeiro lugar pelo Presidente e pelos Vice-Presidentes, nunca pelo Administrador. Impossibilitado de ir a um funeral de um familiar de um antigo dirigente da AAC, porque é que Eduardo não pediu a um dos três vice-presidentes para ir? Já sei, porque não se falam…

Ainda o andor vai a meio do ano e a presidência de Eduardo Barroco de Melo já está pendurada pelos arames pelos sucessivos problemas: primeiro a demissão de João Alexandre de Secretário-Geral da Queima que não se chegou a efectivar, em segundo o mal estar interno que se têm verificado na AAC devido a problemas relacionados com eventuais candidaturas às eleições de 2012 e agora, a demissão do Administrador da AAC João Chaves, um amigo que tenho como competente no exercício das suas funções.

O Entre o Nada e o Infinito sabe também que existiram mais motivos para a demissão de João Chaves, motivos que não conseguiu até agora apurar. Durante a noite, trarei mais revelações sobre esta demissão bombástica.

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Sobre os Estatutos da AAC

João Alexandre tem razão.

Estes novos estatutos vão matar com “o motor cultural e desportivo da cidade: a AAC”.

Parabéns, os representantes da Assembleia Estatutária estão perto de extinguir com secções antiquíssimas como a Secção Filatélica, o CIAAC, a Pesca Desportiva, o Andebol, a Ginástica, o Badminton e o Atletismo. Isto é, se eventualmente, não acabarem por extinguir mais secções para além destas…

Estes estatutos (para bem da legitimidade democrática dos mesmos e daqueles que os fizeram) deveriam ser imediatamente levados a aprovação na Assembleia Magna e não a aprovação automática por parte dos representantes na Assembleia Estatutária.

Perante a defesa de honra de André Costa, não posso deixar de repúdiar a sua intervenção e de lhe dizer que provavelmente (em tantos anos que frequenta o ensino superior) revela não só um puro desconhecimento sobre o funcionamento das Secções Culturais e das Secções Desportivas, como, nem teve a hombridade de participar nas Secções Culturais e Desportivas e como tal, conhecer de perto o funcionamento das mesmas.

A questão do quórum 50% de estudantes nas direcções e plenários das Secções Culturais e Desportivas é um profundo disparate, que deve ser mudado, para bem das mesmas. O que se põe aqui em causa é que indiferentemente do facto dos dirigentes das mesmas serem estudantes ou não-estudantes, as Secções Culturais e Desportivas foram construídas e evoluídas à custa do gosto, da voluntariedade, da carolice de todos aqueles que por gosto e por vontade trabalharam em prol de uma maior visibilidade da Associação Académica de Coimbra. Indiferentemente do facto de serem estudantes ou não-estudantes. Indiferentemente do facto de terem 5, 18, 60 ou 95 anos.

Retirar a oportunidade a essas pessoas de continuar a levar a cabo a evolução das respectivas secções, é para algumas delas, o caminho para a extinção.

André Costa, espero que daqui a uns anos, tu e os teus colegas da Assembleia Estatutária não fiquem na história da AAC como aqueles que fizeram extinguir pedaços de cultura, pedaços de desporto e a retirada de oportunidades a estudantes e não-estudantes de fazerem cultura, de praticarem desporto e aqueles, que futuramente poderão entregar a sua chave e como tal, deixar de formar campeões nacionais e universitários nas respectivas modalidades, só porque na direcção não haviam estudantes.

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Eduardo Melo volta atrás na decisão

Peço atenção para o artigo publicado no site do Diário As Beiras. Corresponde à verdade. Eduardo Melo recuou na sua decisão após mais uma longa reunião com a sua equipa.

Não se sabe porém se existem demissões dentro da Direcção-Geral.

Esperamos os tais esclarecimentos do recém empossado Presidente da Direcção-Geral.

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Reunião da DG a começar…

Foi marcada nova reunião da DG para esta noite. Se não começou, está para começar. Na mesa estão em discussão os temas que tem marcado a vida da Academia nos últimos dias.

Chegamos a um ponto em que não sabemos precisamente se João Alexandre foi demitido ou não. A decisão do Conselho-Geral da Queima das Fitas assim o aponta, mas no entanto Eduardo Barroco de Melo ainda não veio a público afirmar a decisão e os respectivos motivos que o levaram a tomar a decisão.

Por outro lado chegaram informações que o representante das Secções Culturais tinha mudado o seu sentido de voto, resgatando João Alexandre de volta à Queima das Fitas.

Eduardo deverá auscultar as opiniões da sua Direcção-Geral em relação ao assunto. Uma coisa temos como certa: as amizades e inimizades dos membros da DG em relação a João Alexandre deverão levar a demissões na DG. Se ficar dentro na Queima, vão haver demissões em massa. Se for demitido da Queima, também haverão demissões.

O Conclave do nº1 da Padre António Vieira já se encontra à mesa. Esperamos por fumo branco.

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Direcção-Geral intacta

Ainda a questão da demissão de João Alexandre do cargo de Secretário-Geral da Queima das Fitas…

No seguimento da reunião que a DG teve na madrugada de Segunda para Terça-Feira e perante a possibilidade de demissões na recém empossada Direcção-Geral, o Entre o Nada e o Infinito garante que ninguém se irá demitir no órgão directivo da Academia de Coimbra.

Outra questão que ainda estava pendente era a questão dos actuais Secretários de João Alexandre na Queima. Em princípio deverão ser todos destituídos das suas posições, aguardando-se a nomeação do novo Secretario-Geral e do novo secretariado.

Adenda: último parágrafo alterado após lapso e consequente informação prestada por comentário


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A bronca está instalada na AAC


Ao longo da noite, o Denúncia Coimbrã foi nos dando mais novidades sobre o caso que está a alarmar a AAC neste começo de mandato de Eduardo Barroco de Melo. Desde o episódio das chaves à reunião que a DG teve nesta madrugada que só terminou pela manhã.

O referido blog fala que os motivos que levaram à demissão de João Alexandre foram de ordem política. Pressupostas negociatas políticas, falta de confiança no Secretariado-Geral de João Alexandre e apoios a candidatos… Pois bem, o Entre o Nada e o Infinito sabe que os motivos que levaram Eduardo Melo não se pretendem por tais acusações mas antes por algo por fundamentações que os comissários da Queima escreveram nos relatórios da mesma e que como tal não foram ainda dadas como provadas… Coisas bem piores e tão em voga no nosso Portugal, que para já, o vosso repórter não pode afirmar sem ouvir as palavras dos dois intervenientes principais neste processo.

Da reunião que a DG teve esta madrugada, poderão haver demissionários na recém eleita DG. Facto que mancharia definitivamente o mandato de Eduardo Barroco de Melo.

Segundo notícias que me chegaram, especula-se que o próximo secretário-geral da Queima das Fitas será Nélson Antunes, mais conhecido no mundo AAC por Bolas.

O que é certo é que este assunto vai abrir uma ferida enorme na paz podre que se fazia sentir na AAC. Será que por exemplo vamos ter a verdade sobre os acontecimentos do Forum AAC 2009? Ou será que os Orelhas e os outros 3 moços de Direito serão os únicos responsabilizados pelos incidentes? Vá, toca a falar. Toda a gente sabe quem fez o maior estrago, não sendo no entanto responsabilizado.

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Guerra aberta na AAC

A saída de João Alexandre do cargo de secretário-geral da Queima das Fitas continua a fazer correr muita tinta aqui.

A paz podre que se fazia sentir há algumas semanas na AAC virou uma guerra aberta, que pode manchar o começo de mandato de Eduardo Barroco de Melo.

Chegaram até mim algumas informações. Consta-se que após saberem da demissão do seu secretário-geral, os secretários da Queima lançaram chaves (no sentido literal) contra Eduardo. Alguém confirma? Vá, não tenham medo de falar…

A esta hora, o Entre o Nada e o Infinito sabe que a DGAAC teve uma reunião esta noite, não sabendo porém se já terminou ou quais os resultados finais da mesma no que toca a este assunto. No entanto, também sabemos que poderão estar 12 demissões na forja em vários órgãos.

Aguardam-se novas informações do nº1 da Padre António Vieira.

PS: O Jornal A Cabra e a RUC, noticiam e esclarecem que Eduardo Melo deverá dar explicações do acontecimento amanhã. João Alexandre só falará depois de Eduardo Melo falar.

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Demissões na AAC

Eduardo Barroco de Melo começou o seu mandato com um com uma demissão surpreendente. João Alexandre, secretário-geral da Queima das Fitas foi demitido. O sempre atento Denúncia Coimbrã dá-nos os pormenores aqui.

Acrescento mais. Isto da política tem muito que se lhe diga. Quando se preparou a sucessão de Miguel Portugal, haviam dois candidatos dentro da DG e nenhum deles era o Eduardo, que no fundo acabou por ser a escolha consensual para evitar guerras internas dentro da DG no final do mandato.

A saída do João Alexandre é injusta. Já o tinha avisado antes de uma Assembleia Magna que a grande novela política da Academia após as eleições seria a Queima das Fitas. Sem mencionar nomes, agora confirma-se: um dos pré-candidatos vai para a Queima. E nisso só vos posso adiantar uma coisa: já comentou este blog, e comentou-o a partir da sala do CIUC.

Esperam-se mais desenvolvimentos nesta história.

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