Tag Archives: JaVale McGee

NBA 2012\2013 #51

1. Obrigado à Bulls TV por um momento muito cómico:

A vida difícil e a estranha anatomia da nova “vedeta” da Team Chicago: Benny the Bull.

2.

bynum 3

Philadelphia. Ainda não é esta época que Andrew Bynum se irá estrear. O poste teve que se submeter a duas artroscopias aos problemáticos joelhos. A direcção dos Sixers tem agora um grande problema em mãos: confiar que o jogador irá recuperar das intervenções a que foi submetido, confiar na sua capacidade de recuperação e oferecer-lhe um contrato de longa duração, continuando assim a estratégia assente no crescimento da equipa em torno de Bynum e Jrue Holliday ou oferecê-lo à troca com outra equipa no fim da temporada. No entanto, já há quem questione no seio da Liga quem é que poderá apostar em Bynum depois de épocas e épocas de desilusão motivadas pelas graves lesões do jogador. Pessoalmente afirmo que se fosse General Manager da Liga não iria apostar num jogador sucessivamente fustigado por lesões. Bynum é um excelente jogador, tem um poder atlético enorme e em forma é indiscutivelmente para mim um dos melhores postes da liga, capaz de melhorar significativamente o jogo interior de qualquer equipa. No entanto, falamos de um jogador que passou épocas em branco e que custa actualmente um salário de 16, 4 milhões de dólares aos Sixers (19º mais bem pago da NBA, muito perto do salário máximo que os Sixers lhe podem oferecer como all-star que foi no passado). Bynum veio parar a Philadelphia no Verão depois da troca entre 4 equipas que colocou Dwight Howard e Chris Duhon em LA, Luke walton em Cleveland (vindo de LA), Jason Richardson em Philadelphia (vindo de Orlando) e André Iguodala em Denver (vindo de Philadelphia) por troca pelos direitos do rookie montengrino Nikola Vucicevic para a equipa da Flórida.

3.

Lance perfeito de Deron williams (Brooklyn Nets) em Detroit frente aos Pistons.

4.

Afundanço espectacular na 23ª vitória consecutiva dos Heat, desta feita no terreno dos Boston Celtics. A equipa de Miami está a 10 vitórias de bater o record de vitórias consecutivas na liga. O record pertence à equipa dos Lakers de 1971\1972 com 32 vitórias seguidas.

5.

Um dos casos da semana. No jogo contra os Atlanta Hawks, Kobe Bryant fez uma ligeira lesão no tornozelo que o irá obrigar a parar durante algumas semanas. Numa altura crítica da época, a equipa de LA fica sem Kobe que estava a ser um dos ice breakers da equipa. Os Lakers procuram manter a 8ª posição da conferência este. No primeiro jogo sem Kobe, a equipa de LA perdeu em Phoenix. Ontem, venceu os Sacramento Kings.

5.

Pura maldade de Kevin Durant no jogo entre Oklahoma City Thunder e Dallas Mavericks contra um dos meus jogadores favoritos de sempre da liga (Vince Carter)!

6.

O jogador fetiche da malta JaVale McGee (Denver Nuggets) foi protagonista esta semana por causa deste voo genial sobre aquele que é o melhor defensor da actualidade da liga (Joakim Noah) na vitória dos Nuggets sobre os Bulls na madrugada de segunda por 119-118 após prolongamento. McGee costuma aparecer nas highlights da liga pelos seus momentos de estupidez. Uma coisa não lhe podemos negar: tanto é capaz de causar sensação por situações embaraçosas como o seu porte atlético também lhe possibilita aparecer por estes monster jam. É por isto que George Karl confia nas suas capacidades e está a tentar promover o seu desenvolvimento enquanto jogador.

7. As melhores jogadas da madrugada de ontem:

Destaco sem dúvida a inteligência de Brandon Jennings (Milwaukee Bucks) no jogo contra Portland.

8. Jogos de ontem:

Os Denver Nuggets seguem e somam. Ontem venceram em casa os Thunder na 13ª vitória consecutiva na Liga. Estas 13 vitórias consecutivas valem a esta equipa de Denver um recorde interno de vitórias consecutivas. Esta equipa de Denver está a tornar-se um caso sério e pessoalmente pondero colocá-los na lista de favoritos à vitória na conferência este nos playoffs. A própria conferência Oeste está confusa visto que quase todas as equipas tem talento para vencer a conferência. Apesar dos Spurs serem primeiros, Thunder, Grizzlies, Golden State, Clippers, Rockets e Nuggets tem muita qualidade, estão a jogar um basquetebol fantástico e podem vencer nos playoffs. Os 8ºs da conferência são os Lakers. Caso não aconteça nada de extraordinário a Kobe Bryant, também não podemos descartar os Lakers desta luta.

Por parte dos Nuggets, grandes exibições por parte dos Bases Ty Lawson (25 pontos) e André Miller (20 pontos, 7 ressaltos e 9 assistências) e do poste Kenneth Faried (13 pontos, 15 ressaltos e 3 abafos). O base veterano (Miller) constitui-se como uma peça chave nesta equipa de Denver e continua com a classe que há muitos anos lhe reconhecemos. Farried abafou por 3 vezes Kevin Durant e dominou por completo a luta das tabelas. Não me canso de elogiar esta equipa de Denver. Pela sua velocidade estonteante, pelo seu jogo colectivo e pelas soluções que apresenta em todas as posições. Parece-me um dos mais espectaculares plantéis da actualidade para além de ser um plantel muito equilibrado e com uma filosofia de ataque muito atraente.

Do lado dos Thunder de Scott Brooks, duas grandes exibições parte das suas vedetas: Rusell westbrook com 25 pontos e Kevin Durant com 34 pontos. Podiam ter sido mais no caso do extremo não fosse a oposição brilhante de Farried. Os dois lançaram 44 dos 85 lançamentos dos Thunder na partida, o que explica em certa maneira o rumo desta equipa dos Thunder: estão cada vez mais dependentes do que as duas estrelas da equipa podem fazer. Dos 44 lançamentos, lograram marcar 20 sendo que 10 foram de triplo e não conseguiram acertar no cesto qualquer tentativa.

Continua o declínio na liga dos Clippers. Perante uma equipa de Sacramento que mesmo apesar da incerteza que está a rodear o futuro da equipa está a conseguir acabar a época em grande estilo, os Clippers somaram a sua 22ª derrota no campeonato. Blake Griffin com 26 pontos, 5 ressaltos e 5 assistências, Chris Paul com 11 pontos, 7 ressaltos e 15 assistências e Jamal Crawford (vindo do banco) com 25 pontos (5 triplos em 8 lançamentos) não conseguiram parar a equipa de Marcus Thornton (25 pontos; também ele vindo do banco) e DeMarcus Cousins (17 pontos e 11 ressaltos).

10. Algumas notícias\artigos de opinião que marcam a actualidade da liga:

10.1 –  Morning Shootaround de Sekou Smith no Hangtime Blog. Aborda a boa forma dos Nuggets nesta fase da temporada com especial incidência sobre a boa temporada que André Miller está a realizar, os Pacers e George Hill, Dwight Howard e os Lakers e a fase menos boa dos Clippers.

10.2 – Steve Aschburner escreve sobre a polémica que envolveu o fim da partida entre Bulls e Nuggets na segunda-feira: a inexistente interferência no aro de Noah que valeu a vitória “injusta” aos Nuggets.

Interessantes declarações de George Karl acerca de outro lance duvidoso que envolveu o seu jogador Kostas Koufos ao admitir que o jogador fez Goaltending minutos antes da decisão da arbitragem ao lance do Noah. Assim como Tom Thibodeau (Thibodeau explodiu de tal maneira que esteve a um passo de partir para a agressão ao árbitro principal) considero que houve dualidade de critérios na análise de lances por parte da arbitragem. Kostas Koufos foi buscar a bola quando esta ainda estava a rodar dentro do cilindro enquanto Noah não tocou no aro para empurrar o lançamento de Belinelli e muito menos apanhou a bola em curva descendente. Logo, o lance parece-me totalmente válido.

10.3 – Carmelo Anthony volta hoje frente aos Orlando Magic após 3 semanas intermitentes de utilização.

10.4 – O proprietário dos Dallas Mavericks acredita que o internacional Alemão Dirk Nowitzky poderá ser um jogador de topo durante mais 3 anos. 

Este será o primeiro ano que os Mavs não irão ao playoffs, fruto do rendimento incaracterístico do alemão nesta temporada. Depois de ter passado quase metade da época a recuperar de uma grave lesão, o alemão baixou 5 pontos em relação à temporada passada nos 36 jogos que já efectuou esta temporada (passou de 21.6 na época 2011\2011 para 16.4) e pode-se dizer que a equipa detida por Mark Cuban não só ressentiu-se da ausência da sua peça-chave nos primeiros 30 jogos da época como, após o seu regresso, não está a conseguir dar a volta ao esquema para lutar pelos playoffs. Pessoalmente, conhecendo tão bem Nowitzky como conheço, acredito que na próxima temporada voltará a jogar ao seu nível e a sua média pontual voltará a subir. No entanto, os problemas de Dallas não se resumem a meu ver à ausência do alemão. Resumem-se a um plantel que necessita de renovação e necessita sobretudo de colmatar uma lacuna importantíssima no seu jogo interior que ficou por resolver com a saída de Tyson Chandler para os Knicks em 2010.

10.5 – Poderá terminar a época para um dos rookies revelação. Dion Waiters (Cleveland Cavaliers) irá parar uma semana pelo menos e arrisca uma operação ao joelho que o poderá deixar de fora até ao final da temporada.

 

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NBA 2012\2013 #48

nate

Acabou mesmo agora no United Center. St Patrick´s Day com cheirinho a playoffs, apesar das duas equipas não serem da mesma conferência. Vitória para Denver por 119-118 após prolongamento com uma vergonhosa decisão de arbitragem a tirar a vitória aos Bulls. No último lance da partida, Marco Belinelli atirou para o cesto e a meio do caminho Joakim Noah deu um desvio na bola, não tocando nos aros para tal. O trio de arbitragem decidiu (e mal) invalidar o lance (sem olhar para a repetição do lance que tem disponível na mesa de jogo) quando minutos antes deixaram passar uma interference nítida de Kostas Koufos no cesto dos Bulls.

noah 3

De resto foi um grande jogo entre estas duas equipas. Denver esteve com o jogo na mão durante o 3º e 4º período, com vantagens a oscilar entre os 7 e os 11 pontos. Na parte final, a intensidade defensiva dos Bulls (os jogadores responderam muito bem tanto aqui como em Golden State ao pedido do seu treinador Tom Thibodeau) aliada a algumas perdas de bola de parte a parte em jogadas banais que acabaram por beneficiar mais a recuperação no marcador dos Bulls e a eficácia de Nate Robinson (um jogo das antigas para o base com 34 pontos e 7 assistências) e Marco Belinelli (18 pontos e 8 assistências) levaram o jogo para o prolongamento. Pelo meio houve de tudo: JaVale McGee atropelou Noah num drive-in e Noah respondeu com uma partida excelente do ponto de vista defensivo com 9 ressaltos defensivos (12 no total) e 7 (7!!) abafos. Na minha opinião, Noah tem que ganhar o prémio de melhor jogador defensivo da fase regular. wilson Chandler foi o melhor jogador dos Nuggets com incríveis 35 pontos. O extremo dos Nuggets está em excelente forma, tendo marcado 13 dos 21 lançamentos de campo que dispôs André Iguodala também marcou 2 triplos decisivos para a vitória dos Nuggets, um deles já no prolongamento.

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NBA 2012\2013 #45 – as escolhas do staff

1.

O Roger Forte escolheu aquela que já é para muitos a assistência do ano. A 21 de Fevereiro, em Indiana, o jogo estava a ser um massacre completo dos Pacers aos Knicks. Os Knicks passam a fase mais difícil da época, numa altura em que tem Carmelo Anthony envolvido em sucessivas lesões e problemas físicos. Até que o sophomore Iman Shumpert conseguiu desencantar um passe fenomenal para Steve Novak. Shumpert tem sido para mim uma enorme revelação. Escolhido no draft de 2011 na 17ª posição pelos Knicks, veio para a Liga como shooting guard (posição 2) e extremo (posição 3) sendo que rendia melhor na posição 3. Na época passada, com Mike D´Antoni e Mike woodson, na ausência dos dois principais bases (point guards – posição 1) da equipa (Baron Davis e Mike Bibby) Shumpert, no seu ano de rookie, foi utilizado durante meia temporada nesta posição e por aí se tem ficado em algumas partidas desta temporada.

2.

Não há escolha semanal do staff que não meta JaVale McGee (Denver Nuggets) ao barulho! Ou é o bigode e é a presença mais que habitual nos lances mais estúpidos da semana. O Hugo Coelho Gomes traz-nos o desarme monstruoso do poste baixo no jogo contra Portland. Quem pagou com as favas foi  o seu colega de equipa Corey Brewer, o que motivou os comentadores da televisão norte-americana a pedirem que JaVale seja inserido na selecção nacional de Voleibol Norte-Americana. A brincar a brincar…

3.

O Hugo também nos traz um dos melhores jogos da competição nas últimas semanas. O treinador dos warriors Mark Jackson voltou ao Madison Square Garden, pavilhão onde envergou a camisola da equipa Nova Iorquina entre 1987 e 1992 e na época 2001\2002. E voltou para bater os Knicks por sensacionais 109-105 num jogo em que a grande estrela do franchising de Oakland (Stephen Curry) apontou máximo de carreira com sensacionais 54 pontos. Carmelo fez 35 pontos e Tyson Chandler apontou máximo de carreira ao nível de ressaltos com 28!

Escrevo este post no intervalo do jogo entre Spurs e Thunder em San Antonio. A seguir, vou ver precisamente o jogo entre Knicks e Golden State em Oakland. Espero que seja um dos melhores jogos da temporada visto que a equipa de Nova Iorque irá à Califórnia tentar dar o troco à vitória dos warriors no MSG. Amanhã poderei escrever sobre o jogo se tal se concretizar!

4.

A febre dos Harlem Shake vol.1. Os campeões em título Miami Heat deram o mote. King James e companhia protagonizar um dos melhores que vi até hoje! Repare-se no número de visualizações no youtube: 40 milhões!

5.

O Roger pesquisou e postou um vídeo dos melhores afundanços de Kobe Bryant no ano 2013. Dispensa apresentações. Kobe está em altas. Recolocou os Lakers em lugares de playoffs tendo marcado 33 pontos de média nas últimas 5 partidas.

6.

Quem com ferros mata com ferros morre. Griffin usa e abusa do cotovelo nas suas entradas para o cesto. Há quem não goste na Liga, caso do Congolês naturalizado e internacional pela Espanha Serge Ibaka. No jogo entre Clippers e Thunder, Ibaka agrediu claramente Griffin com um murro no abdómen. Os árbitros não viram e a Liga estranhamente não puniu. Escolha do Hugo Coelho Gomes.

7.
Noah 2

O Hugo atirou uma indirecta aos Bulleanos (eu e o Eduardo). À parte das nossas guerrinhas Bulls-Heat, o Hugo reconheceu com este meme que o melhor poste da liga da actualidade é Joakim Noah. Vou mais longe: os dois melhores jogadores de interior da liga são neste momento Boozer e Noah. Este Noah está um monstro e há uns anos atrás ninguém diria que se iria tornar no jogador que é. É a alma da equipa, é o melhor jogador defensivo da liga e o “lançamento tornado” continua a resultar!

8.
 Continuando pelos Bulls, o Eduardo trouxe a notícia que marca a actualidade: Derrick Rose passou a estado day-to-day. O regresso da estrela dos Bulls à liga está por dias. Ainda não aconteceu frente aos Spurs. Espera-se que aconteça frente aos Sacramento Kings na próxima quarta-feira até porque os Bulls a seguir tem uma série de jogos importantíssimos em casa contra Denver, Portland e Indiana, não podendo atrasar-se mais na luta pelo 1º lugar da divisão central da conferência este.

O treinador dos Bulls Tom Thibodeu afirmou recentemente que só irá começar a utilizar o jogador quando este estiver a 100% no ponto de vista físico. Rose já tem trabalhado sem qualquer condicionamento nos treinos e no aquecimento da equipa.

9.

O Eduardo caçou o Harlem Shake dos Minnesota Timberwolves. Se o dos Heat era o mais vistoso do ponto de vista cénico, o dos wolves é pura e simplesmente delicioso do ponto de vista das rivalidades dentro da Liga!

10.

O Emanuel Melo postou o Shaqtin´A´Fool da última semana onde não se podia dispensar a presença do nosso jogador fetiche JaVale McGee!

11.

O jogão de Kobe em Toronto. O maior fã dos Lakers que eu conheço (Roger Forte) diz que não consegue “adjectivar a grandeza” de Kobe Bryant. Ele é de facto continua a ser para mim o melhor jogador da liga da actualidade. Só Kevin Durant, Carmelo Anthony e LeBron James é que se lhe chegam aos calcanhares. Em Toronto, Kobe carregou os Lakers às costas para uma reviravolta incrível com triplos incríveis em momentos de pressão. Kobe merece que os LA Lakers (mesmo sem jogar grande coisa durante toda a temporada, mesmo com todos os problemas que foram levantados em torno da equipa ao longo da temporada) joguem mais um playoff e eu pessoalmente torço por isso.

12.

Jamal Crawford completamente irreprensível no final do jogo contra os Bucks! Pode não ter sido um dos melhores jogadores da história da competição como muitos analistas lhe previam quando entrou para a Liga em 2000 pela mão dos Chicago Bulls mas estes momentos fazem de Crawford um jogador que ficará nas lembranças de muitos. O problema talvez tenha sido o facto de ter entrado na liga numa fase em que os Bulls ainda recuperavam da ressaca dos títulos conquistados por Jordan e companhia. Foi uma fase muito muito complicada para a equipa e a renovação à era Jordan (com as entradas de gente como Elton Brand, Jamal Crawford, Ron Artest, Tyson Chandler em sucessivos drafts) e a contratação de jogadores como Jalen Rose prometia dar frutos a longo prazo. Foi provavelmente a geração Bulleana que mais falhou na história da equipa e passou 4 anos sem atingir os playoffs.

Escolha do Eduardo Barroco de Melo.

13.

O Hugo Coelho Gomes traz-nos mais uma do seu ídolo. LeBron James (Miami Heat) consegue transformar um momento de pressão no jogo contra os Philadelphia 76ers num momento de humor!

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NBA 2012\2013 #38 – as escolhas do staff

1. Começamos pelo habitual momento de humor, proporcionado pela rúbrica de Shaquille O´Neal na NBA TV: Shaqtin´A´Fool. Escolha do Eduardo Barroco de Melo.

Como sempre, a aparição regular de JaVale McGee (Denver Nuggets), desta feita com um acontecimento que merece um oscar. A reacção de McGee ao empurrão do rookie dos Cleveland Cavaliers Ty Zeller é absolutamente deliciosa.

2.

O Eduardo também nos traz um momento que aconteceu no último all-star weekend. No evento de trabalho comunitário promovido pelo programa NBA Cares, o poste dos Lakers Dwight Howard aprende a palavra trabalho da boca de duas cidadãs brasileiras. Pelas críticas que tem sido alvo pela sua má-forma nesta temporada, Howard vai ter que decorar a palavra neste último terço do campeonato para bem dos Lakers e das suas possibilidades de ainda atingirem os playoffs.

3. O Hugo Coelho Gomes traz-nos uma notícia que saiu no site da bola onde Isaiah Thomas, histórico jogador dos bad boys de Detroit (década de 80 e 90) afirma que “Lebron James é melhor que Michael Jordan”

Estas afirmações vem na sequência das afirmações de Jordan durante o all-star Weekend e no contexto da troca de palavras que se tem feito entre actuais agentes e antigos agentes da liga sobre quem é o melhor da actualidade (LeBron ou Kobe Bryant). Em Houston, Jordan afirmou que prefere o astro dos Lakers ao líder dos Heat. Tais afirmações tiveram resposta por parte de LeBron, que não se manifestou muito incomodado com as declarações do melhor da história da modalidade. Kobe tem passado ao lado da polémica e não se tem pronunciado publicamente sobre a situação.

Tenho muito respeito por Isaiah Thomas dado que foi um dos melhores bases de sempre da liga, mas não posso concordar com as suas afirmações. Isto porque:

– Jordan foi mágico em todos os sentidos. Jordan era um jogador completo a todos os níveis. Jordan foi a 6 finais e não perdeu nenhuma. Jordan marcou uma era. Jordan criou os Bulls como hoje os conhecemos. Jordan podia ter ganho 8 títulos seguidos caso não tivesse ido jogar baseball depois da morte do pai durante ano e meio. LeBron perdeu finais antes de conseguir o primeiro título apenas à sua 9ª temporada na liga. Jordan conseguiu o seu primeiro título à 7ª temporada na liga. Até hoje, nenhuma outra estrela da liga (nem Kobe, nem James, nem Wade, nem Duncan) conseguiram ganhar todas as finais em que participaram e tão pouco conseguiram os 6 títulos que Jordan conseguiu.

– Não é que LeBron não seja um jogador categórico porque é de facto. Estou seguro que será um jogador que ficará eternamente na memória colectiva da história da modalidade. Não concordo com Isaiah Thomas quando este disse que Jordan “saltava mais que os outros na altura” – falamos de uma fase da NBA recheada de jumpers e de shooters. Desde Gary Payton a Karl Malone, de Hakeem Olajuwon a Dikembe Mutombo, de Shaq a John Stockton, de Grant Hill a Reggie Miller. Tudo Hall of Famers da competição saídos da década de 90. Jordan era completo. Não foi o primeiro jogador completo da história da modalidade, mas dentro daqueles que foram completos (Bill Russell, Larry Bird, Kareem Abdul-Jabbar, Wilt Chamberlain, Joe Dumars), Jordan foi indiscutivelmente o melhor.

– Jordan e LeBron são jogadores diferentes ao nível de características: o primeiro era um shooter nato enquanto o segundo usa mais do físico para se fazer imperar. Se compararmos os números de um e outro notamos que ambos tem números muito parecidos nos vários departamentos de jogo. Jordan foi um jogador muito completo e LeBron é hoje um jogador muito completo. Ambos foram (no caso de LeBron são) bem secundados ao nível de equipa. Em Chicago, Jordan contava com a presença de outros jogadores brilhantes como Pippen, Longley, Kerr, Kukoc, Harper, Rodman, Paxson, Cartwright. Em Cleveland e Miami LeBron jogou com bons jogadores como Varejao, Larry Hughes, Ilgauskas, Wade, Bosh, Allen.

– É certo que toda a gente poderá opinar sobre este assunto. É certo que muitos do passado podem dizer que na era Jordan a competição era mais dura. Outros poderão afirmar que agora é mais duro vencer um título da liga do que era nos tempos de Jordan. Não poderemos estabelecer uma comparação entre os dois visto que não jogaram na mesma era, se bem que seria excitante ver Jordan, LeBron, Wade, Paul, Carmelo, e todas os outros Hall of Famers da história Liga a actuar numa única era.

– Na minha modesta opinião, em actividade, pelos títulos que já ganharam e pelo que já fizeram na liga, os dois melhores jogadores são Kobe e Tim Duncan. LeBron aparece em 3º.

4.

Bynum 2

Meme feito pelo Eduardo Barroco de Melo a reinar com o novo penteado de Andrew Bynum (Philadelphia 76ers). O poste voltou recentemente à competição depois de mais uma paragem prolongada devido à sua crónica lesão no joelho.

5.
LeBron James 2

Meme feito pelo Hugo Coelho Gomes, o maior fã de LeBron James que conheço!

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NBA 2012\2013 #31 – as escolhas do staff

1.

Não há nada como começar a rir! o Roger Forte traz-nos o top dos Bloopers da Liga do mês de Janeiro!

JaVale McGee (como não podia deixar de ser) aparece com o seu mítico bigode, Metta World Peace dos Los Angeles Lakers (vi em directo!!) beija a mão de uma fã depois de uma jogada onde marca um cesto espectacular em falta, Dwight Howard faz mais um airball da linha de lance livre, a mascote dos Mavericks abrilhanta um momento jornalistico e em diversas situações, alguns lançamentos ficam presos no aro!

2.

O Eduardo Barroco de Melo traz-nos os 10 melhores crossovers feitos no mês de Janeiro! Nota 10 para os crossovers realizados por DeMarshon Brooks (Brooklyn Nets) e Jamal Crawford (Los Angeles Clippers).

3.

The White Mamba attacks again! Incrível afundanço de Kobe Bryant em Nova Iorque frente aos Nets. Um dos melhores da época, so far… Escolha do Roger Forte.

4.

O Eduardo trouxe um video interessante. O rookie dos Houston Rockets Royce White (16ª escolha do draft deste ano) ainda não fez qualquer jogo na liga visto que em Novembro lhe foi diagnosticado um grave distúrbio de ansiedade. Como tal, o jogador não consegue ter disposição mental para entrar num pavilhão e jogar. No entanto, as últimas notícias do jogador dão conta que já voltou à competição na Development League ao serviço dos Rio Grande Valley Vipers, equipa afiliada dos Rockets na minor league.

5.

Steve Nash é um confesso fã de futebol e em particular da nossa selecção! Uma vez também já admitiu que a sua artista favorita é a cabo-verdiana Cesária Evora. No jogo contra os Celtics, Nash provou que as suas qualidades vão para além do basquetebol e fez uns tricks com a bola nos pés. Escolha do Emanuel Melo!

6.

DeMar Rozan é um shooting guard com propensão para afundar com muita explosividade! Contra os Nuggets brincou na cara do internacional Russo Timofey Mozgov. Rozan (4ª temporada na liga) está a fazer a melhor época da sua carreira com 17.6 pontos de média. Comparando esta com a sua segunda temporada (1410 pontos em 82 jogos) Rozan já marcou 931 pontos em 53 partidas e prepara-se para superar o seu melhor registo pontual. Já o russo Mozgov viu o seu nome na imprensa esta semana devido ao interesse dos Bulls na sua contratação.

Escolha do Roger Forte.

7.

Os Xerifes também são convidados a sair de pavilhões… mas na brincadeira! Tudo não passou de uma brincadeira quando o comediante Will Ferrell “obrigou” o xerife Shaquille O´Neal a sair do Staples Center no aquecimento de um jogo dos Lakers!

Escolha do Roger Forte!

O Emanuel Melo lembra que na época passada os New Orleans Hornets já puseram Ferrell a gozar com os Chicago Bulls. Pelos vistos, Carlos Boozer ainda vive com a mãe e Luol Deng faz colecção de pássaros raros!

8.

Humor a começar, humor a finalizar! O Eduardo pesquisou e deu com a aparição mediática de sua excelência White Mamba Brian Scalabrine, antigo jogador dos Nets, Celtics e Bulls. Pelos vistos, Scalabrine saiu da churrascada para mostrar que ainda está aí para as curvas. O extremo deixou de jogar na época passada ao serviço dos Bulls!

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NBA 2012\2013 #23 – as escolhas do staff!

Damien Lillard

O All-Star Game da NBA está cada vez mais próximo e o Hugo Coelho Gomes realça mais uma vez o rookie sensação da Liga. Destaca que a concorrência no Oeste era muito forte, o que levou por exemplo Stephen Curry (Golden State Warriors), jogador que está com números e exibições espantosas a ficar de fora do jogo principal do evento.

Testemunhos de Greg Popovich (treinador dos San Antonio Spurs) e do colega de equipa LaMarcus Aldrige. O poste colega de equipa de Lillard afirmou sobre o mesmo: “”He’s my teammate so I definitely feel like he should have been an All-Star, but I think it will give him more motivation to come back next year and be even better.”

2.

Glen Davis

Situação caricata no jogo entre Toronto Raptors e Orlando Magic. “Baby Shaq” Glen Davis e Aaron Gray num estranho tête-à-tête. Escolha de Emanuel Melo.

3. Rumores:

O Afiliado dos Dallas Mavericks na D-League (Texas Legends) pensou em contratar a antiga estrela dos Philadelphia 76ers\Denver Nuggets Allen Iverson, jogador que não compete há 3 anos.

Pelos vistos não passou de um rumor, até porque Iverson não se mostrou muito interessado em voltar à competição na D-League. Iverson só voltará se for convidado por uma equipa da NBA.

Escolha de Eduardo Barroco de Melo.

4.

Kobe Bryant 2

Escolha de Roger Forte.

5. Em Indiana, a NBA é uma animação.

Escolha de João Paulo Lacerda.

Escolha de Emanuel Melo

6.

gasol 3

Meme escolha do Eduardo Barroco de Melo!

7.

“Shaqtin´A Fool” – rúbrica de humor\insólitos de Shaquille O´Neal para a NBA TV (31 de Janeiro). O Roger Forte realça que foi uma das raras semanas em que JaVale McGee (Denver Nuggets) não teve destaque!

8.

“Que estupidez” – diz o Eduardo de Barroco de Melo. Não podia concordar mais. O jogo estava resolvido entre Toronto Raptors e LA Clippers. Caron Butler (Clippers) dirigiu-se a Jonas Valenciunas (Toronto Raptors) para o cumprimentar e acabou por lhe roubar a bola para marcar mais 2 pontos. Butler talvez quisesse com estes dois pontos compensar a falta de números que o atravessa desde há uns anos para cá!

9.

O Roger Forte dá destaque aos remates de Jeff Green (Boston Celtics) no último jogo contra os Oklahoma City Thunder.

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NBA 2012\2013 #16

Sem muito tempo para escrever pela liga, recorro às postagens do meu staff da Liga ESPN. Assim sendo:

1.

John Wall (#1 do draft de 2010) voltou nas últimas semanas à competição depois de ausência prolongada e para já tem-se mostrado em boa forma. Desde o seu regresso, em 7 jogos, o base conseguiu uma média pontual de 14.6 e 6.9 em assistências sendo que é espectável que eleve os seus números ainda mais. Os Wizards, últimos da conferência este, também ficaram a ganhar e muito com o seu regresso, tendo ganho 4 dos últimos 7 jogos.

Na partida contra Orlando, Wall mostra todos os seus skills de base e faz um ankle-breaking crossover que leva o adversário ao chão, assistindo depois para um cesto fácil do Francês Kevin Seraphin.

Escolha do Leandro Fonseca.

2.

Candidato a Slam Dunk do ano. Impressionante. Taj Gibson (Chicago Bulls) na cara de Anthony Tolliver (Atlanta Hawks) sem grande preparação para o efeito. Admirável a capacidade de elevação do poste-baixo da turma do estado Illinois. O jogo acabaria por dar uma vitória esclarecedora à equipa de Tom Thibodeau perante uns Atlanta Hawks que apenas fizeram 27 pontos na primeira parte.

Escolha de Eduardo Barroco de Melo.

3.

O Hugo Coelho Gomes fala do novo fenómeno da NBA: o fenómeno Lillardity. Como tal, cita um artigo publicado recentemente no Columbian acerca do jovem base rookie dos Portland Trail Blazers como leitura obrigatória. De facto é um excelente artigo sobre a vida e carreira daquele que cada vez mais tenho a certeza que será uma vedeta do futuro da NBA.

4.

Pela juventude com que entrou para a liga (19 anos) e pelo lugar em que foi escolhido pelos New Orleans Hornets no draft de 2010, Xavier Henry tinha todas as condições para ser um jogador aceitável na Liga. Os 3 primeiros anos nos Hornets tem provado que o base muito dificilmente conseguirá um lugar na Liga. A provar, este blooper descoberto pelo Eduardo Barroco de Melo no jogo contra os Philadelphia 76ers!

Quem não ficou muito contente com o “lançamento à padeiro” do base foi o treinador da equipa Byron Scott.

5. LeBron James, o jogador mais jovem de sempre a atingir os 20000 pontos. James tem neste momento 20077 pontos e está em 37º na lista de melhores pontuadores da história da Liga a 18317 pontos do melhor marcador de sempre (Kareem Abdul-Jabbar).

Créditos: Leandro Fonseca (pela pergunta no grupo privado se James era o mais novo de sempre a atingir a marca) e Eduardo Barroco de Melo pelo artigo que concedeu a resposta.

6.

Insólitos por Shaquille O´Neal para a NBA TV. O falhanço no Alley-Oop entre Jerry Bayless e Rudy Gay (Memphis Grizzlies) é demais (embora o base recrutado pela equipa do Tennessee aos Toronto Raptors esteja a realizar a melhor época da sua carreira), mas apanhado da NBA que é apanhado tem que conter um clássico protagonizado por JaVale McGee (Denver Nuggets), levando mais uma vez o treinador George Karl ao limite da loucura!

Escolha de Roger Forte.

7.

18 de Janeiro – Durant massacra por completo os Dallas Mavericks e dá mais uma vitória aos Oklahoma City Thunder. 52 pontos que constituem máximo de época e máximo de carreira para o base do líder da conferência oeste e melhor score do ano numa partida.
Incríveis números de Durant na temporada: 29.6 pontos de média (1º classificado da liga), 7.4 ressaltos por jogo, 4.4 assistências e 1.6 roubos de bola, 52% de lançamento de campo (2ª melhor percentagem de lançamento da liga) e 42.1% ao nível de lançamento de 3 pontos. Isto faz de Durant o melhor jogador ao nível de eficiência da Liga.

Escolha de Eduardo Barroco de Melo.

Ainda com Kevin Durant:

Voo sensacional para afundanço na vitória dos Thunder no Staples Center frente aos Clippers.

9. O Miguel Valente destaca as afirmações proferidas nos últimos dias pelo Espanhol Pau Gasol contra o treinador dos Lakers Mike D´Antoni. A porta da saída está novamente aberta para o espanhol que nos últimos jogos dos Lakers não tem actuado como poste-baixo mas sim como alternativa a Dwight Howard a poste-alto.

10.

O show de tripletas dado pela estrela dos Golden State Warriors Stephen Curry na vitória da equipa de Oakland frente aos Clippers. Curry fez 18 dos 28 pontos no 4º período.

Escolha de José Pita.

11.

LeBron James

Os habituais memes do Eduardo Barroco de Melo. Já que os membros da Liga andam numa de comparação entre LeBron James e Kobe Bryant, parece que os tijolos ao cesto não são só característica do craque dos Heat. Nas últimas partidas dos Lakers, Kobe anda a lançar tijolos de forma constante!

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NBA 2012\2013 #6 – As escolhas do staff

As escolhas da malta da Liga ESPN:

O fantástico nó cego que Joe Johnson (Brooklyn Nets) deu em Paul Pierce (Boston Celtics). Para ver e rever. Escolha de José Pita.

O Eduardo Barroco de Melo dizia no mês passado que o internacional italiano Marco Bellinelli (Chicago Bulls) andava doido. De facto. Belinelli é uma das melhores contratações da Liga. Em New Orleans, o Italiano parecia estar esquecido nos modestos Hornets. Nos Bulls é uma peça importante vinda do banco pelos seus preciosos triplos (40% de eficácia; 36 em 90 nos 31 jogos realizados esta temporada). No 1º período da vitória caseira contra os poderosos Knicks, o italiano fez das suas ao apontar este buzzer-beat pressionado por JR Smith, outro daqueles jogadores que também é capaz de fazer destas.

westbrook

Como a NBA não é só o que se passa dentro do court, fica aqui a imagem enviada pelo Eduardo Barroco de Melo de um novo modelo da Jordan que tem sido usado por Russell Westbrook (Oklahoma City Thunder). Estas sapatilhas geraram alguns comentários no nosso grupo privado sendo que o Hugo Coelho Gomes teve alguma ironia ao afirmar que o pai dele tem umas botas iguais para ir à pesca!

A América tem destas coisas. No pavilhão dos Celtics, um adepto de nome Jeremy Fry decidiu dar um concerto pessoal no intervalo de um jogo da equipa de Boston ao som de “Livin on a Prayer” dos Bon Jovi. Escolha do João Paulo Lacerda.

JaVale McGee (Denver Nuggets) ou CaValo McGee como lhe costumo chamar (confessamos que é um dos jogadores que todo o staff aprecia, goza, ironiza, faz 30 por uma linha, ora pela sua estupidez ora pela sua habilidade em campo) mostra dotes extraordinários mas depois demonstra novamente a sua faceta de trapalhão. Suplente nos Nuggets, McGee ainda não se mostrou à altura das expectativas que sobre si pendiam: substituir Nênê Hilário e constituir-se como um dos melhores postes da Liga. Todavia, também há que realçar que o titular dos Nuggets é um tal de Kenneth Farried, um homem que dá espectáculo. McGee tem uma média pontual actual de 10.6 pontos e 5.1 ressaltos em 19 minutos de utilização em média. Escolha de Roger Forte.

Os fantásticos 41 pontos de Kyrie Irving em Nova Iorque frente aos Knicks. Insuficientes para evitar mais uma derrota dos Cavs. Irving é um fenómeno mas em Cleveland arrisca-se a nunca pisar os playoffs. Contrariamente aquilo que a equipa fez com outro #1 de draft no passado (LeBron James), a direcção da equipa do Ohio não parece estar interessada em construir uma equipa para o seu melhor jogador e arrisca-se que o “Uncle Drew” qualquer dia se canse e rume a outras paragens. Escolha de Hugo Coelho Gomes.

Russell Westbrook

Westbrook é estilo. Jordans fluorescentes para ir à pesca e capas\ensaios fotográficos na GQ. Escolha de Hugo Coelho Gomes.

Kevin Durant no seu melhor. Abafo sensacional em OJ Mayo (Dallas Mavericks), pega na bola e saiam da frente porque o show vai passar. Big Slam do astro dos Thunder. Durant está lá quando a equipa precisa. Em Chicago frente aos Bulls, quando Durant sela a vitória contra a equipa do estado do Illinois há uma imagem em que o SG diz isso ao seu treinador: “estou sempre quando dizes que é preciso não é treinador?”. Escolha de Roger Forte.

Apanhados da NBA TV. Fantásticos apanhados, principalmente o dos Bulls na reposição de bola onde toda a gente queria a bola mas não estava ninguém posicionado para a repor em campo. JaVale McGee mais uma vez apanhado nas hilariantes do ano! Escolha do Luis Fonseca.

Mais uma vez Uncle Drew Kyrie Irving a brincar, desta feita com os manos lá de Atlanta. Incrível! Escolha do Roger Forte.

Kobe, Kobe, Kobe. 38 pontos numa espectacular exibição contra os LA Clippers, exibição que não chegou para evitar mais uma derrota dos Lakers. A equipa orientada por Mike D´Antoni (diz-se na imprensa de LA que poderá estar de saída 2 meses depois de ter substituído Mike Brown para fazer regressar o mítico Phil Jackson) está a jogar mal (mal é favor) e nem mesmo Steve Nash veio alterar o jogo de uma equipa que ainda não conseguiu encaixar o jogo interior de Howard com a distribuição do Canadiano e o tiro exterior de Kobe. Kobe parece o único que quer vencer na equipa. Gasol está uma sombra daquilo que era e mais uma vez se fala de uma troca, desta vez com Boston Celtics (Gasol por Pierce). D´Antoni parece não ter controlo sobre os egos que dispõe no balneário e já teve que castigar Antawn Jamison, deixando-o no banco nos últimos jogos em virtude de mau comportamento do extremo (ao que parece foi apanhado no banco a festejar pontos de uma equipa adversária). A falta de banco em LA também é um dos factores que explica o mau desempenho da equipa na Liga. Os playoffs estão por um fio e os Lakers sabem precisam de ganhar jogos na série difícil que terão esta semana: Spurs, Thunder e Houston.

Phil Jackson

A propósito do eventual regresso de Phil Jackson à casa onde foi por 5 vezes campeão, o Eduardo fez um Meme.

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Eu volto a resgatar um Meme muito conhecido entre dois velhos amigos.

Escolha de Roger Forte

O João Paulo Lacerda mostra-nos as 10 melhores jogadas da noite de 5 de Janeiro, realçando as jogadas escolhidas de André Iguodala (está um monstro em Denver!) e a assistância de Manu Ginobili para o poste brasileiro Tiago Splitter(San António Spurs). Eu acrescento a assistência monstruosa de CP3 para DeAndre Jordan (Los Angeles Clippers) como a jogada da noite.

Insiders. Carmelo Anthony (New York Knicks)

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NBA

Vamos em primeiro lugar aos meus Bulls. 3 jogos muito interessantes (de analisar) antes da visita ao líder da conferência Oeste (Oklahoma City Thunder) que será amanhã pelas 17h (12 horas locais).

Os Bulls são a primeira equipa já apurada para os playoffs.

Derrota caseira frente a Denver na madrugada de quarta-feira. Um jogo péssimo dos Bulls a todos os níveis perante uma equipa (Denver Nuggets) que ainda está na corda bamba pelos playoffs no Oeste. Não consigo perceber como é que este colectivo de Denver (realço a palavra colectivo; tem bons jogadores como Wilson Chandler, Farried, Ty Lawson, Al Harrington, JaVale McGee, Arron Afflalo, Chris “Birdman” Anderson, Danilo Gallinari) chega a esta altura da época em 8º lugar na conferência quando tem potencial para ter uma fase regular muito mais descansada.

Um jogo péssimo por parte dos Bulls. No 7º jogo sem Rose (pergunta-se na América como é que estes Bulls conseguem manter tanta regularidade ao nível de vitórias sem a sua bússula) tudo correu mal aos Bulls. A equipa fez o pior jogo que tenha visto ao nível defensivo e ofensivo. Ao nível defensivo, pouca acutilança na marcação à zona fez com que os atirados de Denver brilhassem: Arron Afflalo (está a acabar a época em grande; é talvez a sua época mais regular na Liga) fez 22 pontos (8 em 12 em lançamentos de campo) e Ty Lawson fez 27 pontos e partiu tudo no United Center. Afflalo esteve a um passo de assinar pelos Bulls como free-agent no início desta temporada. O base de Denver fez 3 triplos muito importantes, acontecendo quase todos em jogadas em que Chicago reduzia a vantagem por intermédio de triplos. Metade da vitória de Denver no United center residiu na excelente participação dos seus bases. Quem também saiu bem do banco (como é seu apanágio) foi Al Harrington: 17 pontos, 3 triplos. Em matéria de triplos, Denver tivemos um jogo de eficácia alta: 8 triplos para Denver em 13 tentativas, incríveis 13 em 20 para os Bulls.

Na equipa de Chicago, se houve jogo em que Rose fez falta foi este contra Denver. A equipa jogou mal. CJ Watson e John Lucas não foram capazes de arranjar boas soluções de lançamento e cometeram imensos turnovers. No total, a equipa de Chicago fez 16 turnovers, pertencendo 9 a Watson e Luol Deng. Um dos turnovers que me saltou à vista durante a partida foi numa reposição de bola. Watson recebendo a bola de Deng deixou-a rolar pelo chão para não queimar tempo (existe uma regra na NBA que numa reposição de bola, enquanto esta não for tocada por um jogador antes do meio-campo faz com que o tempo geral e o tempo de ataque não avance) no fim do 3º período. Qual é o espanto que no momento em que Watson vai receber a bola, escorrega e faz com que a bola saia pela linha lateral.

Ao nível defensivo, os Bulls não conseguiram aplicar a sua lei aos Nuggets. Deixaram toda a gente lançar à vontade e ao nível de ressaltos, Denver conseguiu sacar 31 ofensivos.

Ao nível do ataque, faltou alguém que se destacasse. Faltou Rose. Watson foi o melhor pontuador com 17 pontos. Depois ficaram Boozer, Lucas e o rookie Jimmy Butler com 14 pontos. Butler esteve muito bem nesta partida, arriscando lançamentos difíceis em alturas em que a equipa tentava recuperar desvantagens de 9\10 pontos.

Para finalizar, Denver teve uma pontuação igual ou a cima de 25 pontos em todos os períodos. Não é fácil ganhar em Chicago. Não é fácil ultrapassar a barreira dos 100 pontos em Chicago.

Na madrugada de quinta-feira existiu um domínio total frente a Atlanta. A equipa recusou bem da derrota do dia anterior vencendo a equipa do estado da Geórgia por esclarecedores 98-77.

Depois de um primeiro parcial em que Atlanta levou a melhor por 23-21, os Bulls controlaram o resto do jogo e comodamente foram gerindo a sua vantagem na 2ª parte. Luol Deng voltou a fazer uma exibição à Deng com 22 pontos (5 triplos) Boozer fez 20 pontos e 9 ressaltos, chegando inclusive a dar uma jogada de puro espectáculo à rapaziada das bancadas onde perante a pressão de um jogador de Atlanta a 3 metros do cesto, rodou pela parte de fora e afundou na cara de Joe Johnson. Joe Johnson iria acabar por retribuir a gentileza com uma gravata (acidental é certo) no power-forward de Chicago. Quem também se evidenciou foi Taj Gibson. O power forward suplente de Chicago tem vindo a crescer muito nesta temporada. Já se deixou daqueles lançamentos estranhos a longa distância para os quais não está dotado e prefere atirar à direita a 2 metros onde é muito eficiente. Gibson também tem melhorado muito ao nível técnico e isso tem sido nítido nos últimos jogos dos Bulls.

Perante mais um jogo em que os Bulls fizeram muitos triplos (9) Atlanta fez uma exibição muito off. Apenas Josh Smith (19 pontos) e Jeff Teague (13 pontos e 8 assistências) tentaram lutar contra o domínio dos Bulls.

Frente aois Pistons e como a imagem mostra, Derrick Rose já aqueceu com a equipa assim como Richard Hamilton. No entanto os dois continuam a ser poupados pelo departamento médico da equipa. Será que teremos Rose amanhã contra Oklahoma?

Depois de um primeiro parcial de 28-25 para os da casa e dos Pistons ainda terem ameaçado que vinham a Chicago com vontade de vingar o rótulo de 2ª pior equipa da actualidade da NBA (a 1ª é definitivamente Charlotte) a equipa de Ben Gordon e companhia acabou por sair vergada a uma das piores prestações ofensivas da temporada. Dois períodos (2º e 4º) com apenas 10 pontos revelaram uma eficácia pobrezinha de 36% para a equipa do Michigan.

Os Bulls nem precisaram de puxar pela sua veia triplista (apenas 2 em 12 tentativas) para derrotar os pobres Pistons. Deng (20 pontos) Boozer (13 pontos e 11 ressaltos) e Noah (19\12) foram praticamente suficientes para vencer a partida.

Ainda sobre os Bulls, ocorre ler um bom artigo publicado por John Schumann no blog NBA Hang Time em que este analista realça a enorme resposta que o colectivo comandado por Tom Thibodeau dá na ausência do MVP da época regular 2010\2011. Nota para a percepção que Schumann faz para as combinações Boozer-Noah. É nítido que Boozer depende em muito das prestações de Noah. Se Noah estiver confiante na recepção de bolas dos bases e as encaminhar para o tiro a média distância de Boozer, o power forward faz grandes mas mesmo grandes exibições.

Outros jogos em destaque na Liga desde terça-feira:

Jogão em Milwaukee entre duas equipas que entram na fase final da época lugar com objectivos distintos. Atlanta (31-22) está em 6º na conferência este e já tem praticamente assegurada a sua vaga nos playoffs. No entanto, os Hawks irão querer uma posição mais confortável para evitar Miami, Chicago, Orlando ou até Boston que tem estado em crescendo nas últimas semanas.

Nesta partida em Milwaukee assistiu-se a uma enorme performance colectiva por parte das duas equipas fazendo lembrar um pouco daquilo que vão ser os jogos de playoff.

Em Atlanta, 6 jogadores ultrapassaram os 10 pontos ao nível de pontuação pessoal. Josh Smith teve uma exibição pessoal monstruosa, marcando 30 pontos e conquistando 18 ressaltos. Smith atirou de todo o lado e feitio, fazendo 14 em 26 ao nível de lançamentos de campo. Jeff Teague (15) e Ivan Johnson também estiveram em destaque com 17 e 15 respectivamente. Joe Johnson apenas fez 11 pontos e 8 ressaltos. No dia seguinte em Chicago também teria uma exibição para esquecer.

Em Milwaukee, as sinergias da transferência de Monta Ellis já se fazem sentir mas para já ainda não suficientes para afirmar que a equipa se qualifique para os playoffs. Os Bucks estão a melhor consideravelmente desde a entrada do extremo mas ainda continuam de fora dos lugares de acesso à fase final do campeonato. No entanto, prevê-se uma luta intensa com Nova Iorque se bem que os Nova Iorquinos tem para já 3 jogos de vantagem sobre a equipa de Scott Skiles.

No jogo frente aos Bucks, Monta Ellis superou Josh Smith com 33 pontos e fez ainda 8 assistências. Sem qualquer triplo pelo meio, diga-se. Ellis tem beneficiado do talento de Brandon Jennings. O base nesta partida fez 18\6.

Já no dia 24 em Houston, Dallas tinha vencido por 101-99 num jogo em que a decisão da partida arrastou-se até ao último segundo. Em Dallas a história foi diferente. Dallas começou mal (30-19 para Houston no 1º período) deu a volta no 2º e no 3º período e acabou por gerir a vantagem que tinha no 4º.

Os Rockets estão a aguentar-se dignamente na luta pelos playoffs (são 7ºs na conferência) mas ainda continuam com Kevin Martin ausente. Martin dificilmente voltará a jogar na fase regular. No derby do estado do texas contra Dallas, Luis Scola voltou a comandar as tropas com 22 pontos e 8 ressaltos. Foi extremamente interessante ver Scola a travar uma intensa batalha corpo-a-corpo com Dirk Nowitzky e Lamar Odom. No entanto Scola teve a ajuda de colegas como o extremo Chandler Parsons (15\9) e o base Goran Dragic (17 pontos\9 assistências).

Interessante é ver esta equipa de Houston. Ninguém dava nada por eles. No entanto com a contratação de Kevin Martin tudo se tem vindo a alterar. Luis Scola parece outro. O argentino sempre me causou boa impressão. Numa equipa a sério com objectivos é mais lutador que o habitual. Esta equipa de Houston poderá efectivamente crescer com a evolução dos jovens jogadores que possui: Courtney Lee é também ele um bom base e um bom lançador. Goran Dragic é uma pérola que dará cartas no futuro. Faz o trabalhinho de base como deve ser e é destemido na hora de atacar o cesto ora em incursões ora no tiro de longa distância. Chad Buddinger apesar de ser um jogador alto lento, é um excelente nº6 e é bastante atlético.
Não consigo é compreender como é que uma equipa que contrata um jogador como Marcus Camby continua a apostar em Dalembert para a sua titularidade. Dalembert é um jogador horrível e a cada ano que passa fica ainda mais molengão do que os tempos em que estava em Philadelphia.

No lado de Dallas, nesta partida, Dirk voltou a levar a equipa de Mark Cuban às costas. 21 pontos para o Alemão. Teve a colaboração dos elementos vindos do banco. Beaubois (14 pontos) e Brandon Wright (13) ajudaram Dallas a consolidar mais uma vitória.
Depois de assistir a esta partida dos campeões em título, fiquei mais convencido que Dallas terá capacidades para renovar o seu título. Não se trata apenas de Dirk, de Jason Terry, de Shaun Marion ou Jason Kidd. Trata-se de colocar o melhor plantel ao nível de soluções a mexer. Tirando os 4, há um Vince Carter irregular, um Lamar Odom que teima em aparecer (se bem que já tem feito algumas boas exibições) um Rodrigue Beaubois que tem mais para dar, um Brandon Haywood que tem lugar de caras na equipa titular (no lugar de Mahimni) e um Yi Jianlian cujo treinador continua a teimar em não dar hipóteses e que até poderia ser uma excelente solução para a equipa no jogo exterior.

Tim Duncan (26\11) e Tony Parker (24 pontos) para um lado. Shannon Brown (32 pontos) Marcin Gortat (21 pontos\14 ressaltos) e Steve Nash (16\8 assistências) no outro. Final de campanha feliz para os Spurs. 4 jogos em 5 noites com 4 vitórias.

Cabaz de Nova Iorque frente a Orlando. Será um escândalo se os Knicks não se posicionarem para os playoffs. No entanto, é cada vez mais nítida a possibilidade de termos Chicago a jogar contra Nova Iorque na 1ª ronda dos mesmos.
A vida em Nova Iorque está difícil. Isto porque Jeremy Lin e Amare Stoudamire estão lesionados. Jeremy Lin foi hoje operado ao joelho e arrisca-se a perder o resto da temporada. A pausa nunca será inferior a 6 semanas para Lin. Já Stoudamire está de fora por tempo indeterminado com uma lesão nas costas. Torna a vida mais difícil para Mike Woodson que tem visto o reforço JR Smith casar muito bem com o resto da equipa e que tem visto a dupla Bibby e Davis cada vez mais entrosada no jogo da equipa. O que não muda é a ganância de Carmelo Anthony.

Neste jogo frente a Orlando, a turma da Flórida fez um jogo muito pobrezinho a todos os niveis. Já os Knicks estiveram com muitas ganas na fase de atacar o cesto. Se bem que o fizeram de forma pouco eficaz, principalmente nos triplos com 12 em 34 tentativas. Carmelo fez 25 pontos e 6 assistências, o rookie Iwan Schumpert, a jogar a point-guard, também marcou 25 pontos (com 4 triplos e do banco saiu Steve Novak para ajudar a equipa com 16 pontos. Novak é outro exemplo igual a Lin. O exemplo de alguém que andava perdido no banco dos Knicks e que de um momento para o outro tornou-se pedra fundamental para alguns triunfos da equipa de Nova Iorque. Contra Orlando, Novak foi autor de 4 triplos. Apesar de ser um jogador que anda na Liga desde 2006 e de já ter jogado em Dallas e em San Antonio, só agora é que Novak se está a destacar qualquer coisita. 8.6 é a média pontual deste extremo em Nova Iorque, tomando em conta que nunca passou dos 5 pontos de média e que em Nova Iorque tem uma média de rotação de 17 minutos.

Minnesota viu-se à rasca para bater os Bobcats. No entanto Kevin Love (40 pontos e 19 ressaltos) fez um jogo monstruoso. Os Wolves continuam à rasca com as lesões. Rúbio já não volta mais esta temporada. Beasley tem um dedo do pé fracturado e Barea anda à rasca da bacia. Os Wolves tem alinhado com 8 jogadores.

Deron Williams (30 pontos e 9 assistências) continua a partir a loiça toda. Os Nets tem vindo a melhorar com o decorrer da época e para o ano até prometem qualquer coisinha. Já arrancaram tarde.

14º jogo seguido de Miami a vencer em casa. Desta vez vieram os rivais de Dallas e perderam graças a um show (finalmente!) colectivo de Miami, principalmente no 3º período.
Facto raro em Miami: Nenhum dos elementos do Big Three ultrapassaram os 20 pontos.
Facto raro em Miami parte 2: 6 jogadores ultrapassaram a barreira dos 10 pontos sendo eles o Big Three + Mario Chalmers, Udonis Haslem e Norris Cole.

Do lado de Dallas, pouquíssima defesa e pouquíssimo ataque. Dirk Nowitzky (25 pontos) disfarçou o dia mau da equipa.

Períodos desiquilibrados. 30-18 para os Lakers no 1º período. 34-19 para Oklahoma no 3º. Bynum (25\13) e Bryant algo inspirados num lado mas insuficientes para travar a vontade de vencer a qualquer custo de Rusell Westbrook no outro. Westbrook esteve simplesmente soberbo. Durant também esteve em destaque com 21 pontos e 11 ressaltos.

Cleveland está a dizer adeus aos playoffs. Não basta ter Kyrie Irving para se ter sucesso. Ultimamente tem sido cabaz atrás de cabaz. Irving fez 29 pontos. Do outro lado Irving e seus pares foram sugados por uma máquina devastadora que fez 124 pontos, liderada por Brandon Jennings (28 pontos) e Ilyasova (20 pontos e 10 ressaltos).

A diferença de ter um Dirk e de ter um Jameer Nelson e um Chris Anderson.

Bem disputado. Quando o fim chega e a pressão aperta, uns marcam e outros falham por duas vezes.

Para finalizar alguns memes da NBA:

Marca pontos como um cavalo. Ganha ressaltos como um cavalo. Mete triplos que nem um cavalo. E ainda dá nas fuças do Barea como um cavalo.

Convém também dizer que com tantos touros à volta torna-se difícil

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Bulls vencem Miami Heat

Sem Derrick Rose em campo (novamente lesionado) os Bulls bateram os Heat em casa num excelente ensaio para a previsão de final de conferência na conferência Este.

Um grande teste às capacidades de reacção do colectivo perante a ausência do seu melhor jogador. Um teste que foi superado com distinção.

Os Bulls lideraram praticamente toda a partida. Chegaram inclusive a ter uma vantagem solidificada na casa dos 15 pontos no 2º e 3º período.

Os Heat de Erik Spoelstra voltaram a confirmar que muitas (e boas) individualidades não fazem uma equipa. James continuo a monopolizar o jogo para si e incrivelmente (não é um dos mais brilhantes lançadores de lance livre da liga) apareceu em Chicago a cobrar faltas técnicas. Desta feita, James lançou muito e com relativa eficácia (14 em 25 de campo; 2 triplos em 3 tentativas). Fez 35 pontos. Já Dwayne Wade também foi bastante eficaz. O base, para além de 7 ressaltos conseguiu incríveis 36 pontos (16 em 26 em lançamentos de campo; 1 triplo em 3 tentativas). No entanto, os dois jogadores per se não foram suficientes para derrotar Chicago e foram sinónimo de uma equipa sem colectivo: 71 dos 102 pontos de Miami. Chris Bosh teve um jogo para esquecer. Foi bem tapado pelos postes de Chicago (fizeram um melhor jogo ofensivo do que defensivo). Bosh lançou muito mas com pouca eficácia (apenas 3 em 15) conseguindo 12 pontos. Juntos, James, Wade e Bosh fizeram 83 dos 102 pontos da equipa orientada por Erik Spoelstra.

Do lado de Chicago, o colectivo voltou a assumir preponderância perante a ausência de D-Rose e perante o alheamento ao jogo que teve por exemplo Luol Deng. O Sudanês com passaporte Britânico fez apenas 11 pontos, 9 dos quais resultantes de lançamentos de triplo. Na questão dos triplos, a equipa de Tom Thibodeau esteve extraordinariamente eficaz: 10 triplos em 19 tentativas. 3 de Deng, 3 de John Lucas (mais uma grande exibição deste jogador que usualmente só entra em campo quando um dos bases de Chicago não alinha; 24 pontos; 9 em 12 em lançamentos de campo) e 2 de Kyle Korver.

Carlos Boozer esteve bem defensivamente mas ofensivamente foi uma nulidade. Apenas 2 pontos para o power forward num jogo em que só lançou por 4 ocasiões. Joakim Noah com 14 pontos e 6 ressaltos esteve ao seu nível. Fez 6 incríveis abafos durante a partida, 4 dos quais a Bosh. Ronnie Brewer continuou a consolidar a sua posição no 5 inicial perante a ausência de Ric Hamilton: 12 pontos para o base num jogo em que mais uma vez não teve medo de assumir lançamentos difíceis em tempos de ataque difíceis.

Do banco de Chicago é de salutar a participação activa dos seus elementos. Ao contrário do banco de Miami (19 pontos para 6 atletas utilizados) os toiros que saltaram do banco (Asik, Butler, Lucas, Korver e Gibson) conseguiram obter um total de 56 pontos (quase metade do total da equipa) 19 ressaltos e 8 assistências.

A conclusão que se deve tomar é que Chicago deu uma lição de colectivo a Miami. Se com Rose ausente Chicago venceu Miami, é de esperar que nos playoffs (com a maior maturidade que a estrela está a ter esta época) com o factor casa no início da ronda resultante do 1º lugar na conferência este e com a consequente abertura de série em casa, Chicago possa ter todas as condições para dar o tão esperado payback da eliminação da época passada.

Vamos para outros assuntos:

Trocas, entradas e saídas.

Até há poucas horas atrás, existiu uma onda de trocas feitas em virtude de hoje às 3 da manhã ser o deadline final para trocas na Liga.

Antes das trocas. Em virtude de muitas lesões e da troca que foi feita entre Spurs e Golden State, o base T.J Ford (San Antonio Spurs) decidiu anunciar a sua retirada da Liga. O experiente base de 29 anos cansou-se das lesões que o tem afectado desde os tempos em que alinhava por Indiana. É uma pena. O base deixa para trás 8 épocas na Liga e um passado bastante interessante. Ford foi escolhido no draft de 2003 por Milwaukee e desde então representou os Bucks, Toronto, Indiana e agora San Antonio. Ford fez a sua melhor época em 2006\2007 onde atingiu 14.0 pontos de média e 7.3 assistências ao serviço de Indiana.

Quem não resistiu aos maus resultados foi Mike D´Antoni em Nova Iorque. Os Knicks estão com um loosing streak de 6 derrotas seguidas e voltaram a sair fora dos lugares de playoffs. D´Antoni já tinha o lugar tremido desde Janeiro. A direcção dos Knicks optou por despedir o treinador e nomear como treinador interino até ao final da temporada o adjunto principal Mike Woodson.

Ainda entre jogadores, Greg Oden (#1 do draft de 2008) foi despedido pelos Portland Trail Blazers. Oden foi o nº1 mais azarado da história da Liga. Em 2008 lesionou-se gravemente quando fazia a pré-época com a equipa de Portland. A lesão acabou por impedir o poste de competir no seu ano de estreia. Oden nunca mais recuperou.

Um dos primeiros a sambar neste último dia de trocas foi o poste brasileiro Nênê Hilário. Motivos económicos levaram Denver a trocá-lo para Washington inserido numa troca entre três equipas: Nenê e Brian Cook saltaram para Washington, os LA Clippers receberam Nick Young e os Wizards receberam o espantoso JaVale McGee e o francês Ronny Turiaf. Os Wizards ainda recebem nos próximos anos uma 2ª escolha de draft dos LA Clippers.

Nênê tinha assinado em Outubro durante o lock-out um vantajoso contrato com os Denver Nuggets. O Brasileiro passava a auferir um contrato de 67,5 milhões de dólares por 5 anos e havia a esperança que o novo contrato ajudasse às pretensões dos Denver Nuggets em chegar aos playoffs. Com o desenrolar da época Nênê não contribuiu para a obtenção de ditas esperanças por parte da equipa do Nevada. O poste não aumentou os seus números pessoais e derivado ao contrato que recebia e à sua idade (30 anos) os representantes de Denver reconheceram que estava na altura de despachar o brasileiro. Até porque na sua sombra, Denver conseguiu gerar um novo ícone: nada mais nada menos que Kenneth Faried. Agora terá a companhia de Javale McGee, poderoso defensor dos Wizards de 24 anos que está a fazer uma excelente época (4ª na Liga) com 11.8 pontos e 8.8 ressaltos e que ainda tem muita margem para evoluir em Denver. O 2º jogador é um conhecido da Liga: Ronny Turiaf, francês que já alinhou pelos Lakers. Em Washington, Turiaf não era muito utilizado.

Os Clippers recebem o base Nick Young, útil para colmatar a ausência de Chauncey Billups. Young era um dos jogadores em destaque na capital com 16.6 pontos de média. É um bom shooter de média e longa distância.

Esta transferência pode-se entender tomando em conta uma única observação: Denver assumiu o erro de renovar com Nênê. Contrato gigantesco para um jogador que nunca se assumiu definitivamente com uma grande estrela da actualidade da Liga. Necessidade de renovação do plantel. McGee é um jogador parecido com Nênê – não tão bom do ponto de vista ofensivo mas melhor defensivamente. A juntar a isso, Kenneth Farried será aposta de futuro e ganhará mais minutos. Denver também teve a necessidade de poupar na sua folha salarial, quem sabe para atacar um free-agent de topo no Verão.

Já Washington também continua na ideia de estabelecer uma equipa forte para o ano. Nênê junta-se a John Wall e Jordan Crawford. Com a vinda do brasileiro para a equipa da capital, os Wizards esperam também que os melhores free-agents do campeonato olhem para Washington com um olhar apelativo. Os Wizards aumentam ligeiramente a sua folha salarial com a entrada de Nênê mas no entanto continuam com espaço para a junção de dois bons extremos.

Os Clippers anexaram Nick Young pensando a curto prazo.

O adeus de Derek Fischer aos Lakers.

Derek Fischer diz adeus a uma equipa que o escolheu como 2ª pick de draft em 1996 (a primeira foi precisamente Kobe Bryant) e que o acolheu durante 14 temporadas (Fischer teve 2 anos em Golden State). O representante dos jogadores no sindicato de jogadores (ganhou notoriedade recentemente por ter sido o jogador presente nas negociações entre jogadores, patrões e equipas no lockout de 2011) já era, desde há alguns anos atrás, um jogador para empacotar numa possível troca. Tanto que Fischer aparecia na linha da frente para a equipa de LA despachar caso a liga tivesse aceite em primeiro lugar a troca de Chris Paul ou caso Orlando tivesse aceite a proposta por Dwight Howard.

No último dia de mercado, o veterano foi trocado para Houston em troca pelo poste Jordan Hill, jogador que cumpre a sua 3ª época na liga, no entanto, sem números brilhantes esta temporada (5 pontos de média; 4,8 ressaltos por jogo) + uma troca que os Lakers tem direito de Dallas pela saída de Lamar Odom para a equipa do Texas no início da temporada.

A troca de Fischer, dada a contratação de Ramon Sessions por parte dos Lakers (falarei mais à frente) acabou por ser um dado claro que os Lakers pretenderam poupar ao máximo no seu tecto salarial, de modo a atacar Dwight Howard no verão.

Para a história, Fischer leva os 5 títulos que conquistou em LA juntamente com Kobe.

Jordan Hill vai para os Lakers mas não será jogador para se aguentar por lá muito tempo. Hill será, assim como me palpita Sessions por um base melhorzito. Gasol ou Bynum também poderão ser outros nomes envolvidos na contratação de um bom jogador. Abrem-se portas para a entrada de Dwight Howard creio.

Quem também está de saída de Portland é o poste Marcus Camby.

Em Portland, Camby sempre mostrou estar muito longe do grande defensor que era nos anos de Knicks e nos anos de Denver. Este veterano poste de 38 anos (16ª temporada na Liga) ainda mostrou que é um exímio ressaltador, fazendo jogos por Portland onde conseguia as duas dezenas de ressaltos. Aliás, a sua média era de 8.8 por jogo. No entanto, Camby é um jogador tecnicamente limitado e nulo do ponto de vista ofensivo.

Apesar de estar na luta pelos playoffs, Portland decidiu despachar o poste por razões económicas. Quem sabe se a equipa do Óregon também não estará interessada em atacar Dwight Howard? Camby foi trocado para Houston por dois jogadores fraquíssimos (Hakeem Thabeet e Johnny Flynn) e pela 2ª escolha de Houston no draft deste ano.

Troca por troca entre Cleveland e Lakers.

Os Cavs enviam para Los Angeles Ramon Sessions (finalmente um base regular em LA; 10, 5 média de pontos e 5,5 assistências por jogo) e o extremo Christian Eyenga (para fazer número) e recebem dois jogadores interessantes que estavam muito parados em LA (Luke Walton e Jason Kapono) – pelo meio, LA recebe os direitos à primeira pick de draft de 2013 de Miami e os Cavaliers recebem o acesso à 1ª escolha de draft dos Lakers em 2012, protegida no entanto pelo efeito de lotaria. Nos drafts, a ordem das equipas é escolhida por lotaria ou seja, as 7 piores de cada conferência escolhem primeiro que as 8 melhores de cada conferência pelo sistema em que as primeiras podem ficar com as escolhas de 1 a 14 do draft enquanto as segundas só podem escolher da escolha 15 à escolha 30. Acontece que as equipas que ficaram de fora de playoff, para determinar a sua posição no draft são convidadas para a lotaria: são postas milhares de bolas num pote, de cor branca e vermelha. A cada equipa, segundo classificação na fase regular, são dadas tentativas de retirada das bolas vermelhas (em muito menor número que as brancas) até que quem retirar duas bolas vermelhas primeiro, assume a primeira posição de escolha no draft. Vou exemplificar: Charlotte é a pior equipa da Liga. Existem 2000 bolas brancas e 28 bolas vermelhas no pote, ou seja 2028 no total. Charlotte como a pior equipa do campeonato é convidada a tirar 228 bolas. Pode acertar nas duas vermelhas ou não. Toronto foi a equipa que ficou em 9º lugar da conferência este. Como é a melhor equipa entre as excluídas do playoff poderá acertar nas 2 bolas vermelhas em 35 tentativas e assim ganhar a primeira do draft.

Saliento novamente: neste processo as equipas que vão aos playoffs não poderão, por norma, ter as primeiras 14 escolhas do draft. No entanto, poderão ter caso tenham efectuado uma troca no passado onde outra equipa (no ano em questão até ficou nas 14 excluídas de playoff) se tenha comprometido a dar uma escolha entre a 1ª e a 14ª pick.

Marcus Camby não foi o único a dar à sola de Portland.

A política de redução de cursos e desmantelamento da actual equipa de Portland levou a direcção da equipa a enviar Gerald Wallace para os Nets a custo reduzido. Wallace chegou a Portland a meio da época passada vindo de Charlotte onde era a principal vedeta da equipa. Em Portland, Wallace manteve os mesmos números que tinha em Charlotte assim como os níveis exibicionais que apresentava o franchising da Carolina do Sul. É agora trocado por Mehmet Okur, Shawne Williams e a 1ª pick dos Nets no draft de 2012.

Do lado dos Trail Blazers penso que está explicada a troca.

Do lado dos Nets, esta troca deveu-se a dois motivos:

1º um fracasso numa nova investida sobre Dwight Howard

2º o facto de embora os Nets, pela sua classificação actual, poderem disputar as primeiras 10 escolhas no draft, preferiram apostar num veterano com qualidade do que jogar num rookie que iria demorar muitos anos para evoluir a um nível que permita uma equipa capaz de regressar aos píncaros da Liga.

Segundo uma análise da ESPN: “

The Nets, sources told ESPN.com’s Marc Stein, had been engaged in blockbuster trade talks with the Orlando Magic late Wednesday night in an effort to acquire center Dwight Howard. But they were dealt a devastating blow on Thursday morning when Howard changed his mind again and elected to waive his early termination option and stay in Orlando through 2012-13.

New Jersey’s strategy, sources told Stein, is to stockpile as many players and draft picks as possible — as well as maintaining salary-cap space — to make another trade run at Howard or another star to be determined in conjunction with the June draft — before star guard Deron Williams can become a free agent July 1.

The Nets had hoped to acquire Howard, who had demanded a trade to New Jersey back in December and wanted to partner with Williams when the team moves to Brooklyn next season, either via trade or as a free agent in the offseason, but it didn’t work out.

So they quickly moved on to their contingency plan to add Wallace.

“I’ll pass,” King replied when asked when he knew the Nets were out of the Howard sweepstakes.

Players and executives are not allowed to talk about players under contract with other teams, per NBA rules.

“I’m not gonna get into it. We were involved in a lot of things. Some things didn’t work out, but one thing we did do did work out,” King said. “I’m always one to look at the glass half full. We’re moving on. We got a starting small forward. I think he’s a good fit for us and that’s all I can focus on.”

Given that Howard is off the market, it’s up to the Nets to convince Williams not to leave. The Nets are confident they can re-sign the 27-year-old, who has said he intends to opt out of the final year of his contract and become a free agent at season’s end.

King said he spoke with Williams earlier Thursday and there was no discussions about him possibly opting out for 2012-13.

Williams has spoken highly of his relationship with Nets’ upper management and the bevy of marketing opportunities he’s had since he was traded to New Jersey. But he hates losing, and the move could be seen as the Nets trying to appease him and win now.”

Boca para o barulho.

Por vezes, nestes últimos dias destinados a trocas, o que custa é dar o primeiro passo. Stephen Jackson, os Milwaukee Bucks e os Golden State Warriors deram o primeiro passo. Incrível é que esse primeiro passo não só despoleta gaps nas equipas que tem que ser colmatados com trocas como ainda gera trocas dentro das próprias trocas.

Passo a explicar: a troca entre Milwaukee e Golden State é ridícula.

Milwaukee enviou para Golden State Stephen Jackson, veteraníssimo base de 34 anos e o poste australiano Andrew Bogut para Golden State. Do outro lado vieram Monta Ellis, Ekpe Udoh e Kwame Brown.

Vamos a factos: Jackson é a sombra daquilo que foi em Indiana e posteriormente em Golden State. Em Indiana, Jackson chegou a atingir a média de 18.1 pontos por jogo e 5 assistências. Em Golden State na época 2008\2009 levou os Warriors aos playoffs juntamente com Ellis, Baron Davis e Jason Richardson, tendo à altura um média de 20.7 pontos por jogo e 6,5 assistências. No ano seguinte transferiu-se para Charlotte, onde juntamente com Gerald Wallace fez 21.1 pontos de média. Em Milwaukee, nos 26 jogos realizados esta época estava com 10.5 pontos de média e nem sequer era titular.

Andrew Bogut é o prémio azar da NBA. O Australiano tem talento e esse talento é inegável. No entanto passa mais tempo na enfermaria do que em campo. Novamente operado ao joelho, Bogut só voltará a jogar no próximo ano.

Do outro lado vvem Monta Ellis, shooting guard de 27 anos que cumpre a sua 7ª época na Liga. Espectácular, versátil, atlético. Tem 21.1 pontos e 6.0 assistências de média numa equipa onde exceptuando Stephen Curry “joga para os pardais”. Vem também Kwame Brown e Udoh, dois suplentes pouco utilizados pela equipa. Brown só actuou 9 jogos esta época.

Ellis é uma excelente aquisição para o forcing final que os Bucks irão incutir para conseguirem uma vaga nos playoffs. E com Ellis até podem surpreender nos playoffs. Como em Golden State não valia a pena, Ellis mudou de ares para uma equipa mais competitiva onde poderá ter a vantagem de jogar com Brandon Jennings, um jogador muito parecido com Stephen Curry.

Já Golden State ficou a perder.

Isto porque Bogut não jogará esta época e até pode nunca mais jogar. E Stephen Jackson, apesar de ser amado em Oakland, não quis assinar pela equipa e entrou noutra troca, desta feita com San Antonio em que Jackson ruma ao Texas e do Texas vem Richard Jefferson (nulo em San Antonio) TJ Ford (para aumentar a confusão decidiu chegar a Oakland e anunciar a sua retirada de cena) e uma escolha no ano 2012 de San Antonio direitinha para Oakland.

Do ponto de vista de San Antonio, a troca é vantajosa. Chuta Jefferson que estava claramente a mais na equipa e ganha uma solução de banco melhor que o extremo. Poupa nos salários e isso é um facto bastante importante a ter em conta visto que como o big-three de San Antonio já está a entrar na “3ª idade do basket” quando mais se poupar em salários agora melhor se poderá proceder a uma renovação de plantel no futuro. Golden State fica a perder em todas as trocas. Perde a sua maior estrela. Ganha jogadores horríveis, não reconstrói a equipa e duvido que tenha poupado na folha salarial com as entradas e saídas.

Outras trocas menores:

Indiana Pacers: troca com Toronto. Os Pacers reforçam o banco com a entrada do Brasileiro Leandrinho Barbosa e Toronto recebe a 2ª escolha do draft de Indiana. Toronto poupa 8 milhões de dólares com a saída do brasileiro e continua a amealhar para voltar em grande lá para 2013.

Memphis Grizzlies: Manda o base Sam Young para Philadelphia (3,5 pontos de média) e adquire a 2ª escolha de draft dos 76ers assim como direitos a um jogador porto-riquenho chamado Ricky Sanchez que está a jogar em Porto Rico sob contrato dos Sixers e que é uma grande vedeta segundo o que pude ler.

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