Tag Archives: InTocha

dos comentários neste blog

Hoje um tal de João Santos (utilizador que ironicamente só comenta quando existem assuntos que tocam na esfera da empresa InTocha) largou esta bela pérola:

joaosantos22diz:

Caro João Branco,

Já se fala que um dos bloggers mais isentos de Coimbra, você, foi comprado pelo NB.

20 notícias a citar o sexo e a cidade a falar mal do intocha, mas quando a verdadeira bomba estala nem um ai nem um ui?

Se está preocupado com a saúde financeira da AAC, isto sim é grave. Sem contrato…

http://denunciacoimbra2.wordpress.com/2012/09/17/os-tiros-cirugicos-da-paradise-house/

 

Ainda me dou ao trabalho de ver de onde são desenterrados estes cromos.

(ampliar para ver)

Gato escondido com rabo de fora. Peguei no email fornecido por este indivíduo e fui ver se o desencantava pelo facebook.

ainda bem que o facebook existe!

Existe sim senhor!

Afinal de contas quem é este João Santos que estuda na Universidade de Aveiro e interessa-se imenso pelas actividades coimbrãs da empresa InTocha?

Parece-me que para bom entendedor meia palavra basta.

Ironia das ironias dá-se quando estou a tentar cruzar o mesmo indíviduo com outros comentários publicados no passado. Até que vou dar com este “João Santos” (obviamente que é um perfil falso e comandado de dentro da AAC) com este belíssimo comentário num outro post onde é mencionada a empresa InTocha:

Faz-me lembrar o modus operandi de quem já quis dizer a verdade sobre a relação da referida empresa com a Associação Académica de Coimbra mas que por medo ou represálias decidiu passar para o outro lado.

Palavras pra quê?

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ninguém se entende quanto a despejos na Padre António Vieira

O Sexo e a Cidade desvenda mais um bocado do véu.

É a única coisa que fazes na vida que realmente me surpreende e me agrada Samuel Vilela. Estás de parabéns.

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Entre o Medo e a Mentira

Li hoje no Diário As Beiras uma peça sobre o que pode ser lido aqui.

A jornalista encarregue da notícia foi mais longe e tentou saber o que pensava o presidente da Direcção-Geral sobre o sucedido assim como os responsáveis da empresa InTocha, empresa essa que tem a exploração dos bares da Associação Académica.

Um responsável da empresa InTocha afirmou não ter recebido qualquer notificação das autoridades. Já o presidente da Direcção-Geral foi pragmatico na sua resposta, pedindo que os estudantes lesados viessem à Direcção-Geral apresentar queixa para que esta possa tomar medidas de investigação.

A imprensa regional também está preocupada com a violência na AAC.

Perante tal curiosidade e perante as declarações do presidente da Direcção-Geral tenho forçosamente que questionar a autoridade deste quando este pede que sejam os estudantes lesados a dirigirem-se à Direcção-Geral. Não deveria ser o contrário? Não deveria ser Ricardo Morgado, enquanto presidente da DG\AAC, a abrir uma investigação acerca de um acto que lesou fisicamente 1 dos seus representados? Não deveria ser o Presidente da Direcção-Geral a ter a coragem de ousar (Morgado gosta muito de um poema que fala sobre a ousadia) querer saber a verdade? Ou já a sabe? Costuma-se dizer que contra factos não há argumentos… No entanto, no Entre o Nada e o Infinito quando escrevo algumas coisas não as escrevo à toa. Usamos letras. Já agora, o Presidente da Direcção-Geral deveria perder algum tempo para explicar aos seus representados outras letras que ficaram por escrever… (para não utilizar outro verbo).

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Um negócio das Arábias

Conta-nos o nosso atento mordomo do Sexo e a Cidade.

Os Serviços de Acção Social da Universidade de Coimbra tem dinheiro para fazer investimentos na área da restauração. Pizzas e Massas como diz o mordomo e bem, para retirar os estudantes dos “vizinhos capitalistas” e colocá-los saudáveis ($) nos cofres dos SASUC, do Estado, perdão, a comer pizzas e massas nos antigos snacks.

O mordomo também faz constar o interesse do administrador dos SASUC em adquirir a exploração dos bares da Académica quando terminar o contrato com a empresa InTocha.

Não me espanta nada o avante desta política. Investe-se à grande e à francesa. O serviço social já era. A qualidade das cantinas sociais passou a ser racionamento. O preço aumenta. As bolsas diminuem e na maior parte dos casos não são pagas a horas. Nem a horas, nem em meses. A fome já anda encapotada entre os estudantes. No final do ano lectivo transacto, os SASUC executaram uma limpeza sem dó nem piedade nas residências universitárias entre aqueles que acumulavam dívidas no pagamento das mensalidades, porque os alunos em causa não tinham mesmo condições financeiras para executarem os pagamentos, barrando por um lado o direito a uma vida condigna a certos estudantes, e por outro, negando possibilidades destes permanecerem no ensino superior. Coisa bonita para uma instituição que se intitula de Serviços Sociais e para uma instituição que teve durante longos anos um autêntico senhor no sentido literal da palavra, o Dr. António Luzio Vaz, administrador que sempre privilegiou o conforto e bem-estar da comunidade estudantil em deterimento dos interesses do ministério. 

E com estas negociatas, o estado vai colocar mais algum para ajudar a custear a gula dos meninos quando o deveria estar a fazer na modernização das instalações e dos equipamentos das faculdades, em obras nas residências universitárias, na compra de equipamentos básicos para as mesmas como fogões, micro-ondas, mesas, cadeiras e no pagamento de bolsas de forma atempada a quem precisa…

E os meus caros colegas da Direcção-Geral? O que tem a dizer sobre tudo isto para além de encher a boca para falar mal do que eu escrevo nas vossas reuniões? Que posição tem o órgão que é legitimado para defender os interesses de todos os estudantes e não apenas do estudantes que dão votos ou dos estudantes que tem mais $?

São negócios das arábias. Enquanto uns passam fome e contam os trocos para fazerem fila nas Amarelas, fiquem lá com pizzas, massas e cerveja. Afinal de contas, sardinhas e couves não puxam carroça.

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