Tag Archives: Inter

1000

gigs

Impressionante. Ontem, a meio do jogo entre o Manchester e o Real dei por mim a pensar quantos jogadores existiriam na história como semelhante registo de jogos. Equacionei Maldini, Baresi, Zanetti, Bergomi, Costacurta, Rush, Damas, Eusébio, Simões, Pelé, Zoff, Charlton. Fui ver um a um. Apenas o astro Brasileiro ultrapassou a marca dos mil jogos. Fez precisamente 1114 jogos pelos Santos entre 1956 e 1974 e mais 106 no New York Cosmos entre 1974 e 1976 Maldini é de facto o que está mais próximo destes dois. Tem mais de 100o jogos, somando os que fez no Milan (902) nas 26 épocas ininterruptas que realizou pela equipa rossoneri mais os 138 que somou ao serviço da selecção A de Itália mais os sub-21. O histórico capitão do Inter Javier Zanetti também ultrapassa a fasquia, mas com jogos internacionais (924 ao serviço de Talleres, Banfield e Inter de Milão em 21 épocas enquanto profissional) mais os 157 jogos que soma entre os sub-20 argentinos e a selecção A. Todos os outros oscilam entre os 500 e os 800 jogos ao serviço de clubes.

O registo do Galês ao serviço do United (Reforço: sempre ao serviço do United) são absolutamente inacreditáveis e duvido que hajam muitos jogadores, que, nos dias que correm e no futuro do futebol, com a exigência e rigor que concerne à alta competição, consigam atingir esta marca. Podem-me dizer que o uso da ciência e da tecnologia em prol do desporto poderá trazer uma maior longevidade às carreiras. Existem o exemplo do Milanello e do Milan LAB. É o maior centro de medicina desportiva do mundo. O Milan LAB é o verdadeiro responsável por uma das características que identificam o Milan das últimas épocas: como obter um rendimento desportivo de topo, coroado inclusive com vitórias na Liga dos Campeões com planteis de idade muito avançada. O Milan LAB dá a resposta: a fisiologia dos jogadores estudada ao milimetro, a própria vida dos jogadores estudada ao milimetro, o rendimento do atleta (dentro e fora de campo) é colocado em sucessivos relatórios, estatísticas e gráficos, a personalização do treino é feita à medida de cada jogador tendo em conta as suas capacidades físicas no momento com os objectivos centrados naquilo que se espera que o jogador faça em cada momento da temporada, excelentes programas e parcerias ao nível da nutrição desportiva e os avanços científicos feitos na descoberta de novas ferramentas que permitam melhorar a qualidade de vida do jogador, o rendimento do atleta e a própria longevidade do atleta num cenário de alta competição desgantante. Contudo, penso que nem só dos aspectos físicos se pode dizer que x jogador vai ter uma longevidade como as que tiveram Maldini, Zanetti ou Ryan Giggs.

O plano mental começa a contar mais nos dias que correm do que o próprio físico. Ter uma carreira profissional de mais de 20 anos não depende apenas do ponto de vista físico. A profissão futebolista sofre imensos desgastes mentais. É certo que a remuneração no futebol vale a pena. 20 anos num clube de topo europeu faz do jogador um milionário. No entanto, aguentar 20 anos ao mais alto nível inclui obrigatoriamente uma renúncia por parte do jogador à sua vida pessoal: são filhos que não se vêem crescer, são casamentos que não perduram por muitos anos, são juventudes que passam ao lado da vida do jogador e uma 3ª idade cheia de mazelas e tormentos vindos do relvado. A exigência vinda da vitória, do querer ganhar e do ganhar de facto, também leva à desmotivação. Um jogador que ganhe títulos por todos os clubes onde passe, chega a uma altura em que começa a sentir utilidade marginal mínima ao nível de prazer no que faz e tenderá a retirar-se. Quantos jogadores estão no presente e no futuro disponíveis a tamanhos sacríficios em prol de uma carreira?

Anúncios
Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

e eu concordo

Final do Campeonato do Mundo de Clubes.

Corinthians vs Chelsea

Oscar é para mim o médio do futuro. Desde o mundial de sub-20 que já tinha esse estatuto. Ainda espreitei alguns jogos do Internacional de Porto Alegre para confirmar as dúvidas que me restavam. É, desde que sigo a Premier, o 2º brasileiro a assentar que nem uma luva no futebol de terras de Sua Majestade. O primeiro, pelas características óbvias e tão diferentes do Brasileiro comum foi Gilberto Silva. De características diferentes da do antigo internacional brasileiro que teve a sorte de um dia ser chamado por Scolari para um Campeonato do Mundo devido à lesão de Emerson (designado em Itália como O Velho), Óscar também ele tem características que não são comuns no típico médio canarinho: é simples e não opta pelo típico futebol rendilhado, tem uma técnica acima da média, é talentoso e eficaz no passe curto e no passe longo e remata com alguma eficácia de meia distância. Para o meio campo dos relvados ingleses, onde o futebol rápido e nem sempre bem jogado obriga a que os médios sejam soltos, rápidos e eficazes na distribuição de jogo, Oscar é peixe dentro de água.

Sabendo que não ia ser titular contra o Timão (deve-lhe ter saltado a tampa obviamente; apesar de ter vindo para o Chelsea do Inter, Óscar foi formado no São Paulo e só um São Paulino sabe o ódio que essa estirpe tem aos galinácios, vulgo, Corinthians) o médio brasileiro deverá ter dito acerca do seu treinador Rafa Benitez algo como “ele é louco” – e é de facto.

Há uns anos atrás, fruto das vitórias com o Valência na Liga Espanhola e Taça Uefa em 2004 (com muito mérito diga-se) e do Liverpool na Champions em 2005, Benitez era posto no pedestral de José Mourinho. O tempo veio a confirmar que o espanhol não faz sombra ao Português. Em nada. Há que relembrar os exitos de Benitez na premissa dos planteis do Valência de 2003\2004 e do Liverpool da época seguinte: autênticas máquinas de futebol. Com recursos, o futebol prova que tudo é possível.

Depois do sonho veio a desilusão. Benitez teve quase a fazer do Liverpool campeão (já não acontece desde 1991). Quase, não fosse o fantástico futebol do Manchester de Ronaldo. O modelo Benitez (muito parecido com o modelo Wenger só que executado apenas o recrutamento de jovens espanhóis esgotou-se) e com ele também se esgotou a paciência de um clube atolado em dívidas. Veio a era Gilette e Benitez, como qualquer treinador sem resultados, foi posto no olho da rua. Passados alguns anos, apanhou o restolho da era Mourinho no Inter. Como qualquer restolho deixado por Mourinho, Benitez não teve no Inter aquilo que nunca teve (Segundo os especialistas da bola) em qualquer clube por onde passou: mão-de-ferro. Ainda os jogadores campeões europeus do Inter de Mourinho choravam a saída do Português para Madrid e já Benitez era posto no olho da rua.

Veio o Chelsea. Campeão europeu em título. É certo que Di Matteo foi, até hoje, o mais improvável campeão europeu. Apanhou um Chelsea em ruínas depois da passagem do furacão Villas-Boas. Apanhou um Chelsea a meio de uma eliminatória europeu com um 1-3 servido no San Paolo em Napoli, onde, diga-se de passagem, o Chelsea levou um cheiro de bola tão grande que merecia ter saído da Bella Napoli não com 3 mas com 6. E na 2ª mão, com um Super Napoli (recordo-me do golaço apontado pelo Gokhan Inler) Di Matteo e os jogadores viraram uma eliminatória que 15 dias antes parecia perdida. Isto sem falar que depois do Benfica (onde o emblema da Luz fez tudo para merecer o apuramento), o Chelsea vai dar aquele recital táctico a Nou Camp para depois vencer o tão desejado sonho de Abrahamovic na final contra o Bayern.

Ainda no êxtase da vitória europeia, Abrahamovic deu condições ao técnico italiano e reforçou a sua confiança e plantel. O Chelsea tem de longe o melhor trio de médios do futebol britânico: Hazard, Oscar e Mata. E por detrás deste trio ainda existe um Lampard, que apesar da idade, ainda aparece de vez em quando para mostrar o velho Lampard do passado. Di Matteo, como se esperava, confirmou o lucky shot obtido pela champions e não teve unhas para tocar a guitarra que Abrahamovic lhe tinha dado. A paciência do Russo esgotou-se quando não devia e para o seu lugar contratou Benitez que em tantos jogos ainda não acertou uma. Moral da história: por mais mal que um campeão europeu se esteja a portar, é quase regra de ouro (ainda mais no futebol britânico) que o treinador campeão merece mais oportunidades daquelas que mereceu Di Matteo. Ainda mais, quando é substituído por um louco.

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

perder assim é um orgulho

Está a ser um ano em cheio para a malta de Firenze. A equipa mudou de treinador, saiu do ciclo vicioso das anteriores temporadas, reforçou-se com 17 jogadores (grande parte deles com provas dadas; já chegavam as compras de jogadores de índole duvidosa) e a estratégia da própria direcção do clube (presidida por Andrea Della Valle) mudou, de forma agressiva, para que a Fiorentina possa voltar aos lugares que lhe pertencem por estatuto: os lugares europeus.

A Vincenzo Montella foi pedido no seu dia de apresentação que pudesse construir um plantel que fosse capaz de responder aos desafios gerados pelos novos objectivos, não apontando baterias à conquista de um lugar europeu já esta época. Montella respondeu mais rápido do que aquilo que Della Valle e seus pares estariam à espera e 16 jornadas depois, a Fiorentina está em 5º a 9 pontos da líder Juventus sendo que já esteve a 4. Para além dos resultados desportivos, é nítido que a Fiorentina joga um futebol muito agradável. Montella está portanto de parabéns.

Depois de dois empates sensaborões contra a Samp em casa e contra o Torino fora, cabia à Fiorentina mostrar todo o seu potencial no quente Derby Del Sole contra a Roma no Olímpico. Na memória colectiva estava ainda a excitante vitória obtida em San Siro perante um impotente Milan. Urgia portanto fazer semelhante resultado contra uma Roma, que de certo modo ainda se está a redescobrir, fortuito de também ter mudado de treinador e de também ter mudado de estratégia para o futuro, depois de uma época onde contratou muito e os resultados voltaram a não ser famosos. Zdenek Zeman, o checo que subiu o Pescara à Série A, o homem que criou lançou Marco Verrati (PSG) está a ter o mérito de devolver a Roma ao top-5 da liga e de, com o pouco que tem (este plantel da Roma é muito escasso para ombrear com Inter, Juventus e Napoli) fazer a equipa praticar um futebol esteticamente bonito e eficaz. No entanto, também foi corajosa a abordagem do treinador Checo a este jogo, deixando Daniele De Rossi no banco contra uma equipa como a Fiorentina em prol do americano Michael Bradley. De Rossi apenas iria entrar na 2ª parte, quando o jogo estava completamente partido e o americano já não dava conta das investidas de Borja Valero.

Foi um jogo incrível de parada e resposta, praticado do princípio ao fim a uma velocidade. A Roma marcou cedo por intermédio Panagiotis Tachtsidis, jogador contratado ao Genoa (não efectuou qualquer jogo pela equipa Genovesa visto que foi emprestado a Cesena, Grosseto e Hellas Verona; todas estas da 2ª divisão) num lance em que me pareceu que o Grego (formado no AEK de Atenas) estava em claro fora-de-jogo. Não demorou muito até que a Fiorentina empatasse por intermédio do central Facundo Roncaglia (4º golo do ex-Boca Juniors na Liga) num lance em claro fora-de-jogo. Enquanto a Roma procurava desiquilibrar por intermédio de contra-ataques muito venenosos conduzidos ora por Miralém Pjanic (está um senhor jogador) ora por Francesco Totti, o papel de Tachtsidis e do Norte-Americano Michael Bradley (outro senhor jogador) estava a ser desenrolado na perfeição: vigiar a construção de jogo de jogo dos dois centrocampistas da Fiorentina Borja Valero e Alberto Aquilani. O 2º, de regresso à casa onde foi formado, passou por completo ao lado de toda a partida. Ao mesmo tempo, a Roma exerceu uma pressão alta muito eficaz no primeiro terço do terreno dos comandados de Vincenzo Montella.

Com a Fiorentina estagnada depois do empate, fruto da pressão alta e da excelente cobertura dos seus médios mais criativos (Juan Guillermo Cuadrado jogou a 10; a Fiorentina esteve mais interventiva pelas alas, onde se destacaram os laterais Pasquale e Cassetti) a Roma recuperava muitas bolas a meio-campo. Foram nessas recuperações de bola que surgiram os dois golos que fechariam o primeiro tempo. Se Emiliano Viviano foi muito mal batido no golo de Totti, há que realçar que minutos antes, o guarda-redes da Viola tinha respondido com exito a dois lances do eterno 10 da Roma.

A perder por 3-1 ao intervalo, Montella decidiu arriscar. Tirou Cassani, reposicionando Cuadrado na sua posição de origem e colocou Mounir El Hamdaoui em campo para que o marroquino pudesse dar mais vivacidade na frente em conjunto com um escondido Luca Toni (muito bem anulado pelo central brasileiro Leandro Castán) e fez entrar Matias Fernandez para o lugar de Ruben Oliveira. O Uruguaio esteve muito mal durante a primeira parte, permitindo acima de tudo que Pjanic e Totti estivessem confortáveis no seu jogo de contra-ataque.

Logo aos 30 segundos, a substituição de Montella surtiu efeito e o antigo jogador do Ajax respondeu de cabeça a um grande cruzamento do capitão Manuele Pasquale (foi incansável naquele flanco esquerdo). A Roma sentiu o golo e o duplo pivot defensivo constituído por Bradley e Tachtsidis deixou Borja Valero pegar no jogo Viola e começar com o seu futebol rectílio e efectivo. Passados 2 minutos, seria Mati Fernandez a ameaçar com perigo a baliza do Uruguaio Goicotchea.

A Roma assustou-se com o melhor arranque do 2º tempo por parte da Viola e voltou à carga. Até ao golo de Pablo Osvaldo, aos 88″, a Roma dispos de uma série de ocasiões onde poderia ter fechado a partida. Totti teve tudo para fazer o golo na cara de Viviano; há uma arrancada de Bradley que termina com o americano a atirar a rasar o poste e pouco depois seria o internacional pelos socceroos a falhar uma cabeçada quando toda a defesa da Fiorentina estava batida; pelo meio, ainda há um golo mal anulado aos Romanos. Na outra baliza, seria o mesmo Bradley a tirar na linha um cabeceamento com selo de golo de Aquilani. Com ferros se mata, com ferros se morre. O contra-ataque Romano teria o seu ponto máximo aos 88″ quando Pablo Osvaldo selou a partida, numa altura em que a Fiorentina estava toda balanceada para o ataque.

Vitória justa da Roma num jogo excitante onde a Fiorentina fez uma das melhores prestações da temporada. Sinal negativo para os 3 centrais: Roncaglia, Rodriguez e Savic tem vindo a combinar bem durante praticamente toda a temporada e estão a ter enorme influencia nas vitórias da equipa, pela segurança que demonstraram até agora e pelos golos que tem marcado (juntos, os 3 tem 8 golos). Mas, desde o jogo da Samp para cá tem cometido muitos erros defensivos e tem jogado com um espaçamento entre si que não é desejável para quem joga com 3 centrais. É certo que precisavam à frente de um trinco possante e eficaz nas dobras aos laterais quando estes sobem no terreno e Ruben Olivera não é de facto esse jogador. O Uruguaio emprega muita força nessa tarefa mas é um jogador com uma agressividade excessiva e nem sempre actua de acordo com os moldes de inteligência necessários à posição. Os restantes centrocampistas do plantel também não são jogadores que possam render na posição 6. Montella terá provavelmente que ir ao mercado em Janeiro.

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

LOL

Mario Balotelli (Manchester City) irrompe pela conferência de imprensa de apresentação de Andrea Stramaccioni, novo treinador do Inter.

Ao que consta, desejou-lhe felicidades e depois saiu das instalações do clube ao volante do seu Ferrari vermelho.

Com as etiquetas , , , ,

futeboladas

Depois de algum tempo de ausência desta rubrica neste espaço, volto a fazer uma breve análise a alguns jogos do fim-de-semana e a algumas equipas dos principais campeonatos futebolísticos europeus, começando pela Premier League:

Big Sunday na Premier League. Num curto espaço de 3 horas, 3 jogos importantíssimos entre equipas que lutam pelo título: Manchester City vs Tottenham no City of Manchester e Arsenal vs Manchester United no Emirates, tendo as equipas de Manchester vencido os jogos e os citizens reforçado a liderança na tabela classificativa.

Começando pelo primeiro jogo.

A imagem acima postada está a gerar polémica em Inglaterra. Nos minutos finais do jogo contra o Tottenham, Mario Balotelli pisou deliberadamente a cabeça de Scott Parker, abrindo uma ferida no internacional inglês. O árbitro da partida decidiu não intervir disciplinarmente. Minutos mais tarde, seria Balotelli a cair na área do Tottenham derrubado por Ledley King e a converter a respectiva grande penalidade que deu a vitória aos homens de Roberto Mancini.

Vamos ao jogo em si.

Manchester City e Tottenham chegam ao City de Manchester bem próximos na tabela classificativa. O City em primeiro, o Tottenham a 5 pontos. Duas equipas fenomenais, a praticar dois modelos de jogo bem distintos mas bonitos e duas equipas que poucas derrotas concederam esta época (o City tinha 2, o Tottenham no fim do jogo passou a somar 4, sendo que esta foi a 2ª derrota em 19 partidas).

Depois de uma primeira parte um pouco mal jogada, onde as equipas guardaram um respeito mútuo entre si, a 2ª parte prometeu um dos melhores momentos da Premier League deste ano com 4 golos em 8 minutos: primeiro os Citizens com dois golos sem resposta (Aguero e Lescott), depois os Spurs com dois golos de rajada para empatar a partida (um de Jermaine Defoe num lance em que o central Sérvio Savic cometeu uma enorme gaffe e outro do brilhante Gareth Bale).

De seguida, acontece o tal lance em que Balotelli deveria ter sido expulso. E espero bem que a FA veja as imagens televisivas e decida castigar o italiano por alguns jogos. Nos minutos finais, o Tottenham voltou-se a queixar da falta de sorte, que por exemplo já tinha feito com que a equipa não vencesse o jogo com o Chelsea em casa em Dezembro e se tivesse deixado empatar nos últimos minutos das partidas contra Swansea e West Bromwich Albion: num 2 para 1, Gareth Bale galgou pela esquerda, entrou na área e ofereceu o golo a um Jermaine Defoe que chegou atrasado à boca da baliza para emendar e acabou por atirar centimetros ao lado da baliza de Joe Hart. Como quem não marca sofre e que não é expulso aparece, Balotelli haveria de sofrer uma grande penalidade justa após tesoura de King na área e como tal, haveria de colocar o resultado final em 3-2 para a sua equipa.

O City aumentou a vantagem para os Spurs para 8 pontos. A equipa de Harry Redknapp voltou a mostrar o porquê de estar este ano a lutar pelo título de Inglaterra e actuou de forma muito personalizada e atrevida na casa do City. Mais um deslize nas próximas jornadas poderá significar o fim da Linha para os Spurs nesta aventura.

Na 1ª volta, lá para os finais de Agosto falávamos sobre a derrota do Arsenal em Old-Trafford por escandalosos 8-2.

Alguns meses passaram. O Manchester United de Sir. Alex Ferguson não conseguiu ultrapassar algumas lacunas evidenciadas em certas posições específicas da equipa, o Manchester está a fazer um bom pecúlio interno mas a época já ficou manchada pela eliminação precoce do finalista da época passada da Liga dos Campeões da prova. A equipa provou com o decorrer da época que não era a máquina de fazer golos que toda a gente pensava no início da mesma e provou ter debilidades normais da adaptação a um novo ciclo que se vira com saídas e entradas de jogadores.

Ferguson chegou ao ponto de convencer o regresso de Paul Scholes ao activos 6 meses após o internacional inglês ter decidido pendurar as botas, pedido que foi aceite pelo jogador e que já está a dar frutos na equipa de Manchester.

Já o Arsenal de Wenger começou mal, mas lentamento Wenger conseguiu alinhar os peões de forma a salvar o mau início de época. O Arsenal ainda não tem uma equipa formatada ao estilo do técnico francês mas este começa a ter bastante matéria prima de qualidade para voltar a lutar pelo título nas próximas épocas. Os exemplos disso são Ramsey, Wilshere, Coquelin, Oxlade-Chamberlain, Frimpong, Ignasi Miquel, Per Mertesacker, Thomas Vermaelen, Alex Song, Theo Walcott, Park-Chu Young, entre outros…

Do jogo de ontem duas notas: a preponderância de Ryan Giggs na equipa de Manchester e a fantástica assistência para o primeiro golo de António Valência e do outro lado, a assistência de Oxlade-Chamberlain para Robin Van Persie no golo do “empate” do Arsenal.

O United continua a peugada pelo título enquanto o Arsenal não conseguiu sair da 5ª posição.

Outras partidas:

Norwich 0-0 Chelsea – Mais um jogo horrível da equipa de Villas-Boas, mais um jogo em que Fernando Torres ficou em branco. Os Blues não conseguiram aproveitar da melhor maneira o deslize do Tottenham e continuam longe dos lugares cimeiros.

Fulham 5-2 Newcastle – Vale a pena ver os resumos pelo hat-trick de Clint Dempsey. O Norte-Americano está finalmente a confirmar os créditos com os quais vinha referenciado dos Estados Unidos e está a fazer a melhor época na Premier desde que chegou ao Fulham em 2006 vindo do New England Revolution. Contra o Newcastle, 3 golos na 2ª parte ajudaram à goleada contra os Magpies, que, apesar do bom arranque de campeonato estão em queda livre desde Dezembro. Ocupam neste momento a 6ª posição mas rapidamente poderão ser ultrapassados pelo Liverpool, que esta jornada também perdeu em Bolton por 3-1. A equipa de Bolton com 2 vitórias e 1 empate nos últimos 5 jogos já conseguiu sair dos lugares de linha-de-água.

Passando para Itália:

A Juventus tornou-se campeã de inverno da Liga Italiana. No final da 1ª volta os homens de Turim lideram com 41 pontos contra os 40 de Milan e 38 da Udinese.

Ontem no Atleti Azurri D´Italia em Bergamo, a Juve despachou a Atalanta por 2-0 com golos de Lichsteiner e do reforço (contratado no verão ao Empoli) Emmanuele Giacherini. Do pouco que vi do jogo, Arturo Vidal estava a fazer um grande jogo e os avançados da Juve (Matri e Vucinic) tiveram uma noite desinpirada. Só Matria à sua conta teve 4 ou 5 grandes perdidas. No entanto, Antonio Conte está de parabéns por ter trazido a Juve novamente ao topo do futebol italiano e por colocar a equipa a jogar um futebol de ataque muito agradável, flanqueado e rápido.

Ibrahimovic (2) e Robinho despacharam a dificuldade Novara e fizeram o Milan recuperar bem do desaire do fim-de-semana passado no derby milanês frente ao Inter. Relembro que nas primeiras do campeonato, o Novara tinha batido em casa o Inter por categóricos 3-1.

Mesmo com Kevin-Prince Boateng lesionado, reparem na assistência maravilhosa que Ambrosini fez para o Sueco no 1º golo do Milan. Quem diria que o caceteiro Ambrosini, depois de velho dava para isto?
O 2º golo, apesar de não ser vistoso revela um facto curioso: os 3 intervenientes na jogada tem sido preponderantes para a carreira do Milan esta época. Robinho porque a sua forma está claramente a subir, Nocerino e El Sharawy porque tem aproveitado todos os minutos de jogo que lhes são dados por Max Allegri.

Outros jogos:

Inter 2-1 Lazio – Ranieri está a repetir a dose no Inter daquilo que já tinha feito na Roma na época 2009\2010, quando pegou no comando técnico dos Romanos sucedendo na altura a Luciano Spalletti. Na altura, o treinador pegou numa equipa completamente devastada por um horroroso início de época e conseguiu levá-la a um fantástico 2º lugar, lutando taco-a-taco contra o Inter de Mourinho que se iria sagrar campeão italiano e campeão europeu nessa época.

O mesmo acontece esta época. Ranieri pegou na equipa à 4ª jornada depois do despedimento de Gasperini. Se o Inter à 4ª jornada apenas somava 1 ponto, Ranieri conseguiu somar 34 em 16 jornadas, graças a 9 vitórias, 5 empates e 2 derrotas.
Nas últimas duas jornadas, o Inter bateu o rival Milan para o campeonato e este fim-de-semana bateu a Lazio por 2-1 em San Siro com golos de Milito e Pazzini aos 44″ e 63″ respectivamente depois da Lazio ter inaugurado o marcador aos 30″ por intermédio do veteraníssimo Tommaso Rochi. O Inter ultrapassou a Lazio no 5º lugar. A Lazio tem vindo a perder muito gás nas últimas jornadas, depois de já ter ocupado a 1ª posição do campeonato em conjunto com Udinese e Juventus na 1ª volta.

Siena 1-1 Napoli – A perder o gás nas últimas jornadas também está o Napoli. Apenas uma vitória nas últimas 4 jornadas, colocam a turma Napolitana fora dos lugares europeus.

Roma 5-1 Cesena – A morder os lugares europeus está a Roma. Goleada no Olimpico por 5-1 contra o modesto Cesena (18º do campeonato com 15 pontos) com golos de Totti (2) Juan, Borini e Pjanic. Luis Enrique está lentamente a chegar aos lugares europeus e esta Roma caso embale pode não se ficar por aqui.

Totti está novamente em altas. O seleccionador Cesare Prandelli admitiu publicamente que poderá voltar a convocar o histórico capitão romano para o Euro 2012. Totti não veste a camisola da Squadra Azzurra desde o Mundial de 2006.

Liga Espanhola:

Na luta pelo primeiro lugar em Espanha, o Real Madrid goleou o Athletic de Bilbao no Bernabéu por 4-1. No entanto nem a vitória (gorda) foi obtida de forma linear, nem o resultado expressivo amainou alguns problemas internos que poderão ter emergido depois da derrota a meio da semana contra o Barcelona como o caso de Pepe e como o “bate-boca” mais azeda entre Mourinho e a dupla Sérgio Ramos\Casillas no treino de sexta-feira que a Marca noticiou hoje.

Já em Maiorca, o Real tinha sentido dificuldades e tinha começado a partida a perder. O mesmo aconteceu ontem frente aos bascos do Athletic quando Llorente inaugurou o marcador aos 13″. Depois, Marcelo, Cristiano Ronaldo (2) e Callejón marcaram os 4 golos da equipa de Mourinho que continua em primeiro lugar na Liga.

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

futeboladas

(Clicar em cima do link para ver o video em maiores dimensões)

http://videa.hu/flvplayer.swf?v=V6JgT2nsLqaCFPTF

O Benfica falhou o assalto à qualificação perante o Basileia em casa. Pelo que tenho visto no facebook e pelo que vi do jogo, o Benfica marcou um golo e colocou-se, como se diz “à sombra da bananeira” tomando como inúteis os ímpetos ofensivos do Basileia.

Era um jogo para o Benfica ganhar. Não desprestigiando uma jovem equipa do Basileia que tem alguns valores que poderão dar cartas no futuro em clubes de maior dimensão como Xherda, Shaqiri, Fabian Frei, Steinhofer e Dragovic.

Luis Martins estreou-se pela equipa sénior do Benfica. Capdevilla não está inscrito na Champions e é carta fora-do-baralho. Não quero retirar mérito ao jovem defesa esquerdo. Quero apenas tirar mérito ao gozo que estão a executar a um dos melhores laterais esquerdos do mundo.

Com o Otelul Galati resolve-se a inquitação.

http://videa.hu/flvplayer.swf?v=p2x1KZr0uscyhq2M

Mais um fraco jogo do United perante um adversário fraco e sem qualquer qualidade para andar por estas lides.

http://videa.hu/flvplayer.swf?v=HUWq7xkKWYLb7TcV

Mário Gomez continua completamente imparável e o Bayern pensava ter ganho o jogo quando fez o 3-0. Acabou encostado às cordas. Mesmo assim, acho que esta equipa do Bayern poderá ser capaz de tudo esta época.

O Manchester City foi a Villareal vencer por 3-0 e deu um passe de gigante para se qualificar para os oitavos-de-final. Num jogo em que Aguero apenas entrou aos 74″ e Dzeko nem saiu do banco, o costa-marfinense Yaya Touré foi a estrela da companhia com um bis.
O Bayern já está teoricamente apurado. Falta-lhe apenas 1 ponto. Contra os 10 dos Bávaros, o Manchester City soma 10 e também se pode apurar caso vença o Nápoles na próxima jornada no San Paolo. O Nápoles tem 5 e o Villareal ainda não marcou qualquer ponto.

http://videa.hu/flvplayer.swf?v=gUdwJjIOtzagaS2U

O do costume resolveu o jogo para o Real Madrid e qualificou os merengues para os oitavos-de-final. O real não jogou por aí além em Lyon.

O Ajax venceu o Dinamo de Zagreb por 4-0 no Amsterdam Arena e marcou 7 pontos. O Lyon tem apenas 4. Os Holandeses poderão carimbar a passagem se empatarem no Gerland dentro de 3 semanas.

No Grupo B, o Inter cimentou a liderança do grupo ao bater o Lille por 2-1. Trabzonspor e CSKA não foram além de um nulo.

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

futeboladas

http://videa.hu/flvplayer.swf?v=XMdRCenlOorckEiy

Duelo de Liverpool em Goodison Park. O Everton de David Moyes não está a ter um início de campeonato famoso (apenas 7 pontos em 7 jornadas; 13º lugar) e nesta partida não resistiu à maior pressão ofensiva do ataque do rival nos minutos finais, tendo os “Reds” de Dalglish somado a 4ª vitória no campeonato à conta de dois golos dos homens da frente: Carroll aos 71″ e Luis Suarez aos 82″.

O jogo fica marcado pela expulsão por vermelho directo de Jack Rodwell logo aos 23″.
O Liverpool é 4º com 13 pontos, a 6 do Manchester United.

http://videa.hu/flvplayer.swf?v=eZYi1pATgxrhSC8G

Luis Enrique viu momentaneamente dissipada a pressão com que se tem deparado no início da aventura como treinador na Roma. Depois de alguns resultados menos conseguidos, o técnico espanhol viu a sua equipa bater sem espinhas a Atalanta por 3-1. Numa primeira parte totalmente dominada pelos Romanos, Bojan Krkic inaugurou aos marcados aos 20″ (estreia a marcar pela Roma) e o argentino Pablo Osvaldo ampliou o marcador aos 31″. Pelo meio tanto Osvaldo como Daniele De Rossi tiveram situações que podiam ter dado toques de goleada em plena primeira parte.

Na 2ª parte, German Denis (emprestado pelo Nápoles) ainda animou a partida para os homens do lado de Bérgamo (começaram com 6 pontos negativos; caso tivessem começado com 0 seriam 2ºs com 10) mas Fábio Simplício acabaria por matar o jogo aos 81″.

A Roma é 6º com 8 pontos.

http://video.rutube.ru/7cf2d4dc0374473772eca40c49690eda

Em Espanha, Villareal e Saragoça enfrentaram-se no El Madrigal…
A posição das duas equipas não é a mais famosa. O Villareal está longe dos lugares cimeiros. Já o Saragoça de Postiga e Ruben Micael tem sofrido de alguma malapata neste início de época com vários golos mal anulados pelas arbitragens dos seus jogos (Postiga teve três golos anulados desde que chegou a Saragoça, 2 deles mal anulados). Ambas as equipas tem 6 pontos.

Para a retina, este jogo teve um momento de excepção: após o arbitro ter assinalado uma grande penalidade a favor da equipa da casa, Giuseppe Rossi resolveu fazer uma “excessiva e demorada” paradinha, contrariando as regras impostas para este tipo de movimento. Mesmo tendo marcado, o arbitro decidiu anular o golo do italiano e na resposta, Rossi decidiu fazer um penalty à panenka para o centro da baliza, tendo a bola embatido na mesma para revolta de Roberto e ironia de Rossi que de imediato correu em direcção ao arbitro num gesto de provocação, com a mão sobre o ouvido em clara indicação “que à 2ª não tinha ouvido o apito”.

http://videa.hu/flvplayer.swf?v=rmnKWui1VskDv9Xd

No Giuseppe Meazza, Ranieri estreou-se em casa com uma derrota copiosa frente ao fabuloso Nápoles. Denota-se que o técnico italiano terá que pedir muitos reforços em Dezembro à direcção. O Inter parece-me um colectivo que sofre vários desiqulíbrios: tanto ao nível posicional (certas posições não tem soluções credíveis; a posição de defesa e médio esquerdo, um 3º central de qualidade; um playmaker que possa ser substituto de Sneijder em caso de lesão, um ala direito) como até no simples pormenor das idades do plantel. Por um lado o Inter tem muitos jogadores experientes mas esses jogadores (Cambiasso, Zanetti, Stankovic, Milito) já não tem pernas para jogar 2 vezes por semana; por outro lado as soluções são compostas por jovens talentosos, mas, com muito pouca experiência a este nível (Joel Obi, Lorenzo Crisetig, Ricky Alvarez, Nagatomo, Jonathan, Phillipe Coutinho) e a acusar em muito o peso da camisola que envergam.

Foi precisamente Joel Obi um dos motivos que “construiu” esta humilhação caseira. O Nigeriano apanhou dois amarelos em 41″ e em duas acções faltosas inconsequentes não só diminuiu a força de ataque da sua equipa como a remeteu à defesa frente a uma equipa poderosa como é o Nápoles.
Os Napolitanos, motivados pela vitória europeia a meio da semana contra o Villareal para a Champions, mostraram todo o seu potencial em Milão e golearam por 3-0 com golos de Hamsik, Maggio e Campagnaro. O eslovaco provou que é actualmente um dos melhores playmakers do futebol mundial e o ala fez o que quis de Joel Obi e companhia e aproveitou mais a situação quando o Nigeriano foi expulso. Isto tudo sem Edinson Cavani em campo…

O Inter é 17º com 4 pontos (está a 7 dos líderes Udinese e Juventus) enquanto o Nápoles é 4º com 10 pontos. Os Napolitanos, pelo potencial que apresentam, poderão novamente surpreender este ano.

http://videa.hu/flvplayer.swf?v=wGMVh9ogR5jeammH

Época frustrante em Bordéus. Mais uma vez, a equipa da casa teve tudo para vencer e acabou por se deixar empatar. Desta vez foi contra o Montpellier, nos últimos 2 minutos de jogo.

Os Girondinos estão num modestíssimo 14º lugar com 8 pontos em 9 jorMnadas.

http://videa.hu/flvplayer.swf?v=uQYRUR1tpcBAmTbS

Em Málaga, os novos ricos de Espanha continuam a dar por bem empregue o investimento. O El Romareda está praticamente cheio e traz rentabilidade ao investimento do clube. Dentro do campo, a equipa de Manuel Pellegrini ganha mas ainda não convence. Os Malaguenhos são 4ºs da liga espanhola. No sábado venceram o Getafe por 3-2, tendo estado a perder até aos últimos minutos. Vale bem a pena ver a super bicicleta de Júlio Baptista, obra de arte que ditou a vitória para o Málaga no último minuto de uma partida marcada pela péssima decisão da arbitragem em validar o 2º golo do Getafe ao Venezuelano Micu depois deste jogar claramente a bola com o braço.

Duelo de Bascos no Anoeta em San Sebastian. No clássico regional, o Athletic levou a melhor com dois golos de Llorente. Para a retina fica o golo monumental do internacional espanhol sub-21 Iñigo Martinez de trás da linha do meio-campo.

Duelo quente em Moscovo. O Zenit viajou à capital para enfrentar um dos muitos inimigos moscovitas à renovação do título de campeão russo. A viagem dos adeptos do clube do norte da Rússia ficou marcado por confrontos que levaram alguns adeptos ao hospital.

Dentro de campo, o Zenit aguentou a liderança, conseguindo um ponto muito precioso para a renovação do título após o empate a 2 bolas. O CSKA que é 2º empatou a 0 no terreno do Kuban e o Dinamo venceu em casa o Krasnodar por 2-1 e colocou a 3 pontos da equipa de São Petersburgo. Lokomotiv e Spartak (ambas a 7 pontos) ainda sonham com o título mas essa realidade está muito difícil, visto que só faltam 4 jornadas para terminar o campeonato.

O Zenit recebe o Dinamo de Moscovo na próxima jornada.

http://video.rutube.ru/d4628a287b84447cfa9f11ce21569103

Quem diria que à 6ª jornada da Liga Espanhola o líder seria o Levante?

A modesta equipa de Valência lidera com 14 pontos em conjunto com Barça e Real. E não se escapa de já ter conseguido 13 dos pontos necessários para a manutenção em 6 jornadas.

http://video.rutube.ru/d4628a287b84447cfa9f11ce21569103

Em mais um clássico de clubes londrinos, o Fulham esmagou o Queens Park Rangers por 6-0 num resultado nada vulgar na Premier League. O experiente ponta-de-lança Andrew Johnson marcou um hat-trick.

http://video.rutube.ru/f56472ef62b2a356f435d1ee325aed04

Grande momento de futebol em White Hart Lane noutro dos derbys de Londres marcados para este fim-de-semana.
Não deu para Wenger comemorar os 15 anos enquanto treinador do Arsenal. O Francês viu a sua equipa fazer um excelente jogo frente um Tottenham que está claramente em ascenção e viu Sceszny dar um frango monumental a remate de Ian Walker na 2ª parte. Do lado dos Spurs, Van der Vaart abriu o marcador na primeira parte e em conjunto com Scott Parker (incansável) e Gareth Bale fizeram uma joga de todos os tamanhos para o conjunto do norte de londres.

http://videa.hu/flvplayer.swf?v=3M81ChHSYuPYXrm1

Em Hamburgo, o Schalke 04 aproveitou da melhor forma o empate do Bayern em Hoffenheim no sábado e ascendeu à 4ª posição (a 4 pontos do bávaros) depois de bater a equipa local por 2-1.
Klaas-Jan Huntelaar marcou os 2 golos do Schalke.

O Hamburgo de Petric, Guerrero e Westermann continua a fazer um início de época desolador, estando na última posição com apenas 4 pontos.

http://videa.hu/flvplayer.swf?v=3M81ChHSYuPYXrm1

Em Turim, os da casa foram persistentes e aos 87″ conseguiram colocar-se em vantagem frente ao campeão em título Milan.

O centrocampista Claudio Marchisio marcou os dois golos que colocaram o Dell´Alpi ao rubro e deram a liderança partilhada com a Udinese à equipa de Turim.

http://videa.hu/flvplayer.swf?v=csVB4ktXg2e96IRm

“The Pastore Show” fez estragos ao Olympique de Lyon e colocou o PSG isolado no primeiro lugar da Ligue 1.

Pastore é aquele génio da bola que qualquer mister queria ter lá na equipa.

http://videa.hu/flvplayer.swf?v=TV3Xaq7R5uWRyym2

Para finalizar, o Real… A classe de Ronaldo, o “killer instinct” de Higuaín e a gratidão de Callejón no pedido de desculpas aos adeptos da sua antiga equipa.

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Liga dos Campeões

http://video.rutube.ru/94a9579f6ad2e2c7014c2d303d5d48d7

Na Terça-Feira a História voltou a repetir-se.

A jogar em Munique com vantagem da 1ª mão, o Bayern voltou a ser arredado da disputa do título europeu pelo Inter.

Depois do 0-1 alcançado em Milão, o Bayern até começou a ganhar com um golo de Muller onde Júlio César teve um erro imperdoável para um guarda-redes do seu gabarito e para um jogo de Liga dos Campeões, ampliando a vantagem  na eliminatória ainda na 1ª parte por intermédio de Mário Gomez.

2-1 ao intervalo. O Inter nunca desistiu e protagonizou um extremo massacre sobre os Bávaros. Por meia dúzia de vezes, ora Eto´o, ora Sneijder, iam ameaçando a baliza Alemã, tendo o Holandês concretizado um golo de belo efeito que colocaria o jogo empatado.

Um golo nos minutos finais bastava ao Inter para passar. A carregar a área Bávara, tudo poderia ter sido decidido quando Ribery arrancou uma brilhante jogada na direita para um remate poderoso de primeira de Arjen Robben onde Júlio César emendou o erro do 1º golo dos Alemães. Até que aos 87″ uma grande jogada de insistência na área de Samuel Eto´o iria redundar numa tremenda assistência para Goran Pandev, que vindo de trás, só teve de encher o pé e colocar a bola no canto contrário da baliza, marcando o golo da vitória.

Este jogo castigou sem dúvida a atitude passiva do Bayern na 2ª parte deste jogo. Por demasiadas vezes, os jogadores do Bayern deram como vencida a eliminatória e colocavam-se em ataque com o claro intuito de ter bola nos pés, sem atacar a baliza. Robben dispôs de uma oportunidade crassa para colocar um ponto final na eliminatória. Como não o fez, o Bayern haveria de sofrer as consequências, e como tal, está arredado da discussão de troféus esta época.

Se dúvidas existiam sobre o futuro de Louis Van Gaal, todas essas dúvidas estão dissipadas: o Bayern trocará de treinador no final da época.


http://videa.hu/flvplayer.swf?v=KYDjLGiRaZJYZ9rL


Em Madrid, um Real de craveira bateu categoricamente o Olympique de Lyon, traído pelas declarações de antevisão de partida do seu presidente Jean-Michel Aulas.

O presidente dos Franceses anteveu um Lyon defensivo em Madrid após o empate a 1 bola verificado no Gerland em Lyon.

Com Cristiano Ronaldo a titular, a turma de Mourinho nem precisou que o craque Português puxasse dos galões para passar aos quartos-de-final. A vitória Madrilena haveria de assentar nas excelentes exibições de Marcelo, Benzema e Ozil. Os dois primeiros marcaram, o último tem o dado em todos os golos do Real.

Foram 3, como poderiam ter sido mais. 2 golos foram anulados e por diversas situações o Real poderia ter ampliado a vantagem: em dois cantos Ronaldo cabeceou sozinho ao lado, noutra Benzema isolou-se para atirar por cima da baliza de Hugo Lloris.

Para além da passagem aos quartos-de-final, foi uma vitória moralizadora para a turma de Mourinho, que domingo discute o campeonato com o Barça em Santiago Bérnabeu.

Nos outros jogos desta semana, o Manchester levou de vencido o Marseille em casa por 2-1 como dois golos tirados a papel químico de Chicarito Hernandez, a nova coqueluxe da turma de Manchester. Não foi uma eliminatória fácil para o United, ao contrário do que se esperava. Depois de um empate frustrante em França a 0 bolas, o Manchester dominou mas o golo de Heinze nos últimos minutos fez antever em Old Trafford o “fantasma do golo de Costinha” em 2004.

O Chelsea, com um sorteio favorável, eliminou como se esperava o FC Copenhaga, em duas exibições q.b.

O sorteio dos quartos-de-final realizam-se sexta-feira. Atenção aos possíveis cruzamentos. Shakhtar Donetsk, Schalke e Tottenham são os 3 outsiders no meio de 5 colossos europeus: Barcelona, Manchester United, Chelsea, Real Madrid e Inter.

O sorteio tanto poderá ditar jogos entre colossos como por exemplo pode ditar um jogo entre um dos outsiders.


Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,