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Haka feat. DJ Yoke – Sonhos e Fumo pt. 3 (prod. Zim) [VIDEOCLIP]

“Haka feat. DJ Yoke – Sonhos e Fumo pt. 3”

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Boss AAC

Créditos: Moisés Regalado (Haka)

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Eu preciso de um euro

Haka e Sarcasmo (AVC) — “Eu preciso de um euro”

“Não importa se é piedade, dizer que não é má educação eu aceito de mão beijada
Nem se trata de necessidade, mas eu faço quase tudo para não ter que fazer nada
É uma questão de custo de oportunidade, então dá-me um euro camarada”

E o outro é aviador!

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Parabéns Haka!

Parabéns pelos teus 22 anos bro!

Pelo que vivemos, este teu dia é o meu dia também! Há um ano a estas horas já devíamos estar todos cegos.

Aproveita esta merda enquanto é tempo. Sabes bem que vamos ficando cada vez mais velhos, cada vez mais pausados e cada vez mais lentos.

 

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Mic – The Blue EP

O primeiro trabalho de Michael Ferreira, mais conhecido no mundo do hip-hop por Mic. Um pitéu. Chill, Pop, sem no entanto fugir das regras básicas do bom hip-hop.

Gravado na Sine Fact em Aveiro, é o trabalho de alguém que já trabalhou de perto como músico de sessão e produtor com bandas como os NAD e os AVC ou rappers como Zim, Haka, Sarcasmo, Spasm, TANB, entre outros…

O excelente resultado deste EP pode ser escutado aqui.

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É da Nova Zelândia

Antes de passar ao jogo de facto, gostaria de começar com o hino do campeonato do mundo de rugby “world in union” para podermos escutar a grandeza do que vou escrever neste post:

A seguir à África do Sul em Paris, a Nova Zelândia em Auckland, 24 anos depois, no mesmo estádio (Eden Park) e contra a mesma selecção (França).

Na noite de Auckland, tudo começou assim:

Portentoso Haka dirigido por Piri Weepu. Destemida e bela reacção de respeito dos Franceses.

Uma final de muitos números e curiosidades.

De um lado, Marc Lièvremont, o mais contestado seleccionador da história do rugby Francês. Despedido pela Federação antes da equipa rumar à Nova Zelândia. Humilhado quando os Bleus perderam contra Tonga na última jornada da fase de grupos. Ninguém iria acreditar que a França pudesse eliminar a Inglaterra e Gales e chegar à final.
Do outro lado, Graham Henry, consagrado aos 65 anos no seu último jogo no comando dos All-Blacks, com um score total de 87 vitórias em 103 jogos no comando técnico dos All-Blacks.
Para alguns jogadores de ambas as selecções, este jogo também pode marcar a despedida das respectivas selecção dado que o rugby é contrário ao avançar da idade: com o término de uma fase, dá-se início a renovações profundas nas selecções.

Por outro lado, a história que cirandou em particular este clássico do mundial mostrava algo extremamente interessante: a Nova Zelândia, apesar da superioridade de triunfos frente aos Gauleses, venceu o campeonato do mundo de 1987 numa final contra a França neste mesmo estádio mas foi três vezes eliminada pela França (mundiais de 1991, 1999 e 2007). Temia-se o síndrome no Eden Park.

Passando ao jogo em si:

Nos 15 iniciais, poucas surpresas. Do lado Francês haveria de se registar a aposta em Morgan Parra na abertura, em deterimento de François Trinh-Duc. Como veremos mais à frente, Parra acabou por sair para dar lugar ao abertura do Montpellier.

A França entrou no jogo com todo o gás, optando por fazer a circular a bola entre os flancos. Os Franceses queriam evitar um início fulgurante dos Neozelandeses e para isso tentaram preservar a bola na sua posse o máximo de tempo possível. Esta estratégia já tinha sido adoptada nos minutos iniciais do jogo dos quartos-de-final frente à Inglaterra e então, tinha dado enormes resultados aos Franceses. A táctica gaulesa era também a de enervar os Neozelandeses e obrigá-los a cometer faltas que pudessem ser úteis ao enorme potencial e alcance do seu abertura improvisado Morgan Parra.

A Nova Zelândia, equipa muito sábia e muito habituada a lidar sobre pressão, rapidamente tomou posse do jogo e logo aos 5 minutos um offside de um jogador francês (creio que foi Do 8 Harinodoquy) deu a possibilidade ao formação All-Black Piri Weepu de atirar pela primeira vez aos postos. Seria portanto, um dos momentos do jogo, com o formação dos Crusaders a falhar. A penalidade não era fácil pois era a cerca de 30 metros encostada à esquerda. Ficou porém nos momentos do jogo visto que Weepu nunca mais encontrou o ritmo da partida. Os pontapeadores sabem perfeitamente daquilo que falo. Se juntarmos o facto que era o primeiro pontapé de uma final de um mundial, é caso para dizer que a pressão fez-se sentir.

A Nova Zelândia tomava conta do jogo depois do ímpeto inicial Francês. Nos primeiros minutos dava para ver que este, à semelhança de outras finais que me lembro ter visto (de 99 a 2007) ia ser um jogo táctico, decidido em pequenos pormenores e sobretudo, na capacidade resistente das equipas em aguentar os picos de ansiedade ao longo da partida e em conseguirem obter mais uma dose de energia depois do longo desgaste que levam no corpo.

Os Franceses estavam afoitos a jogar ao pé para as costas dos Neozelandeses. Tentavam sacudir os All-Blacks dos seus 22 e quem sabe ganhar território que lhes permitisse montar boas plataformas de ataque. Aos 11 minutos, dá-se a primeira substituição do jogo: depois de um choque numa placagens a Ma´a Nonu, Morgan Parra é substituído por lesão de sangue por François Trinh-Duc. Para os menos familiarizados com a modalidade, a substituição de sangue é temporária, ou seja, um jogador entra enquanto outro estiver a receber assistência fora-das-linhas (a assistência médica como já devem ter reparado pode entrar dentro do campo com o jogo a decorrer).

Aos 14 minutos, um dos outros momentos da partida: o ensaio de Tony Woodcock a abrir o marcador para os All-Blacks. Numa falta, Piri Weepu chutou a bola para fora dentro dos 22 metros franceses. Na touche, a bola é jogada para Woodcock, que depois de levantar o saltador correu para um espaço vazio da defensiva gaulesa e entrou triunfante para o primeiro ensaio da partida. 5-o para os All-Blacks na noite de Auckland. Os Franceses estavam literalmente a dormir no lance. Piri Weepu voltaria a falhar a conversão.

A França, no compto geral, estava a defender bem. O domínio da bola assim como o domínio territorial era (e acabou por ser como mostram as estatísticas do site do campeonato do mundo) Neo-Zelandês, mas os franceses podiam gabar-se que nos primeiros 20 minutos estavam a defender muito bem as investidas Neozelandesas. Na Nova Zelândia, o destaque inicial ia para Ma´a Nonu – as investidas do centro estavam a ser certeiras, abrindo muitas brechas no cordão defensivo francês. O centro estava sempre inclinado para explorar os espaços vazios e quase sempre conseguia penetrar muito bem. Trinh-Duc haveria de entrar em definitivo aos 22″ para o lugar de um desolado Parra.

O jogo entrou numa fase em que os avançados tentaram brilhar. De lado a lado, sucediam-se os pick and go e a luta nos breakdowns. Aos 25″, uma falta no ruck dos franceses valeria a Piri Weepu mais um pontapé de penalidade. O formação haveria de falhar novamente para desespero de Graham Henry no seu gabinete no topo do estádio. O formação já custava 8 pontos aos All-Blacks. Alimentava a esperança Francesa. Dado caricato desta altura do jogo era o facto da França só ter ído até então por uma vez ao “ninho defensivo de 22” dos All-Blacks.

Aos 33″, nova substituição na partida: Aaron Cruden, 3ª escolha para o lugar de abertura dos Neozelandeses haveria de se lesionar. Muito azar para uma selecção que já tinha perdido por lesão Dan Carter na parte final da fase de grupos e Colin Slade nos jogos das meias-finais, facto que tinha motivado Graham Henry a convocar durante a semana Stephen Donald, antigo 2 de Dan Carter para a partida da final. Donald iria entrar e como se isso não bastasse, iria ser decisivo como iremos ver mais à frente nesta crónica.

Aos 35″, os Franceses voltaram aos 22 da Nova Zelândia e depois de um pequeno trabalho de incursão dos seus avançados, foram precipitados em colocar a bola em Trinh-Duc para o drop. O jogador do Montpellier haveria de falhar. Passados 2 minutos, o abertura haveria de protagonizar uma excelente incursão pelo meio dos homens do hemisfério-sul, galgando perto de 30 metros com bola no meio-campo francês, valendo Piri Weepu numa rasteira de braço (permitido) a parar o Francês. Se Weepu não para o Francês, este poderia ter causado mossa na defensiva All-Black. A França estava portanto num final de primeira parte em que queria equilibrar o marcador.

Ao intervalo, a Nova Zelândia vencia por 5-0. Se por um lado era uma vantagem escassa (Piri Weepu tinha desperdiçado 8 pontos) por aquilo que os All-Blacks fizeram na primeira parte, por outro, era um resultado merecido pelo que os Franceses tinham feito do ponto de vista defensivo, anulando todas as veias criativas dos Neozelandeses. Aceitava-se portanto a vantagem pelo ponto de equilíbrio dos vectores que enunciei. No entanto, os Neozelandeses marcaram, tiveram mais oportunidades para marcar, foram mais fortes no duelo dos avançados, nos rucks e no jogo no chão, e com mais posse de bola e domínio territorial que os Gauleses. No entanto, a França estava fortíssima a placar, principalmente por intermédio da sua 3ª linha de luxo: Dusatoir, Bonnaire e Harinodoquy. De Dusatoir, falaremos mais à frente.

Na 2ª parte, tudo se transfigurou…

Os Franceses entraram mais poderosos e com vontade de transformar os acontecimentos verificados até então… Aos 41″, uma falta neozelandesa leva Dimitri Yachvilli aos postes para tentar uma penalidade. Á falta de Parra, o grande especialista dos franceses nesse departamento, o formação não era má solução para o 3-5. Porém, à semelhança do seu colega de sector na outra equipa, o médio de formação dos Franceses acabaria por desperdiçar.

Passados 3 minutos, uma falta francesa a 30 metros, virada aos postes em posição frontal daria a Stephen Donald a possibilidade de estabelecer o 8-0 para a Nova Zelândia: bom chutador, o experiente abertura não se fez rogado e aumentou o marcador.

A França teria que arriscar para voltar à partida. Digo voltar, visto que com 8-0 no marcador, um ensaio convertido Francês era escasso para empatar a partida. Um erro neozelandes por volta dos 46″ num ruck daria lugar a um turnover para o lado Francês. Trinh-Duc ficaria senhor do esférico numa disputa com Ma´a Nonu. A bola entrou nos 22 com posse Francesa. Depois de uma série de passes para a direita e para a esquerda, e de tentativas de pick and go por parte dos avançados gauleses, seria o flanqueador e capitão de equipa Thierry Dusatoir a entrar sem oposição para marcar um ensaio junto a um dos postes. Yachvilli punha os Neozelandeses a tremer com a conversão colocando o resultado em 7-8.

Aos 49″ saía Piri Weepu para a entrada de Andrew Ellis. Uma fraca partida do formação que foi um dos patrões desta selecção Neozelandesa neste mundial. Os Franceses estavam em alta e queriam mais. Nos minutos seguintes, os Neozelandeses tentaram avançar no jogo de perímetro curto, preservando assim a posse da bola, e, acalmando os ímpetos franceses numa altura crucial da partida. Os Franceses estavam a defender muito bem desde o minuto inicial e estavam claramente em alta. Apenas lhes traía o nervosismo quando tentavam montar o seu jogo ofensivo.

Seguiu-se um período de muitas faltas de parte a parte. Destaque ia claramente para a exibição dos 3 homens da 3ª linha francesa. A Nova Zelândia à conta de um excelente jogo colectivo ia conseguindo estabilizar o jogo, como lhe competia! Aos 63″ mais um momento do jogo quando o experiente capitão, o idolatrado capitão Neozelandês Richie McCaw é apanhado em offside pelo sul-africano Craig Joubert (mais uma grande arbitragem) e é assinalada uma penalidade a favor dos Franceses: Yachvilli vai aos postes do meio-campo (com os postes em posição frontal) e volta a falhar. Desilusão de Lièvremont no gabinete.

A França faz quatro substituições nos avançados para os minutos finais: Entram o talonador Szarzewski, o pilar Barcella, o 2ª linha Julien Pierre e o médio de formação Marc Doussin. Doussin estreia-se na selecção francesa na final do mundial. Drama até ao final. Os Neozelandeses tentam retardar um ataque final com pontapés para as costas dos avançados franceses. Alguns deles chegam inclusive a dar alinhamentos no interior dos 22 franceses. Nesse departamento, a França esteve muito bem perante a Nova Zelândia. Entra Sonny Bill Williams na Nova Zelândia para refrescar a 3ª linha. Até ao final, a Nova Zelândia controlou a bola e sagrou-se pela 2ª vez na sua história campeã do mundo de rugby.

Man of the Match, Thierry Dusatoir, capitão francês, frustrado pela derrota mas com um jogo de encher o olho a qualquer amante de rugby: 21 placagens e cerca de 60 metros ganhos com bola, algo extraordinário!

Pela negativa: viu-se pouco dos pontas de ambas as equipas (principalmente Alexis Palisson na França e Richard Kahui na Nova Zelândia) e do defesa neozelandês Israel Dagg, uma das vedetas do torneio.

No flash-interview, o seleccionador Neozelandês era um homem contente: “It´s Wonderful. I´m so proud of being a neo zealander tonight. We dreamt with this triumph many many years. Now on, we can rest in peace” – começou por dizer Henry no flash-interview realizado pela organização logo após o jogo acabar. Henry realçou o apoio do público da casa na organização do evento e no apoio incansável aos seus rapazes.

O mesmo sentimento era partilhado pelo homem que iria erguer a taça minutos mais tarde, Richie McCaw. A alegria estampada no rosto dos neozelandeses nesta imagem:

E com esta imagem, me despeço, depois de vividas as emoções do 7º campeonato do mundo da IRB. Daqui a 4 anos, estaremos com os olhos virados no Japão.

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Mad Mondays #11 – Os insolentes

O esforço e a dedicação ao que se gosta acaba por ter destas recompensas.

O reconhecido produtor Madkutz, decidiu gravar este sonoro com 7 jovens rappers, onde pelo meio aparece o Zim dos NAD e o Haka ou o rapperprodutor MIC. Um bom reconhecimento ao haka pela excelente mixtape que gravou recentemente e cuja primeira edição esgotou em edição física.

Enquanto não sai uma nova edição, o download da mixtape em formato áudio está disponível a partir deste link directo.

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Haka – Mónica

A nova malha do Haka, gente.

Relembro que a mixtape “Sixteen” pode ser adquirida aqui.

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Haka – Sixteen (mixtape)

Lançada hoje, dia 16 de Junho, Sixteen é a primeira mixtape do melhor rapper da minha geração: Moisés Regalado, mais conhecido no mundo do hip-hop por Haka.

Depois do EP Só Faixas com os AVC (Haka, Spasm, Sarcasmo e Dj Profail), Haka apresenta-se nesta mixtape com a companhia de Profail nos instrumentais.

Gravado, misturado e masterizado nos estúdios da SineFact em Aveiro por Michael Ferreira, é a mais recente mixtape da NO KARMA, uma nova e pujante editora musical que se destina a revelar novos valores do rap tuga.

Em Sixteen, Haka desliga-se temporariamente do registo dos AVC para nos brindar com um pouco do seu talento individual. Num registo bastante cativante (mesmo para aqueles que não são apreciadores de hiphop) tem como colaborações nomes como Mic, Sarcasmo (AVC) ou TANB e os já conhecidos do mundo do hiphop Zim (NAD) Dasca, Tilt e Nerve.

A mixtape em edição física pode ser encomendada à NO Karma aqui ou então o utilizador poderá fazer o download da mesma a partir deste link.

Aqui fica o video-promo da mixtap

e uma das faixas “Red Label” com Sarcasmo

Para finalizar, Haka apresenta-se ao vivo dia 23 no Kally Bar em São Martinho do Bispo (Coimbra) e dia 24 no Bairro do Liceu em Aveiro no Bar Lusco Fusco, sendo que a entrada são 3 euros (consumíveis) ou 5 euros (consumíveis, com oferta de mixtape). 

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És gigante!

Mais uma do Haka!

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Brother Jack

Para o Moisés, para o Sarcasmo, para o Mike da SineFact. Merece bem o post!

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Só Faixas Vol1 disponível para download

Para quem não se lembra, já tinha divulgado os AVC aqui.

Os AVC (Haka, Sarcasmo, Spasm e Dj Profail) disponibilizaram agora na internet o Vol. I da SóFaixas, depois de (quase) esgotadas as cópias físicas. Inclui ainda cinco faixas bónus e um ficheiro PDF com textos sobre cada uma das músicas (e não só).

Eis a sua Press Press Release:

Assim nos apresentamos, para quem nos conhece não será novidade, para quem não nos conhece será. AVC não é uma banda, não é um gang, não é nada, AVC é somente um grupo de amigos que por acaso também tenta fazer música.

Haka é AVC, Sarcasmo é AVC, Spasm é AVC, Profail é AVC.

AVC é o nome que tomámos como nosso, para que nos cartazes dos nossos concertos não aparecesse Haka + Sarcasmo + Spasm + Dj Profail.

AVC é tudo o que fazemos, e quando o fazemos vem para aqui, para o SóFaixas. Aos mais atentos não estamos a trazer nada de novo, e nada do que aqui está é novo, é renovado. Será sempre assim, sempre que reunirmos faixas para isso surgirá um novo volume do SóFaixas, porque isto não é um álbum, não é uma mixtape, não é novidade, são só faixas.

Podem fazer o download aqui: http://www.sinefactory.com/downloads/AVC_so_faixas_vol_I.rar

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