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Futebol Pós-nacional?

Por Ian Burumna, professor no Bard College

“Alguns dos jornais alemães mais hilariantes culparam a derrota da Alemanha contra a Itália, nas semifinais do campeonato europeu, ao facto de poucos jogadores se terem preocupado em cantar o hino nacional. Algo que contrastou com os jogadores italianos, visto todos terem cantado a letra de Il Canto degli Italiani [O Canto dos Italianos]. Na verdade, o capitão, Gigi Buffon, cantou com os olhos fechados, como se estivesse a rezar.

Mas os italianos não tiveram qualquer hipótese na final contra Espanha, a melhor equipa do mundo, a qual nenhum dos seus jogadores abriu a boca durante o hino Espanhol Marcha Real – o que é óbvio, uma vez que a Marcha Real não tem letra. E, além disso, os jogadores da Catalunha sentem-se desconfortáveis com o hino nacional, o qual foi bastante promovido sob o governo do falecido ditador Francisco Franco, que odiava o nacionalismo catalão.

Sabemos que no futebol, as equipas mais bem-sucedidas nem sempre são as que têm as grandes estrelas. Os campeões trabalham em equipa – de forma coesa, serenos face ao egoísmo dos protagonistas, cada jogador disposto a trabalhar em prol dos outros. Será o patriotismo realmente a chave para este tipo de espírito nas equipas nacionais, como os críticos alemães da sua própria equipa acreditam?

O futebol tem sido muitas vezes apelidado de substituto de guerra – uma forma simbólica, mais ou menos pacífica, de lutar contra as rivalidades internacionais. Os fãs das faces nacionais são actores numa espécie de carnaval patriótico, vestidos com os trajes dos seus estereótipos nacionais: os fãs ingleses como cavaleiros medievais, os holandeses com tamancos, os espanhóis como toureiros. Os alemães, compreensivelmente, têm um problema com o simbolismo nacional, mas identifiquei alguns fãs com trajes quase bávaros. O prémio para a máscara mais humorística deve de ir para os italianos vestidos de papas e de cardeais.

No passado, os fãs ingleses – mas não eram os únicos – levavam a metáfora da guerra longe demais e agiam mais como exércitos invasores do continente europeu, aterrorizando cidades e azarando qualquer jogo da Inglaterra. Mas também os jogadores não conseguiam, às vezes, ocultar as animosidades nacionais: quando a Holanda venceu a Alemanha, numa memorável semifinal em 1988, um dos jogadores holandeses limpou ostensivamente o rabo com uma camisola alemã.

Dada a força do sentimento nacional nestas disputas, não surpreende que as pessoas gostem de projectar as características nacionais no estilo de jogar. Na rara ocasião em que a Inglaterra ganha um grande jogo recentemente, a vitória é atribuída ao espírito de luta “tipicamente” inglês, conjugado com o “fair play”. Os alemães jogam com “disciplina”, os italianos com a capacidade defensiva dos guerreiros romanos, os holandeses com o individualismo do espírito livre, os espanhóis com a elegância dos toureiros e assim por diante. Quando os franceses ganharam o Mundial em 1998, atribuíram a vitória à multietnicidade da sua equipa – a personificação do compromisso da França com a liberté, égalité, fraternité.

Mas, quando as equipas perdem, estas virtudes estereotipadas são amaldiçoadas com igual convicção, como sendo defeitos característicos: Falta de imaginação dos alemães, medo de atacar dos italianos, egoísmo dos holandeses, falta de sentimento nacional entre as minorias étnicas em França e assim por diante.

Na verdade, a realidade dos estilos de futebol é um pouco mais complicada. A proveniência dos grandes jogos espanhóis, de hoje, não é a praça de touros, mas sim a equipa do Barcelona constituída por Johan Cruijff nas décadas de 1970 e de 1980. A origem da sua filosofia “futebol total” de manter a posse de bola com passes rápidos, curtos e a passagem iluminada da defesa para o ataque, foi o Ajax, Amesterdão, no final da década de 1960.

Como muitas vezes acontece com os modelos inovadores, outros adoptam-nos e, como no caso de Espanha, melhoram-nos e refinam-nos. Agora toda a gente tenta jogar “futebol total” – com excepção dos ingleses, que “tipicamente” se mantêm distantes das ideias estrangeiras. Os italianos abandonaram as suas tácticas defensivas. Até mesmo os alemães trocam a bola com talento e imaginação. A diferença entre Espanha e os outros é que os espanhóis fazem-no melhor.

Daniel Cohn-Bendit, o antigo líder estudantil franco-alemão, em 1968, e deputado dos Verdes no Parlamento Europeu, afirmou num recente artigo que as estrelas modernas do futebol não jogam verdadeiramente pelos seus países. Como profissionais insensíveis, eles jogam acima de tudo por eles próprios. Eles são, para utilizar a sua expressão, “mercenários”.Isso talvez seja demasiado cínico. As lágrimas que corriam na cara de Andrea Pirlo e de Mario Balotelli, após a derrota de Itália, não eram de profissionais insensíveis. Eles queriam ganhar, não só pelo dinheiro ou pelo bem das suas carreiras, mas pela glória. Ainda deve ser bom sentir-se como um herói nacional, ser saudado nas ruas de Roma, Madrid, Londres ou Berlim como um guerreiro que regressa de uma batalha bem-sucedida.

E, ainda assim, Cohn-Bendit não está totalmente errado. O que foi notável durante este campeonato europeu foi a íntima colegialidade entre os jogadores adversários. Eles consolaram-se e felicitaram-se mutuamente, abraçando-se como velhos amigos e colegas que muitas vezes são. A maioria dos melhores jogadores joga nos mesmos clubes em Espanha, na Alemanha, em Inglaterra ou na Itália. Muitos falam várias línguas europeias com a fluência dos empresários internacionais, que eles também são.

Os melhores clubes europeus são todos, agora, multinacionais. Os jogadores seguem o dinheiro. E os principais clubes são também os mais ricos: Real Madrid, Chelsea, Barcelona, Manchester City, Bayern de Munique, etc. Alguns dos mais difíceis e exigentes protagonistas causam, geralmente, menos atrito quando vestem o equipamento multinacional, do que aquele que causam nas suas equipas nacionais.

Se houver uma moral nesta história, é mesmo esta: uma bandeira, uma língua ou uma história nacional comum, pode certamente contribuir para induzir as pessoas a trabalharem juntas em harmonia por uma causa comum. Mas tal pode esclarecer o interesse pessoal. No mais alto nível das conquistas humanas – quer seja na arte, na ciência ou no futebol – pode realmente ser o factor mais importante.”

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Em Itália, o futebol costuma ser esteticamente defensivo mas está feio demais para ser verdade

Os amigos de Prandelli apanharam 3 da Rússia de Izmailov e tem medo de apanhar um saco cheio da Espanha no jogo inaugural.

A Espanha por sua vez viu-se da cor da abelha para vencer a China.

A Atalanta é apanhada em fraude pela segunda época consecutiva e começa o campeonato com 2 pontos negativos. Já tinha começado a anterior com menos 6.

Mimo Criscito diz-se discriminado em relação a Bonucci e Buffon e afirma que a sua exclusão da convocatória foi “um bode expiatório”.

Já Stefano Mauri continua a partilhar cela com dois toxicodependentes na prisão de Cremona e arrisca-se a ver a liga dos campeões da próxima época aos quadradinhos.

Mario Balotelli tenta ajeitar a gravata ao brasileiro Thiago Motta e como resposta leva um calduço.

Para quem já venceu um campeonato do mundo com 3 empates na fase-de-grupos arrisco-me a dizer que o cenário nunca esteve tão bom para a Itália vencer o europeu…

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futeboladas

Premier League:

United, Chelsea e Arsenal foram os grandes vencedores da jornada. Se a turma de Wenger venceu o Everton no Emirates por 1-0 com mais um golo de Robin Van Persie e re-entrou na luta pelo título (dista 9 pontos para o City), a equipa comandada por Sir. Alex Ferguson recuperou muito bem da eliminação precoce da Liga dos Campeões com uma goleada caseira contra o Wolverhampton de Mick McCarthy. Nani e Rooney partiram a defesa dos Wolves e puseram o United com o City à vista.

O Tottenham tinha uma oportunidade de ouro (dado o confronto entre Chelsea e City) para reduzir a diferença para o primeiro da tabela ou para ganhar pontos aos Blues na consolidação de um lugar que lhe garanta o apuramento para a Liga dos Campeões da próxima época. Os Spurs voltaram a denotar alguns dos problemas que tem sido vistos nas últimas épocas: fazem excelentes jogos contra as equipas grandes e até conseguem vencer, mas, perdem demasiados pontos em campos onde nunca os deveriam perder. Não querendo diminuir de forma alguma o potencial do Stoke e a carga mítica que o Britannia Row representa para o clube (o Stoke em casa tem 8 vitorias, 4 empates e 3 derrotas em todas as competições) o Tottenham teve tudo para vencer esta partida.

A primeira parte foi lastimável para a equipa orientada por Harry Redknapp. Pode-se efectivamente dizer que os Spurs deram 45 minutos de avanço à equipa de Tony Pulis, materializados com dois golos de Matthew Etherington. Na 2ª parte, a equipa londrina acordou tarde e ainda conseguiu reduzir por intermédio de um penalty convertido pelo Togolês Emmanuel Adebayor depois de uma falta sofrida pelo Croata Luka Modric. Até ao final, seria um autêntico massacre dos Spurs que a bom da verdade deveria ter dado em vitória. Pelo meio, e como as más arbitragens não se verificam apenas em Portugal, a grande estrela da partida haveria de ser o árbitro internacional da FIFA Chris Foy ao não assinalar duas grandes penalidades a favor do Tottenham por braço na bola por parte de defesas do Stoke e um golo mal anulado a Adebayor.

A derrota do Tottenham ameniza-se com a derrota do City mas, os Spurs foram ultrapassados na tabela pelo Chelsea e viram aumentar a distãncia para o Manchester United.

Clássico escaldante no Stamford Bridge. André Villas-Boas conseguiu minorar alguns dos prejuízos pontuais em relação ao City com uma vitória justíssima frente ao City de Mancini. Lampard voltou fazer uma exibição ao nível dos seus melhores anos, e para mim foi uma das figuras do jogo em conjunto com Didier Drogba e Daniel Sturridge. Num cenário de eventual renovação de plantel em Janeiro, o internacional inglês está a aproveitar todas as oportunidades que AVB lhe tem garantido e o costa-marfinense surge rejuvenescido nos últimos jogos.

Tudo isto no dia em que Nicolas Anelka assinou com o Shanghai Shenshuan da Liga Chinesa a troco de 7,5 milhões de euros para os cofres londrinos e num momento em que a imprensa britânica avança que o próximo que poderá embarcar para uma aventura chinesa poderá ser Didier Drogba. Outras notícias tem afirmado que Roman Abrahamovic e André Villas-Boas acordaram em renovar o plantel dos blues no mercado de inverno, podendo adicionar jogadores como João Moutinho, Álvaro Pereira, Edinson Cavani, Marek Hamsik ou Loic Remy através da venda de activos do actual plantel (Didier Drogba, Florent Malouda, John Obi Mikel, Fernando Torres e David Luiz) ou da dispensa de outros para fins de alívio da folha salarial dos blues (Lampard e Michael Essien).

Exceptuando o jogo contra o United, o City de Mancini continua a demonstrar alguma fragilidade nos jogos a doer. Mario Balotelli inaugurou o marcador aos 2″ e Meireles empatou num daqueles golos “à Meireles” aos 34. Na 2ª parte, perante o maior esforço dos blues, Joleon Lescott foi demasiado infantil e deu a vitória de mão beijada aos londrinos.

La Liga:

Em Sevilla, o Valência não aproveitou o deslize do Real Madrid no super clássico, perdendo por 2-1 contra o Bétis. Ironicamente, todos os Portugueses que actuam nestas duas equipas estão castigados: Miguel e Ricardo Costa voltaram a não ser convocados no Valência por problemas disciplinares sobre alçada de Unai Emery; Nélson também não foi convocado no Bétis devido a castigo interno motivado por alegados comentários que o Português terá tecido aos seus antigos colegas no Osasuna acerca da táctica usada pela sua equipa no jogo que opôs as duas equipas.

O Valência continua a 7 pontos da liderança, partilhada por Barça e Real com 37 pontos (os merengues tem menos um jogo).

Vida complicada para o Zaragoza de Roberto, Hélder Postiga e Ruben Micael. Mais uma derrota caseira, desta feita contra o Mallorca por 1-0. A equipa de Javier Aguirre continua na última posição do campeonato e o mexicano começa a ter o lugar em risco.

O Corneliá-El Prat engalanou-se para ver o Espanyol dar uma lição de futebol no Atlético de Madrid. Em 20 minutos, a equipa comandada pelo argentino Maurício Pocchettino e com o Português Rui Fonte como titular, conseguiu chegar a uma vantagem de 3-0 com golos de Juan Verdú (2) e Romaric. O primeiro golo, autoria do médio ofensivo espanhol causa-me alguma estranheza pelo efeito. Fica a dúvida se a bola vai com efeito ou se o guarda-redes Belga Thibault Courtois foi realmente mal batido.

Falcao ainda reduziu aos 32″ para os madrilenos num daqueles golos à Falcao. Confesso que me mete muita pena ver o colombiano nesta equipa. Não que o Atlético não tenha bons jogadores porque os tem, mas pela qualidade que o internacional Colombiano tem e pela falta de ambição e qualidade que é demonstrada pelo treinador Gregório Manzano.

Outra das debilidades que tenho denotado neste Atlético prende-se pela enorme agressividade que a equipa coloca defensivamente. De todos os jogos que vi do Atlético, esta equipa consegue ser de extremos ao ponto de dar cacete como se não houvesse amanhã e depois sofrer golos da forma mais patética possível.

Na 2ª parte, Sérgio Garcia para o Espanyol e Arda Turan para o Atlético puseram o resultado final em 4-2. O Atlético continua no modesto 10º lugar com 19 pontos enquanto o Espanyol assume-se novamente como candidato às provas da UEFA. A equipa de Barcelona ocupa a 8ª posição com 20 pontos.

Serie A

Jogo emocionante em Roma para fechar a 12ª jornada. Jogo de parada e resposta entre duas equipas com objectivos distintos: a Juventus tentava voltar ao 1º lugar do campeonato depois da vitória da Udinese enquanto a Roma precisava urgentemente de vencer a Juventus para voltar a entrar na luta pelo scudetto. Com o empate, a Roma de Luis Enrique fica mais longe desse objectivo e o actual 9º lugar com 18 pontos também não se constitui como uma boa plataforma para se lançar um ataque aos lugares europeus, principalmente a um lugar que garanta a Champions na próxima temporada.

António Conte, treinador da Juve, optou por lançar nesta partida jogadores como os Chilenos Estigarribia e Arturo Vidal e prescindiu de outros como Quagliarella e Eljero Elia (entraram na 2ª parte) e Alessandro Del Piero (não saiu do banco). Não se deu bem nem mal com a estratégia mais defensiva que adoptou. Danielle Di Rossi haveria de inaugurar o marcador aos 6″ e Giorgio Chiellini haveria de empatar a partida aos 61″ numa partida onde os dois guarda-redes (Stekelenburg e Buffon) tiveram alguns momentos para brilhar.

O Inter de Ranieri deu um pontapé no insucesso interno. Giampaolo Pazzini e Yuto Nagatomo foram os autores dos golos frente à Fiorentina no Meazza.

O Inter ascendeu à 11ª posição da tabela com 17 pontos; a Fiorentina continua no 15º lugar com 16 pontos e dado o insucesso da equipa nestas últimas duas temporadas e a não participação do clube nas competições europeias desta temporada, Delio Rossi pode perder jogadores em janeiro como Stevan Jovetic, Juan Vargas, Adem Ljajic, Ricardo Montolivo (fala-se do interesse do Chelsea e a Fiorentina poderá ter que o libertar dado que o médio só tem contrato até Junho de 2012) ou Alberto Gilardino, jogador que está a ser associado nos últimos dias ao Inter.

No Renato Dall´Ara o Bolonha complicou ainda mais a vida ao Milan que também aspirava ao 1º lugar da tabela. O empate sofrido dos milaneses comprometeu essa ambição.

Francesco Guidolin é a esta altura um treinador realizado. A sua Udinese ultrapassou a saída de Alexis Sanchez para o Barcelona e ao contrário do que muitos previam continua a ser a equipa sensação do campeonato italiano. Muito às custas do “eterno” Antonio DiNatale, jogador que aos 34 anos continua a marcar golos como ninguém e pode-se preparar para vencer mais uma vez o prémio de melhor marcador da Serie A.

Neste fim-de-semana a vítima foi o Chievo Verona, equipa que até tem estado a fazer um campeonato regular, com golos do internacional italiano e do Sérvio Dusan Basta. Alberto Palloschi reduziu para a equipa de Verona.

A Udinese lidera em conjunto com a Juventus.

Quem também aproveitou o resultado de ontem da Juve foi a Lazio. Os Romanos, na jornada que antecede a recepção de amanhã ao Sporting para a Liga Europa (jogo importante para a manutenção dos Romanos na prova) bateram o Lecce por 2-3 e voltaram a confirmar que equipa que não joga nada mas tem Miroslav Klose arrisca-se a ganhar qualquer coisita. Continuo a não crer que a Lazio consiga ir para o scudetto, mas arrisca-se seriamente a conseguir a Champions para a próxima época.

O Alemão marcou o 8º golo na Serie A.

Bundesliga

Tarde de festa no Weserstadium em Bremen com a vitória da equipa local por 4-1 frente ao Wolfsburg de Magath. A equipa da casa aproximou-se dos primeiros lugares e conseguiu reduzir a diferença para o 2º (Dortmund) e para o 4º (Borussia de Moenchagladbach) que perderam pontos esta jornada.

A equipa de Magath continua em lugares perigosos.

Em grande forma está Lukas Podolski. O internacional alemão já leva 13 golos nesta bundesliga e torna-se assim mais uma opção para Joachim Low para o Europeu e um alvo apetecível para os grandes clubes europeus dado que para além dos seus tenros 26 anos, também poderá ser inscrito nas competições europeias.
Podolski marcou 2 dos 4 golos da vitória do Colónia de Petit contra o Freiburg.

E Podolski não é o melhor marcador da Liga Alemã porque há um Mario Gomez fora-de-série nesta época. O Sr. Mannschaft voltou a decidir para o Bayern com 2 remates certeiros em resposta ao golo madrugador de Gentner para o Estugarda logo aos 6″ da partida. Dois golos à ponta de lança que perfizeram o número 15 na conta pessoal do titular da selecção alemã.

O Bayern aproveitou para cimentar em 3 pontos a diferença para Dortmund (empatou em casa contra o Kaiserslautern num jogo em que Jurgen Klopp apenas colocou Gotze e Perisic na 2ª parte) e para o Schalke que com a vitória em Berlim frente ao Hertha por 2-1 se colou na 2ª posição do campeonato.

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