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algumas notas sobre o Sporting

1. Franky Vercauteren prepara-se para mais uma fase atribulada da vida do clube. O Belga já disse que em Janeiro as coisas vão mudar de forma drástica, podendo dar-se aquilo que ultimamente se tem chamado “revolução dos b´s”. O que poderá vir, como já defendi neste blog no post que escrevi a seguir ao Sporting vs Benfica é a ascenção de muitos jovens da equipa b para a equipa principal já em Janeiro para a construção do futuro do clube. Como tal, a ascenção dos miúdos, cumprindo uma estratégia que passa claramente pela aposta na formação do futuro (existe outra opção neste momento para o clube face a situação pantanosa das suas finanças?) poderá levar a que o clube tenha que fazer e bem uma purga dentro do balneário. Para já, Betinho, Dier e Esgaio já estão dentro do plantel da equipa principal. Da equipa B poderão juntar-se João Mário, Filipe Chaby, Bruma, Gael Etock e Diego Rubio. E que tal também fazer regressar os emprestados Wilson Eduardo e Nuno Reis. Continuo a dizer que face aos problemas actuais que o Sporting tem em várias frentes, a estratégia passa por sermos um clube de formação, com um treinador ambicioso e motivado para trabalhar com a prata da casa, sem objectivos e como tal sem pressão de vitórias. Gasta-se o que se tem e os miúdos, bem formados na Academia, correm por um bom contrato com o clube. Em vez dos colossais 40 milhões de orçamento, orça-se a época em 10.

2. Sinceramente quanto a esta questão sou franco: se eu pudesse mandar no sporting, fazia uma razia por completo naquele balneário. Existem muitos salários chorudos e inúteis naquele plantel que devem ser eliminados para bem das finanças actuais do clube (já sabemos que não iremos novamente à Liga dos campeões para o ano e tomara até que nos qualifiquemos para a Liga Europa) e jogadores cujos passes ainda podem dar algum equilíbrio ao clube (outros nem tanto, por causa da brilhante ideia do Gordinho dos fundos de investimento). Pensemos então pela óptica da folha salarial. Por mim iam: Boulahrouz, Xandão, Pereirinha, Adrien, Pranjic, Elias, Gelson, Jeffren e Ricky. Fosse pelo preço que fosse. Outros a meu ver estão na corda bamba: Carrillo tem potencial para render muito mais, Insua está uma sombra daquilo que foi na época passada, Schaars e Capel idem.

3. Ultimamente tem-se especulado sobre as saídas de Elias para o Flamengo e Ricky para a Fiorentina. O primeiro está mortinho para ir para o Brasil ganhar o que ganha em Portugal. Elias prometeu muito e pouco se viu dele neste último ano e meio. Era o primeiro a zarpar. Ricky por 10 milhões para a Fiorentina. Má notícia para um clube do quanto gosto. Seria uma óptima venda para o Sporting não fosse o facto de Ricky ter 70% do seu passe tomado por um fundo de investimento.

4. Noutro prisma há o dossier Izmailov. Vercauteren abriu a caixinha de pandora e diz que não conta com o russo porque não o vê treinar. É portanto difícil para um treinador a aquecer o poleiro convocar alguém que não vê treinar. É certo que Izmailov está praticamente acabado para o futebol. A sua lesão no joelho obriga-o, em alto rendimento, a ir à sala de operações uma vez por ano. Arranjem-lhe uma solução por favor desde que essa solução não seja a saída por trocos para um rival.

5. É precisamente sobre o dossier Izmailov que gira um rumor de que o Sporting e o Porto estarão a negociar a transferência do russo. O Jornal Record fala de uma troca de jogadores: o internacional russo por Miguel Lopes e Kléber. Não sei se é fogo de vista para intranquilizar ainda mais as hordes do clube, ou se, à semelhança do que o Porto fez com Moutinho, é mais uma jogada do clube do norte que visa dar um tiro letal nesta paupérrima direcção de Godinho Lopes. Acredito nos 2 cenários. No entanto, a confirmar-se como verdade, o Sporting está a negociar um activo com o rival em troca de amendoins, de jogadores medíocres que não entram nas contas do rival e não são precisos em Alvalade. As notícias também afirmam que Jorge Nuno Pinto da Costa deverá ter dito não quanto a Kléber, o célebre jogador ao qual o Sporting (quando jogava no Marítimo) fez melhor proposta que o FC Porto, mas, como se sabe, depois do problema levantado e de sucessivos aliciamentos ao jogador, o Atlético Mineiro (detentor de 52% do passe do jogador) já tinha o arranjinho feito com o Porto. Pior que isso, a confirmar-se, é o Porto gozar novamente na cara desta direcção ao rejeitar a inserção de Kléber no negócio.

6. Dá pano para mangas. Esta direcção do Sporting parece ter memória curta. Não se lembram dos casos Adriano, Paulo Assunção, Ruben Micael, Kléber e João Moutinho. Os primeiros três foram desviados de Alvalade em virtude do conluio que existia entre as direcções do Porto-Nacional e Porto-Atlético Mineiro. A história do 4º dispensa apresentações e por conseguinte comentários. É certo que no nosso futebol, vender directamente a um rival ainda permanece assunto tabu, tendo em conta aquilo que se passa em Inglaterra ou Itália, onde os grandes trocam jogadores como se de cromos se tratassem. Neste caso específico, a confirmar-se a veracidade das negociações, não me importo nadinha que o russo rume ao Dragão se o Porto pagar a sua cláusula de rescisão. É assim que a credibilidade de um clube se repõe. Queres o jogador, pagas o jogador.

7. Sobre as finanças do clube. Outra notícia nos desportivos dá o sinal de alarme há muito esperado em Alvalade. O nosso maior credor financeiro, o BES, prepara-se para tomar conta do clube para reaver aquilo a que tem direito. Espero que sim, pode ser que alguém que não perceba nada de futebol consiga por o clube na linha já que o Gordinho e seus pares, não percebem nada de futebol e estão a enterrar cada vez mais as finanças do clube. 12,5 milhões é a verba, segundo a imprensa, que o Sporting necessita para continuar com o controlo maioritário da sua SAD. Os investidores-salvadores prometidos por Gordinho da Russia, India, China, Qatar e Bahrein não apareceram para o resgatar. Como se algum dia alguém quisesse investir o quer que fosse num clube como o Sporting.

8.  Eixo Godinho-Barroso. O ardiloso que entregou a cabeça de Duque por um lugar na federação e o médico que deveria ser proíbido de falar sobre o Sporting pois sempre que fala só diz merda. O primeiro é pior charlatão do Sporting desde a presidência de João Rocha. O segundo apela a que ninguém dê informações do clube quando ele, e os seus pares da Assembleia Geral são os primeiros a dar essas informações e a criar instabilidade no mesmo. E não existe ninguém que trave as suas verborreias mentais naquele programazeco de segunda. No entanto, não consigo perceber a lógica de quem um dia esteve com o Gordinho e no outro já quer que o Gordinho se ponha na alheta. Agora que as coisas correm mal zangam-se as comadres?

9. Jesualdo Ferreira para manager (manager?) do clube. Sem comentários. Provavelmente lá na Grécia os pagamentos já não chegavam a tempo e horas. Também desconfio que não cheguem a tempo e horas no Sporting. Manager? Ao estilo Inglês ou ao estilo Gordinho Style? Não percebo as funções, não percebo a escolha e assalariados sem fazer nada dentro e fora da estrutura do Sporting já há muitos (Sá Pinto\Domingos\Freitas)

10. Perante isto, mais um empate na Madeira. Mais do mesmo. Mais dos suspeitos do costume, os centrais. Mais um pouco daquela falta de ambição a que eles nos habituaram nesta época. E Vercauteren diz: “os jogadores precisam de férias” – já regressaram delas?

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o sporting voltou a empatar?

pois claro… quando são defesas a marcar os 2 golos diz tudo sobre o poderio ofensivo que a equipa tem.

cinco notas apoquentam o meu estado de espírito em relação ao sporting:

1. marcar ao sporting parece ser coisa fácil. com a liberdade que os laterais dão nas alas, basta colocar a bola no meio dos centrais e a coisa dá-se.

2. o capel continua a jogar no seu jogo vertical e já irrita. recebe a bola, olha pró chão e corre, sempre na mesma finta, sempre na mesma previsibilidade para quem o defende. assim, qualquer defesa adversária se sente confortável.

3. o meio campo com elias já enfastia. é um jogador que não acrescenta nada ao jogo do sporting. se não joga elias, joga gelson. se não jogam elias e gelson, joga pranjic. pranjic veio passar umas férias a Lisboa. cada vez menos compreendo a fixação deste belga por estes três jogadores. ainda mais quando tem fito no banco. e quando fito entra, o sporting parece ganhar alguma alma.

4. carrillo parece estar em campo contrariado. pelo 3º jogo consecutivo, faz uma daquelas arrancadas de mestre, papa dois de uma só vez mas depois atira por cima quando só tem o guarda-redes pela frente. já não tenho pachorra para ver um jogador que tem atributos técnicos mais que suficientes para ser um dos melhores do mundo e não os aproveita.

5. será que os ordenados estão a ser pagos?

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Antevisão da Liga Francesa

À semelhança do que tinha escrito para a Liga Alemã, respeitando a analogia coerente demonstrada nesse post em relação ao equilíbrio e imprevisibilidade da Bundesliga e da Ligue 1, é muito fácil a caracterizar a Ligue 1 Francesa.

As opiniões do pessoal que é mais próximo neste tipo de discussões de pré-temporada não são de todo unânimes no que toca ao poder da Liga Francesa: os mais velhos dizem-me que é uma liga interessante, mas em clara decadência, ou seja, longe do brilho e do poder que assumiu nas décadas de 80 e 90. Outros dizem-me que é uma liga com uma competitividade semelhante às ligas de 2ª linha do futebol europeu, ou seja, à Portuguesa, Holandesa, Russa, Belga, Escocesa, Romena, Turca. Depois de alguma introspectiva, seria errada não conciliar as suas opiniões. É uma liga interessante que assume cada vez menos peso no futebol europeu e ao nível de qualidade, está cada vez mais afastada das 3 principais ligas do futebol europeu. Por outro lado, se na década de 90 um adversário francês nas competições europeias para as equipas de 2ª linha do futebol europeu era um adversário temível, actualmente tal já não acontece e as equipas francesas estão vulgarizadas à emergência dos principais clubes dos países cujas ligas pertencem ao 2º patamar do futebol europeu no que diz respeito a confrontos nas provas europeias.

À semelhança da Bundesliga, a Ligue 1 é uma liga cujo vencedor é imprevisível. Difere apenas na medida em que não existe uma potência hegemónica que domine por completo o futebol Francês ao contrário do papel do Bayern no futebol alemão. No passado existiam Marselha e Saint Ettiène. Se o Marselha, após períodos conturbados ao nível de resultados desportivos, voltou a vencer a Ligue 1 em 2010, o Saint Ettiène continua a ser uma fortíssima equipa ao nível de formação mas está arredado dos títulos há muitos anos.

Passando a planos concretos, a Ligue 1 já vai na 3ª jornada, com algumas equipas capazes de chegar ao título, não sendo garantido que não volte a aparecer um outsider na luta pelo título como o Lille, o Montpellier ou o Auxerre. Os candidatos são claramente o Bordéus, o Lyon, o Marselha e o Paris Saint-Germain. Pelos jogadores que transitam da época passada e pelo investimento feito nesta época.
Numa 2ª linha prosseguem o objectivo do títuloclassificação para as competições europeias, o campeão em título Lille, o Toulouse, o Rennes e o Auxerre. O Lille, como campeão em título terá que redobrar esforços para conseguir acompanhar a evolução dos grandes franceses, principalmente do PSG, equipa cujo novo proprietário árabe investiu muito e com qualidade no seu plantel. Desde logo se destaca a contratação do internacional Argentino Javier Pastore ao Palermo de Itália por 40 milhões de euros.

Ao fim de 3 jornadas, nada está decidido. Fruto de 3 vitórias nas 3 primeiras jornadas quem lidera a classificação é o Montpellier. Nas posições seguintes com 7 pontos aparecem Toulouse e Saint Ettiène. Com 6, Caen e com 5 Lyon. PSG desilude com 4 (um empate, uma vitória e uma derrota) Lille também com 4, Marselha apenas com 3 fruto de 3 empates, e Bordéus com apenas 2, fruto de 2 empates.

Outro pormenor introdutório que se deve ter em conta nesta antevisão é o facto da Ligue 1 ser uma clara mescla de nacionalidades. Apesar do facto da formação francesa com qualidade emigrar bastante cedo para outras paragens (principalmente para clubes ingleses) esta está a perder número e qualidade para os estrangeiros, seguindo uma tendência manifestada pelos clubes franceses na última década. Todos os clubes estão recheados de estrangeiros, estrangeiros muito jovens e vindos de paragens muito distantes. Tal facto leva-me a concluir que os clubes franceses estão a apostar cada vez mais em talentos vindos de países não-europeus de modo a iniciar a adaptação desses atletas ao futebol europeu e amealhar interessantes somas de dinheiro com as suas vendas.

Para terminar, surpresa é esta ligue 1 começar com a ausência de vários históricos do futebol francês, que por vicissitude de más temporadas iniciam as suas épocas desportivas na Ligue 2. Falo do Mónaco, do Nantes (caiu na 2ª e nunca mais se endireitou) do Reims, do Metz e do Lens. São das melhores formações francesas. Basta ver o historial de todas juntas. Todos os títulos somados dão 22 títulos franceses e 4 supertaças.

Mais uma vez, peço desculpa pela excessividade de conteúdos do post e por alguma gralha ao nível de conteúdos, erros ortográficos e construção frásica que este post possa albergar. Aos que leram as duas últimas antevisões e aos que irão ler esta até ao fim, o meu obrigado.

Lille

Eden Hazard – O jovem talento Belga continua a defender o campeão em título. Propostas não lhe faltaram. Falou-se durante a pré-temporada do Real Madrid, onde o novo director-desportivo Zinedine Zidane é um confesso admirador do futebol do criativo Belga.

Na época 20112012, o Lille saltou da 2ª linha do futebol francês directamente para um título inexperado. Se nas últimas épocas, o Lille já se distinguia das equipas de meio da tabela pela regularidade de objectivos na liga, chegando à europa quase todos os anos (disputou por 2 vezes a Champions nos últimos 5 anos) uma geração incrível de jogadores conseguiu ultrapassar a dura oposição de equipas como o Marselha e o Lyon. Este Lille jogou na época passada contra o Sporting na fase de grupos da Liga Europa, tendo perdido tanto em casa como em Alvalade.

Com o título, alguns desses jogadores rumaram a clubes com melhores condições. Nada de estranhar. O lateral-esquerdo Emerson foi vendido ao Benfica, o costa-marfinense Gervinho rumou ao Arsenal, o centro campista Cabaye foi para Newcastle, Adil Rami rumou a Valência e outros jogadores menores foram procurar o seu espaço em clubes de menor dimensão com o ala Dumont, o avançado Frau ou o guarda-redes Ludovic Butelle.

Com o capital encaixado pelas vendas, os lucros do campeonato e o valor dos prémios que o clube irá receber pela participação na Champions, a direcção do Lille tentou reforçar os sectores que ficaram desfalcados com as contratações do experiente centrocampista internacional gaulês Benoit Pedretti (ex-Auxerre), do guarda-redes internacional Nigeriano Eneyama (é um bom guarda-redesesteve nas cogitações do Milan após o Mundial da África do Suljogava em Israel) o defesa Marko Basa (ex-Lokomotiv de Moscovo) e o avançado ex-Saint Ettiène Payet.
Apostou-se portanto na experiência para o reforço do plantel que este ano terá que enfrentar a Liga dos Campeões.

No entanto, nem tudo foi prejuízo para o Lille. Feitas as vendas, a direcção conseguiu segurar algumas das pérolas que levaram a equipa francesa ao título, casos do guarda-redes Landreau, dos defesas Bonnart, Debuchy, Souaré, Rozehnal e Franck Bériu, os médios Hazard, Obraniak, Rio Mavuba e Benoit Pedretti e os avançados Moussa Sow e Túlio.

Será portanto um ano muito difícil para o Lille. A qualidade deste plantel é bastante interessante. Apenas faltará perceber se a proeza da época transacta poderá ser novamente cumprida esta época. Para isso, as primeiras jornadas da Liga e a convivência com os objectivos da equipa na Champions serão determinantes para desvendar aos poucos o desfecho na Ligue 1.

Toulouse

Paulo Machado é o nosso representante máximo em França. O jovem médio conseguiu chegar à selecção nacional após ter vingado no Toulouse. Ocupa uma posição específica na selecção (trinco) numa altura onde existe uma certa carência de jogadores nacionais de qualidade.

Das equipas de meio da tabela da Liga, o Toulouse é daquelas que faz sempre um investimento interessante e estudada. Esta época não veio confirmar esta premissa.
Longe vão os tempos em que neste clube despontou Gignac, agora jogador do Marselha e as participações do clube nas competições europeias.

Na época passada inaugurou-se uma nova era no clube. Nesta época, o Toulouse não investiu tão bem nas suas contratações face às saídas que sofreu. Yoanis Tafer voltou à casa-mãe em Lyon, após muito assédio do Barcelona. Cetto rumou a Palermo, Soren Larssen decidiu voltar à Dinamarca para representar o Aarhus.

O Toulouse poderá contar com jogadores como o guarda-redes Yohan Péle, o internacional Português Paulo Machado (as boas exibições no clube franceses já lhe deram acesso à selecção nacional) e o Norueugês Braaten. Terão decerto um campeonato tranquilo, sem objectivo virado para a europa.

Saint-Ettiène

Algumas saídas importantes, algumas entradas com valor.

O Saint Ettiène continua a ter um plantel simpático que lhe garante uma época bastante tranquila e quiçá a luta pelas provas europeias.

Saíram Payet (Lille) Blaise Matuidi (PSG) e Gelson Fernandes para o Leicester.

Entraram Gonzalo Bergessio (após empréstimo ao Catania) Guiane Daw (após empréstimo ao Saragoça) Florent Sinama-Pongolle por empréstimo do Sporting, o central Paulão (contratado ao Braga) Ruffier (ex-Mónaco) o avançado Aubemeyang (ex-Milan) o médio defensivo Jeremy Clement (envolvido no negócio Matuidi) e o veteraníssimo ala Steed Malbranque, vindo do Sunderland. Malbranque deverá terminar a carreira no clube após muitas épocas consecutivas pela Premier League onde atingiu o seu auge no Tottenham.

Juntam-se ao Norte-Americano Carlos Bocanegra, o central Sylvain Monsoureau, a Jean Pascal Mignot, ao nº10 Laurent Battles e ao togolês Boubacar Sanogo.

Caen

Pouco para dizer. Ganhou nas primeiras duas jornadas da Liga apesar de ser uma equipa com um plantel muito modesto onde Pierre Alan Frau foi a melhor contratação. O experiente avançado veio do Lille.

Rennes

Mais uma equipa com claras aspirações à europa.

Um plantel bastante interessante, sem puxar os cordões à bolsa neste defeso. Até porque o Rennes é uma das equipas que vive muito da sua excelente formação.

Destaques para os defesas Chris Mavinga, Apam (defesa-esquerdo internacional Nigeriano que gosta muito de subir no terreno) e Yassine Jebbour, para os médios Tettey (médio que veio do Rosenborg) Stephane Dalmat, para o internacional Camarones Mandjeck, para o extremo Jonathan Pitroipa (veio do Hamburgo da Alemanha neste defeso) e para o avançado colombiano Montoya.

Ganhar em Rennes será sempre uma tarefa muito difícil.

Olympique Lyonnais

Mahammadou Diarra volta a Lyon depois de ter saído para o Real Madrid, onde durante 4 temporadas não teve grandes oportunidades de se evidenciar.

Ao contrário dos últimos defesos, o desta época foi muito calmo para os lados de Lyon. A equipa ainda tenta recuperar da época de ouro onde o clube venceu 7 ligas de forma consecutiva. Para isso, a direcção do Lyon decidiu que a estabilidade seria o melhor caminho a seguir para que o clube volte a vencer ao nível interno e consiga voltar às grandes exibições na Champions.

Ao nível da política de contratações, o Lyon deixou de comprar e passou a lançar mais jovens da sua formação na sua equipa principal.

Ao nível de saídas, o Lyon livrou-se de alguns excedentes que se encontravam no seu plantel. César Delgado voltou ao México para representar o Monterrey, Pape Diakhaté voltou ao Dinamo de Kiev e o guarda-redes Hartlock foi dispensado.
Por outro lado não recusou a proposta de 10 milhões do Málaga pelo armador de jogo Jeremy Toulalan.

Entraram Bakary Koné, Yoanis Tafer (deverá ser o seu ano de afirmação no Olympique Lyonnais) o central Seguin também regressou de empréstimo ao Dijón e pela sua qualidade (internacional sub-21 francês) deverá constituir-se como uma opção para uma defesa do Lyon que ainda continua a viver do Brasileiro Cris. O Ganês John Mensal também foi contratado ao Sunderland.

Juntam-se a uma equipa recheada de talento cujas apresentações são dispensáveis: Hugo Lloris (longe de compensar os 7,5 milhões pagos pelas suas contratações e os créditos com que entrou em Lyon) Cris, Dejan Lovgren, Anthony Reveillère, Aly Cissokho, Kim Kallstrom, Miralem Pjanic, Ederson, Michel Bastos (voltou a não sair de Lyon) Yoann Gourcouff, Lisandro Lopez, Bafetimbi Gomis e Jimmy Briand para além das mais recentes coqueluches da formação “Lionesa” casos do internacional sub-21 Português Anthony Lopes, do lateral direito Lamine Gassama, do médio-centroala Grenier, do trinco Gonalons, Enzo Real, Alexandre Lacazette e Ishak Belfodil.

Evian

Recém-promovido à Liga. Terá muitas dificuldades em manter-se no primeiro escalão do futebol francês, apesar de nas fileiras um avançado como o veteraníssimo Sidney Govou. Recebeu por empréstimo o Dinamarquês Daniel Wass do Benfica.

Lorient

Perdeu alguns jogadores interessantes da boa campanha que fez na época passada. Mesmo assim, os laranjinhas partem com o objectivo expresso assente numa época tranquila e quiçá numa gracinha nas Taças.

Saíram jogadores importantes como Kevin Gameiro (PSG) Morel e Amalfitano (Marselha) Sosa (Boca Juniors) e o avançado internacional sub-20 Gaulês Gilles Sunu, que regressou ao Arsenal após empréstimo.
Nas contratações, o Lorient apostou em alguns jogadores conhecidos do público Português: o lateral-direito Pedrinho da Académica e Lucas Mareque, lateral-esquerdo argentino que passou pelo Porto e que jogava no Independiente da Argentina. Entre as outras contratações importantes juntam-se Julian Quercia, o argentino Gabriel Penalba e o avançado Jeremy Aliardere.

Montpellier

John Utaka – O Nigeriano é claramente a maior estrela deste Montpellier.

Equipa que se tem destacado nos últimos anos na Ligue, após algumas épocas difíceis pelos escalões secundários do futebol francês.

O Montpellier não é um candidato às competições europeias, mas no entanto tem uma equipa que pode surpreender e com um bocado de sorte nos resultados poderá alcançar um lugar europeu. Facto que o comprova é o 1º lugar isolado à 3ª jornada com vitórias.

Ao nível do defeso, o Montpellier viu o central Bósnio Spahic rumar ao Sevilla, tendo contratado o central brasileiro Hilton para colmatar a saída do Bósnio. De resto, os responsáveis técnicos e directivos da equipa do Sul de França não decidiram mexer muito na espinha dorsal de uma equipa que conta desde logo com um excelente guarda-redes (Geoffrey Jourdren) que já foi convocado para a selecção gaulesa e já despertou a cobiça de poderosos clubes europeus como o Milan ou a Juventus e a comparação a Sebastien Frey, o lateral direito Garry Bocaly (ex-internacional sub-21 pela França), o camaronês Henry Bedimo, o defesaala esquerdo Chileno Marco Estrada (um jogador muito interessante na minha opinião), os médios Lacombe (contratado ao Mónaco) Pitau e Cabella, e o Nigeriano John Utaka (um extremo muito veloz que já brilhou no Portsmouth de Inglaterra, que gosta de ganhar a linha em velocidade e acaba por ser um bom finalizador).

Sochaux

Pouco posso dizer sobre esta equipa.

Saiu o defesa Jacques Faty para o Sivasspor da Turquia. Faty, enquanto internacional sub-21 pela França era considerado uma das grandes promessas do futebol mundial. Não confirmou as suas credências e o seu irmão mais novo (Ricardo) vai pelo mesmo caminho. O avançado Nigeriano Brown foi para o Dinamo de Kiev e o avançado Vaclav Sverkos decidiu voltar à República Checa.
Sem contratações de grande destaque, o Sochaux contra nas suas fileiras com o defesa Brechét (formado em Lyon, destacou-se vários anos ao serviço do Olympique) o central Damien Perquis, o médio brasileiro Carlão e o avançado português Rafael Dias.

Olympique de Marselha

Didier Deschamps volta a ter o Marselha na máxima força para encarar o objectivo do título.
O defeso em Marselha ficou marcado por muitas saídas e muitas entradas, por muitos desejos e por muitas coagitações.

Ao nível das saídas e entradas:
– Saíram em relação à época passada Taiwe Taiwo para o Milan como se esperava desde Janeiro, aquando da rejeição do central Nigeriano em assinar renovação de contrato com o clube Marselhês. Taiwo executou uma enorme novela quanto ao seu futuro. Foi dado como certo no Benfica, no Sporting, no Real Madrid e acabou no Milan onde terá a concorrência no flanco esquerdo de Emanuelson, contratado ao Ajax no passado mês de Janeiro.
Quem também acabou contrato com a turma Marselhesa foi o central Heinze, tendo o argentino rumado para a AS Roma. O central Brasileiro Hilton foi para Montpellier, depois do pouco espaço no plantel que Deschamps lhe reservou. Aos 32 anos e depois de muitas épocas no clube, o médio Abriel também decidiu ir para Nice. O veterano trinco Edouard Cissé também foi para Auxerre.

A presença de Lucho González no plantel Marselhês continua a ser uma incógnita. Primeiro, existiu um rumor que o jogador pretendia voltar ao Porto. Com a entrada de Villas-Boas no Chelsea, o técnico português deverá ter pedido o internacional argentino e falou-se da hipótese deste rumar a Londres por uma verba a rondar os 8 milhões de euros com a cedência em definitivo e e em regresso ao clube do Costa-Marfinense Drogba. Drogba terá rejeitado voltar a Marselha.
Isto implicou a entrada de clubes italianos no concurso do argentino. A Roma anda de olho e pretende concluir o negócio. O Porto também está atento ao argentino caso João Moutinho seja contratado até ao fecho do mercado.

Ao nível de entradas, o Marselha contratou Amalfitano e Morel ao Lorient, o defesa senegales Bow ao Cannes, o jovem central Camaronês Koulou e o experiente Djimi Traoré ao Mónaco e o experiente trinco Alou Diarra ao Bordéus.

Permanecem no plantel o guarda-redes Mandanda, os defesas Cesar Azpiculeta (algo azarado na primeira época de Marselha) Souleymana Diawara e Fani, os médios Cheyrou, Charles Kaboré, Stéphane Mbia, Lucho e Mathiew Valbuena (médio ala direitoesquerdo que teve muito perto de assinar pelo Arsenal) e os avançados Gignac, Loic Remy, e os avançadosextremos André e Jordan Ayew.

Dijon

Recém-promovido.

Desconheço quase por completo esta equipa, como devem compreender.

Conheço apenas alguns nomes como o central Costa-Marfinense Meité (ex-Marselha) o Japonês Matsui (já foi apontado ao Sporting), o médio centro Younoussé Sankharé (não vingou no PSG, é um esquerdino bastante interessante e Freddy Drogba, irmão mais novo de Didier Drogba.

O Dijon é portanto uma equipa que irá procurar a manutenção. Terá um campeão duro.

Bordéus

Yoann Gouffran, em luta com Taiwe Taiwo na imagem.

Muitas saídas sem afectar a qualidade da equipa. Quem acabou por sair deste Bordéus de Francis Gillot acabaram por ser aqueles que não tem espaço no plantel.

Falo portanto do veteraníssimo guarda-redes Ramé (rumou ao Sedan da 2ª divisão quiçá para terminar carreira) o médio de 30 anos Fernando (foi para a Arábia Saudita) assim como o ala esquerdo Wendel, o médio Pierre Ducasse foi para Lens, o defesa Sané para Nancy e depois de uma passagem frustrada por Bordéus onde o argentino apenas rendeu no ano do título, Fernando Cavenaghi foi dispensado para o River Plate, clube de origem. Alou Diarra rumou a Marselha

Ao nível de entradas, o médio Belay (ex-Sochaux) o jovem médio polaco ex-Reims Krychowiak e os médios Abdou Traoré, o Sertic e N´Guemo juntam-se a uma equipa que conta com nomes como Cedric Carasso, os defesas Michael Ciani (gosto bastante da elegância deste central e Ciani faz também questão de ser um central goleador) Henrique, Lamine Sané (algo irregular mas demonstra talento) Savic, Chalmé, Planus e Tremoulinas, aos médios Khalfalla e Plasil (o meio-campo do Bordéus é praticamente novo) e os avançadosextremos Henry Saivet (será este o ano da confirmação?) Jussiê, Bellion (a cair em desgraça no futebol francês após sucessivos empréstimos por parte do Bordéus) e Emiliano Sala, jovem argentino que já passou pelas camadas jovens do FC Porto.

Brest

Mais uma equipa semi-desconhecida no que toca a potencial.

Sei que fizeram uma época muito interessante na época passada e dispõe de alguns bons atletas no seu plantel como é o caso de Johan Hartlock (guarda-redes contratado ao Lyon) Jonathan Zebina (defesa direitodefesa central que já passou pela Juventus e foi contratado pelo Brest ao Bréscia de Itália) o argentino Gentilleti (contratado ao Boca) e os centrais Daf (internacional pelo Senegal; central de raiz que também actua perfeitamente como trinco) Coulibay e o marroquino Ahmed Kantari, jogador formado no PSG que apenas está a vingar em Brest.

Na frente, 4 razoáveis dianteiros: o israelita Ben Basat, o conacri Larsen Touré, o Togolês Ayité e o Francês Poyet.

Auxerre

Claramente uma das melhores escolas de formação do futebol francês. De todos os clubes presentes nesta liga, o Auxerre é claramente o clube que formou mais atletas franceses directamente para os grandes clubes da europa e para a própria selecção gaulesa.

Nos últimos anos, a lista de jogadores formados no Auxerre que conseguiram chegar à selecção é vasta e acima de tudo, caso estes atletas voltassem ao clube de formação, o Auxerre seria um sério candidato ao título. Senão, ora vejamos: Phillipe Méxés, Jean-Alain Boumsong, Djibril Cissé, Bacary Sagna, os irmãos Cheyrou são alguns dos exemplos de jogadores formados na equipa que um dia foi comandada pelo histórico Guy Roux, talvez o treinador com o record de mais tempo num único clube em todo o planeta.

Depois de bons resultados nas épocas anteriores (o Auxerre voltou a disputar o playoff de acesso à liga dos campeões na época passada depois de na última participação na competição ter eliminado na época 20022003 o Boavista) o Auxerre volta à competição com os olhos postos num lugar europeu. De facto, a turma comandada agora por Laurent Fournier (antigo internacional Francês cuja carreira passou por bons clubes como PSG, Lyon, Marselha e Bordéus) tem capacidades de chegar à Liga Europa, apesar das saídas de relevo que sofreu nesta época de transferências.

Qualquer equipa que faça boa campanha na Liga Francesa (caso do Auxerre) terá muitas dificuldades em segurar os seus atletas. É o caso claro desta turma francesa que este ano viu sair o extremoavançado esloveno Birsa para o Génova (Birsa é um jogador bastante versátil e vai-se dar muito bem em Génova) Benoit Pedretti para o Lille e Mignot para o Saint Ettiène. Três peças fundamentais que Fournier substituiu por alguns jogadores jovens onde se destaca o israelita Ben Sahar, contratado ao Espanhol de Barcelona, que já na época passada o tinha emprestado ao Hapoel Telaviv e o veterano Edouard Cissé.

Dennis Oliech – O Queniano é a principal estrela deste Auxerre e pertence à melhor fornada de jogadores do país, em conjunto com jogadores como McDonald Mariga (Inter) Patrick Osiako (Mjallby da Suécia) Patrick Oboya (Banik da República Checa) Roberto Mambo Mumba (GIF Sundsvall da Suécia) Ekhelie (IFK da Finlândia) George Odiahmbo (Randers da Dinamarca) e George Situmba (TiranaAlbânia) Arnold Otieno (MossDinamarca) Adam Shabban (NybersgundNoruega) Victor Wanyama (Celtic de Glasgow) e Taiwo Atieno (Stevenage de Inglaterra). Em jeito de curiosidade, o futebol queniano tem mais atletas a jogar em clubes europeus, alguns de renome, casos do Inter, do Auxerre e do Celtic.

No plantel de Laurent Fournier, transitam da época passada o defesa direito Hengbart (um jogador bastante interessante que despontou tarde para o futebol francês) o Suiço Grichting, os centrais Coulibaly e Sidibé e o defesa-esquerdo Berthod.

No meio-campo, a ausência de Pedretti será suplantada pelas contratações, pelo polaco Dudka, pelo marroquino Chafni (o criativo desta equipa) e pelo burkina faso Alain Traoré.
Na frente, Fournier poderá contar como Anthony Le Tallec, Rudy Haddad, Ben Sahar, Dennis Oliech, Yaya Sanogo (jovem jogador que pertence à nova geração de promessas do futebol francês) e Issam Jemaah, sendo que todos estes jogadores tanto podem actuar na frente como nas alas, permitindo o esquema de 4x3x3 simples a Fournier.

Ajaccio

Alguns nomes interessantes resultantes de contratações da equipa para este época e pouco mais. Entre eles, o internacional Mexicano Guillerme Ochoa, guarda-redes muito hábil e algo excêntrico que já esteve na mira do Real Madrid mas acabou em França na equipa da ilha autónoma da Córsega devido a um escândalo de doping no méxico onde acusou positivo. De resto, destaque para o médio internacional pela Argélia Medjani (um box to box muito forte fisicamente que merecia uma oportunidade num clube de maior dimensãoformado nas escolas do Liverpool) e para o experiente ponta de lança Ilan, jogador que há muitos anos actua em França com passagens por Saint Ettiène, Sochaux e fora de frança pelo Paraná, São Paulo, Internacional de Porto Alegre, West Ham e Atlético Paranaense.

Nancy

Outra equipa que terá muitas dificuldades para se manter.

Dois razoáveis guarda-redes: Gregorini e Guy Assembé, guarda-redes suplente de Kameni na selecção dos camarões.
Na defesa, destaque para o Brasileiro André Luiz e para o marroquino Chretien (capitão de equipa).
No meio-campo, as referências são Pascal Berenguer e Jonathan Brisson, jogadores que fizeram toda a carreira no Nancy.
Na frente, o camaronês Bilé é o homem dos golos em conjunto com Youssouf Hadji (irmão de Moustapha Hadji, jogador que jogou nos anos 90 pelo Sporting).

Valenciennes

Idem aspas no que foi dito acerca das últimas equipas.

O Valenciennes conta com Julien Penneteau na baliza. Penneteau foi internacional sub-21 e era considerado em França o titular mais que certo dos “Bleus” para esta década. Penneteau não conseguiu provar as credenciais que lhe eram apontadas mas não deixa de ser um interessante guarda-redes para o Valenciennes, modesto clube que tentará fugir da despromooção.

Destaque também para o talentoso médio internacional Colômbiano Carlos Sanchéz, médio volante que relança a carreira em Valenciennes após uma experiência falhada no Olympiakos da Grécia.

Nice

Apesar do mau arranque de campeonato, os responsáveis do Nice esperam uma época tranquila em que a manutenção seja atingida cedo.

Muitas nacionalidades numa equipa que conta com:
– o jovem internacional Colombiano David Ospina na baliza. Deverá ser o novo Lloris visto que tem mais que talento para render no Nice e saltar para um clube de maior dimensão
– os defesas Fabian Monzon (ex-Boca) Kevin Gomis (ex-Naval) Jonathan Quartey, Mabiala e François Clerc (internacional Francês que representou o Lyon durante várias épocas)
– no meio-campo, a experiência e veterania faz-se sentir com Fabrice Abriel, David Helleybruck, Camel Meriem e Didier Digard, que apesar dos 25 anos já jogou no PSG e Middlesbrough.
-na frente do ataque, Anthony Mounier é a principal referência. Este avançado de 23 anos formado nas escolas do Lyon continua a ser um jogador que prometeu muito mas ainda não conseguiu dar um salto qualitativo na sua carreira. Veio para Nice no pacote Lloris.

PSG

Javier Pastore é claramente a maior contratação dos Parisienses e sem dúvida um dos jogadores que fez agitar o mercado de transferências esta época.

Renovado PSG rumo ao título, dizem os Franceses. Desde que o Sheik Bin Hamad Al Thani tomou conta do clube parisiense, os adeptos do PSG só pensam no título Francês e no pontapé na crise de resultados que abala o clube há muitos anos, não obstante do facto de sempre ter contratado jogadores de qualidade a preços exorbitantes como foi o caso de Marcello Gallardo, Ronaldinho Gaúcho e Pauleta.

O sheik não olhou a meios para reforçar o plantel às ordens do jovem técnico Anthony Koumbouaré. Muitas foram as contratações de qualidades executadas pelos parisienses: Javier Pastore custou 43 milhões e veio do Palermo, o luso-gaulês Kevin Gameiro veio de Lorient com a promessa de golos, o extremo talentoso Jeremy Menez vem da Roma, o possante médio Matuidi do Saint Ettiène, o defesa Bisevac do Valenciennes, o guarda-redes Sirigu do Palermo e Sissoko vem da Juventus para muscular o meio campo dos Parisienses.

Apesar da pequena fortuna gasta em contratações, o PSG foi buscar excelentes futebolistas e até se poderá dizer que tem o melhor meio-campo da Liga.

Em especulação para reforçar o ataque continuam Bendtner e o argentino Diego Milito. O jogador do Inter terá recusado a mudança para os parisienses, mas o dinheiro do Sheik poderá falar mais alto na hora da decisão do argentino.

De saída, estão Giuly (volta ao Mónaco para terminar carreira, o guarda-redes Armeno Epoula Adel vai jogar para Israel, Younousse Sankharé para Dijon e o ala esquerdo Jeremy Rothen vai para Bastia terminar a carreira à semelhança de Giuly depois de ter sido contratado ao Mónaco com a promessa que seria aquele que iria resolver grande parte dos problemas do PSG e acabou por não render aquilo que se esperava nas épocas que passou em Paris.


Aos 21 anos, Mamadou Sakho revela-se como a grande promessa francesa para a posição de central. Alto, possante, duro, com um posicionamento interessante e forte no desarme.

No plantel parisiense, continuam o lateral-direito Ceará (5ª epoca no clube) o central Zoumana Camará, o lateral-esquerdo Sylvain Armand, o extremo Nênê, o médio versátil Mathieu Bodmer, o centro-campista Chantome e os avançados Luyindula, Hoarau e Erdinç.

Anthony Koumbouaré tem portanto matéria-prima para poder chegar ao título na Ligue 1.

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