Tag Archives: Fiorentina

Fiorentina 3-2 Genoa

Respira-se muita bola em Firenze. Confesso que não vi o jogo. Duas horas depois em Aveiro, outros interesses clubísticos se levantavam com o Beira a receber o Nacional. Vi os resumos da liga na Sky Itália. Deu para ver que a nova dupla de Firenze, o Tonto e o Mascarilha da Toscânia, ou como quem diz, o Sérvio Adem Ljajic e o mágico Montenegrino Stevan Jovetic partiram a loiça na primeira parte. O Genoa ainda ameaçou por duas vezes mas foi o antigo central do Villareal Gonzalo Rodriguez a fechar a contagem a 15 minutos do fim. Montella soma e segue. É pena que o Milan tenha vencido. Ainda não é desta que a Fiorentina entra em lugares classificáveis para a próxima edição da Champions. Contudo, o duelo com o Milan no Artémio Franchi (7 de abril) está cada vez mais próximo e a ansiedade em Firenze aumenta. 3 anos depois, Andrea Della Valle pode devolver o clube à glória.

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os melhores adeptos do mundo

fiorentina

A Curva Fiesole (Collectivo Autonomo Viola e Settebello) não deixou de deixar uma mensagem de incentivo ao Sporting Clube de Portugal e às suas claques, pelas quais nutrem muito carinho, pela morte do antigo presidente do Sporting Clube de Portugal João Rocha. É por estes gestos que eu amo este clube.

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lazio 0-2 Fiorentina

Com a Champions em ponto de mira, grande vitória Viola em Roma frente à Lazio por 2-0. Golos da dupla dos balcãs. O montenegrino Jovetic abriu o marcador dos 20″ a passe de Borja Valero. Mais um jogaço do centrocampista espanhol na Serie A. Aos 50″, de livre, o Sérvio Adem Ljajic não deu hipótese a Federico Marchetti. A Fiorentina passa a Lazio na classificação sendo agora 4º com 48 pontos, a 3 do Milan e 5 do Napoli. Para a semana recebe o aflito Genoa (um lugar acima da linha de água com 26 pontos) no Artémio Franchi. Em caso de vitória, os olhos ficam expostos no que Milan e Napoli poderão fazer em sua casa contra Palermo e Atalanta respectivamente.

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Fiorentina 2-1 Chievo

Larrondo

Marcelo Larrondo, avançado de 23 anos formado nas escolas do River Plate que foi emprestado pelo Siena (rival da região da Toscania) à Fiorentina marcou o golo Viola já ao cair do pano num jogo cuja vitória foi muito difícil de desbloquear aos jogadores de Firenze contra o Chievo Verona.

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Curva!

4-1 no derby regional ao Siena no passado mês de Dezembro. Curva Fiesole. 250º jogo do capitão Manuel Pasqual ao serviço da Viola!

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O fantástico Delio Rossi

delio rossi

Communale Luigi Ferraris, Genoa, esta tarde.

Delio Rossi igual a si mesmo. Depois de ter protagonizado na época passada um dos momentos mais tristes da história da Fiorentina quando agrediu o extremo Sérvio Adem Ljajic (e foi despedido imediatamente por Andrea Della Valle), no final do jogo de hoje contra a Roma respondeu assim a um bate boca com o defesa da AS Roma Nicolás Burdisso.

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18:51

A Fiorentina acaba de perder em Turim.

É impossível lutar contra o meio-campo da Juve. Que meio-campo fantástico. Arturo Vidal, Andrea Pirlo, Paul Pogba, Claudio Marchisio, Giovinco, Luca Marrone, Mauricio Isla (lesionado há algum tempo mas irá voltar em breve e quando voltar também será opção) – arrisco-me a dizer aqui que estamos perante o melhor 2º melhor meio-campo da actualidade. Com gente na frente como Simone Pepe, Alessandro Matri, Nicolás Anelka, Fabio Quagliarella, Mirko Vucinic e Niklaas Bendtner, não existe ninguém em Itália que possa fazer frente a esta Vecchia Signora.

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Democracia Corinthiana

Corinthians

Corinthians, São Paulo, 1981.

No ano de 1981, enquanto muitos estudantes, artistas e intelectuais participavam das campanhas pelo fim da ditadura militar no Brasil, um clube de futebol brasileiro teve uma experiência inédita de gestão compartilhada e democrática.

A Democracia Corithiana – movimento liderado pela direcção e por alguns jogadores do clube como Sócrates, Wladimir e Casagrande teve efeito renovador na estrutura autoritária que caracterizava e caracteriza a direcção de clubes de futebol. A Democracia Corinthiana ultrapassou as quatro linhas e também só foi permitida porque Sócrates era uma grande figura do futebol Brasileiro e o Corinthians era e (é) o clube com mais adeptos no Brasil (actualmente estima-se que sejam mais de 16 milhões em todo o território brasileiro).
A Democracia Corinthiana procurou a participação de atletas e funcionários do Corinthians nas decisões  que diziam respeito ao clube. Entre os itens que se pretendiam decidir estavam a abolição da concentração para alguns jogos, a definição dos horários das viagens e hora de partida, a contratação de novos jogadores e as mudanças na equipa técnica. O movimento durou de 1981 a 1985. A Democracia Corinthiana não foi uma tentativa de revolução ou uma proposta concebida pelos jogadores do Corinthians.
Em 1981, o sociólogo Adilson Monteiro Alves foi convidado pelo então presidente do clube Waldemar Pires para ser o director de futebol. Alves nunca tinha sido dirigente de um clube de futebol. Logo, entrou com novas ideias (vindas da sociologia) que nunca tinham sido experimentadas no futebol até então: um processo colectivo de tomada de decisões que envolvia a participação de jogadores, funcionários e equipa técnica num modelo de gestão democrática.
A proposta de Alves acabou por ser um sucesso. Além de unir o balneário da equipa, ajudou o clube a ultrapassar uma das fases mais difíceis da sua história quando em 1981 o clube desceu à 2ª divisão brasileira. Com o consequente movimento dos jogadores e equipa técnica no processo de tomada de decisões, em 1982 e 1983, o Corinthians foi bicampeão paulista e subiu novamente à 1ª divisão. Como herança deste período, os jogadores que constituíam o elenco destes 4 anos de vida do clube são hoje os ex-jogadores com voz activa junto das direcções do clube.
Que contexto histórico favoreceu essa mudança de postura?
De acordo com os estatutos do Corinthians em 1981, o então presidente do clube Vicente Matheus não podia recandidatar-se para a re-eleição. Por isso lançou Waldemar Pires como candidato e incorporou-se nessa candidatura como vice-presidente convicto de que continuaria a mandar no clube. Porém, ao ser eleito presidente do Timão (alcunha carinhosa pela qual é conhecido o Corinthians) Pires rompeu com Matheus e foi nesse momento que decidiu que a gestão do Corinthians seria outra daí em diante. Convidou então Adilson Alves para ser director do futebol profissional e juntos haveriam de arquitectar a Democracia Corinthiana. A gestão de Pires durou até Março de 1985, aquando da eleição para a presidência do clube de Roberto Pasqua (membro da ARENA; Aliança Renovadora Nacional; partido criado em 1965 para apoiar o regime militar) que, como partilhava das ideias do regime, encerrou o projecto da Democracia Corinthiana.
A Democracia Corinthiana contribuiu para a re-democratização do Brasil na medida em que era uma equipa popular com milhões de adeptos no Brasil. O apelo do clube junto às massas foi fundamental para divulgar a necessidade da democracia no Brasil, principalmente entre as classes sociais mais jovens. O movimento foi portanto um sucesso nesse campo e no campo desportivo pois deu títulos e estabilidade organizativa ao clube. A nível social e política, encetou uma evolução muito interessante ao nível da cidadania, ao instruir civicamente milhões de brasileiros (corinthianos ou não) que não tinham quaisquer noções políticas. O que apareceu como uma proposta de relações profissionais tornou-se um marco político da história contemporânea do Brasil.
Campeonato do Mundo de 1982 em Espanha – O último presidente da ditadura militar brasileira João Baptista Figueiredo, tentou utilizar a estratégia de 1970. Tentou usar o futebol e a presença do “escrete” em Espanha para espalhar a ideia de um Brasil em pleno desenvolvimento, com a construção de grandes obras ao nível de infraestruturas e a selecção vitoriosa como a personificação do sonho de desenvolvimento. O Brasil, ou melhor, a selecção brasileira, era favorita à vitória em Espanha e ostentava nas suas fileiras jogadores como Zico, Junior, Luisinho, Socrates ou Falcão. Acabaram eliminados pela Itália de Paolo Rossi nos quartos-de-final e essa eliminação abalou ainda mais o regime.
Qual foi o papel de Sócrates na Democracia Corinthiana?
Sócrates era o líder da Democracia Corinthiana na medida em que era o “braço operário do movimento”. Ele foi o grande ideólogo do movimento e do processo colectivo de tomadas de decisão. Foi o principal entusiasta da ideia, chegando inclusive a levar a inscrição Democracia Corinthiana para o relvado. Foi o principal entusiasta de um projecto de cidadania e gestão partilhada que se estava a implementar podia-se tornar uma acção maior à escala brasileira.
Médico de formação, “o doutor”, alcunha pela qual ficou eternizado no mundo do futebol, tinha interesses na política na tentativa de disseminação da ideia de democracia no Brasil ditatorial. Já nos anos 80, como ídolo de todo um país, participou na campanha das DIRECTAS (movimento popular que reinvindicava eleições directas para a presidência do Brasil em 1983 e 1984). Sócrates acreditava que o futebol poderia ser veículo de canalização de informação a favor da democracia. Participou nos campeonatos do mundo de 1982 e 1986 e foi um dos maiores jogadores da história do Corinthians e do futebol brasileiro. Depois do Corinthians, haveria de jogar uma época (1984\1985) na minha Fiorentina onde em 25 jogos apontou 6 golos.

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Pogba e os erros de casting do Manchester United

Estava eu no outro dia no quentinho do meu lar a ver este jogo, quando este senhor (Paul Pogba) espeta dois balázios em cheio nas redes da Udinese. Dei por mim a pensar: “calma, este gajo veio do United”. Fui ao motor de busca e confirmei.

Deu-me que pensar.

Antes de mais, Paul Pogba é mais um diamante em bruto do futebol. Este Gaulês de 19 anos, nascido em Lagny-Sur-Marne (suburbios de Paris) e nascido para o futebol por via do Le Havre (a melhor escola de formação do futebol francês, dizem; a comprovar formaram jogadores com Ibrahim Ba, Pascal Chimbonda, Vikash Dhorasoo, Lassana Diarra, Anthony Le Tallec, Gael Kakuta ou Steve Mandanda) será (não tenho quaisquer duvidas em afirmar isto) o homem mais capaz para mandar no meio campo da selecção Francesa no futuro. Elegante, é uma mistura de John Obi Mikel (ao nível de técnica) com Patrick Vieira (força, desarme, resistência). Joga a 6. Tanto o vemos em tarefas defensivas como ofensivas. Dono de um recorte técnico invejável, é um bom médio de suporte (desenrasca-se muito bem tanto a passar quando a rapidez do jogo exige opções rápidas e eficazes como a driblar adversários) e tem um pontapé de meia distância simplesmente maravilhoso.

Já escrevi várias vezes neste blog que o departamento de scout do Manchester United é uma das pedras basilares do sucesso do clube, em particular, do sucesso de Sir. Alex Ferguson à frente do clube. No entanto, não deixo de notar que nos últimos anos tem existido algumas incongruências nesse sector, fruto de algumas decisões do treinador escocês.

Ora vejamos.

Paul Pogba foi contratado ao Le Havre em 2009, com apenas 16 anos, a custo zero numa transferência que deu que falar. Assim como a transferência de Kakuta para o Chelsea, o Le Havre queixou-se que o Manchester United aliciou o jogador e a família do jogador com dinheiro. O United afirmou na altura pela sua direcção que a mudança de Pogba se devia por razões estrictamente monetárias visto que o jogador não tinha qualquer contrato profissional assinado com o clube que actualmente está na Ligue 2. O Le Havre respondeu com uma queixa na FIFA (que chegou a impossibilitar o United de inscrever jogadores num período de 1 mês) e alegou que Pogba e família tinham vencimentos pagos pelo clube no valor de 87 mil euros anuais e uma casa oferecida pelo presidente. O Le Havre perdeu a causa e o United levou o jogador.

Pogba esteve cerca de um ano e meio a jogar pela equipa de juniores e pela equipa de reservas do clube inglês. Até que em Janeiro de 2012 fez a sua única aparição na equipa principal, num jogo da Liga frente ao Swansea. Como não treinava regularmente com a equipa principal, em Junho deste ano decidiu rumar a Turim para representar a Vecchia Signora, a custo zero, depois de Ferguson lhe ter implorado que ficasse em Manchester onde teria mais minutos de jogo na equipa principal. Na Vecchia Signora, segundo se sabe, recebe um ordenado de 100 mil euros mensais e é titularíssimo da equipa, mesmo apesar do meio campo da Juve ter soluções como Claudio Marchisio, Simone Padoin, Andrea Pirlo, Arturo Vidal, Luca Marrone ou Mauricio Isla.

A ironia. Um dos falhanços do Manchester na época passada foi precisamente o meio-campo. Carrick está na curva descendente da sua carreira, Fletcher é segurado por Ferguson sabe-se-lá porquê (talvez precise de alguém para falar o gaélico), Anderson pouco ou nada fez para envergar a camisola do United desde que chegou ao Porto e já vi Ferguson perder a cabeça por menos com jogadores mais bem cotados que o Brasileiro como foi o caso de Kléberson. Não restou outra opção a Ferguson do que adaptar o velho Giggs ao miolo e ir buscar Scholes aos campos de treinos das camadas jovens do clube. Esta época lá conseguiu disfarçar a coisa com a chegada de Cleverley e Kagawa ao clube, sendo que o primeiro é jogador da formação. Se Ferguson tivesse apostado em Pogba na época passada, quando sentiu plenamente que não tinha um trinco e um organizador de jogo, talvez o gaulês ainda envergasse a camisola red hoje.

Este não foi o primeiro erro de casting nos últimos 5 anos.

Segundo: Gerard Piqué.

No verão de  2004, com apenas 17 anos, Gerard Piqué chega a Manchester nas mesmas circunstâncias de Pogba: sendo costume do Barça lançar os jogadores na equipa B aos 15\16 anos, Piqué não vislumbrava grande futuro no clube catalão. Decidiu mudar-se para Manchester a custo zero devido ao facto de também não ter um contrato profissional. Depois de 4 anos em Inglaterra (interrompidos apenas em 2006\2007 onde o central foi emprestado ao Zaragoza) Piqué efectuou apenas 12 jogos pela equipa principal do clube inglês. O Barcelona apercebeu-se do valor do jogador e contratou-o por 5 milhões de euros. Hoje é o central de classe que todos reconhecemos e Ferguson mais uma vez ficou a perder pois mal Piqué saiu, Ferdinand foi violentamente fustigado por lesões e nunca mais recuperou lugar no onze do United de forma regular e o escocês não consegue formar uma dupla de centrais regulares no seu clube: Evans e Phil Jones foram flops, Chris Smalling teve um início de loucos em Manchester e custou muitos jogos e Nemanja Vidic também não tem actuado com a regularidade necessária para dar estabilidade à equipa fruto de sucessivas lesões.

Moral: Ferguson procura um novo central, dizendo-se por aí que neste momento negoceia Garay do Benfica.

Terceiro: Giuseppe Rossi

Este Italiano nascido em solo Norte-Americano, que recentemente se transferiu do Villareal para a Fiorentina (yeah!) saiu do Parma aos 16 anos em 2004 para o United a custo zero. Sendo apontado como a maior promessa jovem do futebol italiano, Rossi só fez apenas 5 jogos pela equipa principal do United. Saiu para o Villareal em 2007 por 10 milhões de euros depois de 5 jogos pela equipa principal do United e de dois empréstimos: um fracassado ao Newcastle (fez apenas 11 jogos e não marcou qualquer golo) e outro ao Parma onde em 19 jogos marcou 9 golos. No Villarreal, fez 136 jogos onde marcou 53 sendo preponderante na campanha que levou o clube à Champions (e à 2ª liga no ano seguinte!) em 2010\2011. Mais uma vez, Ferguson ficou a perder. Na época passada, Wayne Rooney esteve metade da época lesionado e Dimitar Berbatov estava em Manchester literalmente a ocupar espaço. Valeu ao escocês o achado Chicharito Hernandez, o homem que só sabe marcar golos ao 2º poste de baliza aberta!

Quarto: Ryan Shawcross.

Este central inglês nascido em Chester, resgatado aos 15 anos a um clube desconhecido (Flintshire Boys) em 2002, esteve dois anos nas reservas do United entre 2006 e 2008, não tendo feito qualquer aparição pela equipa principal. Pelo meio, foi emprestado 6 meses ao satélite belga do United, o Antwerp, onde, diga-se, também não fez grande coisa. Em 2008 saiu a custo zero para o Stoke, onde é implacável com os pontas-de-lança adversários. Chegou aos sub-21 de Inglaterra e é muito possível que em breve chegue à Old Albion. Mais uma vez Ferguson perdeu.

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os maiores e o maior :)

os maiores adeptos do mundo (no ano passado rezavam para não descer de divisão; este ano estão em 5º e continuam insatisfeitos porque querem mais, querem a Viola a lutar pelo título) e o maior presidente do mundo, Andrea Della Valle.

a velhinha pediu e Della Valle acedeu na sua meravigliosa simpatia: “uma camisola do Viviano para esta senhora porque as promessas, mantenho-as sempre”

depois o puto diz: “obrigado por teres construído esta fantástica equipa”

Andrea Della Vale é um showstopper onde quer que passe na cidade de Firenze. É um gentleman à antiga, com um brio profissional e pessoal e com uma simpatia que não é deste mundo, que não está ao alcance de todos.

É por estes momentos que este clube é enorme!

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A Fiorentina acabou de eliminar a Udinese da Taça de Itália. Venha a Roma, venha a desforra!

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algumas notas sobre o Sporting

1. Franky Vercauteren prepara-se para mais uma fase atribulada da vida do clube. O Belga já disse que em Janeiro as coisas vão mudar de forma drástica, podendo dar-se aquilo que ultimamente se tem chamado “revolução dos b´s”. O que poderá vir, como já defendi neste blog no post que escrevi a seguir ao Sporting vs Benfica é a ascenção de muitos jovens da equipa b para a equipa principal já em Janeiro para a construção do futuro do clube. Como tal, a ascenção dos miúdos, cumprindo uma estratégia que passa claramente pela aposta na formação do futuro (existe outra opção neste momento para o clube face a situação pantanosa das suas finanças?) poderá levar a que o clube tenha que fazer e bem uma purga dentro do balneário. Para já, Betinho, Dier e Esgaio já estão dentro do plantel da equipa principal. Da equipa B poderão juntar-se João Mário, Filipe Chaby, Bruma, Gael Etock e Diego Rubio. E que tal também fazer regressar os emprestados Wilson Eduardo e Nuno Reis. Continuo a dizer que face aos problemas actuais que o Sporting tem em várias frentes, a estratégia passa por sermos um clube de formação, com um treinador ambicioso e motivado para trabalhar com a prata da casa, sem objectivos e como tal sem pressão de vitórias. Gasta-se o que se tem e os miúdos, bem formados na Academia, correm por um bom contrato com o clube. Em vez dos colossais 40 milhões de orçamento, orça-se a época em 10.

2. Sinceramente quanto a esta questão sou franco: se eu pudesse mandar no sporting, fazia uma razia por completo naquele balneário. Existem muitos salários chorudos e inúteis naquele plantel que devem ser eliminados para bem das finanças actuais do clube (já sabemos que não iremos novamente à Liga dos campeões para o ano e tomara até que nos qualifiquemos para a Liga Europa) e jogadores cujos passes ainda podem dar algum equilíbrio ao clube (outros nem tanto, por causa da brilhante ideia do Gordinho dos fundos de investimento). Pensemos então pela óptica da folha salarial. Por mim iam: Boulahrouz, Xandão, Pereirinha, Adrien, Pranjic, Elias, Gelson, Jeffren e Ricky. Fosse pelo preço que fosse. Outros a meu ver estão na corda bamba: Carrillo tem potencial para render muito mais, Insua está uma sombra daquilo que foi na época passada, Schaars e Capel idem.

3. Ultimamente tem-se especulado sobre as saídas de Elias para o Flamengo e Ricky para a Fiorentina. O primeiro está mortinho para ir para o Brasil ganhar o que ganha em Portugal. Elias prometeu muito e pouco se viu dele neste último ano e meio. Era o primeiro a zarpar. Ricky por 10 milhões para a Fiorentina. Má notícia para um clube do quanto gosto. Seria uma óptima venda para o Sporting não fosse o facto de Ricky ter 70% do seu passe tomado por um fundo de investimento.

4. Noutro prisma há o dossier Izmailov. Vercauteren abriu a caixinha de pandora e diz que não conta com o russo porque não o vê treinar. É portanto difícil para um treinador a aquecer o poleiro convocar alguém que não vê treinar. É certo que Izmailov está praticamente acabado para o futebol. A sua lesão no joelho obriga-o, em alto rendimento, a ir à sala de operações uma vez por ano. Arranjem-lhe uma solução por favor desde que essa solução não seja a saída por trocos para um rival.

5. É precisamente sobre o dossier Izmailov que gira um rumor de que o Sporting e o Porto estarão a negociar a transferência do russo. O Jornal Record fala de uma troca de jogadores: o internacional russo por Miguel Lopes e Kléber. Não sei se é fogo de vista para intranquilizar ainda mais as hordes do clube, ou se, à semelhança do que o Porto fez com Moutinho, é mais uma jogada do clube do norte que visa dar um tiro letal nesta paupérrima direcção de Godinho Lopes. Acredito nos 2 cenários. No entanto, a confirmar-se como verdade, o Sporting está a negociar um activo com o rival em troca de amendoins, de jogadores medíocres que não entram nas contas do rival e não são precisos em Alvalade. As notícias também afirmam que Jorge Nuno Pinto da Costa deverá ter dito não quanto a Kléber, o célebre jogador ao qual o Sporting (quando jogava no Marítimo) fez melhor proposta que o FC Porto, mas, como se sabe, depois do problema levantado e de sucessivos aliciamentos ao jogador, o Atlético Mineiro (detentor de 52% do passe do jogador) já tinha o arranjinho feito com o Porto. Pior que isso, a confirmar-se, é o Porto gozar novamente na cara desta direcção ao rejeitar a inserção de Kléber no negócio.

6. Dá pano para mangas. Esta direcção do Sporting parece ter memória curta. Não se lembram dos casos Adriano, Paulo Assunção, Ruben Micael, Kléber e João Moutinho. Os primeiros três foram desviados de Alvalade em virtude do conluio que existia entre as direcções do Porto-Nacional e Porto-Atlético Mineiro. A história do 4º dispensa apresentações e por conseguinte comentários. É certo que no nosso futebol, vender directamente a um rival ainda permanece assunto tabu, tendo em conta aquilo que se passa em Inglaterra ou Itália, onde os grandes trocam jogadores como se de cromos se tratassem. Neste caso específico, a confirmar-se a veracidade das negociações, não me importo nadinha que o russo rume ao Dragão se o Porto pagar a sua cláusula de rescisão. É assim que a credibilidade de um clube se repõe. Queres o jogador, pagas o jogador.

7. Sobre as finanças do clube. Outra notícia nos desportivos dá o sinal de alarme há muito esperado em Alvalade. O nosso maior credor financeiro, o BES, prepara-se para tomar conta do clube para reaver aquilo a que tem direito. Espero que sim, pode ser que alguém que não perceba nada de futebol consiga por o clube na linha já que o Gordinho e seus pares, não percebem nada de futebol e estão a enterrar cada vez mais as finanças do clube. 12,5 milhões é a verba, segundo a imprensa, que o Sporting necessita para continuar com o controlo maioritário da sua SAD. Os investidores-salvadores prometidos por Gordinho da Russia, India, China, Qatar e Bahrein não apareceram para o resgatar. Como se algum dia alguém quisesse investir o quer que fosse num clube como o Sporting.

8.  Eixo Godinho-Barroso. O ardiloso que entregou a cabeça de Duque por um lugar na federação e o médico que deveria ser proíbido de falar sobre o Sporting pois sempre que fala só diz merda. O primeiro é pior charlatão do Sporting desde a presidência de João Rocha. O segundo apela a que ninguém dê informações do clube quando ele, e os seus pares da Assembleia Geral são os primeiros a dar essas informações e a criar instabilidade no mesmo. E não existe ninguém que trave as suas verborreias mentais naquele programazeco de segunda. No entanto, não consigo perceber a lógica de quem um dia esteve com o Gordinho e no outro já quer que o Gordinho se ponha na alheta. Agora que as coisas correm mal zangam-se as comadres?

9. Jesualdo Ferreira para manager (manager?) do clube. Sem comentários. Provavelmente lá na Grécia os pagamentos já não chegavam a tempo e horas. Também desconfio que não cheguem a tempo e horas no Sporting. Manager? Ao estilo Inglês ou ao estilo Gordinho Style? Não percebo as funções, não percebo a escolha e assalariados sem fazer nada dentro e fora da estrutura do Sporting já há muitos (Sá Pinto\Domingos\Freitas)

10. Perante isto, mais um empate na Madeira. Mais do mesmo. Mais dos suspeitos do costume, os centrais. Mais um pouco daquela falta de ambição a que eles nos habituaram nesta época. E Vercauteren diz: “os jogadores precisam de férias” – já regressaram delas?

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perder assim é um orgulho

Está a ser um ano em cheio para a malta de Firenze. A equipa mudou de treinador, saiu do ciclo vicioso das anteriores temporadas, reforçou-se com 17 jogadores (grande parte deles com provas dadas; já chegavam as compras de jogadores de índole duvidosa) e a estratégia da própria direcção do clube (presidida por Andrea Della Valle) mudou, de forma agressiva, para que a Fiorentina possa voltar aos lugares que lhe pertencem por estatuto: os lugares europeus.

A Vincenzo Montella foi pedido no seu dia de apresentação que pudesse construir um plantel que fosse capaz de responder aos desafios gerados pelos novos objectivos, não apontando baterias à conquista de um lugar europeu já esta época. Montella respondeu mais rápido do que aquilo que Della Valle e seus pares estariam à espera e 16 jornadas depois, a Fiorentina está em 5º a 9 pontos da líder Juventus sendo que já esteve a 4. Para além dos resultados desportivos, é nítido que a Fiorentina joga um futebol muito agradável. Montella está portanto de parabéns.

Depois de dois empates sensaborões contra a Samp em casa e contra o Torino fora, cabia à Fiorentina mostrar todo o seu potencial no quente Derby Del Sole contra a Roma no Olímpico. Na memória colectiva estava ainda a excitante vitória obtida em San Siro perante um impotente Milan. Urgia portanto fazer semelhante resultado contra uma Roma, que de certo modo ainda se está a redescobrir, fortuito de também ter mudado de treinador e de também ter mudado de estratégia para o futuro, depois de uma época onde contratou muito e os resultados voltaram a não ser famosos. Zdenek Zeman, o checo que subiu o Pescara à Série A, o homem que criou lançou Marco Verrati (PSG) está a ter o mérito de devolver a Roma ao top-5 da liga e de, com o pouco que tem (este plantel da Roma é muito escasso para ombrear com Inter, Juventus e Napoli) fazer a equipa praticar um futebol esteticamente bonito e eficaz. No entanto, também foi corajosa a abordagem do treinador Checo a este jogo, deixando Daniele De Rossi no banco contra uma equipa como a Fiorentina em prol do americano Michael Bradley. De Rossi apenas iria entrar na 2ª parte, quando o jogo estava completamente partido e o americano já não dava conta das investidas de Borja Valero.

Foi um jogo incrível de parada e resposta, praticado do princípio ao fim a uma velocidade. A Roma marcou cedo por intermédio Panagiotis Tachtsidis, jogador contratado ao Genoa (não efectuou qualquer jogo pela equipa Genovesa visto que foi emprestado a Cesena, Grosseto e Hellas Verona; todas estas da 2ª divisão) num lance em que me pareceu que o Grego (formado no AEK de Atenas) estava em claro fora-de-jogo. Não demorou muito até que a Fiorentina empatasse por intermédio do central Facundo Roncaglia (4º golo do ex-Boca Juniors na Liga) num lance em claro fora-de-jogo. Enquanto a Roma procurava desiquilibrar por intermédio de contra-ataques muito venenosos conduzidos ora por Miralém Pjanic (está um senhor jogador) ora por Francesco Totti, o papel de Tachtsidis e do Norte-Americano Michael Bradley (outro senhor jogador) estava a ser desenrolado na perfeição: vigiar a construção de jogo de jogo dos dois centrocampistas da Fiorentina Borja Valero e Alberto Aquilani. O 2º, de regresso à casa onde foi formado, passou por completo ao lado de toda a partida. Ao mesmo tempo, a Roma exerceu uma pressão alta muito eficaz no primeiro terço do terreno dos comandados de Vincenzo Montella.

Com a Fiorentina estagnada depois do empate, fruto da pressão alta e da excelente cobertura dos seus médios mais criativos (Juan Guillermo Cuadrado jogou a 10; a Fiorentina esteve mais interventiva pelas alas, onde se destacaram os laterais Pasquale e Cassetti) a Roma recuperava muitas bolas a meio-campo. Foram nessas recuperações de bola que surgiram os dois golos que fechariam o primeiro tempo. Se Emiliano Viviano foi muito mal batido no golo de Totti, há que realçar que minutos antes, o guarda-redes da Viola tinha respondido com exito a dois lances do eterno 10 da Roma.

A perder por 3-1 ao intervalo, Montella decidiu arriscar. Tirou Cassani, reposicionando Cuadrado na sua posição de origem e colocou Mounir El Hamdaoui em campo para que o marroquino pudesse dar mais vivacidade na frente em conjunto com um escondido Luca Toni (muito bem anulado pelo central brasileiro Leandro Castán) e fez entrar Matias Fernandez para o lugar de Ruben Oliveira. O Uruguaio esteve muito mal durante a primeira parte, permitindo acima de tudo que Pjanic e Totti estivessem confortáveis no seu jogo de contra-ataque.

Logo aos 30 segundos, a substituição de Montella surtiu efeito e o antigo jogador do Ajax respondeu de cabeça a um grande cruzamento do capitão Manuele Pasquale (foi incansável naquele flanco esquerdo). A Roma sentiu o golo e o duplo pivot defensivo constituído por Bradley e Tachtsidis deixou Borja Valero pegar no jogo Viola e começar com o seu futebol rectílio e efectivo. Passados 2 minutos, seria Mati Fernandez a ameaçar com perigo a baliza do Uruguaio Goicotchea.

A Roma assustou-se com o melhor arranque do 2º tempo por parte da Viola e voltou à carga. Até ao golo de Pablo Osvaldo, aos 88″, a Roma dispos de uma série de ocasiões onde poderia ter fechado a partida. Totti teve tudo para fazer o golo na cara de Viviano; há uma arrancada de Bradley que termina com o americano a atirar a rasar o poste e pouco depois seria o internacional pelos socceroos a falhar uma cabeçada quando toda a defesa da Fiorentina estava batida; pelo meio, ainda há um golo mal anulado aos Romanos. Na outra baliza, seria o mesmo Bradley a tirar na linha um cabeceamento com selo de golo de Aquilani. Com ferros se mata, com ferros se morre. O contra-ataque Romano teria o seu ponto máximo aos 88″ quando Pablo Osvaldo selou a partida, numa altura em que a Fiorentina estava toda balanceada para o ataque.

Vitória justa da Roma num jogo excitante onde a Fiorentina fez uma das melhores prestações da temporada. Sinal negativo para os 3 centrais: Roncaglia, Rodriguez e Savic tem vindo a combinar bem durante praticamente toda a temporada e estão a ter enorme influencia nas vitórias da equipa, pela segurança que demonstraram até agora e pelos golos que tem marcado (juntos, os 3 tem 8 golos). Mas, desde o jogo da Samp para cá tem cometido muitos erros defensivos e tem jogado com um espaçamento entre si que não é desejável para quem joga com 3 centrais. É certo que precisavam à frente de um trinco possante e eficaz nas dobras aos laterais quando estes sobem no terreno e Ruben Olivera não é de facto esse jogador. O Uruguaio emprega muita força nessa tarefa mas é um jogador com uma agressividade excessiva e nem sempre actua de acordo com os moldes de inteligência necessários à posição. Os restantes centrocampistas do plantel também não são jogadores que possam render na posição 6. Montella terá provavelmente que ir ao mercado em Janeiro.

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Fiorentina 2-2 Sampdoria

a viola continua a dar chutos na sorte. sem Jovetic e Toni, Stefan Savic, a agradável surpresa que veio de Manchester (não consigo perceber como é que não tem lugar no City) esteve no melhor e no pior: inaugurou o marcador com uma incrível cabeçada, fui culpado no 2º golo da Samp de Genoa mas minutos depois emendou o erro com o golo do empate.

de registar que a Samp tem indiscutivelmente um dos melhores centrocampistas da série A. ao nível de Pirlo, Marchisio, Boateng e Aquilani: Andrea Poli. Não pegou no Inter, onde esteve emprestado na época passada. Também há que dizer que para o seu lugar foi contratado Walter Gargano, outro daqueles que apesar de não ser tecnicamente dotado, faz das tripas coração para colocar ordem no miolo. Mas dúvido que Poli fique muito tempo em Genoa. Aos 22 anos, algo melhor chama por ele.

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queres ser presidente mas não te perdoamos o facto de não teres acabado a carreira no sporting

Figo admite. 

mas rui costa, quando o milan já não o queria porque sabia que as sucessivas lesões que tinha já não o deixavam render o esperado, não teve dúvidas e assinou pelo benfica. mal ou bem, voltou à casa mãe e cumpriu dois anos de contrato. despediu-se em pompa perante milhares de adeptos que sempre desejaram que o maestro voltasse a jogar na luz.

figo sempre admitiu que não estava nos seus planos voltar a alvalade. podia tê-lo feito quando o Real o dispensou. preferiu aumentar a fortuna no Inter.

e rui costa, encostado por Vieira na SAD do Benfica, continua a fazer aquilo que lhe dá mais prazer que é trabalhar\ajudar para o clube.

figo por sua vez saiu por meia dúzia de trocos para o Barcelona em 1995. rui costa por 1 milhão para a fiorentina. a diferença? figo é um indíviduo que só vê cifrões à frente. a carreira dele assim o provou. em 1995 saiu para Nou Camp por míseros tostões (comparando a sua transferência posterior do Barça para o Real em 2000) porque não quis renovar (era uma renovação fictícia para o clube o poder vender por uma verba superior) contrato com o sporting. rui costa renovou com o benfica e saiu pelo preço justo da altura. rui costa aguentou o máximo que pode na fiorentina e apenas saiu porque o clube estava inundado de dívidas e precisava urgentemente de o vender. em 2001, quando rui costa saiu para o milan, assinou uma renovação (fícticia, pois toda a gente sabia que teria que ser vendido) para a fiorentina poder receber 20 milhões de euros em vez de nada.

aposto em como a maioria dos sportinguistas não querem figo como presidente do clube. e eu sou um deles. atenção ao facto de sempre ter afirmado que Luis Figo era o meu ídolo de infância. e aposto também como 100% dos benfiquistas votavam em rui costa em alternativa a vieira.

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e a minha viola empatou

jogo difícil em Turim. El Hamdaoui ainda me deu esperanças a 6 minutos do fim. mas, pelo rendimento que o Torino teve, o empate aceita-se. boas notícias: a juventus perdeu com o milan no clássico e a fiorentina ganhou mais um ponto à vecchia signora. a série A está ao rubro. a fiorentina é 4ª a 4 pontos da primeira posição e tem agora uma série de jogos que convida a subir mais na tabela classificativa.

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alegria!

vieni in curva e poi, canta insieme a noi, un sol grido in coro si alzerà… questa viola vincerà!

Existem motivos para sorrir, para cantar e para pensar que este ano pode ser o ano!

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Grazie!

Mais uma a sair do Artémio Franchi com direito a tratamento VIP. Desta feita, a Atalanta de Bérgamo. Volto a perguntar quem é o Riccardo Montolivo? Quem tem Alberto Aquilani não precisa de Montolivos. Montella soma e segue. A equipa joga com uma espectacular beleza, defende com dureza e acima de tudo consegue ser muito eficaz. Dos problemas de finalização no início da época passamos a uma fase em que a Fiorentina transforma quase todas as oportunidades que tem durante a partida. E o primeiro lugar está já ali a 5 pontitos.

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