Tag Archives: Fernando Nobre

Cala-te Nobre

Que só te enterras.

Se realmente não quisesses um tachinho:

1.  Não tinhas “saído” prontamente da AMI para te dedicares à política.

2. Não te terias candidato à Presidencia da República.

3. Não te terias candidato à Assembleia da República e terias cumprido a tua vontade patriótica de ajudar o país nas funções de deputado.

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Sem palavra e sem vergonha

Que volte para a AMI, essa organização não-governamental tão democrática (melhor, tão familiar ao nível de domínio) de onde nem quer deveria ter saído.

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Nobre já era

A Assembleia da República voltou aos trabalhos, ou como quem diz, o circo voltou à capital.

Depois de duas votações falhadas,  Nobre não foi eleito para Presidente da Assembleia da República. Folgamos em saber, visto que a pessoa em causa não têm competências para assumir a responsabilidade de ser a 2ª figura mais importante da hierarquia do Estado Português. Se Nobre tivesse algum brio na sua brilhante carreira enquanto médico e líder de uma das mais importantes Organizações não-governamentais no mundo nem sequer se deveria ter embrenhado pelo corrupto caminho da política.

Continua como deputado. Ainda estou para ver quantas vezes irá falar Nobre no hemiciclo ao longo da próxima legislatura!

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Suicídio político

Fernando Nobre afirma que só lhe interessa o cargo de Presidente da AR.

Para quem há uma semana afirmava que esta opção se prendia por motivos patrióticos, pode-se falar em autêntico suicídio político. Suicídio político que pode custar votos a Pedro Passos Coelho. Suicídio político para um PSD, dividido pela escolha de Nobre.

Todo o argumento de Nobre cai por terra. Conhecemos então a verdadeira face de Fernando Nobre. A atitude patriótica dá lugar a uma atitude tachista. Para quem não se afirmava como políticos, podemos vislumbrar agora alguém que se vendeu de forma fácil aos vícios da política e dos políticos.

A certo momento desta caminhada, parecia certo que Passos Coelho tinha todos os condimentos para chegar ao poder. Parecia que Passos Coelho detinha o poder na palma das suas mãos. Passos Coelho parece incomodado com esse facto e todos os dias parece estar a trabalhar para chutar essa oportunidade para longe. A escolha de Fernando Nobre assim me faz entender. A cada dia que passa, Passos Coelho vai viabilizando uma nova ascenção de José Sócrates.

Espero portanto que dia 5 de Junho os Portugueses tenham o bom senso de não re-eleger Sócrates e de dar um cartão vermelho à falta de coerência do principal partido da oposição. Esse cartão vermelho só pode ser dado, votando à esquerda.

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Nobre, o candidato da Sociedade Civil

Pelo que consta, o candidato da Sociedade Civil à Presidência da República não gosta de ler comentários demonstrativos de pura desilusão por parte daqueles que votaram em si nas últimas presidenciais.

Depois de uma gigantesca avalance de mensagens de descontentamento por parte do seu eleitoral, eis que Fernando Nobre decidiu apagar a sua página no facebook.

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Era o candidato dos cidadãos apartidários

Era o candidato dos cidadãos apartidários.

Era a Sociedade Civil a acordar da letargia dos erros e dos vícios da política.

Era o candidato transparente, de provas dadas na ajuda humanitária que iria transportar o seu imenso “know-how” nessas lides para a Presidência da República.

Era o candidato que promovia a solidariedade entre os Portugueses.

Era.

Agora é candidato a Presidente da Assembleia da República pelo PSD, caso este vença as eleições.

Fernando Nobre perdeu-se de amores pela política e perdeu-se definitivamente ao nível de coerência no discurso. Deixará um lugar vazio na ajuda humanitária para satisfazer ao capricho do líder do PSD, desejoso de puxar para si todos aqueles que votaram Nobre nas presidenciais.

Na Literatura Portuguesa existe um livro que bem retrata esta passagem de Nobre. Chama-se “A queda de um anjo” e foi escrito por Camilo Castelo Branco. Dá uma extrema lição de como a política é capaz de corromper tudo e todos.

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Abstenção

Num país cujo povo andou quase 5 década a reclamar por liberdade, actualmente, não sabe utilizar a liberdade que lhe é conferida.

Um povo que todos os dias manifesta o seu desagrado perante a actuação dos seus governantes, quando é chamado às urnas fica em casa e não vai votar.

52,47% de abstenção significam que existem quase 5 milhões de Portugueses que reclamam, mas não querem intervir na vida política do país quando são chamados às urnas.

É por isso, que cada vez mais defendo o voto obrigatório para todos os cidadãos. O civismo começa aqui: para reclamar, é preciso participar. Os Portugueses não o parecem entender…

Quanto às eleições, não vou tecer quaisquer comentários. Estou por demais desiludido com a ignorância dos Portugueses. Voltaram a acreditar no conto do vigário. Teremos novas eleições em breve. Legislativas. Nesta noite de domingo, Cavaco é alegre. Passos Coelho ainda é mais alegre. Manuel tornou-se triste e Sócrates está a fazer contas à vida e a reformular o seu método pois vem aí duras batalhas contra a oposição.

E o povo Português, com isto tudo, ficará mais pobre…

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Sondagem Presidenciais: Cavaco Silva vence eleições

Notas Prévias:

1. Esta sondagem, realizada no período compreendido entre 2 de Dezembro e 23 de Janeiro (hora de fecho às 18:29) não foi realizada segundo qualquer tipo de padrões profissionaislegislativos e destina-se apenas a prestar um pequeno carácter informativo aos leitores deste blog. Nela, cada utilizador (IP) tinha direito a votar apenas por 1 vez.

2. Dado que na hora de postagem da sondagem coloquei os pré-candidatos Luis Botelho Ribeiro e José Pinto Coelho na mesma e como os mesmos não se confirmaram como candidatos com o decurso do tempo, decidi anular os votos colocados no seu espaço (6 em Pinto Coelho; 3 em Botelho Ribeiro) sendo portanto o total de votos da sondagem de 216 votos.

Quanto à Sondagem em si:

Cavaco Silva acabou por vencer a Sondagem realizada no blog com um total de 57 votos contra 51 de Manuel Alegre e 43 de Francisco Lopes. Caso este cenário fosse real, teríamos lugar a uma 2ª volta.

Resultado das votações:

Total de votos: 216 votos

1º Aníbal Cavaco Silva – PSDCDS-PP – 57 votos (26.38%)
2º Manuel Alegre – PSBE – 51 votos (23.61%)
3º Francisco Lopes – CDU – 43 votos (19,90%)
4º Fernando Nobre – independente – 23 votos (10.64%)
5º José Manuel Coelho – PND – 21 votos (9.72%)
6º Defensor Moura – independente – 5 votos (2.31%)

Votos em Branco: 9 votos (4.16%)
Abstenção: 5 votos (2.31%)

Como referi no ponto 1 das notas prévias, esta sondagem não foi realizada segundo os padrões profissionaislegislativos que regulam as mesmas, tendo sido efectuada segundo as escolhas de votos dos leitores do Entre o Nada e o Infinito.

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Esta não esperávamos

Sempre tive em conta Fernando Nobre por ser um exemplar cidadão e um humanitário de primeira classe que não existe nos nossos dias… O seu trabalho na AMI ao longo dos anos em que assumiu a estrutura é prodigioso, digno de reconhecimento da humanidade através de um Nobel da Paz.

No entanto, sempre achei despropositada a sua candidatura a Belém. Creio que os homens deverão exercer aquilo em que são bons profissionais. Nobre é um excelente médico e é um excelente agenteactor humanitário, não político.

Mesmo assim, ainda dei o benefício da dúvida a Fernando Nobre. Sempre pensei, que no meio desta “garraiada” pelo poder, Fernando Nobre fosse de longe o candidato mais sóbrio. Acabei por me enganar. Nobre entrou definitivamente no jogo e também ele começou a alimentar folclóres e quimeras, desiludindo aqueles que por falta de alternativa e por mérito das suas campanhas humanitárias eram à priori dispostos a votar em si para uma eventual mudança na Presidência da República.

Nos últimos dias, temos assistido a um Fernando Nobre que sempre que vem a público afirma coisas que só fazem alimentar a máquina de folclore que a Comunicação Social tem alimentado entre os candidatos presidenciais. Afirmar que vai vencer Cavaco Silva, que Manuel Alegre deve desistir da sua candidatura na 2ª volta porque acha que é o único candidato capaz de bater Cavaco Silva e afirmar que está a ser alvo de ameaças de morte pode ser sinal que a candidatura do médico está a entrar num desespero tal que a estratégia agora passa por disparar para todos os lados…

E isso, isso não é bom para a democracia. A alternativa a um Presidente da República que se recandidata não passa pela apresentação de afirmações estúpidas e descabidas entre candidatos mas sim pela apresentação de ideias que agradem ao povo e que sejam cumpridas caso surja a eleição.

Se tomarmos em conta que existem candidatos que prometem mundos e fundos ao povo Português, estamos perante um caso em que os próprios candidatos presidenciais não sabem os poderes, competências e atribuições do Presidente da República Portuguesa. Prometer Metro Mondego, redução da pobreza, redução das desigualdades sociais num país onde o Presidente da República não o pode fazer por via daquilo que lhe é adstrito pela lei máxima do país e que é competência do governo e da Assembleia da República, é passar um “cheque em branco” de honestidade intelectual aos Portugueses.

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Cavaco Silva vs Fernando Nobre

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Vídeo: SIC.PT

Cavaco Silva:

– “A cada momento, eu fiz sempre aquilo que se impunha ao PR”

– “se Portugal não tiver um Orçamento é o descalabro total” – fazendo menção ao caso Grego como caso de comparação em relação à situação Portuguesa.

– “Entre ter um Orçamento péssimo e não o ter, prefiro não ter e esperar por um melhor. Pensa que eu gosto muito deste orçamento?” – respondeu Cavaco a Nobre.

– “Um PR sensato não entra na luta política e partidária”

– “que não é pela via da alteração da legislação laboral que resolvemos os problemas. não podem haver despedimentos sem justa causa.”


Fernando Nobre:

– “O Orçamento de 2011 é mau. Tinha que haver um Orçamento que não este. Devem-se cortar as gorduras do Estado.”

– “Não podiamos ter feito um melhor Orçamento? Estamos à espera que as agências de rating continuem a pressionar? Já não temos mão no nosso destino?” – Fernando Nobre afirmou que se irá opor às medidas que foram aplicadas à Irlanda, caso sejam aplicadas em situação análoga a Portugal.

– “Eu candidatei-me porque estou muito preocupado com o meu país”

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