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Tragédia no Japão

A natureza pode ser a maior amiga ou a maior inimiga do Homem.

É capaz de nos dar vida e de causar a morte.

O sismo de ontem no Japão é a prova disso. Às 00:00 de Lisboa (9:00 em Tóquio) a protecção civil japonesa oficializou 400 mortos, 548 desaparecidos e cerca de mil feridos. O número de mortos, como tal, é passível de chegar ao milhar de pessoas naquele que foi o 4º maior sismo (desde que existem registos) da Humanidade.

O Governo Japonês também olha com extrema precaução para a Central Nuclear de Fukushima, a 250 quilómetros do local onde eclodiu o sismo. De acordo com a Comunicação Social Nipónica, o sistema de arrefecimento da Central nº1 da central nuclear falhou e os níveis de radição poderão estar mil vezes superiores à normalidade. Para tal, o Governo decretou o estado de emergência na região, o que motivou a evacuação de toda a população que habite ou trabalhe até 10 km da central nuclear.

Às 4 da manhã em Niigata (19 horas em Lisboa) outro sismo de menor intensidade (6,6 na escala de richter) eclodiu perto desta província, não havendo notícias de mortos, feridos ou grandes danos.

Estamos a falar de uma catástrofe que atingiu um país, que tem uma alta rede de “know-how” e meios disponíveis para lidar com este tipo de fenómenos na natureza. Nem a bem queiramos pensar o que  é que um fenómeno desses pode trazer, caso aconteça um dia em Portugal – relembremos que Portugal (a área de Lisboa) corre exactamente o mesmo risco daquilo que aconteceu ontem no Noroeste do território Japonês.

É necessário que as entidades governamentais, específicamente o Ministério que tutela a Protecção Civil, tenha meios suficientes para poder lidar com uma situação destas. E pelo que parece, Portugal, nem sequer dispõe de um alerta para tsunamis.


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Sismo no Japão

Um violento sismo de 8.9 na escala de Ritcher sacudiu hoje o Nordeste do Japão, causando para já um total de 40 mortos, dezenas de feridos e uma destruição ímpar (em situações análogas) no território Japonês.

A situação catastrófica no país nipónico voltou a relembrar as condições de reacção que o nosso país poderá ter caso aconteça um sismo de intensidade semelhante ao que aconteceu hoje no Japão ou ao terramoto que atingiu Lisboa em 1755.

Segundo os especialistas na área, a área de Lisboa é a área com mais propensão no território nacional a uma catástrofe desse género. Os cenários de sismo (segundo os especialistas) são inevitáveis e poderão ser devastadores.

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