Tag Archives: Entre o Nada e o Infinito

aquele momento em que fico com cara estranha

quando alguém à entrada de um bar vira-se para mim e diz

– és o João Branco do blog não és?

e quando eu, com cara de enfastiado penso em voz alta

– fodasse, já me apanharam. um gajo não pode apanhar um bebedeira descansado.

e quando o gajo afirma:

– não achas o Bruce Springsteen o maior da década de 80?

e eu penso em voz alta

– acho o Bruce Springsteen uma bosta.

e o gajo faz replica

– gostava que me dissesses o que andas a ouvir que seja melhor que Bruce Springsteen.

e eu pacientemente lá lhe ensino umas coisas, até que o gajo de forma algo chata me começa a pavonear.

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A ordem dos médicos anda a ler o meu blog. tenho a certeza,

“A Ordem dos Médicos recorda que os médicos fizeram greve em defesa do Serviço Nacional de Saúde, das carreiras médicas e das contratações públicas dos médicos, precisamente para lutar contra estas situações anómalas, embora pouco frequentes, que são consequência da empresarialização dos hospitais e da introdução de regras de mercado na saúde, defendidas por ministros neoliberais”

José Manuel Silva, bastonário da Ordem dos Médicos.

O “mítico caso” Ideal Med

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este blog faz hoje dois anos

E já deu muito que falar.

E já deu muito que escrever.

E já deu muito que ver.

E já deu muito que ouvir.

E dá-me bastante prazer.

 

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Comentário elevado a post

“Branco… Deixa… “Liga dos Pobres” diz ele… Mas o facto de não ter estado na final de Dublin ainda lhe está, aposto, “atravessado”… Vai valendo a Taça da Liga que todos os anos muda de “visual”para eles irem coleccionando e depois mandarem fazer uma t-shirts a dizer que são “tri” ou “tetra” campeões da mesma. E já não bastava o facto de comemorarem as distantes conquistas europeias com a junção ao emblema de umas estrelitas, como agora ainda vão construir um “mamarracho” em frente ao estádio de modo a relembrar a década de ouro do “Glorioso”.
Como dizia o outro: “Recordar é viver”! E, se calhar, também deve ser por isso que os notáveis benfiquistas passam a vida no bar do Benfica a “secar a adega” e a rezar que o Malheiro traga novamente as 80 mulheres que levou ao seu aniversário!

P.S: Resta dizer que à boleia das vitórias do Benfica também se tiram cursos superiores; disse-o a filha do “Pantera Negra”!

Benfica… Mais que um clube!”

João de Araújo Correia, um rei nos comentários deste blog!

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200.000

The Young Punx ft Count Bass — “Ready for the fight”

200 mil visitas. Quem Diria?

Actuamos como o Mike Tyson. Um passo à frente, outro atrás, mas sempre com os olhos no prémio.

O Mike é certeiro:

Seremos lembrados pela controvérsia. Mas creio que seremos lembrados. Outros não serão lembrados por nada. Outros até serão lembrados sempre pelos piores motivos. É por isso que andamos na blogosfera. Lembrados ou não, já conseguimos inquietar muita gente. E continuaremos. Sempre.

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Desculpe lá senhor ministro

Usualmente, quando não sei responder, invento.

Perguntei ao ministro da economia tomando como pressupostos base as suas afirmações de que o governo deve estimular o empreendedorismo jovem e recusando desde logo a ideia do estado no sentido liberal de estado-polícia, se fazia sentido continuar a desinvestir no ensino superior como tem desinvestido e assim aniquilar o futuro a uma boa parte da juventude que hoje frequenta o ensino superior?

A resposta que eu tive da boca de Álvaro Santos Pereira focou-se na necessidade da avaliação de professores pelo mérito, na necessidade de racionalizar os corpos docentes e algumas palavras assertivas acerca da necessidade de um ensino concorrencial.

Não recebi uma resposta que fosse de encontro às necessidades de dotar as universidades de um financiamento justo que permita a sua gestão e funcionamento sem um estigma asfixiante. Não recebi uma resposta que fosse de encontro a uma acção social escolar universal, justa e equalitária. Não recebi uma resposta que dissesse que em tempos de crise tem que se apostar na juventude e na consequente criação de políticas de emprego que absorva os cérebros que saem todos os anos do ensino superior. Nada. Álvaro dos Santos Pereira esquivou-se das minhas perguntas.

Recebi sim o convite para ler as suas opiniões nos seus manuais de economia portuguesa. Terei todo o gosto em ler a sua literatura Sr. Ministro.

O Entre o Nada e o Infinito na pele do seu rosto João Branco pede desculpas ao Álvaro Canadiano e promete que da próxima vez não vai ser tão duro nas perguntas.

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veneno d´a cabra

(clique para aumentar)

Mais do mesmo.

Por norma, quando me pedem para respeitar o valor paz, eu faço questão de o respeitar.

Tanto respeito, que depois das quezílias existentes entre eu João Branco, entre o meu colega de secção Paulo Abrantes e a Secção de Jornalismo (vide o link acima colocado) optamos por extinguir algumas das nossas críticas à referida secção para bem da paz entre as secções culturais que representamos.

Podíamos ter optado por uma postura hostil à Secção de Jornalismo. Motivos não nos faltam… Sempre criticamos objectivamente aquilo que achavamos injusto no que toca aos estatutos e ao modo de actuação da referida secção. De rosto destapado. O mesmo não acontece neste artigo. A crítica (sempre de salutar) vem de um rosto (próximo é certo) mas que não conhecemos. Porque é que certas pessoas não dão a cara pelo que escrevem?

No entanto, creio que certas pessoas não entendem o conceito de paz. E muito menos compreendem o objecto do jornalismo e toda a deontologia que está agregada a esse mesmo objecto.

Este artigo é prova disso.

Tirando o “irónico” elogio que me fizeram, convinha que o artigo desse destaque ao blogger que participou no referido debate e aos blogs (entre os quais o Entre o Nada e o Infinito) onde se centra o único conteúdo informativo do artigo crítico em causa. Parece-me evidente que estes novos jornalistas não sabem respeitar as fontes onde vão beber a informação.

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Obrigado

Obrigado a todos. Sem vocês, não poderia estar consecutivamente nos tops da wordpress por meia dúzia de vezes nos últimos 3 meses.

Como este blog é uma animação, dedico-vos este hit intemporal das pistas de dança. A programação vai continuar.

New Order — “Blue Monday” — Compilação: Substance (1987)

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Adeus. Não voltes mais.

Amanhã termina o mandato de Eduardo Barroco de Melo à frente dos destinos da AAC.

Pelas razões que ele bem conhece, é por mim considerado o pior presidente da história da AAC.

Mesmo assim vale a pena relembrar os “grandes episódios” do seu triste reinado:

aqui – Despede João Alexandre de Secretário-Geral da Queima das Fitas, 4 dias após a sua tomada de posse.

aqui – Volta atrás na sua decisão e readmite João Alexandre.

aqui – Despede o Administrador João Alves por “falta de confiança política” medida que consideramos injusta.

aqui – Azeda a relação com os núcleos, agudizada depois com os obstáculos criados a uma actividade dos pelouros das saídas profissionais do NEE\AAC e do NEG\AAC.

aqui – A meio do mandato moscambilhava para se recandidatar.

aqui – a constante má gestão da sua equipa de trabalho na DG.

aqui – a demissão do Tesoureiro Miguel Andrade na última noite de latada e a chuva de comunicados que se seguiu nos dias posteriores.

Pelo meio ainda tivemos lugar para atitudes nada democráticas em respostas a sócios em Assembleia Magna, o bloqueio de uma deliberação de uma decisão de Assembleia Magna justificada pela falta de “quorum” e porque o presidente da DG não quis dar o braço a torcer aos proponentes da dita moção, a ameaça aqui ao blogger, a compactuação com os mundanos comportamentos da secção de jornalismo, uma manifestação a Lisboa que redundou num enorme fracasso, uma fraca actuação nos campos da política educativa, uma luta incipiente perante os SASUC no cumprimento das suas funções institucionais e nos cortes promovidos na Acção Social, atitudes rebaixistas do bom nome e prestigio da Associação Académica de Coimbra em ENDA, as guerras fracticidas com presidentes de núcleo, com super coordenadores e vice-.presidentes, e ACIMA DE TUDO ZERO DE TRABALHO REALIZADO e ZERO DE RESULTADOS PRÁTICOS.

O seu mandato não deixará saudades no nº1 da Padre António Vieira.

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Melhores álbuns do ano

O Entre o Nada e o Infinito elege como melhores álbuns do ano 2011, sem a lista ter necessariamente uma ordem de gosto ou preferência:

1 – Bon Iver — “Bon Iver” – (Jagjaguwar Records\Estados Unidos da América)
2- Sérgio Godinho – “Mútuo Consentimento” – (Universal\Portugal)
3- James Blake – “James Blake” – (R&S Records, ATLAS / A&M, Universal Republic Records\Reino Unido)
4- Cults — “Cults” – (Columbia Records\Estados Unidos da América)
5- Destroyer — “Kaputt” (Merge\Canadá)
6- Elbow — “Build a Rocket Boys” — (Fiction Records\Reino Unido)
7- B-Fachada — “Deus Pátria e Família (Portugal)
8- FM Belfast — “Dont Want to sleep” – (Islândia)
9- Kurt Vile — “Smoke Ring for my Halo” – (Matador Records\Estados Unidos da América)
10- Metronomy — “The English Riviera” — (Because Music\Reino Unido)
11- Smith Westerns — “Dye it blonde” — (Fat Possum Records\Estados Unidos da América)
12- The Black Keys — “El Camiño” — (Nonesuch Records\Estados Unidos da América)
13- The Fields — “Looping State of Mind”
14- The Vaccines — “What did you expect from the Vaccines” — (Columbia Records\Reino Unido)
15- Toro Y Moi — “Underneath the Pine” — (Carpark\Estados Unidos da América)
16- Wild Beasts — “Smother” — (Domino Records\Reino Unido)
17- Real Estate — “Days” — (Domino Records\Estados Unidos da América)
18- Bombay Bicicle Club — “A Different Kind of Fix” — (Reino Unido)
19- The weekend — “House of Baloons” — (Reino Unido)
20- Neon Indian — “Era estraña” — (Fader, Static Tongues, Lefse Records, Arts & Crafts México\Estados Unidos da América\México)
21- Cut Copy — “Zonoscope” — (Modular Recordings\Austrália)
22- Girls — “Father, Son, Wholy Ghost” — (Estados Unidos da América)

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vil(elices)

Como é da praxe, o nosso caríssimo Samuel Vilela lá voltou a usar a mailing list de Relações Internacionais para fazer campanha de última hora.

O catedrático do cacique, da competência (nula) e do trabalhinho que foi zero durante o último mandato voltou a atacar…

Nem a denúncia do Entre o Nada e o Infinito no ano passado levou o referido aluno a refrear os ânimos.

O que vale é que o corpo do texto este ano não foi tão descarado. O nosso vil(ela) tachista optou por uma coisa mais soft, já passavam 2 minutos das 23:30

“Boa noite,

Como já deverá ser do conhecimento da maior parte encontram-se a decorrer eleições para os Órgãos Gerentes da AAC. Terminado o período de campanha, as votações iniciam-se amanhã e terminarão na próxima terça-feira. Amanhã o local destinado às votações será a sala dos Núcleos no piso 0 e, terça-feira, a sala 2.5, no piso 2. No período nocturno também poderão votar na sala de estudo da AAC entre as 21h e as 00h.

Independentemente do vosso sentido de voto a participação neste sufrágio é importante, principalmente num ano em que possivelmente o Ensino Superior vai sofrer mais ataques, ao nível do financiamento e da acção social (bolsas de estudo). Será sempre importante uma Direcção-geral da AAC com a legitimidade de um elevado número de votantes.

Da minha, falando um pouco do projecto que integro, a Lista L, gostaria apenas de vos deixar a garantia que caso sejamos eleitos, além da contínua representatividade que o nosso/vosso curso poderá continuar a ter na AAC, expresso também pela Mariana Mesquita, que integra a lista, poderão continuar com o nosso empenho no apoio à resolução dos vossos problemas académicos que vão surgindo no dia-a-dia e, também, com uma AAC activa no plano da cultura e do desporto.

Obrigado pela vossa atenção,
Com as mais cordiais saudações académicas,


Samuel Caetano Vilela, candidato a Vice-Presidente da DG/AAC
Mariana Mesquita, candidata a Relações Externas da DG/AAC
Lista L – Liga-te à Academia”

Vergonha? Essa não existe. Vale tudo não é Vil(ela)? Pois vale, sim senhor! Já agora gostei da parte da representatividade que o curso tem na AAC? Tem tanta representatividade que nem o candidato à super-coordenadoria das Relações Internacionais é aluno do referido curso.


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Demissões Parte III

O Presidente da Direcção-Geral da Associação Académica de Coimbra, apaga todas as postagens que o Entre o Nada e o Infinito lhe coloca no seu mural de facebook e as perguntas que o seu autor (João Branco) lhe deixa a título pessoal no referido perfil.

Nem é uma questão de se dar ao trabalho de responder. Apaga, porque não tem uma resposta às perguntas que lhe formulo. Mais uma vez se vê a falta humildade deste presidente da Direcção-Geral, assim como outros tiques nada democráticos.

Relembro-lhe portanto, um trecho da conversa telefónica que tivemos na célebre noite da ameaça de um processo judicial. O Eduardo, em tons agressivos, pedia-me encarecidamente para o consultar sobre ocorrências no seio da Direcção-Geral\Explicações sobre tomada de acções e decisões da sua parte antes de escrever o que fosse no blog. Dizia-me ele que “era para evitar escrever factos inverosímeis e caluniosos”. Lembras-te Eduardo? Pois bem, foi o que fiz. Pedi-te uma explicação. Tu habilmente apagaste. Volto a relembrar as tuas palavras quando me criticavas “que eu só escrevi aquilo que me interessava” – pois bem, acho que acabaste “de cair no meu erro”.

E de facto, não conhecia esses tiques de tirano em ti.

Até na questão da demissão do Miguel, tu não quiseste saber do Entre o Nada e o Infinito e enviaste a nota para o Sexo e a Cidade.

Como é que queres que escreve, se não me envias a tua nota com a versão dos factos?

Pergunto-te então aqui, publicamente: Quando é que te demites?

Segunda-Feira, irei perguntar-te em Assembleia Magna, podes estar descansado.

Daqui não levarás uma única palavra de apreço. Porque não a mereces.

 

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Restart (2)

No passado sábado, supostas transferências contínuas de vírus informáticos através do servidor em que estava alojado o blog antigo não permitiam postar.

Depois de contactado o servidor e deste ter respondido com a promessa de ultrapassar o problema gerado com a maior brevidade, vários dias se passaram e nada disso veio a acontecer. Dado que já ponderava migrar o blog, acabei por fazê-lo para a WordPress até porque creio que este ainda não registou uma afluência que o faça carecer de utilização num domínio privado.

Voltamos então à blogosfera por mão da WordPress e voltamos com o espírito redobrado.

Este blog tem a partir de agora um novo restart.

 

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Sondagem #10

À pergunta: Quem irá vencer a Liga Portuguesa 20112012? apurou-se um total de 119 votos. Eis os resultados da sondagem promovida neste blog:

1º Nacional da Madeira — 29 votos — 24,37%
2º FC Porto — 21 votos — 17,65%
3º Benfica — 20 votos — 16,81%
4º Sporting — 14 votos — 11,76%
5º Académica — 12 votos — 10,08%
6º Beira-Mar — 5 votos — 4,2%
7º Feirense — 4 votos — 3,36%
8º Rio Ave — 3 votos — 2,52%
9º Vitória de Guimarães — 2 votos — 1,68%
10º Gil Vicente — 2 votos — 1,68%
11º Paços de Ferreira — 2 votos — 1,68%
12º Marítimo — 1 voto — 0,84%
13º Vitória de Setúbal – 1 voto – 0,84%
14º Sporting de Braga — 1 voto – 0,84%
15º Olhanense — 1 voto — 0,84%
16º União de Leiria — 1 voto — 0,84%

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Removido?

Sim, removido.

Apesar de todas as mentiras e distorções da realidade que se escreveram sobre a minha pessoa e sobre a minha vida pessoal, e das críticas e gozos que lançaram ao que escrevo no Entre o Nada e o Infinito, é certo que continuo pela blogosfera. De rosto destapado, crítica afoita, moral intacta e vontade redobrada.

Dos autores do blog, desconhecidos até ao dia de hoje não tenho razões de queixa. Há quem as tenha e com razão, é certo… Tenho razões de queixa do seu excessivo clientismo, clientelismo falso, hipócrita, cínico e mentiroso. Clientelismo personalizado na face mais visível de uma academia onde muitos não tem carácter nem personalidade para se intitularem como estudantes do ensino superior.

Pantomineiros, é a palavra que mais me ocorre para descrever uma corja de desgraçados que nem a falar mal da vida dos outros sabe com rigor o que realmente se passou. Não é que lhes diga respeito, em todo o caso.

Tenho pena que um sítio onde se gerou tanta discussão sobre a academia encerre o seu capítulo de um dia pró outro. Logo agora que as coisas vão aquecer.

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Sondagem #9

Nota prévia:

– Esta sondagem realizou-se no Entre o Nada e o Infinito durante todo o mês de Julho e nestes primeiros 9 dias de Agosto, permitindo o sistema de 1 voto por utilizador e de 1 apenas escolha única.

– A Sondagem não se destinou exclusivamente a sócios efectivos da Associação Académica de Coimbraestudantes da UC, tendo por conseguinte um carácter meramente indicativo de 111 opiniões de resposta simples acerca da pergunta formulada e das respostas-tipo concedidas.

– Da minha parte não haverão conclusões aos resultados desta sondagem, cabendo a cada leitor tirar as suas ilações.

-De modo a não ser desleal com os actuais elementos da Direcção-Geral e com o seu trabalho neste mandato (ainda restam 5 meses) decidi que no final do mandato desta Direcção-Geral, darei lugar a uma nova sondagem para avaliar a opinião sobre o trabalho desenvolvido pela mesma ao longo de todo o mandato e comparar o grau de evolução desse trabalho entre a vox populi.

À pergunta: Qual à avaliação sobre o trabalho da DG (Direcção-Geral da AAC) 2011? obtive o seguinte resultado num total de 111 votos:

Muito Mau – 43 votos (38.74%)

Razoável – 19 votos (17,12%)

Muito Bom – 18 votos (16.22%)

Mau – 18 votos (16.22%)

Bom – 8 votos (7.21%)

Desconheço – 5 votos (4.5%)

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Muito Agradecido, Samuel Vilela

Até tenho direito a coraçõezinhos e tudo!

Até te dedico mais uma das canções do meu vasto repertório. Espero que estejas sintonizado!

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Era uma vez (no Benfica)

Um treinador, uma equipa técnica, uma direcção e uma administração que uma época se lembrou de contratar jogadores suficientes para fazer 3 planteis.

Um treinador, uma equipa técnica, uma direcção e uma administração que necessitaram de contratar 5 guarda-redes em 2 anos, gastando 10,3 milhões de euros aos cofres encarnados + os salários dos respectivos atletas. No entanto apenas um garante total segurança à baliza do Benfica e dificilmente será titular – falo de Artur Moraes.

Um clube que já contratou 15 jogadores esta época e que ainda se prepara para contratar mais 2 ou 3, que já gastou em transferências este ano qualquer coisa como 28 milhões de euros, sendo que 3 desses contratados já foram despachados para rodar e terão tantas hipóteses de vestir a camisola encarnada como tiveram no passado Bergessio, Paulo Almeida, Urretaviscaya entre outros é motivo mais que suficiente para questionar (visto que o Benfica nas últimas 4 épocas um valor aproximado dos 150 milhões de euros em transferências) onde é que o Benfica vai buscar tanto dinheiro? Não é a única pergunta que faço no que toca a este aspecto? A outra obviamente coloca-se nesta grau: O Benfica terá mesmo uma gestão profissional ou meia dúzia de lunáticos que gastam sem rei nem roque?

A resposta, para alguns benfiquistas será toldada pelo raciocínio lógico de uma política de contratações imperialista e folclórica, facto assente como benfeitor da felicidade de qualquer benfiquista na pré-época. Bruno César (leia-se o homem mais gordo que o Benfica contratou; supera Paulo Almeida, Rochemback e Maniche) já é uma máquina de jogar futebol e Nolito (um pobre coitado que andava lá pelas equipas B dos Barças deste mundo) um jogador que vai ser convocado decerto à fabulosa Espanha de Del Bosque, onde por exemplo a coqueluche do Valência Juan Mata só agora entra nas contas e onde jogadores como Thiago Alcântara (jogou mais na equipa A do Barcelona que Nolito) Javi Martinez (campeão do mundo; intermitente convocado da Roja) Ignácio Camacho, Bojan Krkic não têm espaço na selecção de Del Bosque.

Pela primeira vez nos últimos anos, a equipa do Benfica até me pode mostrar que estou enganado mas dificilmente irá resultar e dificilmente irá combater com Sporting e Porto. Ao contrário dos últimos anos, o Sporting apostou em gente que o treinador e o director-desportivo conhecem e reconhecem como jogadores capazes de recolar o Sporting na órbita dos troféus. O Porto, no piloto automático de um Pereira disfarçado de Villas-Boas não irá precisar de muito para andar lá por cima. Para o Benfica, creio que se iniciou uma nova era das trevas.

Ao contrário dos últimos anos, o Sporting afastou-se por completo dos empresários e das jogadas que estes executam para colocar o seu lixo por estas bandas. Pelo menos, Jorge Mendes não conseguiu colocar o seu entulho pelas bandas de Alvalade: temos o exemplo de Manuel Fernandes, Quaresma, Simão Sabrosa, Hugo Almeida, entre outros.

Já o Benfica está minado de empresários. Ganhar dinheiro em comissões com o Benfica é fácil. É só afirmar que jogador X é relacionado directamente ao talento de um Sálvio já esquecido ou de um gaitan-de-foles-de-corrida e a coisa dá-se facilmente. O dinheiro, ninguém sabe de onde aparece. De meios lícitos talvez não deve ser. Não é que neste aspecto, Vieira seja um santo, porque todos sabemos que não é. É um excêntrico ignorante provinciano sem qualquer noção do mundo do futebol. Repete-o todos os dias quando vêm a público pedir para que se investiguem as contas do Porto. Investiguem as do Porto sim, mas também investiguem as do Benfica. Aliás, se tiverem de investigar clubes à mesma medida do que as autoridades turcas estão a fazer no país do Efeso, comecem por investigar da 1ª Liga até aos distritais. Meio mundo vai preso, metade do futebol português acaba.

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António José Seguro vs Francisco Assis

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Fonte: SIC Notícias

A meu ver, o Partido Socialista procura o seu líder de transição entre a era Sócrates e o candidato que há de vir para as próximas legislativas.

Pela teia argumentativa demonstrada neste debate, temos de um lado um António José Seguro mais sóbrio do ponto de vista ideológico contra um Assis que volta a mostrar que fala demasiado com o coração na boca e não tem o perfil desejado para promover a união entre os socialistas.

No entanto, qualquer um dos dois não fará mais do que manter a estoica oposição socialista fiel ao perfil trilhado pelo desaparecido José Sócrates até que um determinado presidente da câmara decida terminar o seu mandato e chefiar alegremente o partido até às próximas eleições. O vencedor terá uma liderança no máximo de 2 anos.

Para terminar, revelo o resultado da sondagem que coloquei neste espaço sobre as eleições internas do Partido Socialista.
Os leitores, respondendo à questão “Quem vencerá as eleições para Secretário-Geral do Partido Socialista?” deram a vitória a António José Seguro com 23 votos contra os 5 obtidos por Francisco Assis.

Creio que o resultado desta sondagem irá correr no trilho correcto nas eleições para o Secretariado-Geral do PS, que como se sabe, acontecem nos dias 22 e 23 deste mês.

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E mais digo

Na célebre conversa telefónica em que alguém se demonstrava desiludido com o conteúdo do meu post e me ameaçava levar à barra dos tribunais por difamação, a mesma pessoa dizia “estás farto de criticar a Cabra mas no entanto estás a agir de forma igual à que eles agem”. Pois bem, no entanto não sou eu que chuto a bola ao meu próprio poste para não ceder canto aos tipos da Cabra.

Parece que neste tipo de futebois não existe formação de barreira que separe a ténue agilidade daquele que remata em relação ao guarda-redes: são todos amigos, assimilam todos dos mesmos processos e não conseguem manter um fio de jogo entre a defesa e o ataque que permite ousar pensar num futebol democrático para todos. Não existe árbitro em semelhantes partidas: o árbitro é a paciência que outros “pressupostamente são obrigados a acatar” com estas jogatanas dos diabos. Eu cá não a tenho. Eu cá não acedo a ameaças chantagistas. Eu cá estou disposto a ir até ao osso em busca da “verdade desportiva do associativismo coimbrão”. Nem que para isso, tenha que ousar dos meus truques de nº10 e começar a distribuir jogo pelas alas de modo a que os adversários sejam obrigados a fazer uma limpeza de balneário para se manterem vivos na competição. 

Volto a relembrar o Sr. Presidente da AAC que eu como sócio da mesma pretendo saber a verdade sobre todos os actos da instituição. Creio que esse facto não é passível de qualquer punição ou de qualquer tipo de represália. É um direito que me assiste, assim como também é um direito que me assiste neste país a liberdade de expressão. No caso do post que foi retirado, aceito claramente que a argumentação por mim exposta poderia em qualquer caso incorrer num discurso falacioso ou insuficiente. Em todo o caso, o mesmo não serviu para lesar a personalidade de ninguém e apenas se guiou na busca pela verdade.

Se a busca pela verdade doi, o que é que podemos dizer da hipocrisia e da mentira?

Talvez me tenha excedido ao pedir 3 dias ao Sr. Presidente para se justificar da demissão do João “Chaves” Alves. Escrevi a quente e eu próprio admiti o meu erro ao Eduardo. Ele não o pode negar. Tanto o admiti como decidi por bem retirar o post em questão. Agora, estou claramente desiludido com o presidente de uma instituição em quem eu depositava muita confiança para mudar a passividade da AAC, cuja confiança sinto agora gorada…

Eu errei ao escrever o post que foi retirado. Mas neste também errei.

E aí meus amigos, não há maior dor que essa…

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